Dead Space pode regressar num remake

Os estúdios da EA podem revelar o projeto em breve.

Na lista de segredos mais mal-escondidos da indústria dos videojogos, podemos adicionar Dead Space, que aparentemente vai regressar em breve de alguma forma. Segundo o insider Jeff Grubb, do portal GamesBeat, através dos seus vários podcasts, os estúdios da Electronic Arts, em particular a EA Motive, estão a preparar um novo Dead Space, algo que a Eurogamer internacional e o portal Gematsu confirmaram.

Segundo informações mais atuais, esse regresso será em forma de um completo remake, na tentativa de ressuscitar a saga que teve direito a três jogos, entre 2008 e 2013, com o original a ser aclamado por muitos críticos e jogadores como um dos melhores videojogos de sempre.

As novas informações fazem uma comparação ao trabalho da Capcom nos seus remakes de Resident Evil 2 e 3, que redesenharam as experiências originais, com nova perspetiva, mecânicas, visuais e um arranjo diferente dos pontos principais das suas histórias.

Dead Space foi criado pela Visceral Studios, um dos estúdios da EA que foi fechado em 2017 depois de trabalhar nesta série, em Army of Two e em Battlefield. O novo remake será desenvolvido pela EA Motive, que mais recentemente nos trouxe Star Wars: Squadrons, mas para termos a certeza que este é um projeto real, vamos ter que esperar mais algum tempo. No fundo, até que a Electronic Arts o apresente oficialmente.

Dying Light 2 recebe um novo trailer de jogabilidade aterrorizante

Zonas escuras, zombies e ação furtiva são os destaques do novo vídeo de Dying Light 2.

Após muito tempo em silêncio, a Techland lá se prepara para nos trazer Dying Light 2, já no final deste ano. Mas enquanto esperamos, a produtora polaca revelou mais um trailer de jogabilidade extremamente tenso, mostrando-nos um pouco da atmosfera horrorizante do jogo quando explorarmos zonas mais sombrias e infestadas de zombies.

Na chamada Dark Area, o jogador tem que medir a calma e urgência em fugir de lá, ao mesmo tempo que tenta ao máximo evitar zombies, ou tornar-se num a pouco e pouco, enquanto respira o ar infetado.

A Techland dá-nos assim a conhecer também vários tipos de inimigos infetados, como as Sleeping Beauties, que o jogador tem que evitar fazendo pouco barulho e ações bruscas; os Revenants, criaturas lentas, mas muito fortes; os Banshee, que são rápidos, ágeis e tóxicos; e por fim temos os Volatile, os mais perigosos de todos que vão por os jogadores a darem uso ao seu instinto de parkour.

Dying Light 2 é um jogo cross-gen com lançamento no PC, PlayStation 4, PlayStation 5, Xbox One e Xbox Series X|S, a 7 de novembro.

Ghost of Tsushima Director’s Cut chega com novos conteúdos em agosto

Totalmente adaptado para a PlayStation 5 e com uma nova expansão.

Está na hora de regressar a Tsushima, não com uma sequela do aclamado jogo da PlayStation, mas com uma edição aumentada do jogo desenvolvido pela Sucker Punch.

Depois de uma pequena fuga de informação, os estúdios da PlayStation revelaram Ghost of Tsushima Director’s Cut, uma edição aumentada do jogo de 2020 para a PlayStation 4 e PlayStation 5, que conta com muitas novidades para os fãs e até para quem ainda não se lançou à aventura.

As novidades de Ghost of Tsushima Director’s Cut são várias. Com o jogo original incluído, vamos poder contar com uma expansão que nos leva a outra ilha, Iki, que foi também invadida durante os eventos do jogo original. Esta nova localização vai expandir a jornada de Jin, com mais história e ameaças a nível pessoal, obrigando o nosso herói a reviver momentos traumáticos do seu passado.

Além do conteúdo adicional, o jogo conta com melhorias técnicas, como a muito pedida sincronização facial das personagens para o idioma japonês durante as cinemáticas. Mas mais importante será a otimização nativa para a PlayStation 5, com texturas e resoluções 4K, modos de desempenho, suporte de áudio 3D e vantagens hápticas para o DualSense. Anteriormente, Ghost of Tsushima já tinha algumas melhorias na PlayStation 5, mas, assim, promete ficar ainda melhor.

Além da nova versão do título, os jogadores que já o tenham irão receber algumas melhorias de forma gratuita através de uma atualização e poderão transferir o seu progresso para Ghost of Tsushima Director’s Cut.

