Buzz Lightyear recebe o primeiro teaser do seu filme a solo

“Para o infinito e mais além!”

Se pensavam que já conheciam bem Buzz Lightyear, dos filmes de Toy Story, preparem-se que vem aí uma nova história original e separada do mundo dos brinquedos.

Inspirada no brinquedo da Pixar, a nova aposta re-imagina o herói, num mundo mais realista e futurista, dando-lhe uma origem e uma aventura espacial, como podemos observar no primeiro teaser de Lightyear.

Realizado por Angus MacLane de À Procura de Dory e de outras curtas da Pixar, como Burn-E e O Pequeno Buzz, Lightyear conta ainda com a voz de Chris Evans no papel de Buzz.

Lightyear ainda não tem data de estreia, mas vai chegar aos cinemas em 2022.

O Inesquecível Professor. Mais recente comédia de Pedro Gil estreia em novembro

O espetáculo estará em cena alguns dias no Teatro Nacional D. Maria II e, depois, seguirá para vários pontos do país.

É já no dia 11 de novembro, e até dia 20 do mesmo mês, na Sala Garrett do Teatro Nacional D. Maria II, que vai estrear O Inesquecível Professor, a mais recente comédia de Pedro Gil.

Em O Inesquecível Professor, um consagrado professor de teatro está prestes a entrar na reforma e já não sente a alegria do primeiro dia de aulas. Acredita que o teatro pelo qual se bateu, e que ensinou às suas alunas e alunos, não se cumpriu. Mas o pior ainda está para vir: o professor convence-se de que a única forma de impedir que uma turma de finalistas acabe como ele, é fazer tudo o que estiver ao seu alcance para a salvar da vida de teatro.

Com texto e encenação de Pedro Gil, o espetáculo conta com António Fonseca no papel de professor, à frente de um elenco composto também por 12 jovens atores: Ana Isabel Arinto, Anna Leppänen, Bruno Ambrósio, Catarina Pacheco, Joana Bernardo, João Estima, João Jonas, Júlia Valente, Mário Coelho, Sara Inês Gigante, Siobhan Fernandes e Tomás de Almeida.

O Inesquecível Professor está integrado na Rede Eunice Ageas, projeto de circulação nacional de espetáculos produzidos e coproduzidos pelo D. Maria II, que pretende levar mais teatro a vários pontos de Portugal e conta com o apoio do Grupo Ageas Portugal.

Neste âmbito, depois da estreia em Lisboa, o espetáculo passará pelo Centro de Artes do Espetáculo de Portalegre (a 27 de novembro), pelo Centro Cultural do Cartaxo (a 4 de dezembro) e pelo Teatro Municipal de Bragança (a 15 de janeiro de 2022). Algum tempo depois, de 17 a 20 de março, O Inesquecível Professor estará em cena no Teatro Carlos Alberto, no Porto.

Os bilhetes já estão à venda na BOL e locais habituais para as datas de Lisboa e Porto.

Chegaram novos donuts da Dunkin alusivos ao Halloween às lojas Continente

O que significa que estão disponíveis por tempo limitado.

Dedicada ao Halloween, a nova edição limitada da marca Dunkin acaba de chegar, em exclusivo, às lojas Continente. Witch’s potion, Cookies ‘n scream, Frankin’ frosted e Orange you scared são os novos sabores vendidos num pack especial.

O Witch’s Potion é um donut recheado com creme bávaro vermelho, com cobertura roxa doce e granulado de açúcar; o Cookies ‘n scream é recheado com creme de avelã, com cobertura de cacau e topping de cookies; o Frankin’ Frosted tem um recheio de creme bávaro vermelho, com cobertura verde doce e granulado de açúcar; e o Orange you scared é recheado com creme de avelã, cobertura cor de laranja e granulado de açúcar.

O preço de cada pack é de 4,50€. Além desta edição limitada, as lojas Continente têm uma gama permanente da Dunkin com quatro sabores distintos.

Godstrike – Um combate de titãs

Um simples, mas excelente título de ação que é focado onde mais interessa: na diversão.

Com o passar dos anos, vejo-me constantemente a lutar contra a forma como me defino enquanto apreciador/crítico de videojogos. Muitos dos géneros que adorava há 20 anos são agora meras lembranças ou então um poço sem fundo de desilusões que enche à medida que a idade me deixa mais e mais velho. Mas o inverso também acontece. Ainda estou longe de ser um amante de jogos de estratégia ou de desporto, mas há uma curiosidade que se expande para géneros que descartei facilmente no passado numa tentativa de reanalisar o que procuro, afinal, nos videojogos. E acabo de ter outra surpresa.

Nunca fui o maior apreciador de videojogos que se focam unicamente em batalhas contra bosses. Se Furi foi uma surpresa agradável, já Titan Souls e Jotun não conseguiram agarrar a minha atenção devido ao seu foco restrito num conjunto de mecânicas e ações. Este foco não está mal implementado ou justificado dentro as suas jogabilidades, mas nunca consegui descartar a sensação de que precisava e procurava mais. Não era a missão de Titan Souls dar-me mais do que momentos de exploração, seguidos de batalhas duras contra bosses, mas a minha expectativa toldava-me o gosto. Em Godstrike, este foco está ainda mais acentuado, eliminando por completo os pequenos trechos de exploração e focando-se unicamente numa sucessão de arenas com uma pitada de personalização: e eu gostei muito do meu tempo com Godstrike.

