Ou seja, não pressupõe a existência de um cartão de carregamento físico, de um contrato ou a adesão a um serviço.
É uma novidade que, para já, está disponível para utilizadores beta, mas que, até final deste mês, fica disponível para o público em geral. Falamos da miio Pay, uma solução que surge por parte da portuguesa miio, e que vai permitir que os donos de veículos elétricos possam carregar os seus automóveis na rede pública… mas sem a necessidade de um cartão de carregamento físico, de um contrato ou a adesão a um serviço.
Com o miio Pay, os condutores passam a poder pagar o carregamento dos seus veículos em qualquer um dos mais de 2.000 postos da rede pública no mesmo momento em que carrega o veículo elétrico. Anteriormente, o pagamento dos carregamentos era feito uma vez por mês, de forma consolidada.
O funcionamento do miio Pay é semelhante ao do abastecimento de um veículo a combustão, não requerendo a existência de um contrato ou adesão a um serviço de um CEME (Comercializador de Eletricidade para a Mobilidade Elétrica), ou mesmo a existência de um cartão físico de carregamento. O utilizador necessita apenas de aceder à aplicação miio, indicar qual o valor que pretende carregar, efetuar o pagamento e iniciar a sua sessão de carregamento.
Após o lançamento da opção de carregamento de um veículo elétrico na rede nacional de forma completamente digital, a miio é novamente a primeira empresa a introduzir esta funcionalidade, comumente chamada de carregamento ad-hoc, que se assemelha ao abastecimento de um veículo a combustão.
E para que tudo funcione, será necessário utilizar uma app… que irá sortear vouchers para atividades culturais ao longo do tempo.
Sim, até existe um mapa de oleões em Lisboa que podem consultar, mas isso não significa que sejam propriamente inteligentes. A Câmara Municipal de Lisboa sabe disso e, em parceria com a Hardlevel – Energias Renováveis, começou a instalar oleões inteligentes esta semana na cidade.
Para já, o projeto iniciou-se nas freguesias de Areeiro, Arroios, Beato, Penha de França, Benfica, Carnide, São Vicente e Alcântara, sendo que será depois estendido às restantes freguesias do município de Lisboa, num processo que deverá ficar concluído até final de maio. De momento estão a ser instalados 160 oleões, mas, quando o processo estiver concluído, os lisboetas terão um total de 204 oleões inteligentes em locais de acesso público.
Para que seja possível localizar os oleões inteligentes, designados por Smart S+, os munícipes terão de utilizar a RENO app, seja no smartphone ou no computador, pois também conseguirão aferir em tempo real o nível de enchimento dos oleões e a contabilização dos depósitos.
Além disso, o facto de utilizarem este oleões irá permitir aos cidadãos que juntem pontos (um ponto por depósito) para que, desse modo, sejam elegíveis para participarem nos sorteios de vouchers e bilhetes para atividades culturais que ficarão disponíveis muito em breve na Reno app. Para isso, devem fazer o respetivo registo aqui.
Além de Lisboa, a Hard Level já tem vários oleões inteligentes instalados no país. Até ao final do ano, a empresa espera ter 3.000 destes equipamentos a funcionar no território nacional.
A marca apresentou ainda os tão esperados AirTag, que vão ser especialmente úteis para aqueles que são muito esquecidos.
Depois de a Siri ter revelado acidentalmente o dia 20 de abril para um novo evento da Apple, e após a própria marca o ter confirmado de forma mais convencional, hoje foi o dia para ficarmos a conhecer as novidades da tecnológica. E uma coisa é certa: o futuro é Apple Silicon.
Um iMac com um novo tamanho, processador M1 e várias cores disponíveis
Os rumores que circulavam na net já referiam, há várias semanas, que o iMac ia ganhar novas cores. E confirmou-se. Além das cores, a Apple aproveitou para colocar o processador próprio M1 dentro do iMac e estreou ainda um novo tamanho de ecrã: 24 polegadas.
Com apenas 11,5 mm de espessura, o novo iMac de 24″ surge com um novo design que, diz a Apple, somente é possível graças ao uso do processador próprio M1. E pesa menos de cinco quilos, o que quer dizer que, lá dentro, o tamanho foi reduzido ao máximo. Aliás, este novo iMac de 24″ é ligeiramente maior que o modelo anterior de 21,5″ da Apple, mas a diminuição das margens faz sempre magia.
O iMac de 24″ conta ainda com um novo conetor de corrente com ligação magnética (e cabo de tecido a condizer), uma câmara Facetime 1080p (que a Apple diz ser o melhor sistema de câmaras de sempre num Mac), três microfones com qualidade de estúdio e sistema de som com seis colunas (o iMac é agora compatível com áudio espacial em vídeos com Dolby ATMOS).
Depois temos aquilo que já poderíamos esperar: ecrã Retina 4.5K, 8/16GB de RAM e SSD que vai até aos 2TB.
No que toca a preços, variam consoante o que se escolhe: começa nos 1.499€ para a versão com processador M1 (CPU 8-core e GPU 7-core), SSD de 256GB e 8GB de memória RAM, sendo que esta configuração somente conta com duas portas Thunderbolt/USB na traseira e nem sequer traz uma porta Gigabit Ethernet. Já a opção que começa nos 1.719€ traz um processador M1 (CPU 8-core e GPU 8-core), SSD de 256GB, 8GB de memória RAM, duas portas Thunderbolt/USB 4, duas portas USB 3, entrada Gigabit Ethernet no adaptador de corrente e um Magic Keyboard com Touch ID. Poderão fazer a pré-reserva a partir de 30 de abril, ficando disponíveis na segunda quinzena de maio.
Até o iPad já tem um processador de computador
Ou seja, o novo iPad Pro chegou desta vez com o processador M1 no seu interior. Conta com um ecrã Liquid Retina, Wi-Fi 6, uma nova câmara ultra grande angular de 12MP e outras novidades.
Está disponível em duas versões: 11″ a partir de 909€ e 12,9″ (ecrã Liquid Retina XDR) a partir de 1.229€, sendo que ambos os tamanhos estarão à venda em versões Wi-Fi e Wi-Fi + dados móveis. Poderão fazer a pré-reserva a partir de 30 de abril, ficando disponíveis na segunda quinzena de maio.
De resto, a marca apresentou ainda a segunda geração da Apple TV 4K, que chega também com o processador A12 e um novo Apple TV remote; os AirTag, pequenos acessórios perfeitos para quem é muito esquecido e que permitem saber a localização de qualquer objeto; e a nova cor Roxa para o iPhone 12.
Ficámos ainda a saber a data de estreia da segunda temporada de Ted Lasso, mas têm mais detalhes aqui.
A comédia de sucesso da Apple regressa daqui a três meses.
