Análise – Game Builder Garage (Nintendo Switch)

Melhor que a ideia, só a interface simples e intuitiva.

A Nintendo tem a sua quota de jogos peculiares, mas este Game Builder Garage tem um conceito particularmente especial, pois é um jogo sobre programar jogos para jogar (nós, amigos e o resto da comunidade).

O menu inicial é muito simples, sendo composto apenas por duas opções: “Interactive Lessons” (lições interativas) e “Free Programming” (programação livre). Apesar de usar a lógica e conceitos gerais de programação, a linguagem (100% interativa) é única e dedicada, adaptada à criação de jogos e ajustada de forma a ser inclusiva, independentemente da idade de quem está a jogar. Posto isto, programadores experientes ou não, aconselho sempre a começar pelas lições interativas. Não só têm acesso a um processo de aprendizagem organizado e metódico, como ficam a saber o que é possível usar na hora de programar o vosso jogo, através de ótimos exemplos de aplicação dos comandos disponíveis.

As lições interativas são compostas pela programação de sete jogos distintos de raíz, sempre precedidos de cinco desafios para aplicar tudo o que se vai aprendendo, em tom de teste “ligeiro”. Ao longo das lições, somos presenteados com a companhia de duas bolinhas IA que servem de instrutores e, para além disso, existe ainda um guia (“Alice’s Guide”) que vai sendo atualizado progressivamente com explicações visuais detalhadas de aplicabilidade de comandos/funcionalidades já usadas na programação dos jogos.

Já na secção de programação livre, para além de ser onde ficam guardados os jogos elaborados nas lições interativas, é também onde vai acontecer toda a ação de Game Builder Garage, caso queiram dedicar-se a sério. Não é que seja uma secção complexa, porque não é, mas é nesta secção onde se criam novos projetos para elaborar jogos do zero. Para além disso, também é aqui que é feita a partilha de projetos próprios com a comunidade ou receber outros projetos de amigos (localmente) ou da comunidade do jogo (online).

Como já referi anteriormente, o conceito de Game Builder Garage é muito simples, mas extremamente bem pensado. A ideia passa claramente por cultivar o gosto pela programação nos mais novos logo desde cedo. Embora considere que seja um jogo para todas as idades, a forma acriançada como está construído deixa claro o objetivo de cativar os mais novos.

Agora mediante o objetivo final da Nintendo, este tanto pode ser um jogo genial, como um jogo bom, mas mal aproveitado… Passo a explicar. Se a ideia da Nintendo, com o lançamento deste título, for analisar jogos publicados pelos utilizadores e encontrar novos talentos “escondidos” para oferecer formações à priori ou até integrar na empresa em produções de jogos futuros, é uma jogada genial. Se não houver um objetivo maior por detrás deste jogo, fica a sensação de desaproveitamento, pois a Nintendo perde aqui uma oportunidade única para criar um modelo sustentável para desenvolver uma nova linha de jogos de referência e fortalecer os seus quadros de programadores criativos de jogos, tornando-se ainda mais numa empresa de referência na indústria.

Em relação a enquadramento de idades, creio que, apesar de ser um bom jogo para os mais novos, se calhar não é muito indicado para crianças com idades inferiores aos 12 anos. Isto porque, apesar de ser um jogo, é um jogo muito técnico, na medida em que a finalidade em vista é mais a aprendizagem do que a diversão. Pelo menos para já, que ainda não há muitos jogos criados e os sete jogos das lições são um pouco limitados. É precisa alguma dedicação e entrega por parte de quem está a jogar para tirar proveito do mesmo e divertir-se enquanto o faz. Embora fique um bocado de pé atrás caso seja um jogo para os mais novos jogarem a solo, tenho a certeza que, se o caso for um jogo para quem tem irmãos ou hábito de jogar no seio familiar, pode ser um exercício interessante e gratificante.

A nível de importância para a comunidade gamer, não tenho dúvidas nenhumas que a Nintendo sacou aqui um coelho da cartola. Game Builder Garage desvenda, de forma divertida e dinâmica, o que é preciso para construir um jogo e a complexidade por detrás de mecânicas simples dos jogos mais básicos. Inevitavelmente ficamos a pensar sobre o grau de exigência e complexidade para desenvolver um Ghost of Tsushima, um The Legend of Zelda, um Horizon Zero Dawn ou um Red Dead Redemption, e percebemos o porquê de GTA 6 só sair daqui a uns anos.

Caso a Nintendo decida apostar numa sequela para o Game Builder Garage, sou da opinião que deva incluir mais jogos nas lições interativas. O acréscimo do número de lições vai ajudar bastante a consolidar conceitos e funcionalidades de comandos. Acaba também por providenciar uma maior alavancagem para fazer com que o utilizador se deixe absorver pelo jogo e se dedique a sério ao mesmo. A introdução de temas diferentes também não era mau pensado, dado que o standard é, como já referi, um pouco acriançado, criando alguma saturação.

O veredito final é positivo. Primeiro porque o público geral fica com uma ideia (muito superficial) do que é preciso para construir um jogo. Depois é uma ideia útil, principalmente para os mais novos, que ficam com uma ideia geral do poder e importância da programação desde cedo. Por fim, ganha por ser um exercício muito interessante para ter em família (entre irmãos, primos ou pais e filhos) ou entre amigos, que inevitavelmente vai fomentar o espírito crítico, a entre-ajuda, a capacidade de raciocínio e de solução de quebra-cabeças.

