A melhor forma de descrever Dirty John é começando por dizer que esta não é o que parece.
Julia Jacklin confirmada no Vodafone Paredes de Coura
Chega mais um nome ao habitat natural da música. Desta vez falamos de Julia Jacklin, australiana que vai tocar ao Vodafone Paredes de Coura a 14 de agosto.
Mastodon na Sala Tejo: O poder do riff
Numa noite de domingo com algumas gotas de chuva indiscretas, Lisboa assistiu ao regresso dos Mastodon pela segunda vez à Sala Tejo e pela quase décima vez ao nosso país – em perto de vinte anos de carreira é certamente uma assiduidade de que os fãs se podem regozijar. A passagem anterior, em 2017, foi precisamente no mesmo espaço, já com Emperor of Sand fresco na bagagem, álbum que vê, assim, o seu ciclo de promoção a chegar ao fim nesta última data desta digressão europeia.
Pela terceira vez consecutiva em nome próprio, não deixa de ser curioso pensar que a banda que tantos anos demorou a visitar-nos sem ser como banda de abertura ou inserida em circuitos de festivais é agora um dos grandes nomes da música pesada – muito além do que as suas raízes mais barulhentas o apontariam – e inclusive permita que outras bandas se estreiem no nosso país, como foi o caso de Mutoid Man.
Na primeira parte, a banda de Stephen Brodsky (Cave In) e seus companheiros – com especial destaque para Chris DiMaggio (ex-Coliseum e ex-Trap Them) a substituir um lesionado Ben Koller (Converge) – apresentou-se com os seus trejeitos algo heavy metal, numa mistura rock’n’roll, hardcore punk e alguns apontamentos mais math que parecem já embebidos no ADN do guitarrista e vocalista.
O trio aproveitou a ocasião para apresentar primordialmente War Moans, de 2017, percorrendo tanto os singles “Kiss of Death” e “Date with the Devil”, como a descarga energética de “Micro Aggression” ou “Melt Your Mind” e o seu refrão orelhudo, não se esquecendo de visitar o primeiro álbum, Bleeder, e o EP que o antecedeu, Helium Head, através de “Bridgeburner” e “Gnarcissist”, respetivamente.
A boa disposição do coletivo –por vezes a resvalar para um humor propositadamente cheesy, visível essencialmente pela postura do seu frontman – mostrou-se uma escolha apropriada para aquecer a plateia, mesmo que o som não estivesse à altura – viria a melhorar de banda para banda, sem nunca alcançar a nitidez desejada.
Logo de seguida, os noruegueses Kvelertak elevaram a fasquia e exibiram um pouco mais de garra, nesta que seria a sua segunda aparição em território nacional, um ano depois de serem a banda de abertura dos Metallica. Nada mais nada menos que três guitarras, um som bem abrasivo, um novo vocalista que não parava quieto e uma boa atitude e presença em palco deixaram os que não conheciam a banda norueguesa de ouvidos no ar e de atenção agarrada.
Numa sonoridade algures entre o black’n’roll dos Turbonegro e o punk moderno dos Refused, nem o facto da banda cantar exclusivamente na sua língua materna impediu a plena interação com o público, que deu, assim, sinal das primeiras movimentações mais sentidas.
Numa performance curiosamente pouco focada no seu último disco, Nattesferd, de 2016, do qual ainda se ouviu “1985” e “Berserkr” sensivelmente a meio, a ênfase foi antes dada ao seu segundo disco, Meir, de 2013, com, por exemplo, “Åpenbaring”, “Bruane Brenn” e “Kvelertak”, sem deixar passar “Mjød” ou “Blodtørst” do primeiríssimo homónimo. A energia ao longo da entrega foi tal que terá ficado uma vontade generalizada de voltar a ver os nórdicos em concerto próprio, quiçá num futuro não muito distante já com novo disco.
Por fim, o conjunto de Atlanta mostrou-se, como sempre, igual a si próprio. Cabeças de cartaz da noite, já com todas as provas dadas, a surpresa por parte dos Mastodon só poderia surgir pelo encaixe do alinhamento. Entrando em força com “Iron Tusk”, do álbum Leviathan (2004), logo seguido por “March of the Fire Ants” (para alguns fãs, o primeiro “single” da banda) e “Mother Puncher”, ambos temas retirados do primeiro álbum, Remission (2002), foi sem dúvida um começo com o pé no acelerador.
