Black Friday chega ao Unibanco

Se não estão familiarizados com a expressão Black Friday (sexta-feira negra), não se assustem. Apesar do nome, a expressão não se refere a um qualquer “crash” bolsista ou a um grande desastre que tenha ocorrido a uma sexta-feira. A explicação é bem mais simpática e remete-nos para a inauguração da temporada de compras natalícias na quarta sexta-feira do mês de novembro. Nascida originalmente nos Estados Unidos da América, esta tradição rapidamente espalhou-se por todo o mundo e carateriza-se pelas significativas promoções que inundam os estabelecimentos comerciais dos países que a celebram. Portugal não é exceção.

Ensaio ao Honda Civic Type R – A 10ª Geração… e a melhor de sempre

Hoje venho falar-vos sobre o Honda Civic Type R, um carro que creio que tem tanto de consensual quanto às suas performances, como tem de controverso quanto ao seu design.

Restaurantes Guilty by Olivier são os melhores locais para ver os jogos da Sport TV

Muitas e muitas vezes desejamos ir ao estádio ver os jogos da nossa equipa favorita. Porém, não deixa de ser verdade que nem sempre conseguimos ir ao estádio, e os motivos são vários.

Tendo isto em mente, o chefpreneur Olivier da Costa juntou-se à Sport TV e, nos seus restaurantes Guilty by Olivier (Guilty Avenida, Guilty Oriente e Guilty Porto), há agora um novo conceito desenhado para qualquer amante de desporto.

Chama-se SPORT TV Guilty Stadium e, além de prometer um ambiente efervescente, permite que os clientes assistam aos jogos dos principais campeonatos de futebol, nomeadamente a Liga NOS, as Ligas Italiana e Inglesa, jogos das seleções e Liga Europa.

Como? Tudo graças a vários ecrãs gigantes que passarão diversos conteúdos exibidos na Sport TV, indo desde futebol a outras modalidades, como NBA, Moto GP, atletismo, golfe ou ténis. E não, não pensem que ali vão ver jogos da concorrência…

Este conceito foi desenvolvido em exclusivo pelo canal desportivo português para os restaurantes Guily by Olivier, não faltando ainda petiscos e cervejas. Em termos de petiscos, os clientes podem dividir-se entre os incontornáveis Mexican Appeal Nachos, com queijo cheddar, sour cream, guacamole e pico de gallo; a Focacheese, com queijo, manteiga de ervas e alho; ou as asinhas de frango picantes. Caso o estômago peça algo mais composto, o difícil será mesmo escolher entre um dos mais emblemáticos pratos da carta, havendo hambúrgueres, pizzas e massas.

No final de tudo, havendo ou não motivos para festejar, sobra sempre espaço para uma das indulgentes sobremesas Guilty. E as do Guilty são ótimas, é um facto.

Em relação a bebidas, há desde a simples imperial a diversos tipos de cerveja, bem como uma seleção variada de vinhos, licores, aperitivos, bebidas espirituosas e cocktails de autor.

Como se isto não fosse o suficiente, o SPORT TV Guilty Stadium tem ainda um passatempo para os fãs. Em dias de jogos selecionados, quem estiver por um dos restaurantes Guilty do chefpreneur Olivier da Costa recebe um formulário de inscrição onde pode colocar o seu palpite até ao intervalo. No fim do jogo, quem acertar no resultado ganha um voucher com mensalidades gratuitas de SPORT TV Premium, ao som da “We Are The Champions”, dos Queen.

A Sport TV é o primeiro canal de televisão português inteiramente dedicado à transmissão de conteúdos desportivos. Ao longo de 21 anos, tem vindo a apostar em diversos desportos e na inovação, tudo para uma melhor transmissão desportiva para os clientes.

Já o Grupo Oliver conta com eis conceitos diferentes distribuídos por 13 espaços: Olivier Avenida; KOB Lisboa e KOB Porto; Guilty Avenida, Guilty Parque das Nações e Guilty Porto; Yakuza First Floor, Yakuza Algarve e Yakuza Cascais; SEEN São Paulo, SEEN Lisboa e SEEN Bangkok e Sky Bar by SEEN (Lisboa). O Savage está disponível exclusivamente através das aplicações de entregas Uber Eats, em Lisboa, e Rappi, em São Paulo.