Quem tiver a versão original do jogo poderá atualizar e receber os novos conteúdos através da atualização paga, por 19,99€, na versão PlayStation 4, ou para a versão PlayStation 5, por 29,99€, a partir do dia 20 de agosto. Já os que comprarem a Ghost of Tsushima Director’s Cut para a PlayStation 4 poderão, quando quiserem, atualizar para a versão da PlayStation 5 por 9,99€.

Ghost of Tsushima Director’s Cut chega às consolas PlayStation a 20 de agosto por 59,99€ para a PlayStation 4 e 69,99€ para a PlayStation 5.

Evangelion 3.0+1.01 vai finalmente chegar com estreia na Amazon Prime Video

Os fãs ocidentais vão finalmente poder assistir ao final da aclamada saga de anime.

Quase nove anos depois, Evangelion vai finalmente chegar ao fim para o público ocidental. Depois de uma longa produção e atrasos causados pela COVID-19, a última longa-metragem da aclamada saga de anime Evangelion tem agora data de estreia marcada para 13 de agosto, com a ajuda da Amazon.

O estúdio de animação Khara revelou no seu site oficial que Evangelion 3.0+1.01 Thrice Upon a Time será lançado no Amazon Prime Video em 240 países, com a exceção do Japão, onde o filme já teve estreia nos cinemas no início do ano.

Além do último filme, a Khara convida os fãs e os curiosos a conhecerem a Rebuild Saga de Evangelion, com os filmes Evangelion 1.11 You Are (Not) Alone, Evangelion 2.22 You Can (Not) Advance e Evangelion 3.33 You Can (Not) Redo, disponíveis também no serviço de streaming da Amazon.

Esta quadrologia é um recontar da série original de 1996 que, além de oferecer uma nova animação que mistura técnicas tradicionais com elementos computorizados, remistura a histórias original, as suas personagens e mitologias, com uma narrativa completamente nova, apesar de ter o mesmo ponto de partida.

A PlayStation Studios acolhe mais um estúdio com a Nixxes Software

A Nixxes Software tem especialidade na conversão de jogos para PC.

Depois de acolher a Housemarque no início desta semana, a PlayStation revela mais um novo membro da sua família: o estúdio holandês Nixxes Software.

Em comunicado, com esta aquisição a Nixxes Software passa a trabalhar de forma imediata juntamente com a PlayStation, de modo a ajudar a entregar ferramentas para facilitar o desenvolvimento dos seus jogos.

Ao contrário de outras aquisições, a Nixxes Software não se foca no desenvolvimento de jogos na mesma capacidade que um estúdio, mas trabalha no desenvolvimento de ferramentas, no design e, mais importante, na conversão de jogos para PC, algo que faz parte dos novos planos da PlayStation em entregar as suas experiências a novos públicos, como já tivemos recentemente com Horizon Zero Dawn e Days Gone.

No seu currículo, a Nixxes Software conta com uma relação muito próxima com a Square Enix e a Crystal Dynamics, que resultou na conversão de jogos para PC como os mais recentes Tomb Raider, Deus Ex e Marvel’s Avengers.

Control vai receber um spin-off multijogador

O universo da Remedy vai continuar com novos projetos conjuntos com a 505 Games.

Em breve, vamos poder colocar as nossas habilidades sobrenaturais de Control à prova numa nova experiência multijogador.

Numa publicação no seu blog, a Remedy Entertainment revelou o futuro de Control, que passa por um projeto assinado pela publicadora 505 Games.

No texto, ficamos a saber que as histórias do universo de Control, o aclamado jogo de ação na terceira pessoa lançado em 2019, vão ser expandidas com uma aparente sequela de altas produções e um spin-off multijogador, que até já tem um nome de código, chamado Project Condor.

Os detalhes são escassos, mas tudo aponta que seja um jogo cooperativo, com equipas de vários jogadores, com diferentes classes inspiradas nos inimigos e NPCs de Control, algo que podemos ver no primeiro concept art do jogo. Mikael Kasurinen, diretor desta nova saga, refere mesmo uma “experiência social e colaborativa“, capaz de elevar o jogo a sítios que são impossíveis numa experiência a solo.

control project condor

No que toca ao outro projeto, mais ambicioso e novamente a solo, Kasurinen não revela muito mais do que o simples reconhecimento de que existe, será de altas produções e que virá a seu tempo.

Control foi lançado em 2019 para PC e consolas e pode ser jogado atualmente na PlayStation 5 e Xbox Series X|S com melhorias visuais e de desempenho, na sua Ultimate Editon.

Análise – Teclado Mecânico Trust GXT 865 Asta Gaming

Surpreendente barato, robusto e satisfatório.

