McLaren volta a acelerar com LEGO no novo LEGO Technic McLaren Senna GTR

Um set para os maiores fãs de LEGO e carros.

lego technic mclaren senna gtr 1

A McLaren volta a transformar os seus carros em brinquedos LEGO. Desta vez calhou ao McLaren Senna GTR, o modelo de competição do exótico ultra raro da marca britânica, que recebe um set da linha Technic, direcionada para construtores mais avançados.

Com 830 peças, este é o primeiro McLaren a receber o tratamento Technic e vem cheio de detalhes que o aproximam do modelo real, como as peças aerodinâmicas para as curvas do carro, o motor V8 com pistões móveis e o seu look em tons de azul, tal como o modelo competitivo.

Para brincar, montar e expor, o LEGO Technic McLaren Senna GTR tem 32cm de comprimento e é acessível a todos os bolsos, com um preço recomendado de 49,99€.

Fica disponível na loja online LEGO, a partir de 1 de janeiro de 2021.

Creative aposta no som para a sala com a barra Creative Stage V2

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Preparada para sessões de jogos e de filmes.

Creative Stage V2

A tecnológica dedicada a soluções áudio, Creative, revelou uma nova arma no seu arsenal, a sucessora de uma das suas barras de som que promete levar a experiência surround imersiva, sem que pese muito na carteira, até às nossas salas.

A Creative Stage V2, constituída por uma barra e um subwoofer, é uma solução que se apresenta com um design moderno e sóbrio para se deixar fundir com os elementos de uma sala preparada para as grandes experiências multimédia. Neste novo modelo, a Creative introduziu novas tecnologias de clareza de som, como o Sound Blaster Clear Dialog, que promete amplificar os canais vocais para melhor perceção de diálogos, e temos também tecnologias de surround virtual, que separa os diferentes canais de áudio para tornar a experiência mais imersiva e detalhada.

Creative Stage V2

A nova barra de som da Creative vem preparada para vários tipos de ligações, como entrada áudio ótica, entrada auxiliar de 3.5mm e tem funcionalidade Bluetooth e ligação USB-C. Com dois drivers de 20W e um subwoofer de 40W, perfazem um total de 80W RMS com picos de 160W, prometendo ser um excelente substituto de qualquer sistema de som embutido numa TV.

O melhor de tudo parece ser o preço, que é de apenas 109,99€, a partir da loja digital da Creative.

As exceções na proibição de circulação entre concelhos

Como seria de esperar, e tal como em alturas anteriores, há exceções que devem conhecer.

proibição circulação

Depois de o Estado de Emergência ter sido renovado, os portugueses ficaram a conhecer as novas medidas em vigor, entre as quais está a proibição de circulação entre concelho entre as 23h de 27 de novembro e as 5h de 2 de dezembro e entre as 23h de 4 de dezembro e as 23h59 de 8 de dezembro, “salvo por motivos de saúde ou por outros motivos de urgência imperiosa”.

Pois bem, e tal como em decisões anteriores, eis que existe um conjunto de exceções que todos devem ficar a par. Contudo, e contrariamente ao que aconteceu no passado, a circulação entre concelhos para assistir a espetáculos culturais não é uma das exceções.

Vamos então consultar o que diz o decreto-lei e as suas respetivas exceções:

  • Deslocações para desempenho de funções profissionais ou equiparadas, conforme atestado por: Declaração emitida pela entidade empregadora ou equiparada; De compromisso de honra, se a deslocação se realizar entre concelhos limítrofes ao do domicílio ou na mesma área metropolitana, bem como no caso de se tratar de trabalhadores do setor agrícola, pecuário e das pescas; Declaração emitida pelo próprio, no caso dos trabalhadores independentes, empresários em nome individual ou membros de órgão estatutário;
  • Deslocações no exercício das respetivas funções ou por causa delas, sem necessidade de declaração emitida pela entidade empregadora ou equiparada: De profissionais de saúde e outros trabalhadores de instituições de saúde e de apoio social, bem como de pessoal docente e não docente dos estabelecimentos escolares; De pessoal dos agentes de proteção civil, das forças e serviços de segurança, militares, militarizados e pessoal civil das Forças Armadas e inspetores da Autoridade de Segurança Alimentar e Económica (ASAE); De titulares dos órgãos de soberania, dirigentes dos parceiros sociais e dos partidos políticos representados na Assembleia da República e pessoas portadoras de livre-trânsito emitido nos termos legais; De ministros de culto, mediante credenciação pelos órgãos competentes da respetiva igreja ou comunidade religiosa, nos termos do n.º 2 do artigo 15.º da Lei n.º 16/2001, de 22 de junho, na sua redação atual; De pessoal das missões diplomáticas, consulares e das organizações internacionais localizadas em Portugal, desde que relacionadas com o desempenho de funções oficiais;
  • Deslocações de menores e seus acompanhantes para estabelecimentos escolares, creches e atividades de tempos livres, bem como às deslocações de estudantes para instituições de ensino superior ou outros estabelecimentos escolares;
  • Deslocações dos utentes e seus acompanhantes para Centros de Atividades Ocupacionais e Centros de Dia;
  • Deslocações para a frequência de formação e realização de provas e exames, bem como de inspeções;
  • Deslocações para participação em atos processuais junto das entidades judiciárias ou em atos da competência de notários, advogados, solicitadores, conservadores e oficiais de registos, bem como para atendimento em serviços públicos, desde que munidos de um comprovativo do respetivo agendamento;
  • Deslocações necessárias para saída de território nacional continental;
  • Deslocações de cidadãos não residentes para locais de permanência comprovada;
  • Deslocações por outras razões familiares imperativas, designadamente o cumprimento de partilha de responsabilidades parentais, conforme determinada por acordo entre os titulares das mesmas ou pelo tribunal competente;
  • Retorno ao domicílio.

blackbear reconfirmado no MEO Sudoeste

blackbear é um dos nomes emergentes do panorama da música pop.

Blackbear

Depois de várias (re)confirmações já anunciadas, há mais um nome a garantir a sua presença em 2021, um dos mais pedidos pelos festivaleiros: blackbear atua dia 5 agosto, no Palco MEO do MEO Sudoeste.

Considerado um dos nomes emergentes no panorama da música pop, começou a dar que falar graças ao tema “Boyfriend”, de Justin Bieber, do qual é co-autor. Foi nessa altura que se reinventou enquanto rapper, aproximando-se do r&b e inaugurando uma nova fase da sua carreira.

E isso foi algo notório na mixtape Sex, editada em 2012. Depois, em 2015, surgiu Deadroses, disco que foi sucedido por Help, Digital Druglord e Cybersex.

Já no ano passado lançou Anonymous, disco que vem apresentar à Zambujeira do Mar.

