Intermarché inaugurou primeiro hipermercado em Portugal

O Intermarché, do grupo Os Mosqueteiros, inaugurou em Lagos o primeiro hipermercado em Portugal. Foram investidos mais de 4 milhões de euros, tendo sido criados 30 novos postos de trabalho, elevando para 120 o número de trabalhadores. Só no dia de inauguração, o hipermercado vendeu uma tonelada de laranjas.

O conceito é baseado na praça e nas zonas de frescos dos mercados tradicionais, o que permite uma experiência de compra mais simples e rápida. O percurso de compra é dividido em três fases. A primeira, mais imediata, diz respeito ao pão, take away grill, comida dietética, sumos frescos feitos no momento, iogurteria e outros produtos de consumo imediato; a compra diária, para o peixe, carne (com carne maturada e sendo possível encomendar o tempo de maturação que se deseja), frutas e legumes, e, finalmente, a compra semanal, que refere toda a restante gama da loja, onde se inclui a garrafeira, com mais de 2.500 referências e um sommelier disponível para aconselhar os clientes na compra.

Com isto, a superfície comercial da loja de Lagos – que existia há mais de uma década, mas sofreu obras de remodelação – aumentou para 2.500 metros quadrados, e, no total, para os 4 mil metros quadrados.

O novo espaço conta também com serviços de parafarmácia, mercado, serviço drive, florista, take away com área de sushi, rotisseri e posto de abastecimento. Será também possível encontrar no espaço uma Fnac – sendo a primeira loja da cadeia francesa em território nacional gerida em regime de franchising – e um Burguer King.

O grupo Os Mosqueteiros prevê a abertura de mais 63 lojas até 2020, num investimento que rondará os 200 milhões de euros.

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O cartão que deves ter caso necessites de assistência médica no estrangeiro

Todos sabemos que os azares não acontecem só aos outros. Se estiveres em viagem, tens de estar sempre alerta e convém saberes dos teus direitos enquanto cidadão europeu. E a saúde é algo que não se descura. É por isso que hoje falamos do Cartão Europeu de Seguro de Doença, um cartão que quase funciona como um seguro de saúde quando estás em viagem… com a vantagem de ser totalmente gratuito.

Bell & Ross cria relógio inspirado no Renault RS01, o primeiro monolugar da marca

De forma a celebrar o 40º aniversário da Renault na Fórmula 1, a Bell & Ross – parceira oficial de relojoaria da escuderia Renault Sport Formula One Team, regressada às corridas no ano passado – criou um modelo vintage inspirado no Renault RS01, o primeiro monolugar criado pela marca francesa em 1977.

O relógio, o BR126 Renault Sport 40th Anniversary, possui uma caixa de 41mm feita de aço-acetinado e um mostrador amarelo e preto que invoca a decoração da Fórmula 1 nos anos 80. Isto permite uma excelente leitura do cronógrafo, algo essencial para medir tempos curtos e a performance dos carros de competição com grande precisão nos desportos motorizados.

Já as cores, o vidro em safira com tratamento antirreflexo, o bracelete preto em borracha e o formato dos botões reforçam o estilo vintage do relógio. O histórico logótipo da Renault dos anos 70 e a bandeira da linha da meta surgem no mostrador desta peça, estando, também, gravadas na parte de trás da caixa. O relógio tem resistência até 100 metros de profundidade.

Mais curioso é saber que o BR126 Renault Sport 40th Anniversary é limitado a apenas 170 relógios, um número que simboliza o número de vitórias da Renault na Fórmula 1.

Ainda não se conhece a disponibilidade do relógio, no entanto, o site oficial indica que o seu preço será de 3.900€.

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MEO Marés Vivas regressa em 2018, mas vai mudar de sítio

A edição deste ano do festival de Gaia, que contou com, entre outros, atuações de Sting e dos Scorpions, foi a última a ter lugar na Praia do Cabedelo.

Apesar da organização ter renovado contrato com a MEO por mais três anos, o Marés Vivas necessita de mudar de espaço para aumentar a capacidade do recinto. De momento, a capacidade máxima é de 30 mil pessoas, no entanto, Jorge Lopes, diretor da Pev Entertainment – Artes e Entretenimento, disse à Lusa que tem havido procura para duplicar a capacidade do festival.

Com um festival a ganhar cada vez mais notoriedade internacional e a precisar de crescer, e sabendo que no terreno atual não há margem para isso, Jorge Lopes revelou que o novo local “ainda não está fechado, havendo duas opções em aberto”. Porém, esta não é uma novidade. Em 2015, a Câmara de Vila Nova de Gaia revelou que o Marés Vivas teria de mudar de local, pois o proprietário daquele terreno privado irá, em breve, dar início a uma construção de um empreendimento habitacional, o que impossibilita a realização de qualquer evento.

