Por esta altura, fãs de videojogos decerto já terão ouvido falar de UFL, o novo simulador de futebol da Strikerz Inc., anunciado na Gamescom 2021, que nasce da frustração dos produtores de jogos com o rumo que a EA e a Konami tomaram com FIFA e PES (agora eFootball) nos últimos anos.
UFL está a ser desenvolvido com recurso ao Unreal Engine e terá mais de 5.000 jogadores licenciados. A Strikerz Inc. aposta num modelo de fair-to-play, isto é, o jogo será grátis para jogar e irá receber novas atualizações com novas funcionalidades de forma regular, mas sem que os jogadores tenham de pagar mais por isso para aceder a essas novidades.
Ora, com o passar do tempo, é natural que a Strikerz Inc. vá firmando acordos com diversos clubes. Agora, e já depois de o West Ham United, de Inglaterra, ter sido o primeiro clube a ser oficializado como parceiro de UFL, há um novo clube a anunciar um acordo de licenciamento. E é nada mais, nada menos, que uma equipa portuguesa.
O Sporting Clube de Portugal é o segundo clube, e o primeiro clube português, a anunciar uma parceria com a Strikerz Inc. O que é que isto significa? Que o Sporting CP irá surgir em UFL totalmente licenciado. Na prática, o símbolo, os equipamentos, os jogadores e, quem sabe, o Estádio José Alvalade, estarão fiéis à realidade. E isto é tudo o que sabemos… por agora.
O online será o foco de UFL, pelo que será necessário possuir uma infraestrutura em condições de modo a que jogo funcione sem problemas de maior. Em todo o caso, o título terá também um modo offline, pelo que poderão jogar não só contra o CPU, mas também contra amigos.
Realizou-se de 16 a 18 de outubro, no pavilhão 4 da FIL, mais um encontro Vinhos e Sabores, organizado pela revista Grandes Escolhas, uma das grandes referências neste setor.
Este regresso às feiras em grande escala foi feito num clima de especial alegria pelo matar saudades que representa, após os últimos tempos pandémicos. Ainda com cuidados na entrada e na cara tapada de quem estava do lado de lá dos stands que lembram que isto ainda não acabou, deu para circular com bastante à vontade no terceiro e último dia do evento. E que bom que foi, numa casa muito bem composta, mas sem nunca apresentar um ar atravancado ou desconfortável.
Como de costume, e para poder provar mais e melhor sem exageros, acabámos por nos focar mais nos brancos, sem no entanto ter deixado de provar um ou outro tinto especial. Fica a promessa para em próximas oportunidades do género mudar de agulhas.
Desde logo, e seguindo o nosso coração, falemos do Alto Minho, a começar pela ilha de Monção e Melgaço, sub-região dos Vinhos Verdes que tem sido exemplar na promoção coerente de um território. Numa fase em que o Alvarinho, casta-bandeira da zona, se planta por todo o Portugal e até ganha expressão internacional além da sua origem no noroeste peninsular, é estratégia com razão e coração. A PROVAM, lar do grande trabalho de Abel Codesso, tem sido dos representantes mais interessantes e com melhor relação qualidade/preço para quem gosta de Alvarinhos com os seus rótulos Varanda do Conde e Portal do Fidalgo (este último que vale bem a pena guardar uma década ou mais). No capítulo dos vinhos especiais, importa falar do Contradição (26€) e do Portal do Fidalgo 25 Anos (31€). Adultos, com citrinos maduros e longo fim, o 25 Anos até com alguma sugestão de fumado.
Ali à beira estava a magnifica Quinta do Regueiro, de Paulo Cerdeira Rodrigues, e a primeira grande novidade: O Tomo II do Jurássico. O Jurássico já foi eleito o melhor branco português e não é por acaso. Desde logo pelo facto de ser um vinho que reúne vários anos de Alvarinho, fermentado apenas em inox. Este 2º volume apresenta 2009, 2010 e 2011 continua encantador, vibrante e direto, mesmo tendo ganho camadas de complexidade. Os 30 e picos euros que deverá custar valem bem quem gosta desta casta fétiche.
Também a Quinta de Santiago, um dos projetos que mais tem agitado o mundo dos vinhos com rótulos como o Sou, em parceria com Nuno Mira do Ó, tinha boas coisas a apresentar. Em particular a versão 2020 do Santiago na Ânfora do Rocim (35€), outra parceria interessante em que foram trazidas ânforas do Alentejo para fermentar Alvarinho. Jovem, explosivo, curiosamente a não revelar os petrolados dos talhas clássicos alentejanos. Das curiosidades maiores da Vinhos e Sabores foi provar este vinho e a seguir rumar ao Rocim para provar a versão 2019. Seria bom que este tipo de carambolas continuassem e crescessem, num país que oferece tanta diversidade concentrada num pequeno espaço. Além disso, há o vinho que não coube neste rótulo, e que deu para provar mesmo ainda sem ter nome. Fabuloso, ainda haveremos de falar nele.
