Foi no passado dia 11 de setembro que referimos aqui no Echo Boomer que o Disney+ não seria o único serviço de streaming a estrear este mês no nosso país.
Na altura, a informação que circulava era a de que a Acorn TV iria estrear até ao final de setembro. Pois bem, tal não corresponde à verdade, mas é certo que a plataforma vai chegar a Portugal.
Quando? Já amanhã, dia 1 de outubro. É esse o dia em que o serviço de streaming da AMC Networks fica disponível por cá, apresentando o melhor da televisão britânica e de outros países de língua inglesa, ou não fosse o catálogo composto por séries de drama, mistério e comédia britânica do Reino Unido, Austrália, Nova Zelândia, Irlanda e Canadá.
A ficar disponível nos serviços da MEO e NOS (será, para já, a única forma de aceder à plataforma) a Acorn TV terá um custo mensal de 2,99€/mês.
Há séries dramáticas como Doc Martin, Striking Out, Jack Taylor, The Level ou Collision; produções de comédia britânica como Detectorists, Finding Joy ou Kingdom (chega em novembro) e, para os amantes de mistério, sugestões como George Gently, Foyle’s War e Indian Summers.
Uma nova geração significa novas aventuras e é isso que Sackboy, a mascote do popular jogo da Media Molecule, Little Big Planet, vai ter pela frente.
Desenvolvido pela Sumo Digital, Sackboy: A Big Adventure é um novo jogo de aventuras e plataformas, com um formato muito old-school, criado para miúdos e graúdos.
Recentemente, a equipa de produção revelou detalhes sobre este jogo anunciado inicialmente na apresentação oficial da PlayStation 5, em junho, e sabemos agora que, por exemplo, Sackboy: A Big Adventure vai também sair na PlayStation 4.
Sackboy: A Big Adventure é um jogo de plataformas com funcionalidades co-op, onde a equipa da Sumo Digital investiu tempo para redesenhar a sua jogabilidade e mobilidade, ajustada a este género. Em vez de criarmos mundos, como em Little Big Planet, aqui vamos simplesmente explorá-los entre múltiplos níveis com puzzles, obstáculos, inimigos e muito humor.
A personalização e identidade também são palavras-chave e Sackboy: A Big Adventure vai contar com mais de 60 itens para vestir e combinar com o nosso herói, que podem ser descobertos e desbloqueados à medida que se joga e explora o mundo, como um jogo à antiga.
Além dos novos detalhes, ficou-se a saber também que vão haver várias edições do jogo, como a Digital Deluxe Edition, que inclui extras como uma banda desenhada, banda sonora e fatos inspirados em alguns dos maiores heróis da PlayStation na última geração, como Jin de Ghost of Tsushima, Sam Porter Bridges de Death Stranding, Connor de Detroit Become Human e Deacon St. John de Days Gone. Igualmente, a Digital Deluxe Edition terá uma versão física, a Special Edition, que inclui versões físicas do ArtBook e de uma figura real do Sackboy.
Para já, Sackboy: A Big Adventure ainda não tem data, mas com a PlayStation 5 a chegar já no dia 19 de novembro, não faltará muito para ficarmos a saber.
Mais jogos gratuitos paras as subscrições da Xbox.
A equipa da Xbox revelou os novos jogos que vão ser oferecidos aos subscritores do Xbox Live Gold e Xbox Game Pass Ultimate no próximo mês de outubro.
Nem sempre as ofertas são extremamente entusiasmantes, como é o caso do próximo mês, mas parecem partilhar temas, sustos, monstros e máscaras. Ou seja, perfeitos para o Halloween.
Nas ofertas para a Xbox One, de 1 a 31 de outubro, os subscritores poderão resgatar Slayaway Camp: Butcher’s Cut, e, de 16 de outubro a 15 de novembro, temos Maid of Sker.
Já as ofertas retro dividem o mês como sempre, com Sphinx and the Cursed Mummy, de 1 a 15 de outubro, e Costume Party de 16 a 31.
Como sempre, para terem acesso a todos estes jogos, basta uma subscrição do Xbox Live Gold ou Xbox Game Pass Ultimate ativa durante o período de oferta.
Ainda ontem surgiu a informação de que a Free Now tinha chegado a Coimbra, Figueira da Foz e Aveiro. Pois bem, e sem nada que o fizesse prever, eis que a app acaba de ficar disponível em todo o território nacional.
Isto significa que, a qualquer hora, em qualquer lugar, poderão utilizar os serviços da Free Now. Claro, tudo está dependente da existência de motoristas na vossa zona, ou seja, caso não existam condutores relativamente próximos, será difícil que consigam efetuar o vosso pedido.
Esta novidade, além da disponibilização da app em todo o país, faz com que possíveis interessados num novo desafio possam ser parceiros/motoristas. Basta que sigam os passos indicados neste link.