Fica no ar é a dúvida se a Nintendo, enquanto empresa, vai aproveitar este jogo para algo maior em benefício próprio. Acaba por ser uma simbiose saudável, pois vai motivar os interessados e dar um empurrão nas vendas a médio/longo prazo.

Nota: Muito Bom

Disponível para: Nintendo Switch
Jogado na Nintendo Switch
Cópia para análise cedida pela Nintendo Portugal.

Uber Eats já recolhe refeições de mais de 40 lojas Continente nas zonas da grande Lisboa e grande Porto

Até 20 de julho, está em vigor uma promoção especial de 2×1 em todas as refeições quentes.

O Continente alargou a sua parceria com o Uber Eats, chegando agora a mais de 40 lojas nas zonas da grande Lisboa e grande Porto. Várias refeições exclusivas e tradicionais de take away das lojas Continente chegam, assim, a casa de mais clientes através de instant delivery.

Arroz de pato confecionado com os melhores enchidos, Bacalhau com natas com o sabor mais autêntico ou a tradicional Carne de porco à portuguesa são apenas alguns dos pratos mais tradicionais, a que se juntam massas, sandes, salgados, sopas e o suculento Frango assado.

Todos os pedidos da Uber Eats são 100% sem contacto, ou seja, sem contacto direto entre os funcionários e os utilizadores. De resto, e até 20 de julho, está em vigor uma promoção especial de 2×1 em todas as refeições quentes.

Já se pode saber a afluência aos centros de vacinação através de semáforos virtuais

E assim já sabem se terão de esperar muito tempo ou se, por outro lado, será um processo de minutos.

Ontem, quarta-feira, dia 7 de julho, entraram em funcionamento os semáforos virtuais que estimam os tempos de espera dos Centros de Vacinação contra a COVID-19.

Se a luz do semáforo virtual estiver vermelha, estima-se que o tempo de espera seja superior a uma hora. Se estiver amarela, a previsão do atendimento é entre 30 minutos a uma hora. Quando a cor for verde, o período provável de espera é de 30 minutos.

Os horários de funcionamento de cada centro estão disponíveis no portal da Direção-Geral da Saúde, sendo que basta, depois, clicar onde diz “Afluência Centro de Vacinação” para terem noção dos tempos de espera.

James dão dois concertos em Portugal antes do fim do ano

Um no Porto, outro em Lisboa.

Já estiveram por cá inúmeras vezes, mas os portugueses parecem não cansar-se deles. Falamos dos James, que marcaram dois concertos para Portugal antes do final do ano: 12 de dezembro na Super Bock Arena – Pavilhão Rosa Mota, no Porto, e no dia 13 de dezembro no Campo Pequeno, em Lisboa.

Ao nosso país, os James vêm apresentar o novo álbum, All The Colors Of You, 16º disco de estúdio, lançado no passado dia 4 de junho. O novo trabalho sucede a LIVE In Extraordinary Times, uma coleção gravada ao vivo do álbum Living In Extraordinary Times.

Como é óbvio, poderão também contar com temas icónicos da carreira, como “Sit Down”, “She is a Star”, “Laid” ou “Getting Away With it (All messed up)”.

Quanto aos bilhetes, são postos à venda esta sexta-feira, dia 9 de julho, e vão dos 25€ aos 30€ para o Porto e dos 25€ aos 35€ para Lisboa.

EDP Cool Jazz reconfirma Yann Tiersen e Jorge Ben Jor para 2022

Dois nomes que se juntam ao anteriormente reconfirmado John Legend.

Se nos acompanham, decerto terão reparado que, já há alguns dias, tínhamos confirmado o regresso de Yann Tiersen ao EDP Cool Jazz. O artista tinha referido na sua página de Facebook que iria dar um concerto no festival no próximo ano, mas a data não estava fechada. Agora, temos não só essa novidade, mas um outro nome

Mas comecemos por Tiersen. O músico está assim reconfirmado oficialmente no festival, tocando em Cascais no dia 21 de julho. A promotora Live Experiences promete uma “experiência instrumental única” e diz ainda que o artista bem apresentar o novo álbum Kerber, com lançamento previsto para o próximo mês de agosto.

Jorge Ben Jor, que andou por cá no NOS Primavera Sound 2019, é outra das reconfirmações, atuando a 31 de julho no Hipódromo Manuel Possolo, em Cascais.

Estes dois nomes juntam-se ao anteriormente reconfirmado concerto de John Legend na edição de 2022 do EDP Cool Jazz.

Os bilhetes emitidos para a 17ª edição do EDP Cool Jazz em 2020 e em 2021 são válidos para a edição em 2022, não sendo necessário fazer a troca. De acordo com a atualização do Decreto Lei nº10 – I/2020 de 26 de março, os portadores de bilhetes têm direito a solicitar a devolução do preço do bilhete no prazo de 14 dias úteis a contar da data prevista para a realização do evento em 2021.