Tivemos que sair daquele espaço para visitar o espaço de Anselmo Mendes, o senhor Alvarinho. Que na verdade é senhor vinho, já que há vários anos que vai além do berço da casta para ter projetos de excelência em várias zonas de Portugal, com colaboradores de excelência como Constantino Ramos ou Diogo Lopes. Para variar, provámos o Anselmo Mendes Private (25€), 100% Loureiro, casta clássica do vale do Lima. Leve como uma pena camomila, louro (claro), mas notória capacidade de evolução. Anselmo é também um dos grandes defensores dos verdes tintos, em particular da casta Alvarelhão, de centenária história (uma das bases dos vinhos que na Idade Média era exportados para Inglaterra) mas com pouco relevo nas últimas décadas. Além dos notáveis Pardusco (tinto) ou Muros Antigos Espumante, há que falar do Anselmo Mendes Blanc de Noirs2017 (9,50€), como o nome indica um branco de uvas tintas. Diferente, com corpo, mas cheio de frescura. Vale a pena apostar e provar esta diferença.
Para mudar de geografia, ruma-se aos Açores e ao Magma (18€), da zona de Biscoitos. Verdelho, e feito com talvez as uvas mais caras do país (mais de 3€/quilo), como forma também de estimular os produtores locais de um sítio particularmente agreste, é o cliché que o é por ser verdade: Atlântico. Salgado, prolongado no gosto. Um grande perfil de branco.
Por último, há que falar na bela vila de Silvares, no concelho do Fundão, e onde Anselmo Mendes está a apostar. Se o Quinta de Silvares de entrada, feito de lote, é mais um belo RQP, o Anselmo Mendes Quinta de Silvares Private (16,50€), só de Touriga Nacional, é dos melhores exemplares do Dão que temos provado. Equilíbrio, fruta silvestre, final longo e elegante, tal como deve ser nesta grande região.
Ao lado, na mui prometedora Beira Interior, a Quinta dos Termos continua a ser uma locomotiva sem descanso. Para não falar só de vinhos que custam dois dígitos, o Quinta dos Termos Reserva Branco (na casa dos 5€), de Fonte Cal, Síria, Arinto e Verdelho, é de uma polidez irresistível. O magnético Quinta dos Termos Clarete (7€), estilo que mistura tintas e brancas, continua dos grandes negócios que o enófilo pode ter.
Não longe temos Osvaldo Amado, outro rei (o dos espumantes), que tem deixado marca na Adega de Cantanhede, mas que com o nome Raríssimo tem conseguido expressar o seu lado mais pessoal. O Raríssimo Tinto (25€), de Touriga Nacional, Aragonez e Alfrocheiro, consegue misturar frescura vegetal com especiaria e terra.
Para não esquecer o sítio onde estamos, Lisboa, falemos de Hugo Mendes, um dos grandes rostos da nova vaga de enólogos que tem transformado o panorama do vinho, e aqui em nome próprio. O Hugo Mendes Lisboa (15€), branco de lote Fernão Pires e Arinto, é o capitão desta equipa de alguém que aposta numa perspetiva diferente, sem adição de fermentos. Untuoso, mas sem deixar cair o limão, é vinho fino. Já o Hugo Mendes Fernão Pires (18€), de vindima precoce, vai ainda mais além, dos grandes vinhos leves que se andam a fazer na região de Lisboa.
Começa a ficar perto das 21h, hora de fecho, e lembramo-nos de voltar à base, onde a Adega de Monção é um dos esteios e José Lourenço tem feito trabalho de exceção. Muralhas de Monção é talvez o nome de maior força nos Verdes no circuito Horeca, e o Deu-la-Deu o sinónimo do perfil de Alvarinho clássico com capacidade de envelhecimento, mas para falar nos vinhos especiais há que falar no Deu-La-Deu Fernando Moura 30 Anos (19€), homenagem a um nome maior da casa que apresenta pedra molhada, amplitude e elegância com citrinos. Mas o mais sedutor foi mesmo o Deu-La-Deu Terraços (25€), verdadeiramente demolidor. Vinhas velhas com capacidade espantosa de envelhecimento, imensa mineralidade e tensão. É para comprar e guardar.
Para arrematar, pequeno passeio até ao Palácio da Brejoeira, o lar da senhora Maria Hermínia Paes, que catapultou a sub-região. Se o vinho é bom, que é, a ideia de ter trazido as aguardante da ilustre casa foi brilhante. A Palácio da Brejoeira Aguardente Bagaceira (50€), macia e harmoniosa, e a Palácio da Brejoeira Aguardente Velha (90€), com estágio em carvalho francês com um veludo acrescentado.
Entre 11 e 21 de novembro, a Quinzena Gastronómica da Aguardente DOC Lourinhã está de regresso para uma 10.ª edição. A iniciativa, dinamizada pela Câmara Municipal da Lourinhã em parceria com os produtores Adega Cooperativa da Lourinhã e Quinta do Rol, reúne 19 restaurantes diferentes para apresentar propostas de entradas, pratos principais, sobremesas e cocktails em que o mais célebre produto da região ganha protagonismo.
Uma das únicas três regiões da Europa demarcada apenas para a produção de aguardentes – além de Armagnac e Cognac –, a Lourinhã produz aquela que é considerada uma das três melhores aguardentes do mundo. A distinção DOC (Denominação de Origem Controlada) é atribuída pela Comissão Vitivinícola Regional de Lisboa às aguardentes que cumpram e apliquem o regulamento que estabelece as condições dos solos, as características de cultivo e de tecnologias de vinificação, conservação e destilação, envelhecimento e engarrafamento.
À semelhança dos anos anteriores, a Quinzena volta a fazer da Aguardente DOC Lourinhã destaque de um conjunto de sugestões gastronómicas – e, pela primeira vez, também de cocktails. Sob o tema Edição Restaurantes e Bares, 19 estabelecimentos no concelho e na região demarcada da Lourinhã aceitaram o desafio de criar sabores diferentes, no prato e no copo, com a aclamada bebida. Ao todo, são 46 entradas, pratos principais e sobremesas, e seis cocktails a descobrir.