Mas o que mudou? Arrisco-me a dizer que possa ter sido apenas a idade e uma nova paciência (ou vontade) em descobrir algo mais arrojado fora da minha zona de conforto, mas sinto que está muito ligado ao facto de Godstrike ser um jogo muito mecânico. A jogabilidade constrói-se sobre duas filosofias que aprecio imenso, com os controlos a assumirem o ritmo de um Twin-Stick Shooter, no sentido em que controlamos a personagem com um analógico e o seu disparo com o outro, mas os confrontos relegam-se a arenas fechadas onde os padrões e ataques dos bosses transportam a jogabilidade para um ambiente próximo dos Bullet Hell, onde o ecrã se enche de projéteis, inimigos e outros obstáculos que somos obrigados a evitar enquanto disparamos desenfreadamente.

O foco em arenas fechadas transportam-me para os clássicos jogos de ação, até para Smash TV e os seus níveis repletos de hordas de inimigos, mas mantendo sempre o seu esquema de um contra um: não existem mais distrações. Com 10 bosses à nossa disposição, a campanha constrói-se nesta sucessão de batalhas à medida que descobrimos mais sobre a história do mundo e da tribo do nosso protagonista, mas nunca se torna repetitiva. Isto porque cada boss representa um desafio novo e algo único em relação aos anteriores, com o jogo a apostar num sistema de barras de vida que representam as fases de cada batalha. Os bosses mudam de formato ou tática sempre que entram numa nova fase, obrigando o jogador a repensar a sua estratégia e habilidades para conseguir evitar sofrer danos que prejudicarão o futuro da partida.

As batalhas são intensas, frenéticas e utilizam muito bem as suas raízes no género Bullet Hell, com certos bosses a encherem progressivamente a arena com ataques variados e de diferentes padrões. Apesar de não apreciar o estilo visual de Godstrike, a OverPowered Team fez um excelente trabalho no equilíbrio das cores e na leitura da ação, e foram raros os momentos em que não consegui acompanhar o que se passava: à exceção de um boss, Ylaudit, e do seu cenário berrante. E isto é excelente, especialmente quando equacionamos o quanto a jogabilidade está limada, utilizando a sua simplicidade mecânica – inicialmente só podemos disparar e mover-nos –, para criar combates que são sempre intensos devido ao controlo que oferecem ao jogador. Como seria de esperar, Godstrike é difícil e mantém a dificuldade num crescendo eficaz que nunca considerei desequilibrado ou injusto, e penso que a OverPowered Team conseguiu este equilíbrio ao focar-se em arenas criativas – cada boss tem a sua própria arena, que apresentam novos elementos e desafios ambientais (como lava) – e num número fixo de mecânicas que não criam ruído desnecessário na jogabilidade. A destreza dos jogadores é sempre o fator que irá determinar quem chega ao final da campanha.

No entanto, existem alguns elementos interessantes e que injetam variedade à jogabilidade. Para começar, temos habilidades ativas e passivas que desbloqueamos à medida que avançamos na campanha. Sempre que eliminamos um boss somos recompensados com novas habilidades que adicionam novos ataques, escudos e a possibilidade de desviar-nos rapidamente dos projéteis. As habilidades ativas necessitam de energia para serem utilizadas em combate, o que significa que temos de atacar os bosses e recolher esferas de energia para podermos ativar poderes, como um laser poderoso ou a possibilidade de dispararmos quatro tiros de cada vez. Estas habilidades só podem ser utilizadas uma vez até necessitarem de recarregamento, o que dá aos combates um ritmo mais frenético, nunca retirando o destaque e a importância dos ataques normais – que são os únicos ataques em que podemos depender.

Podemos equipar até quatro habilidades em simultâneo, mas é aqui que surge a mecânica mais interessante de Godstrike: o tempo. Ao contrário de outros títulos do género, Godstrike não tem uma barra de vida tradicional, mas sim um limite de tempo. Cada boss tem um tempo associado que funciona como a vida do nosso protagonista e cada ataque diminui o tempo até ficarmos desprotegidos: quando o tempo termina, morremos com apenas um toque. Isto não significa que temos de eliminar um boss antes do tempo terminar, mas sim que não podemos sofrer mais dano quando chegamos ao limite. Os segundos nunca param e Godstrike cria uma enorme tensão entre evitarmos sofrer dano e sentirmos o tempo passar por sermos cuidadosos.

Isto seria o suficiente para criar uma experiência desafiante e assente nos combates rápidos, mas a OverPowered Team foi um passo mais à frente. As habilidades ativas reduzem o tempo que temos disponível em combate. Se quisermos utilizar quatro habilidades em simultâneo temos de ponderar se vale a pena reduzirmos o tempo que é disponibilizado e se as habilidades fazem ou não a diferença. O jogo pode ser jogado sem qualquer habilidade, por isso, é necessário perceber quais são as que valem a pena. Godstrike não é perfeito, mas existe aqui um equilíbrio mecânico que achei reconfortante. É uma troca necessária, onde temos mais opções de ataque, mas ao mesmo tempo perdemos tempo: faz sentido e funciona bem em combate. Já as habilidades passivas não influenciam o tempo disponível e ajudam-nos a aumentar a velocidade, poder de ataque e defesa da personagem.