Caso não solicitem reembolso no prazo referido, considera-se que os portadores dos bilhetes aceitam o reagendamento do espetáculo, sem direito ao reembolso do valor, ficando o bilhete válido para o ano de 2022.

O EA Play Live vai ser o palco para o futuro dos FPS

Acontece já esta quinta-feira, 8 de julho.

A Electronic Arts prepara-se para apresentar o “Futuro dos FPS”. Pelo menos é este o tema da sua transmissão, a EA Play Live.

Começa às 18h desta quinta-feira, 8 de julho, no canal oficial da Electronic Arts, e será uma transmissão acompanhada por alguns dos nomes mais influentes da indústria, como o fundador da Respawn Entertainment (Titanfall, Star Wars Jedi: Fallen Order, Apex Legends), Vince Zampella; o diretor geral da DICE (Battlefield, Star Wars Battlefront), Oskar Gabrielson; o diretor geral da Ripple Effect Studios (anteriormente conhecida como DICE LA), Christian Grass; e pelo diretor de Apex Legends, Chad Grenier, numa conversa liderada por Stella Chung, da IGN.

Nesta transmissão, os jogos FPS serão o foco, em particular a grande aposta da Electronic Arts para este ano, Battlefield 2042, de onde irá surgir e ser apresentada uma nova experiência de jogo para a saga Battlefield.

Apex Legends também será tema de conversa, pois o título concluiu recentemente o seu segundo aniversário e a meta de 100 milhões de jogadores em todo o mundo.

Para acompanhar a transmissão, podem visitar o canal de YouTube da Electronic Arts ou o seguinte vídeo, em baixo.

NOWO aposta numa nova box Android 4K

A box vem substituir a anterior e já está incluída em todos os pacotes.

A NOWO é vista por muitos como o “elo mais fraco” das operadoras de comunicações em Portugal. Aliás, quando pensamos neste tipo de serviços, é mais fácil lembrarmo-nos da MEO, NOS e Vodafone do que do nome da antiga Cabovisão. É, por isso, a quarta operadora mais popular em Portugal, com um número de clientes fidelizados bem inferior à concorrência. Mas isso é conversa para outro dia.

O que vos queremos dizer é que a operadora resolveu atualizar a sua oferta no que diz respeito à box incluída nos pacotes. A NOWO substituiu a box anterior e atualizou todos os pacotes com uma novíssima box Android 4K.

De forma simples e intuitiva, poderão ver as listas de conteúdos NOWO, assim como as de outras aplicações instaladas na box. Podem, por exemplo, personalizar a ordem de apresentação dos conteúdos que pretendem ver na sua lista de conteúdos, com exceção das duas primeiras que se encontram pré-configuradas. Para verem TV é simples: basta abrir a app NOWO TV.

A nova box conta também com Chromecast embutido, funcionalidade de pesquisa por voz (basta carregarem na tecla da lupa no comando) e a NOWO aconselha ainda a que associem a vossa conta Google, de modo a que possam instalar apps diretamente da Play Store para Android TV.

Têm ainda acesso ao videoclube, à área de cliente e, claro, o agendamento de gravações, para que possam gravar aquele episódio ou filme que querem tanto ver.

No que toca a características, esta box conta com um processador Amlogic S905x2 ARM Quad Cortex-A53, um GPU Mali G31, 2GB de RAM DDR3, 8GB de memória interna e Bluetooth 4.2. Traz instalado de origem a versão Android TV 10.

De resto, no fórum Zwame, um utilizador afirma que o serviço fibra da NOWO no Porto e Lisboa está para muito breve.

Crítica – The Tomorrow War

The Tomorrow War é uma das melhores surpresas do ano, com monstros visualmente criativos, sequências de ação repletas de entretenimento e um plano candidato à imagem mais deslumbrante de 2021.

Sinopse: “O mundo fica em choque quando um grupo de viajantes do tempo chega do ano 2051 para entregar uma mensagem urgente: dentro de 30 anos, a humanidade perderá a guerra contra uma espécie alienígena. A única esperança consiste em transportar soldados e civis do presente para que possam juntar-se à luta no futuro. Entre os recrutados está um professor e pai de família, Dan Forester (Chris Pratt). Determinado a salvar o mundo para a sua filha, Dan junta-se a uma cientista brilhante (Yvonne Strahovski) e ao seu pai (J.K. Simmons) numa missão desesperada para reescrever o destino do planeta.”

De todos os géneros existentes no cinema, os chamados “disaster flicks” são dos filmes que mais consigo desfrutar. Estes raramente são originais ou inventivos, mas se as fórmulas de sucesso forem bem executadas, podem-se tornar em blockbusters favoritos dos fãs, guiados por puro entretenimento e com um tremendo valor de repetição. Nunca antecipo que filmes como The Tomorrow War me surpreendam ou façam algo criativo com a sua história. Simplesmente espero pelos desenvolvimentos genéricos e clichés, que são inevitáveis, com esperança de que possam apenas servir como companhia para as cenas de ação, em vez de se tornarem pesados e repetitivos, transformando todo o filme num par de horas bem aborrecidas.