A banda mostrou-se extremamente bem oleada, prova cabal dos excelente músicos que já são desde o início, a tocar ao seu jeito descomprometido como se fosse fácil tocar tamanha complexidade de um modo tão apelativo.
Por entre um som por vezes algo inconstante na mistura das quatro vozes, ou noutras ocasiões com as notas a dispersarem-se demasiado pela amplitude do espaço, música a música percorreram uma discografia já bem respeitável, com a coesão e precisão que lhes são conhecidas. Depois de um recuo para “Chimes At Midnight”, do anterior Once More ‘Round the Sun (2014), seguiram-se duas músicas do último registo, “Steambreather” e “Precious Stones”, mais tarde tocando um terceiro e último do mesmo, “Ancient Kingdom”.
Daí seguir-se-iam referências a todos os longa-duração anteriores: de “Sleeping Giant” e “Capillarian Crest” a “Crystal Skull” de Blood Mountain (2006), o progressismo de “Ghost of Karelia” e a faixa homónima de Crack the Skye (2009), “Black Tongue” de The Hunter (2011), o riff imenso de “Megalodon”, a pop de “Ember City”… Até na dupla “Spectrelight”/”Aqua Dementia” quase que dava para imaginar uma quinta voz, a de Scott Kelly (Neurosis), a entrar em palco!
A terminar, como seria de esperar, os gritos em uníssono de “White Whale/Holy Grail”, com “Blood and Thunder” a fechar o set e a deixar todos os presentes em êxtase, deixando Brann Dailor, como sempre, nos agradecimentos finais, contabilizando as emoções de todas as vezes em que passaram por cá.
Para quem acompanha a banda desde as suas origens, por certo que uma ideia se mantém: quem os viu e quem os vê. Quase vinte anos de banda, sete álbuns lançados, mais um par de EPs, inúmeros prémios e menções, “lots of guitar riffs and drum fills” (como apontou Brodsky ao apresentar a banda), uma identidade própria, um lugar já cimentado… Nada mal para uma banda inicialmente considerada um offshoot de Today Is The Day. Respect.
Texto de: Tiago Luís e Pedro Silva; Fotos de: Carlos Mendes
O boom da popularidade do poker
O poker explodiu em popularidade nas últimas décadas, ganhando reconhecimento internacional, a organização de grandes torneios e a criação de livros detalhados sobre como se tornar um profissional no jogo. Mas qual é a razão para tal sucesso neste desporto?
Legumi – O sushi vegan não está aqui para assustar
Ali mesmo à beira do miradouro da Senhora do Monte, na Graça, e contornando os múltiplos tuk-tuk que por lá residem, fica o recém-aberto Legumi Sushi Vegan, onde antes se encontrava o Jangada Urbana.
Numa sala ainda em processo de renovação, e assim em jeito de início de refeição, chega-nos uma sopa miso (1,45€), com os tradicionais sésamo, cebolinho e tofu, mas também com gengibre e uns cogumelos shitake com sumo de lima e enoki. Ótimo caldo, com grande profundidade de sabor. Das melhores que já provámos.
De seguida, o Ceviche de ostras da terra (5,95€) – coração de palmito marinado em sumo de lima, limão e cebolinho, com lâminas de coco e espargos cortados. A frescura da lima/limão a vir ao de cima num sabor que faz realmente lembrar o sabor do mar.
Para terminar o capítulo das entradas, chega o Mar dos bosques. Uma salada de algas marinhas e cogumelos shitake, enoki, shimeji (preto e branco), e ainda um cogumelo ostra. Um prato em que o efeito estético é fantástico e o sabor acompanha. Só por si vale bem a viagem, e providencia uma recompensa culinária generosa a quem faz a peregrinação até à Senhora do Monte.
Continua-se nas mãos hábeis do simpatiquíssimo Leo, ele próprio um peregrino veterano do Caminho de Santiago (aliás, com representantes que lhe garantem cogumelos de qualidade nessa mesma Galiza), e chega-nos o barco Legumi (39,95€), o prato principal de sushi e sashimi.