Recorde-se que foi também durante este mês que a empresa lançou a opção Ride Eco, que permite que sejamos transportados em carros elétricos.
Há nomes como Armin Van Buuren, Alesso, Chus & Ceballos, marshmello, Richie Hawtin e Tiësto no lineup.
Foi na semana passada que começámos por avançar a novidade de que o festival eletrónico Electric Daisy Carnival (EDC) iria ganhar uma nova edição europeia, com essa segunda tentativa de expansão a realizar-se em Portugal.
A acontecer entre 18 e 20 de junho do próximo ano na Praia da Rocha, em Portimão, o Electric Daisy Carnival é considerado não só o maior festival de música eletrónica da América do Norte, mas também um dos maiores do mundo. Porquê? Devido aos cartazes apresentados a cada edição, pois claro.
Quando falámos do festival, não existiam quaisquer pistas sobre os nomes que iriam integrar o lineup. Mas isso agora mudou.
A organização acabou de confirmar o cartaz da edição portuguesa do festival e, confessamos, mete respeito. Há nomes como Armin Van Buuren, Alesso, Alok, Chus & Ceballos, Dimitri Vegas & Like Mike, Diplo, marshmello, Netsky, Paul Kalkbrenner, Richie Hawtin, Scooter (quem se lembra deles?) e Tiësto no lineup.
No que toca aos bilhetes para esta versão portuguesa do Electric Daisy Carnival, sabe-se que as pré-vendas arrancam já amanhã, dia 1 de outubro. Durante esse período, e de modo a assegurar o vosso bilhete, deverão efetuar um depósito de 20€, podendo depois adquirir passes gerais (a partir de 129€) ou passes VIP (a partir de 199€).
Não é a primeira vez que falamos no Lenovo ThinkPad X1 Fold. Afinal de contas, não é todos os dias que um produto é anunciado como sendo o primeiro dobrável da sua categoria. Mas é essa a certeza da Lenovo com este equipamento, anunciado como o primeiro PC dobrável do mundo.
Sendo o primeiro do seu tipo numa nova categoria de computação pessoal, é esperado que o ThinkPad X1 Fold sirva como inspiração para futuros dobráveis. Na verdade, este portátil é muito semelhante ao Microsoft Surface, mas o seu ecrã OLED é totalmente dobrável.
O dispositivo dobra e pode ser usado de várias formas, dependendo do momento e da oportunidade, ora como tablet, ora como portátil com metade do ecrã a fazer de teclado, ou com recurso a um teclado externo desenhado para acompanhar o X1 Fold.
A nível de características internas, vem equipado com um processador Intel Core i5-L16G7, 256GB/512GB/1TB SSD NVMe, ecrã QXGA OLED 2K de 13,3 polegadas, 8GB de memória RAM, gráfica integrada Intel UHD e uma bateria de 50Wh. Além disso, está ainda preparado para o 5G.
As características não são nada por aí além, mas, tendo em conta o formato do produto, o preço não é mesmo para qualquer. Equipado com o Windows 10, o ThinkPad X1 Fold já pode ser encomendado a partir de 2.499€ (sem 5G) ou 3.999€ (com 5G).
Foi na segunda semana deste mês de setembro que começámos por referir que uma sequela do popular filme Borat: Cultural Learnings of America for Make Benefit Glorious Nation of Kazakhstan, protagonizado por Sacha Baron Cohen, tinha sido filmada em segredo. No dia em que elaborámos esse artigo, os detalhes eram escassos, mas, agora, já podemos partilhar mais alguns dados.
Para já, o título do filme, que é ridículo e hilariante ao mesmo tempo: Borat: Gift of Pornographic Monkey to Vice Premiere Mikhael Pence to Make Benefit Recently Diminished Nation of Kazakhstan. Como é óbvio, ninguém vai referir-se ao filme desta forma, mas não deixa de ter a sua graça.
Tal como adiantámos anteriormente, a sequela de Borat foi filmada em segredo e apresentada a algumas personalidades da indústria do cinema, até porque o filme já estava pronto. Pois bem, temos agora a indicação de que a película irá estrear já no próximo mês de outubro, mais especificamente no dia 23, no Amazon Prime Video, serviço de streaming da gigante americana.
O objetivo de Cohen era ter o filme pronto e já em exibição antes de 3 de novembro, dia de eleições nos Estados Unidos.
De resto, sabe-se que o conhecido ator gravou esta sequela de Borat não só nos Estados Unidos, mas também noutros países, e, em algumas situações, chegou mesmo a pôr a sua vida em risco.
É o sétimo restaurante próprio Burger King do grupo em Portugal.
Continua a expansão da marca Burger King em Portugal, neste caso com a abertura do 126º restaurante da marca. Desta vez, a Restaurant Brands Ibéria optou por abrir mais um restaurante próprio, neste caso em Porto Alto.
