A primeira edição aconteceu no ano passado, na vila do Crato. Dado o sucesso, a organização resolveu apostar numa segunda edição do Festival Remember. Acontece de 7 a 9 de junho e tem em Fisher Z, Los Del Rio, La Frontera e Jafumega os primeiros nomes confirmados.
GROM tem dois novos gelados para os dias de calor
Só estão disponíveis até final de junho, pelo que devem aproveitar o mais rapidamente possível. Falamos dos novos gelados da GROM, a incrível gelataria que existe ali para os lados do Chiado.
Eleven Sports esconde bilhetes para a Liga dos Campeões em Lisboa e Porto
E são bilhetes para a final da Liga dos Campeões, pois claro, que vai acontecer no dia 1 de junho, no Estádio Wanda Metropolitano, num jogo que vai opor o Tottenham ao Liverpool. O passatempo é promovido pela Eleven Sports, canal desportivo que, desde que chegou a Portugal em agosto do ano passado, já conseguiu mais de 100 mil clientes.
Análise – Rage 2
Estrondoso, colorido, anárquico e violento. É assim que se apresenta Rage 2, a sequela do jogo id Software lançado em 2011 para a PC e consolas.
Tvs da Samsung já têm Apple TV e suporte para AirPlay 2
Nós já tínhamos avançado com essa possibilidade quando, a convite da Samsung, fomos conhecer as mais recentes inovações da marca sul-coreana para 2019. Pois bem, foi a partir desta semana que a aplicação Apple TV e suporte para AirPlay 2 passou a estar disponível em Portugal em todas as Smart TVs Samsung de 2019 e em modelos selecionados de 2018.
Volbeat regressam a Portugal e trazem consigo os Baroness e Danko Jones
Foi em 2010 que os multiplatinados roqueiros dinamarqueses Volbeat estiveram em Portugal, na altura a fazerem a primeira parte do concerto dos Metallica. Regressam agora, nove anos depois, a 10 de outubro, no Coliseu de Lisboa, num panorama totalmente diferente: será a estreia em nome próprio por cá numa noite em que são cabeças de cartaz, fazendo-se acompanhar dos Baroness e Danko Jones como bandas suporte.
Há uma nova carteira móvel para guardar criptomoedas. E é portuguesa
Chama-se Keyruptive e é uma solução criada pela mais recente spin-off do Instituto de Engenharia de Sistemas e Computadores, Tecnologia e Ciência (INESC TEC), que tem o mesmo nome da tecnologia desenvolvida. Esta carteira móvel para criptomoedas permite acesso e gestão de fundos de forma intuitiva, ao mesmo tempo que mantém um nível de segurança comparável ao de dispositivos de hardware.
As novas embalagens da Fruut têm menos 25% de plástico
São cada vez mais as marcas a alinharem na redução ou eliminação por completo do plástico nas suas criações. A mais recente é a Fruut, marca de snacks 100% naturais, que, nas novas embalagens que chegam agora ao mercado, anuncia que houve a redução de 25% de plástico na sua produção. Isto também contribui para uma redução significativa do cartão utilizado no transporte, já que em cada uma das caixas é possível colocar mais embalagens.
Heavy Rain, Beyond Two Souls e Detroit: Become Human recebem data de lançamento e demos para o PC
A Quantic Dream prepara-se para trazer os seus três jogos mais recentes até aos PCs já este ano.
Xiaomi abre primeira loja oficial em Portugal a 1 de junho
Finalmente. Depois de lojas falsas e de a marca ter chegado ao nosso país através de distribuidores, que posteriormente enviavam os produtos da marca para outras lojas portuguesas, parece que chegou o dia da Xiaomi abrir a sua primeira loja oficial em Portugal.
“Desencantamento” regressa à Netflix em setembro
A Netflix revelou que vai ter novos episódios de Desencantamento, série de fantasia do criador dos Simpsons e Futurama, já em setembro.
Trotinetes da Flash já chegaram a um campus Universitário
Já depois de ter chegado a mais uma cidade, neste caso a Gondomar, eis que as trotinetes da Flash invadem uma universidade, sendo a primeira operadora a entrar num campus universitário em Portugal. Esta empresa europeia de micromobilidade está agora a operar dentro da Faculdade de Ciências e Tecnologia (FCT) da Universidade Nova de Lisboa, em Almada.