Até ver, o MEO Sudoeste 2021 irá contar com as atuações de Bad Bunny, ProfJam (4 de agosto), Major Lazer, blackbear, Meduza, Deejay Telio (5 de agosto), Ozuna, Melim (6 de agosto), Timmy Trumpet e Bispo (7 de agosto).

Quanto aos bilhetes, o passe geral custa 105€ e o bilhete diário 48€ até 31 de dezembro. Depois, e ao longo do próximo ano, os valores vão aumentando à medida que as datas para a realização do MEO Sudoeste se aproximam.

Recorde-se que o MEO Sudoeste 2021 irá decorrer de 3 a 7 de agosto, com abertura do campismo a 31 de julho.

Crítica – Fight Club

Um dos filmes mais memoráveis e icónicos da história do cinema, mas também um dos mais polémicos.

Fight Club

Sinopse: “Um homem deprimido (Edward Norton) que sofre de insónia encontra um estranho vendedor de sabão chamado Tyler Durden (Brad Pitt) e rapidamente se encontra a viver na sua casa suja de Tyler depois do seu apartamento perfeito ser destruído. Os dois homens entediados formam um clube subterrâneo com regras rígidas e lutam contra outros homens que estão fartos das suas vidas mundanas. A sua parceria perfeita desgasta-se quando Marla (Helena Bonham Carter), uma colega de um grupo de apoio, atrai a atenção de Tyler.”

O novo filme de David Fincher, Mank, chega em breve à Netflix, seis anos após a sua última película, Gone Girl. Assim, esta semana, encontro-me a rever cinco filmes do próprio. Se7en foi o primeiro e, agora, é altura para um dos filmes mais culturalmente impactantes dos anos 90, Fight Club.

Esta é outra revisualização de outro clássico do cinema, um que nunca fui capaz de adorar como a maioria das pessoas. Quando este filme saiu, em 1999, os críticos ficaram extremamente divididos e o mesmo falhou nas bilheteiras. Com o tempo, ganhou o estatuto de “filme de culto” através do lançamento de DVD, mas ainda é considerado uma peça muito controversa do cinema. Logo, nada de novo, tendo em conta que é Fincher que está no comando.

Apesar de ser a minha terceira ou quarta vez a vivenciar esta história, nunca mudei de opinião sobre a mesma, o que é algo incomum na minha experiência enquanto amante de cinema. Normalmente, depois de várias sessões, os meus pensamentos gerais sobre um filme variam ligeiramente, mas Fight Club é uma das poucas exceções. Acredito que a minha opinião permanece intacta desde a primeira vez. Gosto imenso do filme, mas não o adoro. Como este é um caso especial, começo com o que ainda me incomoda após tantas visualizações, algo que também raramente faço nas meus artigos, visto que deixo sempre os aspetos negativos para o fim.

Sem spoilar nada, existe um plot twist vital no filme que apenas consigo apreciar pela sua execução, mas nunca pelo seu impacto na narrativa. O argumento de Jim Uhls conta com a amizade das personagens principais para levar a história para a frente e, ao longo dos primeiros dois atos, Fincher deixa dicas não tão subtis para uma revelação gigante, que eventualmente desencadeia o início do terceiro ato. Este grande ponto de enredo é brilhantemente executado e não deixei de me sentir incrivelmente fascinado pela sua entrega, tanto em termos de diálogo como das prestações dos atores.

No entanto, o impacto em qualquer espetador minimamente focado e observador encontra-se próximo de zero devido às evidências claras que apontavam para este desenvolvimento.

Fight Club

Bom, não quero soar como aquele estereótipo de cinéfilo que diz “adivinhei o twist antes da sua revelação, logo é tudo horrível”. Tal como insinuo acima, continuei totalmente cativado durante todo o terceiro ato. No entanto, o tempo de execução de Fight Club está longe de ser curto e Fincher passa muito tempo a construir uma ideia que perde o seu factor surpresa ainda antes do ponto médio do filme. Muda a perspetiva do protagonista e leva o espetador por um caminho previsível, mas muito interessante, estabelecendo um final poderoso e significativo. Mesmo assim, não sinto que o tempo gasto nos primeiros dois atos tenha sido satisfatoriamente compensado no final… pelo menos não na sua totalidade.

O segundo ato também tem um curto período onde perde um pouco de energia devido a algumas sequências repetitivas e a uma quantidade desnecessária de flashbacks. Mais uma vez, sinto que Fincher não confiou completamente no público daquela altura, ao contrário do seu procedimento em Se7en. Neste, Fincher entregou a maior responsabilidade à imaginação do espetador, deixando as cenas de assassinato para o público imaginar nas suas mentes. Em Fight Club, essa ambiguidade e diálogo implícito ainda estão presentes, certo, mas, mesmo antes do terceiro ato, já existem várias tentativas em explicar em demasia trechos da narrativa que gostaria que ficassem mais vagos.

Não se preocupem, não tenho mais pontos negativos. E não se esqueçam: gosto mesmo muito deste filme. Obviamente, Fincher e Uhls criaram uma história carregada com temas subjacentes e comentário social. Desde toda a teoria do consumismo à componente mais psicológica do estado mental da personagem de Edward Norton, todas as mensagens são perfeitamente comunicadas ao público. Também passei por um momento na minha vida onde gostaria de ser outra pessoa, alguém que já tinha realizado todos os seus sonhos com sucesso e com um sentimento esmagador de cumprimento. Lidar com a incapacidade de nos tornarmos nesse “eu perfeito” pode-se tornar um processo excruciante, triste e deprimente, variando drasticamente de pessoa para pessoa.

Fight Club aborda a saúde mental e a aceitação das pessoas de quem estas são realmente de uma maneira inovadora, capturando perfeitamente as emoções de Edward Norton e transmitindo os seus pensamentos através de uma das melhores narrações da história do cinema. A sua visão sobre o mundo do consumismo é, sem dúvida, interessante, e desempenha um papel importante no clímax do filme.

Apesar dos problemas descritos acima, o argumento de Uhls é tremendamente bem escrito, elevando as conversas entre Norton e Brad Pitt (Ad Astra, Once Upon a Time in Hollywood), que são notavelmente cativantes. Previsível ou não, a história principal é maravilhosamente executada por Fincher, que continua a demonstrar os seus impressionantes atributos técnicos.

Mais uma vez, a fase de pré-produção é provada aqui como sendo tão importante como qualquer outra etapa do processo de filmmaking. A dedicação de Fincher aos seus filmes é palpável e visível no ecrã através de todos os aspetos técnicos. Desta vez, Fincher trouxe Jeff Cronenweth como diretor de fotografia e ambos trabalharam juntos para não só criar a atmosfera desaturada e realista que Fincher tanto adora, mas também para entregar as cenas de luta brutalmente violentas e sangrentas, que mantêm os níveis de entretenimento no patamar mais alto.

