Fe, o videojogo sem diálogos da Electronic Arts, chega no início de 2018

Anunciado na Gamescom, feira internacional dedicada ao mundo dos videojogos, Fe é o novo título da EA Originals a ser lançado no início do próximo ano e com a particularidade de não conter qualquer tipo de diálogos, mas estar repleto de sons, o que não deixa de ser curioso.

Desenvolvido pelo estúdio sueco Zoink Games, galardoado com vários prémios, Fe conta-nos a história de uma criatura do mesmo nome que acorda subitamente na floresta, e que, com ela, os jogadores vão descobrir um mundo que nunca vão querer deixar, usando sons para comunicar, para criar ligações com a natureza e para identificar amigos e inimigos.

Será neste ambiente natural que os jogadores irão desvendar segredos, completar missões paralelas e conhecer as criaturas místicas da floresta. Prepara-te para escalar, planar e escavar à medida que exploras um mundo aberto onde conheces, interages e salvas plantas e animais dos Silent Ones, os antagonistas mecânicos que ameaçam a floresta.

Este é um título que promete agarrar todos ao ecrã de jogo. Fe chega no início de 2018 para Xbox One, PlayStation 4, PC e Nintendo Switch.

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Crítica – Narcos Temporada 3 (Primeiros 4 Episódios)

Por esta altura já conheces ou ouviste falar muito de Narcos, a série da Netflix que retrata de forma quase fiel à realidade a caça aos barões da droga na Colômbia na década de 80, numa era que a autoridade era corrupta e só queria ter mais dinheiro em mãos, sem preocupar-se com futuras consequências.

Durante as primeiras duas temporadas, acompanhámos o surgimento, crescimento e decadência de Pablo Escobar (brilhantemente representado por Wagner Moura), um dos maiores barões de droga de sempre. No entanto, neste mundo de decadência, não pode existir apenas uma figura conhecida, mas sim várias.

Tal como aconteceu com a série The Defenders, o Echo Boomer teve acesso antecipado à muito antecipada terceira temporada de Narcos, dando-te agora a opinião sobre os primeiros quatro episódios, onde o português Pêpê Rapazote tem algum destaque em algumas das cenas mais importantes.

Com a morte de Escobar, a Netflix renovou a série para uma terceira e quarta temporada, dando continuidade a uma história sem o icónico líder colombiano. E, com isto, vem uma novidade para ti: ao contrário da série The Defenders, em que convinha veres as aventuras dos super-heróis a solo, no caso de Narcos podes saltar logo para a terceira temporada que isso não fará diferença na história. No entanto, não é isso que aconselhamos. As duas temporadas anteriores são fantásticas, e testemunhar a vida e loucura de Pablo Escobar torna a experiência muito mais rica.

Mas loucura não combina muito – ou não parecer combinar – com os novos barões da droga, neste caso, os “Cavalheiros de Cali”: Gilberto Rodriguez Orejuela (Damian Alcazar), Miguel Rodriguez Orejuela (Francisco Denis), Chepe Santacruz-Londoño (Pêpê Rapazote) e Pacho Herrera (Alberto Ammann). Coloquemos os dados em outros termos: se Escobar era conhecido por ser um “verdadeiro maluco”, destruindo quem lhe fazia frente, estes quatro sujeitos sabiam como gerir o negócio sem provocar muitos banhos de sangue.

Eliminado o Cartel de Medellín, Javier Peña (Pedro Pascal) perdeu o seu companheiro Murphy, e, nesta temporada, arranja uma nova equipa para derrubar os novos quatro barões da droga, estes que, curiosamente, acabaram por ajudar na captura de Pablo Escobar.

A série recomeça logo com novas perseguições. É interessante perceber todo o envolvimento entre a polícia, os cartéis, os advogados e os políticos. Na prática, todos eles são corruptos, e isso faz com que os responsáveis consigam safar-se em diversas situações, a não ser que haja um traidor no seio do grupo.

Traições é o que tende sempre a acontecer, seja por ameaças à própria vida, ameaças à família ou a busca por uma vida melhor e fora de ilegalidades. Estas situações tornam-se recorrentes. No entanto, há momentos em que é necessário colaborar com a polícia, e depois, agir nas suas costas, sem que saibam de nada. Só assim é possível apanhar os líderes.

Uma das vantagens dos “Cavalheiros de Cali” é, precisamente, a forma otimizada de gestão de negócio. Neste campo, Gilberto Rodriguez Orejuela e os seus sócios são mestres. O mais velho dos irmãos Orejuela é, digamos, o líder do cartel, dirigindo as operações e dividindo todos os trabalhos com os seus outros três sócios. E, com mais subornos, o que leva a uma maior descrição, há menos mortes e menos destaque na imprensa do país. Mas quando Gilberto anuncia algo que não vai de encontro às ideias dos outros membros, e a sua própria situação muda, os restantes membros começam a agir por si… e é aí que tudo começa a descambar.