Localizado na Avenida das Nações Unidas, em Samora Correia, este estabelecimento conta com mais de 350m2 e, à semelhança dos outros espaços, tem mesas comunitárias num espaço de refeições aberto, áreas mais pequenas com separadores e uma agradável esplanada.
O novo spot possui sistema de quiosques pre-order, serviço de drive thru e menus digitais. O horário de funcionamento é das 11h30 às 00h durante toda a semana, com o drive through a funcionar até às 02h.
Este novo restaurante em Porto Alto veio dar trabalho a 25 colaboradores.
Já sabíamos que Doom Eternal vai ser disponibilizado em breve ao Xbox Game Pass, mas não é o único, chegando bem acompanhado. Além do alucinante FPS da id Software, a equipa da Xbox tem mais novidades para todos os subscritores.
Antes dos jogos, um serviço novo. A partir do dia 10 de novembro, data que marca a chegada da nova geração de consolas, com a Xbox Series X e S, os subscritores do Xbox Game Pass Ultimate e do Xbox Game Pass para PC vão poder tirar partido de uma biblioteca aumentada, com o catálogo do EA Play, sem qualquer custo adicional, com jogos preparados para a consola, PC e Android, via xCloud.
As novas adições ao Xbox Game Pass estão marcadas para o início de outubro, com o dia 1 a abrir as portas do inferno com Doom Eternal na Xbox e no xCloud e, mais tarde, numa data por revelar, no PC. No mesmo dia, o PC tem o acesso a mais um jogo indie com Drake Hollow.
A segunda onda de jogos acontece dia 8, com o jogo de comédia e ação Brutal Legend na Xbox, o simulador de corridas Forza Motorsport 7 no PC, Xbox e xCloud e, por fim, o RPG por turnos Ikenfell no PC e consola.
Como sempre, juntamente com estas atualizações, ficamos a saber os jogos que vão sair do serviço, mas que podem ser adquiridos até dia 15 de outubro com um desconto de 20% para os subscritores do Xbox Game Pass. São eles:
Felix the Reaper (Consola e PC)
Metro 2033 Redux (Consola e PC)
Minit (Consola e PC)
Saints Row IV Re-Elected (PC)
State of Mind (PC)
O Xbox Game Pass existe com três opções: Xbox Game Pass para consola por 9,99€/mês, Xbox Game Pass para PC também por 9,99€/mês e Xbox Game Pass Ultimate, que inclui acesso à biblioteca do PC da Xbox e aos benefícios do Xbox Live Gold por 12,99€/mês.
Para ficarem a conhecer mais sobre este serviço, visitem o site da Xbox e comecem já a jogar.
A RazerCon acontece no dia 10 de outubro a partir das 17h.
2020 viu o cancelamento de muitos eventos, é certo, mas também o surgimento de novas formas de celebrar e apresentar novos produtos. A RazerConé um desses novos eventos que irá acontecer digitalmente já no dia 10 de outubro.
A Razer vai ter a sua própria transmissão com uma palestra onde a marca irá revelar novos produtos, apresentar demonstrações de jogos e dar aos visitantes virtuais concertos de música EDM e metal, onde se incluem Sabaton e DragonForce.
Alguns dos destaques deste evento contam com a primeira transmissão ao vivo com iluminação RGB ativas, demonstrações exclusivas de novos produtos, apresentações de jogos e, claro, os concertos.
A transmissão poderá ser acompanhada gratuitamente através do Twitch, Facebook, Youtube e Twitter, havendo ainda a oportunidade de participar em passatempos com prémios como o novo Razer Blade 15, entre outros produtos da marca e de outros parceiros.
A RazerCon acontece no dia 10 de outubro a partir das 17h. Para mais informações, visitem a página oficial do evento.
Passou-se mais de uma década desde que a Bitcoin foi lançada pela primeira vez e, hoje em dia, há uma miríade de criptomoedas no mercado, tais como a NEO, Litecoin e Ethereum. Mas a Bitcoin ainda continua a ser a mais conhecida.
A criptomoeda é uma forma de divisa digital que não requer quaisquer sistemas bancários centrais. Assenta numa plataforma designada por blockchain, pelo que as Bitcoins são “minadas” em troca de recompensas em Bitcoin. Qualquer um pode minar Bitcoin e, como as transações têm de ser verificadas por vários indivíduos, não há qualquer necessidade de haver um banco central para controlá-la, tornando-a assim descentralizada.
No entanto, não é necessário minar Bitcoins para conseguir tê-las. Hoje em dia, muitas pessoas estão simplesmente a investir em criptomoedas através de bolsas de criptomoedas certificadas.
