Os comandos da Xbox vestem duas novas cores

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Os Xbox Wireless Controllers vão receber em breve duas novas variantes bem giras.

Se têm uma Xbox One, Xbox Series X|S ou um PC gaming e estão à procura de um novo comando, a Xbox apresentou duas novas soluções ao seu catálogo.

Os Xbox Wireless Controllers vão receber em breve duas novas variantes, com novas cores, em verde e vermelho, com o Electric Volt e o Daystrike Camo Special Edition.

O Xbox Wireless Controller – Electric Volt é o que se destaca mais pela sua cor eletrificante em tons de verde néon. Esta modelo junta-se à família já bem composta onde encontramos o modelo Shock Blue e Pulse Red e é, essencialmente, o mesmo comando lançado com as Xbox Series X|S, mas com a sua face pintada de verde. Fica disponível a partir de 27 de abril por 59,99€.

Já o Xbox Wireless Controller – Daystrike Camo Special Edition oferece algo mais do que as cores. Como o seu nome propõe, temos um padrão de camuflagem, em tons de vermelho escuro, e, pela primeira vez nestes modelos, os botões de ombro com textura anti-derrapante. Este modelo especial chega também com um preço “especial” de 64,99€, com data de lançamento no dia 4 de maio.

Ghost of Tsushima está a caminho do cinema com o realizador de John Wick

Chad Stahelski vai dar vida a um dos jogos mais populares da PlayStation.

As adaptações de videojogos não têm fim à vista, nem a longa lista de projetos de Chad Stahelski, realizador conhecido pelo seu trabalho em John Wick.

Segundo o portal Deadline, que partilhou a novidade em exclusivo, a Sony Pictures e a PlayStation Productions estão a desenvolver uma adaptação do popular jogo Ghost of Tsushima, lançado em 2020 para a PlayStation 4 e que vendeu mais de 6.5 milhões de cópias desde então.

O jogo desenvolvido pela Sucker Punch Productions, criadores da série Infamous e Sly Cooper, já contava com uma forte visão cinematográfica com inspirações diretas em filmes de Akira Kurosawa, incluindo até um modo de jogo em nome do icónico cineasta japonês.

Ghost of Tsushima

A história de Ghost of Tsushima segue a jornada de Jin Sakai, um guerreiro sobrevivente que terá de largar tudo o que conhece para salvar e libertar a ilha de Tsushima.

Neste projeto liderado pelos recém-criados estúdios de produção da PlayStation para cinema e televisão, que em breve nos irão entregar Uncharted nos cinemas e The Last of Us para a HBO, a Sucker Punch Productions irá trabalhar de perto enquanto produtora executiva.

Sem data de início de produção ativa, Stahelski irá continuar o seu trabalho na série John Wick, com o quarto filme a começar em breve as gravações.

Gelado em pauzinho da Ben&Jerry’s? Sim, existe, e é um exclusivo temporário da Glovo

Ou seja, antes de o encontrarem no supermercado, poderão receber em casa graças à plataforma de delivery.

Gelado em pauzinho da Ben&Jerry's

Depois de, no passado mês de janeiro, ter apresentado os seus primeiros gelados para cães (mas sem sabermos se iriam ficar disponíveis em Portugal), eis que a Ben&Jerry’s tem uma novidade que vai agradar aos portugueses.

Trata-se do Cookie Dough Peace Pop, o primeiro gelado de pauzinho que a marca lança em Portugal. Este lançamento assinala os 30 anos de um dos sabores lendários da Ben & Jerry’s, feito de baunilha com pequenas pepitas de chocolate e, nesta edição especial, envolto por uma cobertura de chocolate.

Há também uma particularidade. A partir de agora, e durante todo o mês de abril, somente conseguirão encontrar este Cookie Dough Peace Pop na Glovo, sendo um exclusivo da plataforma. Por outras palavras, se quiserem provar o novo gelado, terão de recorrer aos estafetas da mochila amarela até ao final do próximo mês.

O único senão é que a app não permite comprar somente uma unidade, mas sim um pack de três (9€). Caso nunca tenham utilizado a Glovo, utilizem o nosso código 29AX7X2 que bos garante um desconto de 15€ em produtos (limitado a 5€ por pedido) válido por 30 dias em pedidos de valor superior a 10€.

Biomutant recebe um novo trailer dedicado ao combate

E as pré-reservas do jogo estão de volta.

Após muito tempo sem novidades sobre o seu desenvolvimento, Biomutant está de regresso aos calendários, com data marcada para 25 de maio.

Com a data a aproximar-se, o RPG de ação da THQ Nordic mostra-se mais um pouco com um breve trailer dedicado ao combate, onde podemos ver diferentes estilos de luta, o uso de várias armas, habilidades e veículos, assim como assistir à diversidade de inimigos e ambientes.