Os festivaleiros podem ficar descansados, já que Gaia ainda tem 15 quilómetros de costa e 18 quilómetros de orla ribeirinha. E essa é uma certeza: o Marés Vivas continuará a ser feito em Vila Nova de Gaia e junto ao mar ou ao rio.

Portanto, a nova opção trará mais dimensão e trará também a possibilidade de fazer uma programação um pouco diferente.

Quanto a datas, apesar de ainda não se conhecerem datas exatas, sabe-se que a próxima edição decorrerá no fim de semana de 20 de julho de 2018.

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Super Bock Super Rock já tem datas para 2018 e a primeira confirmação

Terminada a 23ª edição do Super Bock Super Rock, é altura de começar a preparar a próxima. Corrigir os erros está nos planos da organização e tentar melhorar o que já estava bom está também em cima da mesa.

Para já, a organização divulgou as datas do próximo ano: 19, 20 e 21 de julho. O local será o mesmo – Parque das Nações, em Lisboa.

Luís Montez, da Música no Coração, também confirmou o primeiro nome para a 24ª edição: Slow J. O jovem músico, que editou este ano o aclamado The Art of Slowing Down, sobe de divisão ao passar do palco EDP, onde atuou este ano, para o palco Super Bock (MEO Arena), arriscando-se a partilhar o palco com estrelas mundiais do hip-hop.

Portanto, o Super Bock Super Rock continuará a acontecer no terceiro fim de semana do mês de julho. Resta saber os próximos nomes, já que para o ano há mais um concorrente de peso, o Rock in Rio Lisboa.

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London Grammar: um nome mal aproveitado num dia que não era para eles

Era um dos nomes que mais aguardávamos nesta 23ª edição do Super Bock Super Rock. Os londrinos London Grammar estrearam-se em Portugal no passado dia 14 de julho, num dia inteiramente dedicado ao hip-hop. Podemos falar em erro de casting, em salvação para quem abomina o hip-hop, ou simplesmente referir que a voz de Hannah Reid é linda de morrer. Para muitos um concerto aguardado, para outros serviu para passar o tempo.

Neste caso, uma MEO Arena nem a meio gás recebeu os londrinos, num concerto que serviu de apresentação ao mais recente álbum de estúdio, Truth Is a Beautiful Thing. Sofreram do mesmo mal que os The Gift, por estarem colocados num dia nada a favor do seu estilo de música, mas, ainda assim, o apoio em relação à banda portuguesa esteve noutro nível.

A pop algo sombria, mas também encantadora da banda inglesa (que também mistura eletrónica e trip hop) encheu os corações dos verdadeiros fãs que por ali andavam. Suportados apenas por um pano por onde passavam fotos de belas paisagens do mundo inteiro, os London Grammar entraram em palco e logo abriram com “Hey Now”, o que fez com as dúvidas em relação à voz angelical e melancólica de Hannah fossem rapidamente dissipadas. Aliás, antes mesmo do concerto, alguém nos dizia: “Ela faz-me lembrar a Florence Welch”. Bem, existem semelhanças. Lá nisso tempos de concordar.

Ao longo do concerto, os London Grammar foram alternando entre o álbum de estreia If You Wait, editado em 2013, e Truth Is a Beautiful Thing. Escutámos temas como “Flickers” – em versão mashup com uma versão muito experimental de “Help Me Lose My Mind” -, a baladona “Wasting My Young Years” ou a fabulosa “Strong”, todas elas do primeiro registo de originais. Já do mais recente, apresentaram “Bones of Ribbon”, “Rooting for You” em versão a capella, “Big Picture” e até o tema-título do álbum Truth is a Beautiful Thing. Pelo meio, ouvimos “Nightcall”, original de Kavinsky pertencente à banda sonora do filme Drive, e, a fechar o alinhamento, “Metal & Dust”.

Pouco faladores, mas visivelmente felizes de se estrearem em Portugal (“Lisboa é uma cidade muito bonita”, disseram), os London Grammar deram um belo concerto muito em parte graças à mágica voz de Hannah Reid. É verdade que Dan Rothman e Dot Major fazem bem o seu papel, mas sem a forte presença da jovem nada faz sentido.

Despediram-se com um “obrigado! Vocês foram fantásticos.”, recebendo a mesma emoção por parte do público português. No Instagram, o Super Bock Super Rock publicou uma fotografia com a legenda “Universalidade emocional”. Da nossa parte, só temos pena que essa emoção não tenha chegado a muito mais gente.