Fight Club

Com uma edição limpa, consistente e coerente de James Haygood, o filme flui muito bem apesar do seu longo tempo de execução. A banda sonora dos The Dust Brothers é bastante alternativa, o que se adequa à narrativa não convencional.

Por último, mas não menos importante, Edward Norton e Brad Pitt. Sei que é incrivelmente clichê escrever que os dois atores partilham uma química impecável, mas Norton e Pitt são mesmo fenomenais. Em duas prestações fisicamente exigentes, ambos entregam interpretações dignas de prémios e que marcaram as respetivas carreiras.

Pitt oferece um dos seus papéis mais subvalorizados, sendo extremamente engraçado durante todo o filme, mas também fantasticamente badass, carregando as suas sequências de luta de forma tão espetacular como faz com os seus diálogos. Por outro lado, ver Norton a dar 500% é uma experiência incrível. Não tenho palavras para descrever uma interpretação tão emocionalmente convincente, repleta com momentos poderosos de personagem. Uma palavra final de apreço para Helena Bonham Carter (Enola Holmes), que também tem uma performance excecional.

No fim, Fight Club é, e provavelmente continuará a ser, o filme mais controverso de David Fincher por muito, muito tempo. Com uma realização e execução absolutamente brilhantes, Fincher utiliza o argumento cativante, complexo e não convencional de Jim Uhls para abordar temas como consumismo, comportamento da sociedade e saúde mental, transmitindo na perfeição mensagens significativas, mas bastante polémicas.

Mais uma vez, o filmmaking em exibição é tecnicamente fenomenal, não contendo quaisquer falhas. Desde as já registadas cinematografia e produção artística autênticas à banda sonora única, todas fluem soberbamente através de uma edição extraordinária.

Infelizmente, não pertenço ao grupo de pessoas que amam totalmente Fight Club. O uso excessivo (e, por vezes, desnecessário) de flashbacks não ajuda, mas é o enorme build-up cheio de pistas demasiado explícitas para um plot twist importante (mas nada surpreendente) que acaba por arruinar parcialmente a minha visualização.

Também gostaria que o guião desenvolvesse alguns pontos de enredo de uma maneira mais ambígua, mas Brad Pitt e Edward Norton elevam tanto o filme com as suas prestações ridiculamente impressionantes que estes pequenos problemas não me impedem de recomendar seriamente um dos filmes mais memoráveis e icónicos de sempre.

Lanterns Fest foi adiado para 2021

O maior evento drive-in de Natal da Europa terá agora lugar somente no próximo ano.

Lanterns Fest

Quando, no passado mês de julho, os responsáveis pelo The Sweet Art Museum anunciaram um novo e espetacular evento, muitos ficaram curiosos pela iniciativa. Afinal, ao longo de mais de um quilómetro, prometia-se o maior festival de lanternas e luzes em formato drive-in da Europa. Pois bem, e agora que sabemos que o Lanterns Fest estava programado para acontecer este mês de novembro, eis que esta primeira edição somente acontecerá em 2021.

Tudo devido à COVID-19, claro. Face às atuais contingências de restrições impostas à circulação entre concelhos e o recolher obrigatório entre as 23h e as 05h nos dias de semana e a partir das 13h00 aos sábados e domingos, a organização decidiu adiar a primeira edição do Lanterns Fest.

“Com o crescente número de infetados pelo SARS-CoV-2 em Portugal pareceu-nos sensato adiar esta edição para o próximo ano. É da responsabilidade de todos nós tentarmos evitar os aglomerados de pessoas e o potencial risco de contágio. Além disso, um evento desta natureza deve ser experienciado sem qualquer restrição para que os seus visitantes o possam usufruir em pleno”, explica a organização do evento.

Este evento será inspirado no famoso Festival das Lanternas de Chiang Mai, no norte da Tailândia, pelo que a organização promete lanternas do mundo, túneis de luz, músicas de natal e circuitos imersivos, tudo para que os cinco sentidos possam estejam em permanente alerta.

Como é óbvio, podem (e devem) levar os vossos dispositivos totalmente carregados, pois o Lanterns Fest convidará a muitas fotos e vídeos para colocarem no Instagram. A organização promete ainda muitas surpresas durante o circuito.

A localização do evento é, para já, desconhecida, mas certamente que será divulgada no decorrer do próximo ano.

Crítica – Se7en

A forma como David Fincher usa o suspense, a tensão e choque, torna Se7en numa obra de arte tecnicamente perfeita.

Se7en

Sinopse: “Quando o detetive William Somerset (Morgan Freeman) aborda um caso final com a ajuda do recém-transferido David Mills (Brad Pitt), descobrem uma série de assassinatos elaborados e estranhos. Percebem logo que estão a lidar com um serial killer que persegue pessoas que considera representarem cada um dos sete pecados mortais. Somerset também cria uma amizade com a esposa de Mills, Tracy (Gwyneth Paltrow), que vive com medo de estabelecer um futuro numa cidade cheia de crime.”

Nunca escrevi nem pensei nos meus filmes favoritos de sempre. Não acredito em ter um Top 10 ou Top 20 definitivo de todos os filmes que alguma vez vi. No entanto, se tivesse mesmo que escrever esta lista especial, não tenho dúvidas de que Se7en estaria presente. Obviamente, esta é uma visualização repetida do clássico que impactou o cinema e lançou a notável carreira de David Fincher (também ignoro o facto de Alien 3 estar conetado a Fincher, devido aos problemas de produção conhecidos). Com o seu próximo filme, Mank, a chegar à Netflix daqui a algumas semanas, decidi revisitar parte da sua filmografia. Se7en será o primeiro de cinco filmes de Fincher que irei rever ao longo desta semana.

Assisti a este filme inúmeras vezes, mas, para ser completamente honesto, não o vejo há tanto tempo que já nem me lembrava exatamente de alguns pontos importantes do enredo nem de um componente-chave sobre o final. Isto ajudou-me a experienciar Se7en de uma forma fascinante. O argumento de Andrew Kevin Walker tem uma das narrativas mais intrigantes, misteriosas e cativantes que já observei até aos dias de hoje. Desde o primeiro ao último segundo, senti-me constantemente na ponta do sofá, com níveis severos de ansiedade e incrivelmente tenso. A morder as unhas, a mexer a perna irrequietamente, a mudar de posição… é tão hipnotizante que só estou a escrever sobre o mesmo mais de 24 horas depois.