É aqui que a expressão sushi vegan, que, para muitos, acaba por constituir uma contradição em si mesma, atinge a sua real dimensão. O sashimi de tofu apresenta um bom sabor com o molho kimchi semi-secreto que vem dos tempos em que Leo ainda preparava atum, e as peças de sushi com sabor mais picante acabam por ser as que são do nosso maior agrado.
Curgete, beringela e cogumelos são alguns dos ingredientes em maior destaque num conjunto que fornece uma alternativa saborosa aos que procuram novos sabores. E seguramente, ninguém vai sair com fome de uma refeição deste tipo.
Para acompanhar, foi sugerido um vinho vegan – que ninguém acuse esta casa de incoerência. Pato Frio rosé cashmere (13,95€), um Alentejo 100% Touriga Nacional de 2017 proveniente da Herdade do Ribafreixo e com a curadoria de Paulo Laureano. Com um muito característico perfume a canela, é um vinho de grande leveza e que ligou bem com as sugestões servidas.
Mas há mais na carta de bebidas, com destaque para uma grande variedade de cervejas artesanais, as quais ganham particular destaque na decoração do espaço.
Planos para o futuro? São vários para este novo projeto, desde logo uma pequena mercearia com, obviamente, produtos vegan para quem quiser cozinhar lá por casa – queijos, salsichas e caramelos são apostas para começar.
De realçar que este projeto também só é possível com a ajuda de Juliana Barcellos, sócia e esposa de Leo. É quem faz as entradas e organiza tudo, desde o pessoal até às mesas.
O Legumi Sushi Vegan é uma proposta diferente, com sabores diferentes – e saborosos – no panorama da oferta vegan de Lisboa e não só, e isso é de saudar. Todos têm aqui lugar, e em especial, quem gosta de cogumelos tem aqui um petisco. Vários, até.
Fotos de: Teresa Graça Moura
Atenção, está quase a chegar mais uma edição do Portugal Restaurant Week
Aqui no Echo Boomer, para quem nos acompanha, sabe que somos fãs da iniciativa Portugal Restaurant Week, que permite experimentar menus de restaurantes mais premium a preços mais acessíveis. Pois bem, a quinta edição daquele que é considerado o maior evento gastronómico de Portugal está quase aí a chegar.
Lexus já vendeu 10 milhões de veículos a nível global
O marco histórico foi atingido no passado dia 19 de fevereiro, depois de um forte aumento de vendas no final do ano 2018 na Europa e no Mundo. É que chegar aos 10 milhões de veículos vendidos em todo o mundo não é para todas as marcas, principalmente aquelas consideradas mais premium, mas a Lexus conseguiu-o.
Primeira loja Opticalia Premium do país abriu no Freeport Lisboa Fashion Outlet
Opticalia Premium é o novo projeto da óptica lançado em Portugal. O novo conceito procura aliar o know-how da rede Opticalia, presente no mercado há mais de 20 anos, ao serviço personalizado da ótica tradicional, onde o cliente é colocado no centro da experiência de compra.
Years & Years vão ao MEO Sudoeste
Bem, acaba por ser uma surpresa, principalmente tendo em conta o tipo de artistas que têm indo ao MEO Sudoeste e ao facto dos Years & Years já terem passado por cá em festivais mais adequados ao seu perfil, como é o caso do NOS Alive. Mas bem, a banda de Olly Alexander acaba de ser confirmada no MEO Sudoeste, atuando no dia 7 de agosto.
Gelataria GROM lança desafio que permite ganhar 50 gelados grátis
No mês em que chega a Primavera, a gelataria GROM, que já aqui falámos por diversas vezes, celebra o regresso do sol com o desafio “Giornata del Gelato”, que pretende descobrir quem é o verdadeiro amante do gelado italiano. O prémio final? 50 gelados grátis. Coisa pouca.
Leaving Neverland. Está a chegar o polémico documentário sobre Michael Jackson
Michael Jackson pode já nem estar entre nós, mas a verdade é que o seu nome esteve envolvido por diversas vezes em alegações de abuso sexual contra crianças, que começaram a surgir em 1993.
MWC 2019: Microsoft mostra os HoloLens 2… que custam mais de 3 mil euros!
Começamos por dizer que os HoloLens 2 não são um produto para uso doméstico/comum, mas sim para áreas mais específicas, onde existem necessidades por suprimir.