Quanto a performances, os atores estão exemplares e tentaram sempre transparecer para o ecrã como seria a atuação dos verdadeiros e reais barões da droga. O agente da DEA Javier Penã está, nesta temporada, mais dedicado ao trabalho – afinal, são quatro chefões desta vez – e menos disponível para mulheres. Os “Cavalheiros de Cali” estão, também eles, bastante convincentes nos seus papéis. O próprio Pêpê Rapazote, o único português a entregar o elenco, está poderoso como Chepe Santacruz, deixando a sua marca cada vez que está em cena. A partir daqui, so esperamos vê-lo muito mais em outras séries internacionais.

De facto, Narcos apresenta um enredo intenso e violento e é preciso estar 100% atento para não perder nenhum pormenor. Com uns factos mais verídicos que outro – a série avisa que algumas cenas foram inventadas para o desenrolar dos episódios – Narcos tem aqui, no seu terceiro ano, uma das melhores terceiras temporadas feitas em televisão. Sim, começas a ver e não queres parar. É binge-watch garantido.

Para já, tudo aponta que a terceira temporada seja melhor que a primeira e, talvez, consiga destronar a segunda.

Dramas familiares serão o prato do dia e o que não faltam são histórias paralelas para acompanhar, numa batalha com várias frentes. As mortes, essas, são inevitáveis. Só resta saber quem leva a melhor até lá.

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Huawei Y7: Será o smartphone ideal para jogos?

Os jogos de telemóvel são cada vez mais uma tendência. Sejam eles mais ou menos pesados, mais ou menos exigentes a nível gráfico, a verdade é que viciam os utilizadores e deixam-nos agarrados ao smartphone.

De forma a celebrar o Dia Mundial do Gamer, que acontece esta terça-feira, dia 29 de agosto, a Huawei mostra porque é considera o seu Y7 um “herói absoluto” na era dos jogos de smartphones.

Criado com um corpo metálico resistente e cantos arredondados, tem um processador Snapdragon 435 octa-core e 2GB de RAM para que os jogos corram de forma fluída e sem problemas, tem também um ecrã de 5,5 polegadas IPS HD de vidro 2.5D que oferece cores vibrantes e 16GB de memória interna que podem ser expandidos até 128GB através de cartão microSD.

O grande trunfo está, porém, na sua bateria de 4000mAh, que permite quase 24 horas de utilização com apenas um carregamento.

Como é um smartphone indicado para o verão, a capacidade fotográfica também não ficou esquecida. Neste caso, conta com uma câmara principal de 12MP com 1,25 microns e autofócus para imagens nítidas e com qualidade e, no que toca à câmara frontal, é de 8MP e conta com diferentes modos de imagem para aquela selfie fantástica.

Por último, resta falar na EMUI 5.1, a skin que a marca chinesa aplica por cima do Android da Google. Aqui, a complexidade foi reduzida, sendo que muitas das ações frequentes podem ser executadas em apenas três passos. Além disso, o Y7 vem o modo Eye Confort, tornando o ecrã mais confortável aos olhos de quem passa muito tempo a jogar.

Podes adquirir o teu Huawei Y7 nas cores cinzento, prateado e dourado por 229,90€ nas lojas nacionais do costume.

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Optivisão tem uma coleção de óculos para o regresso às aulas dos mais novos

A pensar no bem-estar dos olhos das crianças, a Optivisão lançou em exclusivo a coleção essiKIDS, nova marca da essilor, com vários modelos que apostam num estilo irreverente e divertido.

A essilor, líder mundial de lentes oftálmicas e considerada a de maior qualidade no mercado, tem estes modelos essikids, que são caracterizados pela ergonomia e flexibilidade das armações, bem como pelas lentes de qualidade superior ao serem inquebráveis e com proteção azul para os equipamentos eletrónicos. E, como não poderia deixar de ser, os modelos são leves e confortáveis.

São vários os óculos disponíveis. Combinando dois tons em simultâneo, o portfólio de cores é alargado, permitindo uma grande diversidade de escolha.

Os modelos essikids já estão disponíveis nas lojas Optivisão de norte a sul do país, com preços que vão desde os 89 euros (lentes anri-riscos) aos 139 euros (lentes com proteção da luz azul para equipamentos digitais).

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EdgeMax são as colunas de teto da Bose

Representam uma categoria de produto completamente nova e são ideais para concertos ou sessões de cinema. Combinando os padrões de cobertura típicos de grandes colunas de superfície com a estética apelativa de colunas de teto, as colunas EdgeMax oferecem um som de melhor qualidade relativamente a colunas de teto convencionais. Neste caso, a tecnologia PhaseGuide, proprietária da Bose, faz toda a diferença na expansão do áudio.

Aliás, para uma ótima qualidade de som, contam com um altifalante com diafragma de compressão de 1,3 polegadas e um woofer de 8 polegadas, emitindo uma resposta de frequência e consistência de cobertura superiores aos tweeters de cúpula típicos.