Como juntar futebol e comédia de forma refinada numa série de televisão? Bom, foi isso Ted Lasso fez, e bem. Revelando-se rapidamente um sucesso junto do público da Apple TV+, a série juntou amizade, companheirismo, bom senso, respeito pelo próximo, transmissão de positividade e fair-play. Sem quaisquer surpresas, a Apple foi rápida em confirmar uma segunda temporada.
Porém, continuávamos sem uma data de estreia… Até agora. Num evento dedicado a novidades tecnológicas, a marca da maçã aproveitou para divulgar a data de estreia da segunda temporada de Ted Lasso: 23 de julho.
Juntamente com o anúncio da data de estreia, a Apple também divulgou um teaser que serve de aperitivo para os desenvolvimentos da próxima época do AFC Richmond, equipa treinada por Ted Lasso (Jason Sudekis).
Até lá, aproveitem para (re)ler a nossa crítica à primeira temporada.
O elenco de Now and Then será totalmente hispânico.
A Apple tem boas notícias para partilhar connosco. A marca da maçã anunciou esta semana uma nova série para o serviço de streaming Apple TV+. Chama-se Now and Then e vai ser gravada em duas línguas: inglês e espanhol.
Now and Then passa-se em Miami e é uma série dramática com múltiplas camadas que explora as diferenças entre as aspirações juvenis e a realidade da fase adulta. O novo projeto vai girar em torno de um grupo de amigos de faculdade cujas vidas mudam para sempre quando um deles morre após um fim de semana de festa. 20 anos depois, o grupo volta a reunir-se devido a uma ameaça que pode colocar o seu mundo em risco.
Apesar de o elenco ainda não ser conhecido, sabe-se que será totalmente hispânico. Este thriller irá chegar-nos por parte dos criadores Ramón Campos, Teresa Fernández-Valdés e Gema R. Neira, sendo que os episódios serão realizados por Gideon Raff.
Uma série dividida em sete partes que irá explorar o significado mais profundo da ligação humana.
Foi no início de fevereiro que falámos nesta série, dando a conhecer o conceito e respetivo elenco desta nova produção da Amazon Prime Video. Agora, há uma nova justificação para dar destaque a Solos novamente: é que já temos data de estreia.
Apontem na agenda o dia 21 de maio. É nessa data que a nova série chega ao serviço de streaming.
Solos, que terá David Weil como showrunner, é uma série dramática dividida em sete partes que irá explorar o significado mais profundo da ligação humana. Esta produção terá histórias únicas, guiadas por personagens, cada uma a partir de perspetivas e momentos diferentes no tempo, provando que, mesmo quando estamos mais isolados, seja qual for a circunstância, estamos todos ligados através da experiência humana.
O elenco, esse, é de luxo: Morgan Freeman, Anne Hathaway, Helen Mirren, Uzo Aduba, Nicole Beharie, Anthony Mackie, Dan Stevens e Constance Wue.
Esta nova aposta da Amazon terá David Weil na cadeira de realizador, bem como Sam Taylor-Johnson, Zach Braff e Tiffany Johnson.
Costumavam ficar a par dos episódios da série na Netflix? Pois bem, vão ter de passar a utilizar outra plataforma de streaming.
Vai passar a ser um exclusivo da HBO Portugal, pelo menos a partir da quinta temporada. Falamos da popular série Rick and Morty que, apesar de ter quatro temporadas na Netflix, já não irá estrear novos episódios naquela plataforma.
A nova temporada estreia, assim, no serviço de streaming HBO Portugal a 21 de junho e, por cá, será a única forma de ver a série legalmente. Consultámos a Netflix e, efetivamente, não há qualquer referência a uma quinta temporada, apesar de todas as temporadas estarem disponíveis na plataforma. Com esta novidade, ficámos também a saber que, como seria de esperar, todos os episódios das anteriores temporadas de Rick and Morty estarão também disponíveis em junho na HBO Portugal.
A série de comédia de sucesso da Adult Swim vai, assim, regressar em breve com novos episódios que combinam ficção científica, humor, referências da cultura pop, personagens coloridas e situações imprevisíveis.
Rick and Morty é protagonizada por Justin Roiland, Sarah Chalke, Chris Parnell e Spencer Grammer. A séria foi criada por Dan Harmon e Justin Roiland, que são também os produtores executivos.
O desporto que em Portugal é conhecido por todos, mas compreendido por quase ninguém, tem um jogo que se foca nos pontos certos, mas ainda precisa de algum trabalho de aperfeiçoamento visual.
Quando era mais novo, cheguei a ter um set de basebol (plástico rígido envolto em esponja) e divertia-me a “jogar” com amigos, porque para ser franco a dinâmica de atirar a bola e acertar nela com um taco é divertida (boys enjoy the simple things). Olho para o basebol como para o hóquei, que são desportos que cativam os mais pequenos pelo material e objetivo que envolve. Contudo, para ser franco, nunca investi o meu tempo em tentar compreender o funcionamento e regras deste desporto em si, até agora.
Decidi propor-me a fazer análise de MLB The Show 21 com o intuito de me “obrigar” a compreender o basebol de uma vez por todas e, para ser franco, apesar de achar algo elaborado e com muita necessidade de leitura estatística, acho o desporto bem pensado por exigir muita estratégia e rápida capacidade de decisão, cuja pode crucial para o resultado final.
▼ Funcionamento do Basebol abaixo ▼
Fazendo um apanhado sucinto do funcionamento do basebol, basicamente uma partida divide-se em 9 innings (períodos) ou mais em caso de empate, divididos em duas metades, onde cada equipa tem a oportunidade de pontuar numa delas. Só se pode pontuar quando se está a bater a bola. Nesse momento é o batedor contra o “mundo”, pois é o único elemento da equipa em campo com capacidade de ditar o rumo do jogo. Cada equipa pode ter 3 batedores eliminados até acabar o seu turno para pontuar. Para pontuar o batedor precisa de bater a bola para a sua frente, respeitando o limite delineado por duas linhas laterais que formam um ângulo de 90º, e correr ao longo de 3 bases até chegar ao ponto de partida. A equipa que está a defender tem o objetivo de eliminar o batedor, primeiro através do Pitcher (lançador), que tenta fazer com que a bola (lançada com jeitos e efeitos específicos) chegue ao catcher, passando por uma área retangular invisível (controlada) ou enganar o batedor atirando a bola fora dessa área fazendo com que o batedor tente chegar à bola e falhe. O batedor pode falhar 2 vezes e o atirador 3 vezes (strikes), caso falhem o seguinte, são eliminados. A partir do momento que o batedor acerta na bola e ela cumpre com os limites, este arranca para a primeira base (ou mais além, dependendo do desempenho defensivo da outra equipa e conforme a bola saiu). Se o batedor conseguir chegar a uma das bases com sucesso, a sua equipa continua a ter 3 batedores em jogo. Os batedores repetem o procedimento de forma a tentar avançar e dar tempo para os colegas anteriores avançarem até darem a volta completa e pontuar. Contudo os jogadores que avançam nas bases têm de ter cuidado, pois a partir do momento que a bola é batida e estes começam a correr, ficam vulneráveis caso os defensores apanhem a bola rápido e ataquem ou passem a alguém perto das bases. Se o fizerem antes do batedor chegar lá, este é eliminado. Caso os defensores apanhem a bola sem esta bater no chão, os batedores nas bases não possam avançar e o que a bateu fica automaticamente eliminado. Daí o Home Run ser tão importante, pois é uma bola impossível de apanhar e, desta forma, todos os batedores em campo, podem avançar sem restrições até à base de partida e pontuar.
