Plano Ferroviário Nacional quer ligar todas as capitais de distrito e cidades com mais de 20.000 habitantes

Pensado a longo prazo, é a primeira vez que Portugal tem um Plano Ferroviário Nacional. O investimento estimado é de 10 mil milhões de euros.

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Espera-se que fique totalmente definido num ano e envolverá várias fases, incluindo uma participação pública. Só depois irá ao Parlamento para que passe a ser lei. Assim é o Plano Ferroviário Nacional, que foi hoje apresentado publicamente.

Com um custo estimado de 10 mil milhões de euros, o financiamento é, para já, do quadro financeiro plurianual para 2021‑2027, que inclui a modernização da Linha de Cascais, da Linha de Sintra, bem como a primeira fase da nova ligação de alta velocidade entre Lisboa e Porto e Porto-Vigo.

Para a Linha de Cascais é necessário um investimento de 70 milhões de euros, enquanto que, para Sintra, estão orçamentados 110 milhões de euros até 2026. Lisboa e Porto contarão com um orçamento de 4.500 milhões de euros, sendo que a eletrificação de toda a rede até 2025 representa um investimento de mil milhões de euros.

Um de entre os vários objetivos do Plano Ferroviário Nacional é ter ligação ferroviária a todas as capitais de distrito, sendo que Bragança, Vila Real e Viseu não têm comboio.

Pedro Nuno Santos, Ministro das Infraestruturas e da Habitação, disse na sessão de apresentação que, com as linhas de alta velocidade, “a viagem entre Leiria e Lisboa poderá ser feita em 35 minutos” e a “potencialidade do aeroporto Sá Carneiro será aumentada com a linha entre o Porto Vigo”, na Galiza. Todavia, estas linhas “não são só para servir o litoral”, apontado o objetivo de “tirar uma hora na viagem de Lisboa à Guarda”, e os comboios poderão atingir os 300 km por hora no corredor sul.

Em cima da mesa está ainda a ligação dos terminais de mercadorias aos portos terminais logísticos.

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