Não consigo qualificar se Godstrike é o melhor que este sub-género tem para oferecer, mas foi um dos poucos que conseguiu agarrar a minha atenção. A jogabilidade é intuitiva e direta, as habilidades não descentralizam as mecânicas ou o ritmo dos combates, e os padrões dos bosses nunca deixam de ser desafiantes, mas igualmente divertidos quando conseguimos dominar as várias fases dos seus combates: temos vários modos à disposição, como o Challenge Mode e a sua vertente mais roguelike. Apesar da dificuldade, o jogo nunca retira controlo ao jogador e consegue, pelo contrário, potencializar as suas habilidades em combate.

É por este motivo que vale sempre a pena sairmos da nossa zona de confronto para descobrirmos algo novo ou que considerávamos fora dos nossos gostos. Existe sempre tempo para aprender algo novo.

Recomendado

Cópia para análise (PlayStation 5) cedida pela Stride PR.

Nova tecnologia da Minsait otimiza o tratamento de águas residuais

Permite uma redução do consumo energético de até 40% e reduções de até 50% tanto na produção de lamas, como no consumo de aditivos purificadores.

A Minsait anunciou uma solução disruptiva que oferece maiores capacidades de eficiência às estações de tratamento de águas residuais, reduzindo os seus custos operacionais e melhorando de forma geral os resultados de processamento.

A empresa criou uma solução baseada na tecnologia Oblysis, que melhora a gestão e tratamento das lamas ativas que compõem as águas residuais, reestruturando-as em lamas granulares, permitindo assim a eliminação de matéria orgânica e outros componentes, como o azoto ou o fósforo. Desta forma, a tecnologia Minsait gera, numa única etapa, as condições anaeróbicas, anóxicas e aeróbicas necessárias para remover os elementos contaminantes da água, sem necessidade de utilizar as diferentes câmaras de tratamento dos processos convencionais.

Isto é possível porque a tecnologia Oblysis otimiza diretamente o funcionamento dos ventiladores no reator biológico das estações de tratamento e purificação de águas residuais, bem como os processos de nitrificação e desnitrificação, o que resulta em benefícios significativos, tais como reduções no consumo energético de até 40% e reduções de até 50% tanto na produção de lamas, como no consumo de aditivos purificadores.

Outro dos benefícios mais relevantes da tecnologia Minsait é relativo ao impacto ambiental, uma vez que a sua proposta melhora os parâmetros dos efluentes e permite às estações de tratamento alcançar de forma mais eficiente valores ótimos em medições críticas de poluentes, como a procura química de oxigénio (QDO), procura biológica de oxigénio (DBO), condutividade, sólidos em suspensão (SS) e NH4+, entre outros.

A tecnologia Minsait possibilita uma implementação fácil e rápida – 1 ou 2 dias – pelo que pode ser executada por qualquer estação de tratamento de águas residuais sem afetar o seu funcionamento normal. Além disso, a integração de Oblysis com as soluções da Minsait permite aos operadores terem uma visualização e monitorização global de toda a atividade, bem como menos custos associados à operação, sob um modelo de poupança partilhada.

Segunda temporada de Auga Seca ganha data de estreia

Está por dias.

Foi em maio do ano passado que surgiu a notícia: Auga Seca, uma coprodução entre a SPi e a produtora Galega Portocabo, ia ganhar uma segunda temporada.

A série, que começou por ser transmitida na RTP1, acabou por ganhar nova vida na HBO Portugal, quando passou a fazer parte do catálogo do serviço de streaming.

Já em março deste ano, surgiram alguns detalhes, como o facto de Pêpê RapazoteLuana Piovani e Gonçalo Waddington irem participar no novo leque de episódios. E agora, eis que chega a data de estreia da segunda temporada: 3 de novembro na RTP1 e 5 de novembro na HBO Portugal.

Na segunda temporada de Auga Seca, composta por oito episódios, aprofundaremos as origens dos negócios da família Galdón e os seus conflitos com a família de Teresa, protagonizada pela atriz Victoria Guerra. No elenco, mantêm-se atores espanhóis e portugueses, como Monti Castiñeiras (Mauro Galdón), Sergio Pazos (inspetor Viñas), Eva Fernández (Irene), Belén Constenla (Dulce) e Adriano Luz (Lázaro).

Toño López volta a assumir a realização, em conjunto com o realizador português Sérgio Graciano, sob a produção executiva de José Amaral, da SPi, e Alfonso Blanco, da Portocabo, autor da série.

Google Maps passa a disponibilizar direções para andar de bicicleta em Portugal

Para disponibilizar o percurso mais atualizado, o Google Maps recorre a machine learning, algoritmos complexos e à nossa compreensão sobre o mundo real.

O Google Maps já fornece indicações para viajar de carro, transportes públicos ou a pé, e agora há uma nova forma de dar indicações. A partir de hoje, o serviço começa a disponibilizar ao utilizador direções para andar de bicicleta em Portugal, permitindo seguir todas as instruções de navegação e escolher o percurso e tipo de superfície que melhor se adapta a cada um.

O rollout da nova funcionalidade em Portugal inicia-se hoje e irá decorrer ao longo dos próximos dias, altura em que estará disponível para todos os utilizadores. Além do percurso, é possível conhecer as ciclovias disponíveis em cada zona, cidade ou região e escolher.