Mas será que as criptomoedas proporcionam um bom investimento? E se assim for, será este ano um bom ano para investir? Certamente que tem sido um ano interessante até agora, composto por uma viagem atribulada em termos de muitos investimentos, com flutuações de preço, maioritariamente devidos à pandemia da Covid-19. O valor da Bitcoin ascendeu até aos 9.000 dólares, tendo registado um mínimo de 4.000 dólares antes de recuperar até cerca dos 6.600 dólares, assinalando desta forma as maiores flutuações desde 2017.
A subida mais recente no valor da Bitcoin, bem como de outras criptomoedas, pode ter sido despoletada pelo alívio quantitativo da Reserva Federal dos EUA, uma tentativa de reduzir os danos que o Coronavírus poderá provocar na economia. Isto levou alguns investidores a optarem por investir na Bitcoin, entre outras criptomoedas, para limitarem a potencial desvalorização da moeda provocada pelo alívio quantitativo.
Dado que há um número finito de Bitcoins no mercado, alguns acreditam que esta não deve encontrar-se suscetível a estas desvalorizações, dado que a quantidade de novas Bitcoins a serem minadas está sempre a reduzir. O aumento na procura e a redução no fornecimento devem impulsionar o valor, em linha com os princípios de oferta e procura, segundo especialistas como Srdjan Mahmutovich, criptoanalista e CEO da Kriptomat.
As criptomoedas tornaram-se populares após a crise económica de 2018, quando o valor das ações e investimentos tradicionais levou uma forte pancada. Similarmente, desde que começaram a surgir as primeiras notícias no novo surto do Coronavírus, os volumes de negociação nas bolsas seguras pareceu ter aumentado.
As bolsas de negociação de criptomoedas Binance e Kriptomat também registaram um aumento significativo no investimento. Certamente que se começa a ver que o alívio quantitativo tem sido o catalisador para os investidores que procuram soluções alternativas.
Mas há outro motivo para considerar o investimento em criptomoedas este ano – o terceiro halving da Bitcoin no passado mês de maio, o que significa que o número de Bitcoins disponíveis foi reduzido para metade. Isto significa menos oferta e, com a pandemia a impulsionar a procura, alguns antecipam que o mercado estará em alta por muito tempo.
Se a performance passada for um indicativo, a existência de um halving é provável que vá impulsionar os valores da Bitcoin. O primeiro halving em 2012 viu um aumento deslumbrante de 8.000% no valor da Bitcoin em relação ao período homólogo do ano transato; já o segundo, em 2016, viu o valor da Bitcoin subir 2.000% nos 18 meses subsequentes.
Sem um fim à vista para a atual situação pandémica, muitas empresas estão a perder valor, isto se conseguirem sobreviver de todo, portanto, as ações tradicionais estão a levar uma valente pancada. Será que as criptomoedas podem ser consideradas um porto seguro este ano? O mercado não deixa de ser flutuante, mas os investidores mais persistentes podem estar preparados para arriscar.
Foi em janeiro de 2018, no Centro Comercial Vasco da Gama, em Lisboa, que aconteceu a inauguração do primeiro restaurante RIBS – True American Barbecue, um espaço que veio satisfazer os apreciadores das famosas BBQ RIBS. Agora, é altura do conceito começar a expandir-se.
Essa expansão acontece já esta quarta-feira, dia 30 de setembro, no Almada Fórum. Aquele centro comercial foi o escolhido para receber o segundo restaurante da marca em Portugal, sendo, naturalmente, o primeiro RIBS – True American Barbecue na margem sul.
Assim que visitarem o espaço, deverão começar pelas estradas, havendo opções como Lone Star Eggs, Onion Rings ou Chicken Fingers, com receitas bem ao estilo americano. Depois poderão devorar hambúrgueres, as famosas costelinhas com molho de churrasco (servidas em prato ou sanduíche) ou a clássica Cesar Salad, entre outras propostas.
É de salientar o facto de os os grelhadores do RIBS utilizarem 100% carvão de azinho.
Melhor de tudo? Se viverem em Almada ou dentro da zona de entregas, saibam que podem, através da Uber Eats e Glovo, receber as deliciosas opções do RIBS – True American Barbecue em casa.
Ouve como e onde quiseres, com a melhor qualidade.
Recentemente, a Razer atualizou o seu portfólio com edições aumentadas de alguns dos seus produtos mais recentes, apostando na versatilidade de utilização com tecnologias sem fios. Entre eles encontramos oRazer BlackShark V2 Pro, o terceiro modelo desta nova edição Blackshark que se apresenta como o mais premium de todos.
Premium é a palavra chave para a construção deste novo equipamento. Logo que o tiramos da caixa sentimos que estamos perante um headset muito bem construído, com excelentes materiais e texturas. Em termos de design mantém a aparência e o aspeto do BlackShark V2 normal, que mistura o moderno com o retro, dando-lhe aquele ar super profissional.
