Já há data para a segunda parte da 5ª temporada de Lucifer

Só têm de aguentar dois meses.

Lucifer

Após três temporadas de sucesso mediano na FOX, o conhecido canal acabou por cancelar a série Lucifer em 2018, para desilusão dos seus milhares de fãs. Porém, o cancelamento acabou por ser sol de pouca dura graças à Netflix, que agarrou no projeto e lhe deu toda uma nova popularidade, ficando entre as séries mais vistas do serviço de streaming.

Na Netflix, os episódios não são apenas mais longos, como também contam com menos regras, isto é, há outra liberdade criativa que a FOX não oferecia. E isso também ajuda a explicar o novo sucesso da série.

Na altura do cancelamento, a Netflix agarrou em Lucifer e deu-lhe mais uma temporada, neste caso a quarta. Dado o sucesso, resolveu investir numa quinta temporada, cuja totalidade dos episódios ainda não está disponível, uma vez que foi dividida em duas partes de oito episódios cada.

O primeiro lote estreou no conhecido serviço de streaming em agosto do ano passado e, tendo em conta o que aconteceu, os fãs aguardam impacientemente por novos desenvolvimentos.

Pois bem, não terão de esperar muito mais, uma vez que os novos episódios estreiam a 28 de maio. Daqui a dois meses, portanto. Esta é uma informação que está disponível na própria Netflix, na página dedicada à série.

Lucifer, série criada por Tom Kapinos, também conhecido por ser o criador de Californication, vai ter ainda uma sexta e última temporada, com um total de 10 episódios. Mas não sabemos quando estreia.

Bad Investigate. Filme português de Luis Ismael na Amazon Prime Video em abril

É mais uma longa-metragem nacional a juntar-se à interessante lista de filmes portugueses que estão na Amazon Prime Video.

No outro dia, mencionámos aqui no Echo Boomer o facto do serviço Amazon Prime Video ter vários filmes portugueses de qualidade, tais como Variações, Aquele Querido Mês de Agosto, Cartas da Guerra e O Pátio Das Cantigas, entre outras. Em abril, há mais um filme nacional a juntar-se à lista: Bad Investigate.

Esta é uma comédia policial que nos mostra o subcomissário da polícia corrupto (JD Duarte) na perseguição a um perigoso traficante conhecido como ‘El Dedo’ (Enrique Arce).

Luis Ismael, para além de realizador e produtor do filme, regressa como ator ao lado de Robson Nunes, Francisco Menezes, Luísa Ortigoso, Laura Galvão, Joaquim Duarte e João Pires. Este é também o último filme do malogrado João Ricardo, contando ainda com uma participação especial da cantora Ana Malhoa.

O filme, que estreou em janeiro de 2018 nos cinemas, vai ficar disponível no serviço de streaming da Amazon a 15 de abril.

Há uma nova loja Aldi em Odivelas

Mais especificamente no bairro da Arroja.

Aldi Arroja

A Aldi Portugal não consegue parar de inaugurar lojas, o que é um bom sinal. Agora, e já depois de, este mês, ter inaugurado uma nova loja em Esposende, é altura de encerrar o mês com mais uma abertura, desta vez no bairro da Arroja, em Odivelas.

A abertura acontece esta quarta-feira, dia 31 de março. A nova loja Aldi Arroja, a 89ª em Portugal, vai contar com uma área de vendas de 856m2 e um layout atual e moderno, seguindo o conceito de loja “ANIKO” (ALDI Nord Instore Concept), com uma estrutura pensada para facilitar e proporcionar uma experiência de compra mais simples e agradável, através de espaços amplos e luminosos e uma identificação clara dos produtos.

Este espaço, à semelhança de tantos outros, conta com uma vasta gama de produtos de marca própria a preços acessíveis. O novo supermercado tem ainda serviços de padaria self-service, onde diariamente são disponibilizadas dezenas de variedades de pão e pastelaria, uma máquina de corte de pão e uma máquina de sumo de laranja natural espremido na hora.

A nova loja Aldi Arroja vai contar com equipamentos que reforçam a eficiência energética do edifício, tais como iluminação LED tanto no interior, bem como no exterior da loja, na zona de estacionamento que, por sua vez, conta com 88 lugares à disposição dos clientes.

Com esta abertura, a empresa prevê a criação de cerca de 20 novos postos de trabalho.

Fórmula 1 – Grande Prémio do Bahrain. O primeiro de 2021 traz emoção e vitória a Hamilton

Ao contrário das temporadas “normais”, onde o primeiro GP do ano tem lugar na Austrália, o Grande Prémio do Bahrain marcou o início da temporada de 2021 do Campeonato do Mundo de Fórmula 1. Mas nem tudo foi diferente neste abrir de hostilidades da nova época na Fórmula 1. Lewis Hamilton, agora Sir Lewis Hamilton, conseguiu levar para casa a primeira vitória do ano depois de algumas voltas de luta com Max Verstappen.

É verdade. A Fórmula 1, que em Portugal pode ser acompanhada na ELEVEN, está de volta (que regresso!) e, com isso, estão também os meus textos de resumo, com um toque de análise a cada um dos Grandes Prémios do Mundial de 2021. Bem-vindos de volta à prova rainha do desporto automóvel. E que regresso que foi! Sim, podia saltar já para as últimas voltas do Grande Prémio do Bahrain, mas seria injusto para quem gosta de drama… não só de primeira curva, mas também de qualificação.

Antes de viajar até à qualificação de sábado, há que dar as boas-vindas também aos rookies do ano: Nikita Mazepin e Mick Schumacher, que chegaram para ocupar os lugares nos dois carros da Haas, e Yuki Tsunoda, que faz agora companhia a Pierre Gasly na AlphaTauri. Ah sim, bem-vindo (de volta) Fernando Alonso. O “novo” piloto da “nova” equipa Alpine F1 Team.