O novo trailer serve, também, para abrir novamente as portas às pre-reservas do jogo, que dará acesso imediato à classe de Mercenário aos novos jogadores.

Biomutant chega em formato físico e digital no dia 25 de maio, tendo como destino o PC, PlayStation 4 e Xbox One.

Beoplay HX são os novos auscultadores premium da Bang & Olufsen

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Tecnologia de ponta, conforto e design dão as mãos nesta nova aposta.

Beoplay HX

A Bang & Olufsen apresentou um novo par de auscultadores premium que, segundo a marca, aliam design, conforto e tecnologia de ponta.

São os elegantes Beoplay HX, uns auscultadores sem fios desenhados para oferecerem som evolvente e sem compromissos. Com tecnologia de cancelamento automático de ruído, os novos Beoplay HX prometem 35 horas de autonomia de bateria.

A pensar nos utilizadores mais exigentes, os Beoplay HX foram criados para serem duradouros, com a marca a utilizar um design ergonómico com materiais leves e resistentes. Prometem também ser confortáveis para o uso prolongado, como as almofadas forradas a pele de carneiro e a espuma viscoelástica que se adapta às curvas da orelha.

Os Beoplay HX podem ser ligados via Bluetooth 5.1 e são compatíveis com protocolos Microsoft Swift Pair, Google Fast Pair e Made for iPhone (MFi) para uma ligação rápida e conveniente entre dispositivos.

Com garantia de três anos, os Beoplay HX da Bang & Olufsen estão disponíveis por 499€.

O capacete de Darth Vader recebe tratamento LEGO num novo set

Juntamente com um Scout Trooper e um adorável Imperial Probe Droid.

LEGO Star Wars Capacete de Darth Vader

O Grupo LEGO abraça o Lado Negro da Força com os seus três novos sets de coleção. Depois dos Stormtroopers, do Boba Fett e até de Iron-Man, é a vez do grande vilão de Star Wars receber este tratamento, com a recriação do seu capacete com as icónicas peças.

O LEGO Star Wars Capacete de Darth Vader é o set mais denso dos três novos revelados, com 834 peças. A este junta-se o LEGO Star Wars Capacete Scout Trooper, de 471 peças, e, por fim, temos o adorável LEGO Star Wars Imperial Probe Droid, de 683 peças, que recria o pequeno droid completo.

Os novos sets LEGO Star Wars já podem ser pré-comprados e serão lançados globalmente a 26 de abril, com preços entre os 49,99€ e os 69,99€.

Novo KitKat Zebra combina chocolate branco e chocolate preto

Será que surpreende?

KitKat Zebra

Depois de todas as variedades do chocolate KitKat que já chegaram ao mercado, umas mais inusitadas que outras, eis que a Nestlé apresenta uma nova combinação: KitKat Zebra.

Tal como o nome deixa adivinhar, trata-se de um snack, feito com uma deliciosa bolacha, leve e estaladiça, com uma combinação de chocolate branco e chocolate preto. Será surpreendente? Somente uma dentada poderá tirar as teimas.

Convém realçar que todo o cacau utilizado na produção do novo KitKat Zebra é obtido de forma sustentável através do Nestlé Cocoa Plan, que tem como objetivo melhorar a qualidade de vida das comunidades produtoras de cacau, assegurando também a qualidade desta matéria-prima.

Já podem encontrar este KitKat Zebra nos locais do costume. O PVP é de 1,29€ por unidade.

Glovo já permite agendar a realização de testes rápidos à COVID-19 em casa

A plataforma de delivery acaba de integrar o portal covidtesterapido.pt.

Gostariam de utilizar uma plataforma de delivery para agendar a realização de testes rápidos à COVID-19, com um médico ou enfermeiro a deslocar-se à vossa residência para os realizar? Pois bem, já é possível.

A plataforma covidtesterapido.pt acaba de chegar à Glovo. Deste modo, passa a ser possível realizar a marcação de testes rápidos à COVID-19 diretamente através daquela aplicação, na qual um profissional de saúde (médico ou enfermeiro) se desloca ao domicílio do utilizador para realizar o mesmo. Esta nova ferramenta de agendamento de testes rápidos encontra-se, por agora, disponível no Grande Porto.

Em causa está a realização de um teste rápido de antigénio, efetuado através de uma zaragatoa, aprovado pelo INFARMED – Autoridade Nacional do Medicamento e Produtos de Saúde e pela Direção-Geral da Saúde, e que apresenta alta fiabilidade com desempenhos acima de 93%.

O teste antigénio é nasofaríngeo (com recurso a zaragatoa) e serve para controlo regular e confirmação de casos suspeitos. O mesmo realiza-se em cerca de 2-3 minutos e os resultados são apresentados em 15 minutos. Após a realização do mesmo, é enviado um relatório médico a todos os casos positivos.