Os Razer BlackShark V2 Pro são leves e muito flexíveis, mas, acima de tudo, extremamente confortáveis e simples de ajustar. Após duas semanas de uso regular, é incrível a quantidade de vezes que me esquecia que os tinha colocados quando estava à frente do PC, pois a pressão que aplica na cabeça é mínima, mas a suficiente para se manterem estáveis.
As almofadas são muito macias, não aquecem na cabeça e facilitam o uso de óculos. Na verdade, nem afetam a sua utilização. Estas almofadas também se revelam excelentes para ajudar a isolar os sons externos que, em conjunto com o sistema de cúpula fechada dos Razer BlackShark V2 Pro, tornam a experiência muito imersiva.
Ainda no design, comandos e ligações, os Razer BlackShark V2 Pro são dos auscultadores mais versáteis que podem haver e, logo, dos meus favoritos. Podemos usar os Razer BlackShark V2 Pro basicamente como quisermos, tornando-se compatíveis com quase todos os equipamentos de jogos atuais.
Com ligação áudio via ficha 3.5mm, podemos usar com qualquer equipamento compatível – incluído comandos de consolas -, com a ligação USB podemos tirar partido do software no PC e temos ainda a ligação sem fios através de uma pen que permite tirar partido da tecnologia HyperSpeed Wireless da Razer, que elimina qualquer tipo de latência, perfeito para se ouvir tudo com o máximo de precisão e sincronia até 24 horas graças à sua bateria interna.
Nos auscultadores encontramos ainda um botão on e off e um botão de mute para podermos utilizar o microfone destacável incluído no pacote, que conta com um sistema passivo de cancelamento de ruído para tornar a captura de som mais clara. A decisão de o tornar destacável é bem-vinda e muito interessante tendo em conta que este é o maior microfone do género que a Razer já produziu, dando assim oportunidade de não o termos ligado ao auscultador quando não o utilizamos.
Para tirar total partido dos Razer BlackShark V2 Pro, teremos que recorrer ao software da Razer, o Synapse. Através das ligações USB e HyperSpeed, podemos modificar todos os parâmetros ao nosso gosto, como equalização, controlo de baixos, clareza de voz em chat, entre outros, mas também configurar o sistema de som surround espacial THX.
A Razer apostou bastante forte nesta vertente e podemos configurar a ativação do modo por aplicação ou jogo e, tal como o sistema de iluminação Razer Chroma, temos uma seleção de títulos já configurados e otimizados para tirar partido da tecnologia THX, algo que o Synapse aproveita e ativa automaticamente, além de termos a possibilidade de calibrar tudo ao nosso gosto.
A experiência sonora dos Razer BlackShark V2 Pro é incrível. Ao conforto e ao isolamento sonoro acrescentamos uma qualidade áudio ao nível de auscultadores de referência graças aos novos drivers triplos de 50MM, os Razer Triforce Titanium, que estão desenhados para separar os vários níveis de sons, baixos, médios e altos. Na prática, temos uma separação de sons melhorada, com um alcance muito maior que permite a identificação mais precisa de efeitos sonoros e instrumentos, assim como a sua posição espacial, quando o conteúdo está otimizado para o efeito. Seja para consumir filmes, música ou videojogos, os Razer BlackShark V2 Pro não desapontam nem numa utilização mais casual.
Para a imersão e competitividade, os Razer BlackShark V2 Pro também se revelam uma excelente opção graças a praticamente tudo o que oferecem: um excelente isolamento de som, variedade de ligações sem latência, uma experiência sonora surround fantástica e clara e ainda um microfone que, apesar de não ser ótimo para criação de conteúdos, funciona excecionalmente bem para chat, captando som claro e sem ruídos.
Os Razer BlackShark V2 Pro são uma das melhores e mais completas soluções áudio da Razer para este final de ano, surgindo por isso com um preço ajustado à experiência. Já disponível na loja online da Razer, os BlackShark V2 Pro custam 199,99€.
Este dispositivo foi cedido para análise pela Razer.
Lisboa vai sendo o local de eleição para conceitos originais. Desde padarias/hamburguerias virtuais a spots dedicados ao abacate ou ao sushi vegan, passando por charcutarias doces, há muito por descobrir na capital portuguesa.
Mas e se vos dissermos que, agora, existe uma loja de arroz doce na cidade? É verdade. Chama-se Sweet n’Rice Gourmet e abriu no passado dia 20 de setembro na Rua do Patrocínio 74, em Campo de Ourique.
Não existem muitas informações, até porque o próprio estabelecimento não revela muito na página de Facebook, pelo que nada como passarem por lá para o tira-teimas.
Mas uma coisa é certa: o arroz doce surge reiventado no Sweet n’Rice Gourmet. Há claro, o arroz doce tradicional, mas há também variedades de chocolate negro, chocolate branco, framboesa e hortelã, gengibre e babana, chocolate com tiras de casca de laranja, amêndoa com doce de ovos de Aveiro e outra variedade com coco, banana e passas.