Se7en

Um dos aspetos mais impressionantes é como Fincher é capaz de deixar o espetador desconfortável ao mostrar apenas uma única morte no ecrã. Este é um filme extremamente dark, perturbador e está encharcado de sangue, repleto com exibições horríveis de cadáveres, mas nunca a cena do crime em si. Através de uma simples foto ou uma linha direta de diálogo, Fincher força a imaginação do espetador a trabalhar e é, sem dúvida, tanto ou mais eficaz do que uma sequência de assassinato visualmente horrível. Como a premissa implica, o serial killer é inspirado pelos “sete pecados mortais” e vai atrás dos respetivos pecadores, matando-os (ou deixando-os suicidarem-se) de forma inovadora, virando o pecado contra o pecador.

Os casos da gula e preguiça são visualmente brutais, mas o homicídio da luxúria é aquele que fica a assombrar a minha memória. Este último é, também, o menos explícito, deixando para as pessoas com mentalidade aberta imaginar o ato desprezível. Em 1995, um filme com um ambiente tão negro e uma história tão sombria não poderia ser bem recebido e Se7en teve a sua cota de críticas negativas, afirmando que era demasiado obscuro, sinistro, excessivamente violento e que o final era absolutamente inaceitável.

Com o tempo, encontrou o seu sucesso, ganhou fãs em todo o mundo e, agora, é considerado por muitos como um dos melhores filmes alguma vez feitos, incluindo a minha pessoa. Desde o elenco excecional ao entusiasmante trabalho de detetive, o terceiro ato destaca-se como um dos finais mais chocantes de todos os tempos.

Esta crítica encontra-se livre de spoilers, pois não desejo aos leitores que ainda não tiveram a oportunidade de ver este filme que tenham uma peça tão magnífica de cinema arruinada. Daí estar também a esconder um certo ator, tal como a equipa de marketing fez na data original de lançamento (lá chegarei). O terceiro ato de Fincher não tem quaisquer falhas a denotar. Tudo o que é exibido no ecrã nos últimos 20 minutos é perfeição cinematográfica. Desde o build-up impressionantemente carregado de suspense até ao momento climático de fazer cair o queixo, passando por uma revelação alucinante, a conclusão de Se7en é e permanecerá como um dos finais mais brutalmente chocantes da história do cinema.

Se7en

Morgan Freeman e Brad Pitt partilham uma química fantástica, retratando duas personagens icónicas que não podiam ser mais diferentes uma da outra. Somerset é um detetive notável com extrema atenção aos detalhes, muito conhecedor e sempre curioso sobre o caso em questão. Freeman incorpora esta personagem sem esforço, entregando uma prestação subtil, mas poderosa. Já Pitt interpreta Mills, um substituto infantil, pouco focado e imaturo do detetive anterior prestes a reformar-se. Apesar da sua aparente falta de ética no trabalho, Mills é inteligente, implacável na tentativa de encontrar o assassino e quer desesperadamente provar-se a si e aos outros. Pitt, assim como Freeman, encarna esta persona perfeitamente e também oferece uma interpretação incrível.

Tecnicamente, por onde começar? Desde a banda sonora assombrosa de Howard Shore à cinematografia género documentário (Darius Khondji) que oferece uma atmosfera tremendamente realista, acaba por ser a fenomenal produção artística que se destaca. Fincher queria que a cidade suja, chuvosa e deprimente parecesse autêntica e tão real quanto possível. Os primeiros diálogos do filme apontam a essa desolação e horror da cidade, mas, mesmo sem estas conversas, qualquer espetador conseguirá reconhecer a ausência de cor, alegria e vida neste local desconhecido. As técnicas de filmmaking utilizadas por Fincher são demonstradas em pleno esplendor para todos apreciarem e este foi apenas o seu início.

Filmes como Se7en são impossíveis de serem criados hoje, ponto final. Nunca seria concebível esconder completamente um dos atores principais da imprensa e/ou dos trailers. Vivemos numa época em que a publicidade para um filme deve conter tudo e todos. Hoje em dia, os trailers mostram demais, algo que não é novidade para ninguém. O final foi forçado por Pitt e Fincher, visto que o estúdio queria uma conclusão mais mainstream. Agora, os cineastas podem ter mais liberdade, mas ainda existem inúmeros casos de produtores executivos mudarem um filme sem a vontade e/ou permissão do realizador. Se7en foi um filme lançado numa altura em que nem sequer devia ter sido filmado. Felizmente, para nós e para o cinema, foi.

Se7en

Se7en é bem capaz de ser o melhor segundo filme de um realizador na história do cinema e é, sem dúvida, um dos meus filmes favoritos de sempre. O clássico de David Fincher possui um dos argumentos mais cativantes que já assisti, marcado com uma história extremamente sombria, violenta, perturbadora e visualmente nojenta, que termina com uma das conclusões mais emocionalmente chocantes de sempre.

A ausência de cenas de assassinato no ecrã é o elemento mais surpreendente e efetivamente poderoso de todo o filme, deixando o trabalho desagradável de imaginar uma sequência específica de homicídio à mente do espetador. Morgan Freeman e Brad Pitt são extraordinários ao interpretarem os detetives agora icónicos, entregando duas prestações verdadeiramente brilhantes.

O estilo de filmmaking marcante de Fincher começa aqui, com todos os aspetos técnicos a contribuírem para o realismo incrível do filme. Desde o simples trabalho de câmara quase documental à banda sonora sinistra, é a produção artística autêntica que define o tom deprimente, a atmosfera pesada e a cidade chuvosa, incolor e sem vida. No seu todo, Se7en é uma obra de arte tecnicamente perfeita. Não poderia recomendar mais.

Viaja até ao icónico Coliseu de Roma no maior set LEGO de sempre

Há um novo campeão no catálogo LEGO.

Coliseu de Roma

O Grupo LEGO revelou recentemente o seu maior set de sempre. E promete levar-nos até Roma.

O set 10276 LEGO Coliseu é a recriação do icónico Coliseu de Roma, surgindo meticulosamente detalhado, inspirado no estado atual do mesmo, com as suas ruínas que datam mais de 2000 anos. Entre os detalhes, temos as 80 divisórias de bancadas e três tons de peças que revelam o envelhecimento do mesmo.

Com 9036 peças, este set conta ainda com uma base rotativa para que, quando possa ser exposto, seja possível admirar todos os seus detalhes em 360 graus.

A recriação do Coliseu de Roma vem tirar a icónica nave de Star Wars, Millennium Falcon, do topo dos maiores sets de LEGO já lançados, que contava na altura com “apenas 7.541”. Apresenta-se também com quase mais 3.000 peças do que a recriação do Castelo de Hogwarts, dos filmes de Harry Potter.

Já disponível através da loja online da LEGO, o set 10276 LEGO Coliseu, recomendado para maiores de 18 anos, pode ser adquirido por 499,99€.

Proibida a circulação entre concelhos nos feriados de dezembro

E as aulas serão suspensas a 30 de novembro e 7 de dezembro.