The Tallest Man on Earth – Aveiro recebeu o homem mais alto do mundo
The Tallest Man on Earth subiu ao palco do Teatro Aveirense, na noite de 23 de fevereiro. Com a sala completamente esgotada, o músico cantou e encantou numa viagem por músicas dos vários álbuns e EPs editados. Kristian Matsson marcou presença, pela primeira vez, em Aveiro e não podia ter deixado o público mais rendido ao seu talento e energia vibrante.
Em outubro do ano passado, The Tallest Man on Earth, um dos maiores talentos do indie folk mundial, anunciou uma digressão a solo, com apresentação das novas canções do projecto multimédia When The Bird Sees The Solid Ground e dos seus clássicos musicais (desde 2006) por três palcos nacionais: 22 de fevereiro, na Aula Magna, em Lisboa; 23 de fevereiro, no Teatro Aveirense, em Aveiro; e 24 de fevereiro, no CC Vila Flor, em Guimarães.
A cidade de Aveiro foi a segunda contemplada com a presença do cantor e compositor sueco. Durante aproximadamente duas horas, o cantor encheu a sala de espetáculos aveirense (esgotada) e encantou o público com a sua voz rouca e hipnotizante, como tão bem nos habitou.
Este concertou contou com a presença singular do cantor, acompanhado somente por instrumentos chave, como guitarras, banjo, piano e a guitarra portuguesa que acabara de receber em Portugal, que seguiam a melodia hipnotizante das letras carregadas de sentimentos divergentes como o desamor e o falhanço de relações passadas, mas também a procura e esperança de voltar a ser feliz.
Todo o alinhamento contou com canções que nos foi dando a conhecer ao longo dos últimos 13 anos, e como seria de esperar, temas como “Love is All”, “The Gardner”, “Forever is a Very Long Time”, “King of Spain” e “The Dreamers” foram dos mais apreciados. Para além das músicas do seu repertório, o público ainda foi presenteado com duas covers – “I Say a Little Prayer” de Aretha Franklin e “The Winner Takes it All” dos Abba.
Para além de ter sido possível entrar numa atmosfera musical que só The Tallest Man on Earth soube criar, o público também se deslumbrou com todo o cenário que envolvia o cantor durante o concerto. À volta de Kristian Matsson, podiam-se observar-se caixas de madeira que projetavam luzes de várias cores, criando uma atmosfera diferente em cada música.
Em quase todas as músicas, os jogos de luzes refletidos nas caixas estavam em concordância com o ritmo das melodias, o que tornou este concerto num espetáculo visual e musical digno de ser contemplado, como pudemos comprovar no público, completamente vidrado e fascinado, num silêncio absoluto, a desfrutar ao máximo a experiência.
Durante as cerca de duas horas de concerto, o cantor referiu, algumas vezes, o quanto gostou de passear e conhecer Aveiro e como ficou encantado com a simpatia e amabilidade dos aveirenses.
Certamente que não será a última vez que The Tallest Man on Earth pisa palcos aveirenses, pelo que aguardamos ansiosamente pelo anunciar do próximo concerto. Que venham mais noites calorosas e aconchegantes como a que vivemos neste concerto memorável.
Fotos de: Joana Magalhães
Texto: Andreia Parente
THEY. confirmados no Sumol Summer Fest
Depois das confirmações de Young Thug, BROCKHAMPTON e do português Holly Hood no Sumol Summer Fest, eis que nos chega mais um nome: os norte-americanos THEY., que atuam a 6 de julho, primeiro dia do festival.
Fat Freddy’s Drop dão concerto em Portugal em março de 2020
A visita dos neozelandeses Fat Freddy’s Drop insere-se na digressão europeia de promoção ao quinto e novo álbum de originais, que ainda não se conhece o nome nem lançamento, como de resto é apanágio da banda. Em todo o caso, podem marcar na agenda: 29 de março de 2020 no Campo pequeno, em Lisboa.
MWC 2019: LG G8 ThinQ e LG V50 ThinQ são oficiais
De forma a não ficar atrás na questão dos anúncios, a LG também aproveitou a estadia na Mobile World Congress 2019, em Barcelona, para apresentar duas das suas principais apostas para o mercado dos smartphones: LG G8 ThinQ e LG V50 ThinQ. Mas como será que se comportam frente à concorrência?
