Se são fãs do festival NOS Primavera Sound ou são daqueles festivaleiros que não falham uma edição, saberão que, por esta altura, a versão portuguesa do Primavera Sound é uma proposta reduzida do que é apresentado na edição de Barcelona, a original.
Entrevista – O regresso de Dolph Lundgren e de Ivan Drago em “Creed II”
Em parceria com a MGM, o Echo Boomer falou com Dolph Lundgren, ator sueco que imortalizou frases como “I must break you” ou “If he dies, he dies”.
A sequela do aclamado filme Creed, realizado por Ryan Coogler em 2015, está quase a chegar aos cinemas. Em Creed II, Michael B. Jordan volta a interpretar o papel de Adonis Creed, que se encontra agora sob a tutela do lendário Rocky Balboa, interpretado por Sylvester Stallone.
Nesta sequela, Stallone faz-se acompanhar de um amigo que, no grande ecrã, vestiu a pele de um dos maiores rivais de Rocky. Dolph Lundgren está de regresso enquanto Ivan Drago, agora também no papel de tutor e de pai de um novo rival para Adonis.
Com a chegada de Creed II aos cinemas e em parceria com MGM, o Echo Boomer teve acesso a uma entrevista com o ator sueco que imortalizou frases como “I must break you” ou “If he dies, he dies”, onde ficámos a conhecer como foi o processo de regressar ao papel de Drago, a sua preparação, as dificuldades e expetativas para este novo capítulo.
Porque é que Ivan Drago se manteve uma figura tão icónica desde que apareceu pela primeira vez em Rocky IV?
Lundgren: Drago foi um atleta de uma geração nova que treinava com tecnologias e equipamentos que, na altura, as audiências nunca tinham visto, e eu trabalhei no sentido de me transformar numa espécie de atleta “perfeito”. Ele era um super vilão, quase como o monstro de Frankenstein. Noutras formas, ele também era um guerreiro relutante porque era pressionado pelos Soviéticos.
As pessoas que o cruzam na rua ainda vão ter consigo e recitam deixas do Drago, como “I must break you” ou “If he dies, he dies”?
Lundgren: Sim, especialmente agora com o lançamento de Creed II. Neste momento estou a realizar um pequeno filme em Roma onde tive que ir ao médico que me chamou “Ivan”! Como é que podia responder a isso?
Quem é que o abordou para regressar a este papel em Creed II?
Lundgren: O Sylvester Stallone e eu mantivemos sempre contacto ao longo dos anos e ocasionalmente encontramo-nos em Los Angeles. Ele tem três filhas, eu tenho duas, por isso falamos sobre isso e outras coisas.
(A certa altura) Recebi uma mensagem dele a perguntar o que achava sobre fazer novamente de Drago. Ele explicou-me que a ideia era a de explorar “os pecados dos nossos pais.” Isso pareceu-me interessante, mas fiquei com algumas dúvidas porque não queria fazer outra versão do Drago como a de Rocky IV.
Mas as minhas reservas desapareceram assim que li o guião, que mostrava um Drago bem diferente, com profundidade e que não era um símbolo político. O tema dos pecados dos nossos pais, o foco da relação de Drago com o seu filho Viktor e mesmo com o Rocky e Adonis também são bastante interessantes. E eu pensei: “wow, tenho que fazer isto.”
Foi criada alguma história de fundo para o Drago sobre o que aconteceu entre os dois filmes?
Lundgren: Normalmente tento criar uma história de fundo complexa, mesmo quando o guião já é bom. Fiquei fascinado com a queda de Drago, como ele foi vivendo, o que aconteceu ao seu casamento… Como é que lhe correu a vida ao longo destes anos? Como é que ele se sente em relação ao sucesso emergente de Adonis Creed, agora que o seu filho também se está a tornar num lutador?
Ivan tenta criar um plano de redenção ao reviver o seu passado junto de Viktor. Ivan tem um certo ódio que não é dirigido só à Rússia ou à América, mas a todo o mundo, e isso reflete-se no filho.