Agora sim, sábado. Qualificação estragada para Ocon depois de um pião de um rookie (Nikita Mazepin), que está a dar o seu melhor para continuar o legado dos pilotos Haas, e qualificação estragada, ainda mais, para Sebastian Vettel que, ao volante do seu novo Aston Martin, conseguiu ignorar uma dupla bandeira amarela. Assim, acabou por ser presenteado com cinco lugares de penalização, partindo do último lugar da grid, e ainda três pontos na sua superlicença. Hoppla!

Domingo. Volta de formação e emoção (ou drama), problemas elétricos fazem com que o primeiro Grande Prémio de Sergio Pérez ao volante do Red Bull seja para começar da saída das boxes, empurrando assim o mexicano para o último lugar da partida. Mas calma, porque Mazepin, que até já tinha andado a dar piões no sábado, falhou a travagem da curva três e lá ficou. Um primeiro GP bastante curto para o russo.

Safety Car a entrar. Safety Car a sair. Estamos de volta à corrida e Charles Leclerc mostra que os Ferrari estão um pouco melhores este ano, levando o seu carro vermelho até ao terceiro lugar depois deste arranque pós-Safety Car. No entanto, nem todos os pilotos se ficaram a rir, já que Pierre Gasly teve um leve contacto com a traseira do McLaren de Daniel Ricciardo, acabando por ficar sem asa da frente, e o Haas de Mick Shumacher andou aos piões… o que levou um dos carros mais lentos da temporada para um último lugar destacado.

Depois de toda esta emoção inicial, o Grande Prémio acabou por estabilizar e Max Verstappen, a voar no seu Red Bull, lá foi ganhando vantagem aos dois Mercedes. Digo dois para ser simpático, já que depressa se percebeu que iria ser uma corrida a dois, onde Valtteri Bottas estava destinado a ser o “melhor dos outros”. Na volta 9, já Max tinha 1.9 segundos de vantagem de Hamilton e o piloto britânico levava 5.9 segundos de vantagem do seu colega de equipa.

Batalhas de roda com roda a acontecer a meio da tabela, onde os dois Alfa Romeo lutavam pelos pontos, e Lando Norris e Leclerc lutavam lado a lado pelo 4º lugar nesta voltas ainda iniciais. Estamos na volta 11, estão 19 carros em pista, e Pérez (lembram-se? saiu da pit lane) já está em P12… outro Red Bull a voar baixinho, mas este para chegar aos pontos. Depois da primeira paragem, para maior parte dos pilotos, as coisas acabam por mudar e a vantagem de Max acaba por ser perdida e o holandês vê-se agora a 6.5 segundos do Mercedes de Hamilton. Mas calma porque há mais paragens por fazer e até agora só Vettel é que ainda não tinha parado.

Hamilton nas boxes pela segunda vez, vai para a pista em P3… tudo ok até agora. Bottas faz a sua segunda paragem também, mas esta não corre tão bem e o finlandês acaba por perder o terceiro lugar para Norris, ficando ainda pressionado pelo outro McLaren, o de Ricciardo, mas com os homens da McLaren a precisarem ainda de uma segunda paragem. Paragens feitas para toda a gente e temos as coisas assim na frente: Hamilton – (5.016s) – Verstappen – (12.204a) – Bottas – (22.565s) – Norris.

Um pequeno aparte: entretanto Alonso ficou de fora do Grande Prémio do Bahrain. Problemas nos travões traseiros do Alpine. Dia menos bom para o “rookie” veterano.

Com estas diferenças, é fácil de perceber que a corrida continua, tal como se tinha percebido no início, a ser uma corrida a dois. Agora com Hamilton na frente do Grande Prémio do Bahrain, mas a ter que encontrar o balanço certo entre desempenho e manutenção do estado dos pneus. Com mais 14 voltas nos pneus, quando em comparação com Max, o britânico começava a ver o piloto da Red Bull cada vez mais próximo.

Cada vez mais próximo.

Cada vez mais próximo.

Cada vez mais próximo.

Passou. Max está na liderança.

“Ok Max, fomos fora dos limites de pista, tens que ceder a posição” – Ouve o holandês na rádio de equipa.

Grande Prémio do Bahrain
Foto: Formula1.com – Grande Prémio da Bahrain

Hamilton está de volta na liderança e Verstappen parece afetado, psicologicamente, por esta decisão, acabando por não conseguir assustar o Mercedes como tinha feito umas voltas antes. Mesmo com ajuda de DRS na última volta, o holandês acabou por não conseguir tirar a vitória do sete vezes campeão do mundo de Fórmula 1, Lewis Hamilton, que, após muita luta, suor e alguma sorte, leva para casa os primeiros 25 pontos da nova temporada.

No Grande Prémio do Bahrain, há ainda que destacar a volta mais rápida de Valtteri Bottas, com 1:32.090, o quarto lugar de Lando Norris e o quinto de Pérez, que acabou, assim, por escalar 15 lugares na grelha e conquistar o prémio de “Piloto do dia”. Por fim, uma menção honrosa para os dois pontos Yuki Tsunoda na sua estreia e para os dois Ferrari no top 10 (P6 e P8). Sem esquecer, é claro, o 15º lugar de Vettel, que até uma penalização teve depois de um choque com Ocon.

Sim ainda é cedo, mas deixo-vos uma pergunta: será que o alemão ainda tem lugar na Fórmula 1?

Desculpa Vettel.

Análise – Pine (PlayStation 4)

Uma aventura assente na liberdade que precisava de menos ambição e mais conteúdos.

Pine

Nunca subestimem a liberdade nos videojogos. O conceito pode ser contra-argumentado, visto que descentraliza a narrativa e cria campanhas artificialmente mais extensas, mas é humano querer explorar sem amarras. É reconfortante vermos um ponto distante no cenário, um pico da montanha ou uma estrutura no horizonte, que podemos, em tempo real, acalçar através dos nossos esforços. Pine, da Twirlbound, procura capturar esse sentimento de descoberta e exploração, mas é condicionado por um desempenho pouco consistente e escolhas de design que nem sempre funcionam dentro do conceito.