Recorde-se que o site foi criado em fevereiro deste ano com o objetivo de sistematizar informação de modo a facilitar e a democratizar o acesso à marcação deste tipo de testes. O site agrega 91 postos disponíveis para marcação de testes em laboratório, estando presente em todos os distritos de Portugal Continental.

Boom Festival não vai acontecer em 2021

Sem surpresas, o festival é novamente adiado, neste caso para julho de 2022.

Boom Festival 2022

Em março do ano passado, ciente da situação pandémica, a organização do Boom Festival adiou a edição de 2020, que deveria acontecer entre 28 de julho e 4 de agosto, para julho de 2021, prevendo-se a sua realização entre os dias 22 e 29 de julho. Porém, não é isso que irá acontecer.

À semelhança do que tem vindo a suceder com outros festivais, como o NOS Primavera Sound, Rock in Rio Lisboa, ID No Limits, Solnaro e EDP Cool Jazz, não estão garantidas as condições para a realização de uma edição segura e livre de restrições e distanciamento social, pelo que não houve hipótese a não ser reagendar novamente o festival, neste caso para julho de 2022.

Portanto, podem já apontar na agenda: de 22 a 29 de julho de 2022, acontecerá mais uma edição do Boom Festival. Todos os bilhetes previamente adquiridos são válidos para o próximo ano.

No site oficial, a organização lamenta a incerteza que se faz sentir no setor cultural, uma vez que tentou contactar a DGS no sentido de ficar a par de todas as regulamentações relacionadas com eventos de grande dimensão ao ar livre, mas não obteve uma única resposta.

Além disso, diz ainda a organização, seria impensável realizar um Boom em modo “light” ou cujo uso de máscaras seja obrigatório, bem como o respetivo distanciamento social.

Crítica – Godzilla (2014)

Godzilla concentra-se mais nas personagens humanas do que nas lutas entre os monstros e, apesar do equilíbrio narrativo precisar de alguns ajustes, funciona surpreendentemente muito bem.

Godzilla (2014)

Sinopse: “Ford Brody (Aaron Taylor-Johnson), um especialista em bombas da Marinha, acaba de se reunir com a sua família em San Francisco quando é forçado a ir para o Japão para ajudar o seu pai distante, Joe (Bryan Cranston). Rapidamente, ambos são envolvidos numa crise crescente quando Godzilla, Rei dos Monstros, surge do mar para combater adversários malévolos que ameaçam a sobrevivência da humanidade. As criaturas deixam uma destruição colossal pelo caminho, enquanto se dirigem ao seu último campo de batalha: San Francisco.”

Não é fácil começar um novo universo cinematográfico. O primeiro filme tem que ser um sucesso inegável em quase todas as frentes para a franchise descolar. Desde um world-building interessante até à necessidade de entregar uma boa primeira parcela, é uma tarefa brutalmente desafiadora para qualquer realizador e argumentista assumirem. Godzilla já teve diversas adaptações, mas a Warner Bros. e a Legendary Entertainment corajosamente deram a oportunidade a um cineasta inexperiente, Gareth Edwards, e a um argumentista estreante, Max Borenstein, para arranjarem mais uma versão da história de Godzilla. No que toca a expetativas, reconheço que o público olha para este tipo de filme de uma perspetiva focada na ação. A maioria dos espectadores simplesmente quer ver monstros a lutar, o que é compreensível.

Aprecio uma grande batalha tanto como qualquer outro amante de blockbusters, mas também desejo uma história remotamente decente. Quando se trata deste género em particular, não peço um argumento digno de Óscar que me deixe estatelado no chão no final do filme. Não preciso de personagens incrivelmente complexas com motivações requintadas. Nem me importo com a exposição pesada, desde que não seja muito exagerada e preguiçosa. Dito isto, também não mereço clichês irritantes nem pontos de enredo irracionais. Não gosto nada de me colocar naquela posição de criticar problemas ligados à lógica da narrativa (muitas vezes, são apenas nitpicks irrelevantes), mas quando as personagens tomam decisões ridiculamente absurdas que nenhum ser humano tomaria, então o filme está realmente a pedir um comentário negativo.

Godzilla (2014)

Borenstein – que co-escreve dois dos três filmes seguintes no MonsterVerse – fica perto de uma narrativa perfeitamente equilibrada que, neste género, está diretamente relacionada com o tempo de ecrã atribuído a humanos e monstros. Este filme não poderia ser apenas Godzilla a combater outro monstro aleatório, uma vez que as batalhas visualmente apelativas e constantes perderiam impacto com o tempo (para além da falta de uma história), mas também não poderia gastar toda a sua duração com as personagens humanas – afinal, o filme é intitulado Godzilla e não The Brody Family. Espectadores em todo o mundo entram nos seus cinemas respetivos para se sentirem maravilhados pela ação, visuais, banda sonora e serem completamente entretidos por titãs à pancada uns com os outros.