O que é que tornou Florian Munteanu a escolha certa para fazer de Viktor em Creed II, uma vez que é a sua estreia enquanto ator?
Lundgren: Foi o Stallone quem escolheu o Florian, ele sabe escolher bastante bem os atores. Não é a primeira vez que ele descobre alguém. (Risos)
A minha primeira impressão do Florian é que ele, de facto, parecia um boxer bastante intimidante, que podia muito bem ser o filho de Ivan Drago. Ele é bastante forte, atlético e tem um físico muito muscular. Ele parecia-se comigo quando tinha 27 anos, talvez até mais musculado do que eu. Há 30 anos pratiquei karaté, por isso tinha músculos longos.
Também fiquei impressionado com a inteligência e capacidades de Florian, ele é muito mais consciente da sua carreira agora do que eu na idade dele. Ele é muito atencioso e comprometeu-se bastante para este filme.
Ivan já não luta dentro do ring, mas ainda é uma figura “maior que a vida.” Fez algum tipo de treino especial para Creed II?
Lundgren: Eu tentava andar sempre em boa forma, mas, quando fui contratado para este filme, comecei a fazer pesos para ficar mais musculado. Vi o Florian e queria parecer forte ao lado dele – ser aquele tipo de pai com quem ninguém se quer meter. Por isso treinei cerca de três a quatro meses, cinco dias por semana, duas vezes ao dia, a fazer cardio de manha e a levantar pesos à tarde.
Assim que se se aproximaram as filmagens e fechámos a personagem com Steve Caple Jr (realizador), tentamos fazer um Ivan mais velho, pálido, um pouco menos saudável. Para isso, o Steve deu-me fatos e roupa dois tamanhos acima do meu para parecer que ele perdeu peso. Demorei algum tempo até me habituar a isso, mas percebi rapidamente que a ideia não era o Ivan parecer um tipo duro. A sua jornada é mais pessoal.
Durante Rocky IV teve algumas falas em russo, mas muitas mais neste filme. Como é que foi aprender a lingua?
Lundgren: Foi muito difícil. Eu sei um pouco de russo, mas, neste filme, há cenas dramáticas entre Ivan e Viktor, onde só falamos russo. Foi especialmente difícil exprimir emoções como raiva ou dor quando tive que falar noutra língua. Felizmente tive quase três meses para me preparar e espero que isso faça a personagem mais autêntica.
Eu tive uma treinadora de russo que era rígida. Eu fazia aquilo que pensava que era um bom take para uma cena onde falava russo, mas logo a seguir pediam-me para repetir porque ela tinha sempre um problema qualquer com a linguagem. Eu não ficava nada contente com isso, até porque, às vezes, eram quatro da manhã e já tinha feito muitos takes. Mas fiquei satisfeito por termos muitos figurantes russos, alguns até me disseram que o meu russo era bastante bom.
Como é que foi trabalhar com o realizador Steven Caple Jr.?
Lundgren: Eu adoro o Steven. Ele é um tipo ótimo, adorável e muito inteligente. Ele trabalha muito com os atores e foi muito protetivo com o Florian por este ser o seu primeiro trabalho de ator.
Mesmo que estivesse a acontecer um milhão de coisas no set, o Steven arranjava sempre tempo com todos os atores para nos ajudar a dar o nosso melhor.
Sinto-me bastante sortudo com os meus projetos recentes, este e o Aquaman, que têm realizadores cheios de talento. Steven e James Wan respeitam muito os atores.
Creed II estreia nos cinemas portugueses a 27 de dezembro.
© 2018 Metro-Goldwyn-Mayer Pictures Inc. and Warner Bros. Entertainment Inc. All Rights Reserved
Firewatch chega à Nintendo Switch dia 17 de dezembro
A produtora Campo Santo revelou a data de lançamento do seu aclamado jogo Firewatch.
Próximo filme de “Resident Evil” vai ser baseado em Resident Evil 7
Sim, vai haver mais Resident Evil no cinema. Mas as notícias são bem melhores do que parecem.