Mas uma coisa é certa: Pine quer que explorem o seu mundo aberto. Depois da introdução, que nos apresenta uma tribo de humanos em busca de uma nova terra, temos liberdade para descobrir as várias zonas deste mundo primitivo. Como Hue, um jovem aventureiro, podemos desbravar caminho pelas regiões do norte ou as areias quentes do sul à medida que descobrimos mais sobre a mitologia deste universo e entramos em contacto com as quatro raças e tribos que o povoam. O foco na liberdade não é descabido e é um ponto extremamente positivo que deixa os jogadores explorarem à vontade e sem a rigidez de uma campanha mais linear.

As inspirações são claras e a Twirlbound não as escondeu. Pine não é propriamente um jogo muito profundo no que toca às suas mecânicas, assemelhando-se mais à inventividade de um jogo na PS2 do que a um clássico moderno, mas a aposta em crafting e na recolha de recurso cria uma sensação de progresso que poderá entreter-vos do princípio ao fim. A aventura é, de facto, o destaque de Pine, visto que o seu combate é muito pouco aliciante ou profundo, faltando-lhe uma noção de estratégia que, infelizmente, a Twirlbound não conseguiu aplicar. É certo que existe uma barra de energia que limita as ações, que pode ser recuperada através de alimentos, e que os inimigos são intimidantes, mas Pine resume o seu combate quase sempre a golpes repetitivos e sem a possibilidade de combinações. Já os puzzles são ligeiramente mais desafiantes, ainda que a exploração do mundo seja sempre o elemento principal.

Pine

No entanto, esta liberdade não é tão real como a Twirlbound queria que fosse. É certo que podemos visitar qualquer zona desde o início e que o sistema de crafting liga eficazmente a gestão de recursos com a exploração – que nos motiva a encontrar novos itens que permitem a construção de armas e armaduras mais poderosas –, mas a deslocação é lenta, o mapa é repetitivo e os problemas de desempenho dificultam a leitura dos cenários devido ao carregamento de texturas. A variedade de atividades é reduzida e sentimos, apesar da liberdade, que estamos constantemente a parar o progresso com missões obrigatórias que obrigam a uma gestão de recursos e de personagens – como as tribos.

Mas a aposta num sistema de influência credibiliza o mundo aberto de Pine, no sentido em que nos dá maiores opções de personalização dentro da campanha: há uma maior profundidade no seu ecossistema. Com quatro tribos à disposição, é necessário reger o nosso relacionamento com as diferentes raças e fazer oferendas regulares que não só estabelecem uma ligação comercial, como desbloqueiam ajudas necessárias e até novas oportunidades de missões adicionais. No entanto, este é um sistema vivo e maleável, e se melhoramos a nossa influência, por exemplo, com os lobos podemos contar que as restantes raças não apreciarão essa proximidade – se jogaram GTA 2, de certeza que compreenderão como funciona.

Só que falta algo a Pine. A liberdade é um ponto forte e existem aqui ideias que são aliciantes no papel, mas a sua implementação ou é pouco original ou frustrante. A própria mecânica de influência, que está no centro da experiência do jogo, acaba por ser facilmente manipulada se perderem algum tempo a recolher recursos. É certo que poderão ser atacados pelas restantes raças, mas acreditem que é igualmente fácil escapar e evitá-las enquanto exploram. Senti que estava a ver os alicerces para algo melhor, um pouco à semelhança de Decay of Logos, mas cujas mecânicas o prejudicam no que toca à sua longevidade.

Pine

Pine chegou ao PC em 2019. Existiram várias revisões e melhorias, mas não as senti nesta estreia nas consolas. A Twirlbound parece continuar disposta a apostar neste título de aventura, mas é uma venda difícil quando nos aproximamos de lançamentos de peso e temos já as novas consolas no mercado. É uma experiência satisfatória e o seu ideal, que se assenta na liberdade, é reconfortante, pois sentimos que a produtora tinha o coração no sítio certo quando projetou Pine, mas Breath of the Wild saiu em 2017 e este jogo independente não se pode construir apenas sobre a vontade em dar aos jogadores uma campanha livre.

Não subestimem a liberdade nos videojogos e não coloquem de parte os seus mundos abertos, mas não basta construir mapas extensos: é preciso saber criar cenários que permitam desenvolver esta liberdade. Talvez Pine seja o que estão à procura, e espero que sim, mas da minha parte, saí desiludido – quase como se se evaporasse da minha memória à medida que escrevia esta análise.

Nota: Satisfatorio

Disponível para: PC, PlayStation 4 e Nintendo Switch
Jogado na PlayStation 4
Cópia para análise cedida pela Zebra Partners.

Óscares 2021. RTP volta a transmitir a cerimónia

Há muito tempo que a estação pública não transmite a gala.

Óscares

Quem não gosta de perder pitada da cerimónia dos Óscares sabe que, em Portugal, não existe propriamente um canal fixo para a transmissão do evento. Já passou pela RTP, TVI, SIC e, mais recentemente, a FOX, para as edições de 2019 e 2020.

Este ano, os Óscares voltam a mudar de “casa” em Portugal, com a gala agendada para a madrugada de 25 de abril a ser exibida pela RTP. A novidade foi dada pelo jornalista Mário Augusto na mais recente emissão de Janela Indiscreta, programa de cinema da RTP3.

No que toca aos nomeados, e tendo em conta um 2020 tão complicado no cinema em todo o mundo, os serviços de streaming acabaram por ter um papel imprescindível para a indústria cinematográfica. E a edição de 2021 dos Óscares fala por si.

Mank, da Netflix, lidera a corrida na 93ª edição dos Prémios da Academia, com 10 nomeações. Além de Mank, temos outros filmes importantes como Nomadland, The Trial of the Chicago 7, Minari, The Father e Sound of Metal, cada um com seis nomeações acumuladas. Mas não são os únicos na corrida aos prémios.

Saibam tudo aqui.

Martin Boutique Wines abre loja em Faro

Em breve, o espaço terá esplanada e serviço de wine bar.

Martin Boutique Wines - loja em Faro, no Algarve

Não é a primeira vez que falamos aqui no Echo Boomer da Martin Boutique Wines, uma empresa dedicada à venda e distribuição de vinhos e destilados. Agora, o destaque é novamente merecido, até porque não é todos os dias que se abre uma loja física.