Dito isto, Zach Dean coloca uma quantidade considerável de esforço no seu argumento. Sim, não deixa de ser bastante genérico e baseado numa premissa explorada de forma bem melhor por dezenas de outros filmes. No entanto, existe uma ligação emocional surpreendente com as duas personagens principais que não esperava. Apesar de um início carregado de exposição, os diálogos são, na verdade, bem convincentes, especialmente entre Chris Pratt (Onward, Avengers: Endgame) e Yvonne Strahovski (The Handmaid’s Tale). As suas personagens recebem um tratamento complexo pouco comum, que acaba por elevar a relação entre ambos. O ator da Marvel é excelente ao interpretar o protagonista, mas Strahovski rouba os holofotes, oferecendo uma prestação fenomenal, incluindo um longo monólogo que se destaca como uma das melhores entregas de falas do ano até agora. Um alcance emocional absolutalmente espantoso.

The Tomorrow War

Até ao início do terceiro ato, senti-me incrivelmente investido na narrativa formulaica, mas eficaz. Esta pode estar repleta com clichés, mas a missão de salvar o mundo apresenta mistério suficiente e perguntas intrigantes que mantêm os espectadores cativados, para além das sequências de ação admitidamente impressionantes. Chris McKay vem da saga The LEGO Movies – realizando The LEGO Batman Movie, produzindo e editando outros -, mas sem nunca ter trabalhado num filme live-action como uma das principais pessoas responsáveis pela sua criação. Contudo, mostra imenso talento neste filme da Amazon.

Em termos de ação, todas as sequências são notavelmente dirigidas por McKay. Desde a representação brutal de “soldados” a cair do céu até à grande batalha no final do segundo ato, sem esquecer uma cena numa escadaria fascinante, todos os momentos de ação parecem fantásticos. De facto, visualmente, este filme apresenta um dos planos mais bonitos de 2021, mas é o design imaginativo das criaturas que é difícil de esquecer. Geralmente, os monstros CGI são quase incolores, muitas vezes escondidos na escuridão, onde as imperfeições dos VFX são difíceis de se perceber. The Tomorrow War não só possui um look único para as suas bestas alienígenas, como lhes dá-lhes uma pele branca de fazer abrir bem os olhos, mostrando literalmente tudo sem lugar para esconder o que quer que seja.

Os chamados Whitespikes são extremamente ameaçadores e letais, embora o terceiro ato arruíne parcialmente o que poderia ter sido um sério candidato a um dos melhores filmes de “fim do mundo” na memória recente. The Tomorrow War estende o seu tempo de execução a tal ponto que o clímax do filme ocorre com 40 minutos ainda por ver. Normalmente, após este evento em particular, narração ou flashforwards entram em cena e terminam o filme, mas o argumento de Dean ainda mergulha num ato de resolução inteiro… que é praticamente todo ele desnecessário. Apesar de carregar algumas cenas de ação tensas e um final ainda decente, está a quilómetros de distância do que teria sido uma conclusão épica, consequentemente tornando os minutos finais um pouco desapontantes.

The Tomorrow War

O último ato é menos interessante, menos entusiasmante e até levanta algumas questões lógicas quando tenta forçar uma mensagem sobre os governos da vida real. Também encontra maneiras ridículas de chegar a uma localização desconhecida, o que transforma um filme de ficção científica, que até estava a ser surpreendentemente simples, numa aventura mais tonta e sem sentido. Sam Richardson (Promising Young Woman) interpreta Charlie, uma personagem comic-relief responsável por toda a comédia deste filme. Infelizmente, a grande maioria das piadas não têm efeito e algumas até prejudicam a atmosfera de suspense de certas sequências. J.K. Simmons (Zack Snyder’s Justice League, Palm Springs) é um autêntico badass, mas o seu curto tempo de ecrã não é nada mais do que uma estratégia de marketing para alcançar mais espectadores, visto que o seu subplot com Pratt é extremamente subdesenvolvido.

De resto, tenho ainda a dizer que o filme nunca explora realmente como é que a viagem no tempo funciona na realidade estabelecida. Como todos os amantes da sétima arte sabem, quando os filmes lidam com viagens no tempo, perguntas como “afetar o passado afeta o futuro atual ou o futuro de uma nova linha do tempo?” são algo relevantes para entender a história. The Tomorrow War nunca explica detalhadamente como é que esse elemento de ficção científica realmente funciona, mas torna-se mais claro com o passar do tempo. Ainda assim, leva algum tempo até ser totalmente compreendido, o que pode causar alguma confusão inicial. No entanto, esta é uma longa-metragem que, provavelmente, vou reassistir inúmeras vezes, o que me deixa a pensar que pode conquistar uma boa base de fãs.

Filmes como War of the Words, The Day After Tomorrow e até Edge of Tomorrow acumularam fãs e atingiram o estatuto de culto ao longo dos anos, e acredito firmemente que a Amazon conseguiu entregar um produto semelhante. Com todas as suas falhas, este filme tem tudo o que um blockbuster precisa. Estar disponível para assistir num serviço de streaming aumenta, só por si, o seu já massivo valor de repetição, por isso, possui todos os atributos necessários para se tornar um filme favorito dos fãs ao longo da década. É uma pena que não possa ser visto no grande ecrã, mas estou feliz por saber que, no conforto do lar, os espectadores poderão assistir quantas vezes quiserem. Grandes elogios a Lorne Balfe (Gemini Man, Missão: Impossível – Fallout) por mais uma banda sonora memorável que ajuda a compor o tom do filme.