IDLES no Lisboa ao Vivo – Duas horas de punk suado de Bristol
Ainda bem que os Idles existem.
A noite começou em ponto. Às 21h subiram a palco os JOHN, dupla energética constituídas por dois Johns, baterista e guitarrista. Tocaram cerca de 30 minutos, elogiaram Lisboa, a “cidade luminosa”, agradeceram aos presentes e claro, aos IDLES, os anfitriões da festa. E tão depressa entraram como saíram.
O intervalo de cerca de 30 minutos trouxe cada vez mais público e a sala ficou mesmo cheia. Afinal, este era um concerto esgotado há algum tempo.
Para espicaçar todos os que ali estavam, alguns elementos da banda surgiram a acenar na janela do camarim. De repente, as luzes escureceram e a palavra IDLES ficou iluminada no padrão florido kitsch da tela. Entraram em palco Jon Beavis, o baterista, e Adam Devonshire, o baixista que fundou a banda em 2011 com Joe Talbot (vocalista).
Jon atacou a sua bateria, com a plateia a assumir reconhecer a sequência das batidas, com Adam a suceder-lhe com as primeiras notas de “Colossus”, tema que abre o excelente álbum lançado este ano, Joy as an Act of Resistance. Nota desta vossa escriba: espreitem vocês próprios o início desta malha que, ao vivo, resultou como um chamamento. E se foi um chamamento, parecia que seguíamos a bordo de um barco, talvez viking, alinhados e prontos para dar algo de nós.
Já com os restantes elementos da banda em palco, a letra da canção começou a fluir com a sala inteira a cantar os versos iniciais ao lado de Joe. As vozes grossas de toda a plateia, ou tripulação, vá, marcharam sincronizadas enquanto gritavam “Goes and it goes and it goes”. E isto não é uma descrição floreada, foi mesmo assim.
Sem pausas, seguia-se “Never Fight a Man With a Perm”, “Mother”, do álbum anterior Brutalism, e Faith in the City, também recuperado a esse primeiro trabalho.
Os IDLES são uma banda que comunica muito com o público. Quase sempre introduziram as músicas com explicações simples e dedicaram algumas delas a pessoas do público, grandes fãs neste caso.
Assim, atravessámos as músicas “I’m Scum”, “Danny Nedelko”, “Divide & Conquer”, “1049 Gotho” e “Samaritans” e, à medida que o concerto ia decorrendo, a plateia ia carregando várias vezes os guitarristas Mark Bowen, um dos mais carismáticos da banda com o seu bigode farfalhudo, e Lee Kiernan.
A atuação dos nossos comandantes tinha alguma sujidade, típica do punk de Bristol, mas era contraposta com a simpatia e educação com que tratavam os seus seguidores. Uma tremenda classe, diga-se, mais parecendo que o fim de cada música era uma chegada a terra firme. E eles estavam felizes por nos fazerem felizes, provando isso mesmo com a forma extasiante como tocaram “Television”, “Great” e “Love Song”.
Entre punhos cerrados, Joe marcava o ritmo das músicas com murros no peito ou na própria cara. Atirava, também, várias cuspidelas e fazia uns quantos sinais obscenos. Atenção, nada está errado nesta descrição de mau comportamento, sendo desta forma que conseguimos sentir a verdade que os IDLES carregam num verdadeiro espetáculo de autenticidade e grosseirismo.
A maré continuava muito alta com músicas como “White Privilege”, “Gram Rock” ou “Benzocaine”. O suor aumentava a cada música e os membros da banda iam tirando alguma roupa à medida que os cabelos pingavam gotas em cima das tatuagens.
Em “Exeter”, os IDLES encheram o palco de miúdas felizes a quem entregaram alguns instrumentos para que eles pudessem dançar livremente. Uma delas, de guitarra ao colo, segurou a música acompanhando a restante banda.