Estão disponíveis em duas versões. Os modelos EMP90 fornecem cobertura horizontal de 90 graus para montagem em cantos da divisão, enquanto os modelos EM180 fornecem cobertura horizontal de 180 graus para montagem perto dos limites das paredes. Ambos os modelos apresentam uma cobertura vertical de 75 graus, otimizada para alturas de teto entre 2,5 e 6 metros.

O seu design único faz com que possam transportadas e instaladas noutro local. Como contam com um novo sistema de montagem, a instalação é rápida e fácil, já que a grelha magneticamente fixada completa o pacote, permitindo acesso rápido ao cabeamento.

As EdgeMax projetam som através de divisões até 20 metros de largura, cobrindo outras áreas, fazendo com que não seja necessário o uso de outro tipo de colunas em paredes ou tetos.

Falta conhecer preços para as colunas EdgeMax, mas já se sabe que têm lançamento previsto para o último trimestre de 2017.

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Avenida Q volta a 7 de setembro

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Foi considerada uma “lufada de ar fresco na cena teatral nacional”. Avenida Q, a irreverente, emocionante e genial peça de teatro vencedora de 3 Tonys que esgotou salas em Lisboa desde o 2 de abril, dia de estreia (17.535 espetadores no total), está de volta para uma segunda temporada de espetáculos.

Contando com Ana Cloe, Diogo Valsassina, Samuel Alves, Gabriela Barros, Inês Aires Pereira, Rui Maria Pêgo, Rodrigo Saraiva e Manuel Moreira, a peça é considerada “uma Rua Sésamo para adultos”, juntando a estética Muppets a uma linguagem imprópria para menores.

Avenida Q vai estar em cena a partir de 7 de setembro no Auditório dos Oceanos, no Casino de Lisboa, de quinta a sábado às 21h30 e aos domingos às 16h30. Os preços variam entre os 14 e os 18€. Já em 2018 a peça estará em cena no Teatro Sá da Bandeira, no Porto, de 11 de janeiro a 25 de fevereiro.

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O novo monitor gaming da AOC já chegou ao mercado

Disponível nas lojas desde a segunda semana de agosto, o novo AOC AGON AG251FG é um monitor de gaming com 240 Hz, ideal quem joga partidas mais competitivas em títulos FPS.

Contando com um painel TN de 24,5 polegadas (62,2 cm) Full HD e um módulo embutido NVIDIA G-SYNC, o AG251FG consegue eliminar os artefactos na imagem, reduzindo, também, o efeito de cintilação e lag, e, com o tempo de resto de 1 ms e a opção NVIDIA LUMB, aligeira o efeito de arrastamento, o que ajuda imenso nas sessões de jogatana com os amigos.

Como em jogos FPS é normal o uso de auscultadores, este monitor vem com a flexível AOC Ergo Dial Base, servindo de apoio a esses equipamentos.

Se ficaste interessado, fica a saber que já encontras o AOC AGON AG251FG nas lojas ou online por 599€.

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As duas novas impressoras da Canon para quem trabalha a partir de casa

As impressoras Canon da gama PIXMA Home Office são ideais para quem trabalha a partir de casa, oferecendo, também, flexibilidade e a mesma qualidade que outros produtos mais indicados para ambientes de escritório. Neste caso, para impressão, cópias, digitalização e fax, tens as novíssimas PIXMA TR7550 e PIXMA TR8550.

Apresentando novas funcionalidades direcionadas para o trabalho remoto, tal como o Alimentador Automático de Documentos (ADF) até 20 folhas, Auto Duplex Print, Bluetooth Low Energy /BLE), ecrãs táteis de 3 e 4,3 polegadas com inclinação do painel da frente e o aperfeiçoamento da Interface de Utilizador (UI), as novas impressoras vêm otimizadas nas suas capacidades para fornecer um maior controlo ao utilizador.

Por exemplo, a função Auto Duplex Print permite uma impressão automática de documentos frente-e-verso, bastando um simples toque no botão. Conseguem suportar até 100 folhas de papel com uma possível capacidade de 200 páginas A4.

Como estamos numa era em que todos os dispositivos estão ligados entre si, também estas impressoras permitem uma impressão de documentos diretamente de um smartphone, tablet ou portátil ligados via Bluetooth ou Wi-Fi com o PIXMA Cloud Link. Já com a app Canon PRINT e a função Smartphone Capture and Copy, poderás fotografar algo e imprimir logo de seguida numa das impressoras. A PIXMA TR8550 também tem entrada para cabo Ethernet e ranhura para cartões SD.

Por último resta falar do sistema de tinta melhorado. A nova série possui cinco tinteiros e um sistema de tinta híbrido, o que reproduz cores com maior qualidade e mais nitidez de texto. São compatíveis com três tipos de tamanho de cartuchos, oferecendo aos utilizadores opções de escolha no processo de compra de novos cartuchos. Por exemplo, se precisares de imprimir centenas de documentos, compras um tipo de cartucho, mas, se usares a impressora de forma casual, tens outra opção de escolha. Obviamente que, quanto maior o cartucho, menor a necessidade substituição do mesmo.