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Fundação EDP recebe exposição de Bai Ming pela primeira vez em Portugal

A exposição do conceituado artista chinês, Bai Ming, chama-se Branco e Azul e está a decorrer desde o passado dia 12 de julho, estendendo-se até 4 de setembro, no MAAT – Museu de Arte, Arquitetura e Tecnologia, em Lisboa.

Esta é a primeira vez que Bai Ming expõe o seu trabalho em Portugal. Na bagagem traz mais de 200 peças de cerâmica, esculturas, desenho e pintura que, segundo o próprio, são uma viagem entre diferentes suportes.

A obra está em exposição na Sala dos geradores, no edifício da Central e no Jardim do Campus Fundação EDP.

O trabalho de Bai Ming, que se define como uma rota de encontro e fascínio entre o Oriente e o Ocidente, está devidamente integrado no programa Cooperação Sino-Portuguesa e Resultados do Intercâmbio Cultural ao Abrigo da Iniciativa ‘Uma Faixa, uma Rota’.

Bai Ming assume-se “apaixonado por experimentar diferentes materiais, sentir diferentes expressões em vários tipos de barro, de papel, de tinta”. Agora, nesta sua primeira visita a Portugal, espera-se que também os visitantes se sintam apaixonados pela sua obra.

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Viagens partilhadas chegam a Torres Novas em agosto. E são baratas

Transporte a Pedido é o nome do projeto desenvolvido pela Comunidade Intermunicipal do Médio Tejo (CIMT) que consiste basicamente num serviço de transporte público – neste caso táxis com um dístico identificativo – flexível e de baixo custo.

Este serviço tem circuitos, paragens e horários definidos, no entanto, serás tu a solicitar o transporte mediante reserva prévia. Também irás partilhar o veículo com outros clientes que tenham um percurso de viagem semelhante ao teu. Basta ligares para o 800209226 até às 15h do dia útil anterior ao dia da viagem. As reservas efetuadas após as 15h00 apenas serão aceites para paragens que já tenham reservas registadas.

Foram criados cinco circuitos, a funcionar três dias por semana (segunda-feira, terça-feira e quinta-feira, exceto feriados) no concelho de Torres Novas: circuito de Brogueira e Alcorochel, circuito de Assentis e Paço, circuito de Olaia, circuito de Zibreira e Parceiros da Igreja e circuito de Chancelaria e Pedrógão.

As paragens terão o símbolo “Transporte a Pedido” para que possas identificar facilmente. Em todas elas, a chegada a Torres Novas está prevista às 9h e a partida às 12h45.

Quanto a preços, variam entre 1,20€ e 2,80€, de acordo com a distância origem/destino. Podes ainda adquirir uma carteira de bilhetes pré-comprados.

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Candidatas a Miss Portuguesa 2017 desfilam com criações de alunos da Covilhã

O Puralã Wool Valley Hotel&SPA recebe no próximo dia 16 de julho, às 18h, o desfile de moda das finalistas a Miss Portuguesa 2017. O curioso é que as coleções a serem apresentadas são da autoria dos alunos do Mestrado em Design de Moda da Universidade da Beira Interior, utilizando o tricot em fatos de banho.

De momento, as finalistas estão em fase de estágio e provas, passando por diversas regiões do país.

Luís Veiga, Administrador Executivo do Grupo Natura IMB Hotels, assumiu o compromisso: “Sendo o Puralã assumidamente um hotel lifestyle, para além da informação disponibilizada sobre o património cultural da Covilhã, queremos também que o nosso espaço seja palco de iniciativas que tenham ligação à moda e à região. Este evento é a primeira iniciativa para promover as criações de estudantes finalistas da Universidade da Beira Interior. Outras se seguirão relacionadas com a moda e o potencial eu a mesma encerra no universo têxtil da Covilhã.”

Já a final do concurso decorrerá dia 29 de julho, na Batalha, pelas 21h, onde se conhecerá a Miss Portuguesa 2017.

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5 Minutos da cinematografia de Game of Thrones

Game of Thrones é, sem qualquer tipo de discussão, uma das melhores séries da televisão com os melhores valores de produção e com uma cinematografia de alto calibre.

A meros dias do “regresso do Inverno”, que este ano se atrasou um bocadinho, a antecipação e o medo dos spoilers está a rebentar a estratosfera. O que para muitos significa ficar fora da Internet e das redes sociais, para outros é a melhor altura para dar asas à sua criatividade, ou, simplesmente, trabalhar à volta de conteúdos da série da HBO.

Diretamente do Youtube do canal The Solomon Society, chega-nos este impressionante apanhado das temporadas passadas com um especial foco naquilo que torna Game Of Thrones numa verdadeira experiência visual, e que é, provavelmente, o aspeto mais importante na tradução dos livros para o ecrã.