Para este lançamento, a Google trabalhou com o ciclovias.pt e a Câmara Municipal de Lisboa, que disponibilizaram o mais recente mapa de redes cicláveis do país, de modo a que seja para circular com segurança, evitar aglomerações, ter uma alternativa mais sustentável na deslocação, praticar desporto ou simplesmente para passear e divertir-se. O Google Maps irá ajudar todos aqueles que usam a bicicleta no seu dia a dia.

Para disponibilizar o percurso mais atualizado, o Google Maps recorre a machine learning, algoritmos complexos e à nossa compreensão sobre o mundo real (alimentada por imagens, informação de entidades públicas e contributos dos utilizadores).

Além disso, os departamentos de trânsito das cidades podem também usar o Geo Data Upload Tool para disponibilizar informação e garantir que até ciclovias novas ou recentes aparecem no Google Maps.

Doom Eternal recebe um novo modo na atualização 6.66

As portas do inferno voltaram a abrir.

Disponível para todos os jogadores, a nova atualização para Doom Eternal, a 6.66, traz consigo um modo muito esperado pelos fãs, o Horde Mode.

Como o nome indica, este modo coloca o jogador em diferentes cenários com hordas de inimigos para derrotar, onda após onda. O modo terá ligação a leaderboards e desafios sazonais e com desafios onde se começa sem nada e se vai ganhando mais habilidades e armas à medida que se derrotam inimigos. Dentro do modo, existem itens para desbloquear, como por exemplo sete novas skins para o Doom Slayer.

A atualização inclui ainda uma revisão do Battlemode 2.0, o modo competitivo 2v1 de Doom Eternal, agora com um novo sistema de ranking e recompensas e há ainda dois novos Master Levels com novas experiências de combate, exclusivos para os jogadores que tenham o DLC The Ancient Gods – Part Two.

Doom Eternal pode ser jogado no PC, consolas PlayStation, Xbox, Nintendo Switch e serviços de streaming como o Google Stadia.

Estudo confirma que erupções vulcânicas gigantes contribuíram para a extinção em massa dos dinossauros

E assim se tem a certeza do papel do vulcanismo neste acontecimento.

Um novo estudo internacional, liderado pelo investigador Eric Font, da Universidade de Coimbra (UC), confirma a tese de que erupções vulcânicas gigantes contribuíram para a extinção em massa dos dinossauros.

A causa da extinção em massa de espécies terrestres e marinhas, incluindo os dinossauros, no período Cretácico-Paleogénico (K-Pg), há 66 milhões de anos, tem sido um tema muito debatido entre a comunidade científica internacional. Durante várias décadas prevaleceu a teoria de que foi o impacto de um meteorito (o Chicxulub) na Terra que provocou a extinção em massa dos dinossauros e de outras espécies. No entanto, “na mesma época (Cretácico-Paleogénico), houve erupções vulcânicas de dimensões gigantescas, na Província magmática (vulcânica) do Decão, na atual Índia, que poderiam ter contribuído também, ou até principalmente, para a extinção em massa”, conta Eric Font.

Contudo, a dificuldade “em conseguir datar com precisão as erupções que ocorreram no continente, através do registo paleontológico e da camada de irídio [elemento químico raro na Terra, mas abundante em meteoritos] essencialmente preservada em sedimentos marinhos, gerou algumas questões, nomeadamente: o vulcanismo começou antes (e pode ter contribuído para) ou depois (e não pode ter contribuído para) da extinção em massa? Este vulcanismo teve um impacto global? Qual foi o seu impacto no clima da Terra e na vida terrestre?”, explica o investigador e docente do Departamento de Ciências da Terra da Faculdade de Ciências e Tecnologia da Universidade de Coimbra (FCTUC).

Em 2016, um estudo, também liderado pela equipa de Eric Font, demonstrou que o vulcanismo do Decão se iniciou antes do impacto do meteorito e permaneceu durante e após este impacto. A descoberta foi baseada em quantidades anómalas de mercúrio (Hg) registadas nos sedimentos marinhos de Bidart, cidade francesa, “onde estão preservados os sedimentos correspondentes ao período do Cretácico-Paleogénico. Este afloramento é conhecido mundialmente por ter preservado a famosa camada de irídio que foi depositada pelo meteorito (que supostamente matou os dinossauros)”.

“Na Terra, o mercúrio é um elemento produzido essencialmente por atividade antropogénica ou pelo vulcanismo. Porém, desde a publicação do nosso trabalho de 2016, houve um debate sobre a origem deste Hg, sendo que os meteoritos podem também conter quantidades significativas de Hg”, refere o investigador da FCTUC. Para esclarecer as dúvidas, a equipa de Eric Font voltou a estudar, ao longo dos últimos três anos, os sedimentos marinhos de Bidart, complementando a investigação de 2016 e usando novas técnicas (isótopos de Hg) que permitem identificar a fonte do mercúrio. Os resultados agora publicados na Geology demonstraram uma origem vulcânica para este Hg, através da sua emissão para a atmosfera e posterior deposição dos sedimentos.

Os resultados obtidos “confirmam que as erupções vulcânicas do Decão tiveram início antes de um meteorito ter colidido com a Terra, antes da morte dos dinossauros, e continuaram depois. Ou seja, o vulcanismo do Decão pode ter sido uma das principais causas para a extinção dos dinossauros”, assevera Eric Font.