Trojan bancário

Agora que o Estado de Emergência foi renovado até 8 de dezembro, com o presidente Marcelo Rebelo de Sousa a referir que esse estado pode ir sendo renovado durante o tempo que for necessário, os portugueses aguardavam, este sábado, dia 21 de novembro, pelas novas medidas restritivas. E já foram divulgadas.

Apesar do primeiro-ministro António Costa ter agradecido aos portugueses o esforço, não quis deixar de dizer que “o número de novos casos continua preocupante”.

Assim, foram divulgadas várias medidas que acabam por não diferir muito daquilo que já aconteceu nestes fins de semana.

Medidas:

  • Uso obrigatório da máscara no local de trabalho, exceto quando os postos de trabalho são isolados ou quando haja separação física entre diferentes postos.
  • Proibição de circulação entre concelhos entre as 23h de 27 de novembro e as 5h de 2 de dezembro; e entre as 23h de 4 de dezembro e as 5h de 9 de dezembro. O objetivo? Evitar a circulação de pessoas durante as pontes criadas por causa dos feriados de 1 e 8 de dezembro.
  • Entre 30 de novembro de 7 de dezembro estão suspensas as atividades letivas em todos os níveis de ensino. Nas mesmas datas há tolerância de ponto e o apelo a entidades privadas para dispensa de trabalhadores.
  • Saem 17 concelhos da lista de risco elevado: Aljustrel, Alvaiázere, Beja, Borba, Caldas da Rainha, Carrazeda de Ansiães, Ferreira do Alentejo, Fornos de Algodres, Golegã, Santa Comba Dão, São Brás de Alportel, Sousel, Tábua, Tavira, Vila Real de Santo António, Vila Velha de Ródão e Vila Flor;
  • Nos concelhos de risco elevado, isto é, onde existem mais de 240 casos por 100.000 habitantes, manter-se-á a proibição de circulação entre as 23h e as 5h.
  • No que toca aos concelhos de “risco muito elevado e extremamente elevado”, será proibida a circulação na via pública e é obrigatório o encerramento de estabelecimentos comerciais entre as 13h e as 5h. Esta medida em específico aplica-se aos sábados, domingos e feriados de 1 e 8 de dezembro. Nas vésperas dos feriados, os estabelecimentos comerciais têm de encerrar a partir das 15 horas;

LEGO Super Mario recebe novos níveis em forma de novos sets

A aventura continua com mais blocos, peças e possibilidades.

A Nintendo e o Grupo LEGO revelaram novas adições criativas ao mundo de LEGO Super Mario.

2021 vai ver a chegada de novos níveis, personagens, blocos, figuras e até fatos para o Super Mario em formato de LEGO com mais sete novos pacotes.

O pack de Personagens Série 2 vem trazer mais inimigos e amigos para popular este mundo. Os dois packs power-up trazem o fato de pinguim e tanooki para vestir o nosso pequeno herói e os restantes sets são expansões de níveis, com mais objetivos e obstáculos para os mais novos criarem as suas próprias aventuras.

Estes novos sets chegam logo no dia 1 de janeiro à loja online da LEGO com preços entre os 3,99€, para os pacotes de personagens, e os 59,99€ para o pacote principal, Set Construtor – Controla a Tua Aventura.

Esta é a segunda aposta da parceria entre o Grupo LEGO e a Nintendo, depois de nos trazerem as aventuras de Super Mario para o mundo real no verão passado.

Enquanto não chega, Cyberpunk 2077 recebe novos vídeos de jogabilidade e bastidores

E ainda temos um pequeno gosto da banda sonora do jogo.

Cyberpunk 2077 recebe

Cyberpunk 2077 devia ter chegado às mãos dos jogadores na semana passada, mas, devido a mais um atraso, agora só nos resta esperar por dezembro, mais precisamente por dia 10.

Em jeito de prenda de consolação, a CD Projekt RED deu aos fãs mais ansiosos e empolgados mais uma série de vídeos que nos levam não só às ruas de Night City, como também aos bastidores do jogo, onde é possível conhecer o trabalho de Keanu Reeves neste projeto. Temos até o primeiro olhar a Cyberpunk 2077 a correr em consolas.

Tudo isto foi revelado durante o mais recente episódio do Night City Wire, que pode ser visto aqui, na íntegra, ou aqui em baixo em separado.

Durante este segmento conhecemos JALI, a tecnologia por detrás das animações faciais do jogo, que veio facilitar o trabalho dos programadores ao adaptarem Cyberpunk 2077 a um leque de diferentes idiomas. Temos, portanto, movimentos faciais complexos, variados e ajustados às diferentes línguas disponíveis no jogo, onde vamos encontrar, por exemplo, o Português do Brasil.

Já em viagem pelos bastidores, pudemos ouvir um pouco da música que vai acompanhar as jornadas dos jogadores, com temas originais e outros tantos de grupos e artistas que colaboraram com os compositores do jogo para criar temas únicos, como Grimes, Nina Kraviz e Run The Jewels. Além do espreitar pela cortina, já podemos ouvir no Spotify seis temas do jogo, compostos por Marcin Przybyłowicz, P. T. Adamczyk e Paul Leonard-Morgan.

A viagem pelos bastidores continua com o processo criativo da lenda Keanu Reeves, que conta como foi trabalhar no jogo e os desafios que encontrou na sua primeira participação à séria num projeto como este. Além da entrevista, tivemos também acesso a um novo trailer de jogabilidade dedicado à sua personagem, Johnny Silverhand, que iremos controlar em algumas partes do jogo.

Por fim, além de um outro trailer composto por imagens novas, temos o primeiro olhar ao jogo a correr nas consolas, em particular na Xbox One X e Xbox Series X, representando o jogo na geração passada e nas novas máquinas.

Contudo, no seu lançamento, o jogo poderá ser jogado apenas numa única versão, com a atualização gratuita para Xbox Series X e S e PlayStation 5, que irá tirar partido das suas capacidades técnicas, a chegar apenas em 2021.

Cyberpunk 2077, se não for novamente atrasado, chega ainda este ano ao PC, PlayStation 4, PlayStation 5, Xbox One, Xbox Series X e Series S, no dia 10 de dezembro.

ZU já tem um plano de saúde para cães e gatos seniores

Uma novidade que surge após o lançamento de planos de saúde para cães e gatos juniores e adultos.

ZU - plano de saúde

Foi em 2018 que a ZU, marca de retalho especializado da Sonae MC que se dedica ao bem-estar e aos cuidados de saúde dos animais de estimação, lançou a ZU Health Box, um plano de saúde que garante serviços veterinários e necessidades básicas para os nossos patudos.

Agora, antes de acabar 2020, eis que chega um novo plano de saúde, mas desta vez para cães e gatos seniores.

A ZU Health Box Sénior inclui vacinas, consultas, desparasitações, check-ups geriátricos e benefícios em alimentação. Este passo representa o alargamento da gama das ZU Health Box, que, desta feita, passa a ter disponíveis soluções específicas para as três principais fases destes animais de estimação.