Nesta 10.ª Quinzena Gastronómica, como sempre, a experiência à volta da Aguardente DOC Lourinhã começa nas entradas: para abrir o apetite, os estabelecimentos participantes apresentam propostas que vão dos sabores regionais reinventados, como o Choco frito com molho de iogurte ou o Camarão com migas à Bulhão Pato, às sugestões internacionais, como o Foie Gras servido sobre pão brioche e frutos vermelhos ou as Asas de frango com molho Teriyaki – todas elas confecionadas com a aguardente da região.
Nos pratos principais as sugestões são também muito amplas. Sempre marcados pelo sabor característico da bebida, é possível provar uma Telha de Polvo ou umas Gambas à Guilho, Costeletas de borrego ou um Bitoque à portuguesa, Linguini al nero com gamberini flambeado ou Calzoni com cebola caramelizada, abóbora e presunto.
Para finalizar a refeição, as sobremesas servidas durante a Quinzena trabalham ainda o sabor da Aguardente DOC Lourinhã noutra dimensão. Em sugestões como o Cheesecake de caramelo salgado com amêndoa, o Pudim de coco e nozes, a Delícia de nata com crocante de bolacha ou o Brownie com gelado de natas está o mesmo espírito – desta vez adocicado – da reputada bebida espirituosa.
Para acompanhar a amplitude de sabores a provar na 10.ª Quinzena Gastronómica da Aguardente DOC Lourinhã, os cocktails, novidade em 2021, permitirão pensar e saborear a bebida de um novo modo. Propostas como o Lourinhã Sour, a Sangria de maracujá ou o Gin Noiva do Mar, em que a aguardente é parte indispensável, são convites à descoberta de outras possibilidades.
Quem nos segue decerto já terá reparado na quantidade de vezes que falamos no Burger King. Sim, os nossos leitores adoram saber quando é que abre um novo restaurante, quais as novidades no menu e se vão surgindo promoções. Mas nem tudo é perfeito.
Recentemente, demos conta da mais recente iniciativa da marca, em que, em jeitos de comemoração do Halloween, pede aos clientes que vejam um vídeo na app às 3h da manhã para que, dessa forma, possa oferecer menus grátis. Esta é uma campanha que está a decorrer durante esta semana e que começou na madrugada de segunda-feira. Infelizmente, o que podia ser uma belíssima campanha, não passa de uma tentativa disso mesmo.
Aqui no Echo Boomer tentámos participar na campanha, mas deparámo-nos com diversos problemas. O acesso à app e ao visionamento dos respetivos vídeos correu bem na madrugada de terça-feira e de quarta-feira, tendo surgido os respetivos menus de oferta, mas esta quinta-feira, às 3h da manhã, a experiência já não correu bem. Com dois smartphones diferentes e respetivas contas diferentes, ao carregar no banner alusivo a esta campanha, surgia-nos uma mensagem de erro… em espanhol, dizendo que os códigos não estavam disponíveis. Tentámos 10 minutos depois, mesmo erro. 20 minutos depois? Igual. Foi uma madrugada sem direito a códigos, o que não devia acontecer.
O segundo erro está relacionado com a aplicação dos códigos em si. Como referimos, temos dois códigos para utilizar, e logo aqui surge um problema: somente os podemos utilizar no site/app. Vantagem? Não temos de ir ao restaurante para redimir esses códigos. Desvantagem? Como só podemos utilizar no site/app, isso significa que temos que pagar 3,95€ pela taxa de entrega, o que é um valor absurdo, principalmente para aqueles clientes que vivem a poucos metros de um restaurante Burger King. E pagando quase 4€ só pela entrega, os menus, que deveriam ser de borla, não ficam tão baratos assim. E atenção, esta promoção somente é válida para restaurantes Burger King com serviço de entrega ao domicílio… e nem todos os spots da marca fazem entregas em casa.
Mas voltando à utilização dos respetivos códigos, é o próprio Burger King que diz que a utilização é exclusiva para o site e app. Ou pelos menos era o que devia acontecer, pois tivemos problemas não só com a app, mas também no site oficial.
Segundo podem ver nesta imagem, ao inserir um dos códigos que nos saiu, dá-nos uma mensagem de erro… em espanhol. Com o outro código tudo ok, isto na app. Já no site, inexplicavelmente, ambos os códigos não são considerados válidos.
Também aqui em cima podem ver outro erro que apanhámos. Nesta campanha, ao inserirmos o código, é suposto surgir o custo do menu como 0,00€, mais 3,90€ da taxa de entrega e 0,05€ pelo saco. Ora, num dos códigos colocados, o sistema não assume a taxa de entrega, apenas os 0,05€ do saco, referindo que faltam 0,06€, pois o custo mínimo para fazer um pedido é de 0,11€. Nunca antes vimos tal coisa.
O mais engraçado? Temos de adicionar um produto para que, então, chegue ao valor mínimo de 0,11€. No nosso caso, optámos por adicionar o molho. E só aí, com esse produto adicionado, é que o sistema assume o custo da entrega de 3,90€. Contas feitas, esta compra fica ainda mais cara do que era suposto, pois não só temos de pagar taxa de entrega de um menu grátis, como neste caso em específico temos de adicionar um produto extra para o sistema dar seguimento.