MWC 2019: Nokia 9 PureView é oficial e tem cinco câmaras na traseira!
Já muito se tinha falado do Nokia 9 PureView, o primeiro smartphone do mundo a trazer cinco câmaras na traseira. E agora confirma-se, tendo sido oficialmente revelado ao mundo na Mobile World Congress 2019, em Barcelona. Este e mais quatro smartphones, o que perfaz um total de cinco equipamentos da marca da HMD. Mas já lá vamos.
Nokia 9 PureView
Destacam-se as cinco câmaras Zeiss na traseira – três monocromáticas e duas câmaras RGB, todas elas com abertura de f/1.8 e em formato de hexágono. Basicamente, as fotografias tiradas com as cinco câmaras em simultâneo fundem-se numa foto de 12MP, com a marca a prometer resultados de excelência. Os cinco sensores funcionam em conjunto para obter até 10 vezes mais a quantidade de luz, em comparação com um único sensor de cor do mesmo tipo.
Todas as imagens captadas pelo Nokia 9 PureView são HDR e o mapa de profundidade permite bonitas imagens com efeito bokeh. Para os mais entusiastas, será ainda possível captar imagens em formato “DNG” RAW não comprimido, e editá-las diretamente no telefone com o Adobe Lightroom.
Já o design do smartphone em si, embora elegante, ao não ter um ecrã que ocupa quase a totalidade da parte frontal, poderá afastar aqueles que querem estar na vanguarda. Em todo o caso, temos aqui um ecrã PureDisplay 2 pOLED de 5,99 polegadas e resolução QHD+, ausência de notch, processador Snapdragon 845, 6GB de RAM, 128GB de armazenamento interno, bateria de 3320 mAh (algo que pode prejudicar imenso o smartphone), carregamento rápido e carregamento sem fios a 10W.
Quanto ao Android utilizado, é o mais recente da Google, o 9.0 Pie, e vem na sua versão pura, ou seja, sem software excessivo.
O Nokia 9 PureView chega já este mês ao mercado por 699€.
Nokia 4.2 e Nokia 3.2
A marca diz que é um equipamento “desenhado para oferecer as mais recentes inovações de um smartphone a um preço verdadeiramente acessível”. Ou seja, o Nokia 4.2 não será um modelo de topo, obviamente, mas tem um design interessante e características porreiras para o preço que apresenta. Assim, temos aqui um ecrã HD+ de 5,71″ com notch em forma de U, processador Snapdragon 439, opções entre 2 e 3GB de RAM e 16 ou 32GB de memória interna.
Nas câmaras, temos duas na traseira, uma de 13MP com abertura de f/2.2 e outra de 2MP, além de uma de 8MP no notch. Em termos de preços, sabe-se que terá um custo de 169 dólares na versão base e 199 dólares na versão mais potente.
Já o Nokia 3.2 sucede aos anteriores 3.1, pelo que temos aqui especificações melhoradas. Um ecrã HD+ de 6,26″ com notch em forma de U, processador Snapdragon 429, versões de 2 e 3GB de RAM e 16 ou 32GB de memória interna. Atenção, se quiserem um leitor de impressões digitais, terão de optar pela versão mais cara, a de 3GB de RAM e 32GB de memória interna.
Neste modelo existe somente uma câmara de 13MP na traseira e uma de 5MP na frente. Já a bateria é de 4000mAh, algo que nos surpreendeu. Não existindo preços para a Europa, sabemos que vai chegar ao mercado norte-americano já em abril por 139 dólares na versão base e 169 dólares na versão mais cara.
Nokia 1 Plus
É um smartphone básico e é o novo membro da família de smartphones Android (Go edition). O Nokia 1 Plus é um dos primeiros smartphones do mundo equipados com Android 9 Pie (Go edition), pelo que terá funcionalidades como o Google Assistant Go.
Sendo o natural sucessor do Nokia 1, este Nokia 1 Plus surge aqui com um ecrã LCD de 5.45″ e uma ultrapassada resolução de 960×480 pixéis, processador MediaTek MT6739, 1GB de RAM e 8GB de memória interna. Temos ainda uma câmara de 8MP na traseira, uma de 5MP na frente e uma comedida bateria de 2500mAh.
Claro, com especificações tão modestas, o preço também não poderia ser abusado. Assim, chegará às lojas em março por apenas 99€.