Mas aconteceu. A Martin Boutique Wines tem agora um spot na Rua Jornal Folha de Domingo nº25, na zona da Penha, em Faro. Para já, o espaço limita-se à venda de vinhos, mas, muito em breve, terá também esplanada e serviço de wine bar. Como é óbvio, será ainda possível fazer também provas de vinho.

Adicionalmente, poderão ali adquirir alguns produtos de mercearia da marca Chilli Boy Piri Piri, como azeitonas picantes, molhos e especiarias.

De resto, e para quem se encontra bem afastado do Algarve, podem sempre ter em conta a loja online, que faz entregas em qualquer parte do país. Subscrevam, também, a newsletter para terem acesso a todas as novidades, descontos e pré-vendas.

Análise – Razer Anzu

Os Razer Anzu são uma aposta no útil e agradável, que se distancia do mundo do gaming, com algo que pode ser uma bela ferramenta de comunicação dentro e fora de casa.

Razer Anzu

Quando a Razer me propôs experimentar o seu próximo produto de lifestyle, a minha mente saltou logo para um cenário muito futurista. Afinal de contas, esse produto era um par de smartglasses, um conceito ainda pouco estabelecido no mainstream, mas com um enorme potencial que, aparentemente, foi aproveitado pela marca.

Ainda estamos longe dos óculos futuristas com ecrãs nas lentes e realidades aumentadas à escala de um produto comercial. Ainda assim, os Razer Anzu causaram uma excelente primeira impressão.

Como muitos equipamentos do género, as funcionalidades “smart” estão concentradas em funções áudio, com as restantes a suportarem a razão da sua existência, formato e utilização realista. Os Razer Anzu nascem, assim, da intenção da Razer em apostar mais no consumidor casual, lifestyle e na resposta à necessidade de tornar o trabalho a partir de casa muito mais confortável.

Os Razer Anzu apresentam-se como um par de óculos completamente normais, exceto pelas suas hastes um pouco mais grossas, que passam bastante bem despercebidas. Prometem ser os companheiros favoritos de quem passa muitas horas em frente ao computador e ainda com a vantagem de poderem ser, também, os novos óculos escuros dos utilizadores em movimento. O modelo que recebi para teste conta com um design mais retangular, mas a marca oferece também um modelo com lentes redondinhas.

As primeiras impressões com os Razer Anzu, como dizia um pouco mais em cima, são extremamente boas. A mistura entre óculos de leitura e um headset “invisível” são claramente marcantes. Colocar os Anzu na cara e ligá-los a um dispositivo para ouvir música é uma experiência mágica, pois permite-nos ouvir música ou fazer até chamadas sem qualquer contacto direto ou físico com os nossos ouvidos, ao mesmo tempo que temos a privacidade do uso de uns auriculares ou earbuds.

Após ouvir algumas das minhas músicas ou podcasts favoritos com o Anzu, pedia a quem estava ao meu lado para me dizer se ouvia alguma coisa. A resposta foi “pouco, quase nada”. Trocámos de lugar e, mais uma vez, voltei a ficar impressionado. Este efeito de “som isolado” é mais presente em cenários mais movimentados e com ruído de fundo, que se sobrepõe facilmente ao som que os Anzu deixam passar a quem está à nossa volta. Já em pleno silêncio, este será facilmente notório.

A tecnologia por detrás dos Anzu não é nada de especial. Na verdade, os óculos contam com duas colunas, uma em cada haste, mas posicionada de forma a que o som aproveite a anatomia das nossas orelhas, criando a acústica correta. Colocando as mãos sob as orelhas, conseguimos isolar ainda mais o som, como se de um par de auscultadores fechados se tratasse.

Esta funcionalidade é, como podem imaginar, fantástica, pois podemos ouvir multimédia e fazer chamadas ouvindo tudo à nossa volta. É um conceito completamente contrário ao uso de auscultadores com cancelamento de ruído, mas que se revela extremamente prático e, acima de tudo, confortável, uma vez que, no fim de um dia de trabalho ou lazer, usar auscultadores pode ser exaustivo.

A qualidade de som dos Anzu não se equipara à experiência do uso de uns Hammerhead ou de uns Blackshark, ou de qualquer outro par de auscultadores ou fones mais convencionais, mas é convincente o suficiente para ouvir agradavelmente as nossas músicas favoritas. O som é mais seco, menos encorpado, sem grande baixo e está sujeito a todo o tipo de distrações por conseguirmos ouvir tudo em nosso redor. Mas para algo que parece que está a dar música ou a falar na nossa imaginação, é absolutamente fantástico.

Impressionante é também a experiência em chamadas, com o microfone a captar o som de forma clara e sem ruído, tornando assim a vertente de comunicação extremamente útil. O som captado é um pouco abafado e na linha daquilo que um smartphone capta, o que é perfeito para chamadas telefónicas ou para reuniões e conferências online. Já para produção de conteúdos, não é que se espere milagres, mas não contem com uma qualidade suficientemente boa para o efeito.

E porque esta pode ser uma ferramenta de trabalho ou de lazer que facilmente se torna o nosso melhor amigo durante o nosso dia a dia, o Razer Anzu conta com uma bateria de vida útil bastante satisfatório. Em comunicado, a Razer refere cinco horas de bateria num simples carregamento, mas, na prática, vai bem mais longe dependendo do tipo de utilização. Num cenário realista, um carregamento dá para dois a três dias úteis de utilização, tendo em conta que nem sempre estamos a ouvir música ou a fazer chamadas. Além disso, os Razer Anzu desligam automaticamente se não forem usados ou se forem retirados das nossas caras.

Algo que também me surpreendeu bastante foram os controlos dos Razer Anzu. A Razer não é propriamente a melhor empresa a criar controlos táteis intuitivos em dispositivos destes, por isso, é com alguma surpresa como com os Anzu tudo pareceu tão intuitivo. Os controlos táteis estão presentes nas duas hastes para uma utilização contextual, sendo facilmente percetíveis com um pequeno alto indicador. Tocar uma vez faz pausa e play, duplo clique salta uma faixa, pressionar longo aceita chamadas, mais longo liga o assistente… Tudo isto pode ser facilmente configurado e alterado através da aplicação para smartphones, que também serve de guia/tutorial.