A montagem tem apenas cinco minutos, mas faz um excelente resumo visual dos acontecimentos que marcaram a série, com imagens que, pausadas, parecem quadros dignos de emoldurar.

Relembramos que a nova temporada de Game of Thrones estreia em Portugal no dia 17 de Julho às 22h15 no canal SyFy.

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Huawei divulga os sete finalistas do Portugal sem Tripé

O desafio lançado pela Huawei foi um autêntico sucesso. A iniciativa Portugal sem Tripé visava encontrar a imagem que melhor captasse e transmitisse a essência de cada região e, entre mais de 36 mil fotografias e mais de 787 mil votos, foram agora anunciados os 7 finalistas que, além de receberem um Huawei P10, irão também participar no Bootcamp que marca o início da segunda fase do concurso, a decorrer já no próximo dia 16 de julho, em Lisboa.

No bootcamp, os finalistas terão formação teórica e prática para atingirem os melhores resultados na captação de fotografia com o Huawei P10, de modo a passarem à próxima fase do concurso, onde qualquer um pode ser o autor da Melhor Fotografia de Portugal.

Vê as imagens para descobrires os respetivos autores e finalistas.

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LG apresentou nova gama LG Q6

Referimos gama pois tratam-se de três novos smartphones de gama-média. Surgem depois do LG G6, mas contêm as melhores características de um equipamento de topo… numa gama inferior.

São três dispositivos praticamente iguais, sendo que apenas diferem na memória interna e RAM. Contrariamente a anteriores rumores que os apontavam como LG G6 Mini, a terminologia oficial é LG Q6, Q6+ e Q6α.

No que toca a igualdade, todos eles são do mesmo tamanho e possuem um ecrã de 5,5 polegada FullHD+ com tecnologia FullVision. Feitos em alumínio, o que confere um acabamento premium, estão equipados com um processador octa-core Snapdragon 435 da Qualcomm, chip gráfico Adreno 505, câmara traseira de 13MP e camâra frontal de 5MP grande-angular de 100º. Têm ainda uma bateria de 3.000 mAh, tecnologia de reconhecimento fácil e vêm equipados com o Android 7.1.1 Nougat.

No que toca a diferenças, o Q6α tem 2GB de RAM e 16GB de armazenamento, o Q6 tem 3GB de RAM e 32GB armazenamento e, finalmente, o Q6+ conta com 4GB de RAM e 64GB de armazenamento interno.

Ainda não temos informações oficiais em relação aos preços, mas sabe-se que os terminais começarão a ser disponibilizados na Ásia a partir de agosto. Algum tempo depois, os novos smartphones LG Q6 deverão chegar à Europa e América do Sul.

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Narcos regressa à Netflix dia 1 de Setembro

“A carreira tem que continuar, cabrón!” É assim que a página oficial da série da Netflix revela a data do regresso de uma das suas séries mais populares, Narcos, no seu Facebook, que chega já no dia 1 de setembro.

Não é spoiler para ninguém que Pablo Escobar morreu, e o novo trailer de apresentação da 3ª temporada de Narcos não esconde isso. Vai mais longe e até explica, muito sucintamente, como é que a trama vai arrancar daqui para a frente.

Segue a sinopse: “Agora que a sangrenta caça a Pablo Escobar terminou, a DEA volta a sua atenção para a mais lucrativa organização de tráfico de droga do mundo: o Cartel de Cali. Dirigido por quatro poderosos barões, este cartel funciona de forma muito diferente do de Escobar, preferindo subornar funcionários do governo e manter suas ações violentas fora das manchetes dos jornais.”

Nos novos reis da droga, encontra-se, entre outros, o português Pepe Rapazote, que aqui dá a vida a Chepe Santacruz Londono, ao dirigir o império satélite de NYC da rede columbiana de tráfico de droga.

Até à data de estreia, entretém-te com o trailer e aproveitar para rever as duas primeiras temporadas. Vale mesmo a pena.

 

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Reverence Santarém 2017 fecha o cartaz

Com bilhetes já à venda, a quarta edição do festival Reverence Santarém, que ocorre dia 8 e 9 de setembro, apresenta-se de cartaz completo, pronto para partir a loiça toda.

Localizado no Parque da Ribeira de Santarém, depois de, em edições anteriores, ter decorrido em Valada do Ribatejo, o festival prepara-se para receber em palco mais de 40 projetos, onde se destacam nomes como Moonspell, AmenraOathbreaker, Mono, Gang of Four, entre muitos outros, vindos de diferentes pontos do mundo.

Este festival da pesada vai coincidir com o 5º aniversário da Ribeira de Santarém, sendo apoiado pela primeira vez pela Câmara Municipal de Santarém e Águas de Santarém.