E, com os planos de saúde adaptados para as três fases essenciais de cães e gatos (júnior, adulto e sénior), a marca passa ainda a ter disponível, para os clientes ZU Health Box, vantagens exclusivas.

“Ao adquirir este plano de saúde, o cliente passa a fazer parte do Clube ZU Health Box que, para além de dar acesso a campanhas, antecipação de novidades ou a descontos e eventos especiais, passa a ter disponível pacotes de saúde específicos, nomeadamente para a Leishmaniose, Férias, Gatos de Exterior e Análises ao Sangue, com poupança garantida, tudo para que as famílias portuguesas possam ter ainda mais momentos felizes, e sobretudo seguros, com os melhores amigos lá de casa”, explica Ana Cardoso, diretora comercial da ZU.

Recheio pede aos clientes que comprem cabazes de bens alimentares para ajudar instituições

Esta é mais uma acção de solidariedade do Recheio desde o início da pandemia.

clientes Recheio - cabazes solidários

Após a campanha O Recheio não vai faltar a quem mais precisa (que permitiu que lares e instituições sociais continuassem a alimentar as pessoas que têm ao seu cuidado) e a doação de 25 mil litros de leite, em parceria com a Montiqueijo, a hospitais e centros hospitalares de todo o país, eis que o Recheio Cash & Carry lança uma nova iniciativa, mas que, desta vez, conta com a ajuda dos clientes.

Essencialmente, a campanha 1+1 Faz a Diferença pede para que os clientes Recheio adquiram um cabaz de bens alimentares e façam a respetiva doação a uma das três instituições locais identificadas em cada loja. Depois, será a própria loja a oferecer um segundo cabaz à instituição escolhida.

Para tal, basta colocarem a ficha que será dada após a compra do cabaz na tômbola correspondente à instituição pretendida. Atum, azeite, massa, queijo, leite, chouriço e biscoitos são alguns dos produtos que fazem parte destes cabazes solidários que serão entregues às instituições correspondentes.

O custo de cada cabaz é de 15€ + IVA. Esta campanha solidária termina dia 16 de dezembro.

O delicioso Pão de Ló de Alfeizerão já chega a casa dos lisboetas

Uma solução que surge devido às limitações de deslocação a que muitos portugueses estão obrigados.

Pão de Ló de Alfeizerão

É desde 1925 que a Casa do Pão de Ló fabrica o famoso Pão de Ló de Alfeizerão, que não só é perfeito para a época natalícia que se avizinha, como também acompanha bem ao pequeno almoço, almoço, lanche ou jantar.

Mas existia um problema: é que somente se conseguia comprar esse famoso Pão de Ló se nos deslocássemos a Alfeizerão. Pois bem, já não é necessário.

Os lisboetas (sim, para já só em Lisboa) podem agora receber em casa esta iguaria. Basta ir ao site oficial ou ligar para o 262 999 558. Atenção, é necessário efetuar uma encomenda no valor mínimo de 20€.

A tradição diz que a receita do pão de ló de Alfeizerão tem a sua origem no Mosteiro de Stª. Maria de Coz, convento cisterciense feminino fundado no século XII por D. Fernando, abade de Alcobaça em Coz, a alguns quilómetros de Alcobaça. Aquando das perseguições às ordens religiosas e consequente encerramento do convento no início do séc. XIX, algumas freiras ter-se-ão refugiado em Alfeizerão e transmitido a receita a senhoras da terra.

Batalha de gigantes entre Apple e Android. Quem vai ganhar?

Saibam como é que essas duas plataformas conseguiram chegar ao topo e decidam qual deve vencer a batalha.

Apple e Android

Não há dúvidas de que tanto a plataforma Android quanto o iOS acabaram por resistir face à concorrência, ficando como os sistemas operativos mais utilizadores do planeta. Mas porque é que, diante de tantos concorrentes, apenas esses dois SO conseguiram destacar-se? Afinal de contas, são dois grandes nomes e agregam uma fatia considerável de utilizadores.

A previsão é que essa batalha se torne cada vez mais acérrima, mas, no fundo, quem ganha é o consumidor, uma vez que adquire um equipamento com tecnologia de ponta para aproveitar todos os recursos no seu casino online Portugal. Atentem, aqui em baixo, num breve resumo sobre a história de cada uma destas empresas e os motivos que as tornam tão especiais.

iOS

Em 2007, quando Steve Jobs apresentou o primeiro iPhone, as pessoas ficaram simplesmente fascinadas com as funções e com os vários recursos possíveis através do toque no ecrã. E essa particularidade trouxe uma experiência sem precedentes para os utilizadores.

Se são daqueles que costumam visitar casinos online através do iPhone, por esta altura já deverão ter percebido que existem menos opções disponíveis para efetuar o download. Isso acontece porque a plataforma é, digamos, bastante fechada. A empresa é exigente e não oferece múltiplas aplicações, mas somente aquelas que estão dentro dos rígidos padrões exigidos.

Android

Ao contrário do iPhone, os dispositivos que trazem a plataforma Android são “abertos”. Isso quer dizer que poderão fazer download de milhões de aplicações, inclusive de muitos casinos online. A plataforma traz ainda recursos semelhantes aos do iOS, mas muitos dos dispositivos são francamente mais acessíveis.

Aliás, a guerra começou logo a ficar séria assim que este sistema foi lançado, uma vez que, devido à liberdade que essa plataforma oferece, aliada aos recursos semelhantes ao iPhone, ganhou espaço nesse mercado.

Quem ganhou?

  • Ambos os sistemas operativos são fáceis de usar
  • Oferecem recursos que facilitam a acessibilidade
  • Acabamentos de qualidade
  • Assistentes de voz responsivos

Poderíamos enumerar outras qualidades desses dois sistemas, mas acreditamos sinceramente que cada pessoa deverá estabelecer os seus próprios critérios de escolha. A primeira dica é: escolham um dispositivo que se adapte às vossas necessidades.

Um iPhone não é nada barato, isso é certo. E o aparecimento do Android, juntamente com outras marcas que passaram a desenvolver smartphones, foi o suficiente para que essa seja a plataforma líder de vendas. Além dos preços mais acessíveis, os utilizadores terão acesso a um número ainda maior de casinos online. E essa é uma grande vantagem para qualquer apostador.

Já o iPhone é um aparelho considerado de luxo e, por esse motivo, causa menos impacto em pessoas com menor capacidade de compra. Os equipamentos Android, por outro lado, acabam por vender mais graças às boas especificações aliadas a um preço mais em conta.

Se ainda têm dúvidas sobre qual escolher, atentem no vosso orçamento e procurem um equipamento que ofereça soluções rápidas para as vossas necessidades.