O “supervulcão” do Decão “teve claramente um efeito global. Se o impacto de Chicxulub foi a gota de água que fez transbordar o copo ou foi um evento inconsequente que ocorreu durante uma extinção que já tinha sido provocada pelo vulcanismo, ainda está por esclarecer”, afirmam os cientistas no artigo científico.

Este estudo, que envolveu também cientistas da Alemanha, China e Suíça, acaba de ser publicado na prestigiada revista científica Geology e promete reacender o debate junto da comunidade científica.

Já está à venda o pack de experiências do Rock in Rio Lisboa 2022

Um pack que dá direito a várias coisas.

2022 será o ano da 9.ª edição do Rock in Rio Lisboa, que promete ser muito especial. É com isto em mente que o festival lança, bem a tempo do Natal, uma nova edição do seu já famoso Pack Experiências, um produto aderente ao Ivaucher.

Eis os cinco motivos que fazem do Pack Experiências do Rock in Rio Lisboa o presente de Natal ideal: além de incluir um voucher que, posteriormente, poderá ser trocado por um bilhete para dia à escolha, também contém um convite duplo para o evento teste do festival, entrada exclusiva na Cidade do Rock pela fastline FNAC, 15% de desconto nas lojas de produtos oficiais dentro do recinto e, ainda, 10% de desconto em artigos de música na FNAC.

E se depois disto ainda restar qualquer indecisão, recordamos o “ulterior motive” pelo qual ninguém vai perder a próxima edição do festival: um cartaz onde já estão confirmados Foo Fighters, The National, Liam Gallagher, Duran Duran, a-ha, Bush, Black Eyed Peas, Ellie Goulding, Post Malone, Anitta, Jason Derulo, Ivete Sangalo, Xutos & Pontapés, HMB, David Carreira, IZA, Ney Matogrosso, Linda Martini, The Black Mamba, Bárbara Tinoco, Funk Orquestra, Delfins, Mundo Segundo & Sam The Kid, Edu Monteiro e Rebecca.

Este pack pode ser adquirido em todas as lojas FNAC do país e na bilheteira online, tendo um custo de 74€.

Recorde-se que a 9.ª edição do Rock in Rio Lisboa está marcada para os dias 18, 19, 25 e 26 de junho de 2022, no Parque da Bela Vista.

André Rieu marca quarto concerto em Portugal

Cada concerto em Portugal é sinónimo de espetáculo esgotado.

Depois de ter anunciado há menos de um mês uma nova data em Portugal, André Rieu voltou a encher a Altice Arena e anuncia agora mais um concerto a juntar aos outros três já confirmados.

O maestro André Rieu e a sua Johann Strauss Orchestra anunciam uma quarta data, neste caso a 1 de dezembro. Por ser feriado, o concerto realiza-se às 15h30 da tarde.

Desde o seu regresso a Portugal em 2019 que André Rieu tem batido todos os records de bilheteira, com consecutivas datas esgotadas a cada passagem por Portugal.

Os bilhetes para a nova data encontram-se já disponíveis em MEO Blueticket e restantes locais habituais, indo dos 45€ aos 125€.

Jethro Tull regressam a Portugal em 2022

E logo para dois concertos.

Em janeiro do ano passado, quando ainda não éramos assolados pela pandemia, o South Sound Arts Festival, um novo evento prometido para o Algarve, mas que nunca chegou a acontecer, confirmou a vinda dos históricos Jethro Tull a Portugal.

Ora, veio a pandemia, o festival não se realizou, e a verdade é que nunca mais tivemos novidades, fosse do evento em si ou da vinda da banda a Portugal. Mas os Jethro Tull sempre estão de regresso ao nosso país.

O grupo, que atualmente consiste do líder Ian Anderson e do baixista David Goodier, do teclista John O’Hara, do baterista Scott Hammond e do guitarrista Joe Parrish, tem dois concertos agendados para Portugal: 18 de fevereiro de 2022 no Coliseu dos Recreios e no dia seguinte, 19 de fevereiro, na Super Bock Arena – Pavilhão Rosa Mota. Os bilhetes estão à venda na Ticketline e BOL.

Também para o próximo ano está previsto um novo álbum, The Zealot Gene.

Os Jethro Tull formaram-se no final da década de 60 e ganharam notoriedade graças a álbuns como Thick As A BrickA Passion PlayMinstrel In The Gallery e, claro, Aqualung.

A banda esteve pela última vez no nosso país em 2017, na edição desse ano do Gouveia Art Rock.

Cowboy Bebop recebe finalmente o primeiro trailer

Estreia a 19 de novembro na Netflix.

Após muita antecipação, com teasers, montagens e até uma deliciosa recriação da introdução original do anime, o live-action de Cowboy Bebop apresenta finalmente o primeiro trailer, mostrando de uma vez por todas como será o aspeto real da série.

Adaptada da aclamada série anime de 1998, a versão da Netflix vai acompanhar os mesmos eventos, ainda que com alguma liberdade criativa. Para uma experiência mais autêntica, este projeto traz consigo um dos elementos mais importantes, a música de Yoko Kanno, presente no trailer, que ajuda a estabelecer a atmosfera e o tom das aventuras de Spike Spiegel e companhia.