Discoveries Festival muda-se para o Campo Pequeno
Algo de grave se passou, mas o facto é que o Discoveries Festival, um novo festival de EDM, saiu do Estádio Municipal Mário Wilson, em Oeiras, para se estabelecer no Campo Pequeno, em Lisboa. Estará relacionado com a fraca adesão ao festival? Bom, quererem fazer logo uma primeira edição num estádio é algo ambicioso, mas o mais estranho é que, só agora, a três semanas do festival, foi divulgado boa parte do cartaz.
“Emplastro” encarna a pele de James Bond em campanha publicitária
Fãs de futebol ou não, uma coisa é certa: todos conhecem o Emplastro, considerado o adepto de futebol que mais vezes apareceu por detrás das câmaras em Portugal nos últimos anos. O nome verdadeiro deste homem é Fernando Alves, mas por aí não chegam lá.
KuantoKusta vai entrar no negócio do retalho alimentar
Na prática, isto significa que o segmento “supermercados” do KuantoKusta vai deixar de ser um mero comparador de preços para passar a integrar o modelo de negócio Marketplace, criado em novembro de 2018 naquele site, e que conta, até ao momento, com 160 lojas e 100 encomendas diárias.
Earth Water é a primeira água em Portugal a ser vendida numa embalagem de cartão
Numa altura em que todos nos tornamos tentar mais sustentáveis, porque não também começar pela água, que é vendida quase na sua totalidade em embalagens no cartão? Foi nisto que pensou a Earth Water, a marca que acaba de lançar-se numa embalagem de cartão da Tetra Pak, tornando-se a primeiram arca de água comercializada em Portugal com este formato.
Oficial: Asus ZenFone 6 tem argumentos para conquistar o mercado
Uma câmara flip, uma bateria de 5000mAh e um preço máximo de 599,99€. Convencidos? Este é o Asus ZenFone 6, que foi apresentado esta quinta-feira de forma oficial.
Its My Ride é a 5ª plataforma TVDE licenciada pelo IMT em Portugal
Provavelmente muitos de vós ainda nem conhecem, mas a verdade é que há uma nova plataforma TVDE licenciada pelo IMT a operar em Portugal. Chama-se Its My Ride e é, contrariamente às outras plataformas, uma empresa portuguesa.
Crítica – John Wick: Chapter 3 – Parabellum
Neste terceiro filme do franchise cheio de ação e adrenalina, o super-assassino John Wick (Keanu Reeves) regressa em fuga e com a cabeça a prémio pelo valor de 14 milhões de dólares. Por este motivo, tem um exército de assassinos de caça ao homem no seu rasto que querem conseguir a recompensa a todo o custo. Depois de matar um membro da High Table dentro do terreno do Continental, John Wick é excomungado e luta para sair com vida da cidade de Nova Iorque, mas os homens e mulheres mais implacáveis do mundo esperam por ele em cada virar de esquina.
John Wick (2014) é um dos melhores filmes desse ano e uma das melhores películas de ação de sempre. Por outro lado, John Wick: Chapter 2 (2017) é um pouco mais atrapalhado e confuso sobre a sua história e como traz o seu protagonista de volta ao jogo, mas as sequências de combate intenso elevam o filme impressionantemente. E são precisamente as cenas de ação mind-blowing, brutais, sangrentas, extraordinariamente longas e incrivelmente coreografadas que fazem John Wick uma das personagens mais badass da história do cinema.
A Academia tem procurado algo novo para tornar os Óscares mais populares e a criação de novas categorias tem sido a sua ideia número um. Bem, nada se encaixa melhor no espetáculo do que Best Stunt Work. Obviamente, sagas como esta ou Mission: Impossible tornar-se-iam grandes sucessos nesta cerimónia de prémios. Estas duas franchises são inegavelmente as mais importantes e cruciais para a sobrevivência de ação autêntica. O que vemos, é o que é.