Quando os orçamentos são controlados e os valores de alguns produtos são mais modestos, há certas expectativas que nos ajudam a saber o que esperar dos ditos produtos. Mas por vezes há também surpresas, como foi o meu contacto com o teclado mecânico da Trust, o GXT 865 Asta.

No departamento de periféricos para jogos, a Trust pode ser vista como uma marca budget, ou de entrada, mas nem sempre significa que os seus produtos sejam inferiores à concorrência, e o GXT 865 Asta é um excelente exemplo disso. Encontrando-se à venda por cerca de 59€, promete ser uma excelente opção para jogadores de secretária e não só.

Num contacto inicial, o GXT 865 Asta causa uma excelente impressão. Primeiro porque se despe dos clichés estéticos deste segmento de produtos, através de um design bastante minimalista e sóbrio, e em segundo porque aparenta ser um equipamento extremamente sólido, robusto e construído com ótimos materiais de construção.

trust gxt 865 asta gaming review echo boomer 2

Na verdade, foi toda a sensação de produto premium que mais me surpreendeu no GXT 865 Asta: a sua robustez e peso permitem que o teclado não saia do sítio; temos um cabo entrelaçado de 180cm de alta qualidade; não há muito “branding” espalhado além de um pequeno logo no canto; e, por fim, a natureza deste teclado coloca-o à altura de outras soluções de marcas mais caras, sendo neste caso um teclado mecânico.

Se as primeiras impressões são ótimas, esse otimismo continua na sua utilização. Tirando partido de switches mecânicos vermelhos, proprietários da Trust, a sensação de teclar do GXT 865 Asta é ótima. Não muito rígida, nem muito suave, mas são de uma satisfação enorme, até porque o GXT 865 Asta consegue a proeza de não ser um teclado exageradamente barulhento, aproximando-se bastante da experiência de teclados de membrana, apesar de ainda sentirmos o “kick” das suas molas.

A Trust apresenta o GXT 865 Asta com teclas capazes de durar até 50 milhões de toques, com uma taxa de polling rate até 1000 hz e tempos de atuação na ordem dos 1ms. Não sendo profissional o suficiente para afirmar ou contestar estas características, o que posso dizer é que o GXT 865 Asta sente-se, de facto, rápido e até sensível, não sendo necessário carregar a fundo para registar o toque, graças a sistemas anti-ghosting para que não haja toques acidentais. Seja para escrever ou jogar, o GXT 865 Asta comporta-se extremamente bem, oferecendo uma experiência bastante natural. Outra vantagem destes switches é que as caps são de fácil remoção, com a pequena peça de auxílio ou apenas com os dedos, permitindo assim a personalização e a limpeza do teclado. O GXT 865 Asta conta ainda com uma série de ações secundárias, com recurso às combinações do atalho FN. Ao todo, temos 11 novas ações multimédia, fáceis de memorizar e sempre úteis.

A minha única e grande crítica com o GXT 865 Asta reserva-se apenas à personalização no que toca à iluminação. É uma nota pessoal, que neste caso limita um pouco a minha satisfação com o uso do teclado. Um dos extras do GXT 865 Asta é a iluminação das teclas que, como em outros equipamentos neste segmento, é de seis cores. Infelizmente, as cores são fixas, com cada cor para cada linha do teclado, e que, apesar dos diferentes padrões, não permitem grande flexibilidade de configuração ou o uso de apenas uma cor para o teclado inteiro. Como preferencialmente gosto de uma cor uniforme, ou abraço um dos padrões ou, então, desligo a iluminação, tornando a utilização do teclado difícil se estiver muito escuro.

Ainda assim, com esta nota menos positiva, o GXT 865 Asta é um fantástico teclado, tendo-me surpreendido bastante. Se pelas suas características base e pela sensação premium que evoca não fossem suficientes, o preço a ter em conta revela que não precisamos da última bolacha do pacote para ter um bom teclado nos nossos dedos.

Recomendado

Este dispositivo foi cedido para análise pela Trust.

A nova atualização de Ratchet and Clank: Rift Apart desbloqueia modo de 120Hz

Rift Apart pode correr ainda melhor nos ecrãs certos.

Ratchet and Clank: Rift Apart é a mais recente demonstração técnica e artística do potencial da PlayStation 5. Lançado no início de junho, o jogo chegou para deixar os jogadores e curiosos de queixo caído com os seus incríveis visuais e desempenho, apenas possíveis na nova geração.