Pessoalmente, já uso óculos no meu dia-a-dia, graduados e preparados para passar horas a fio em frente ao ecrã. Para usar os Razer Anzu, uma vez que não tinha ao meu alcance lentes graduadas, tive que recorrer a lentes de contacto. A experiência foi normal. Tão natural e confortável como a que já conhecia, com a única diferença de que, agora, os óculos dão-me música. Desta forma, alivia-se o uso de auscultadores nas orelhas, o que cria cansaço e fadiga ao longo do dia.

O mesmo aplica-se à utilização na rua, algo que não explorei muito devido ao confinamento atual, mas que pude experimentar com as lentes azuis UV incluídas, que tornam os Razer Anzu num par de óculos escuros perfeito para caminhadas e passeios acompanhados dos nossos podcasts favoritos.

O tempo que passei com os Razer Anzu foi fantástico, assim como as primeiras impressões, mas nem tudo são rosas e há pormenores que me preocupam com um investimento a longo prazo.

Um desses pormenores tem a ver com a qualidade de construção que deixa um pouco a desejar, com uma construção em plástico “barato” que dá a sensação que a armadura pode partir a qualquer momento. Sem dúvida, um sentimento que não sinto com os meus óculos diários. A Razer optou também pelo uso de um plástico muito glossy, acabando por ser um íman de dedadas e gorduras. Ao fim de um dia, é fácil ficar com a impressão de óculos sujos, sem que seja pelo contacto com a nossa cabeça e cabelos.

Outro pormenor está relacionado com a questão de lentes e a sua troca. Mudar de lentes é fácil, mas depois de o fazer a primeira vez quase me arrependi, pois nesse procedimento o plástico fica mais solto e as lentes não ficam tão bem encaixadas, ficando a chocalhar eternamente. Isto pode ter efeitos negativos para quem optar por usar lentes graduadas, pois correm o risco de cair acidentalmente.

E por falar na graduação, os Razer Anzu podem não ser um bom investimento para quem precisa de lentes personalizáveis. A Razer uniu forças com a Lensabl, oferecendo 15% de desconto em lentes graduadas, mas dependendo de utilizador para utilizador, esta poderá não ser uma opção viável.

Há muito para gostar nos Razer Anzu, com a aposta da Razer em produtos de lifestyle a ter certamente futuro. Esta primeira geração de óculos inteligentes pode não marcar pontos em todas as suas dimensões, mas é certamente uma solução interessante num segmento relativamente novo e com um valor algo competitivo para o tipo de experiência que oferece.

Os Razer Anzu já podem ser adquiridos a partir de 209,99€, em dois designs e tamanhos distintos.

Este dispositivo foi cedido para análise pela Razer.

Museu do Louvre disponibiliza quase meio milhão de obras na Internet

Fechado há vários meses devido à pandemia, o site do Museu do Louvre tem registado um aumento significativo no número de visitas.

Museu do Louvre
Foto: Musée du Louvre / Olivier Ouadah

É um local de visita obrigatória para aqueles que vão a Paris. Falamos, claro, do Museu do Louvre, que acaba de disponibilizar perto de meio milhão de obras no site oficial.

São, na verdade, mais de 482.000 obras, o que corresponde a quase três quartos de todas as coleções disponíveis. Nestes milhares de obras, estão também disponíveis aquelas que não estão fisicamente expostas.

Com isto, é também possível visitar virtualmente o museu Delacroix, pertencente ao Louvre, bem como as esculturas dos jardins das Tulherias e as obras recuperadas após a Segunda Guerra Mundial.

Fechado há largos meses devido à pandemia, esta é mais uma forma de aumentar as visitas ao site oficial do museu parisiense, que tem registado um aumento significativo nos acessos online.

Lisboa vai ganhar 80 novas estações para bicicletas Gira este ano

No entanto, a respetiva ativação de cada uma pode demorar algum tempo.

bicicletas Gira

A EMEL, que atualmente gere sozinha o sistema de bicicletas partilhadas Gira, vai instalar no próximo mês de abril novas estações para estes veículos. Ao longo de quatro semanas, a empresa deverá instalar 30 novas estações na Av. Almirante Reis, Olivais e Lumiar, de modo a acompanhar o crescimento da rede ciclável da cidade.

Contudo, tal não significa que sejam logo ativadas, até porque há que passar por uma série de passos relacionados com ligações elétricas. É um processo moroso. Posto isto, a EMEL tem a ambição de as ativar algures durante o verão.

Mas se estas novas não vão ser logo ativadas, o mesmo não acontece com as quatro estações na Cidade Universitária e outras três na frente ribeirinha, que nunca chegaram a ser ativadas. Porém, essa ativação deverá mesmo acontecer ao longo do próximo mês de abril.

Além das 30 novas estações, a EMEL tem pretensões de instalar outras 50 ao longo do ano, mais especificamente entre as Avenidas Novas e Campolide e entre as Amoreiras e Campo de Ourique. Nesta segunda fase, o objetivo é fazer a ligação da baixa da cidade a Algés, acompanhando o traçado da futura ciclovia prevista para a Avenida da Índia, como refere o jornal A Mensagem.

Para acompanhar as novas estações, será necessário que também surjam novas bicicletas Gira. De momento, existem cerca de 500 bicicletas no ativo e 300 na oficina (para a respetiva reparação), mas, muito em breve, a cidade de Lisboa irá ganhar 730 novas bicicletas elétricas, surgindo num modelo mais evoluído.

Apesar de idênticas às bicicletas Gira originais, terão uma bateria maior (logo maior autonomia), cestos frontais reforçados, cadeado na roda traseira (para permitir paragens rápidas durante viagens), proteção adicional contra frutos e, ainda, um adaptador para a colocação de uma cadeira destinada ao transporte de crianças (opcional, uma vez que terá de ser encomendado à EMEL).