The Tomorrow War é uma das melhores surpresas do ano, possuindo monstros visualmente criativos, sequências de ação repletas de entretenimento e um plano candidato à imagem mais deslumbrante de 2021. Chris McKay demonstra todo o seu talento inegável enquanto realizador, entregando cenas de ação brilhantemente orientadas com um excelente trabalho de câmara, uma banda sonora arrepiante e efeitos especiais excecionais – os Whitespikes parecem incrivelmente assustadores. Zach Dean não evita as fórmulas e clichés do género, oferecendo uma história genérica sem verdadeiras surpresas, mas ainda assim contendo um trabalho de personagem notável.

Chris Pratt é ótimo como protagonista, mas Yvonne Strahovski encontra-se noutro nível, entregando uma das melhores prestações da sua carreira numa longa-metragem. Com um tempo de execução demasiado longo, o último ato é maioritariamente desnecessário e menos entusiasmante, tornando o final um pouco desapontante, principalmente comparando com a conclusão épica do segundo ato.

Não ficarei chocado se ganhar o seu próprio fandom. Tremendo valor de repetição. Recomendo.

Among Us com direito a uma suspeita edição física

Vão poder colecionar um dos jogos mais populares do momento.

Among Us, um dos jogos mais populares da atualidade, está prestes a chegar a mais plataformas, neste caso com as versões para PlayStation e Xbox, depois de já estar disponível no PC, smartphones e Nintendo Switch.

Mas as novidades do jogo não se ficam por aqui. O título da InnerSloth vai ter direito a não uma, não duas, mas a três edições físicas para todas as plataformas, cada uma com diferentes extras, a pensar em todos os tipos de fãs.

Com lançamento mais para o final do ano, teremos Among Us: Crewmate Edition por 32,99€, a versão “standard”, que inclui o jogo e os seus DLCs, uma caixa alternativa especial, autocolantes, extras digitais e um poster com o mapa de Skeld.

A Among Us: Imposter Edition, por 49,99€, é uma edição aumentada, com todos os extras da anterior, onde o destaque vai para o peluche do Crewmate púrpura e a sua caixa de coleção.

Por fim, temos a Among Us: Ejected Edition que, por 89,99€, além de todos os extras das edições anteriores, traz ainda uma caixa maior, uma Steelbook do jogo e um cobertor e um barrete temáticos.

Canal Blaze aposta em séries de wrestling até setembro

As segundas-feiras vão ser dedicadas à WWE.

Fãs de wrestling, juntem-se. A partir de 12 de julho, e até 6 de setembro, as segundas-feiras vão ser dedicadas ao mundo da luta livre profissional no canal Blaze.

Serão duas as séries – Lendas da WWE e Tesouros da WWE – reunidas num evento de programação intitulado Especial WWE, com uma duração de três horas.

A série Lendas da WWE, constituída por oito episódios de duas horas de duração, vai brindar todos os fãs e nostálgicos desta modalidade com um espaço único na televisão para descobrirem as apaixonantes histórias por detrás de algumas das superestrelas mais memoráveis de todos os tempos, como Macho Man, “Stone Cold” Steve Austin, Booker T, Bret “The Hitman” Hart, Mick Foley e Shawn Michaels, entre outros. Preparem-se, portanto, para entrevistas novas e de arquivo, apoiadas com imagens inéditas.

Já a série Tesouros da WWE envolve-se na nostalgia massiva em torno da empresa e em “Stone Cold Steve Austin”, Mick Foley, Bret Hart e Hulk Hogan, que são agora “lendas”. Com eles, surgem relíquias da WWE únicas e impagáveis. No entanto, 95 destas relíquias estão desaparecidas.

A estreia exclusiva de Tesouros da WWE no canal Blaze leva os telespectadores numa viagem para descobrir as histórias por detrás de algumas das recordações mais icónicas da WWE. Em cada episódio, Stephanie McMahon e Paul “Triple H” Levesque lideram uma equipa de colecionadores e de outras estrelas da luta livre enquanto investigam, negoceiam, licitam e viajam pelo país para caçar e reclamar o que é seu.

Com um acesso sem precedentes às instalações da WWE, em Connecticut, nos Estados Unidos, nas quais estão guardadas mais de 10.000 raridades e milhares de horas de imagens nunca vistas, a equipa revelará jóias incríveis, desde o caixão de Andre The Giant até à famosa cadeira de barbeiro utilizada na batalha real de Donald Trump/Vince McMahon de 2009. Juntos, Stephanie, Triple H e a equipa rastrearão pistas, encontrarão respostas e trarão essas peças únicas da cultura pop para a casa onde pertencem.

O xScreen promete transformar a tua Xbox Series S numa consola portátil

Um conceito antigo, mas com um potencial enorme.

Conheçam o xScreen, um ecrã muito especial para a Xbox Series S. Inspirado em adaptadores como o ecrã para a antiga PS One, o xScreen é um produto real, atualmente em campanha no Kickstarter, que promete transformar a consola mais pequena da Xbox numa máquina mesmo portátil.

Funciona como um add-on traseiro, instalando-se facilmente no corpo da consola sem qualquer modificação adicional, ou cabos à vista, revelando apenas uma entrada para a alimentação da consola.