Existem bilhetes e passes para todos, com campismo incluído. É possível adquirir o passe de dois dias por 45€ até dia 15 de julho, depois passa para 55€ até 31 de agosto e para os últimos dias fixa-se nos 65€.

Os bilhetes diários, seguindo as mesmas datas, encontram-se a 30€ até dia 15 de julho, 35€ até 31 de agosto e 40€ a partir de dia 1 de setembro.

Para os residentes de Santarém e Cartaxo, existem preços especiais com o passe geral a 35€ e bilhete diário a 25€. E para quem mora na freguesia de Santa Iria da Ribeira de Santarém, entra gratuitamente. A petizada também entra gratuitamente até aos 10 anos e entre os 10 e os 14 existe um desconto de 50%.

Cartaz completo

8 de Setembro:

  • Moonspell
  • Amenra
  • Oathbreaker
  • Sinistro
  • Bo Ningen
  • 10000 Russos
  • Desert Mountain Tribe
  • Névoa
  • Wildnorthe
  • the Gluts
  • Dead Rabbits
  • Pretty Lightning
  • Zarco
  • Gossamers
  • Tren Go! Soundsystem
  • the Melancholic Youth of Jesus
  • Cut
  • Two Pirates and a Dead Ship
  • Quentin Gas & Los Zíngaros
  • F’rrugem

9 de Setembro:

  • Mono
  • Gang of Four
  • Träd Gräs Och Stenar
  • Underground Youth
  • Siena Root
  • Esben and the Witch
  • Lobo
  • Hills
  • Throw Down Bones
  • Is Bliss
  • the Janitors
  • Nonn
  • Pás De Problème
  • Asimov & the Hidden Circus
  • Conjunto!evite
  • Cows Caos
  • Chinaskee & Os Camponeses
  • Royal Bermuda
  • I Am the Ghost of Mars
  • Dr Space
  • Groal

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Super Bock Super Rock: o funk mágico e saudoso dos Red Hot Chili Peppers

Passaram-se 11 anos desde a última visita do grupo de Los Angeles a Portugal, num festival que se realiza para os lados da Bela Vista, em Lisboa. Portanto, foi desde 2006 que os portugueses deixaram de ver ao vivo o baixista Flea, o vocalista Anthony Kiedis, Chad Smith na bateria e o guitarrista Josh Klinghoffer (neste caso o substituto de John Frusciante desde 2009). E, ontem, o regresso finalmente aconteceu no Super Bock Super Rock. Que saudades.

Horas antes, ficámos com a sensação de que este primeiro dia de festival era “apenas” um concerto dos Red Hot Chili Peppers, tantas eram as t-shirts de apoio à banda americana. E, de facto, com todo o respeito pelas outras bandas e artistas, a malta estava no festival lisboeta para fazer as pazes com os americanos. Dizemos pazes porque 11 anos é muito muito tempo sem pisar palcos portugueses!


Depois de vermos um belo espetáculo dos portugueses Capitão Fausto (o álbum Capitão Fausto Têm os Dias Contados é dos melhores álbuns portugueses de 2016), começámos a ficar esmagados que nem uma sanduíche quando ainda faltavam, sensivelmente, 40 minutos para o concerto mais aguardado da noite.

Esperámos, suámos e sonhámos com uma brisa de ar fresco que, de tempos em tempos, lá surgia para nos acordar.

Uns quatro minutos depois da hora inicialmente marcada (00h00) e eis que, finalmente, surge em palco a banda de Los Angeles. Aparecem Chad Smith, Josh Klinghoffer e Flea e a entrada faz-se em grande estilo com uma jam session. Pouco depois surge Anthony Kiedis, quase sem se dar por ele.

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A funkadélica “Can’t Stop”, o primeiro hit da noite, desperta a MEO Arena para a euforia que iria durar cerca de hora e meia. Logo segue-se “Snow (Hey Ho)”, também um dos hinos dos Red Hot Chili Peppers, resgatado do álbum Stadium Arcadium, de 2006.

Curiosamente, a faixa seguinte, “Dark Necessities”, do mais recente registo de estúdio The Getaway, lançado o ano passado, é também muito celebrada, mostrando já estar na ponta da língua dos portugueses. É dos melhores temas do álbum (aqueles slaps de Flea…) mostrando uns Red Hot Chili Peppers num registo com um baixo infernal.

Com o concerto a decorrer a bom ritmo, percebe-se que o lugar de cada um está bem definido. Começando por Kiedis, não é o típico vocalista de uma banda. Quase sem falar com o público sem ser a partir das suas canções (essa tarefa de porta-voz fica para Flea), o homem não para no palco, andando em correrias e saltos de um lado para o outro. Sempre irrequieto, consegue ser carismático mesmo sem falar connosco diretamente. Voz no ponto, mesmo quando precisa de “rappar”. E não demorou muito a ficar em tronco nu.