Não sabemos o que é que correu mal nesta iniciativa Halloween do Burger King, mas trata-se de uma campanha internacional e, como tal, deve ter sido feita por profissionais. Porém, com todos estes erros, não podemos deixar de evitar uma sensação de amadorismo…
P.S. Poucos poderão ter reparado, mas esta promoção é limitada a 500 códigos à segunda-feira, terça-feira e quarta feira e a 1.125 códigos nos restantes dias. Daí talvez o facto de não termos conseguidos os códigos esta madrugada. Porém, parece haver outra contradição nas datas. Nas imagens dos códigos, é dito que devemos fazer um pedido até 31 de dezembro. Já na informação que surge nos vídeos publicados nas redes sociais, pode ler-se que os códigos são de utilização única, pessoais e intransmissíveis ou passíveis de troca até 14 de novembro. Em que ficamos?
No passado mês de agosto, o Continente tornou-se a primeira marca de retalho nacional a comercializar produtos alimentares à base de insetos, após a Direcção-Geral da Alimentação e Veterinária (DGAV) ter autorizado o consumo de sete espécies de insetos no país.
Nesse mês, os clientes começaram a encontrar em algumas lojas da marca vários snacks, barras proteicas e farinha à base do inseto tenebrio molitor, também chamado de larva da farinha, tenebra e bicho da farinha. Agora, chegou a altura de fazer chegar estes produtos da portuguesa Portugal Bugs a outros retalhistas, nomeadamente à Auchan.
Por outras palavras, passa a ser possível saborear o que o futuro anda a cozinhar nas lojas Auchan. Lançado esta semana com especial destaque na Auchan de Alfragide, o Future Taste é um espaço dedicado nas lojas que vai dar a conhecer as novas tendências alimentares e evidenciar um produto inovador.
Começando pelos snacks Tasty Mealworms, são insetos desidratados temperados com pimenta cayenne ou sal marinho, ricos em proteína e fonte de fibra. Além de serem um snack rápido, prático e nutritivo, podem ser adicionados como topping em saladas, sopas e massas.
Já as barras proteicas, as Mealworm Bites, são elaboradas a partir de ingredientes 100% naturais e são fonte de proteína e ricas em fibra. Os sabores disponíveis são chocolate e amêndoa; figo e laranja; maçã e canela; manteiga de amendoim e mel.
Por último, referir a farinha, feita 100% a partir de Tenebrio molitor. É rica em proteína e fonte de fibra e pode ser utilizada para enriquecer receitas de pão, bolachas, bolos, panquecas, batidos.
Estes insetos são criados em condições controladas de temperatura e humidade, de forma a melhor gerir os substratos de que se alimentam, e são alimentados à base de farelo, embora possam ser usados também subprodutos da indústria alimentar, como as leveduras de cervejas ou desperdício de cereais.
No que toca aos preços dos snacks, barras proteicas e farinhas, variam entre os 1,79€ e os 9,95€.
O uso de insetos como fonte de alimento – denominado de entomofagia – remonta aos primórdios da Humanidade e, atualmente, são já consumidos por cerca de um terço da população mundial. Ricos em fibra, minerais, vitaminas e ácidos gordos essenciais, têm-se revelado ainda uma excelente fonte de proteína que, quando comparada com outras fontes proteicas animais, apresenta a vantagem de ter menor impacto ambiental, já que registam uma pegada hídrica e uma emissão de gases de efeito de estufa menores. Além disso, o reduzido consumo de ração resulta ainda numa menor dependência de solos férteis.
Com o simples toque de um botão, podem preparar mais de 35 combinações criativas.
Foi em 2018 que a NescaféDolce Gusto apresentou a Infinissima, uma máquina de café que proporcionava novas e deliciosas possibilidades. Agora, três anos depois, chega uma nova máquina de café desta gama, mas mais avançada.
Trata-se da Infinissima Touch, que é bem moderna. Com uma tecnologia led touch para o seletor de quantidade de água, será fácil e rápido ter uma bebida personalizada. Já o reservatório de água, pensado detalhadamente ao nível do design, possui uma capacidade de 1,2 litros de água, ideal para um ambiente familiar ou de uso regular.
Outras características a destacar neste novo modelo são o sistema flow stop, que permite a extração da bebida e paragem de forma automática; a possibilidade de escolher três posições para a base, dependendo da altura do copo; e a versatilidade de preparar bebidas quentes e frias em menos de um minuto.
Na verdade, a Infinissima Touch cria ótimos cafés em menos de 30 segundos com um creme espesso e aveludado, graças ao sistema de alta pressão (até 15 bar).
Como já é habitual nas máquinas Nescafé Dolce Gusto, o modo ecológico está assegurado e permite que a máquina de café se desligue automaticamente ao fim de um minuto de inatividade.
A nova máquina já está disponível na loja online e pontos de venda habituais por 129,90€.
Podem encontrar estes produtos nas lojas Continente e Auchan.
Em Portugal, pelo menos 9% da população já opta por uma dieta à base de produtos de origem vegetal, sendo a saúde o principal motor desta escolha entre flexitarianos, e a causa animal/ambiental a motivação que sustenta o regime alimentar de vegans e vegetarianos. Ora, as empresas andam atentas a esta nova forma de estar, e é por isso que acaba de chegar ao nosso país uma nova marca com opções vegan para quem procura alternativas ao queijo e manteiga.