Já numa segunda fase, serão adicionadas, pelo menos, 1500 novas bicicletas elétricas, apesar de, neste momento, não existir qualquer prazo para tal.

Junta de Freguesia do Areeiro lança loja online para apoiar o comércio local

A iniciativa da autarquia quer aproximar negócios locais do Areeiro aos seus habitantes, com uma plataforma digital simples que permite a encomenda e entrega de produtos para os residentes da zona.

Areeiro loja online

Numa altura em que começamos a desconfinar e em que o comércio se encontra com limitações de funcionamento, a Junta de Freguesia do Areeiro lançou uma loja online totalmente gratuita para apoiar o comércio local da freguesia.

Assente na plataforma Proximcity, desenvolvida pela portuguesa Inflight IT, a nova loja permite que os comerciantes possam ter acesso a um “centro comercial online”, onde poderão divulgar o seu negócio, colocar todos os seus produtos à venda e usufruir de um serviço de entregas gratuito à porta dos residentes no Areeiro.

Esta novidade também permitirá que os fregueses tenham acesso a uma lista de lojas/restaurantes online, com toda a oferta disponível destes negócios, permitindo, desta forma, um acesso mais facilitado aos produtos de que precisam.

Nesta primeira fase, estão excluídas as entregas de produtos alimentares confecionados e congelados, salvo para recolha em loja física ou estabelecimentos que detenham serviço de entregas próprio. Além disso, existe um limite máximo de 5kg por encomenda.

Recorde-se que, como forma de auxiliar as pessoas que estão fechadas em casa, a Junta de Freguesia do Areeiro disponibilizou um serviço de entregas ao domicílio para grupos de risco, mobilidade reduzida e em confinamento profilático ou em quarentena, para além de também promover o passeio de cães para as pessoas que não o possam fazer pelos mesmos motivos, bem como o transporte de pessoas idosas ou com mobilidade reduzida para o Centro de Vacinação do Areeiro.

Tortaria do Barreiro transforma ovos da Páscoa… em ovos-torta

Qualquer que seja o conceito, a qualidade está garantida.

ovos-torta

Não é a primeira vez que damos atenção à Tortaria do Barreiro, conhecido espaço da cidade do Barreiro onde as tortas são rainhas. Aberta desde abril de 2019, a Tortaria do Barreiro tem conquistado os corações (e os estômagos) dos visitantes. Afinal de contas, não é muito frequente existirem tortas que não as doces, pelo que os twists dos responsáveis pelo estabelecimento têm dado muito que falar.

As tortas são totalmente caseiras, contando com receitas cuidadosamente desenvolvidas e com os melhores ingredientes, pois só assim é possível um sabor e uma textura únicos.

Mas isto tudo provavelmente os nossos leitores já sabiam. O que podem ainda não saber é o facto de, numa altura em que a Páscoa se aproxima, a Tortaria do Barreiro ter querido reinventar os conhecidos ovos da Páscoa… com ovos-torta.

Estes ovos-torta são feitos com a massa e recheio das tortas e a estrutura é reforçada com chocolate (branco ou escuro, conforme o gosto de cada um). Têm duas opções: Redvelvet com cremoso de queijo e decorado com frutos vermelhos ou chocolate com frutos silvestres e cremoso de nata decorado com pedaços de chocolate.

Se estiverem interessados, saibam que cada pack, composto por dois ovos, pode ser adquirido por 9€.

Outra novidade é a Torta Kinder, criada a pensar nos fãs do doce com o mesmo nome e perfeita para quem gosta do sabor intenso do creme de avelã. O lançamento da torta é agora na Pascoa e, para enquadramento na época festiva, a torta surge com barras de chocolate Kinder Bueno, marshmallows, amêndoas doces e ovos de chocolate. Uma verdadeira perdição!

Além das tortas, a Tortaria do Barreiro tem também doces conventuais, tartes e bolos de aniversário que podem ser feitos por encomenda, tudo de fabrico próprio com ingredientes de elevada qualidade. A Tortaria disponibiliza um serviço de entregas gratuito que vai desde Setúbal a Sintra em dias específicos (quintas a sábados), em encomendas a partir de 25€.

Restaurantes do Grupo Ibersol chegaram à Bolt Food

As opções da KFC, Pans&Company, Pizza Hut e Taco Bell podem agora ser pedidas através desta recente plataforma de delivery.

Grupo Ibersol Bolt Food

Têm o serviço Bolt Food disponível na vossa zona e queriam aproveitar para mandar vir umas pizzas, tacos e outras coisas? Agora já podem.

O Grupo Ibersol acaba de concretizar uma nova parceria com esta plataforma de delivery, dando aos clientes mais uma opção no serviço de entrega de marcas como KFC, Pans&Company, Pizza Hut e Taco Bell.

Para assinalar o lançamento desta parceria e até 30 de março, as marcas do Grupo Ibersol presentes na plataforma Bolt Food vão estar com 20% de desconto em todo o menu e a oferta da taxa de entrega até um raio de 4 km.

Moby tem novo álbum para mostrar. Reprise sai em maio

Novo disco conta com as participações de Kris Kristofferson, Gregory Porter + Amythst Kiah, Skylar Grey, Mark Lanegan, entre outros.

Moby - Reprise

Gostavam de ouvir temas icónicos da discografia de Moby, mas com outra abordagem? Pois bem, já não vão ter de esperar muito mais.

Reprise é o novo disco do músico e é editado no próximo dia 28 de maio através da Deutsche Grammophon. No novo álbum, Moby revisita e recria as principais músicas da sua carreira que se prolonga há 30 anos.

O músico recriou, juntamente com a Budapest Art Orchestra, alguns dos clássicos rave e hinos mais conhecidos do seu percurso, com novos arranjos para orquestra e instrumentos acústicos, como “Go”, “Extreme Ways”, “Natural Blues” e “Why Does My Heart Feel So Bad?”, entre outros. Algumas das novas versões são mais esparsas e lentas, outras exploram o potencial energético que uma orquestra consegue oferecer.