Quanto a preços e disponibilidade, estarão disponíveis já em setembro, com um preço de 199€ para a PIXMA TR7550 e 219€ para a PIXMA TR8550.

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Garmin tem um novo sistema para localizares o teu amigo de quatro patas

Quantas e quantas vezes quiseste saber por onde andava o teu cão, mas ele só aparecia horas depois? Para acabar com este problema, a Garmin deu a conhecer dois novos sistemas de monitorização de cães, para que consigas perceber por onde anda o teu amigo de quatro patas.

Servindo tanto para quem vai à caça ou para quem tem cães que gostam de fugir de casa e regressar umas quantas horas mais tarde, os Atemos 100 e Atemos 50 vêm facilitar a vida aos donos. Com estes dispositivos, poderás acompanhar a localização dos animais num dispositivo portátil, criar uma fronteira virtual para que não ultrapassem determinado local e ainda “falar” com eles através do som e vibração. Apesar de ambos suportarem até 20 cães até 10 quilómetros de distância, são equipamentos algo diferentes.

O Atemos 100 tem um ecrã tátil de 3 polegadas compatível com a utilização de luvas e permite comunicar com o seu animal de quatro patas por tons e vibração. Com este dispositivo, podes também enviar facilmente a tua localização com um alerta de emergência a outros equipamentos Atemos dentro do alcance. É ainda à prova de água com a classificação IPX7.

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Já o Atemos 50 conta um ecrã de 2,5 polegadas para uma excelente leitura de dados, qualquer que seja a condição de luz ambiental. Muito resistente, é também à prova de água e oferece uma receção por satélite GPS e GLONASS de alta sensibilidade com a tecnologia de antena Quad-Helix parra uma monitorização de alta qualidades em ambientes complicados.

Ambos os modelos integram mapas recreativos da Europa (1/100.000) e incluem um ano de subscrição grátis do serviço de imagens por satélite BirdsEye, oferecendo uma vista realista do terreno nas estradas, água e florestas, por exemplo. São, também compatíveis com os colares K5 (dispositivo para os cães vendido em separado) com antena VHF de aço sólido e uma autonomia da bateria de até 40 horas.

Quanto a preços e disponibilidade, os modelos da marca estarão disponíveis no terceiro trimestre deste ano. O Atemos 100 tem um preço recomendado de 849,99€ e 1149,99€ com o dispositivo para cães K5, já o Atemos 50 tem um preço de 749,99€ ou 1099,99€ com o dispositivo para cães K5.

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Huawei Mate 10 é apresentado a 16 de outubro

Foi a própria marca que anunciou a novidade nas redes sociais. A 16 de outubro, em Munique, na Alemanha, será revelado o novíssimo Mate 10, o novo topo de gama da marca chinesa.

No site que a Huawei criou para o efeito, pode ler-se “O novo Mate: Vale a pena esperar por este smartphone”.
Está assim criado o hype até o anúncio oficial de terminal, sendo que, até lá, mais informações deverão surgir.

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No entanto, a gigante tecnológica tem feito pequenos teasers do seu novo equipamento tecnológico, confirmando, por exemplo, que este terá uma câmara dupla na traseira (uma lente de 20MP e outra de 12MP), devendo ter a cooperação da Leica como tem sido habitual desde o ano passado. Já a câmara frontal, para selfies, terá 16MP.

Outro teaser surge em modo de provocação à Samsung e ao seu mais recente Galaxy Note 8. Na imagem, a frase “BIGGER is Good” sugere que este smartphone terá um ecrã ainda maior que o novo topo de gama da marca coreana.

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Entre outras informações, sabe-se que o Mate 10 trará o novo processador Kirin 970, uma grande bateria de 4000mAh com carregamento rápido, 6GB de RAM e 64GB de armazenamento.

Ainda por confirmar está a existência de duas versões deste modelo, Mate 10 e Mate 10 Pro, assim como o design. Neste campo, fala-s-e que a versão Pro será vendida com um ecrã sem “bezels”, isto é, sem bordas.

Rumores existem sempre, mas todas dúvidas serão dissipadas a 16 de outubro. Já faltou mais.

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Análise – Coluna Sony SRS-XB10

Faça sol ou faça chuva, nada para a malta ativa. A pensar no utilizador que gosta de ouvir música em todo o lado de forma livre e descontraída, a Sony tem uma solução fantástica: a coluna Bluetooth portátil SRS-XB10.

A SRS-XB10 é uma coluna ultra-compacta em forma de lata de refrigerante. Faz parte da série Extra-Bass da Sony, sendo a mais pequena e, provavelmente, a mais versátil.