D.R.I. (Dirty Rotten Imbeciles) confirmados no Vagos Metal Fest 2020

Há mais uma confirmação no Vagos Metal Fest 2020. Trata-se dos norte-americanos D.R.I. (Dirty Rotten Imbeciles). Esta banda de crossover (género que funde o hardocore, punk e thrash metal) junta-se aos já anteriormente anunciados Behemoth, Testament, Asphyx, Trollfest e Harakiri For the Sky.

Quanto aos bilhetes, e tendo o passe anteriormente esgotado em fase early-bird e segunda fase, pode de momento ser adquirido até dia 25 de dezembro por 80€. Atenção que este preço é limitado a mil bilhetes, pelo que, depois, o preço final de pré-venda subirá para os 85€.

Já nos dias do festival, caso ainda existam passes gerais, os mesmos estarão à venda por 95€. No que toca aos bilhetes diários, ficarão disponíveis brevemente.

Café que não precisa de açúcar, uma soda artesanal e uma “imperial de café”. Estas são as novidades da Delta

Inovação e sustentabilidade, sem nunca esquecer o mais importante: os clientes. Estes são os pilares do Grupo Nabeiro, dono da Delta. Num evento que decorreu hoje em Lisboa e no qual o Echo Boomer esteve presente, o administrador Rui Miguel Nabeiro aproveitou a ocasião para anunciar muitas novidades da marca Delta para os próximos tempos.

Expresso com sabor doce, cafés funcionais e cafés artesanais

Vamos por partes. Comecemos pelo Delta Q Sweet Qoffee, uma inovação criada através do MIND, o Modelo de Inovação da Delta. Este é um blend para aqueles consumidores preocupados em controlar o consumo do açúcar. É que, como inclui alfarroba, um adoçante natural sem calorias, este é um café equilibrado, cremoso, de aroma e sabor suaves, dispensado por completo qualquer saqueta de açúcar.

Esta novidade estará disponível no primeiro trimestre de 2020 nos super e hipermercados, bem como nos pontos de venda habituais, lojas Delta Q e na loja online da marca.

Já os cafés funcionais aQtive Coffees, desenvolvidos em parceria com o laboratório português EDOL, Produtos Farmacêuticos, e a Diverge, o Centro de Inovação do Grupo Nabeiro, são produtos que surgem no segmento de saúde e bem-estar e que, assim, serão apenas vendidos em farmácias e parafarmácias.

São dois os blends desta gama Delta Q aQtive Coffee. O Delta Q Mind conjuga Vitamina B12, selénio, biotina e, claro, café, ajudando na redução do cansaço e da fadiga. Já o Delta Q OSTEO Boost aposta na condroitina, vitamina D, magnésio e zinco, uma junção que ajuda a melhorar a absorção do cálcio, fortalecendo ossos e articulações.

Estes aQtive Coffees estarão disponíveis no primeiro trimestre de 2020, mas não nos locais habituais, só mesmo em farmácias e parafarmácias. Ainda assim, a estimativa é que, no primeiro, sejam comercializadas cerca de 600 mil cápsulas.

slowcoffee

Já o Delta Slow Coffee é inspirado na tendência internacional do Slow Living. Este é um café criado para desfrutar com tempo e sem pressa, composto por uma gama de blends criados especificamente para uma preparação slow. São quatro as variedades Pressing Experience (Balão, French Press e Aeropress) e a Dripping Experience (Chemex e V60), marcando a entrada da Delta Cafés no segmento do café artesanal. “Cada café é torrado de forma separada e lenta, para garantir as melhores notas e propriedades”, refere a marca.

O Delta Slow Coffee estará disponível no início do próximo ano no canal Horeca e na loja online. Será possível adquirir cada café individualmente ou em conjunto com os diversos equipamentos de preparação.