Em Reprise, Moby conta ainda com as participações de uma série de convidados especiais, incluindo Alice Skye, Amythyst Kiah, Apollo Jane, Darlingside, Gregory Porter, Jim James, Kris Kristofferson, Luna Li, Mark Lanegan, Mindy Jones, Nataly Dawn, Skylar Grey e Vikingur Ólafsson.

No mesmo dia de lançamento do álbum, será também lançado MOBY DOC. Realizado e montado por Rob Bralver, este é um documentário biográfico surrealista narrado por Moby, à medida que o próprio reflete sobre a sua vida pessoal turbulenta e a música icónica que produziu. O músico olha para a sua vida e aborda o que o levou das bandas underground de punk até liderar os tops de vendas como artista a solo, passando pela sua luta enquanto ativista vegano.

O filme inclui entrevistas com David Lynch e David Bowie, bem como imagens de concertos, fazendo uma mistura única de encenações com entrevistas e imagens de arquivo.

Everlast lança loja online para os fãs de boxe

O nome Everlast é um sinónimo de boxe.

Everlast

Temos fãs de boxe desse lado? Então vão gostar de saber da mais recente novidade. A Everlast acaba de lançar uma loja online em Portugal.

No novo site, a marca americana disponibiliza a sua coleção de senhora, homem e acessórios, tanto para os atletas profissionais como para os fãs de athleisure.

Na coleção de senhora, estão disponíveis desde tops desportivos e leggings a t-shirts mais cool, ideais para sobreposições com as restantes peças. Já na secção de homem, encontra-se tanto equipamento desportivo, como peças casuais em tons neutros adequadas para utilizar em qualquer situação – dentro e fora do ginásio.

Os acessórios são também disponibilizados no site: uma secção especialmente dedicada aos fãs e praticantes de boxe e artes marciais, onde se encontram desde a versão mais clássica das luvas encarnadas que são uma referência na marca, até versões mais modernas em branco e dourado.

Nesta nova loja online, os portes são gratuitos em compras superiores a 50€. Podem pagar com cartão de crédito, PayPal, Multibanco e MB Way.

Fundada em 1910 por Jacob Golomb, a Everlast começou como uma empresa de fatos de banho – o fundador pretendia que os fatos de banho durassem um ano inteiro, ao contrário do que acontecia com outras marcas. Rapidamente a empresa se transformou numa pequena loja de retalho que disponibilizava uma gama completa de equipamento desportivo.

Mercadona já eliminou os descartáveis de plástico de uso único de todas as lojas

Foram substituídos por outros feitos de materiais sustentáveis.

descartáveis de plástico de uso único

A Mercadona desenvolve há mais de dois anos a Estratégia 6.25 para a redução de plástico e a gestão adequada dos seus resíduos, que se concretiza em seis ações a desenvolver até 2025.

A Mercadona concluiu de momento a segunda ação da estratégia ao eliminar os produtos descartáveis de plástico de uso único em todas as lojas da cadeia, que foram substituídos por outros feitos de materiais sustentáveis. Os novos produtos alternativos são fabricados com materiais que respeitam o meio ambiente, como o cartão, a madeira, a cana de açúcar e o plástico reutilizável, que pode ser lavado na máquina lava-loiça após cada uma das suas múltiplas utilizações.

Os novos produtos descartáveis da Mercadona são ainda recicláveis, que é outro dos compromissos assumidos através da Estratégia 6.25: que todos os resíduos possam reciclar-se e ter uma segunda vida. Para facilitar a reciclagem aos “Chefes” (clientes), as embalagens dos novos produtos descartáveis têm um pictograma que indica o contentor no qual se devem depositar. A empresa impulsiona desta forma a economia circular, oferecendo aos seus “Chefes” uma categoria de produtos de uso eficiente e sustentável.

Com a conclusão desta segunda ação, a Mercadona deixa de usar 3.000 toneladas de plástico por ano, o que seria o equivalente a 120 camiões.

Like a Lord Burgers. Rui Unas aposta num novo projeto exclusivo da Uber Eats

Mas esta não é uma simples hamburgueria virtual.

Like a Lord Burgers

Comecemos por falar na Web Kitchen Labs. É um laboratório de conceitos de restauração, com marcas próprias e marcas alicerçadas em Influencers Brands & Marketing, e que utiliza uma rede de restaurantes já existentes para confecionar e entregar receitas fechadas. No fundo, o que esta startup pretende é criar novas oportunidades aos restaurantes portugueses, de modo a que possam superar os desafios e dificuldades do momento, e novos conceitos para a mesa dos portugueses.

Assim, a Web Kitchen Labs, criada por Paulo Silver, membro do movimento Sobreviver a Pão e Água, e por Gonçalo Fernandes (Grupo Fullest) e Mariana Figueiredo (agência Marypapaya), surge como um projeto em rede para ajudar os estabelecimentos de norte a sul do país, criando um novo conceito de restauração que não requer dos mesmos qualquer investimento.

Para o arranque, o ator e humorista Rui Unas associou-se ao projeto, criando o menu Like a Lord Burgers by Rui Unas em conjunto com os chefs da Web Kitchen Labs.

Smash burgers, loaded fries e brownies com bacon ajudam a compor o menu. São receitas tipicamente americanas e, por isso mesmo, pedem a melhor cerveja americana, neste caso a BUD, King of Beers.

Os nomes dos hambúrgueres foram pensados ao detalhe e representam todo o universo de Rui Unas. Os 25 anos de carreira em televisão e a vida do humorista inspiraram os nomes de alguns dos protagonistas, como o hambúrguer Maluco Beleza (hambúrguer prensado, queijo cheddar, maionese de sriracha, cebola roxa, tomate e bacon caramelizado) e o Cabaret da Coxa (frango crocante, maionese de sriracha, picles, jalapeños, bacon e tomate).

Espaço ainda para referência à sua personagem fictícia com o hambúrguer Bombunas – com extra carne, pensado para os mais fortes –, e até um hambúrguer em homenagem à sua esposa, o exótico hambúrguer Miss Panamá.