▲ Funcionamento do Basebol acima ▲
Após jogar MLB The Show 21 mais de duas dezenas de horas, a conclusão a que chego é que apesar de não ser fácil perceber as causas e efeitos durante o jogo sem ter noções básicas do funcionamento e conhecer minimamente as regras do desporto, a mecânica do jogo é relativamente fácil de compreender. Essa mecânica divide-se em dois tipos de ação para atacar e outros dois para defender.
Nas ações de ataque o foco passa por tentar bater a bola com o batedor (pessoalmente acho a parte mais divertida do jogo), que exige ótimos reflexos e é extremamente satisfatório quando se acerta na bola com sucesso. No entanto não é particularmente fácil conseguir a batida perfeita, pois é necessária uma conjugação de diversos fatores como a posição do batedor, acertar no momento para bater a bola e outros mediante a mecânica de batida escolhida. Isto porque existem diversas mecânicas para bater a bola, variando o nível de complexidade, mediante a que escolhemos. Ainda nas ações de ataque, há a opção de controlar o avanço dos jogadores já nas bases, ou optar por ter essa ação em automático (que é o que recomendo caso estejam a iniciar).
A nível defensivo e à semelhança de bater a bola, atirar a bola também tem o seu quê de complexidade, disponibilizando diversos tipos de mecânicas para o fazer. Tal como no batedor, aconselho a escolherem a mecânica pitching com a qual se sentem mais confortáveis e com o tempo, quando deixar de ser desafiante, optam por uma mais complexa. Outra ação defensiva é apanhar a bola e correr para uma base ou passa-la a um jogador mais próximo para eliminar o batedor.
Destas quatro ações possíveis, enquanto a de atirar e bater a bola estão extremamente bem desenvolvidas, a de apanhar a bola pode ter melhorias, nomeadamente quando se apanha a bola junto às barreiras. A ação de correr entre bases deixa um bocado a desejar a nível de mecânica e acaba por se tornar numa experiência algo frustrante. Na hora de mudar de direção ou parar em cima da base que queremos parece haver um delay nos jogadores, tal é a dificuldade em controla-los. Esta ação em específico precisa de ser trabalhada, pois quando jogamos num modo em que controlamos um só jogador é difícil não ser eliminado durante uma corrida entre bases.
Neste jogo foram introduzidas uma panóplia de animações novas, mas continua a notar-se a repetição, mas o pior é que algumas delas sofrem de falta de realismo. Refiro-me às animações de interação com objetos, com o piso e com outros jogadores, cujas são pouco consistentes devido a sobreposições fisicamente impossíveis e efeitos pouco realistas (como durante as tentativas dos outfielders tentarem apanhar a bola junto às barreiras, onde há impacto).
Os gráficos sofreram melhorias face ao jogo anterior, principalmente a nível de brilho e recriação facial dos jogadores, que está praticamente perfeita. Para além disso os equipamentos usados apresentam bastante detalhe e os estádios estão bastante fieis à realidade. No entanto, apesar de haver bom dinamismo relativo ao ambiente circundante, os close-ups dos adeptos precisam de ser melhorados. O cenário fora dos estádios também precisa de algumas melhorias, ou em alternativa a esse trabalho extra que traz poucos ou nenhuns benefícios podem recorrer ao sistema usado pela 2K para o jogo NBA, que é o de usar filmagens reais do exterior das arenas.
Após abordar toda a dinâmica de jogo, falta só falar dos modos de jogo disponíveis em cada seção e o quão distintos são. Posso já adiantar que a seção de Game Modes é: Wow! Antes disso, ao entrar no jogo pela primeira vez, temos a sugestão de criar o nosso jogador com uma panóplia gigante de opções de edição. Jogador esse que vamos usar quando jogamos online, no Road to the Show e no Diamond Dynasty. Na secção de criação, há a opção de criar estádios.
O Road to the Show funciona um pouco com o MyCareer (NBA 2K21) e, apesar de começarmos numa fase mais avançada pós-draft, avançamos logo para a equipa que escolhemos, rondando entre a equipa essa e a equipa de reservas. Apesar de promissor e permitir-nos controlar o jogo através de um único jogador, precisa de ser desenvolvido.
O Diamond Dysnasty funciona um bocado como o Ultimate Team (FIFA 21)/MyTeam (NBA 2k21), envolvendo microtransações, inclusive. A diferença mais notável passa por ser possível usar o jogador criado por nós nesse modo. Inicialmente não vai ajudar muito devido ao rating baixo, mas a longo prazo é um extra útil. Isto porque apesar de nesta versão da MLB ser obrigatório criar um jogador de raiz, nas versões anteriores havia a “tradição” do nosso jogador transitar para os jogos seguintes. Provavelmente com o alargamento do jogo às consolas da Microsoft houve intenção de ter toda a gente a partir do mesmo ponto, daí o reset.
O modo Franchise segue as mesmas bases do MyLeague (NBA 2K21), mas segmenta-se em 3 áreas específicas com responsabilidades associadas: Coaching Tasks, Development Tasks e Manager Tasks. O nível de complexidade de cada uma varia entre ★ – ★★★ e é possível definir quais delas queremos controlar e quais queremos que tenham gestão automática. Esta opção de escolha é deveras interessante, porque acaba por permitir uma experiência mais personalizada para cada jogador. Apesar de encontrar algum dificuldade em desenrascar-me na componente técnica deste modo, por o basebol ainda me ser um desporto estranho, considero esta segmentação bem pensada e outros jogos desportivos deviam meter olho nisto – principalmente o FIFA, cujo modo de carreira tem coisas aborrecidas, que podiam muito bem ser feitas automaticamente.