Café frio extraído à pressão… ou “imperial de café”

Não, não é uma cerveja, mas sim uma bebida de café frio extraída através de um sistema de pressão, ou nitrocafé. Chama-se Bruma, nós provámos e pudemos assegurar que esta “imperial de café” não irá desiludir. E não, não tem álcool. Esta é uma novidade exclusiva para o canal Horeca, devendo ficar disponível durante o primeiro trimestre de 2020. E é bem provável que encontremos esta novidade em diversos festivais de verão do próximo ano.

bruma

Para os profissionais foi ainda desvendado um novo programa de fidelização, o Delta Go, que ficará disponível em janeiro, bem como a nova máquina Quorum Qonnect.

A primeira soda artesanal portuguesa

Em parceria com a startup Why Not, o Grupo Nabeiro anunciou também o lançamento da Lemon Mate, a primeira soda artesanal portuguesa. Esta é uma bebida ligeiramente gaseificada com limão, com um twist de chá mate e um pouco de açúcar orgânico de cana. Um produto com certificação biológica, produzido em Portugal e que contém apenas ingredientes naturais de alta qualidade. (95% de água e 5% de sumo de limão biológico, extracto de chá mate, açúcar de cana orgânico e cafeína).

A Lemon Mate é dirigida aos jovens adultos e será distribuída em todos os canais de distribuição do Grupo Nabeiro.

Relativamente às cápsulas orgânicas e biodegradáveis, chegarão ao mercado até final do ano. Este ano, o Grupo Nabeiro deverá faturar mais de 400 milhões de euros. O grupo tem vindo a investir 1% da sua faturação em inovação.

Fondue Burger regressa ao Burger King ainda com mais queijo

Se ficaram fãs do desaparecido Fondue Burger, servido nos restaurantes Burger King, há uma boa notícia para todos vós. A conhecida cadeia de fast food fez regressar o aclamado hambúrguer, mas ainda com mais queijo.

Michael Kiwanuka volta a Portugal para dois concertos

Após o bom concerto dado no Super Bock em Stock, e com um novo álbum homónimo tão bem recebido, era de esperar uma nova visita de Michael Kiwanuka a Portugal.

Mac DeMarco, Tommy Cash e Squid no Vodafone Paredes de Coura 2020

João Carvalho, da Ritmos/Pic Nic, promotora que organiza o Vodafone Paredes de Coura, bem tinha prometido que este mês ia ser rico em novidades. Há três novos nomes para o festival: Mac DeMarco, Tommy Cash e Squid.

Parcels no NOS Alive 2020

Depois de, ontem, ter começado a semana com a confirmação de Khalid, o NOS Alive 2020 adiciona mais um nome ao cartaz. Os Parcels sobem ao palco Sagres no dia 11 de julho.

Foals confirmados no 26º Super Bock Super Rock

Terminado o Super Bock em Stock 2019, a Música no Coração vira atenções para o seu festival principal, o Super Bock Super Rock. E logo com uma belíssima primeira confirmação: Foals, atuando a 18 de julho do próximo ano no Meco.

Crítica – Frozen II

Frozen II compensa a espera de seis anos com uma sequela digna de enfrentar o seu original.

Frozen II - Crítica Echo Boomer

Sinopse: “Porque será que Elsa (Idina Menzel) nasceu com poderes mágicos? A resposta está a atormentá-la e a ameaçar o seu reino. Juntamente com Anna (Kristen Bell), Kristoff (Jonathan Groff), Olaf (Josh Gad) e Sven, Elsa parte numa perigosa e memorável aventura. Em Frozen, Elsa temia que os seus poderes fossem demais para o mundo; já em Frozen II espera que sejam suficientes.”

Como já deverão saber, gostei de Frozen mais do que esperava. Portanto, encontrava-me realmente entusiasmado com a sua sequela, seis anos depois. É um dos poucos filmes em 2019 no qual entrei 99% cego. Não assisti a um único trailer, mal vi alguma imagem ou clips televisivos e não sabia nada sobre onde a história se iria focar. Então, com expetativas moderadamente altas, como correu? Muito, muito bem.

Vou escrever imediatamente: gosto mais da sequela que o original. Por uma simples razão: possui uma narrativa emocionalmente mais complexa, que até acho que o público-alvo (basicamente, miúdos) não vai conseguir entender na sua totalidade.