Falamos da Violife, criada em 1991 na Grécia e que tem como inspiração a dieta tradicional grega, onde não se consomem ingredientes de origem animal durante mais de 100 dias por ano. A marca, que chega a Portugal pelas mãos da Upfield, oferece uma solução inclusiva, isenta de conservantes, alergénicos ou ingredientes geneticamente modificados.
Produzidos a partir de óleo de coco, a gama de produtos vegan alternativos a queijo da Violife diferencia-se pelo seu sabor, textura e pela extensa variedade de formatos – fatiado, ralado, em bloco ou cremoso – e versatilidade de aplicações – sanduíches, pizzas, pastas, saladas, entre outros.
Do portfólio da marca faz também parte a Vioblock, a alternativa vegan à manteiga, lançada pela primeira vez este ano. De sabor e utilização igual à manteiga de origem animal, os produtos Vioblock, disponíveis nas versões com e sem sal, são ideias para utilizar em pratos doces e salgados ou simplesmente para complementar snacks.
Os produtos Violife 100% vegan podem ser cozinhados tal como o queijo convencional, seja derretido, gratinado ou ao natural. Para além disso, ambas as gamas são ainda fortalecidas com vitamina B12 e aptos para intolerantes à lactose, que afeta mais de um terço da população portuguesa, sendo os produtos Vioblock enriquecidos com as Vitaminas D2, B1, B2, B6 e ácido fólico.
Optar por produtos vegan é também pensar no planeta, como já todos devem saber. Na verdade, estudos recentes indicam que as alternativas plant-based produzem entre 50% e 90% menos emissões quando comparadas ao desenvolvimento de produtos de origem animal.
Outro dado interessante partilhado pela marca é o facto de, se optarem pela Vioblock, a alternativa vegan à manteiga, para além de zelarem pelo uso de menos recursos naturais como a água e o solo, contribuem para uma redução de cerca de 75% de emissões de gases nocivos.
Na prática, isto significa que uma família pode reduzir até 200 quilos de emissões por ano, o equivalente a conduzir 590 quilómetros ou ao ciclo de vida de cerca de 1.700 garrafas de plástico.
As gamas Violife e Vioblock já estão disponíveis nas lojas Continente e Auchan, bem como nos espaços Celeiro, estando para breve a entrada em novos retalhistas. Adicionalmente, poderão encontrar os produtos vegan Violife, alternativos a queijo, nas lojas Telepizza e Pizza Hut.
Não há Paredes de Coura este ano? Não há problema, faz-se um evento alternativo.
Lembram-se quando, no passado mês de julho, João Carvalho, diretor do Vodafone Paredes de Coura, tinha dito que pretendia fazer algo na pacata vila de Paredes de Coura ainda este ano? Esse algo tem nome: Courage Club e acontece a 3 e 4 de dezembro.
A Ritmos volta a levar música até ao Alto Minho, desta vez com um festival de inverno que visita algumas das já conhecidas salas culturais de Paredes de Coura: Centro Cultural, Caixa de Música e Quartel das Artes. No centro da vila minhota será também criado um novo espaço, o Courage Club, lugar que acolherá as principais atuações da estreia deste festival.
A programação do Courage Club é composta pelos nomes mais marcantes da música alternativa portuguesa da atualidade. Dos 24 artistas confirmados, PVA, Moullinex, Samuel Úria, B Fachada, Chico da Tina, Pedro Mafama e Sensible Soccers são alguns dos nomes que irão marcar presença.
Os bilhetes para o Courage Club, já disponíveis em número limitado, podem ser adquiridos na BOL e locais habituais, por um preço único de 20€, e dão acesso aos dois dias do festival. Este bilhete garante a entrada nos concertos programados na sala principal, ficando o acesso às restantes salas limitado à sua lotação, mediante ordem de chegada, fazendo lembrar um pouco os moldes de um Super Bock em Stock.
O espaço irá proporcionar uma experiência única e imersiva sobre todas as fases do processo “ao vivo” e está pensado para a comunidade local, turistas nacionais e internacionais.
A Pinhais, conserveira centenária de Matosinhos, acaba de inaugurar o Conservas Pinhais Factory Tour, um Museu-Vivo pioneiro da indústria conserveira, vocacionado para perpetuar o legado desta indústria viva, dar a conhecer o património material e imaterial e salvaguardar e valorizar a sua memória.
Com instalação na fábrica da Pinhais, que, em 2020, foi classificada de edifício de Interesse Municipal, este é um projeto único no panorama do turismo nacional e internacional, que proporcionará uma verdadeira experiência imersiva sobre todas as fases do método de produção tradicional, que se mantém inalterado desde 1920. Além de descobrir a fábrica e o seu espólio, cada visitante é convidado a embrulhar a sua própria lata, usando as técnicas das artesãs. As visitas incluem ainda uma degustação e uma passagem pela loja que reúne conservas e peças de coleção.
Localizado no histórico edifício na Avenida Menéres, o projeto foi delineado com o objetivo de promover a comunidade local e o turismo. O Conservas Pinhais Factory Tour visa promover e divulgar a singularidade de um setor de enorme relevância para a economia nacional, através de aspetos distintivos como a manutenção do método artesanal e edifício centenário, caraterísticas únicas que lhe conferem um caráter histórico.
