Começaram as promoções da E3 2019 para a Xbox

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Como a Microsoft já tinha anunciado, durante os próximos dias (até 17 de junho), é possível adicionar à biblioteca de jogos da Xbox alguns dos títulos mais importantes da plataforma, e não só, a preços reduzidos. São descontos Xbox a preços bem apetecíveis.

Futebol feminino em dia de Mundial 2019

Começou hoje o Campeonato do Mundo Feminino de Futebol de 2019, a disputar-se em França, um dos países em que o desporto mais cresceu na categoria, à semelhança de outros países… do hemisfério norte!

James Blake hoje no NOS Primavera Sound. Conhece aqui o provável alinhamento

Decorre o segundo dia do NOS Primavera Sound, após um primeiro dia em que teve em Jarvis Cocker (com o espetáculo JARV IS…) e Solange os seus momentos maiores. Há nomes pouco consensuais, como J Balvin, mas outros que já agradam à maioria, como é o caso de James Blake, que sobe ao Palco NOS à 01h da madrugada.

NOS Primavera Sound – Dia 1: O triunfo sónico dos Stereolab e os chocolates de Jarvis

O início de mais um NOS Primavera Sound foi muito reminescente da anterior: com chuva. Muita chuva. Mas aquilo que foi uma constante da vida em 2018, em 2019 foi apenas um susto sério e uma forma de testar a logística dos festivaleiros (evidentemente que um impermeável é obrigatório).

Pelo final da tarde tudo amainou e quando chegámos a Built to Spill até uns simpáticos raios de sol se faziam sentir.

Banda com história e uma daquelas jóias tardias que foram adicionadas depois do cartaz do NOS Primavera Sound ter sido anunciado, vieram tocar um dos discos clássicos do rock independente americano dos anos 90: Keep It Like a Secret.

Performance competente, com as guitarras a assumir a preponderância face à voz de Doug Martsch. Não desiludiram os que se iam agremiando pelo relvado enquanto se ia procurando alguma alteração no terreno para esta edição.

Pelas 21h chega Jarvis Cocker, que apresenta o seu novo projeto JARV IS. O palco coloca algum medo, é o Seat ali à beira da entrada, bem em cima do alcatrão. Foi novidade o ano passado no NOS Primavera Sound  e houve algumas experiências menos positivas por lá. Desta vez, e não obstante algumas empilhadoras a apitar por detrás da bancada do lado esquerdo, não se está mal.

A figura esguia de Cocker surge à frente da nova banda de espelho virado para o público, após uns minutos de aquecimento em que o público ouvia versões de Blondie. Com um início mais para o morno, a chegada de “Further Complications”, dos primeiros temas a solo do artista, ajuda a aquecer.

Experimentam-se umas palavras em português, tenta-se encontrar uma língua através de cliques. Jarvis vai rondando, à procura de fazer a ligação com os espectadores em número razoável a apreciar o cair da noite. Estão atentos, mas calmos.

Afinal há aqui temas bem frescos, como “Children of the Echo”, e os arranjos elaborados com direito a harpa e saxofone levantam interesse, mas ainda não há entusiasmo. O homem está em boa forma, e é bom voltar a estar com ele.

E depois o clique chega, sem ser precisa a clicky language. Jarvis lembra a última vez que esteve por terras lusas – foi em 2011 em Paredes de Coura – e pergunta quem esteve lá. Somos muitos, e ele fica genuinamente surpreendido, parece.

Toca-se “His n Hers” , a única de Pulp. De repente o céu cai sobre nós. Muitos fogem, é natural. Mas muitos outros correm para junto do palco. Cocker está solidário, começa a atirar chocolates – Toblerones pequenos e Twix, passo a publicidade – e diz que um dos seus grandes receios é ser eletrocutado e está na altura de enfrentar isso, avançando de microfone em punho para as grades à chuva.

Pergunta-se às pessoas o que elas temem. Há quem diga aranhas, há quem diga cobras. Jarvis pede para fechar os olhos e cura os medos. Para a chuva. Rebentam-se com os horários, chega-se à hora e meio de concerto. Fala-se que há cunts a mandar no mundo mas não há de ser sempre assim. Compensa sempre ver este senhor, volte em breve.