O modelo recebido apresentava-se com uma cor avermelhada e, ao pegar nele, sentimos de imediato que estávamos perante um produto bastante sólido, resistente e com uma boa qualidade de construção. A SRS-XB10 é totalmente revestida em borracha e tem a vantagem de ser resistente à água, querendo isto dizer que podemos levá-la para (quase) todo o lado.

Dado o seu aspeto e manuseamento, podíamos pensar em levá-la para um dia de praia, mas reparámos que, apesar da sua resistência à água, não quer dizer que seja à prova da mesma ou resistente a pequenos grãos de areia que possam entrar na parte inferior da coluna. Dito isto, não queremos retirar a sua portabilidade, mas convém pensar duas vezes.

Os seus controlos estão embutidos no próprio corpo da coluna, estando bem identificados, mas às vezes não são fáceis de clicar. As opções apresentadas são as básicas: ligar, desligar, controlo das músicas e de volume e de sincronização.

A nível de ligações temos o Bluetooth, no qual reparámos alguma dificuldade em ligar de imediato aos nossos dispositivos, o sistema NFC que facilita a ligação Bluetooth apenas por aproximação depois da sua sincronização, e por fim, as ligações físicas na sua traseira, onde encontramos a porta USB e um Jack Stereo de 3.5mm.

Quanto ao som, ficámos impressionados. Ao ligarmos a coluna, sentimos uma grande envolvência sonora e um alcance enorme. A pequena coluna consegue-se ouvir numa casa inteira e é capaz de se destacar numa sala cheia de pessoas à conversa. É especialmente impressionante se pensarmos que esta coluna é mono, algo que pode ser melhorado ao ligar outra SRS-XB10.

O alcance sem fios é, também, bastante positivo, sendo possível afastarmo-nos cerca de 10 metros e, em certas situações, ir para uma divisão diferente. Já a vida da bateria, apesar de não nos ter chegado às 16 horas como prometido, é longa o suficiente para usar um dia inteiro fora de casa… ou longe de uma fonte de alimentação.

A pequena SRS-XB10 impressiona em quase tudo. O som é excelente, a qualidade de construção é sólida, os controlos são simples, mas, como em tudo, existe sempre um senão. Embora não sendo perfeita, é uma excelente proposta de “boombox”. Da nossa parte leva selo de recomendada!

A Sony SRS-XB10 encontra-se à venda por um preço recomendado de 59€.

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O equipamento foi cedido para análise pela Sony.

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Cuidado com as fraudes no telemóvel e no Facebook

Num mundo em que tudo é cada vez mais informatizado, é normal que existam pessoas que se queiram aproveitar das outras, tentando roubar dados privados ou dinheiro. Existem vírus, existem malwares que bloqueiam ficheiros no computador e que, supostamente, desbloqueiam com um pagamento de bitcoins…. Enfim, são várias as formas que existem para enganar os utilizadores, até mesmo no Facebook ou através do telemóvel.

Se tens ido às redes sociais nos últimos dias, estarás certamente alertado para este flagelo. O primeiro tem a ver com uma suposta oferta da companhia aérea easyJet. É, obviamente, uma fraude.

Esta “oferenda” fazia referência a dois bilhetes de avião dados ao utilizador no âmbito do 22º aniversário da empresa. Para isso, o utilizador teria de carregar no link do post no Facebook, que seria automaticamente partilhada com os restantes amigos da conta. Basicamente, trata-se de um esquema de phishing que tem por objetivo aceder aos dados pessoais dos utilizadores.

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É bastante fácil identificar estas fraudes. No caso desta oferta falsa, primeiro a imagem partilhada surge no mural dos utilizadores com o texto “Thanks #easyJet!”. Depois, se reparares na imagem em baixo, virás que a seta mostra um link que nada tem a ver com o site oficial da EasyJet. Só isto basta para desconfiar.

Se, por curiosidade, quiseres abrir o link, irás reparar que, na aba do teu browser, irá aparecer o título Marlboro 2017. Pois, tabaco e viagens de avião não combinam. Nem vale a pena continuar. Portanto, verifica sempre a veracidade da página e assegura-te que a oferta está disposta nas páginas oficiais dessa empresa.

Também no Twitter surgiram vários alertas para este esquema fraudulento. E já não é a primeira vez que isto acontece. Em 2016, o nome da Easyjet também foi usado indevidamente, e crimes semelhantes ocorreram com a britânica Virgin Atlantic ou a norte-americana Delta Air Lines, por exemplo.

Fazemos ainda ressalva a outra tendência recente de burla. Neste caso, tratam-se de chamadas do estrangeiro que muitas pessoas estão a receber. Esses números, como é óbvio, são desconhecidos, e, na prática, é mais um esquema para roubar dinheiro.