Por último, mas não menos importante (antes pelo contrário) o March To October. Este modo é uma enorme lufada de ar fresco na história dos jogos desportivos. Ainda que as bases sejam semelhantes à de um modo de carreira simples, no qual é possível controlar a equipa e geri-la no que toca a trades, tem uma particularidade peculiar. Basicamente trata-se de um sistema de objetivos por jogo, que gera motivação caso esses objetivos sejam cumpridos. Estes podem prender-se com o desempenho de apenas um jogador específico que é controlado na integra durante o jogo, ou então prender-se com o controlo da equipa inteira. Uma vantagem deste modo é que nenhum jogo é jogado do início ao fim, normalmente começa-se, no máximo, a partir 4º inning, mediante o desafio em causa, seja ele segurar a vantagem, dar a volta ao resultado ou conseguir um home run no último inning do jogo para selar a vitória. Este sistema de objetivos engloba boosts à forma da equipa e dos jogadores, mediante o desempenho. Esses boosts permitem facilitar os jogos seguintes, colocando a equipa numa melhor posição na altura em que somos desafiados a intervir, melhorando o desempenho de um jogador específico ou avançar jogos com a gestão cuidada do rácio de vitórias-derrotas, mantendo a época dentro dos eixos. A finalidade prende-se com apenas uma coisa: chegar a Outubro.
Resumindo é um modo de jogo com um formato interessante, com o seu quê de desafio e sempre recheado de situações diferentes para controlar ou ultrapassar. É ótimo para aprender mais sobre o basebol e sobre a forma como se pode/deve reagir em determinadas circunstâncias. Também é um modo leve porque permitir jogar apenas porções de um jogo. Sabendo que normalmente um jogo completo demora em média entre 30-45 minutos e uma época é composta por 160 jogos mais os jogos da postseason, fazer uma época completa pode demorar semanas. Neste modo, faz-se facilmente em 4 ou 5 dias sem precisar de simular nada voluntariamente.
Para além desta secção inicial com esses 4 modos de jogo fantásticos, ainda há mais uma série de secções com inúmeros modos, para explorar neste jogo. Em Play Now temos jogo de Exibição livre ou Live (com os jogos do dia disponíveis e os plantéis atualizados),há ainda jogo online e Retro Mode.
Já em Quick Play, é possível embarcar na Challenge of the Week, cuja performance se reflete em pontos e no final da semana há prémios reais para os 5 jogadores com melhor classificação (na semana de arranque os prémios para o 1º, 2º e 3º são uma jersey, um taco de basebol ou uma bola de basebol (tudo autografado pelo Ken Griffey Jr.) e para o 4º e 5º há dinheiro virtual do jogo. Esta é uma ideia tão simples quanto fantástica, pois oferece algo em troca a quem investe tempo e dinheiro no jogo e acaba por envolver ainda mais os jogadores.
Moments e Home Run Derby são os restantes modo da secção Quick Play. A primeira permite reviver momentos célebres ou re-escrever a história do basebol, tratando-se de um dinâmica interessante para os fãs de longa data do desporto. A segunda prende-se com competição de Home Run’s, que pode ser feita online ou offline. Sendo que hitter (batedor) é a minha posição preferida no jogo, este foi um modo de jogo que me encheu as medidas, pois estamos bater bolas durante minutos sem parar.
Para terminar há ainda duas secções. Um com modes de jogo que permitem fazer uma liga personalizada ou jogar só na postseason. A outra e, se calhar, a mais importante do jogo: Learn To Play. Aqui podem fazer treinos específicos e aprender os controlos e mecânicas do jogo (que é por onde devem começar a vossa experiência em MLB Show 21). É possível também testar todas as mecânicas de lançamento e batida da bola, corrida entre bases e fielding e throwing para perceberem qual é a mais adequada ao vosso gosto.
Quero ainda ressalvar os tempos de loading que são impressionantemente curtos e a forma como incorporam um sistema de broadcasting (com comentadores reais) no jogo, com um fantástico trabalho de design de som. São estes pormenores que tornam a experiência tão autêntica e nos faz esquecer das animações limitadas.
Apesar da complexidade de mecânicas e das formas, por vezes, pouco intuitivas, para novos jogadores que a equipa da SIE San Diego escolheu ao longo dos anos para traduzir esta modalidade para videojogo, o balanço final foi positivo, especialmente para mim, que já procurava compreender o basebol há alguns anos. MLB The Show 21 foi um ótimo ponto de partida para me dedicar a isto a sério, de uma vez por todas. Depois de uma semana a jogar MLB The Show 21, não posso dizer que me tenha tornado num entendido na matéria (até porque a nível de posições, papéis e táticas ainda há muito que me falta compreender), mas posso dizer com certezas que compreendo o objetivo do jogo, a maioria das regras e a dinâmica geral do mesmo. Para ser franco, gosto de basebol.
Olhando para MLB Show 21 como jogo de consolas da nova geração, embora ache que este disponha de um bom motor de ajuda para quem quer começar a perceber mais de basebol e que é um poço de diversão garantida para quem já é fã (graças às dezenas de modos disponíveis que dão para todos os gostos), acho que ainda precisa de ser trabalhado. Nomeadamente a nível de gráficos (foco no público e exterior dos estádios), a nível de diversidade animações disponíveis para as mais diversas situações e, sobretudo, na interação entre jogadores e tudo o que os rodeia. Mediante o que procuram num jogo para Playstation 5 ou XBox Series S/X, este jogo tanto poderá ser excelente como apenas bom.
Na minha visão, após conjugar tudo, diria que é um jogo excelente no que toca a jogabilidade com bastante fluidez, dotado de uma interface intuitiva, rápida e organizada e uma diversidade impressionante de modos relevantes, mas apenas bom no que toca a gráficos, motricidade dos jogadores e animações. Como para mim a jogabilidade, desempenho e autenticidade pesam mais do que a qualidade gráfica, considero este jogo muito bom.
Disponível para: Xbox One, Xbox Series X|S, Xbox Game Pass,PlayStation 4 e PlayStation 5 Jogado na PlayStation 5 Cópia para análise cedida pela PlayStation Portugal.
O Solar das Arcas está situado na freguesia de Arcas (Macedo de Cavaleiros/Trás-os-Montes/Portugal), a 10km da Barragem do Azibo.
A história da arquitetura do Solar das Arcas é extremamente rica. Erguido entre os séculos XVII e XVIII, o palacete foi desenhado pela escola de Nicolau Nasoni e destaca-se, sobretudo, pelo charme da construção. Os salões, a capela privativa, a piscina a céu aberto, as cozinhas tradicionais e a decoração muito característica conseguem agradar a quem o visita.
Tendo em conta que se trata de um dos mais importantes exemplares da casa nobre setecentista transmontana e um testemunho bem característico das residências senhoriais e citadinas barrocas, desenvolvidas em comprimento, com capela privada numa das extremidades da fachada, o Solar das Arcas, um Palacete situado na aldeia de Arcas, em Macedo de Cavaleiros, foi classificado como monumento de interesse público por parte do Património Cultural.