E se Kiedis é irrequieto, o guitarrista Josh Klinghoffer (o mais novo do grupo) é completamente possesso e inquieto. Vestido como um puto, rodopia ou vai ao chão com o seu instrumento, ficando-se por perceber como é que consegue continuar a tocar. Bem, é mesmo um virtuoso da guitarra.

Chad Smith (ao meu lado diziam “parece que estou a ver o Will Ferrell a tocar”) continua frenético como sempre na bateria (embora me pareça que os anos começam a acusar) e, finalmente, Flea, o génio do grupo, é o que faz a ponte com o público e continua tão apaixonado pelo seu baixo como no início. Mas também pode ser estranho. “Às vezes é preciso ouvir uma balada tranquila para pôr o bebé a dormir”, disse Flea. O que poderia ser um momento de acalmia, foi totalmente destrutivo com “Nobody Weird Like Me”, recuperado a Mother’s Milk, de 1989.

Aliás, entre solos mais prolongados e jam sessions – está no core do grupo – os Red Hot mostram que a discografia antiga não fica esquecida nos concertos: “Suck My Kiss”, “Soul to Squeeze” e “Aeroplane” são alguns desses exemplos.

“Californication” foi outro dos momentos muito celebrados no concerto, entoado a plenos pulmões pelas 20 mil pessoas na MEO Arena. Sim, plateia cheia e balcões cheios. Já não víamos a MEO Arena assim há algum tempo. Apesar da relação de amor com a banda não parecer recíproca, notava-se uma alegria tão grande em quem andava por ali a ouvir, quiçá, a sua banda favorita. “Obrigado por virem aqui esta noite e apoiarem a música ao vivo”, disse Flea a meio do concerto. A esperar pela reação, podem sempre contar com o público numa próxima oportunidade, mesmo que demorem outros 11 anos a regressar.

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“By The Way”, faixa-título do mesmo álbum, fez a falsa despedida da banda antes do encore. Minutos depois regressaram para mais dois temas: “Goodbye Angels” e “Give It Away”, outro hino do grupo que permanecerá sempre na memória dos fãs dos Red Hot Chili Peppers.

Parecendo que não, passaram cerca de hora e meia entre temas antigos e recentes, num público com várias camadas de idades: vimos adolescentes (talvez descobrindo a banda com o álbum do ano passado, e, consequentemente, “obrigados” a descobrir o resto da discografia), vimos pessoas com 30 e tal anos e também andavam pessoas com 50 e poucos anos na MEO Arena. Ou seja, uma música que chega a todas as idades. O rock’n’funk dos Red Hot Chili Peppers é explosivo e isso notou-se no concerto de ontem.

“Estamos muito gratos e honrados pela oportunidade de estarmos aqui convosco”, disse Flea no final da noite. “Paz e amor, sempre”, finalizou o caótico baixista. A ideia ficou mais ou menos patente quando, já no fim do concerto, Chad Smith disse “vemo-nos em breve, ok?”. Esperamos que seja verdade.

Quanto a pontos menos positivos, podemos destacar o som da MEO Arena (ainda não está no ponto, mesmo com as recentes alterações na estrutura), a duração do concerto e a ausência de faixas como “Under the bridge”, “Scar Tissue” ou “Around the World”. Esperemos que voltem muito em breve, num concerto dedicado. Eles merecem, e nós também.

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Huawei mais próxima dos clientes com novo centro em Lisboa

Chama-se Huawei Service Experience Center e propõe uma ligação mais forte e pessoal para com os seus clientes, oferecendo um serviço pós-venda mais direto.

Situado no centro de Lisboa, foi hoje inaugurado o primeiro de dois centros de apoio ao cliente da Huawei. O segundo centro será aberto na próxima semana, no Porto.

Segundo a marca, esta aposta no mercado nacional entra em linha com o que tem sido a estratégia da Huawei noutros países da Europa, como Itália, Espanha e Alemanha, que irá reforçar o serviço pós-venda, ao incluir a reparação de equipamentos, consultoria e aconselhamentos ao cliente.

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Chris Lu (CEO) e Tiago Flores (Sales Manager), inauguram o Huawei Service Experience Center em Lisboa

Os dois novos espaços poderão ser o palco de 1000 reparações de equipamentos por mês, sendo capazes de dar resposta a 500 clientes. Nestes espaços, os clientes poderão também visitar e informar-se sobre a marca, os seus equipamentos e até configurá-los e comprá-los. Os espaços estão ainda equipados para serem locais confortáveis e convidativos para quando os clientes tiverem necessidade de visitar as instalações.