John Cho, Mustafa Shakir e Daniella Pineda são os protagonistas de Cowboy Bebop, num elenco diverso e cheio de personagens ainda por conhecer. O trailer apresenta a premissa daqueles que serão os primeiros episódios, numa temporada composta por 10 episódios, prontos a assistir, no dia 19 de novembro na Netflix.

Metro do Porto. Avanço da Linha Amarela leva ao fecho do túnel de Santo Ovídio

Corte no trânsito irá durar 18 meses.

O desenvolvimento progressivo e a ritmo cada vez mais acelerado das obras de ampliação da Linha Amarela do Metro do Porto vai obrigar ao corte integral do trânsito no túnel de Santo Ovídio, em Gaia. O encerramento do túnel ocorre já a partir de terça-feira da próxima semana, dia 2 de novembro, e estará em vigor nos próximos 18 meses.

Este anúncio foi feito por Tiago Braga, presidente do Conselho de Administração da Metro do Porto, durante uma visita aos pontos nevrálgicos da empreitada de prolongamento da linha até Vila d’Este.

“Vamos proceder ao encerramento do túnel, pois iremos avançar com a ligação da atual estação de Santo Ovídio até à futura estação de Manuel Leão, através da construção de um viaduto de 600 metros e de um túnel de um quilómetro”, explicou Tiago Braga. O presidente da Metro do Porto afirmou mesmo que esta é “uma frente de trabalho importante”, tratando-se por isso de mais um “momento marcante” no que respeita a esta nova fase de expansão do Metro.

Tiago Braga disse ainda que estas obras estarão concluídas até final de 2023. Recorde-se que esta ampliação garantirá um novo trajeto desde Santo Ovídio, seguindo daí para as futuras estações de Manuel Leão (subterrânea e localizada junto à Escola Soares dos Reis e ao Centro de Produção da RTP), do Hospital Santos Silva e, finalmente, de Vila d’Este.

Thundercat, Charlotte de Witte, Floating Points e mais no Sónar Lisboa 2022

O festival acontecerá numa série de locais.

Lembram-se quando, no passado mês de junho, o Festival Sónar Lisboa foi oficialmente apresentado, tendo prometido a revelação de parte do cartaz em setembro? Ora, isso acabou por não acontecer, com o lineup somente agora, quase no final de outubro, a começar a ser revelado.

Thundercat, IAMDDB, Polo & Pan, The Blaze (DJ set), Nicola Cruz e Charlotte de Witte estão confirmados na edição de estreia do Sónar Lisboa 2022, que decorre entre 8 e 10 de abril de 2022, em diversos espaços e salas da capital.

Enchufada na Zona, Pongo, Eu.Clides, Nídua e DJ Niggafox são os primeiros artistas nacionais a integrar o cartaz, que conta ainda com Stingray 313, Jayda G, Fjaak, Floating Points, Kampire, Ellen Alien b2b Dr Rubinstein e Héctor Oaks. Muito em breve serão anunciados mais nomes.

Quem estiver interessado, saibam que os passes gerais estão à venda na BOL e locais habituais por 110€.

O festival acontecerá numa série de locais: Coliseu dos RecreiosPavilhão Carlos Lopes e Pavilhão do Rio do Centro de Congressos de Lisboa enquanto espaços noturnos para receberem concertos e experiências audiovisuais, a aconteceram das 22h às 6h e Factory/Hub Criativo do Beato e Sonar Village – antigo terminal de Santos enquanto espaços diurnos para arte digital e conversas sobre sustentabilidade, a acontecerem das 14h às 22h.

Woodkid, Imagine Dragons e mais na banda sonora de Arcane

A Riot Games revelou a lista de temas que vão compor a banda sonora da série para a Netflix.

Já contamos os dias para a chegada de Arcane à Netflix, uma adaptação do mundo e personagens de League of Legends em formato animado.

Em contagem decrescente, a Riot Games revelou agora a banda sonora deste projeto, com músicas de algumas das bandas e artistas mais populares do momento, que vão emprestar as suas melodias para alguns momentos da série.

Com lançamento no dia 20 de novembro, as 11 faixas vão ser ouvidas ao longo dos vários episódios de Arcane, que serão lançados em três fases – 7, 13 e 20 de novembro – com artistas como Imagine Dragons, que apresentam a sua nova música original chamada “Enemy“, Woodkid, Pvris, Sting e muitos mais.

Para ficarem a conhecer a lista completa, espreitem aqui em baixo e fiquem atentos às várias plataformas digitais para ouvirem a banda sonora, que será lançada também por partes entre os dias 6 e 20 de novembro.

6 de novembro

Playground – feat. Bea Miller

Our Love – feat. Curtis Harding, Jazmine Sullivan

Goodbye – feat. Ramsey

13 de novembro

Dirty Little Animals – feat. Bones UK

Enemy – feat. Imagine Dragons & JID

Guns For Hire – feat. Woodkid

20 de novembro

Misfit Toys – feat. Pusha T, Mako

Dynasties and Dystopia – feat. Denzel Curry, Gizzle, Bren Joy

Snakes – feat. Pvris, Miyavi

When Everything Went Wrong – feat. Fantastic Negrito

What Could Have Been – Sting ft. Ray Chen

Festival gastronómico Spanish Extravaganza by LaLiga acontece em Lisboa pela primeira vez

Podem é já não ir a tempo de estar presentes neste evento.