Várias personagens carregam arcos surpreendentemente convincentes, especialmente Ford e Joe Brody. A relação pai-filho entre Aaron Taylor-Johnson e Bryan Cranston parece autêntica, sendo que ambos possuem um problema do passado em comum não resolvido que se liga ao Rei dos Monstros. O apego emocional a esta família eleva as sequências perigosas espalhadas pelo tempo de execução. Cranston oferece um compromisso inegável com o seu papel, ao passo que Taylor-Johnson demonstra parte do talento que, mais tarde, seria descoberto pela Marvel. Ken Watanabe é uma adição fantástica ao elenco como Dr. Ishiro Serizawa, um cientista que, felizmente, não segue o desenvolvimento formulaico geralmente atirado para este tipo de personagem. Elizabeth Olsen e Sally Hawkins também têm um bocado de tempo de ecrã, mas são basicamente tratadas como “pessoas próximas às personagens importantes”.

Gareth Edwards é, admitidamente, um fã da lore de Godzilla, mas qualquer espectador consegue reconhecer o enorme cuidado que tanto Edwards como Borenstein têm com as suas personagens. Mais tempo de ecrã é entregue à humanidade do que aos monstros, o que irá, sem dúvidas, desiludir muitos fãs. Embora me sinta investido nos protagonistas, é gasto demasiado tempo com os militares, onde inúmeras cenas de exposição arrastam a narrativa geral. O build-up cheio de suspense para o terceiro ato climático é eficiente, mas a ação é frustrantemente escondida dos espectadores. A maioria das batalhas titânicas são vistas através das janelas de um carro, comboio, prédio ou até mesmo por televisões. O problema principal com o filme não é passar tempo com humanos quando os monstros não estão a lutar, mas sim decidir permanecer com essas personagens mesmo quando Godzilla e companhia entram em cena.

Titãs estão a combater atrás da câmara e mantêm o público ou inteiramente no escuro ou mostram apenas uma parte da batalha. A maioria dos planos são ao nível do chão, geralmente mostrando o ponto-de-vista de uma determinada personagem. Apesar desta escolha trazer uma maior sensação de perigo e desespero para o ecrã, também gera um sentimento frustrante nos espectadores que não estão a ver Godzilla lutar em todo o seu esplendor. Entendo que parte desta decisão possa estar relacionada com alguns VFX menos polidos e, com toda a honestidade, apesar das raras imagens largas dos monstros, a ação é fascinante. A banda sonora de Alexandre Desplat é vibrante e os monstros parecem fantásticos no ambiente propositadamente escuro (ajuda a esconder imperfeições visuais), especialmente Godzilla.

Godzilla concentra-se mais nas personagens humanas do que nas lutas entre os monstros e, apesar do equilíbrio narrativo precisar de alguns ajustes, funciona surpreendentemente muito bem. Como o primeiro capítulo de MonsterVerse, Gareth Edwards e Max Borenstein entregam uma história incrivelmente convincente no lado humano, desenvolvendo totalmente as personagens principais e oferecendo-lhes arcos interessantes.

A maior parte do tempo de execução é gasto com estes protagonistas, o que dececionará alguns fãs que anseiam pelas batalhas titânicas, mas o build-up lento funciona a favor do terceiro ato climático. No entanto, escolher permanecer com os humanos quando os monstros já estão a lutar em segundo plano é uma decisão questionável que deixa um sentimento extremamente frustrante no público.

Elenco, visuais e banda sonora atingem as notas certas, mas os combates em si raramente são demonstrados na sua máxima glória – a maioria é vista através da perspetiva de uma personagem ao nível terrestre – em parte devido à necessidade de esconder algumas imperfeições visuais.

Independentemente de tudo isto, é um “monster flick” verdadeiramente desfrutável que cria um universo cinematográfico repleto de entretenimento.

Análise – Monitor Philips Momentum 278M1R

O companheiro quase perfeito para novas consolas.

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Em meados de 2020, a Philips revelou dois painéis a pensar nas novas experiências de jogos para o final do ano, com a chegada da PlayStation 5 e Xbox Series X|S. Uma TV UHD e um monitor, da sua linha Momentum.

Às mãos chegou-nos o painel de secretária, o Philips Momentum 278M1R, um monitor de 27 polegadas de resolução 4K, 60Hz, HDR e uma série de entradas e funções que o tornam um dos monitores mais completos dentro da sua gama, mas com alguns compromissos.

Desenhado para jogos da nova geração, esta é uma ferramenta também ideal para qualquer utilizador de PC de secretária devido às suas dimensões, forma e excelente calibração por defeito.