A ambição da Huawei não se fica por aqui. Tem ainda espaços como salas de computadores, zonas de demonstração de equipamentos e salas para formações e workshops diversos.

Com todas estas novidades, a Huawei tenta assim posicionar-se como uma marca de confiança e comunicativa, tanto com os seus clientes como curiosos tecnológicos.

Para visitar as instalações, podem fazê-lo nas seguintes moradas e horários:

Loja de Lisboa:
Av. António Augusto de Aguiar 66A, 1050-010 Lisboa, Portugal
Segunda a Sexta (excepto feriados): das 09:00h às 18:00h
Sábados (excepto feriados): das 10:00h às 19:00h

Loja do Porto:
Rua do Doutor Alfredo Magalhães 81, Porto, Portugal
Segunda a Sexta (excepto feriados): das 10:00h às 19:00h
Sábados (excepto feriados): das 10:00h às 14:00h

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MIMO Festival Amarante está de volta e com acesso gratuito

De 21 a 23 de julho, a cidade de Amarante volta a receber o MIMO Festival, um evento gratuito e que conta com 52 atividades distribuídas entre música, cinema, programa educativo, fórum de ideias e poesia.

O festival, que se realiza no Parque Ribeirinho, Museu Amadeo de Souza-Cardoso, Igreja de São Gonçalo, Igreja de São Pedro, Centro Cultural de Amarante e Cinema Teixeira de Pascoaes, terá nove concertos exclusivos em Portugal: O norte-americano Herbie Hancock; os brasileiros Rodrigo Amarante, Nação Zumbi e Céu; os tuaregues Tinariwen; a cantora londrina Ala.Ni; a parceria entre os brasileiros Hamilton de Holanda & O Baile do Almeidinha e a cabo-verdiana Mayra Andrade; o titã do ethio-jazz e o quinteto parisiense Girma Bèyènè & Akalé Wubé; a ‘artista do ano’ pelos Victoires Du Jazz 2016, os prémios franceses equivalentes aos Grammys, a baterista e compositora Anne Paceo.

Da programação fazem ainda parte artistas nacionais como Manel Cruz, Ricardo Ribeiro, entre outros.

Haverá ainda o Festival MIMO de Cinema, workshops, conversas, poesias de Sophia de Mello Breyner Andresen e um Roteiro Cultural Guiado por Amarante.

Uma das novidades deste ano é a criação do programa “MIMO Sem Barreiras” que facilita a inclusão de pessoas com necessidades especiais ou mobilidade reduzida com a ajuda de guias videntes, guias intérpretes de libras e uma área reservada para pessoas com deficiência ou mobilidade reduzida nos locais ao ar livre.

A zona de alimentação também será melhorada e terá uma oferta mais diversificada ao apresentar pratos da cozinha japonesa, mexicana ou venezuelana, por exemplo.

No ano passado, a primeira edição internacional do festival MIMO, neste caso em Amarante, teve 24 mil espetadores. Este ano, espera-se que esse número seja ultrapassado.

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Começa hoje o Artbeerfest, o festival da cerveja artesenal

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Já é considerado por muitos como um dos mais ecléticos festivais europeus da Craft Beer Revolution. O Artbeerfest, o festival-fenómeno da cerveja artesenal de Caminha, começa já hoje, 13 de julho, a partir das 17h, e termina domingo, dia 16 de julho, às 21h.

Durante os dias do evento, esperam-se mais de 40 mil fãs que irão provar as cervejas artesanais de 29 cervejeiros nacionais e internacionais, destacando-se a presença de alguns dos mais conceituados produtores do mundo, como Richard Burhouse, Brett Ellis, Mike Murphy, Marcus Hialmarson e Miikkel Borg Bjergsø, ele que volta ao festival pelo terceiro ano consecutivo.

Estarão presentes cervejeiras de Espanha, Estónia, Itália, Inglaterra, Suécia, Noruega, Dinamarca, Bélgica, Escócia, Brasil e Estados Unidos. Quanto a cervejeiras nacional, estarão presentes os 15 melhores produtores do país.

Ainda de destacar é o acontecimento da segunda World Beer Run, uma corrida de 11 km com cerca de 300 pessoas inscritas.

Se fores ao festival, terás ainda várias opções de comidas de rua, palestras, conferências, apresentações e degustações de cervejas e jantares temáticos nos restaurantes da vila.

A entrada, como sempre, é livre, e, para consumir, o visitante necessita de adquirir o copo oficial e as fichas para comprar as cervejas.

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Xiaomi prestes a lançar uma nova marca, a Lamni?

Segundo a Gizmochina, pode estar prestes a chegar a Lamni, uma nova sub-marca da Xiaomi, uma das companhias chinesas com melhor implementação no mercado.