Francisca Pessanha, responsável pelo espaço refere “este solar, situado no centro da aldeia de Arcas, perto de Bragança, é um exemplo de uma casa construída nos Séc. XVII e XVIII e, pertence, à minha família Pessanha, descendente do genovês Pessanha que, no reinado de D. Dinis, veio para Portugal ensinar a arte de navegar”.
A responsável acrescenta ainda que “o edifício integra um empreendimento de turismo em espaço rural que proporciona aos visitantes a oportunidade de experienciar a vida numa quinta tipicamente transmontana, do distrito de Bragança”.
A capela é, também, um elemento de destaque, com o seu “notável retábulo-mor rocaille, em talha dourada e policromada”, como descreve a decisão da classificação, salientando que “merece também referência o jardim, igualmente de risco erudito e requintado, que constitui um espaço de lazer hoje particularmente raro em Trás-os-Montes”.
“Para além do seu valor arquitetónico e artístico, o “Solar das Arcas” configura ainda um suporte de memória privilegiado da organização social do antigo regime e das vivências da nobreza rural, onde os visitantes têm oportunidade de realizar algumas atividades agrícolas tradicionais e de usar a área de caça, proporcionando assim bons momentos de lazer a todos que por aqui passam”, afirma Francisca Pessanha.
São igualmente importantes para a decisão do Governo “o grau de autenticidade dos edifícios e a ligação matricial, histórica e paisagística que o solar conserva com a envolvente, nomeadamente com os terrenos agrícolas limítrofes”.
Atualmente, o Solar das Arcas está aberto ao público sob a forma de uma magnífica Quinta de Turismo Rural composta por Apartamentos T0 e T2 “Mountain Deluxe”, jardins exteriores, piscina, pomar e horta biológica. O espaço foi redesenhado pelo arquiteto José Bernardo Távora e está inserido numa paisagem envolvente de natureza agrícola e florestal ainda em produção, a qual é possível visitar mediante marcação.
Portugal foi o país escolhido para esta surpresa da marca.
Fãs da FILA, juntem-se. A marca decidiu abrir a sua primeira loja em nome próprio na Europa, tendo escolhido Portugal como o país para se iniciar nesta nova aventura. Localizada num dos maiores espaços comerciais do país ao ar livre, o Freeport, em Alcochete, na nova loja FILA podem encontrar várias coleções e as peças mais exclusivas no mesmo espaço.
Mesmo em frente à farmácia Alcochete, a loja da marca conta com uma área de mais de 150 m2 e promete ter em exposição todos as peças favoritas que os fãs da FILA conhecem. Poderão contar com o melhor das coleções de vestuário, calçado e acessórios para homem, mulher e criança e ainda produtos de beleza, roupa interior ou acessórios de fitness, tudo num só local.
O horário de funcionamento é de segunda à sexta, das 10h às 21h, e aos sábados e domingos das 10h às 13h.
Estará disponível em exclusivo na Amazon Prime Video.
Diego Maradona já não está cá para ver, mas decerto ficaria muito orgulhoso do que está aí para vir. No final de 2021, vai estrear na Amazon Prime Video uma série biográfica dedicada ao lendário futebolista.
Maradona: Blessed Dream vai mostrar os triunfos e desafios do lendário futebolista, numa produção que demorou anos a ser construída. Com 10 episódios de uma hora cada, cada episódio irá captam os momentos chave da vida e carreira profissional do astro argentino.
Maradona: Blessed Dream é protagonizada por Nazareno Casero, Juan Palomino e Nicolás Goldschmidt, que interpretarão Diego Armando Maradona ao longo da sua vida e prolífica carreira; desde o seu humilde começo em Fiorito no seu país natal, Argentina, até à sua carreira como futebolista em Barcelona e Nápoles. Além disso, a série mostrará o seu papel chave na vitória da sua seleção nacional no Mundial de Futebol no México em 1986.
No elenco destacam-se ainda Julieta Cardinali, Laura Esquivel, Mercedes Morán, Pepe Monje e Peter Lanzani.
A série é liderada por Alejandro Aimetta enquanto showrunner e realizador dos episódios filmados na Argentina, México e Uruguai. Aimetta é também um dos argumentistas da série juntamente com Guillermo Salmerón e Silvina Olschansky. Roger Gual e Edoardo De Angelis realizaram os episódios rodados em Espanha e Itália, respetivamente.
Maradona: Blessed Dream deverá estrear no final de 2021.
O serviço de delivery continua a expandir-se no território nacional.
Recentemente, a Bolt Food passou a funcionar em toda a linha da Grande Lisboa, desde Moscavide até Cascais. Agora, o serviço acaba de ficar disponível em toda a linha de Sintra.
“Sintra é o segundo concelho do país com mais habitantes, a seguir a Lisboa, por isso faz todo o sentido que a Bolt Food fique disponível também nesta área, permitindo levar as refeições preferidas dos portugueses a sua casa, de forma fácil, rápida e segura”, explica David Silva, responsável pela Bolt em Portugal.
Além da taxa de entrega gratuita até um raio de 4 km de distância entre a habitação e o restaurante, durante os próximos dias, vários estabelecimentos terão ainda descontos específicos, tais como compre um leve dois, ou até mesmo menus completos com até 30% de desconto. Pizza Hut, Pans & Company, Portugália e KFC são alguns dos restaurantes onde será possível encomendar comida e usufruir das campanhas promocionais.
Todas as entregas da Bolt Food podem ser realizadas sem qualquer tipo de contacto com o cliente, sendo possível especificar na aplicação o local onde o estafeta poderá deixar a comida.
Recentemente, a Subway deu a conhecer um novo posicionamento da marca com o Better for you, que procura dar as melhores opções para todos os gostos, restrições ou regimes alimentares, garantindo que, se um grupo de amigos encomendar ou for a um restaurante Subway, todos podem encontrar uma opção que se adeque ao que procura.
Dito isto, os vegans, vegetarianos e flexitarianos têm novas razões para ir a um restaurante Subway graças aos dois novos produtos da marca: a Cookie Vegan Duplo Chocolate e a Sub T.L.C. Teriyaki. Basicamente, a diferença está no facto de, como seria de esperar, as novidades no menu não contarem com ingredientes de origem animal. Por exemplo, com a Sub T.L.C. Teriyaki, a Subway promete 0% de carne, mas 100% do sabor.
Ambos os produtos custam o mesmo que a sua opção não-vegan. A Cookie Vegan Duplo Chocolate duplo tem um custo de 0,85€ (ou 2,20€ por um pack de três) e a Sub de Vegan T.L.C. custa 4,20€ por uma sub de 15cm e 6,70€ para 30cm, sendo todos os outros ingredientes escolhidos pelo cliente na hora, desde o pão acabado de cozer aos vegetais cortados diariamente no restaurante.