Os planos de horários foram à vida neste primeiro dia de NOS Primavera Sound, mas há tempo para passar por Danny Brown, que  à frente do seu colega de palco a soltar uns bits, atrai bons números, mas acaba-se por parar em Allen Halloween, um craque da rima. Continua em grande forma.

23h20: Stereolab, o nome mais aguardado por muitos nesta quinta-feira. Laetitia Sadier e seus companheiros cumprem os horários, e são a antítese do último ocupante daquele palco. Ultra-discretos, aqui há uma sessão contínua de interpretação – muito importante esta palavra.

Esta malta toca, e ridiculamente bem. Este palco nunca soou tão limpo, tão sala fechada. Que maravilha. Com boa voz e pouca conversa, o ritmo constante do festão segue. Os êxitos estão lá, há muito de Emperor Tomato Ketchup. Este hiato não lhes fez mal, temos aqui vinho do Porto.

Um espetáculo programado ao milímetro e glorioso na execução, tendo terminado exatamente uma hora depois de termos começado a bater o pezinho. A única pena do concerto foi mesmo ter-se bem comportado em relação ao tempo, a fazer lembrar os escandalosos 55 minutos de Nick Cave em Barcelona em 2013. Da próxima façam tão bom, mas em maior.

Depois da pena de só conseguir a despedida das jovens Let’s Eat Grandma  – pareciam extremamente felizes e saem de mãos nos ombros uma da outra – , aguarda-se Solange.

Com alguns, poucos, minutos de atraso, Solange aparece e tem uma grande produção em palco. Com escadaria branca por detrás, onde há recortes para parte da banda se alojar, um conjunto de dançarinas surge, sempre em tons de preto e branco. Há aqui talvez influências de Grace Jones, ou mais recentemente de Janelle Monae.

De vez em quando uma barra de néon liga, uma dançarina de twerk dá tudo em cima das escadarias, enquanto outras sobem ritmadamente os degraus (agora a memória imediata é o vídeo de “Around the World” , dos Daft Punk).

Solange canta bem, mas parece revelar alguma frieza, a contrastar com tanta gente em cima do palco. Há muito destaque para o último When I Get Home, e esforço para entreter a multidão qb que se reúne. Só que volta a chover e de A Seat at the Table não há assim tanto. Foi interessante de ver, mas está na hora de voltar para casa.

Hoje há mais NOS Primavera Sound, com nomes como Interpol e James Blake. E nós vamos andar por lá. Ainda há bilhetes à venda.

Fotos de: Telmo Pinto

Os snacks naturais da Urban Nature estão agora em sacos produzidos com menos 80% de plástico

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É uma marca portuguesa que surgiu no mercado em 2018 e que, desde então, chegou às prateleiras das lojas Pingo Doce, fazendo com que esteja disponível em mais de 400 estabelecimentos da cadeia de supermercados de norte a sul de Portugal. Falamos, claro, da Urban Nature, a marca de snacks saudáveis e naturais que está agora mais amiga do ambiente.

Interpol hoje no NOS Primavera Sound. Conhece aqui o provável alinhamento

Depois de um dia em que teve em Jarvis Cocker (com o espetáculo JARV IS…) e Solange os seus momentos maiores, chega o segundo dia do NOS Primavera Sound. Há nomes pouco consensuais, como J Balvin, mas outros que já agradam à maioria, como é o caso dos Interpol, que sobem ao Palco Seat às 23h45.

Como escreveu o nosso Bruno Ferreira, “a expetativa será a manutenção da sua forma rápida e concentrada em modo concerto, sem grande exteriorização”. Ou seja, há o receio de que seja um espetáculo muito automático, sem grandes momentos de sobressalto.

Em todo o caso, o trio formado por Paul Banks, Daniel Kessler e Sam Fogarino tem novo disco na bagagem, Marauder, lançado no ano passado, de onde saíram os singles “The Rover”, “Number 10” e “If You Really Love Nothing”.