O ecrã é 1080p e tem apenas 11.6 polegadas, logo capaz de ocupar a área de superfície da Xbox Series S, podendo ser fechado com a consola como se fosse um computador portátil.

Esta interessante solução pode não ser a mais original, mas tem imenso potencial, especialmente para quem tem um Xbox Series S pela conveniência de a poder transportar para todo o lado – seja para casa de amigos, familiares ou para férias – ou, até, por uma questão de espaço. Tudo o que a experiência de jogo precisa é de uma ficha para alimentação.

O projeto entrou esta semana no Kickstarter, com registos de reserva para pré-orders a começar com 1 dólar australiano (sensivelmente 0,6€), com o Super Early Bird, que é basicamente a compra de um exemplar por 249 dólares australianos, ou 158€.

Com o fim da campanha a terminar a 6 de agosto, a equipa de desenvolvimento espera começar a entregar os ecrãs aos jogadores de Xbox Series S em janeiro de 2022.

Bolt vai apostar num serviço de entrega de mercearias em Portugal

Chama-se Bolt Market e ficará disponível nos próximos meses.

Quando chegou a Portugal, ninguém pensava que a Bolt se expandisse além do negócio das TVDE. Mas a verdade é que aconteceu, e com bastante sucesso. Depois das viagens de carro, das trotinetes e bicicletas partilhadas e de um serviço de entrega de refeições, vai chegar em breve uma nova modalidade: entrega de mercearias ao domicílio.

Chama-se Bolt Market e é um serviço, atualmente em fase piloto na Estónia, que irá permitir encomendar e receber as mercearias em casa em apenas 15 minutos. Este serviço terá armazéns e centros de atendimento estrategicamente colocados nas cidades para permitir a entrega rápida aos clientes e funcionará na mesma app da Bolt Food.

Convém realçar, portanto, que apesar de funcionar na mesma app, as finalidades são diferentes: a Bolt Food dedica-se à entrega de refeições, enquanto que este Bolt Market servirá para entregar fruta, arroz, esparguete, latas de atum e outras coisas do género em poucos minutos.

Neste momento, a empresa está a recrutar cinco pessoas para formarem a equipa responsável por esta área. Não se sabe se o novo serviço arranca ainda este ano em Portugal, uma vez que a Bolt somente refere que “chegará ao país nos próximos meses”.

Sabe-se também que, na Estónia, onde a Bolt surgiu inicialmente, foi lançado recentemente um serviço de rent a car por curtos períodos de tempo. Chama-se Bolt Drive e é bem provável que, em breve, este serviço de carsharing chegue também ao nosso país.

LEGO coloca o seu FERRARI 488 GTE “AF CORSE #51” numa pista real e atinge 200 km/h

Mas teve uma “pequena” ajuda.

Lançado no início deste ano, o LEGO FERRARI 488 GTE “AF CORSE #51” é uma das propostas da gigante dos brinquedos para jovens adultos, colecionadores e fãs de automóveis se divertirem a construir.

Já o Grupo LEGO diverte-se de outra forma e, em conjunto com a Ferrari Competizioni GT e o seu piloto Giancarlo Fisichella, colocaram o recente set à prova na pista de Modena em Itália, puxando pelos limites do pequeno brinquedo, ao atingir 208 km/h.

Para este feito, o pequeno brinquedo não correu com as suas rodas no asfalto, mas contou com a ajuda de um Ferrari 488 GTE verdadeiro, onde o LEGO FERRARI 488 GTE “AF CORSE #51” foi instalado na dianteira do veículo real.

Neste exercício de teste à aerodinâmica e resistência da réplica, estiveram envolvidas 20 pessoas que ajudaram a montar os dois carros, a operar oito câmaras e dois drones, que seguiram de perto todas as curvas e aceleradelas do Ferrari 488 GTE.

Assim, os fãs de LEGO que tenham ou pensem em ter LEGO FERRARI 488 GTE “AF CORSE #51”, já podem dizer que têm um Ferrari realmente veloz.

Este set é para utilizadores mais avançados, sendo recomendado para maiores de 18 anos, e conta com um total de 1677 peças, num modelo de 48cm de comprimento, que está disponível na loja LEGO, por 179,99€.

Taco Bell inaugura restaurante em Gaia e aposta numa alternativa à carne 100% vegetal

Duas novidades de uma assentada.

Comecemos pelo novo spot da marca em Portugal. O sexto restaurante fica localizado no ArrábidaShopping, em Vila Nova de Gaia, e vem fazer companhia aos outros espaços localizados no Grande Porto, Almada e Lisboa.

Fãs da marca e não só sabem que a oferta da Taco Bell é inspirada na comida mexicana com ingredientes da máxima qualidade, que oferecem uma ampla variedade de sabores, aromas e textura, sendo produtos sempre preparados ao momento e com uma original combinação de ingredientes frescos e saborosos.

No novo restaurante de Gaia, e à semelhança dos restantes, poderão experimentar os Tacos, os Burritos, as Quesadillas ou o inovador Crunchywrap. Já provámos todos estas opções e podemos dizer que vale bem a pena.