É muito difícil criar um filme de animação com uma história que funciona tanto para adultos como para crianças. Os melhores dos melhores são os que são capazes de praticamente contar duas narrativas diferentes: uma mais simples para crianças com lições de vida básicas e outra para adultos com temas mais profundos. Frozen II não atinge este último nível, mas o seu argumento com camadas permite uma exploração dos poderes de Elsa que genuinamente não esperava.

Frozen 2

No entanto, há uma desvantagem evidente deste foco extremo na jornada de Elsa… As outras personagens são colocadas de lado com subplots irrelevantes que esticam o tempo de execução em demasia e, infelizmente, chegam a um certo ponto em que ocorrem ações fora-de-personagem.

Existe inclusivé um período em que uma determinada personagem simplesmente desaparece da história porque Jennifer Lee e Chris Buck não conseguiram descobrir o que fazer com esta durante o último ato. Apesar das histórias secundárias não serem impactantes ou capazes de desenvolver ainda mais as suas personagens, não posso negar que algumas sequências são divertidas e engraçadas. Olaf é o MVP absoluto do filme e, tal como no original, não tem exatamente um arco. No entanto, possui uma das sequências mais hilariantes do ano. Chorei de tanto rir. A sua canção, além de mais um par de cenas onde Josh Gad deita tudo para fora, são alguns dos momentos mais engraçados de todo o filme.

O elenco de voz é novamente perfeito. Anna, Kristoff e Sven vão passeando, com o trio a fazer apenas algo de realmente útil nos últimos 15-20 minutos. Elsa é a verdadeira estrela do espetáculo. Desde o primeiro plano até ao último, é tudo sobre ela e a origem dos seus poderes. Pode ficar muito complicado para as crianças, mas, apesar de alguns pequenos tropeços, é um guião extremamente bem desenvolvido. Com um build-up notável e algumas canções verdadeiramente fantásticas, Elsa passa por vários momentos de ação onde mostra tudo o que sua magia pode fazer. E é visualmente deslumbrante. Tal como no primeiro filme, a qualidade da animação é extraordinária.

De facto colocaram mesmo 200% de esforço nas sequências mágicas de Elsa. Desde a sua corrida contra as ondas do mar até à luta contra os quatro elementos (água, fogo, terra e ar), há cenas imaginativas e incrivelmente divertidas que dão ao filme um nível de entretenimento superior ao seu antecessor. Juntando isto com a banda sonora maravilhosa e poderosa, obtém-se um filme bastante épico, em termos de escala. Isto é, “Into the Unknown” não vai chegar ao nível de loucura mundial de “Let It Go”, mas é uma canção fenomenal. É ainda melhor ouvi-la enquanto se assiste à cena em si. Tanto esta como “Show Yourself” têm um build-up digno de enviar arrepios pela coluna abaixo.

Frozen 2

“All Is Found” também é uma canção de embalar memorável que milhares de pais vão cantar para os seus filhos. “When I Am Older” é o momento musical hilariante de Olaf que me deixou a rir durante toda a sua duração. Adoro a banda sonora de Frozen II, bem mais do que a do original. É algo que realmente não estava a antecipa,r de todo. Olhando para trás, até penso que a primeira parcela nem sequer tem canções significativas suficientes. Esta sequela tem imensas músicas que são extremamente importantes para as personagens ou então são paródias engraçadas. Todas são muito cativantes, memoráveis e emocionalmente ressoantes.

Um conselho: por favor, não ouçam as canções antes de assistir ao filme. Não só os títulos e letras oferecem spoilers do enredo, mas arruinam a sensção única da “primeira experiência”. Senti arrepios durante um par delas precisamente porque assisti para além de apenas as ouvir.

Concluíndo, Frozen II compensa a espera de seis anos com uma sequela digna de enfrentar o seu original e, na minha opinião, superou-o. Com uma narrativa emocionalmente complexa, os poderes de Elsa são explorados e desenvolvidos de uma forma cativante, criativa, divertida e cheia de puro entretenimento. A Disney colocou, sem dúvida, os seus melhores animadores a trabalhar, pois a qualidade da animação nunca foi tão visualmente impressionante como aqui. Parece genuinamente um filme mágico.