Delineadas para todas as faixas etárias, as visitas ao Museu-Vivo serão guiadas por mediadores culturais, que convidam a descobrir a história da indústria conserveira, as raízes da Pinhais e de todas as suas marcas, nomeadamente a mais internacional, a NURI. Cada visita propõe uma viagem no tempo, conduzida por uma das marcas nacionais de conservas mais icónicas, única em Portugal que mantém intacto o processo de produção 100% artesanal.
Com uma duração de cerca de 60 minutos, o tour inicia-se na entrada do edifício da Pinhais, o foyer, sendo os visitantes depois guiados para os antigos escritórios e antiga sala de direção da empresa. De seguida, são conduzidos até à fábrica, onde poderão assistir a todos os 12 centenários passos da produção de uma conserva, desde a seleção do peixe na lota até ao enlatamento e empapelamento. Desenhado para apelar a todos os sentidos, o guião da visita prossegue com um mergulho na história da Pinhais e da indústria conserveira, através da de visualização conteúdos digitais exclusivos; momentos interativos, nos quais os visitantes são desafiados a identificar diferentes ingredientes, através do cheiro e do palato e, no final, a participarem no processo de empapelamento, embrulhando a própria lata segundo as técnicas das artesãs da empresa.
O tour culmina numa das salas mais imponentes do edifício, o Can-Tin Café, um espaço de degustação que acolhe o último momento da visita: a degustação. Numa das zonas mais emblemáticas do edifício centenário da Pinhais, os visitantes têm oportunidade de viver uma verdadeira experiência gastronómica. A visita termina na fantástica loja, com quase 100 m2, onde existe uma ampla seleção de conservas PINHAIS e NURI, artigos de colecionador e ainda merchandising e souvenirs alusivos às marcas e ao tour.
Pode-se dizer que praticamente todos os meses abrem novas lojasMeu Super em Portugal. Logo, era esperado que a Sonae MC inaugurasse um novo espaço da marca este mês de outubro. E foi o que aconteceu.
A partir do dia de hoje, 28 de outubro, está a funcionar uma nova loja Meu Super em Odivelas.
O novo espaço comercial, localizado na Rua Jaime Martins Barata nº8, conta com uma área total de venda de 172 m2 e tem serviços de padaria e charcutaria.
Tal como qualquer outra loja Meu Super, o estabelecimento de Odivelas disponibiliza vários produtos das marcas Continente, como a Seleção Continente, Fácil & Bom Continente, Contemporal, Área Viva ou MyLABEL.
Este superfície comercial, a 60ª loja Meu Super no distrito de Lisboa, está a funcionar de segunda a sexta das 8h às 20h30 e aos sábados, domingos e feriados das 9h às 20h30.
Um jogo com elementos de terror, perfeito para testar no Halloween.
Se ainda não tiveram a oportunidade de experimentar um dos melhores jogos da Nintendo Switch deste ano, agora podem fazê-lo sem custos adicionais.
Disponível na Nintendo eShop, Metroid Dread ganhou uma demo experimental, onde qualquer um pode ajudar Samus a caçar alguns temíveis inimigos.
Dada a natureza do jogo, com algum “terror” à mistura, este é um lançamento temático de Halloween, não se sabendo ao certo quanto tempo é que irá ficar disponível para descarregar.
Para ficarem a conhecer melhor Metroid Dread e o que tem para oferecer, podem ler aqui a nossa opinião do jogo, que é uma excelente porta de entrada até para quem nunca jogou um Metroid.
Nos últimos tempos temos acompanhado a jornada de Arcane até à sua estreia na Netflix, que está cada vez mais perto.
Entre trailers, revelação de elenco e, mais recentemente, da banda sonora, temos agora a revelação de uma das suas músicas, um tema original da popular banda Imagine Dragons em colaboração com o rapper J.I.D.
Chama-se “Enemy” e é um dos temas principais de Arcane, a adaptação de League of Legends pra a televisão. A música já pode ser ouvida nos vários serviços de streaming ou através do seu videoclipe, que inclui novas sequências da série focadas em Jinx e V., quando eram mais novas.
O vídeo inclui também sequências exclusivas, com os próprios artistas a apresentarem-se com visuais adaptados aos visuais da série.
As colaborações entre Imagine Dragons e League of Legends não são recentes, com a banda a imortalizar a tradição dos hinos e clipes dos Worlds desde 2014, quando lançaram o tema “Warriors”.
Arcane estreia na Netflix no dia 7 de novembro pelas 2h da manhã, com os primeiros três episódios. Juntamente com eles, é também lançada a primeira parte da banda sonora também com três novos temas.
Os restantes episódios chegam no dia 14 e 21 de novembro.
Durante o mais recente State of Play, com novidades da PlayStation, ficámos a saber que um dos seus jogos de lançamento, o peculiar e adorável Bugsnax, vai-se expandir.
Depois de ajudarmos um investigador a descobrir os segredos de Snaktooth Island, onde todos os animais são meio animais, meio comida, a nova expansão, chamada Isle of Bigsnax, leva-nos para uma nova região, onde vamos ganhar uma nova habilidade para reduzir o tamanho dos Bugsnax, isto porque eles são gigantes.
Acompanhados por personagens do jogo original, vamos ter a oportunidade de não só de ir à caça de “bigsnax”, como de conhecer mais sobre os nossos companheiros e as suas histórias.
A expansão será gratuita para todos os jogadores de Bugsnax e, além do novo bioma, inclui novas criaturas, mais de 100 desafios e 30 missões, centenas de itens decorativos e muito mais.
Bugsnax pode ser jogado nas consolas PlayStation, PCs e Macs.