E quanto ao alinhamento dos Interpol do NOS Primavera Sound?

Bom, se tivermos em conta a setlist tocada no Primavera Sound de Barcelona, teremos direito a 15 temas, tocando os Interpol somente dois temas do novo álbum. Depois vão buscar músicas a álbuns mais antigos, como ao seminal Turn On The Bright Lights.

Conheçam, em baixo, o provável alinhamento/setlist para o concerto de mais logo.

C’mere
If You Really Love Nothing
Public Pervert
PDA
Say Hello to the Angels
Fine Mess
Evil
Take You on a Cruise
All the Rage Back Home
Rest My Chemistry
The Rover
Slow Hands
Leif Erikson
Obstacle 1
Roland

Começaram as promoções Days of Play para a PlayStation 4

A PlayStation pode ter ficado de fora da E3 2019 mas tem boas notícias para os jogadores, especialmente aqueles que andam a poupar para comprar alguns jogos.

A anual época de saldos Days Of Play da PlayStation já começou e dura até ao dia 17 de junho, dando aos jogadores a oportunidade de se lançarem em novas e velhas aventuras a preços mais reduzidos.

Dos clássicos aos jogos mais recentes, dos multi-plataformas aos exclusivos, das aventuras cinemáticas às experiências imersivas em VR, há de tudo e muito mais.

Durante este período, é possível ainda adquirir o Mega Pack Playstation VR por 229,99€, a nova edição limitada da PlayStation 4, com decorações alusivas ao Days of Play 2019, por 299,99€, e jogos físicos e digitais por preços reduzidos, como God of War e Marvel’s Spider-Man por 29,99€ ou o mais recente Days Gone por 49,99€.

Os periféricos como os comandos baixam também todos para 39,99€ e os auscultadores Wireless da PlayStation podem ser adquiridos a partir de 59,99€.

Esta também é uma excelente altura para quem quiser fazer a renovação de subscrições com a anuidade do PlayStation Plus a 41,99€ e o PlayStation Now por 69,99€.

Days of Play 2019

Há mais de uma centena de jogos PlayStation 4 em desconto no Days of Play

Para ficarem a conhecer a lista completa de jogos em desconto durante este período, verifiquem a lista em baixo e comecem a adicionar ao carrinho de compras.