No seu lançamento, o título já contava com vários modos de desempenho, um a 4K nativos com Ray-Tracing a 30FPS, outro de Desempenho a 60FPS com Ray-Tracing e um terceiro que apontava para o desempenho a 4K e 60FPS, mas sem Ray-Tracing. Agora, o jogo desenvolvido pela Insomniac Games recebeu uma actualização que oferece mais uma forma de jogar, que aposta na ultra fluidez apenas possível em ecrãs que suportem 120Hz.

ratchet and clank rift apart 120hz

Este modo de apresentação reduz o tempo de latência do jogo e dá-lhe um aspeto ainda mais suave em movimento. Com os 120Hz, a produtora aumentou também a taxa de atualização do jogo, operando assim a 40FPS, em vez dos tradicionais 30FPS, quando ativado juntamente com o modo de Fidelidade.

A atualização inclui ainda uma série de melhorias e opções, como a de desligar o efeito de dash, saltar cinemáticas, entre outras.

Ratchet and Clank: Rift Apart é um exclusivo PlayStation 5 e um dos melhores. Podem descobrir o porquê na nossa análise.

Final Fantasy Pixel Remaster chega ao PC e smartphones a 28 de julho

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As remasterizações dos Final Fantasy clássicos ganham data de lançamento.

Relevado durante a E3 2021, as remasterizações dos jogos clássicos de Final Fantasy têm agora lançamento marcado para o dia 28 de julho no PC (via Steam), dispositivos iOS e Android, com os três primeiros jogos.

Denominados como Final Fantasy Pixel Remaster, esta aposta conta com a preservação da arte original dos jogos, mas com resoluções maiores, adaptadas a ecrãs modernos, melhorias de jogabilidade, interfaces modernizadas, novos arranjos musicais e outros extras deliciosos para os fãs.

Para já, serão apenas Final Fantasy I, II e III a receber este tratamento, com os IV, V e VI a chegarem numa data mais tarde ainda por confirmar.

Os jogos podem ser adquiridos em bundle por 95,94€ (72,82€ em desconto atual) ou individualmente, por 11,99€ para os dois primeiros e 17,99€ para os restantes.

Série de The Last of Us para a HBO recebe uma nova adição ao elenco

Nico Parker junta-se à série para um papel muito importante.

A adaptação da HBO da aclamada série de jogos para a PlayStation da Naughty Dog, The Last of Us, viu agora o seu elenco crescer mais um pouco.

Segundo o portal Deadline, Nico Parker (mais conhecida pela sua presença na adaptação live-action de Dumbo), junta-se ao elenco já composto por Pedro Pascal (The Mandalorian) enquanto Joel, Bella Ramsey (Game of Thrones) enquanto Ellie, Gabriel Luna (Ghost Rider) enquanto Tommy e Merle Dandriege, que neste caso vai interpretar o mesmo papel que teve no jogo enquanto Marlene.

A jovem atriz irá interpretar um dos papéis mais importantes da saga, por razões que irão ficar no ar para quem não conhece a história dos jogos, enquanto a filha da personagem de Joel, Sarah.

The Last of Us para a HBO encontra-se atualmente em produção, com data de estreia ainda por revelar. Irá cobrir os eventos do primeiro jogo, com algumas diferenças adaptadas ao meio televisivo.

Município do Tabuaço convida turistas para umas férias no Douro com oferta de vouchers

Há três vouchers para ganhar.

Conhecido pela sua beleza natural, o Município de Tabuaço está com uma campanha que promete conquistar os turistas que estão com vontade de (re)visitar o Douro: oferta de vouchers.

Essencialmente, a campanha Não há duas sem três oferece três vouchers no valor combinado de 60€ a quem apresentar, na Loja Interativa de Turismo, localizada no Jardim Conde Ferreira, um comprovativo de reserva de uma estadia de duas ou mais noites numa unidade hoteleira no município até 31 de outubro.

Sendo três vouchers, fiquem a saber que um deles é de 40€, cuja utilização é para alojamento. Os outros dois são, naturalmente, de 10€ cada, para que possam usar na restauração e em artesanato ou compra de produtos locais. Os vouchers poderão ser redimidos até 31 de dezembro, em qualquer estabelecimento aderente, mediante reserva e reservado à disponibilidade dos mesmos.

Com esta campanha, que visa também revitalizar o comércio local, o Município de Tabuaço convida os turistas para umas férias à beira Douro vinhateiro, para conhecer e usufruir da gastronomia, artesanato e paisagens que tem para oferecer. Por lá poderão conhecer o Rijomax – o relógio mais completo do Mundo, a Granja do Tedo ou a Aldeia Vinhateira de Barcos, entre outras sugestões.