Perto do final, ainda ouvimos “Cry to Me”, “Well Done” e “Rottweiler”. Pouco depois, o capitão Joe mostrou o dedo do meio a Mark, despediu-se de todos e saiu do palco com a sua t-shirt colada ao corpo, mas depressa regressou para “fazer as pazes” com o guitarrista, dando-lhe um divertido beijo na boca.
No fim, e já depois de um feedback ensurdecedor, veio o silêncio, e foi quando começámos a sair que sentimos o cheiro intenso a cabelos molhados e roupas suadas. Era hora de vestir o casaco, chegar a casa tomar um banho.
Foram duas horas de verdadeira libertação, com o público a embarcar no que seria uma viagem louca com estes homens de Bristol. Agora só esperemos que regressem bem rápido, de preferência já num festival de verão.
Texto por: Joana Domingues
BONS SONS 2018 teve um impacto de 4 milhões de euros na região de Tomar
Todos os anos, o BONS SONS desenvolve um estudo de análise do público que visita o festival. Em 2018, mais de 85% dos inquiridos declararam dedicar todos os dias parte do seu tempo livre para ouvir música e cerca de 99% declarou a intenção de regressar ao festival, ou seja, como ponto comum há o gosto pela música e o BONS SONS como ponto de encontro.
Bacardi Martini Portugal abriu uma nova sede em Lisboa
Fearless, Founders & Family. São estes os pilares do grupo Bacardi Martini Portugal reforçados nas palavras de Khalil Mansour, General Manager da Bacardi Limited Portugal, durante o encontro de apresentação do novo espaço na Avenida da Liberdade, em Lisboa, para o qual fomos convidados no passado dia 28 de novembro.
Desde que assumiu a liderança, em novembro de 2017, Khalil – juntamente com os outros embaixadores da marca – identificou nestes três F a visão desta empresa histórica, líder de bebidas espirituosas ligada à família Bacardi. É neste sentido que a nova sede em Lisboa pretende acompanhar as tendências globais e ser mais próxima dos cidadãos e consumidores. A capital portuguesa, sempre mais animada, cidade rica em cultura, eventos e de interesse turístico global, representa uma escolha obrigatória para o desenvolvimento desta nova estratégia, que quer garantir uma integração efetiva no mercado nacional.
O novo escritório central, um open space acolhedor e equipado com um bar (que não poderia certamente faltar), sugere um ambiente familiar e descontraído, onde não perdemos a oportunidade de provar os mais conhecidos cocktails e bebidas.
Entre um drink e outro, foi contada a história da empresa, fundada por Facundo Bacardí Masso em Santiago de Cuba, em 1862, quando foi inaugurada uma pequena destilaria com uma nova forma de fazer rum, que acabou para ser o rum suave premium Bacardi. A partir desta bebida, que se tornou ainda mais conhecida pelo seu uso em cocktails históricos como o Moijito e o Daiquiri (apreciados também por Ernest Hemingway), a empresa da marca de morcego aumentou a sua oferta no mercado, resultando num amplo catálogo de bebidas premium para além do rum Bacardi, como a vodka Grey Goose, o Blended Scotch Whisky William Lawnson’s e Dewar’s, o gin Bombay Sapphire, a vodka Eristoff, a tequila Patrón e o Martini, com mais de 200 marcas e rótulos e uma presença em mais de 160 mercados.
Apesar do desenvolvimento do próprio mercado, o interesse da Bacardi-Martini é dirigido, também, à promoção do consumo responsável das sua bebidas, filosofia reiterada nas campanhas de marketing e nas publicidades, que desincentiva a utilização incorreta do álcool. Foi também declarada a prioridade, a nível ambiental, de promover uma melhoria na eficiência do uso da água, uma redução nas emissões de GEE (Gases com Efeito de Estufa) e dos resíduos da produção destinados à lixeira e à eliminação das palhinhas de plástico nos cocktails.
A nova equipa da Bacardi Limited Portugal é liderada por um jovem gestor e conta com 60% de mulheres.