  • A Way Out
  • ACE COMBAT 7: SKIES UNKNOWN
  • ACE COMBAT 7: SKIES UNKNOWN Deluxe Edition
  • Anthem
  • Anthem: Legion of Dawn Edition
  • ARK Park
  • Assassin’s Creed Odyssey
  • Assassin’s Creed Odyssey – DELUXE EDITION
  • Assassin’s Creed Odyssey – GOLD EDITION
  • Assassin’s Creed Odyssey – ULTIMATE EDITION
  • ASTRO BOT Rescue Mission
  • Battlefield V
  • Battlefield V Deluxe Edition
  • Bloodborne
  • Bloodborne: Game of the Year Edition
  • Borderlands 2 VR
  • Borderlands: Game of the Year Edition
  • Bravo Team
  • Call of Duty: Black Ops 4 – Black Ops Pass
  • Call of Duty: Black Ops 4 – Digital Deluxe
  • Call of Duty: Black Ops 4 – Spectre Rising Edition
  • Chimparty
  • Days Gone
  • Days Gone Digital Deluxe Edition
  • Detroit: Become Human Digital Deluxe Edition
  • Devil May Cry 5
  • Devil May Cry 5 Deluxe Edition
  • DOOM
  • DOOM VFR
  • DRAGON BALL FIGHTERZ
  • DRAGON BALL FIGHTERZ – FighterZ Edition
  • DRAGON BALL FIGHTERZ – Ultimate Edition
  • DRIVECLUB
  • DRIVECLUB VR
  • Fallout 4: Game of the Year Edition
  • Fallout 76
  • Fallout 76 Tricentennial Edition
  • Fallout 76 Tricentennial pack
  • Far Cry 5 + Far Cry New Dawn Complete Edition
  • Far Cry 5 + Far Cry New Dawn Ultimate Edition
  • Far Cry New Dawn
  • Far Cry New Dawn Credits Pack – Medium
  • Far Cry New Dawn Credits Pack – Large
  • Far Cry New Dawn Credits Pack – Small
  • Far Cry New Dawn Credits Pack – XL
  • Far Cry New Dawn Credits Pack -XXL
  • Far Cry New Dawn Deluxe Edition
  • Farpoint
  • FIFA 19
  • FIFA 19 Ultimate Edition
  • Firewall Zero Hour
  • FRANTICS
  • God of War Digital Deluxe Edition
  • Gran Turismo Sport
  • Gran Turismo Sport Digital Deluxe Edition
  • Grand Theft Auto V Premium Online Edition
  • GTAV Premium Online Edition & Great White Shark Card Bundle
  • GTAV Premium Online Edition & Megalodon Shark Card Bundle
  • GTAV Premium Online Edition & Whale Shark Card Bundle
  • Here They Lie
  • Hidden Agenda
  • Horizon Zero Dawn
  • Horizon Zero Dawn Complete Edition
  • inFAMOUS Second Son
  • inFAMOUS Second Son + inFAMOUS First Light
  • inFAMOUS Second Son Legendary Edition
  • inFAMOUS First Light
  • JUMP FORCE
  • JUMP FORCE – Deluxe Edition
  • JUMP FORCE – Ultimate Edition
  • KILLZONE: SHADOW FALL
  • KINGDOM HEARTS All-In-One Package
  • KINGDOM HEARTS HD 1.5 + 2.5 ReMIX
  • KINGDOM HEARTS HD 2.8 Final Chapter Prologue
  • KINGDOM HEARTS III
  • Knowledge is Power
  • Knowledge is Power: Decades
  • LittleBigPlanet 3
  • Marvel’s Spider-Man
  • Marvel’s Spider-Man Digital Deluxe Edition
  • MLB The Show 19
  • MLB The Show 19 [EU]
  • MLB The Show 19 Digital Deluxe Edition
  • MLB The Show 19 MVP Edition
  • MONSTER HUNTER: WORLD
  • NBA 2K19
  • NBA 2KVR Experience
  • Overwatch Legendary Edition
  • PlayStationVR Worlds
  • Ratchet & Clank
  • Red Dead Redemption 2
  • Red Dead Redemption 2: Special Edition
  • Red Dead Redemption 2: Ultimate Edition
  • RESIDENT EVIL 2
  • RESIDENT EVIL 2 Deluxe Edition
  • Rez Infinite
  • RIGS Mechanized Combat League
  • Robinson: The Journey
  • Sekiro: Shadows Die Twice
  • Shadow of the Tomb Raider
  • Shadow of the Tomb Raider – Croft Edition
  • Shadow of the Tomb Raider – Digital Deluxe Edition
  • TEKKEN 7
  • TEKKEN 7 – Rematch Edition
  • TEKKEN 7 – Ultimate Edition
  • Tetris Effect
  • That’s You!
  • The Crew 2 – Deluxe Edition
  • The Crew 2 – Gold Edition
  • The Crew 2 Standard Edition
  • The Elder Scrolls online
  • The Elder Scrolls V: Skyrim Special Edition
  • The Elder Scrolls V: Skyrim VR
  • The Heavy Rain & BEYOND: Two Souls Collection
  • The Inpatient
  • The Last of Us Remastered
  • The Persistence
  • The Sims 4
  • The Sims 4 Cats & Dogs
  • The Sims 4 City Living
  • The Sims 4 Deluxe Party Edition
  • The Sims 4 Dine Out
  • The Sims 4 Get to Work
  • The Sims 4 Get Together
  • The Sims 4 Jungle Adventure
  • The Sims 4 Outdoor Retreat
  • The Sims 4 Parenthood
  • The Sims 4 Seasons
  • The Witcher 3: Wild Hunt – Game of the Year Edition
  • Tom Clancy’s Rainbow Six Siege Deluxe Edition
  • Tom Clancy’s Rainbow Six Siege Gold Edition
  • Tom Clancy’s Rainbow Six Siege Ultimate Edition
  • Tom Clancy’s The Division 2 – Gold Edition
  • Tom Clancy’s The Division 2 – Standard Edition
  • Tom Clancy’s The Division 2 – Ultimate Edition
  • Uncharted: The Lost Legacy
  • UNCHARTED 4: A Thief’s End Digital Edition
  • Uncharted: The Nathan Drake Collection
  • Until Dawn: Rush of Blood
  • Until Dawn
  • Watch Dogs 2 – Deluxe Edition
  • Watch Dogs 2
  • Watch Dogs 2 – Gold Edition