EU-4COVID. Esta plataforma prevê e acompanha a evolução do vírus por região

Escolher o local para férias ou apoiar decisões de tomada de medidas de controlo regional são as grandes mais valias da ferramenta.

Chega-nos por parte da empresa nacional Winning e permite acompanhar a dispersão e evolução nacional do vírus SARS-CoV-2 e ajudar a tomar medidas de controlo. Falamos da EU-4COVID, uma plataforma que permite ter uma análise semanal, com uma visão demográfica, complexa e dinâmica da dispersão da Covid-19, bem como um modelo do risco (probabilidade, suscetibilidade, perigosidade, vulnerabilidade e dano potencial).

Acedendo ao site, é possível selecionar a região pretendida e avaliar o estado. A ferramenta é gratuita e de acesso público e pode ajudar nas decisões simples de deslocação geográfica.

A Resolução do Conselho de Ministros (45-B/2020) de 22 de junho de 2020 delimita as zonas geográficas, ao nível da freguesia, que potencialmente registam o maior número de infeções. No entanto, estas decisões são tomadas com base na informação obtida diariamente pela Direção Geral de Saúde, ou seja, em cenários atuais do número de infetados sem ter em conta a população residente, medidas geométricas de distância, cenários caóticos ou preditivos os mesmo cartografia de risco. Esta resolução é apenas uma medida sanitária que visa conter o vírus numa determinada zona sem a adoção de modelos estatísticos.

Primeiro evento de balonismo do centro de Portugal acontece entre agosto e setembro

Vai mesmo acontecer.

Foi no passado mês de abril que falámos pela primeira vez no Voar na Beira Baixa, o primeiro evento de balonismo programado para acontecer no centro de Portugal. Na altura, a organização previa começar o evento a 30 de agosto, promovendo-o até 4 de setembro. Bom, vai mesmo acontecer.

Nas datas que referimos, entre 15 a 20 equipas de pilotos oriundos de vários países do mundo irão colorir os céus da Beira Baixa com gigantescos balões de ar quente, de várias formas e feitios, num inesquecível espetáculo de cor. Dezenas de balões de ar quente voarão sobre as estradas, os trilhos e as deslumbrantes paisagens, dos municípios da Comunidade Intermunicipal da Beira Baixa (CIMBB): Castelo Branco, Idanha-a-Nova, Oleiros, Penamacor, Proença-a-Nova e Vila Velha de Ródão.

Organizado pela CIMBB, com direção técnica da Windpassenger e o apoio de Cepsa Gás e da Renascença, o evento Voar na Beira Baixa será o “embaixador” da nova experiência que a Beira Baixa vai possibilitar a todos aqueles que visitam o seu território: conhecer a Beira Baixa a partir do céu num espectacular balão de ar quente.

Durante os seis dias do evento, os incríveis cenários montanhosos e planaltos de natureza imensa de Castelo Branco, Idanha-a-Nova, Oleiros, Penamacor, Proença-a-Nova e Vila Velha de Ródão, poderão ser explorados a bordo de vários balões de ar quente que irão sobrevoar este território ímpar e de beleza indescritível.

A Windpassenger, em articulação com a CIMBB, está preparada para, durante o evento, descolar os seus balões a partir de vários locais da Beira Baixa (os locais serão confirmados e comunicados na véspera do voo sempre em conformidade com a direção do vento). Já o balão com as cores da Beira Baixa estará presente nos seis concelhos, oferecendo a possibilidade de subir ao céu num voo cativo sem custos, todas as manhãs entre os dias 30 de agosto e 4 de setembro.

E porque o Voar na Beira Baixa é um evento inclusivo e diversificado, a CIMBB propõe um programa recheado de atividades para todas as idades e gostos. Para aqueles que preferem ususfruir da Beira Baixa com os “pés bem assentes na terra”, haverá caminhadas e passeios de bicicleta, entre outras animações de acesso gratuito.

O evento inclui ainda uma Rota Gastronómica, uma iniciativa que pretende apoiar os vários restaurantes locais e evitar, assim, a aglomeração dos participantes, num único espaço fechado.

As inscrições para os voos de balão de ar quente e restantes atividades iniciam-se hoje, através do site oficial.

Análise – Alex Kidd in Miracle World DX (PlayStation 4)

A antiga mascote da SEGA regressa dos mortos com um regresso à sua estreia na Master System, 35 anos depois.