Deste encontro sairam frequentemente as palavras “paixão” e “responsabilidade”. Estes valores, com os quais a jovem equipa da Bacardi Martini quer identificar-se, são também expressões de um desafio complicado: comercializar as bebidas alcoólicas de uma forma que garanta um consumo mais cuidadoso e a qualidade geral dos produtos.
O compromisso da Bacardi Limited Portugal deve passar obrigatoriamente por aqui. Se é verdade que a empresa abriu esta nova sede para ser mais próxima dos seus potenciais consumidores, é também verdade que, hoje em dia, para além dos números do mercado, é necessário construir um negócio que tenha em atenção a saúde dos próprios clientes, os direitos e o bem-estar do seus colaboradores e o impacto ambiental da produção industrial, condições necessárias que a Bacardi Limited Portugal promete respeitar.
Sting é o primeiro nome anunciado para o MEO Marés Vivas
Depois de já ter passado pelo festival em 2017, o músico Sting está de regresso ao MEO Marés Vivas, sendo o primeiro nome avançado pela organização para a edição do próximo ano, atuando a 21 de julho.
Sevdaliza no Capitólio: Uma estrela salva pelo público
Não são muitas as vezes em que se dá a entender que entre público e artista existe uma ligação muito forte. Aliás, nem sempre se é tão bem recebido no nosso país quanto foi Sevdaliza assim que subiu ao palco do Capitólio na passada quinta-feira. Se as excelentes indicações dadas em passagens por festivais a trouxeram de novo a Portugal, nesta noite, em que a iraniana-holandesa Sevda Alizadeth fez de Lisboa o seu próprio mundo, as certezas foram dissipadas: Sevdaliza é uma deusa que caminha entre nós.
Antes disso, quando entrámos no Capitólio, já a sala se encontrava bem composta. Algum do público deixava-se embalar pelo DJ set de Mr. Herbert Quain, nem que fosse para acalmar os ânimos exaltados dos fãs devotos.
Mas se a calmaria tinha chegado, depressa de desvaneceu assim que se apagaram as luzes e se ouviram os primeiros segundos de “Voodoov”, do mais recente EP The Calling. Acompanhada em palco pelo seu teclista, baterista e violoncelista – que mais tarde apresentava à medida que dançava – Sevdaliza apenas começou por revelar os dedos das mãos enquanto brincava com cabos que se viam nos ecrãs instalados ao fundo do palco. No fundo, estes ecrãs eram espelhos invertidos, um pouco à semelhança do que acontece na capa do disco Ison.
Foi, porém, o tema “Libertine” que trouxe a musa para palco, perto de fãs que ansiavam por lhe dar um beijo (“dá-me um beijo na boca!” ouviu-se lá atrás) ou um abraço.
Quando a vimos no Vodafone Mexefest há um ano atrás, escrevemos que a artista dançava e cantava sem dificuldades, diluindo as sombras na beleza da sua voz. Na altura, esta mulher ainda falou bastante com o público; nesta noite, o discurso foi mais reduzido. Mas isso não é mau: Sevdaliza tem agora uma concepção de espetáculo muito mais apurada e, se antes era mais “crua”, hoje em dia é mais cerebral, sendo cada vez mais fácil deixarmo-nos sugar pelo seu mundo.
A eletrónica das suas canções, próximo dos terrenos do trip-hop, está patente não só nas músicas que já conhecemos, como “Human”, “Soothsayer”, “Shahmaran” ou “Libertine”, mas também no novo material que foi apresentado, como “Kalim” (precedido de um poema), “Rhode” ou uma muito dançável “Darkest Hour”.
Sevdaliza, que parecia ter pés de veludo tal era a facilidade com que dançava, teve sempre a voz no ponto e soube seduzir o público no momento certo. Ora com os olhos fixados na câmara que a seguia pelo palco, ora em jogos de sedução com a bailarina que a secundava no palco, a irano-holandesa controlava-nos a todos, como se ela fosse uma deusa e nós os seus servos.
Pelo meio, “That Other Girl” foi muitíssimo celebrada – ao nosso lado continuavam a cantarolar o refrão após o término da música – e uma ida ao piano com (o novo) tema “Key”, nem a propósito.