Spanish Extravaganza by LaLiga, o festival gastronómico com tapas de autor inspiradas na gastronomia regional dos clubes da LaLiga, chega pela primeira vez a Portugal e tem como objetivo divulgar a liga espanhola de futebol através da gastronomia.

O encontro, que é já um sucesso a nível internacional, terá lugar no emblemático hotel Lapa Palace, em Lisboa, nos dias 27 e 28 de outubro, e contará com a colaboração da ELEVEN, detentora dos direitos exclusivos da LaLiga Santander em Portugal, e da Provacuno, a Organização Interprofissional Agrária da Carne de Bovino de Espanha.

Os chefs de Cádis, Juan Luis Fernández, do restaurante LÚ Cocina y Alma, e Israel Ramos, do restaurante Mantúa, ambos estrelas Michelin, ficarão encarregues do menu, no qual também participará o chef e consultor gastronómico, com mais de 25 anos de experiência, Ager Urigüen.

Durante dois dias, os chefs espanhóis vão proporcionar ao público português uma extraordinária experiência de degustação da cozinha ibérica. Os participantes poderão provar desde receitas tradicionais a alta gastronomia, com iguarias acompanhadas de vinhos e bebidas de Denominação de Origem Protegida.

Esta quarta-feira, dia 27 de outubro, o evento acontece a partir das 18h30 e será possível assistir ao jogo da 11ª jornada da LaLiga Santander, Bétis x Valência, ao mesmo tempo que se desfruta de uma experiência gastronómica ímpar. O público poderá degustar receitas tradicionais e de alta gastronomia, acompanhadas de vinhos e bebidas de Denominação de Origem Protegida, e ainda tirar fotografias com o troféu da LaLiga, bem como participar no sorteio de camisolas oficiais do Bétis e do Valência.

Interessados? Saibam que estão disponíveis apenas 30 lugares para o público em geral, pelo que podem tentar a vossa sorte, ainda que muito provavelmente já não devam ir a tempo. A inscrição deve ser feita via email, diretamente com o hotel Lapa Palace.

Já no dia seguinte, dia 28 de outubro, haverá um jantar com um menu inspirado na LaLiga, elaborado pelos dois chefs com estrelas Michelin, Juan Luis Fernández e Israel Ramos, e pelo chef executivo do Lapa Palace. O menu é composto por Lombo de vaca em escabeche, Bacalhau confitado com pimento piquillo e crocante de alho preto, Vitela Real, Bochecha de vitela a baixa temperatura com míscaros e Sidra, queijo fresco, nozes e suaves pimentas chilli. A acompanhar, uma bela seleção de vinhos.

Este jantar é limitado a 50 pessoas e tem um custo de 54€ por participante. Devem também enviar um email caso desejem estar presentes nesta noite.

Depois de ter estreado na RTP, série Chegar a Casa chega à Amazon Prime Video

Chegar a Casa é uma série que nos traz o lado mais divertido do amor e dos casamentos.

Foi no passado dia 8 de setembro que Chegar a Casa, a mais recente série de ficção da RTP1, uma coprodução de oito episódios da SPi e da produtora espanhola CTV para a RTP e para a TV Galícia, estreou na estação pública.

Chegar a Casa é uma série que nos faz pensar no amor e nas relações. Aqui vamos acompanhar a história de Marta, uma mulher que regressa à sua terra natal, em Portugal, depois do fracasso do seu casamento de 15 anos e de uma vida longe da família, mais concretamente em Santiago de Compostela.

Marta acaba de ouvir a frase que mais temia do seu marido Cayetano. Quinze anos de casamento, dois filhos, uma casa paga ao banco e a rotina que ela pensava ser de felicidade e amor.

Cayetano, CEO de uma empresa de telecomunicações, pediu o divórcio e todos os sinais que Marta ignorou ao longo de meses fazem agora sentido. Na vida de Cayetano existe outra pessoa, Lola, uma mulher mais nova. Marta, responsável de comunicação na empresa de Cayetano, decide pedir a demissão e mudar-se com os filhos para a terra dos pais, Arcos de Valdevez, no Norte do país. Já Cayetano foi viver com a nova namorada.

Este divórcio é apenas o cair da primeira peça de um dominó que, com o seu efeito, irá afetar todos. Esta é a história de Chegar a Casa, cujo ultimo episódio será exibido esta quarta-feira, dia 27 de outubro. E é também nessa data que a série chega ao serviço de streaming da Amazon.

Sim, a partir de 27 de outubro, a série estará disponível na totalidade na Amazon Prime Video. No fundo, tanto poderemos ver a série na RTP Play, como na plataforma de streaming da Amazon, que muitos deverão preferir em relação à plataforma da estação pública.

Com autoria de Filipa Poppe e Joana Andrade e realização de Sérgio Graciano, Chegar a Casa é uma série protagonizada por Joana Seixas e Miguel Ángel Blanco e que junta no elenco Rosa do Canto, Anabela Moreira, Rúben Gomes, Rui Melo, Alfredo Brito, Maria D´Aires, Rodrigo Tomás, Duarte Melo, Sara Casasnovas, entre outros.