Além de tudo isto, poderão ainda pedir pastéis de nata arroz doce, queijadas de arros doce e o merengue de arros doce. Para terminar em beleza? Licor de arroz doce, pois claro.
Se quiserem mais informações ou qualquer outro assunto, devem ligar para o 914203686.
Quer isto dizer que já é possível viajar pelo centro do país com recurso aos serviços desta empresa.
Com a chegada do outono, chegam também os dias mais frescos e menores, e não há nada como viajar com conforto e segurança. Agora, e já depois das zonas da Grande Lisboa, do Grande Porto e do Algarve, é a vez da região centro do país usufruir da primeira plataforma de mobilidade em Portugal, a Free Now, uma vez que reune quatro opções distintas de mobilidade numa só aplicação.
Tudo isto para dizer que a plataforma acaba de ficar disponível em Coimbra, Aveiro e Figueira da Foz.
Para marcar este acontecimento, a Free Now oferece 50% de desconto (até um máximo de 3€) até 5 de outubro em todas as viagens que tenham como ponto de partida Coimbra, Aveiro ou Figueira da Foz e sejam pagas através da app.
Recorde-se que foi este mês que a empresa lançou a opção Ride Eco, que permite que sejamos transportados em carros elétricos.
Depois de, na semana passada, ter ficado disponível na Uber Eats, eis que a Portugália Cervejaria tem mais novidades para comunicar. Desta vez, há novos menus exclusivos de almoço para devorar, estando disponíveis todos os dias, exceto feriados.
O bife, sendo o ex-libris da marca, está disponível na versão Bitoque do Lombo, com ovo a cavalo, com um preço de 13,95€/pessoa.
E se preferirem uma alternativa à carne, têm como opção dois deliciosos pratos: o fiel amigo Bacalhau à Brás ou as Gambas à Brás, que são já um clássico da casa. O difícil vai ser mesmo escolher. Preço? 12,95€/pessoa.
Estes menus de almoço da Portugália Cervejaria incluem prato, bebida (refrigerante, imperial 20cl, limonada, Sagres 0.0 ou garrafa de água com ou sem gás) pudim flan e café.
Tony Hawk Pro Skater 1+2 é o renascer de dois clássicos compilados num só jogo, prometendo diversão para muitas horas.
Há pouco mais de um mês foi lançadoSkater XL, jogo que trouxe uma mecânica revolucionária para os jogos de skate, mas que falhou em quase tudo o resto. Já a saga Tony Hawk’s regressou sem desejos de inventar a roda, muito pelo contrário até. Pegou na fórmula antiga, trouxe de volta a estrutura e aprimorou a jogabilidade e os gráficos. O melhor? É que está fantástico!
O primeiro detalhe que quero realçar em Tony Hawk’s Pro Skater 1+2 é a brilhante decisão de terem juntado dois capítulos num só. Em 1999 era fácil passar várias horas seguidas a jogar o mesmo jogo (neste caso Pro Skater), com os mesmos mapas, a fazer as mesmas coisas sem cansar, por três motivos: Primeiro porque estava a começar o “BOOOM” de uma evolução abismal a nível de realismo dos jogos 3D, sendo que, na altura, os gráficos já estavam a um nível de realismo satisfatório; depois porque não havia a variedade de títulos (de qualidade) que há hoje, logo comprar um jogo era quase um evento religioso; e por fim porque o Skate era uma modalidade emergente no final dos anos 90 com um extremo nível de popularidade entre os jovens e não havia muita oferta (o Top Skater é o único que me vem à cabeça, mas estava a anos-luz do que foi o Pro Skater).
Em 2020 é preciso encontrar o jogo ideal, a nível de cruzamento com os nossos interesses pessoais ou de profundidade de conteúdo, caso contrário é fácil haver saturação. Posto isto, para chegar ao meu ponto inicial do quanto brilhante foi a decisão da fusão, fazer o remake de apenas um deles era um erro, pelo simples falto de resultar numa grande falta de conteúdo. Para jogar online, mas sobretudo offline – que é um fator chave para avaliar a qualidade de um jogo, no meu ponto de vista.
Tony Hawk’s Pro Skater 1+2 surge, assim, com dois mapas base (um por jogo), mais 15 que ficam disponíveis progressivamente através da conclusão de vários desafios clássicos (High Score, Combo, colecionar as letras S-K-A-T-E, manobras especiais, entre outros). E ao completarem grande parte dos desafios, é ainda possível desbloquear dois mapas extra. 19 mapas ao todo, entre os quais há skateparks, escolas, urbanos, armazéns e alguns um pouco incomuns, garantindo haver diversão para todos os gostos.