Para o final, o hit “Marilyn Monroe”, que deu a conhecer o nome Sevdaliza a muita gente. Regressada a palco, perguntou aos lisboetas se queriam mais. A resposta não se fez tardar e a música também não: “Loves Way” fechava com chave de ouro um concerto que levou os fãs à loucura. A jovem descia depois para junto do público das filas da frente para distribuir beijos e abraços.
Pouco antes do fim do espetáculo, Sevdaliza, numa das poucas vezes que se dirigiu ao público, disse: “Vocês salvaram a minha vida. Amo-vos tanto. Vocês não fazem mesmo ideia”. Bem, a julgar pela afluência e amor com que foi recebida, podemos dizer que o sentimento é bem recíproco.
Fotos de: Carlos Mendes
SYRO é o projeto a solo de Diogo Lopes
Depois de ter integrado vários projetos como baterista, tendo sido co-fundador da banda portuguesa CAELUM onde pisou alguns dos maiores palcos nacionais, Diogo Lopes resolveu lançar-se a solo enquanto SYRO.
Chicco apoia a Ajuda de Berço pelo sétimo ano consecutivo
Numa época em que devemos prezar o altruísmo, a Chicco volta a apoiar a Ajuda de Berço para assegurar as necessidades de puericultura da instituição durante o próximo ano.
Public Service Broadcasting dão dois concertos em Portugal
Depois de um concerto abençoado pela chuva na edição deste ano do NOS Primavera Sound, os londrinos Public Service Broadcasting dão este domingo, dia 2 de dezembro, um espetáculo em nome próprio no Lisboa ao Vivo. No dia seguinte, seguem viagem até ao Porto para um concerto no Hard Club.
Fã Pack Fnac Sumol Summer Fest já está disponível
Depois das duas últimas edições esgotadas, em 2017 e 2018, não há nada como comprar bilhetes com antecedência. A pensar nisso, a Música no Coração acaba de disponibilizar o Fã Pack Fnac Sumol Summer Fest, antecipando o que promete ser um bom festival e, também, uma ótima prenda de Natal.
Promoções de Natal já começaram na loja da PlayStation
O Natal está quase a chegar e, com ele, a melhor altura para morder alguns dos jogos que chegaram às lojas durante o ano.
Anthem pode ser testado no próximo fim de semana
Anthem só tem lançamento previsto lá para o final de fevereiro, mas os fãs da Bioware e os curiosos da nova aventura da produtora canadiana podem testar o seu jogo já nos próximos dias 8 e 9 de dezembro.
Pokémon GO vai ter, finalmente, um modo de batalha
Desde que foi lançado em julho de 2016, Pokémon GO foi-se transformando e foi crescendo com a adição de novas funções e gerações de Pokémon. Contudo, continuou a ficar de fora aquela que é uma das funções mais aguardadas pelos jogadores, as batalhas.
(Terminado) Passatempo – Temos 2 bilhetes duplos para o espetáculo “Roast Toy”
O espetáculo começou por ser divulgado no início deste mês, quando ainda não se conheciam os convidados deste Roast. Apenas se sabia que o visado seria o cantor Toy, que ganhou imensa popularidade nos últimos tempos, e que o “Roastmaster” seria o humorista Rui Sinel de Cordes.
Strada Outlet está com descontos extra em dois fins de semana
Fica apenas a 10 minutos de carro da capital lisboeta, pelo que não custa muito dar lá um salto. A pensar no Natal que se avizinha, o Strada Outlet organiza durante o mês de dezembro não um, mas dois Stravagant Weekends: de 30 de novembro a 2 de dezembro e de 14 a 16 de dezembro.
“Pedro e Inês” é o filme português mais visto de 2018
Já se sabia que este filme estava a ter bastante sucesso, mas agora é mesmo oficial: Pedro e Inês é o filme português mais visto de 2018, com mais de 45,5 mil espectadores nas salas de cinema.