Em termos de design, apesar do seu alvo mais “gamificado”, temos uma solução elegante, com uma moldura fina que abraça 27 polegadas de ecrã, um pé robusto e sólido, uma enorme flexibilidade de ajuste na vertical em inclinação e, claro, iluminação por LED com a sua tecnologia Ambiglow.

As primeiras impressões com o Philips Momentum 278M1R são, sem dúvida, fantásticas. O seu aspeto é moderno, os materiais de construção premium, é compatível com outros suportes, tem imensas entradas e saídas, como duas HDMI e uma DisplayPort que permitem ter um PC e duas consolas ligadas, cinco portas USB em que duas suportam carregamento rápido de dispositivos, um jack 3.5mm para auscultadores e ainda um sistema stereo embutido de 5W. É um pacote completo.

Extremamente simples de usar, basta ligar e “voilá”, temos imagem. Com 4K e 27 polegadas, a área de trabalho é impressionante e permite trabalhar confortavelmente com tudo à vista com a melhor definição possível. Sem entrar em muitos pormenores, a qualidade de imagem é excelente, surgindo acompanhada por uma calibração por defeito que quase não merece qualquer tipo de alterações nas suas simplificadas opções de alteração de temperatura, contraste e brilho.

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Ao contrário de muitos monitores modernos, com taxas de frequência mais altas, o Philips Momentum 278M1R coloca-se confortavelmente nos 60Hz, algo que parece ser estranho para um monitor desenhado em jogos, mas que é um pequeno sacrifício para apostar na experiência 4K dentro da sua gama. Ainda assim, oferece suporte AMD FreeSync, para placas gráficas compatíveis e consolas como as Xbox, que ajudam a suavizar a fluidez de imagem em jogos onde os 60Hz não estão perfeitos.

Outro dos grandes destaques é o suporte HDR, algo que funciona na perfeição nas consolas de nova geração juntamente com as suas altas resoluções. A experiência é semelhante, ligar e jogar, sem grandes chatices e, mesmo apesar ter a designação mais básica do HDR, o resultado é impecável.

Tudo funciona quase na perfeição, mas existem alguns pormenores a ter em conta. Por defeito, o Philips Momentum 278M1R é um fantástico monitor multiusos e extremamente completo, mas é nos seus “extras” que a promessa de um monitor para gamer pode dececionar alguns jogadores.

Funções de input lag baixo são pouco notórias, as calibrações de diferentes perfis pré-selecionados distorcem as cores e clareza de imagem dos jogos e o modo SmartResponse aplica um ligeiro efeito fantasma nos jogos que se deixa destacar em demasia. Por isso, as definições padrões oferecem, ironicamente, a melhor experiência possível do monitor.

Consumir conteúdos HDR é uma delícia, isto se dependermos de dispositivos como as consolas, através das suas aplicações. Já no PC a experiência HDR perde-se, não por causa das capacidades do monitor, mas por causa do suporte de, por exemplo, o Windows, onde as definições são extra complicadas e requerem múltiplas ativações e calibrações. Os jogos para PC nem sempre oferecem as melhores definições neste aspeto e as aplicações para Windows dos serviços de streaming, ou através de browser, também têm dificuldades em reproduzir esse tipo de conteúdo. Felizmente, em SDR tudo é fantástico.

Menos fantástico é o joystick de controlos. O Philips Momentum 278M1R até oferece alguma flexibilidade de calibração, ajustes e ativações de modos, mas o seu joystick traseiro requer algum treino de utilização, especialmente para alterar o volume das colunas ou mudar de fonte de sinal.

Por falar em som, o áudio do Philips Momentum 278M1R é surpreendentemente bom e extremamente alto. Para o tipo de equipamento que é, oferece um som equilibrado com um stereo bem notório e uma sensação de baixos acima da média. No fundo, faz um muito melhor trabalho que muitas colunas Bluetooth e substitui perfeitamente um sistema de colunas. Isto claro, se não formos muito exigentes.

O AmbientGlow é, também, uma ótima adição que pode ser usada para expandir as cores do que é apresentado no ecrã. Não atualiza de forma imediata como o sistema AmbientLight, mas faz um ótimo trabalhado a projetar a luz para a sua traseira, tornando o uso do monitor muito mais confortável.

O Philips Momentum 278M1R é, como já referi, um ótimo pacote. Os seus destaques de venda parecem ser excessivos e redundantes quando o que oferece em qualidade já é excelente. Encontramos nele alguns pequenos sacrifícios, mas a entrega de uma experiência simplista, completa e de qualidade é perfeitamente ajustada para quem tem não só um PC, como uma das novas consolas, onde os jogos apontam com maior frequência para os 4K/60FPS com suporte HDR.