Seis dos locais considerados mais assombrados do mundo

Verdade ou Ficção? Ninguém sabe.

Em vésperas de Halloween e de uma época pródiga em assombrações, o Google Arts & Culture e a sua exposição online Mundo Fantasma convidam-nos o conhecer seis dos locais considerados mais assombrados e também os motivos que os tornam locais únicos e recheados de misticismos, superstições e de uma energia que perdura, no tempo, há séculos a fio.

1. Castelo Zvikov (República Checa)

1. Castelo Zvikov (República Checa)

Caminhem pela floresta em direção à junção dos rios Vltava e Otava e encontrarão uma surpresa assustadora. Conhecido como o Rei dos Castelos Checos, diz-se que Castelo Zvikov é assombrado por cães espetrais e Zvíkovský Rarášek, uma espécie de diabo mágico. Há relatos frequentes de câmaras a partirem-se, incêndios que se apagam e animais que se comportam de maneira estranha. Reza a história que as pessoas que dormem na torre morrem no espaço de um ano! O castelo está aberto a visitantes.

2. Deserto de Farafra (Egito)

2. Deserto de Farafra (Egito)

Todo e qualquer viajante poderá arriscar a própria vida. O deserto de Farafra é conhecido pelos guias turísticos locais por estar assombrado pelo fantasma do amaldiçoado Faraó Akhenaton, que governou o Egipto durante 17 anos em 1330 AC e que irritou os antigos sacerdotes egípcios quando aboliu e profanou os seus deuses tradicionais. Reza a lenda que Akhenaton foi amaldiçoado a vaguear pelo deserto após a morte. Ainda hoje, locais evitam deslocar-se sozinhos à noite no deserto de Farafra.

3. Agrasen Ki Baoli (Índia)

3. Agrasen Ki Baoli (Índia)

Nenhum registo sobreviveu, até hoje, que permita indicar quando o poço Agrasen Ki Baoli foi construído pela primeira vez, mas deverá ter pelo menos 600 anos. Diz-se que, no passado, quando as pessoas ali iam buscar água eram frequentemente chamadas por uma voz desencarnada. Hoje as suas fendas e arcos são hoje o lar de morcegos e de insetos e há relatos de visitantes que alegam serem seguidos na visita mesmo quando não há ninguém visível à volta.

4. Mount Pelier Hill (Irlanda)

4. Mount Pelier Hill (Irlanda)

As ruínas do Hell Fire Club no Monte Pelier Hill são as da primeira loja maçónica da Irlanda. Originalmente, havia uma passagem sepulcral pré-histórica no topo. Talvez imprudentemente, as pedras desse túmulo foram retiradas e usadas na construção do chalé do Monte Pelier. Ao longo da história este local foi ainda associado a práticas de magia negra.

5. Tempo de Petra (Jordânia)

5. Tempo de Petra (Jordânia)

A área à volta de Petra foi habitada desde o ano 7000 AC, mas as famosas ruínas cortadas na rocha datam do Reino de Nabateu do Século I. Os nómadas beduínos há muito associam este vale aos espíritos conhecidos como Djinns.

6. Catacumbas de Paris (França)

6. Catacumbas de Paris (França)

Uma verdadeira câmara frigorífica para ossos. Esgueirando-se por baixo da cidade de Paris há uma rede de pequenos túneis escuros com 400 km de extensão. O ossuário, com milhões de ossos, ocupa apenas uma parte dos túneis. A organização do Ossuário iniciou-se em 1785. Desde o início do século XIX, as Catacumbas de Paris estão abertas ao público e constituíram-se em atração turística importante da cidade desde a organização das visitas em 1867.

Succession renovada para uma quarta temporada

Isto numa altura em que a terceira temporada ainda tem vários episódios pela frente.

Criada por Jesse Armstrong, Succession estreou a sua terceira temporada no passado dia 18 de outubro, com novos episódios a serem exibidos às segundas-feiras, na HBO Portugal. Pois bem, ficámos hoje a saber que a série não ficará por aqui, pois acaba de ser renovada para uma quarta temporada.

“A cada temporada de Succession, Jesse Armstrong continuou a superar as nossas maiores expectativas, levando-nos até ao santuário interno da família Roy com perspicácia, humanidade e precisão”, disse Francesca Orsi, vice-presidente executiva da HBO. “Esta temporada sem dúvida que não é exceção, e não poderíamos estar mais entusiasmados com tudo o que está reservado para a próxima temporada.”

Succession explora temas de poder e dinâmica familiar através dos olhos do patriarca Logan Roy (Brian Cox) e dos seus quatro filhos adultos, Kendall (Jeremy Strong), Siobhan (Sarah Snook), Roman (Kieran Culkin) e Connor (Alan Ruck). A segunda temporada da série ganhou um total de sete Emmys, incluindo o de Melhor Série de Drama.

Na terceira temporada, Logan encontra-se numa posição perigosa, lutando para garantir alianças familiares, políticas e financeiras depois de ter sido emboscado pelo filho rebelde, Kendall. Depois da decisão impulsiva de Kendall de expor o crescente escândalo da empresa, a família é deixada a contemplar o seu futuro. As tensões aumentam à medida que uma dura batalha corporativa ameaça transformar-se numa guerra civil familiar, com a família Roy na dúvida sobre quem vai assumir o controlo num mundo pós-Logan.