Vinho Gatão mudou de imagem. E está bem mais jovem

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Aliás, basta olharem para perceberem que o Gatão está agora bem mais elegante. Já o sabor mantém-se. E ainda bem.

Gatão

Esta marca que integra o leque de gamas da Sociedade dos Vinhos Borges é mais conhecida pelo seu vinho verde e, agora, após mais de 20 anos, mudou a imagem, num rebranding que contou com a assinatura do reconhecido e premiado Atelier Rita Rivotti.

O vinho apresenta-se agora mais atrativo com todas as suas cores e traços geométrico e está preparado para dar que falar. Para além do vinho verde branco, houve também a aposta no rebranding de todas as outras referências da marca Gatão.

Esta nova imagem do Gatão dá também o mote para uma campanha 360º, estando patente não só nas redes sociais, mas também com ações de ativações de marca em grandes superfícies e vários eventos em todo o país.

A Garnier abraçou o compromisso de ser mais amiga do ambiente

É uma “moda” que veio para ficar. E ainda bem. A pouco e pouco, todas as marcas estão a começar a sua abordagem ao mercado, mudando os seus modos de produção, seja dos produtos ou das próprias embalagens, apostando em materiais que não fazem tão mal ao meio ambiente. Ou pelo menos tentam não desgastar o planeta ainda mais.

As trotinetes da Flash vão mudar de nome

Já falámos diversas vezes desta plataforma de micromobilidade aqui no Echo Boomer, pelo que foi com alguma surpresa que nos deparámos com esta novidade. Mas faz todo o sentido. Afinal, o nome Circ está em tudo relacionado com as trotinetes elétricas.

Days Gone ficou mais difícil e vai receber novos desafios

Days Gone para a PlayStation 4 recebeu a sua primeira mega atualização gratuita.

Google abre as portas da E3 2019 com novos detalhes do Google Stadia

Este ano, a época em volta da E3 teve um novo jogador que se antecipou com uma transmissão exclusiva ao seu novo e inovador serviço de subscrição de videojogos que promete ser o verdadeiro Netflix do gaming.

Os novos relógios da Swatch são para gente arrojada

A coleção é nova, bem como os modelos que a compõem. A coleção BIG BOLD da Swatch contempla seis modelos de relógios diferentes, inspirados no streetwear urbano.

Vem aí um Roast a José Castelo Branco

Lembram-se quando anunciámos um Roast ao cantor Toy? Pois é, a coisa correu tão bem que a promotora Meio Termo lembrou-se agora de fazer um Roast, mas a outra personalidade totalmente diferente: José Castelo Branco. Vai mesmo acontecer, a 19 de julho, no Campo Pequeno, em Lisboa.

Conan Osíris e First Breath After Coma na 2ª edição do festival Galaxy Live


Quem tem um dispositivo Samsung (ou quem é apreciador de música, vá) decerto estará familiarizado com este conceito. O Galaxy Live é um festival de música promovido pela Samsung Portugal que é transmitido em streaming a partir de vários pontos de Lisboa. Pois bem, este ano volta a haver festival, e tem nomes bem apetecíveis.

Golden Features confirmado para dia 13 de julho no NOS Alive’19

Há mais um nome para o Palco NOS Clubbing do NOS Alive’19. Desta vez, o confirmado é Tom Stell, produtor de dance music australiano mais conhecido pelo nome de palco Golden Features e por atuar com uma peculiar máscara dourada. O artista está confirmado para atuar no festival no dia 13 de julho.