É uma ótima atualização para quem ainda usa um painel 1080p e uma ainda melhor para quem tem maiores constrangimentos de espaço e não procura investir numa TV mais cara para as suas sessões de jogo.

O Philips Momentum 278M1R pode ser encontrado à venda nas lojas com um preço recomendado de 449€.

Este dispositivo foi cedido para análise pela Philips.

Smartphones da gama OPPO Find X3 5G já à venda em Portugal

Porém, pode ficar mais barato adquirir na Amazon.

OPPO Find X3

OPPO Find X3 Pro 5G, OPPO Find X3 Neo 5G e OPPO Find X3 Lite 5G. São estes os smartphones que compõem a mais recente gama de smartphones 5G da OPPO, estando já disponíveis para compra nos principais retalhistas e nas operadoras MEO, NOS e Vodafone.

Contudo, adquirir estes telemóveis em Portugal pode não ser a melhor escolha, uma vez que é possível comprá-los com um ligeiro desconto na Amazon.

Começando pelo OPPO Find X3 Lite 5G. Disponível nas cores Azul Astral e Preto Estrelado pelo PVPR de 499€, é possível adquiri-lo por 469€ na Amazon Espanha, com portes gratuitos. Uma diferença de 30€.

O mesmo acontece com o modelo mais poderoso da gama, o OPPO Find X3 Pro 5G. Disponível em Portugal na cor Preto Brilhante pelo PVPR de 1.199€, é possível adquiri-lo também na Amazon Espanha por 1.169€. Novamente uma redução de 30€.

A razão de vos recomendarmos a compra na Amazon deve-se a um simples motivo: é das melhores, senão a melhor, loja do mundo. Tem um suporte ao cliente fantástico, pelo que estarão sempre protegidos se existir qualquer tipo de problema.

Curiosamente, é ainda possível obter, através da Amazon, um presente mistério. Infelizmente, é algo que somente se aplica a clientes espanhóis. E não, nem aquele serviço dos CTT que vos cria uma morada virtual espanhola servirá para o caso.

Nova SBE lança curso gratuito de Inteligência Artificial

Com uma duração total entre 30 e 60 horas.

curso Inteligência Artificial

Criado pela Universidade de Helsínquia e pela Reaktor, com o objetivo de desmistificar e democratizar a Inteligência Artificial e oferecer, ao maior número possível de pessoas, ferramentas para participar na construção do futuro com esta tecnologia, o curso Elements of AI está agora disponível gratuitamente em Portugal através de parceria exclusiva com a Nova SBE.

Embora existam muitos cursos de IA online, praticamente todos exigem conhecimentos de programação ou competências matemáticas complexas, o que impede que a maior parte das pessoas se envolva no tema. O Elements of AI é destinado a qualquer pessoa interessada em aprender conhecimentos base sobre IA. Com foco na aplicabilidade do conhecimento, esta formação equipa os participantes com a compreensão e as habilidades necessárias para avaliarem o mundo em que vivemos através das lentes da IA.

Com duração total entre 30 e 60 horas (dependendo dos conhecimentos base e das leituras adicionais de cada participante) o curso Elements of AI é certificado e ministrado em língua portuguesa. Divide-se em seis módulos que incluem exercícios interativos, sendo que, no final da formação, pretende-se que com os conhecimentos adquiridos os alunos possam tomar decisões informadas enquanto profissionais de qualquer setor de atividade, eleitores e consumidores de media, produtos e serviços.

5ª temporada de My Hero Academia com transmissão confirmada na Crunchyroll

A adaptação em anime do mangá de Kohei Horikoshi regressa já este sábado, dia 27 de março.

My Hero Academia Crunchyroll

Esta semana, a Crunchyroll, serviço de streaming dedicado a animes, anunciou uma série de títulos para os próximos meses, onde se destacam projetos como Tokyo Revengers e To Your Eternity, entre outros.

Porém, existia um título cuja transmissão não iria acontecer em Portugal, mas somente no Brasil. Falamos da quinta temporada de My Hero Academia, pelo que a solução passava por recorrer a uma VPN. Mas já não vai ser preciso.

Numa atualização do catálogo, a Crunchyroll informou depois que, afinal, a 5ª temporada de My Hero Academia vai também ficar disponível para os utilizadores portugueses. Desta forma, já não será preciso recorrer a uma VPN para desfrutar dos novos episódios.

O primeiro episódio na nova temporada estreia já este sábado, dia 27 de março. Nesta quinta temporada, Deku, Bakugo e os outros alunos da Sala 1-A terão que medir forças contra os seus colegas e rivais da Sala 1-B numa competição escolar.