O modo de funcionamento é simples. Os burlões, de países como Polónia, Bangladesh, Tunísia ou Mónaco, dão um ou dois toques para um número, aguardando que lhes liguem de volta. Se a pessoa ligar e a chamada for respondida, ficará com menos dinheiro no cartão. Tudo depende do teu tarifário e operadora, mas há relatos de pessoas que já perderam sensivelmente cinco euros por devolver a chamada.

Números como +48729774658, +21697799011+37744338308, +237651455905 e semelhantes não só nunca devem ser atendidos nem devolvidos, como bloqueados no imediato.

É preciso ter cuidado, mas, desde que sejas um leitor informado, consegues escapar com facilidade destes esquemas.

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OMEN X Laptop by HP, o portátil de gaming mais poderoso da marca

Ora aqui está uma excelente novidade para todos os aficionados por jogos pesados e exigentes a nível gráfico. O OMEN X Laptop foi recentemente anunciado e desenhado a pensar nos fãs do gaming e praticantes de eSports.

A HP considera-o o mais poderoso portátil de gaming até à data, ou, por outras palavras, o mais poderoso do mercado. Segundo a marca, foi também desenvolvido para ser facilmente atualizado a nível de HDD, SSDs e RAM. Portanto, sempre que necessites de substituir um destes componentes, por qualquer motivo que seja, terás um painel de acesso único que te permite efetuar essas alterações.

Contando com processadores Core i7 com multiplicadores desbloqueados, memórias XMP para overclocking com perfis testados para DDR4-2800 e gráficas NVIDIA GeForce GTX 1080 com overclocking de fábrica, jogarás qualquer jogo sem problema, mesmo em resoluções 4K no seu ecrã de 17 polegadas. Para que tudo esteja a funcionar de forma exemplar, a aplicação OMEN Command Center permite que leves o equipamento ao limite ao gerir o overclocking do sistema.

Já para um carregamento rápido de jogos, tens opção de disco SSD RAID 0 ou PCIe SSD+HDD para um rápida resposta e capacidade de armazenamento de topo.

Com um design invejável e acabamento em alumínio, tem no seu interior ventoinhas de elevado desempenho para aumentar o fluxo de ar e uma câmara integrada com quatro tubos de 3,5mm para melhorar a transferência de calor da GPU e da CPU para os quatros radiadores instalados nas extremidades.

Entre outras características, o teclado é mecânico e conta com retroiluminação LED por tecla, as colunas são da Bang & Olufsen e contam com tecnologia HP Audio Boost e DTS Heaphone para os melhores resultados possíveis, e, a nível de ligações, conta com três portas USB 3.0 Tipo A, duas USB 3.1 TypceC, duas Thunderbolt 3 com, porta HDMI com suporte HDR, Mini DisplayPort, entrada RJ45, tomada de áudio dupla e leitor de cartões multimédia.

Se, tal como nós, ficaste deslumbrado com este portátil, fica a saber que estará disponível em novembro a partir de 2.799€ para a configuração mais básica.

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Samsung Galaxy Note 8 já é oficial!

Foi num evento que decorreu esta quarta-feira, dia 23 de agosto, em Nova Iorque, nos Estados Unidos, que o tão esperado Samsung Galaxy Note 8 foi revelado ao mundo.

Os responsáveis da Samsung referiram que foi graças aos seus clientes e utilizadores que conseguiram evoluir. Este ano temos duas grandes novidades no phablet da marca coreana: o ecrã Infinito – uma estreia na gama Note – que será utilizado em conjunto com a S Pen, e a tão esperada utilização de uma câmara traseira dupla.

Comecemos pelo ecrã. O Galaxy Note 8 tem um ecrã estendido com formato 18.5:9, ao estilo dos Galaxy S8 e S8+, permitindo uma visualização mais ampla, sendo, também, ainda maior: Super AMOLED de 6,3 polegadas com um perfil mais retangular, elegante e sóbrio, isto é, tem os cantos mais retos que a linha Galaxy S. Com o novo topo de gama da Samsung, poderás abrir duas apps ao mesmo com um único toque graças à funcionalidade Par de Aplicações. Depois, com o modo Multi Janela, conseguirás ter duas apps abertas ao mesmo tempo, o que te vai facilitar, e muito, o dia-a-dia.

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Portanto, também não há aqui nenhum botão físico na parte frontal, o que significa que o leitor de impressões digitais está na parte traseira… exatamente ao lado da câmara dupla. Será que teremos o mesmo problema dos S8 e S8+?

Para uma experiência total e rica, não poderia faltar a famosa S Pen, com uma ponta de 0.7 mm. Melhor do que nunca, é encaixada no canto inferior direito do equipamento e tem mais pontos de pressão – 4096 pontos de pressão para sermos mais precisos -, para que te lembre a experiência de usar papel e caneta. Podes criar notas – mesmo com o ecrã desligado -, enviar GIF para os teus contactos, criar os teus próprios emojis ou escrever à mão uma mensagem numa fotografia.