A Frubis tem mais fruta fresca lavada, cortada e pronta a consumir

Decerto que muitos de vós conhecem a Frubis, marca nacional de fruta fresca e desidratada. Pois bem, a marca apresenta agora os novos Fresh Frubis, que são, essencialmente, combinações de fruta fresca lavada, cortada e pronta a consumir, em qualquer lugar e a qualquer hora. Prometem fazer sucesso.

Crítica – “Dark Phoenix”

Esta é a história de uma das personagens mais amadas dos X-Men, Jean Grey, enquanto esta evolui para a icónica Fénix Negra. Durante uma arriscada missão de resgate no espaço, Jean é atingida por uma força cósmica que a transforma no mais poderoso mutante de todos. Enquanto tenta conter a instabilidade desse poder, e também lidar com seus próprios demónios, Jean perde o controlo, quebrando os laços da família X-Men e ameaçando destruir o próprio planeta.

É o culminar de 20 anos de filmes X-Men, em que a família de mutantes que conhecemos e amamos vai enfrentar o seu mais devastador inimigo – um dos seus.

Honestamente, vou direto ao assunto e tentar não desperdiçar o tempo de nenhum leitor, pois é precisamente isso que Dark Phoenix faz. Claramente, ninguém na equipa de produção se importou com este filme. Agora, depois de assistir, é muito fácil de entender as razões por trás dos atrasos constantes e a pobre campanha de marketing (mal se viu a divulgação deste blockbuster).

Não é um desastre completo, não é uma trapalhada absoluta, mas o terceiro ato é uma facada no coração de todos os fãs. Literalmente, um dos finais mais abruptos dos últimos anos. Dá para sentir um produtor a entrar na sala e a dizer algo do género: “Vamos lá apressar isto, a Marvel Cinematic Universe está prestes a chegar, nada do que fizermos aqui importa.”

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Não é preciso esconder. É verdade. Não importa o quão incrível ou horrível esta película acabasse por ser, não iria realmente importar, o que é, provavelmente, o aspeto mais negativo desta fusão Disney-Fox. Days Of Future Past é, indiscutivelmente, uma das melhores parcelas do universo X-Men, mas Apocalypse e Dark Phoenix acabam por se tornar em perdas de tempo, pois nunca conseguiram explorar o que os eventos das viagens temporais realmente alteraram.

No entanto, o tempo acabou e um reboot completo está para vir. O primeiro ato é genuinamente notável. Há um investimento tanto na história como nas personagens, uma cativação profunda pelo que estavam a fazer e a banda sonora de Hans Zimmer eleva uma sequência específica que, em IMAX, mostra a qualidade visual e sonora fenomenal.

Até metade da duração, até é um filme bem escrito, bem realizado e emocionante (com problemas menores ocasionais). No entanto, depois de um plot point arriscado mas convincente, Simon Kinberg aniquilou tudo aquilo que vinha a trabalhar até ali. A partir deste momento, é possível sentir o tal contrato dos estúdios a ser assinado e todos os que estava a trabalhar neste filme a simplesmente desistir.

A escrita torna-se algo atroz, decidem colocar um dos vilões mais irrelevantes e esquecíveis da saga inteira com um papel importante (parecia que as adaptações de comic-books já tinham ultrapassado o cliché de “somos vilões porque somos maus”), personagens-chave para o equilíbrio do tom e ritmo da narrativa como Quiksilver (Evan Peters) mal entram no filme (de que serviu o build-up do seu relacionamento com o seu pai se nunca mais abordam esse tema?) e o final dura cerca de três minutos. Três. Neste período de tempo, tentam fazer o equivalente da última hora de Avengers: Endgame. Imaginem a hora épica de batalhas climáticas esmagadas em poucos minutos…

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O elenco tenta de tudo, há que admitir. Sophie Turner carrega este filme com um desempenho tão emocionalmente poderoso que, só por ela, quase que o filme merece uma crítica positiva. James McAvoy (Professor Charles Xavier) continua a sua série de performances impressionantes, Michael Fassbender é magnífico como Magneto e Jennifer Lawrence (Mystique) não tem muito para fazer. Nicholas Hoult (Beast) é uma surpresa agradável, mas Jessica Chastain (Smith) é a única exceção daqui. Nunca se sentiu qualquer interesse por parte da atriz em entrar num filme de super-heróis e, honestamente, isso mostra-se perfeitamente.