Em Portugal, o número de adeptos do vegetarianismo tem crescido exponencialmente, apontando o último estudo (datado de 2017) para um crescimento de 400% na década que o antecedeu e um aumento de 318% dos estabelecimentos que vendem produtos alimentares vegetarianos.
Sobrevivam à imensidão no espaço neste novo jogo de sobrevivência.
Não é fácil encontrar alguma originalidade no mundo da sobrevivência. Depois de mais de oito anos de popularidade, o género parece estar simultaneamente esgotado e banhado numa deliciosa criatividade que ainda nos consegue surpreender, mas para onde ir depois de visitarmos o futuro, mundos quadriculados, a Idade Média ou até universos fantasiosos? Para a RedRuins Softworks, a resposta foi simples: vamos para o espaço. Mas a viagem não foi para planetas já conhecidos, como em Memories of Mars, ou para sistemas solares longínquos, como No Man’s Sky, mas sim para o mais literal espaço. Para o vazio e infinito espaço. Sejam bem-vindos a Breathedge.
Nesta aventura espacial, somos um astronauta que se vê preso nos confins do espaço após um acidente inesperado. Com a sua nave destruída, sem ajuda ou sobreviventes mais próximos, a missão deste astronauta encalhado é a de sobreviver perante todas as adversidades à medida que explora os destroços da nave, constrói novos utensílios e procura uma fuga possível. Vocês já conhecem esta fórmula.
A ação passa-se quase sempre no exterior, no espaço sideral, onde temos de navegar o nosso astronauta através de resquícios da civilização à medida que recolhemos todos os itens e recursos necessários para a sua sobrevivência. Apesar do seu foco numa campanha mais linear e assente no humor, Breathedge segue a fórmula tradicional do género, onde somos obrigados a vasculhar todos os recantos deste mundo de destroços em busca de planos e materiais para construir as armas e ferramentas que nos permitem avançar na campanha.
A sua linearidade é aparente não só pela narrativa, que é munida de um sentido de humor completamente descartável, mas também das etapas que temos de enfrentar para avançar. Existe sempre um entrave, ora uma zona poluída, ora a ausência de um equipamento que nos permite visitar outros segmentos da nave destruída. Estamos constantemente a parar e a avançar, e sentimos que somos levados à mão num mundo onde as regras de construção – e, arrisco-me a dizer, de lógica – nem sempre são aparentes, como a noção de que itens precisamos para construir algo e como encontrá-los.
Esta progressão é, na minha honesta opinião, prejudicada pelo humor e pela falta de explicações dentro e fora da campanha. Para a RedRuins Softworks, tudo é uma piada fácil, algo que me enervou completamente quando me apercebi que não só os menus não eram muito fáceis de navegar, como as descrições dos itens mantinham a tendência para a comédia. Para mim, não resultou, antes pelo contrário, Breathedge cansou-me. Se aliarmos esta falta de noção e de ritmo com o mapeamento insatisfatório dos botões, a limitação demasiado severa do oxigénio durante as primeiras horas – onde parece que só podemos explorar durante um ou dois minutos antes de regressarmos à nossa base – e a repetição constante de ações percebemos que Breathedge não é um futuro clássico do género, mas sim uma boa ideia mal conceptualizada.
Mas existe aqui potencial e a ideia de explorarmos uma nave destroçada é interessante e até tensa. Imaginem-se perdidos no espaço e sem grandes recursos, onde a ajuda mais próxima está a anos de luz. Estão sozinhos, mas têm recursos à vossa volta que permitem-vos agarrar uma nova oportunidade de se manterem vivos. Esta premissa tem imenso potencial e a jogabilidade, fora dos menus, é satisfatória o suficiente para erguer os alicerces desta aventura espacial, onde destaco ainda o estilo retro futurista e soviético dos equipamentos e tecnologia. As bases estão lá, só lhe faltava ser mais divertido.
Breathedge poderá ser uma distração momentânea caso procurem uma aventura ligeiramente diferente do normal. Talvez até apreciem o seu humor forçado, mas saí pouco impressionado com o resultado final. O género de sobrevivência está sobrelotado e depois de experimentar ofertas mais aliciantes no PC, como Medieval Dynasty e Valheim, é difícil ficar impressionado com o que este passeio espacial tem para oferecer. No entanto, podem contar com dezenas de horas de jogo e quatro modos de campanha, onde podem focar-se só na sobrevivência ou na estória de Breathedge. A escolha é vossa, mas tenham muito cuidado com os bugs constantes.
Disponível para: PC, Xbox One, PlayStation 4 e Nintendo Switch Jogado na PlayStation 4 Cópia para análise cedida pela HypeTrain Digital.
E não será uma edição qualquer, até porque o WOOL celebra uma década de existência.
O WOOL | Covilhã Arte Urbana apresenta-se como resultado direto de duas paixões (Arte Urbana e a Covilhã) partilhadas por um grupo informal de cidadãos que, em 2011, sonhou e desenhou este projeto e o submeteu aos Apoios Pontuais da Direcção Geral das Artes, ambicionando descentralizar a Cultura e apresentar o 1.º festival destas expressões de Arte Contemporânea em solo português, introduzindo-as como ferramentas capazes de promover, inegavelmente e desejavelmente, transformação social, cultural, económica e/ou turística numa comunidade e território, especificamente do Interior, aspirando a sua crescente coesão e sustentabilidade.
Volvidos 10 anos, que o WOOL celebra neste 2021, é, no entanto, possível observar inúmeras ações paralelas ao mesmo, em novas geografias e formatos, dirigidos a distintas (e inclusivamente inusitadas) faixas etárias, confirmando o valor da Arte Urbana enquanto instrumento de construção, reabilitação e valorização dos valores fundamentais da cidadania.
Após esta década, é também possível confirmar o papel distintivo e único do WOOL na promoção e projeção da Arte Urbana Portuguesa, dentro e fora das nossas fronteiras. Foi este o projeto responsável pela curadoria das comitivas de artistas portugueses que pela 1.ª vez integraram reconhecidos projetos internacionais como o Tour Paris 13 (Paris, 2013) e Djerbahood (Tunísia, 2014). Foi, também, o WOOL o projeto nacional convidado pela Google para ilustrar e engrandecer o lançamento do Google Art Project / Google Arts & Culture para todo o território português (2015).
Recentemente, porque a missão do WOOL de descentralização da cultura e de inclusão e coesão social e territorial através da Arte e da Cultura nunca estará concluída, mas em constante renovação, o projeto associou-se ao NEST | Centro de Inovação do Turismo para o desenvolvimento da Talk2me Platform, que através da tecnologia bot messenger e a leitura de um QR Code, permite que cada visitante possa conversar directamente e a qualquer momento (e em total segurança) com os 36 murais e instalações que habitam o centro histórico da cidade da Covilhã.