Em todo o caso, e isto se desejarem ver a série desde o início, terão mesmo de recorrer a uma VPN, uma vez que, neste momento, somente a 4ª temporada está disponível de forma “normal”. Para verem as primeiras três, terão mesmo de utilizar outros métodos.

Atual coleção do Yorn Shake It prolongada até 16 de maio

Estava previsto terminar no final deste mês de março.

Shake It cartas

Foi em novembro do ano passado que a Yorn lançou a mais recente versão do Yorn Shake It, iniciativa que celebra este ano o seu quarto aniversário e que permite agitar o telemóvel, colecionar cartas e, com isso, tentar ganhar bons prémios.

Quando a atual coleção surgiu, o previsto era a versão Game On estar no ativo até final deste mês de março. Porém, e como tem vindo a ser habitual, eis que a Yorn resolveu prolongar a duração da Game On, neste caso até 16 de maio.

Significa isto que, caso tenham alguma carta dourada, mas não tenham algumas cartas normais para completar a respetiva coluna, têm agora mais mês e meio para resolver essa situação.

Resta saber se este será o único adiamento desta coleção.

We Are Football. Vem aí um novo concorrente de Football Manager

Chega ao PC (via Steam) em junho.

Nos dias de hoje, quem gosta de ser treinador de bancada e gerir tudo o que for possível em determinado clube sabe qual é o caminho a seguir: investir em Football Manager. Porém, muito em breve, vai chegar uma proposta que pode ter algo a dizer neste nicho de mercado.

We Are Football, desenvolvido pela Winning Streak Games e THQ Nordic, e sob a supervisão de diretores de futebol com longa experiência, como Gerald Köhler, Rolf Langenberg e Dirk Winter, promete ser uma nova abordagem neste estilo de jogo, mas sempre com o mesmo objetivo: colocar-nos como responsáveis pela nossa equipa de sonho.

Em We Are Football, vamos poder treinar e gerir uma equipa; definir as melhores táticas para derrotar os adversarios; escolher os melhores jovens jogadores para se juntarem à equia; negociar os melhores contratos publicitários; construir um estádio com capacidade para os adeptos; e até vender t-shirts a fãs.

Como é óbvio, teremos acesso a todos os detalhes do clube e características dos jogadores, sendo ainda possível desenvolver as nossas skills de treinadores ao estilo de um RPG.

Curiosamente, e isto é algo que Football Manager não oferece, será até possível treinar equipas femininas. As funcionalidades para o futebol masculino e futebol feminino serão as mesmas, mas existirão diversos elementos únicos inerentes à escolha que fazemos.

We Are Football contará ainda com um poderoso editor, de forma a que, dentro do possível, consigamos personalizar o jogo à nossa vontade. Poderemos, por exemplo, editar todas as equipas nacionais do mundo, criando e editando jogadores, e até criar sistemas de liga abertos com regras de promoção e despromoção. E isto é algo que se pode explicar facilmente, uma vez que o jogo não apresenta quaisquer licenças oficiais de futebol.

Contudo, e como parece ser tudo tão editável, será perfeitamente possível replicarmos as equipas tal e qual as conhecemos.

Resta saber se, de facto, teremos aqui um novo concorrente credível para Football Manager. A confirmar-se, preparem-se para perder horas e horas com este We Are Football, que chega ao PC (via Steam) a 10 de junho.

The Last Cruise. Novo documentário da HBO relata a quarentena vivida dentro do navio Diamond Princess

Estreia no final do mês.

The Last Cruise

A 26 de fevereiro de 2020, o navio cruzeiro Diamond Princess era responsável por mais de metade de todos os casos de COVID-19 documentados fora da China, com mais de 700 pessoas infetadas a bordo. Esta situação deu aso a um novo documentário, The Last Cruise, que vai estrear a 31 de março na HBO Portugal.

The Last Cruise recorre a imagens gravadas por passageiros e tripulantes, pelo que acaba por ser um relato na primeira pessoa do pesadelo vivido a bordo do azarado navio de cruzeiro, que saiu de Yokohama, Japão, a 20 de janeiro de 2020.

A quarentena vivida dentro do navio cruzeiro Diamond Princess, enquanto flutuava num porto japonês, tornou-se um espetáculo mundial – um símbolo distante do novo vírus e do seu potencial para destruir qualquer senso de normalidade. Cenas de outro mundo – cientistas em fatos anti-risco, passageiros de máscaras e equipas de limpeza a borrifar desinfetante em buffets vazios – foram o mote das notícias da noite. Com poucas informações disponíveis sobre o novo vírus e acesso limitado aos recursos, o número de casos existentes no navio disparou.