A demonstração de magia de Elsa, juntamente com a banda sonora original poderosa e arrepiante, são dois aspetos que, juntos, proporcionam alguns momentos verdadeiramente épicos. No entanto, Olaf é o MVP com muito mais tempo de ecrã do que no original e com um par das cenas mais hilariantes do ano. É uma pena que o foco no arco de Elsa tenha posto todas as outras personagens de lado, fazendo-as sentir inúteis e sem histórias emocionantes ou impactantes.

A duração estica-se em demasia devido a estas aventuras secundárias e a exposição chega a ser muito pesada ao longo do filme. No final, Frozen II continua a ser um candidato a Melhor Filme de Animação de 2019.

Burger King abre novo restaurante em Paredes

É o segundo restaurante no Vale do Sousa e vem criar 25 novos postos de trabalho. Este novo restaurante Burger King em Paredes fica localizado na Rua da Igreja Velha, tem 27 lugares de estacionamento, esplanada, serviços Play King e sistema de refill de bebidas. Prevê-se ainda que venha a ter serviço Drive Thru.

Devil May Cry 3 Especial Edition vai chegar a Nintendo Switch

Depois dos dois primeiros jogos da série de ação da Capcom chegarem à consola da Nintendo, a produtora anuncia que Devil May Cry 3 também tem lugar na Nintendo Switch.

Frubis tem uma nova gama de fruta semidesidratada

Chama-se Soft Frubis e distingue-se pela sua textura mais tenra como a fruta natural, apresentando duas variedades de fruta semidesidratada: ananás e manga (novidade absoluta no universo Frubis).

Tissot lançou um relógio em homenagem a Amália

Na verdade são dois modelos, um para mulher e outro para homem, existindo um total de 3840 unidades (1920 peças na versão feminina e outras tantas unidades na versão masculina). O Tissot Amália é a nova edição especial 2019/2020 da conhecida marca de relógios, surgindo como um tributo à diva do Fado.

Vegan da cabeça aos pés: 10 tendências a conhecer

No Dia Mundial do Veganismo, 1 de novembro, foram divulgados os resultados de um estudo que concluiu que o número de restaurantes vegan, ou com essa opção, em Portugal, tinha multiplicado por sete vezes entre os anos de 2016 e 2019.

Vegan da cabeça aos pés

Mas essas não foram as únicas conclusões. Concluiu-se ainda que, na Europa, 40% dos habitantes diz que “sim” ao veganismo. Descobriu-se ainda que 74% dos europeus deseja testar um restaurante que ofereça uma opção vegan.

Estas estatísticas são incríveis, mas não acaba por aqui. Atualmente, não é apenas a alimentação que está a ficar mais amiga do ambiente. Existem outras áreas a ganhar esta consciência e a investir num futuro melhor.

Querem conhecê-las?

1. Calçado e tenis vegan

O calçado vegan é criado a partir de materiais amigos do ambiente, sem que a proteção típica do calçado se perca. A cortiça, por exemplo, é uma das opções mais conhecidas neste mercado e, inclusivamente, existe uma marca 100% portuguesa: a Rutz.

A Rutz é uma marca que se preocupa com o ambiente, mas também com o calçado. Portanto, além do material ser amigo do ambiente, o calçado é impermeável, leve, respirável e muito mais!

Na loja online podem encontrar sandálias, chinelos ou mesmo ténis vegan. Também irão deparar-se com produtos para a casa e escritório. Sem dúvida que esta é uma excelente opção para as vossas compras.

2. Moda feminina

Roupas ou acessórios, tudo à vossa disposição e de forma sustentável. Aqui destaca-se a Cuyana, uma marca californiana cujo lema é “menos, melhor”. Além de ter em atenção a sustentabilidade, também oferece um desconto por donativo de roupa.

3. Moda Masculina

Claro que a moda masculina também se preocupa com as questões da sustentabilidade. A marca L’Estrange, sediada em Londres, cria peças versáteis para que possam ser usadas de forma cíclica. Além disso, a marca preocupa-se em rentabilizar de modo a evitar o uso de mais recursos virgens.

4. Produtos para a sua Cozinha

Pratos, copos, canecas e muito mais. Hoje em dia, é muito mais fácil encontrar produtos para usar na cozinha e que sejam amigos do ambiente. Novamente, podem encontrar estes produtos na loja portuguesa Rutz.