Esta, que será assumidamente uma nova forma de descoberta do WOOL, é para a organização uma atualização (certeira) dos objetivos iniciais, em que ambicionava ‘ocupar’ as ruas da cidade da Covilhã com Arte, tornando esta acessível a todos, democratizando-a, e desta forma promovendo um despertar e interesse da comunidade para a Cultura e Arte e uma desejável ocupação e transformação de toda esta região.
Assumindo a responsabilidade do terminus e começo de uma nova década de atuação, o WOOL apresenta uma nova identidade com autoria do estúdio Naïf, que nos convida a pensar esta marca da Covilhã na forma de um “símbolo único e identificador, capaz de representar tanto os últimos 10 anos do festival, como as suas futuras edições. Um símbolo representativo do WOOL que nos fala de todos os elementos que lhe dão carácter: a Covilhã, a neve, a serra da estrela, a arte e a tinta, os lanifícios, o dinamismo, o encontro e a partilha”, também explanados no seu manifesto.
Este 2021 de celebração apresenta, também, uma programação mais musculada, no espaço e tempo, com mais de 40 iniciativas a decorrer de 26 de junho a 4 de julho, entre as quais se destacam as residências artísticas já em realização (fotografia e desenho), a sonorização do centenário filme Covilhã Industrial, Pitoresca e seus arredores (Artur Costa de Macedo, 1921) pelos First Breath After Coma, uma intervenção mural do Colectivo Licuado (Uruguai) que celebra os 140 anos da 1.ª Expedição Científica à Serra da Estrela (Sociedade de Geografia de Lisboa, 1881) e o lançamento do livro WOOL | 2011-2021, que irá integrar a história destes 10 anos, textos de carácter científico redigidos por personalidades das áreas da Arte, Arquitectura e Turismo e testemunhos dos artistas.
Pretende-se facilitar o acesso a plataformas de conhecimento.
São clientes Vodafone, têm 30 anos ou menos e estão em situação de desemprego? Então há uma nova iniciativa que devem conhecer. A partir de hoje podem aceder à iniciativa Jobseekers.connected, cujo objetivo passa por disponibilizar e facilitar o acesso a plataformas de conhecimento, de forma a que estes jovens possam desenvolver as suas competências, bem como ter acesso a plataformas de desenvolvimento que os auxiliem na procura de ofertas de emprego.
A Vodafone acredita que a conetividade é fundamental para que todos tenham acesso às mesmas oportunidades e, no âmbito do Jobseekers.connected, vai oferecer 10GB de dados móveis, disponíveis para qualquer seu cliente móvel particular que se encontre dentro dos critérios de elegibilidade.
Os clientes Vodafone que aderirem a esta iniciativa terão acesso à plataforma de conhecimento Udemy, com mais de 700 cursos online gratuitos, que contribuirão para o desenvolvimento das suas competências, permitindo ampliar os seus conhecimentos e habilidades em diferentes áreas, nomeadamente no uso de tecnologias digitais.
Entre as inúmeras consequências sociais provocadas pela atual pandemia, o aumento da taxa de desemprego foi uma delas, sobretudo nas camadas mais jovens. De acordo com os dados publicados pelo Instituto Nacional de Estatística (INE), PORDATA, em fevereiro de 2021, a taxa de desemprego no grupo etário com menos de 25 anos em Portugal foi de 22,6% em 2020.
Apesar de ser muito melhor jogar futebol ao ar livre e na companhia de amigos, quando isso não é possível, ou recorremos aos videojogos… ou a apostas online.
O futebol é um desporto coletivo conhecido mundialmente que é disputado entre dois grupos de onze (11) jogadores cada um. O jogo é controlado por um árbitro principal e dois (2) árbitros assistentes, tendo a função de “gerir” o jogo de modo a que as regras sejam seguidas corretamente.
O futebol é amplamente considerado o desporto mais popular do mundo inteiro, sendo praticado por cerca de duzentos e setenta (270) milhões de pessoas.
E apesar de o futebol ser jogado ao ar livre, há também a possibilidade de o fazer virtualmente, seja com videojogos ou, então, com apostas online, neste caso em específico através de várias plataformas interativas com mais de mil e quinhentas (1.500) partidas de futebol para assistir a qualquer hora e em qualquer lugar do mundo inteiro.
Hoje em dia existem muitas plataformas online que oferecem aos fãs desta modalidade uma opção para desfrutar da emoção destes jogos dos campeonatos de futebol e, ao mesmo tempo, tentar conseguir algum rendimento extra, por exemplo com as apostas Betway.
É muito melhor jogar futebol ao ar livre e na companhia de amigos
No entanto, é muito melhor jogar futebol ao ar livre e na companhia de amigos… a não ser que apanhem dias frios ou chuvosos pela frente. Nesse caso, o melhor que têm a fazer é mesmo virarem-se para o mundo do futebol online e acompanharem os jogos ao minuto. Podem, também, virar-se para as apostas Betway, que poderão dar-vos algum divertimento extra, ou, então, experimentar opções de casino bónus sem depósito.
Porém, para poderem jogar futebol, seja ao ar livre ou através das plataformas interativas online, é preciso entender um pouco mais sobre a modalidade, especialmente compreender as suas regras, e também é importante ter alguma noção das suas origens.
O futebol é um desporto jogado com uma bola que deve ser movida com qualquer parte do corpo (exceto braços ou mãos), mas principalmente com os pés (daí o nome), ao longo de um campo de jogo que tem forma retangular, com erva natural ou artificial, com uma baliza em cada lado oposto do campo. O objetivo do jogo é introduzir a bola na baliza ou, como se diz, marcar um golo; e a equipa que atingir o maior número de golos no final da partida, com uma duração de noventa (90) minutos, é a vencedora.
Embora a humanidade jogue futebol há mais de três mil (3.000) anos, a versão moderna do desporto surgiu em Inglaterra. Contudo, a sua popularidade não foi instantânea uma vez que foi banida, pois era vista como uma distração pra a prática de arco e flecha, um excelente exercício de guerra que beneficiou o reino.
Recentemente, TOMM¥ €A$H lançou um EP em que se rodeia de nomes como $uicideBoy$, Diplo, BONES, Riff Raff e Eldzhey.
Há mais um concerto para ver em 2022, pensado para os amantes de hip-hop. Trata-se do rapper TOMM¥ €A$H, que vem a Portugal no próximo ano, mais precisamente a 30 de março, altura em que irá subir ao palco do Lisboa ao Vivo.
Foi em 2014 que este rapper e artista visual lançou o seu álbum de estreia, Euroz Dollaz Yeniz, imediatamente seguido por novos singles e colaborações de sucesso como “Delicious” de Charli XCX e “Who” de Modeselektor.