Para além desses desafios offline que prometem horas de dedicação e quebra-cabeças, posso dizer que estarão apenas no início do jogo assim que os terminarem. Há uma terceira opção em “Skate Tours”, que é Ranked & Free Skate. Ainda que em “Free Skate” seja possível estar à vontade para conhecer os cantos aos parques, em Single Session e Speed Run (que consiste em completar os 10 desafios de cada parque de uma assentada só no menor tempo possível) é a doer, pois estão a competir para o melhor lugar possível no Ranking Mundial.
Se não gostarem de jogar a solo e o que querem mesmo é competir mano-a-mano contra outros skaters, multiplayer é o que precisam. Enquanto que em local multiplayer possam desafiar os vossos amigos em splitscreen, com quick playlist vão competir contra lobbies com oito skaters de todos os cantos do mundo. Ambos dispões de vários tipos de desafios que vão rodando, mas pessoalmente acho o “Graffiti” o desafio mais divertido de todos, consistindo em tentar fazer o máximo de pontos em interação com vários objetos do mapa, ficando da cor do jogador que mais pontos.
Para todos estes modos de jogo, há um leque vasto de skaters por onde escolher, de clássicos a estrelas emergentes. É também possível criar um skater de raiz e jogar com ele. A evolução do skater que escolhem a nível de skills é feita através de Star Points que vão apanhado nos vários mapas, e esses Star Points/progressão é bloqueada ao skater que escolherem. Posto isto, para desbloquearem os filmes de cada skater, vão ter de passar o jogo na íntegra com cada um.
Em paralelo com todos os modos de jogo, há imensos desafios que vão por à prova toda a vossa capacidade de comando nas mãos. Em troca, vão amealhando XP que vos vai permitir subir de nível e desbloquear vestuário, material de skate e elementos para acrescentar na secção de criação de um skatepark (sim, isso também é possível e as opções são imensas).
Não se pode falar em desafios sem falar do aspecto dos menus. Este dividem-se em cinco categorias distintas e bem organizadas, com transversalidade in-game quando estão a meio de uma sessão de jogo, dando assim para fazer alterações base e consultar objetivos sem terem de terminar a sessão.
A arte empregue na conceção gráfica desses menus, bem como todo o aspeto do jogo em si, consegue captar toda a magia, cor e traços dos jogos originais, baseada no Punk Rock e Hip-Hop. Acaba por tornar este jogo bastante fiel a toda a cultura de skateboarding, conferindo uma experiência muito autêntica a quem está a jogar. Até a banda sonora está no ponto, com um misto híbrido entre o passado e a atualidade, mantendo uma linha uniforme no estilo musical.
O melhor é que, para além disto, os gráficos estão brutais, onde o brilho, cor e saturação do ambiente circundante conseguem captar na perfeição as alturas do dia representadas em cada mapa. Nota particular para Venice Beach, num final de tarde representado com um realismo sem igual. Falo com isto sobre direção e posição de sombras com base no ângulo do sol, claridade e escuridão nos sítios certos sem haver encandeamento ou cegueira e os reflexos das poças de água e aspeto da areia são fiéis a um ambiente típico pós-chuva. O detalhe e desgaste no chão, infra-estruturas e objetos circundantes do ambiente (inclusive vegetação), estão também a um nível assinalável. Posto isto, pode-se dizer que o upgrade feito a estes capítulos da saga foi gerido com mestria. A sensação transmitida pela vibração do comando face aos truques que se fazem foi totalmente conseguida, tal como os sons de cada piso por onde o skate passa.
A jogabilidade não é tão realista como os jogos mais recentes, mas também era isso que tornava os jogos de Tony Hawk‘s tão viciantes no passado. Manteve-se assim fiel ao original e julgo que foi a decisão certa, pois não adulteraram o jogo e, dessa forma, também não sabotaram a experiência. A motricidade do skater está muito melhor a nível de realismo face às situações, as quedas estão bem orquestradas, os movimentos das pernas fiéis à realidade e o equilíbrio mais solto e diverso, eliminando assim a robotização do passado, que era o que metia mais impressão no jogo.
Dito isto, o veredito final não podia ser mais positivo. Tony Hawk’s Pro Skater 1+2 é um remake extremamente bem conseguido, com a capacidade de fazer brilhar os olhos dos fãs de longa data e proporcionar uma experiência muito imersiva, desafiante e completa a todos os que apreciam um bom videojogo. O preço do jogo é também ele bastante atrativo, estando situado na casa dos 40€, que neste caso é uma pechincha! Não é por acaso que este capítulo foi o mais bem sucedido da saga, tendo sido o mais rápido a atingir um milhão de cópias vendidas.
Arrisco a dizer que THPS1+2 é o melhor jogo de skate alguma vez produzido e abre uma porta muito interessante… a de fazer mais remakes de capítulos passados, casos de Underground 1 e 2 ou American Wasteland (o meu preferido de sempre). Tenho a certeza que se, à semelhança desta produção, a decisão for a de manter o Unreal Engine, não tenho dúvidas de que vão ser jogos históricos já para a PS5. E eu cá estarei para falarmos disso.