5. Restauração

O número de restaurantes aumentou e os principais locais portugueses onde podem encontrar estabelecimentos na área são Lisboa, Porto e Funchal.

Se fazem parte dos 74% dos europeus que quer experimentar um restaurante vegan, porque não uma viagem a uma destas cidades portuguesas? Ou, porque não, experimentarem um restaurante que se encontre na vossa área geográfica?

Como já referido, alguns restaurantes nos últimos anos, como por exemplo o restaurante asiático Boa-Bao, optaram por acrescentar no seu cardápio a opções vegan.

6. Produtos e ingredientes vegan

O Celeiro é uma opção muito conhecida em Portugal para quem pretende seguir uma dieta vegan. Estes produtos podem ser encontrados em lojas próprias ou na loja online da marca.

Alguns supermercados portugueses também estão a investir em marcas próprias de produtos vegan, ao mesmo tempo que estão a par das principais marcas na área.

7. Sobremesas vegan

É verdade, não são apenas os pratos principais que têm estado a tomar uma abordagem mais ecológica, mas também as sobremesas. Esta opção pode ser cozinhada em casa ou saboreada num restaurante na área.

Terão a refeição completa com todos os produtos vegan que já existem no mercado!

8. Design digital para apresentação do físico

De uma forma surpreendente, o design digital é uma forma ecológica de dar a conhecer produtos de várias áreas. Isto acontece pois cria-se uma imagem do produto num modelo físico, seja para dar a conhecer roupa ou outros produtos.

Desta forma, a matéria é poupada, pois o modelo físico só tem de ser criado após a compra.

9. Produtos de limpeza como detergentes de roupa

É verdade! Já existem detergentes de roupa ecológicos para que possam lavar a vossa roupa em segurança, ao mesmo tempo que protegem o ambiente. A Makro é uma das marcas que contribui nesta área e, mais concretamente, nestes produtos.

10. Sinceramente, um pouco de tudo

Existem muitas iniciativas nesta área e a tendência é o crescimento. Cada vez mais produtos são substituídos pela sua versão ecológica e as lojas em que são partilhados esses mesmos produtos vão variando, mas no online existe muito mais opções de escolha.

Com uma breve pesquisa, acreditamos que encontrarão o produto que procuram, seja de uma empresa 100% portuguesa ou de uma empresa estrangeira.

Estas são apenas algumas áreas que estão a investir em produtos sustentáveis. E acreditem, são só vantagens, porque se um produto apresentar algum defeito, é só desconstruir e voltar a montar e voilà.

Crítica – Frozen (2013)

Frozen pode não ser um filme de animação inovador em relação à sua narrativa, mas oferece cerca de 100 minutos de pura diversão e entretenimento.

Frozen (2013) Crítica

Quando uma profecia prende um reino num Inverno eterno, Anna (Kristen Bell), uma otimista destemida, junta-se com Kristoff (Jonathan Groff), um homem da montanha, e a sua rena companheira, Sven, numa jornada épica para encontrar a sua irmã, Elsa (Idina Menzel), e pôr fim ao seu feitiço gelado. Encontrando trolls místicos, um boneco de neve engraçado, Olaf (Josh Gad), extremos semelhantes ao Everest e magia em cada esquina, Anna e Kristoff lutam contra os elementos numa corrida para salvar o reino da destruição.

Seis anos depois e Frozen deixou um impacto cultural inegável. Desde “Let It Go” às toneladas de merchandising, Chris Buck e Jennifer Lee entregaram um filme tão memorável que as pessoas não só não esqueceram, como pediram insistentemente a sua sequela. Aquando da publicação desta crítica, Frozen II já reivindicou o terceiro melhor fim-de-semana de abertura de sempre de um filme de animação, provando que o amor por esta franchise (penso que já é seguro referir-me assim) é forte.

No entanto, quão bom é o filme original, afinal? Para ser honesto, nunca o assisti de início ao fim até esta semana passada, em preparação para a sua sequela. Surpreendeu-me no sentido de que eu não esperava apreciá-lo tanto como apreciei. Frozen é merecedor do amor que possui.