Já no início deste mês, TOMM¥ €A$H partilhou MONEYSUTRA, EP em que se rodeia de nomes como $uicideBoy$, Diplo, BONES, Riff Raff e Eldzhey.
Quanto aos bilhetes para o concerto, são postos à venda esta sexta-feira, dia 23 de abril, na BOL e locais habituais por 25€.
Um clássico esquecido regressa ao PC com uma remasterização a cargo da Nightdive Studios.
Não é fácil voltar atrás. Por mais que nos enganemos e por mais que as saudades apertem, não é tão fácil regressar aos videojogos da nossa infância e adolescência quanto pensamos. Os óculos da nostalgia nem sempre funcionam, e se um filme consegue resistir facilmente à passagem do tempo, os videojogos já são mais propícios a uma enorme falta de comunicação geracional, com mecânicas, decisões e filosofias de design a chocarem violentamente com as tendências atuais. O tempo é cruel.
Conheci Shadow Man em 2000, há 21 anos atrás. Em 2000, tinha apenas 13 anos, uma PlayStation e um amor incondicional por RPG, mas o título da Acclaim fascinou-me. A sua jogabilidade aproximava-o de um Legacy of Kain: Soul Reaver e de Tomb Raider, pelo menos num primeiro contacto, e a sua arte mórbida, inspirada pela banda desenhada do mesmo nome – criada por Jim Shooter, Steve Englehart e David Lapham –, era tão assustadora como intrigante. Mas Shadow Man foi confuso, difícil e quase sempre desorientador devido ao seu sistema de navegação e desbloqueio de novas zonas – que está associado ao número de Dark Souls que encontramos. Em pouco tempo desinteressei-me, senti que o jogo me tinha vencido e passei à frente. 21 anos depois, aqui estou eu, exatamente no mesmo local, neste mundo de anjos e demónios, de vudu e lendas mitológica.
Como podem prever, não sabia o que ia reencontrar em Shadow Man Remastered, agora a cargo da Nightdive Studios: se uma nova experiência, que seria enaltecida pelos meus anos de experiência, ou a mesma aventura confusa, desorientadora e pouco acessível que tinha encontrado em 2000. Para minha surpresa, os óculos da nostalgia foram atirados pela janela fora e deparei-me com um delicioso jogo de ação e aventura que, anos depois, continua a ser visualmente marcante e com uma estrutura pouco linear.
Para todos os efeitos, é o mesmo Shadow Man que me enlouqueceu há tantos anos atrás, mas o polimento da Nightdive Studios deu uma segunda vida a este clássico. Os cenários estão mais apurados, as cores mais vivas e a alta definição revitalizou os modelos algo poligonais de Shadow Man e companhia. A iluminação também foi melhorada e as partículas funcionam melhor em contraste com os cenários escuros, livres do aspeto lamacento das consolas de 32 bits. A jogabilidade também parece ter recebido algumas melhorias, mas não sei até que ponto é verdade. A minha experiência com o jogo foi tão negativa que recordo-me de achar os controlos muito complexos e difíceis de utilizar, mas, nesta versão remasterizada, dominei rapidamente este elo perdido entre os “tank controls” e os títulos de ação na primeira pessoa, que viriam a popularizar-se na geração seguinte. Uma surpresa agradável em todos os sentidos e a Nightdive Studios parece continuar a surpreender nestes relançamentos.
A estrutura e foco na exploração surpreenderam-me. Não me recordava que Shadow Man apresentava tantos caminhos alternativos e alguma liberdade de escolhas no que toca à progressão da campanha. A abertura de portais, que dão acesso a novas zonas, está restrita à recolha de Dark Souls – almas especiais que funcionam também como colecionáveis–, mas senti que existia sempre espaço para explorar e descobrir novos caminhos. A ação divide-se quase em duas partes: no Deadside, onde decorre a maioria da campanha, e o mundo normal – também denominado como Liveside. Se, em Deadside, Shadow Man tem acesso a várias armas e habilidades, tal como a sua inabilidade para morrer, já no quotidiano as suas habilidades são muito mais limitadas e senti que a ação focava-se muito mais na navegação dos níveis e na resolução de puzzles. Não tem a complexidade das aventuras de Lara Croft, mas existem muitos segredos para encontrarem.
Shadow Man Remastered é um jogo difícil de recomendar para os jogadores que falharam o seu lançamento original, mas é uma janela nostálgica para uma época de experimentação na indústria. As aventuras em 3D ainda estavam a encontrar o seu estilo e mecânicas, e parecia que existia muito mais uma aposta nas ideias e no ambiente dos videojogos do que propriamente numa solidez no design destas experiências. Com uma remasterização sólida e um preço muito convidativo, de 16,79€ (e está em promoção até 22 de abril, por 12,59€), não descartem Shadow Man.
Disponível para: PC. Em breve na Xbox One, PlayStation 4 e Nintendo Switch. Jogado no PC. Cópia para análise cedida pela Uberstrategist.
Pensado a longo prazo, é a primeira vez que Portugal tem um Plano Ferroviário Nacional. O investimento estimado é de 10 mil milhões de euros.
Espera-se que fique totalmente definido num ano e envolverá várias fases, incluindo uma participação pública. Só depois irá ao Parlamento para que passe a ser lei. Assim é o Plano Ferroviário Nacional, que foi hoje apresentado publicamente.
Com um custo estimado de 10 mil milhões de euros, o financiamento é, para já, do quadro financeiro plurianual para 2021‑2027, que inclui a modernização da Linha de Cascais, da Linha de Sintra, bem como a primeira fase da nova ligação de alta velocidade entre Lisboa e Porto e Porto-Vigo.
Para a Linha de Cascais é necessário um investimento de 70 milhões de euros, enquanto que, para Sintra, estão orçamentados 110 milhões de euros até 2026. Lisboa e Porto contarão com um orçamento de 4.500 milhões de euros, sendo que a eletrificação de toda a rede até 2025 representa um investimento de mil milhões de euros.
Um de entre os vários objetivos do Plano Ferroviário Nacional é ter ligação ferroviária a todas as capitais de distrito, sendo que Bragança, Vila Real e Viseu não têm comboio.
Pedro Nuno Santos, Ministro das Infraestruturas e da Habitação, disse na sessão de apresentação que, com as linhas de alta velocidade, “a viagem entre Leiria e Lisboa poderá ser feita em 35 minutos” e a “potencialidade do aeroporto Sá Carneiro será aumentada com a linha entre o Porto Vigo”, na Galiza. Todavia, estas linhas “não são só para servir o litoral”, apontado o objetivo de “tirar uma hora na viagem de Lisboa à Guarda”, e os comboios poderão atingir os 300 km por hora no corredor sul.
Em cima da mesa está ainda a ligação dos terminais de mercadorias aos portos terminais logísticos.