Xiaomi inaugura centro de reparação oficial em Lisboa

Está localizado no segundo piso da Mega Mi Store, no Centro Comercial Colombo.

Mi 10

Foi no passado dia 15 de setembro que a Xiaomi abriu aquela que, na altura, viria a ser a quinta loja da marca chinesa em Portugal. Agora, eis que essa Mi Store, localizada no Centro Comercial Colombo, em Lisboa, acaba de receber uma bela novidade.

É que, no segundo piso dessa Mega Mi Store, está agora em funcionamento o primeiro Centro Técnico Mi Store em Portugal.

Com dois técnicos disponíveis entre as 11h às 20h, de segunda a sexta – mediante restrições indicadas pela DGS dada a situação da COVID-19 –, os funcionários encontram-se disponíveis para o reparo, sobretudo, de smartphones. Porém, o objetivo é que todos os produtos passíveis de serem adquiridos em loja possam ser reparados neste centro de reparação.

Não se sabe, no entanto, se está nos planos da marca abrir mais algum centro de reparação em Portugal.

A multinacional dispõe, atualmente, de seis Mi Stores distribuídas por território nacional, localizadas na Rua Sá da Bandeira (Porto), Braga Parque, MarShopping (Matosinhos), Oeiras Parque, Centro Comercial Colombo e Chiado,

No próximo mês de dezembro, a Xiaomi irá abrir mais lojas físicas Mi Store, uma no MarShopping Algarve, em Loulé, e outra no Gaia Shopping, em Gaia.

Depois da DABOX e Activo Bank, a moey! também vai adotar o conceito de open banking

Ou seja, todas as nossas contas bancárias poderão estar agregadas numa só app.

moey cartão virtual

O conceito não é novo, mas vai ganhando cada vez mais adesão. Falamos da funcionalidade open banking, que permite a uma só app gerir as diversas contas bancárias de um cliente.

Veja-se o caso da DABOX. Quando surgiu, em setembro do ano passado, a app somente funcionava para clientes Caixa Geral de Depósitos, que, ainda assim, podiam juntar na app todas as outras contas bancárias.

Dois meses depois, a DABOX passou a estar disponível para clientes de outros bancos. Já este ano, no passado mês de abril, a aplicação passou a permitir transferências entre vários bancos, novidade que se aguardava há algum tempo.

Pois bem, tudo isto para dizer que, em breve, também a app da moey! irá agregar várias contas bancárias.

Num email enviado aos clientes, a instituição diz que poderemos ver todas as contas bancárias na conhecida app e, assim, aceder a uma visão integrada da gestão do nosso dinheiro.

Curiosamente, o email não fala em quaisquer outras funcionalidades, pelo que, e até ser comunicado o contrário, não será possível efetuar transferências entre vários bancos na app da moey!.

Pinheiros de Natal da Auchan vão ajudar a reflorestar o pinhal de Leiria

Este ano, a Auchan reforça o seu compromisso com a proteção das florestas e aposta num Natal mais verde e responsável.

reflorestar

Para além dos brinquedos de madeira de origem sustentável, o tradicional pinheiro de Natal da Auchan também é especial este ano, pois tem como missão reflorestar o Pinhal de Leiria. É natural, criado em Portugal e, depois do Natal, pode ser entregue num dos locais de atendimento do ICNF (Instituto da Conservação da Natureza e das Florestas).

Para tal, basta entregar a árvore adquirida num dos pontos de atendimento do ICNF distribuídos por todo o país, no final da quadra natalícia, e este será depois replantado no Pinhal de Leiria, ajudando a reflorestar esta mata nacional.

Para que esta missão seja bem sucedida, o pinheiro deverá ser bem cuidado, enquanto, devidamente iluminado e decorado, cumpre o propósito de encher cada casa de magia de Natal.

Por cada árvore entregue, o ICNF plantará uma árvore no pinhal de Leiria.

Nova promoção da Coca-Cola oferece um ano de cinema a alguns felizardos

E há outros prémios à mistura.

cinemas

Está a ser um ano atípico para todos, com uma pandemia a afetar todas as áreas. A do cinema é uma delas, contando com salas fechadas, poucos filmes interessantes e, como tal, uma fraca adesão por parte dos fãs do grande ecrã. Agora, eis que chega uma promoção na tentativa de levar mais gente ao cinema.

Surge por parte da Coca-Cola e tem no prémio mais interessante a possibilidade de ganharmos um bilhete duplo mensal (durante um ano) para usufruir numa sala de Cinema NOS. Sim, um ano de cinema.

O funcionamento é simples. Num dos Cinema NOS aderentes (ver aqui), devem começar por adquirir um Menu que inclua uma bebida Coca-Cola, Coca-Cola Sem Açúcar, Fanta Laranja, Sprite e Nestea, em qualquer tipo de embalagem e tamanho. E guardam o talão de compra.

Nesse momento, irão receber um cupão que indicará imediatamente se ganharam, ou não, um prémio. Em caso afirmativo, deverão apresentar o talão de compra e o respetivo cupão com indicação desse prémio ao Cinema NOS em questão.

Portanto, e ao abrirem o cupão, ficam de imediato a saber se ganharam um dos seguintes prémios: bilhete duplo mensal (durante um ano), bilhetes individuais de cinema, Menu Médio, Bebida Média e Pacote Pipocas Pequeno.

Caso tenham ganho o melhor prémio, o de bilhete duplo mensal durante um ano, saibam que deverão apresentar o cupão, juntamente com o talão de compra, até dia 23 de dezembro. Este prémio, como o nome indica, corresponde a um pacote de dois bilhetes por mês, começando em dezembro deste ano e a terminar em novembro de 2021.

Relativamente aos outros prémios, devem usufruir dos mesmos até 31 de dezembro deste ano.

Ainda no que toca aos bilhetes de cinema, saibam que não são válidos para formatos especiais (salas IMAX, 4DX, Screen X, NOS XVision e/ou lugares premium), bem como sessões de conteúdos alternativos e cadeiras especiais. Ou seja, são bilhetes para sessões simples.

Em relação à quantidade de prémios, existem para sortear 30 bilhetes duplos mensais, 204 bilhetes individuais, 306 menus médios, 1.530 bebidas médias e 612 pacotes pequenos de pipocas.

Ao todo, foram impressos 25.500 cupões, dos quais 2.682 terão prémio. Podem participar nesta promoção até 19 de dezembro.

Crítica – Hillbilly Elegy

Hillbilly Elegy sofre com a sua narrativa formulaica presa num loop cansativo de cenas super dramáticas que escalam demasiado rápido.