Nokia 210
Por último, o telemóvel mais básicos de todas estas opções apresentadas. O Nokia 210 é do mais simples que há, servindo para aquele propósito básico para o qual os telemóveis foram criados: enviar mensagens e fazer chamadas. Claro que podem sempre ir ao Facebook ou navegar um pouco na Internet sem se preocuparem com a bateria, que, apesar de ter somente 1020 mAh, servirá para uma autonomia de 20 ou 30 dias.
O processador é um MediaTek MT6260A, tem um ecrã TFT de 2,4″ com resolução 320×240 pixéis, uma câmara traseira de 0,3MP e uma memória interna de somente 16MB! E não, não podem aumentar o espaço interno via microSD, nem tão pouco existem câmara de selfies.
No fim de tudo, servirá como um bom telemóvel de emergência. Preço? 30€.
MWC 2019: Novos portáteis da Huawei prometem acabar com o reinado da Apple
Além do Mate X, o smartphone dobrável da Huawei e, consequentemente, a estrela do evento da marca chinesa, Richard Yu, diretor da área de consumo, aproveitou para dar a conhecer a renovada linha de portáteis MateBook, onde existem não só a produtos anteriormente lançados, mas como novidades absolutas.
Objetivo? Acabar com o reinado da Apple e os seus Macbook.
Assim, a apresentação começou por dar destaque ao renovado MateBook X Pro, que não é mais do que uma atualização do modelo lançado no ano passado. Em aposta ganha apenas se melhora, pelo que a marca voltou a apostar num design premium, como, de resto, tem sido seu apanágio, e um ecrã touchscreen Ultra FullView Display com resolução 3K que ocupa 91% da parte frontal.

Em termos de características, podemos ter um processador Intel i5 ou i7 de última geração, uma gráfica NVIDIA GeForce MX250, memória RAM de até 16GB e armazenamento SSD de até 1TB.
Destaca-se ainda uma maior velocidade de Wi-Fi, uma porta Thunderbolt 3 e, claro, carregamento rápido. Existe ainda o Huawei Share 2 que, com a funcionalidade OneHop, faz com que seja possível passar conteúdos do smartphone para PC, ou vice versa, bastando aproximar o smartphone da base do teclado. Muito, muito bom.
Preços? 1599€ na versão com processador i5, 8GB de RAM e 512GB de armazenamento e 1999€ na versão com i7, 16GB de RAM e 1TB de disco SSD.
Há ainda MateBooks de 13 e 14″
Além disso, a Huawei deu também destaque a um MateBook de 13 polegadas, o seu novo ultraportátil. Tem um monitor FullView de 3:2 com uma relação ecrã-para-corpo de 88% e resolução 2K (2160×1440 a 200ppi) com uma taxa de contraste de 1000:1. Mas este ecrã não é tátil, à exceção da versão mais cara
Com um design metálico e minimalista – apenas 286 x 211 x 14,9 mm e 1,28 kg -, podemos considerar este MateBook de 13″ um companheiro de viagem, ideal para quem anda constantemente de um lado para o outro. Este MateBook 13 utiliza o sistema de refrigeração Shark Fin Design 2.0, uma solução que recorre a ventiladores de alta velocidade para gerar um alto fluxo de ar para que o desempenho térmico do portátil esteja sempre no ponto.
No que toca a características, podemos ter um processador Intel Core i5-8265U ou Intel Core i7 8565U, gráfica Intel UHD 620 ou Nvidia GeForce MX150, 8GB de RAM e 256 ou 512GB de disco SSD. E onde está a câmara frontal? No topo do ecrã.
Os preços começam nos 999€ e vão até um máximo de 1399€.
Houve ainda tempo para anunciar um modelo MateBook de 14″. É em tudo semelhante à versão de 13 polegadas, sendo ligeiramente mais espesso e pesado e, claro, melhor, pelo menos na placa gráfica (NVIDIA GeForce MX250), na RAM (Pode ir até aos 16GB), no disco SSD (pode ir até aos 512GB) e na capacidade da bateria. Curiosamente, a webcam está colocada no teclado, à semelhança do que já vimos com outras opções.
No que toca a preços, começam nos 1199€ e podem ir até aos 1499€ na versão mais potente.