À semelhança da relação que a Huawei tem com a Honor, a Lamni vem trazer dispositivos de marca e características únicas, em comparação com o restante catálogo, e que irão competir diretamente com a Oppo e a Vivo.

Ainda por confirmar está o primeiro dispositivo desta marca. Segundo a rede social chinesa Weibo, a Lamni poderá estrear-se com o Lamni X1, que se especulava ser o Xiaomi X1.

Também existem informações sobre as características deste equipamento. O Lamni X1 vai contar com o SoC Snapdragon 660 e terá sub-modelos com diferentes capacidades de armazenamento e memória, um com 4GB e 6GB de RAM e com 64 e 128 GB de memória. Outra curiosa diferença entre os modelos será a resolução de ecrã, um com 2160×1080 pixéis e outro com 1920×1080 pixéis, mas mantendo o tamanho do ecrã de 5.5 polegadas para ambas as opções. Podendo o consumidor escolher o modelo que quer, entre as duas resoluções, estamos perante um catálogo de oito submodelos. Todos serão equipados com sensores de câmara dupla da Sony, o IMX362 e o IMX368.

Para terminar a lista de características esperadas, o Lamni X1 terá um sensor biométrico na parte frontal do dispositivo.

Ainda não se confirma oficialmente nenhuma das características ou o verdadeiro nome do smartphone, mas espera-se que a Xiaomi faça uma apresentação no próximo mês.

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Super Bock Super Rock: O que precisas de saber para desfrutares ao máximo do festival

Mais um ano, mais uma edição do Super Bock Super Rock. Tem sido sempre assim, apesar de, volta e meia, o festival mudar de residência. Volvido ao Parque das Nações desde 2015, o festival lisboeta começa já amanhã, dia 13 de julho, com os Red Hot Chili Peppers como cabeça de cartaz, e termina no próximo sábado, dia 15 de julho, onde atuam os Deftones. Os bilhetes para o dia dos Red Hot Chili Peppers estão esgotados, assim como o passe geral. Ainda podes comprar bilhete diário para dia 14 e dia 15 de julho.

Para que tudo decorra sem sobressaltos, eis algumas informações para que desfrutes ao máximo do festival.
Começando pela troca do passe pela pulseira, podes fazê-lo já hoje, dia 12 de julho, nas bilheteiras do festival até às 22h. Nos dias do evento, podes trocar o bilhete geral a partir das 10h até à 1h da manhã. No recinto, poderás fazê-lo amanhã, dia 13 de julho, e sexta-feira, 14 de julho, das 15h às 05h da manhã. As portas abrem às 15h.

Para chegares ao recinto tens várias hipóteses, dado ser uma zona bem servida de transportes. Podes vir de comboio, de metro ou de autocarro. Afinal, o Parque das Nações está apenas a alguns metros de distância da estação do Oriente. Se fores de comboio até Lisboa num comboio intercidades, regional ou inter-regional, terás desconto de 30%. Basta apresentares o bilhete do festival nas bilheteiras. Existirão, ainda, comboios especiais suburbanos durante o festival de Lisboa-Oriente a Sintra (2h30 e 4h30 da manhã) e do Cais do Sodré a Cascais (3h e 5h da manhã).

O metro estará reforçado na linha vermelha até à 1h. Após essa hora, terás de apanhar os autocarros da Carris (400, 705, 708, 725, 728, 744, 750, 759, 782 e 794 (serviço diurno) e 208 e 210 (serviço noturno)).

Se fores de carro, podes tentar estacionar o carro no Parque das Nações, mas cuidado com as ruas cortadas, como a Rua do Bojador, Alameda dos Oceanos e Avenida do Índico.

Luis Montez, responsável do festival, revelou à imprensa que serão efetuadas revistas rigorosas à entrada pela PSP. Conselho do Echo Boomer: vai cedo e não leves nada de muito volumoso.

Podes levar óculos de sol e tampões para os ouvidos, e, já agora, algum casaco para a noite. Pode arrefecer e não convém ficares constipado em dias de festival. Leva roupa e calçado confortável e anda sempre com o cartão de cidadão na carteira.

Não poderás entrar no recinto com armas de fogo e armas brancas, material explosivo e pirotécnico, bebidas, garrafas, latas e copos, chapéus de chuva, capacetes, seringas e drogas, selfie sticks e hastes rígidas, lancheiras, caixas e recipientes, cadeiras de qualquer tipo ou formato, correntes metálicas, malas de viagem, lanternas, lasers e flashlights, câmaras fotográficas e de vídeo profissionais, animais de estimação (exceto cães guia de invisuais) e materiais considerados perigosos.

Confere aqui o cartaz completo e os horários de atuação de cada banda. Bom festival!

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