Antes de Sonic the Hedgehog, Altered Beast e Ristar, quando a Master System ainda tentava encontrar um lugar na era dos 8 bits, a SEGA já ambicionava a criação de uma mascote capaz de fazer frente a Mario e à crescente popularidade da Nintendo. Mas Sonic estava longe de correr pelos loops de Green Hill Zone e na sua espera surgiu Alex Kidd, uma das mascotes mais peculiares do catálogo da gigante japonesa e protagonista de vários jogos de plataformas que se expandiram até à Mega Drive – onde viria a repousar durante décadas. O tempo nunca para e a nostalgia, como têm vindo a perceber ao longo das minhas análises, é uma máquina imparável. 31 anos depois, Alex Kidd está de regresso.

Agora a mando da Merge Games e da Jankenteam, a antiga mascote da SEGA não regressa com uma nova aventura, mas sim com um remake/remasterização da sua primeira aventura, in Miracle World, agora em alta definição, com um novo estilo visual e controlos melhorados que procuram transportar a série para o presente. Fora as melhorias visuais, que são incontornáveis, Alex Kidd in Miracle World, agora com DX no título, é exatamente o mesmo jogo com os mesmos níveis e os mesmos inimigos e os mesmos itens e o mesmo level design que conheceram em 1986. Para mim, isso é um problema. Confesso que nunca apreciei a série Alex Kidd, muito menos este clássico da Master System, mas para os mais saudosistas e apreciadores da franquia será certamente um regresso ao passado impossível de recusar.

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Mas o que torna Alex Kidd tão único no catálogo da SEGA, especialmente quando comparado a Sonic e até ao seu rival Mario? Para começar, Alex Kidd move-se através de níveis mais curtos, com a campanha a apresentar mais fases e uma maior variedade de cenários e monstros, mas mantendo o foco numa experiência rápida e assente na dificuldade extrema. Ao contrário de outros jogos de plataformas, Kidd não pode pular para cima dos seus inimigos para os eliminar, mas tem consigo não só um leque de itens, como o seu murro rápido. Nesta nova versão, os ataques estão finalmente mais equilibrados e os frames não são tão implacáveis como no original, onde parecia que tínhamos de estar posicionados no local certo à hora certa – e no pixel correto – para atacarmos sem sermos eliminados, mas a dificuldade continua presente e é frustrante perder o controlo de um Alex Kidd que ainda escorrega como se a sua vida dependesse disso.

Apesar da minha relação difícil com a série, gostei de reencontrar este clássico de cara lavada e não existem dúvidas que os novos sprites, iluminação e animação demonstram como a franquia poderá continuar a evoluir na atual geração. O que torna Alex Kidd tão atual não é o seu trabalho de maquilhagem ou a jogabilidade ligeiramente mais limada, mas sim a utilização de itens e de veículos ao longo da aventura. Com várias lojas disponíveis, que surgem sistematicamente entres duas ou três fases, podemos encontrar e recolher moedas que serão convertidas em itens que nos ajudam nos níveis mais complexos, abrindo, inclusivamente, abordagens diferentes para cada sequência de plataformas ou de combate. Imaginem que têm acesso ao girocóptero, um dos veículos do jogo, e que podem voar através de um nível inteiro sem terem a preocupação de evitar os inúmeros inimigos que, como seria de esperar, derrotam-nos com um só ataque.

É um sistema que continua a funcionar depois de 35 anos, muito pela sua simplicidade e regras bem estabelecidas, mas também pelos riscos que adiciona à jogabilidade. Estes itens são uma vantagem, mas são munidos de uma fragilidade cruel e basta um toque ou até o embate contra uma rocha, no caso da motorizada, para ficarmos novamente despidos e sem ajudas. Se tivermos direito a uma sequela ou, quem sabe, a um capítulo totalmente original, gostava de ver este sistema expandido e modernizado, mas nunca eliminado, fazendo tão parte do ADN da série como o design dos níveis e a presença do jogo JANKEPON, ou o jogo do Pedra Papel ou Tesoura, em toda a série.

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E já que falamos no famoso jogo de probabilidade, gostava de mencionar que continua a não funcionar a 100%, pelo menos para a minha sensibilidade. Digo isto porque compreendo a sua inclusão e sentido dentro da série, não fossem os inimigos representações do jogo em si, mas o facto de ser tão aleatório, com penalizações reais e que nos transportam para o início de um nível, retira-lhe qualquer diversão ou sensação de estratégia que seria exigido de uma batalha deste nível. Podemos sempre contornar este problema ao encontrar um item que nos permite prever a escolha do nosso adversário, mas o que fazer quando não temos esse auxílio? Só nos resta ter sorte.