Outra funcionalidade interessante é a de criar notas sem desbloquear o ecrã. Imagina que precisas de apontar algo rapidamente. Usas a S pen para redigir algo, e, quando terminares, podes deixar a nota no AOD (Always on Display) ou guardar diretamente na app Samsung Notes.

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Boa parte do evento foi dedicado à câmara traseira. Faz sentido, é a primeira vez que a Samsung aposta numa câmara com sensor Dual Pixel de 12MP. Uma das lentes, lá está, é, Dual Pixel, é grande angular e tem uma abertura de f/1.7, responsável por fotos em alta qualidade, mesmo em ambientes com pouca luz. A outra é uma lente teleobjetiva com zoom ótico de 2x para captar o que está longe e perto. Aliás, a Samsung fez questão de comparar uma foto do Note 8 com uma do iPhone 7 Plus, sendo que a foto captada com este último dispositivo aparecia algo desfocada.

Ainda neste campo, a Focagem em direto do Note 8 ajuda-te a conseguires fotos fantástico com efeito bokeh no sítio pretendido, realçando que pretendes. Mas imagina que estás concentrado em captar uma foto com a função Focagem em direto. Para que não percas nenhuns momentos, a funcionalidade Dupla Captura fotografa o que tu vês para além do ecrã.

Tal como nos S8 e S8+, também o Note 8 traz sistema de estabilização ótica de imagem (OIS), extremamente útil para remover tremores nas imagens, seja fotos ou vídeos. Já a câmara frontal é de 8MP, tem foco automático inteligente e uma lente de grande abertura f/1.7, ideal para uma selfie inesquecível.

No que toca a características mais técnicas, temos um processador Exynos 8895 (para os Estados Unidos) e processador Snapdragon 835 (Europa), 6GB de memória RAM e 64/128GB de armazenamento interno, expansíveis até 256GB, e bateria de 3.300mAh. É Dual-SIM, tem resistência à água e ao pó graças à certificação IP68, e, tal como os S8 e S8+, traz uns auscultadores AKG para uma excelente qualidade de som.

Quanto a preços e disponibilidade, o smartphone mais poderoso da história chega às lojas a 15 de setembro, custando 1019,90€.

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Livros da Porto Editora geram polémica nas redes sociais

Tudo começou quando a página de Facebook Capazes, criada pelas apresentadoras Rita Ferro Rodrigues e Iva Domingues no Facebook, colocou um post no seu mural, referindo que os livros “Bloco de Atividades para rapazes” e “Bloco de Atividades para meninas”, da Porto Editora, para crianças dos 4 aos 6 anos de idade, não tinham o mesmo grau de dificuldade.

As autoras do post alegam que a Porto Editora considerava “as meninas mais estúpidas e… menos capazes”, neste caso, que os rapazes, dando o exemplo de, por exemplo, as tarefas das raparigas envolverem princesas à procura de coroas em labirintos básicos e, por sua vez, os rapazes precisarem de marinheiros à procura de barcos em labirintos mais complexos. Salientam, ainda, o facto de as cores estarem “devidamente classificadas”: azul para rapazes e cor-de-rosa para raparigas.

A polémica estalou desde aí. Os órgãos de comunicação já deram algum destaque ao tema, que tem sido amplamente falado nas redes sociais.

Entretanto, houve uma série de tweets colocados no Twitter, gerando-se uma acesa discussão entre Rita Ferro Rodrigues e a Porto Editora.

Este é o exemplo de outro exercício do livro, colocando online por um utilizador.

Resta saber o desfecho deste tema. Por um lado, vários utilizadores não demoraram a acusar a Porto Editora de cometer práticas do género há anos. Por outro, vários internautas apressaram-se a congratular ou a criticar a apresentadora Rita Ferro Rodrigues pela atitude tomada. Já alguns especialistas consideram que a diferenciação entre exercícios e cores deve-se, meramente, a questões de estética e marketing.

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Análise – Samsung Galaxy S8+

Sendo eu um feliz possuidor do ainda excelente Samsung Galaxy S7, fiquei em êxtase ao saber que iria ter a oportunidade de testar o mais recente topo de gama da marca coreana, o Samsung Galaxy S8+. Após duas semanas nas mãos da equipa do Echo Boomer, podemos dizer que é, sem dúvida, um dispositivo fenomenal, mas não é livre de imperfeições.

Lançado em abril deste ano, o terminal chegou-nos às mãos para duas alguns dias de utilização diária, transformados, neste caso, em análise. A questão que salta logo é: como é que me senti ao saltar do S7 para o S8+? Bem, apesar dos terminais não serem assim tão diferentes – tirando o espetacular ecrã Infinito e um processador diferente da Qualcomm – a verdade é que, voltando ao S7, este parece um dispositivo muito datado. Estranho, não é?