Os passageiros ficaram em quarentena nas suas cabines durante semanas enquanto o número de casos a bordo disparava. Enquanto isso, a tripulação cuidava dos passageiros, prestava serviço de quartos e dormia e jantava em quartos partilhados e apertados. Acabaram por se tornar no que mais tarde se denominou de “trabalhadores essenciais”. O navio acabaria por ser o responsável pelos primeiros cidadãos da Argentina, Israel, Portugal, Rússia, Ucrânia, Indonésia, Quirguistão e Nova Zelândia a testarem positivo para a COVID-19.

Enquanto o Diamond Princess estava em quarentena, cientistas do governo dos EUA estudaram o que estava a acontecer a bordo. Apesar das suas descobertas de que o vírus provavelmente estava no ar e que pessoas assintomáticas contribuíram para a sua propagação, demoraria mais de um mês até o CDC (Centers for Disease Control and Prevention) começar a aconselhar o uso de máscaras e mais de dois meses – e um milhão de casos de COVID-19 confirmados nos Estados Unidos – até começar a aconselhar a testagem de pessoas assintomáticas que tinham sido expostas ao vírus.

The Last Cruise é realizado e produzido por Hannah Olson. Shane Boris, Joe Beshenkovsky e James A. Smith são também produtores.

Tokyo Revengers e To Your Eternity estreiam esta primavera no Crunchyroll

O popular serviço de streaming dedicado a animes tem muitas novidades para os próximos meses.

Se são daquelas pessoas que adoram animes e já não passam sem o serviço de streaming Crunchyroll, saibam que a plataforma acaba de anunciar uma série de títulos para esta primavera.

Don’t Toy With Me, Miss Nagatoro; Fairy Ranmaru; Farewell; My Dear Cramer; Higehiro; How NOT to Summon a Demon Lord Ω (2ª temporada); I’ve Been Killing Slimes for 300 Years and Maxed Out My Level; JORAN THE PRINCESS OF SNOW AND BLOOD; Koikimo; ODDTAXI; Osamake; The Slime Diaries; Those Snow White Notes; To Your Eternity; Tokyo Revengers; e Zombie Land Saga REVENGE (2ª temporada) foram os títulos anunciados pela Crunchyroll para os próximos tempos. E sim, todos estes animes mencionados estarão disponíveis para os utilizadores portugueses.

Além de todas essas novidades, os utilizadores da Crunchyroll poderão continuar a acompanhar outras séries, como BORUTO: NARUTO NEXT GENERATIONS; Digimon Adventure (2020); Dragon Quest: The Adventure of Dai; Kiyo in Kyoto: From the Maiko House; One Piece; So I’m a Spider, So What?; e Tropical-Rouge! Precure.

Em comunicado, a plataforma revela ainda que tem mais títulos a caminho, pelo que mais detalhes serão revelados em breve.

The Unholy. Novo filme com Diogo Morgado estreia em maio nos cinemas

Em Portugal, o título é Santuário das Sombras.

Os cinemas ainda estão fechados, mas vão começar a funcionar novamente a partir de 19 de abril. É por isso normal que as distribuidoras comecem a programar os filmes que vão estrear em sala. Agora, chega-nos a informação de uma longa-metragem que vai contar com a participação de Diogo Morgado.

The Unholy conta a história de Alice, uma jovem com deficiência auditiva que, após uma suposta aparição da Virgem Maria, fica inexplicavelmente capaz de ouvir, falar e curar os doentes. À medida que a notícia se espalha epessoas de perto e de longe reúnem-se para testemunhar os seus milagres, um jornalista desacreditado (Jeffrey Dean Morgan), que tenta fazer ressurgir a sua carreira, visita a pequena cidade de Nova Inglaterra para investigar o caso. Quando, por toda a parte, surgem acontecimentos aterradores, estejornalista começa a questionar se esses fenómenos serão obras da Virgem Maria ou de algo muito mais sinistro.

The Unholy (o título português é Santuário das Sombras) é baseado no best-seller Shrine, de James Herbert, e tem produção de Sam Raimi. Evan Spiliotopoulos escreveu e realizou o filme, a ser distribuído em Portugal pela Big Picture Films.

The Unholy conta com Jeffrey Dean Morgan, Katie Aselton, William Sadler, Cricket Brown, Cary Elwes e Diogo Morgado. O ator português interpreta o papel de Monsignor Delgarde, um padre encarregue pelo Vaticano de investigar esta aparição.

Russ de regresso a Portugal em 2022

O rapper norte-americano vai atuar na Altice Arena, em Lisboa.

Depois de uma estreia triunfal no nosso país em 2018, o rapper Russ vai voltar a Portugal já no próximo ano.

Tudo acontece a 29 de setembro de 2022, numa noite em que o norte-americano estará de volta à Altice Arena, em Lisboa, para um concerto integrado na digressão Shake The Globe Tour.

Os bilhetes são postos à venda esta sexta-feira, dia 26 de março. A promotora House of Fun não divulgou os preços para o espetáculo.