Alex Kidd in Miracle World DX é uma adaptação fiel do original e uma cápsula nostálgica para os fãs da série que, infelizmente, é pouco apetecível para quem não está habituado à jogabilidade e ritmo da antiga mascote. Admito que caio neste segundo grupo e que fiquei progressivamente mais irritado pelo design arcaico de alguns níveis, a sua estrutura e as mecânicas bolorentas que entraram em choque com os meus anos de experiência com o género de plataformas.

Existem novos modos, a jogabilidade foi, ainda assim, retrabalhada, os gráficos são muito coloridos e bem animados – existindo ainda a possibilidade de mudarem para o estilo original, em 8 bits – e há um amor sincero pela série e pelo seu papel na história do género e da SEGA, mas para mim, é uma dor de cabeça pintada de fresco sem grandes motivos para revisitar.

Se são fãs, não liguem a este cínico e experimentem Alex Kidd in Miracle World DX, mas se nunca jogaram a série aproximem-se com cuidado, meçam a distância com um pau e pensem duas vezes se querem ou não passar por esta tormenta.

Nota: Satisfatorio

Disponível para: PC, Xbox One, PlayStation 4 e Nintendo Switch
Jogado na PlayStation 4
Cópia para análise cedida pela Merge Games.

Testes rápidos de antigénio passam a ser comparticipados a 100%

Uma medida que é temporária.

Os testes rápidos de antigénio (TRAg) vão ser comparticipados a 100%, de acordo com uma portaria do Secretário de Estado da Saúde, Diogo Serras Lopes, hoje publicada em Diário da República.

Segundo esta nova portaria, a comparticipação é limitada a um máximo de quatro testes por mês e por utente e não se aplica aos utentes que têm o certificado de vacinação (que ateste o esquema vacinal completo) ou o certificado de recuperação, nem aos menores de 12 anos.

Além disso, o preço máximo da realização dos TRAg de uso profissional não pode exceder os 10€.

A portaria estabelece ainda que a realização dos testes COVID-19 poderá ter lugar nas farmácias de oficina e laboratórios de patologia clínica ou análises clínicas devidamente autorizadas pela Entidade Reguladora de Saúde (ERS).

Esta nova medida entra amanhã, 1 de julho, em vigor, pelo prazo de um mês, eventualmente renovável.

Os produtos da MyIced vão começar a chegar a hotéis, restaurantes e cafés

É o novo modelo de parcerias da marca.

A MyIced é uma marca portuguesa que atualmente conta com lojas em Leiria, Setúbal, Santarém, Viseu, Penafiel, Braga e Ponte de Lima, sendo conhecida não só pela comercialização de gelado de iogurte (em regime de self service), mas também por vender bubble tea e waffles confecionadas na hora, entre outras coisas.

Agora, e para que consiga chegar a cada vez mais gente, eis que a marca aposta num novo modelo de parcerias, fazendo chegar os seus produtos ao canal HORECA – hotéis, restaurantes e cafés.

Para já, o Sabores D’Ouro Café & Boba, no Montijo, é o primeiro estabelecimento a contar com produtos MyIced. Assim, o Bubble Tea, no formato fruit tea ou milk tea com as famosas bobas explosivas, ou a tradicional tapioca – e, brevemente, os deliciosos crepes, waffles, panquecas e chocolate quente da marca – passam a ser comercializados neste café do Montijo.

Parcerias nos mesmos moldes estão em fase de finalização para outras cidades do país.

De resto, a marca promete novidades bem saborosas para este verão. Recorde-se que, no passado, a MyIced lançou o MyIced Eclipse, um gelado de iogurte com carvão vegetal ativado, e, num lançamento experimental, fez chegar ao mercado toppings de larvas.

Ação, wrestling e drama nas ofertas do PlayStation Plus em julho

Três novos jogos para os subscritores a partir do dia 6 de junho.

A PlayStation acabou de revelar as ofertas do PlayStation Plus. E tal como já temos vindo a ser habituados, é composta por três jogos para as consolas PlayStation, em que um deles é para a PlayStation 5.

A partir do dia 6 de julho, e antes da chegada da sua sequela, os jogadores vão poder visitar pela primeira vez, ou revisitar, o aclamado jogo de ação narrativo A Plague Tale: Innocence, naquela que é a oferta para os subscritores com PlayStation 5.

Esta versão do jogo conta com visuais melhorados, com resoluções 4K, 60FPS, texturas de alta resolução, carregamentos rápidos e outros efeitos de pós-processamento. Esta oferta é apenas para os jogadores PlayStation 5.

Nas ofertas mais gerais temos o jogo 100% multijogador da saga Call of Duty, com o futurista Black Ops 4, e para os fãs de wrestling o divertido WWE 2K Battlegrounds.