Já a outra novidade da marca é pensada para quem procura uma alternativa à carne, mas cuja textura e aspeto sejam próximos. Trata-se da Veggie Mix, uma nova proteína vegetal.

Temos uma deliciosa mistura de aveia, ervilhas e favas, cozida num molho suculento e marinada com os temperos secretos da Taco Bell. É uma proteína que foi pensada para melhorar a oferta dos produtos alternativos à carne, já que a aveia utilizada no processo contém todos os nove aminoácidos essenciais, que a tornam numa chamada “proteína completa”.

Esta novidade passa, portanto, a estar disponível nos vários produtos da marca. Recorde-se que, além desta nova proteína, a Taco Bell já tinha uma opção Veggie, com arroz e feijão.

Urbanista lança novos auriculares inspirados em Seul e Lisboa

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Dois novos pares de auscultadores sem fios para levar para todo o lado.

A Urbanista tem dois novos produtos para os amantes da música, rádio e podcasts. Seguindo a tradição de dar nomes de cidades aos seus produtos, que também servem de inspiração, chegam agora os Urbanista Seoul e Urbanista Lisbon.

Com vibes orientais, da cidade dos neons, onde a música e os videojogos marcam a cultura entre os mais jovens, temos os Urbanista Seoul. Estes True Wireless Earphones contam com um gaming mode com 70ms de latência, 32 horas de autonomia com os três carregamentos da caixa, três microfones em cada lado, cancelamento de ruído, controlos touch e wireless charging.

Inspirado em terras lusas e na frescura da nossa costa temos os Urbanista Lisbon, de design compacto e em tons de verão – vermelho paste, bege e verde menta. Com uma caixa um pouco mais compacta, os Urbanista Lisbon oferecem 27 horas de utilização com dois carregamentos, controlos touch, compatibilidade com assistentes de voz e muito mais.

Estas novas apostas estão disponíveis para pré-venda no site oficial da Urbanista por 89,90€ para os Urbanista Seoul e por 49,90€ para os Urbanista Lisbon.

Está de volta a coleção do Lidl que levou as pessoas à loucura. E com novidades

A famosa coleção com o logótipo do Lidl está de volta às lojas, a partir do dia 8 de julho, com novos artigos para este Verão.

Em dezembro do ano passado, o Lidl Portugal fez chegar às lojas do país uma coleção que contagiou os fãs da marca de norte a sul. Sim, falamos da coleção de roupa e calçado que esgotou num ápice.

Agora, a pensar no verão, a marca traz de volta esta coleção sensação, e com novidades.

Para esta edição, existem novos artigos Lidl que prometem fazer furor – um Saco Dobrável, por 1,49€; uma Bola de Praia, por 2,99€; uma Toalha de Praia, por 8,99€; uma T-Shirt para senhora por 4,99€; e os Chinelos de Praia e os famosos Ténis, por 3,99€ e 14,99€, respetivamente, tanto para homem como para senhora, nos tons da insígnia.

De resto, saibam ainda que há um passatempo que dará a oportunidade a oito verdadeiros fãs do Lidl de passar umas férias inesquecíveis numa autocaravana. O passatempo Amor & Uma Caravana estará a decorrer até 18 de julho no Instagram do Lidl e, para participarem, terão que seguir a marca e publicar uma fotografia ou vídeo original com os seus artigos da coleção, com a hashtag #AmorEumaCaravana.

As oito participações mais originais, eleitas por um júri externo, terão direito a uma semana durante o mês de agosto, numa autocaravana para quatro pessoas, um cartão de combustível no valor de 350€ e, ainda, um cartão presente com 700€ para compras em qualquer loja Lidl, de norte a sul de Portugal.

Glovo chega a Torres Novas e ao Entroncamento

Há uma nova opção de entrega de refeições (e não só) ao domicílio nas cidades.

Foi em novembro de 2020 que a Uber Eats chegou à cidade de Torres Novas, disponibilizando aos torrejanos a possibilidade de receberem refeições em casa com recurso à famosa app. Meses mais tarde, em fevereiro deste ano, surgiu o serviço DOMUS Delivery, sendo mais barato não só para os clientes, mas também para os próprios restaurantes, que não pagam tantas taxas comparativamente ao serviço de entrega de refeições da Uber.

Mais recentemente, desde o início deste mês de julho, surgiu na zona um “novo” serviço de entregas: a Glovo. Além de Torres Novas, sabemos também que a app já está disponível no Entroncamento.

A partir de agora, os torrejanos podem utilizar a app para encomendar refeições de spots como McDonald’s, Shiva, I Love Kebab, Tripeiro das Francesinhas, Deu-m’a Larica, entre outros spots. Já os entroncamentenses podem agora encomendar refeições da Telepizza, Pizzaria da Cidade, entre vários outros estabelecimentos.

A Glovo, além de ser mais barata que a Uber Eats, tem também uma vantagem: entregas gratuitas graças ao Glovo Prime. Por 5,99€/mês, terão direito a entregas grátis para pedidos de restaurantes e lojas de valor superior a 8,00€ e para pedidos de mercearias de valor superior a 12,00€. Claro, nem todos os spots podem ser aderentes do Glovo Prime, pelo que terão avaliar, nestas cidades, se vale a pena subscrever este serviço.