Hoje em dia, os espetadores já têm os seus olhos pré-definidos para reconhecer tudo como CGI ou algum tipo de efeito visual. É, no mínimo, triste, que a maioria da audiência não vá perceber o quão fenomenais estes filmes são e o quanto os membros do elenco e da equipa técnica trabalham que nem loucos para oferecer ao público sequências genuinamente reais. Sim, são algo exageradas. Sim, CGI e efeitos visuais ainda são aplicados, mas apenas para pequenos detalhes como balas, sangue, quedas ou arremesso de facas, que nunca distraem (muito pelo contrário, contribuem para a experiência). E sim, exige que o público suspenda os seus conhecimentos fundamentais de física em alguns momentos particulares.
No entanto, lá está: se se encontram entusiasmados para assistir a um terceiro filme de uma saga, são claramente fãs. Sabem do que se trata e qual é o tom predominante deste mundo.
John Wick estabeleceu-se em 2014 como uma história simples de vingança pura e um filme de ação inacreditavelmente realista, o mais próximo que alguma vez teremos a um conto de origem de um assassino. John Wick: Chapter 2 explorou profundamente a instituição que governa estes assassinos e todas as regras pelas quais eles se regem. É um pouco mais desorganizado do que o primeiro, mas continua a ser uma explosão de entretenimento.
Parabellum tem o melhor de ambos. Contém a melhor ação coreografada já vista no grande ecrã e alguns dos movimentos de câmera mais impressionantes que já testemunhei. Além disso, a narrativa faz mais sentido e as decisões das personagens são logicamente ou emocionalmente justificáveis, ao contrário do segundo filme. A produção sonora é poderosa e a cinematografia juntamente com a cenografia dão um ambiente fantástico.
Mas o ritmo podia ter sido melhor controlado. As transições entre as longas sequências de ação e as respetivas pausas para mover a história para a frente nem sempre são suaves. Alguns pedaços de comédia que não pertencem realmente a esta saga foram adicionados e enquanto alguns até funcionam, outros provam que este género não se encaixa neste mundo.
Para além disto, não há muito a reclamar. O elenco é absolutamente impecável. Keanu Reeves está na luta com Tom Cruise pelo troféu de “maior estrela de ação” atual. Enquanto Cruise coloca a sua vida mais em risco, realizando acrobacias especialmente perigosas, Keanu tem a resiliência e agilidade de um animal, proporcionando-nos com momentos de luta a alta velocidade e muitíssimo complexas de se realizarem. Já Halle Berry (Sofia) é uma excelente surpresa! Quem diria que (ainda) é capaz de se mover como ela se mexe neste filme. As coreografias que executa são excecionais.
Laurence Fishburne (Bowery King), Ian McShane (Winston) e Lance Reddick (Charon) também têm os seus momentos para brilhar, mas os cães de Sofia são fatalmente fofos e acabam por roubar o espetáculo.
Em relação às sequências de ação, são todas bastante memoráveis. Desde um throwback à sala de espelhos de Chapter 2 a uma cena de perseguição surpreendentemente fluída pelas ruas de Nova Iorque, tudo o que Chad Stahelski e a sua equipa talentosa atiram para o ecrã é simplesmente perfeito.
O ato final assemelha-se até a uma experiência de um videojogo. Imaginem vários níveis, cada um deles com o seu boss respetivo, mas o final boss no topo deles todos… Como, por exemplo, em Legend of Zelda: Ocarina Of Time, quando Link tem que eliminar inimigos em cada andar, com o fim de mover-se até chegar a Ganondorf. Analogia sem sentido? Talvez, mas o último ato desencadeou isto na minha memória. Resumindo, há toneladas de ação inovativa e bastante variada para todos os gostos.
John Wick: Chapter 3 – Parabellum tem tudo o que os fãs desta saga desejam: sequências de luta poderosas, sangrentas, longas, barulhentas e brilhantemente coreografadas, acompanhadas por uma história decente que explora ainda mais o mundo dos assassinos. Chad Stahelski é um filmmaker fenomenal, que sabe como um filme de ação deve ser filmado. Não há edição desleixada ou cortes rápidos. Apenas extensas cenas de um take, cheias de trabalho físico de um elenco incrível. Keanu Reeves é uma das maiores estrelas de ação de sempre e Halle Berry surpreende com as suas habilidades físicas.
Com um melhor controlo do seu ritmo e tom (e um pouco menos desafiante dos fundamentalismos da física), poderia ter sido facilmente o melhor filme de ação do século. Terá de se ficar por “um dos melhores”.
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