Como sempre, há mais uma pequena oferta, desenvolvida no âmbito da iniciativa PlayStation Talents, com o jogo The Five Covens.

Estas ofertas para o PS Plus ficarão disponíveis até ao dia 2 de agosto.

Há uma nova loja Meu Super na freguesia de Carreira, em Barcelos

É a 14ª loja Meu Super no distrito de Braga.

Foi hoje, dia 30 de junho, que a Meu Super inaugurou uma nova loja em Ansião, no distrito de Leiria. Mas a empresa não se ficou por esse estabelecimento, tendo também inaugurado neste final de mês uma nova loja na freguesia de Carreira, em Barcelos.

O novo espaço comercial, localizado na Rua de São Miguel nº 380, conta com uma área total de venda de 223 m2 e, à semelhança dos demais, pretende ser uma referência junto da população local, com uma gama de produtos ajustada à região.

Tal como qualquer outra loja Meu Super, o estabelecimento de Carreira disponibiliza vários produtos das marcas Continente, como a Seleção ContinenteFácil & Bom ContinenteContemporalÁrea Viva ou MyLABEL.

Este superfície comercial, a 14ª loja Meu Super no distrito de Braga, está a funcionar de segunda a sábado, das 9h às 13 e das 14h às 20h.

Projeto TransforMAR promove recolha de resíduos em 20 praias de norte a sul do país

Todo o plástico recolhido à margem deste projeto será convertido em donativos para projetos de impacto ambiental.

Está prestes a arrancar a 4ª edição do projeto TransforMAR, que este verão estará em 20 praias, marítimas e também fluviais, para sensibilizar os veraneantes para os princípios da economia circular, através de uma boa conduta em praia. A Brigada do Mar volta a juntar-se ao projeto e o plástico recolhido será convertido em donativos para projetos de impacto ambiental.

Marcando presença em 15 praias marítimas e cinco praias fluviais, de norte a sul do país, durante os meses de julho, agosto e setembro, o TransforMAR disponibilizará um depósito próprio, onde os veraneantes devem colocar o seus resíduos de plástico e metal, evitando que este acabe nos rios, lagos e mar.

Paralelamente, em parceria com a associação Brigada do Mar, o TransforMAR irá promover ainda, ao longo do ano de 2021, várias ações de limpeza de praias marítimas e fluviais, tendo a primeira decorrido ontem, dia 29 de junho, na praia fluvial Palheiros e Zorro em Coimbra.

Sendo a promoção dos princípios da economia circular um dos pilares deste projeto, todo o plástico recolhido terá uma nova vida, à semelhança dos anos anteriores em que foi transformado em aparelhos para a prática de atividade física, em mobiliário urbano e em donativos monetários para IPSS locais nos concelhos onde esteve presente.

Nesta 4ª edição, o plástico será igualmente convertido em donativos monetários para IPSS, escolhidas pelas Câmaras Municipais das praias aderentes, para que sejam aplicados em projetos de impacto ambiental.

Nos últimos três anos, o projeto TransforMAR permitiu recolher mais de 50 toneladas de resíduos plásticos e metal nas praias portuguesas.

Pingo Doce adianta-se ao Continente e deixa que clientes utilizem embalagens próprias em todas as secções das lojas

Ou seja, podem usar para levar peixe, carne, comida fresca, pão e charcutaria.

Este mês, o Continente mereceu a nossa atenção quando, no passado dia 8, apresentou a iniciativa Traga vazia, leve cheia. Reutilize a sua embalagem, que permite que os clientes levem caixas herméticas para compras nos balcões de atendimento de charcutaria e take away do Continente, evitando, assim, o uso das habituais embalagens descartáveis para transportar comida pronta e os embrulhos de plástico da charcutaria.

Porém, o Pingo Doce não se tinha pronunciado sobre este assunto… até hoje. A partir de amanhã, as lojas passam a aceitar recipientes dos clientes para o acondicionamento de produtos de peixaria, talho, padaria, take away e charcutaria.

Desta forma, o Pingo Doce vai além da obrigatoriedade imposta pela legislação que entra amanhã em vigor, que incide apenas nas embalagens para refeições prontas a consumir (no regime de pronto a comer/levar ou com entrega ao domicílio).

As embalagens trazidas pelos clientes devem ser entregues nos respetivos balcões de atendimento, sendo descontado o peso das caixas no preço final do produto. Os recipientes devem estar em boas condições, ou seja, limpos e secos, livres de odores, sem resíduos e com tampa funcional.

Por questões de segurança, não serão aceites embalagens de vidro, uma vez que potenciam um risco de segurança alimentar em caso de quebra.