Plataformas: PC, PlayStation 4 e Xbox One Este jogo (versão PlayStation 4) foi cedido para análise pela Ecoplay.
Continua a expansão da Glovo. Agora, e já depois de várias outras parcerias, eis que já é possível encomendar pratos preparados do El Corte Inglés de Lisboa e Gaia.
Sim, de momento só é mesmo possível pedir isso, se bem que, no futuro, a oferta será bastante mais alargada, ou seja, mais e mais restaurantes estabelecidos naqueles centros comerciais deverão ficar disponíveis através da famosa app.
Do El Corte Inglés de Lisboa vai ser possível, nesta primeira fase, pedir pratos preparados, como sopas do dia (2,50€ cada), massas e pratos de peixe e carne, bem como sobremesas. Já na loja de Gaia Porto o funcionamento é o mesmo, pelo que terão vários pratos à vossa disposição
Sabiam que 50% da gama KAFFA Biodegradável e Compostável é produzida com café biológico?
Já está disponível no mercado nacional uma nova cápsula KAFFA compatível com o sistema Nespresso. Trata-se da primeira cápsula biodegradável e compostável produzida pela empresa e que marca, assim, o início da gama KAFFA Biodegradável e Compostável.
Com caraterísticas específicas, a nova cápsula apresenta-se com efetivos ganhos ecológicos, uma vez que, para além da diminuição das quantidades de resíduos de plásticos, contribui também para a redução do tempo permanência/degradação em aterros.
A aposta da KAFFA no desenvolvimento de produtos sustentáveis e amigos do ambiente é mais uma vez confirmada com este lançamento que utiliza café biológico em 50% dos blends. No total, são seis os novos blends KAFFA Biodegradável e Compostável compatíveis com o sistema Nespresso: Colômbia Bio (intensidade 7), Expresso (intensidade 6), Forte Lungo (intensidade 11), Fortissimo (intensidade 12), Honduras Bio (intensidade 8) e Descafeinado Bio (intensidade 4).
A nova gama já pode ser adquirida nos pontos de venda habituais e na loja online da marca, com os preços a variarem entre os 2,99€ e os 3,19€, dependendo do blend escolhido. Cada caixa traz 10 cápsulas.
O Continente será a primeira marca a nível europeu a deter uma plataforma digital de gestão de doações e venda (B2B) dos seus excedentes.
No dia em que se comemora o 1º Dia Internacional da Consciencialização sobre Perdas e Desperdício Alimentares, a Sonae MC arranca com o projeto LIFEFood Cycle, uma plataforma que permitirá às lojas Continente gerir as suas quebras de forma mais digital, otimizando a doação a instituições de solidariedade e a vender, a parceiros comerciais, os seus produtos alimentares em risco de quebra, por um preço que se prevê mais baixo.
Melhorar a sustentabilidade do sistema alimentar é o objetivo do projeto LIFEFood Cycle, desenvolvido em consórcio com a Phenix, sobre a qual já falámos aqui no Echo Boomer, e cofinanciado em 55% pelo programa LIFE da União Europeia – o instrumento de financiamento europeu para o ambiente e a ação climática.
O LIFEFood Cycle vai tornar mais eficiente o processo das doações solidárias, aumentando o total da quebra que se consegue reaproveitar para instituições de apoio social e animal, em simultâneo com as vendas B2B que será uma novidade. Os colaboradores da empresa também beneficiam destes produtos que são disponibilizados nas áreas sociais das lojas e entrepostos Continente.
A futura plataforma permitirá também a venda B2B a parceiros comerciais, permitindo recuperar mais produtos que perderam o seu valor comercial, a um preço previsivelmente mais baixo do que nas lojas físicas.
De resto, realçar ainda que o Continente tem outros iniciativas para combater o desperdício alimentar nas suas lojas, como por exemplo, a venda, por apenas 0,50€/kg, das caixas de 5kg com frutas e legumes que estão perto de ultrapassar o ponto ótimo de consumo. As Caixas Zer0% Desperdício estão atualmente em vigor em 29 lojas, mas está a ser estudado o alargamento às restantes, evitando o desperdício de 25 toneladas de frutas e legumes por ano.
Além desta caixa, a marca está a aproveitar o desperdício gerado na produção das maçãs e peras IGP transformando-as em snacks de fruta desidratada, à venda por 0,69€ cada embalagem de 20g, mas não só: também há sumos naturais que levam apenas estas frutas espremidas, sem qualquer adição de açúcar ou água, como o sumo 100% maçãs de Alcobaça de 1,5l por 2,99€.
O projeto da Banana Solteira, numa colaboração entre Continente e Bagga, permite combater o desperdício das bananas que foram retiradas dos cachos e deixadas soltas nas lojas Continente. As bananas são colocadas à venda a preço fixo (0,50€) nas cafetarias Bagga.