O adorável jogo foi o destaque do mais recente State of Play.
Esta semana, os fãs da PlayStation tiveram direito a mais um State of Play, numa transmissão maioritariamente dedicada a jogos independentes. Entre eles, o grande destaque foi para Little Devil Inside, um jogo que começou o seu desenvolvimento em 2015 com uma campanha de Kickstarter.
Com a sua janela de lançamento cada vez mais perto, foi altura de espreitarmos um pouco do seu mundo, onde tivemos a oportunidade de olhar para os seus mapas e acompanhar trechos da jornada de Billy, o viajante protagonista, que pode viajar a pé, com recurso a veículos, animais e um comboio.
A experiência de jogo promete ser atmosférica com maior foco em momentos de viagem ao invés de combates e momentos de tensão, que também prometem ser partes importantes da jornada, como pudemos assistir no final do vídeo.
Little Devil Inside será lançado primeiro para as consolas PlayStation, numa data ainda por anunciar, seguido do PC, Xbox e Nintendo Switch.
O aclamado jogo de ação da Acid Nerve salta para novas plataformas.
Death’s Door é considerado atualmente uma das melhores experiências do mundo dos jogos independentes lançados este ano. Originalmente lançado nos PCs e nas consolas Xbox, Death’s Door tem agora a porta aberta em novas plataformas: PlayStation e Nintendo.
Neste jogo de ação isométrica, com uma pitada de metroidvania, controlamos um pequeno corvo que terá que desafiar a morte em confrontos tensos à medida que vai explorado os diversos biomas e completando puzzles e quebra-cabeças bem satisfatórios.
Na nossa análise ao jogo damos destaque a esses quebra cabeças, ao fantástico sentimento de ritmo do jogo e à sua jogabilidade que permite experimentar uma panóplia de habilidades divertidas contra um enorme leque de inimigos, num jogo que é convidativo “pela sua arte ou pelo sistema de combate intuitivo, mas difícil de dominar por completo”.
Death’s Door chega às consolas PlayStation e Nintendo Switch no dia 23 de novembro.
Há uma nova aplicação multimédia na nova consola da Sony.
Esta semana passou a ser possível aceder a conteúdos musicais de uma nova forma na PlayStation 5, neste caso graças à Apple Music.
A PlayStation 5 será assim a primeira consola de jogos a integrar o popular serviço, que inclui acesso a álbuns, singles, videoclipes em 4K, à Apple Music Radio, entre outros conteúdos. Infelizmente, esta novidade não inclui podcasts.
A integração da Apple Music na PlayStation 5 permite que os utilizadores ouçam as suas músicas e álbuns adquiridos e playlists curadas enquanto jogam, existindo até playlists adaptadas aos jogos.
Para instalarem a aplicação, basta aceder à aba de todas as aplicações e transferir a Apple Music. Para mais instruções, visitem a página de suporte da PlayStation, aqui.
Em março do ano passado, a promotora Amazing Events anunciou um novo festival que se devia ter realizado nesse mesmo ano de 2020. Falamos do SoundFlower Fest, que acabou por não acontecer devido à pandemia de COVID-19.
Mas 2021 é outro ano e, apesar de ainda termos de conviver com este coronavírus, a verdade é que, ainda que tenhamos de usar máscaras e ter os devidos cuidados, a nossa vida, neste momento, regressou a uma certa normalidade. Dito isto, as promotoras estão novamente a trabalhar, e é por isso mesmo que a Amazing Events, no passado mês de agosto, fez questão de anunciar a 1ª edição do SoundFlower Fest para o mês seguinte, mas nunca se chegou a acontecer.
Na altura, após esse novo adiamento, “as duas partes co-produtoras (CM do Cartaxo e Amazing Events) acordaram reunir depois das eleições num período de maior certeza e tranquilidade para acertar pormenores para a realização de um grande evento musical em Valada no futuro”, com a promotora a deixar a garantia de que iria “prosseguir com o SoundFlower Fest em nova data e novo local ainda em 2021, com um line-up o mais próximo possível do que foi apresentado”.
E eis que temos agora novidades. O Soundflower Fest vai finalmente acontecer, mas num local totalmente diferente: LX Factory, em Lisboa, naquela que será uma edição especial de Natal com muita música, um mercado alusivo à época natalícia e food trucks.
O evento, marcado para 10 e 11 de dezembro, tem desde já confirmadas as atuações de Capitão Fausto, Hercules & Love Affair DJ Set, Sean Riley & The Slowriders, D’Alva, Filipe Karlsson e Luís Trigacheiro.
No que toca aos bilhetes, são postos à venda esta sexta-feira, dia 29 de outubro, na See Tickets, BOL e locais habituais, pelo preço de 30€ o bilhete diário e 50€ o passe de dois dias.
Aos portadores de bilhete para Temples, a promotora informa que poderão solicitar a troca do bilhete por um diário à escolha para o SoundFlower Fest, sem acréscimo de valor, no prazo de uma semana a contar a partir de sexta-feira, dia 29 de outubro. Após o término deste prazo, apenas poderão solicitar a troca por um diário para dia 10 de dezembro.
É já na próxima segunda-feira, dia 1 de novembro, que se comemora o Dia Mundial do Vegano. A dieta vegan tem sido popular nos últimos anos e a tendência continua a aumentar. Talvez seja a ideia de contribuir positivamente para o clima, a preocupação com os animais ou até pela saúde, seja qual for o motivo são cada vez mais as pessoas que têm aderido a este estilo de vida e alimentação.