All Them Witches, Nebula, King Buffalo e Kaleidobolt no SonicBlast Fest 2022

O cartaz já conta com 27 nomes.

Depois do triste, mas necessário, reagendamento do festival para 2022, a organização do SonicBlast Fest anunciou os primeiros nomes para a edição do próximo ano no passado mês de junho. Agora, e para compor ainda mais o cartaz, há quatro novas confirmações.

A Garboyl Lives, organização do SonicBlast, tem o prazer de anunciar os americanos All Them Witches, Nebula, King Buffalo e ainda os finlandeses Kaleidobolt.

Anteriormente, já estavam confirmadas as presenças de outras 23 bandas: Electric Wizard, Weedeater, Pentagram, 1000Mods, W.I.T.C.H (We Intend to Cause Havoc), Meatbodies, Night Beats, Slift, Pigs Pigs Pigs Pigs Pigs Pigs Pigs, The Devil and the Almighty Blues, Frankie and the Witch Fingers, Mythic Sunship, The Machine, Psychlona, Tia Carrera, Toxic Shock, Green Lung, Bala, The Goners, Rosy Finch, Samavayo, Diva Heaven e We Hunt Buffalo.

O SonicBlast Fest 2022 acontecerá na Praia da Duna do Caldeirão, Âncora, concelho de Caminha, distrito de Viana do Castelo.

Os bilhetes comprados para a edição de 2021 são válidos para o SonicBlast 2022. No caso dos pedidos de reembolso, estes devem ser endereçados à bilheteira a partir da qual adquiriram os bilhetes a partir do dia 14 e até ao dia 30 de junho.

O passe geral do SonicBlast Fest já se encontra disponível a 65€ até dia 31 de maio de 2022, subindo depois para 75€ a partir de 1 de junho de 2022. Em breve, quando forem anunciados os alinhamentos por dia, serão também anunciados bilhetes diários.

Moxy Lisboa Oriente é o novo hotel do Parque das Nações

A inauguração oficial acontece a 12 de julho.

No passado mês de março, demos conta que o grupo hoteleiro português Endutex, que detém a marca Moov, prevê inaugurar em 2022 um novo hotel na zona nobre do Parque das Nações, cujo nome será Moov Oriente. Mas antes, muito antes, a zona recebe outro hotel.

Na verdade, o novo hotel abriu esta semana, em “soft opening”. Trata-se do Moxy Lisboa Oriente, o primeiro hotel do Grupo Hoti Hoteis com a marca MOXY em parceria com a Marriott Internacional.

É um hotel vibrante, com uma localização privilegiada, ficando a poucos metros da Estação do Oriente e a sensivelmente a três quilómetros km do Aeroporto de Lisboa, com excelentes acessibilidades garantidas pela proximidade à Gare Intermodal do Oriente, com acesso aos principais meios de transporte.

Com 222 quartos, é uma unidade que oferece a perfeita harmonia entre design e lifestyle. Direcionada para os millennials e os nómadas digitais, o hotel de três estrelas conta com uma decoração jovem e irreverente e está equipado com Wi-Fi, estacionamento, ginásio, salas de reunião e zona de leitura. Os lobbys são locais propícios ao convívio, com inúmeras funcionalidades e área de alimentação aberta em permanência.

No piso de entrada encontra-se uma receção/ bar muito original, onde se pode fazer o check in enquanto se toma uma bebida de uma forma muito descontraída e animada. Com um design moderno e industrial, marcado por obras de arte urbana, da autoria de Akacorleone e Hell’o, é o local perfeito para trabalhar por algumas horas ou encontrar amigos nas várias mesas e sofás dispersos pela grande área da entrada do hotel.

A inauguração oficial do Moxy Lisboa Oriente acontece a 12 de julho com uma tarifa especial de abertura de 70€/noite.

Depois das pizzas, Domino’s Pizza aposta em… saladas

Existem, até ver, três opções.

Quando pensamos em pizza, surgem-nos logo pelo menos três nomes: Pizza Hut, Telepizza e Domino’s Pizza. Isto sem contarmos com as pizzarias das cidades e que fazem algo mais caseiro.

No caso da Domino’s, a marca abriu a primeira pizzaria em Portugal em junho de 2015 e, desde então, a pouco e pouco, tem aberto lojas ao longo do território nacional.

Ora, quando pensamos na Domino’s, é lógico pensarmos não só nas boas pizzas, mas também nas entradas, como os pães de queijo recheado, e nas opções com frango, como é o caso das asitas de frango com molho picante ou os pedaços de frango panado.

Agora, e a pensar no verão e nos dias mais quentes, a marca aposta em algo completamente diferente: saladas.

Existem três opções à escolha:

  • Salada Vegetariana – Alface Riva, Tomate Cherry, Azeitonas, Queijo Feta, Cebola Frita e molho à escolha;
  • Salada de Frango – Alface Riva, Tiras Panadas de Frango, Tomate Cherry, Lascas de Parmesão, Cebola Frita e molho à escolha;
  • Salada César – Alface Riva, Bacon, Feta, Parmesão, Croutons de Queijo e molho à escolha

Cada salada custa 6€ e pode ser devorada nos restaurantes da marca, podendo também ser pedida para takeaway ou entrega ao domicílio.