Já nos acompanhamentos têm as El Macho (batatas fritas com bacon crocante, jalapeños, maionese de manjericão e barbecue de tamarindo) ou as La Chomba (batatas fritas com paprica fumada, molho de queijo cheddar e cebola crocante). Para finalizar em beleza, podem optar pelo brownie de chocolate com caramelo e candy bacon.

O Like a Lord Burgers está disponível em exclusivo para delivery através da Uber Eats e, numa primeira fase, está disponível em Lisboa, no Estoril, em Carcavelos, Odivelas e Porto. O horário de funcionamento é das 12h às 15h e das 19h às 22h.

Caso ainda não tenham aberto conta na Uber Eats, aproveitem o nosso código eats-cwyhis que vos dá um desconto de 10€ num pedido de valor igual ou superior a 15€ (excluindo taxa de entrega).

Fórmula 1 de regresso à ELEVEN com a nova temporada

O início da temporada de Fórmula 1 acontece já este fim-de-semana, com o Grande Prémio do Bahrein a decorrer a partir de hoje, sexta-feira (26 de março) a domingo (28 de março).

Fórmula 1 - Grande Prémio do Bahrein

O Formula Gulf Air Bahrain Grand Prix 2021 será o 17º Grande Prémio do Bahrein, e o 18º Grande Prémio a ser realizado no Bahrein, arrancando assim a primeira etapa do mundial de Fórmula 1. Depois da corrida deste fim-de-semana, segue-se o Grande Prémio da Emília-Romanha, em Itália, de 16 a 18 de abril, e o Grande Prémio de Portugal, de 30 de abril a 2 de maio, no Autódromo Internacional do Algarve, em Portimão.

O mundial de Fórmula 1 deste ano contará com um total de 23 grandes prémios, todos com transmissão na ELEVEN.

Calendário do GP do Bahrein:

Sexta-feira, 26 de março

  • 11h10 – 1ª Sessão de Treinos Livres (ELEVEN 3)
  • 14h40 – 2ª Sessão de Treinos Livres (ELEVEN 3)

Sábado, 27 de março

  • 11h40 – 3ª Sessão de Treinos Livres (ELEVEN 3)
  • 14h40 – Qualificação (ELEVEN 3)

Domingo, 28 de março

  • 14h15 – Pré-Corrida com a antevisão dos protagonistas em direto, análise aos momentos mais marcantes dos treinos livres e da Qualificação (ELEVEN 3);
  • 15h55 – Grande Prémio do Bahrein (ELEVEN 3);
  • 17h30 – Pós-Corrida com as reações dos principais intervenientes, análise aos momentos marcantes e a opinião dos especialistas (ELEVEN 3).

Há ainda a salientar duas alterações na competição: A duração máxima de um Grande Prémio, incluindo os períodos de bandeira vermelha, deixa de ser de quatro horas e passa a ser de três horas. E todas as sessões de Treinos passam a ter a duração de 60 minutos.

Todos os Grandes Prémios de Formula 1, bem como a F2, F3, Porsche Super Cup, Formula E, NASCAR, entre outras competições, podem ser vistos no canal 3 da ELEVEN, com o Passe Motores Anual por apenas 4,99€/mês durante 12 meses, que pode ser subscrito até ao dia 8 de abril de 2021, através dos operadores MEO, NOS, NOWO e Vodafone e no site oficial.

De resto, acompanhem o Echo Boomer para as respetivas coberturas às corridas dos Grandes Prémios de Fórmula 1.

Há uma nova loja Continente Bom Dia em Vila Verde

Esta nova loja veio criar 57 postos de trabalho na região.

Continente Bom Dia Vila Verde

A Sonae acabe de inaugurar uma nova loja Continente Bom Dia, desta vez no concelho de Vila Verde, em Braga.

Localizado no Avenida Dr. António Ribeiro Guimarães, o novo espaço conta com cerca de 1.520 m2 de área de venda e disponibiliza uma gama com milhares de produtos. O destaque vai para os produtos frescos disponíveis, desde as frutas e legumes, à padaria, talho e peixaria que a loja disponibiliza com produtos da região.

O Continente Bom Dia Vila Verde apresenta-se como um espaço de referência na vertente ambiental, onde os clientes podem carregar os veículos elétricos enquanto fazem as suas compras – serviço Continente Plug & Charge. Os clientes podem ainda utilizar os sacos reutilizáveis na compra de fruta, legumes ou padaria e têm à venda caixas 0% desperdício, com 5 kg de frutas e legumes em boas condições de consumo, mas próximos do limite da sua vida útil, por 0,50€/kg.

Na vertente ambiental há ainda a destacar a disponibilização de equipamentos, onde os consumidores podem depositar óleos alimentares usados, pilhas usadas e rolhas de cortiça, que serão posteriormente levados para reciclagem. Ao nível da iluminação, a loja dispõe de lâmpadas de baixo consumo, 100% LED e ainda de equipamentos de controlo e redução de potenciais consumos excessivos de água.

Esta nova loja veio criar 57 postos de trabalho na região. Está aberta diariamente, das 8h às 21h. Com esta abertura, a Sonae reforça a aposta no distrito de Braga, que fica a contar com 16 espaços Continente.

Rocket League desliza até aos ecrãs dos smartphones

Sideswipe é o spin-off móvel de Rocket League.

O popular jogo competitivo, Rocket League vai receber, até ao final do ano, um spin-off: Rocket League Sideswipe.

Desenvolvido de raiz para a experiência móvel dos nossos smartphones e tablets, esta nova aposta exclusiva para iOS e Android tira partido de funcionalidades táteis e de deslize do dedo para partidas competitivas de apenas dois minutos.

Tal como o jogo original, o objetivo é marcar o maior número de golos, mas, em vez de simular uma partida de futebol com carros, teremos algo mais próximo de basquetebol, com balizas verticais.

Rocket League Sideswipe já pode ser jogado na Austrália e Nova Zelândia através de uma versão alfa. Se tudo correr bem, o lançamento final do jogo ocorrerá algures mais para o final do ano.