Definitivamente, Chastain é aquela que menos se importava com o resultado deste filme, daí a mesma apenas oferecer um desempenho unidimensional para uma vilã bastante má (e não no bom sentido).

O argumento é preenchido com personagens que tomam decisões pouco caraterísticas e cenas de exposição que não fazem justiça nenhuma às backstories convincentes. Apesar disso, existe sempre a necessidade de voltar ao final. É preferível ter um início lento, mas um fim forte do que ao contrário. Dark Phoenix tem um ritmo rápido, divertido e cativante durante o primeiro ato, mas lentamente começa a degradar-se até culminar num dos piores terceiros atos da saga. Claro, a ação é muita e até é muito bem filmada, mas tudo termina tão rapidamente que mal há tempo suficiente para apreciá-la. Se não fosse a banda sonora de Hans Zimmer, que prega a audiência ao ecrã, o cérebro teria-se desligado antes dos créditos aparecerem.

É uma pena que uma franchise tão adorada como a dos X-Men tenha que acabar assim. Simon Kinberg, sabendo que a fusão dos estúdios ia acontecer, deveria ter alterado a última metade e arriscar muito mais. Se o filme realmente não importava, então deveria ter tentado fazer algo que nunca foi feito antes e ir all-out. Se falhar, falhou, mas pelo menos teria sido lembrado como um filme corajoso e poderoso. Desta forma, não só é uma culminação dececionante para uma saga de 20 anos, mas é esquecível. Nem é má o suficiente para as pessoas se lembrarem do quão horrível foi. Se eles não se importam, como podem pedir ao público para o fazer por eles?

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Concluindo, Dark Phoenix acaba por ser tudo aquilo que se temia: um filme que não importa, de todo. Um que nem sequer tenta homenagear uma saga extraordinária que influenciou notavelmente o género em que se insere. Infelizmente, facilmente se imagina o quão fantástico poderia ter sido, pois o elenco é perfeito (Sophie Turner brilha), a banda sonora de Hans Zimmer eleva qualquer cena e a ação é entusiasmante. O pior sentimento que um fã pode ter é a deceção com a forma como o filme acabou por ser realizado misturada com a frustração devido ao quão bem um fã consegue imaginar o quão impressionante o filme poderia ter sido.

No entanto, uma narrativa cheia de falhas, com um vilão horrivelmente escrito e decisões questionáveis por parte de algumas personagens, estragam esses sonhos. Com um dos finais mais abruptos dos últimos anos, X-Men termina como uma franchise isolada e descansa agora as suas esperanças sobre Kevin Feige e a Marvel, e que a MCU faça justiça aos mutantes.

P.S.: Depois de assistir a Dark Phoenix, tenho de aconselhar os leitores a não assistirem a um único trailer. Especialmente o primeiro! Não se consegue entender como é que alguém aprova trailers tão carregados de spoilers como estes. Inacreditável. Fica o aviso.

Nota: 2.5 Estrelas

DECO cria projeto para ajudar a acabar com o excesso de plástico

Muitos são os artigos relacionados com o excesso de plástico, e o quanto as empresas estão dispostas a abdicar deste material e arranjar alternativas, que já falámos aqui no Echo Boomer. Agora, quem melhor que a própria DECO (Associação Portuguesa para a Defesa do Consumidor) para denunciar o excesso de plástico? É esse o objetivo do espaço plasticoamais.

Comic Con Portugal 2019: Já estão disponíveis os packs FNAC

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E trazem várias vantagens para os visitantes, pois claro. São dois os packs exclusivos preparados pela FNAC para a Comic Con Portugal 2019, o maior evento de cultura Pop do país.