No passado, significava muitas vezes comer uma dieta limitada a vegetais, grão ou lentilhas, mas hoje em dia são servidos pratos de fazer crescer água na boca.
Ora, e porque não ter uma ideia de quais as cidades portuguesas que mais apostam na dieta vegan? Foi precisamente isso que a Holidu, motor de pesquisa para casas de férias, resolveu fazer.
O portal analisou dados da Happy Cow para descobrir quais as cidades com o maior número de restaurantes e cafés vegans e vegetarianos. E esta é a lista:
Lisboa – 375 restaurantes
Porto – 186 restaurantes
Funchal – 57 restaurantes
Lagos – 47 restaurantes
Braga – 43 restaurantes
Coimbra – 32 restaurantes
Faro – 31 restaurantes
Cascais – 30 restaurantes
Albufeira e São Miguel – 28 restaurantes
Sintra – 27 restaurantes
Como dá para perceber, Lisboa é líder incontestável nesta lista, contando com 375 restaurantes. Algo que não admira, uma vez que se trata da capital portuguesa, tão visitada por turistas, que também procuram cada vez mais este tipo de opções.
Muito longe, em segundo lugar, surge a cidade do Porto, demonstrando que não quis ficar para trás no que ao stilo de vida saudável e sustentável diz respeito.
A fechar o top três temos o Funchal, o que não deixa de ser surpreendente. Esta cidade é o lar de um número impressionante de restaurantes e lojas vegan-friendly para satisfazer as exigências de todos os tipos de visitantes.
Convém recordar que estão sempre a surgir novos restaurantes vegan e lojas vegan-friendly, o que significa que os resultados desta lista, pelo menos sem contarmos com os três primeiros lugares, devem variar bastante nos próximos anos.
O compromisso da NOS é colocar o 5G ao serviço de todos.
Terminou hoje o leilão para a atribuição de frequências 5G. A NOS é a empresa com maior quantidade de espetro adquirido e o mais elevado investimento de todos os participantes.
Após mais de 200 dias de licitação, no mais longo leilão de sempre, a NOS adquiriu todo o espetro possível para a exploração da nova tecnologia: 100MHz na faixa dos 3,6GHz e 2x10MHz na faixa de 700MHz, adquirindo também 2x5MHz na faixa dos 2100MHz e 2x2MHz na faixa dos 900MHz para reforço da sua rede 4G e melhoria da qualidade do serviço em todo o território nacional.
Já a Vodafone Portugal adquiriu 110 MHz de espectro, algo que vai permitir expandir significativamente a capacidade da sua rede 5G. O custo foi de 133.2 milhões de euros.
Assim, a empresa fica a deter uma totalidade de 110 MHz:
700 MHz – 2×10 MHz por €38.4 milhões, por um período de 20 anos;
3.6 GHz – 90 MHz por €94.8 milhões, por um período de 20 anos.
Podem não só receber encomendas em casa, como ir ao restaurante e pedir o prato do dia.
Há um novo projeto na área da restauração que nos faz lembrar a comida caseira como só a nossa mãe faz. Chama-se MOM e é uma marca de comida caseira, ótima para quando temos programas inesperados, quando precisamos de confort food ou, simplesmente, quando queremos impressionar alguém.
A ideia partiu do chefManuel Perestrelo, que deu a conhecer e fez crescer projetos como o Salmoura, Moço do Croissants, Qura, Boato, entre tantos outros. O MOM, porém, é um projeto que pretende ser uma ajuda, uma extensão da cozinha das nossas mães, com os produtos a serem entregues diretamente na nossa casa.
Como já puderam perceber, falamos de comida do dia-a-dia, aquela caseira, mas não tradicional. Há opções como Arroz de pato, com a inclusão de couve portuguesa, para que não fique seco, e uma redução balsâmica de soja para aguçar o contraste dos sabores (12€ para duas pessoas); Bochechas de porco, com redução de cebola caramelizada (também 12€ para duas pessoas); ou ainda o quase típico Bacalhau espiritual, aqui com o twist de uma crosta de crumble de parmesão (igualmente 12€ para duas pessoas). Isto nos pratos para duas pessoas.
Se necessitarem de comida para mais gente, a coisa também se resolve, até porque a oferta é variada. Entradas como pastéis de bacalhau e croquetes (7,5€ e 7€, respetivamente), várias sopas, pratos vegetarianos/de peixe/de carne e sobremesas para oito a dez pessoas, como Tarte de maçã americana ou o extravagante Cremoso de chocolate (29€ e 25€).
A MOM é também especialmente útil para quem não se ajeita na cozinha, pois os pratos chegam a casa totalmente congelados num recipiente ideal para descongelar e levar ao forno. Caso tenham feito uma grande encomenda, basta guardar no congelador para mais tarde. Convém dizer que algumas preparações pedem apenas que se aqueça na panela ou frigideira.
Interessados? Basta ligarem para o 969770060 ou enviar um email. Podem também visitar a MOM no n.º 16G da Rua João de Freitas Branco, no Alto dos Moinhos.
Para finalizar, e tal como referimos no início, a MOM tem também uma cozinha, ou melhor, um restaurante, onde podem almoçar. De segunda a sexta, há pratos do dia num menu com sopa, prato principal (peixe, carne, salada ou opção vegetariana), bebida e café, tudo por 9€. Por mais 1€ têm direito a sobremesa.