Com personagens extremamente cativantes, a história flui naturalmente e os níveis de entretenimento são sempre altos. Se estes se devem graças às sequências musicais incríveis ou às aventuras entusiasmantes, este filme nunca para de se divertir. Isto é o que Frozen, no final, é: um filme alegre, divertido e repleto de entretenimento. Segue a fórmula da Disney em criar uma variação de uma história que vimos antes. As personagens passam por um evento traumático quando são jovens. Têm que crescer enquanto lutam com as consequências do referido trauma. Eventualmente, superam esse obstáculo e vivem felizes para sempre (ou, pelo menos, até à próxima parcela).

frozen critica echo boomer 2

É o modelo genérico e um pouco clichê da Disney para um novo filme de animação (ou franchise). No entanto, não me interpretem mal: funciona na perfeição. Certo, não traz nada de novo em termos de história, mas, ainda assim, é um bom tempo despendido. Apesar de alguma exposição desnecessária e preguiçosa (os trolls mágicos são basicamente dispositivos de exposição), Frozen ainda oferece uma narrativa verdadeiramente cativante e visualmente de fazer cair o queixo.

Preciso mesmo de enfatizar: a animação é fenomenal. A magia de Elsa é impecável e deslumbrante. Arendelle é um local lindo e as montanhas cheias de neve estão impressionantemente desenhadas. “Let It Go” será para sempre recordada pelas suas letras e melodia, mas a sequência animada é fantástica.

Todas as personagens contêm muita expressividade, o que lhes permite fazer basicamente tudo. Frozen pode não ser um filme inovador, mas as suas personagens convincentes fazem um enredo genérico funcionar. Desde a relação complicada, mas comovente, de Elsa e Anna, à camaradagem de Kristoff e Sven, importo-me com todos… especialmente com Olaf. Sim, Olaf é simplesmente a versão boneco de neve de uma personagem comic-relief.

Realmente, Olaf não tem um arco complexo que precisa de desenvolvimento extremo. No entanto, é impossível não adorar este boneco. É uma presença muito bem-vinda em todas as cenas. Todas as suas falas são ou uma observação engraçada ou uma introspeção valiosa.

Não contando com ele, as outras personagens tem todas um arco muito bem explorado, principalmente Elsa e Anna. O seu relacionamento (quando são mais velhas) tem como origem um evento que pode ser um pouco exagerado, mas é convincente o suficiente. Finalmente, a banda sonora é tão importante quanto maravilhosa. É um filme de animação, mas não deixa de ser um musical.

Obviamente, “Let It Go” é a rainha de todas as canções devido às suas letras cativantes, refrão memorável e significado para a personagem. Mas outras, como “Do You Wanna Build a Snowman” e “For the First Time in Forever”, também possuem uma melodia doce, para além de excelente desenvolvimento de personagem e história.

É o que mais adoro em musicais e a razão pela qual a Disney triunfa sempre em relação a este aspeto: a forma como uma simples música pode explicar tanto sobre alguém ou mover o enredo para a frente. Na minha opinião, é a variação do género de show, don’t tell.

No final, Frozen pode não ser um filme de animação inovador em relação à sua narrativa, mas oferece cerca de 100 minutos de pura diversão e entretenimento. Com um elenco de voz excecional (Idina Menzel, Kristen Bell e Josh Gad são encantadores), Chris Buck e Jennifer Lee são capazes de pegar na fórmula da Disney e criar uma variação digna da blueprint clássica.

Desde as personagens emocionalmente convincentes e bem desenvolvidas à qualidade impressionante da animação, Frozen é um tempo bem gasto do início ao fim. Com algumas canções memoráveis e importantes, tornou-se um dos filmes de animação culturalmente mais impactantes da década. Desejava que a exposição não fosse usada em demasia e que mais riscos fossem tomados em relação ao argumento, mas como um filme de animação pertencente à Disney, corresponde aos padrões do estúdio.

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Pensem nesta solução como um Revolut à portuguesa, ou seja, uma entidade financeira não-bancária. A QUI é a primeira carteira digital não bancária portuguesa, acabando de chegar ao mercado pela mão da PAGAQUI, empresa portuguesa do setor de pagamentos.