Hillbilly Elegy

Sinopse: “J.D. Vance (Gabriel Basso), um ex-fuzileiro oriundo do sul do Ohio e atualmente aluno de direito em Yale, está prestes a conseguir o emprego com que sempre sonhou, quando uma crise familiar o obriga a regressar a casa e a reencontrar uma vida que queria esquecer. J.D. terá de lidar com a complexa dinâmica da sua família rural, incluindo a relação volátil com Bev (Amy Adams), a sua mãe toxicodependente. Tocado pelas memórias da avó Mamaw (Glenn Close), a mulher forte e sagaz que o criou, J.D. percebe que, para realizar os seus sonhos, terá primeiro de aceitar as suas raízes.”

Este filme é baseado num memoir com o mesmo título, escrito por J.D. Vance, o homem que dá nome à personagem principal ou, melhor, à personagem cujo ponto de vista é o que o filme descreve. Como sempre, a minha preparação para qualquer filme significa não assistir a trailers nem tentar saber demasiado sobre a história. Sabia que o filme se inspirava numa história supostamente verdadeira ou em algum tipo de livro, para além de reconhecer que podia muito bem ser um chamado Oscar-bait devido ao elenco talentoso e à data de lançamento tardia. Apenas isto.

Não tinha ideia sobre o background político nem sobre as declarações pessoais de Vance. Vivo em Portugal, não num país de “Republicanos vs. Democratas” ou “Vermelho vs. Azul”. A política é e sempre será um tema extremamente irrelevante, deprimente e sem impacto na minha vida pessoal.

Logo, a não ser que as polémicas em redor dos filmes sejam problemas globais, não me podia importar menos com as mesmas. Para mim, Hillbilly Elegy parecia mais um melodrama familiar com pais não-exemplares, abuso de drogas, bullying, discriminação e todos estes pontos de enredo formulaicos desenvolvidos neste tipo de filme. Em termos de expectativas, não consegui evitar as primeiras reações (tremendamente negativas) de outros críticos nas redes sociais, por isso, preparei-me parcialmente para o pior. No entanto, existe uma razão pela qual escrevo este prólogo acima, explicando as minhas origens e o que considero ser importante para mim…

Hillbilly Elegy

Não querendo justificar as opiniões de outros (todos têm o direito de adorar/odiar qualquer filme por quaisquer razões que escolham), parece-me claro que muitos críticos americanos foram influenciados por J.D. Vance (da vida real), pelo seu memoir e pela forma como algumas pessoas interpretaram sobre o seu ponto de vista. Repito: todos têm o direito de odiar este filme (existem razões mais do que suficientes para tal e vou chegar às mesmas), mas considero as declarações “o pior filme do ano” tão exageradas como as sequências demasiado dramáticas do filme. Os maiores problemas com Hillbilly Elegy dizem respeito às escolhas de edição e à estrutura narrativa em loop, para além dos desenvolvimentos genéricos de clichês conhecidos.

Começando com o primeiro caso, Ron Howard (Solo: A Star Wars Story) devia ter conseguido criar um filme realmente fantástico a partir da história original. No seu melhor, Hillbilly Elegy podia ter sido um relato comovente sobre os obstáculos emocionais de viver numa família tão violenta e problemática, assim como tentar escapar deste estilo de vida difícil e alcançar uma vida melhor.

No entanto, os flashbacks constantes da vida jovem de J.D. prejudicam a conexão do espetador com a personagem e com os seus familiares, especialmente a sua mãe, Bev. Andar de trás-para-a-frente e vice-versa, sem parar, pela linha temporal da história, quebra o ritmo do filme (a edição de James D. Wilcox carece de consistência e coerência) e leva-me ao próximo problema.

Hillbilly Elegy é um ciclo de cenas dramáticas que rapidamente escalam para ações inacreditáveis. Desde o abuso repetitivo de drogas e consequentes recaídas, até à horrível paternidade exibida da forma mais aleatória possível (num minuto está tudo bem, no próximo é o caos), Vanessa Taylor não consegue quebrar o loop do seu argumento e Ron Howard não realiza estas sequências de uma forma distinta. Adicionalmente, Hillbilly Elegy também faz muito pouco para evitar as fórmulas comuns deste tipo de narrativa, possuindo zero surpresas durante todo o tempo de execução, sendo totalmente previsível praticamente desde o início.

No entanto, tal como mencionado acima, Hillbilly Elegy está longe de ser um candidato à pior peça de cinema em 2020. Na verdade, pode até receber algumas nomeações na altura das cerimónias de prémios, incluindo os Óscares. Como de costume com “histórias da vida real”, as adaptações cinematográficas enchem sempre os créditos finais com imagens ou vídeos das pessoas reais que foram retratadas no filme.

Hillbilly Elegy

É fácil reparar no trabalho impressionante feito pelo departamento de maquilhagem. Glenn Close parece incrivelmente semelhante à verdadeira Mamaw e a sua prestação carismática irá, certamente, receber algumas nomeações, pelo menos noutras cerimónias para além das principais. Entrega mais uma performance emocionalmente convincente, repleta com diálogos poderosos, expressividade detalhada e uma exibição física fenomenal.

Amy Adams (Justice League) não fica atrás. Se Glenn Close tem chances como papel secundário, Amy Adams pode receber algumas nomeações para Melhor Atriz. A sua personagem, Bev, não recebe um tratamento justo ao nível do guião, mas Adams tenta o seu melhor para compensar essa falha. A sua prestação pode ser considerada extremamente exagerada para muitos espetadores e reconheço as opções over-the-top em algumas cenas, mas, no geral, entrega uma interpretação soberba. Gabriel Basso também é muito convincente como J.D. (assim como Owen Asztalos, que interpreta a versão mais jovem), tal como Haley Bennett (The Devil All the Time) como Lindsay. A banda sonora de Hans Zimmer e David Fleming é doce, mas não tem muitos momentos para brilhar.

No final, Hillbilly Elegy sofre com a sua narrativa formulaica presa num loop cansativo de cenas super dramáticas que escalam demasiado rápido. O melodrama previsível apresenta decisões de edição questionáveis que prejudicam o ritmo e a consistência geral da história, bem como a ligação emocional do espetador com as personagens.

Ron Howard e Vanessa Taylor não conseguem retratar uma premissa interessante de uma forma distinta e cativante, recorrendo, em consequência, às prestações dignas de prémios por parte de Amy Adams e Glenn Close para salvar o filme do desastre total. Para além das interpretações marcantes das duas atrizes, as performances notáveis do resto do elenco dão alguma força ao argumento, entregando algumas cenas que valem a pena assistir.

Tecnicamente, uma maquilhagem impressionantemente precisa (burburinho para um Óscar garantido) e uma banda sonora adorável mereciam um filme muito melhor. Recomendo Hillbilly Elegy para todos aqueles que gostam de histórias de família melodramáticas, mas não esperem nada de especial.

Hillbilly Elegy fica disponível na Netflix a 24 de novembro.