Design, qualidade de construção e ecrã Infinito

Depois do fiasco com o Galaxy Note 7, a Samsung reuniu todos os esforços e criou um smartphone visualmente lindo, sexy e futurista, o mais diferenciador a nível estético até aos dias de hoje. O design incrível do terminal mostra que este foi pensado para que não se consiga distinguir o seu corpo metálico do vidro frontal Gorilla Glass 5. Ao pegar nele, sentimos que estamos perante uma peça de excelente qualidade de construção, afigurando-se como um brinquedo altamente tecnológico. É mesmo um smartphone inovador, que se distancia dos demais, e que foi pensado para fulminar a concorrência.

O S8+ é bastante leve e apresenta-se com um desenho bastante simétrico. No entanto, dado os materiais, e a não ser que se use alguma capa, é fácil marcar o equipamento com dedadas. Apesar das suas dimensões, é ainda bastante ergonómico e, curiosamente, não escorrega facilmente das mãos, algo que admitimos ter algum receio no início só de olhar para ele.

No painel frontal, estão presentes os sensores de luminosidade, proximidade e o leitor de íris. Já na parte traseira fica o leitor de impressões digitais… e este é o primeiro problema do S8+, e, por sinal, o mais grave. Colocar o sensor ao lado da câmara traseira foi uma má jogada, até porque, dado o tamanho do terminal, dei por mim várias vezes a sujar o sensor fotográfico. E eu nem tenho as mãos pequenas. Ou seja, se não havia possibilidade de colocar o leitor na parte frontal, faria muito mais sentido colocá-lo abaixo do sensor fotográfico traseiro.

Eventualmente lá se consegue apanhar o jeito e usar o sensor biométrico de modo devido, mas, ainda assim, é uma tarefa ingrata para algo que devia ser tão básico. Esperamos ver este ponto corrigido no Note 8.

Há, no entanto, que destacar um ponto positivo da aplicação da câmara: são tantas as vezes que se coloca lá o dedo que haverá sempre preocupação de limpar a lente com maior cuidado, sendo que a app avisa-te sempre que for necessário efetuar essa limpeza.

Mas o que não faltam são opções de desbloqueio deste dispositivo. A tecnologia de reconhecimento facial, apesar de funcionar, não é de todo recomendável, dado que basta uma simples fotografia do utilizador, colocada à frente do S8+, para este se desbloquear, perdendo todo o propósito protetivo do modo. Restam-nos os bloqueios tradicionais no ecrã (com pin ou padrão) e o leitor de íris. Neste último caso, raramente funciona à primeira tentativa, e quase nos obriga a fazer caretas ao esbugalhar os olhos para que funcione, o que pode levar a olhares incomodativos se estivermos num espaço público.

Na parte frontal do dispositivo, está ainda patente no topo um LED personalizável de notificações, a câmara de 8MP e o botão Home virtual. Ao início, a falta de um botão físico poderá fazer alguma confusão, mas, assim que nos habituamos ao botão Home Virtual, não há como voltar atrás, e o espaço de ecrã extra é sempre bem vindo.

Existem botões, claro, estão é nas laterais. No lado esquerdo os botões do volume e, logo abaixo, um botão de acesso direto à Bixby, já no lado direito está o botão de ligar/desligar, na parte inferior a porta USB Type-C  (uma estreia na linha Galaxy), o altifalante e o Jack de 3.5mm – sim, podes ligar os teus auriculares e auscultadores sem problema. Finalmente, na parte superior, a ranhura para cartão nano-SIM e cartão microSD.

Pesando 173 gramas e medindo 159.5 x 73.4 x 8.1mm, o S8+ salta à primeira vista pela sua ligeira curvatura “semi-edge” e o badalado ecrã Infinito, com um tamanho de 6,2 polegadas e 520 ppi. Não houve uma única pessoa a quem mostrámos o smartphone que não tivesse ficado surpreendida pelo seu ecrã, pela sua beleza… e tamanho. É, porém, perfeitamente utilizável e confortável de usar apenas com uma mão, existindo modos próprios para este tipo de utilização. E ler documentos, ver fotografias ou ir à Internet? É uma experiência encantadora.

Fica aqui dito: é o melhor ecrã que alguma vez experimentei. Dá todo um outro nível de imersão. Ocupando praticamente todo o painel frontal – quase não existe moldura -, tudo o que é apresentado na tela tem um brilho incrível e uma definição fantástica. Por defeito, o terminal vem com resolução Full-HD+, no entanto, é possível mudar para WQHD+ (2.960 x 1.440 pixéis), que é o que faz sentido. Afinal, se temos um terminal que suporta essa resolução, devemos querer usá-la para retirar o máximo partido do ecrã.

No YouTube, por exemplo, os vídeos não ocupam o ecrã todo, apresentando barras pretas no topo e na parte inferior. Porquê? Isto deve-se ao aspeto incomum do ecrã – 18.5:9 (tornando os modelos mais estreitos e altos), e nem todos os vídeos e aplicações suportam este formato na totalidade, apresentando, assim, as tais barras pretas. Há, porém, um atalho que podes utilizar para esticares o vídeo até ao tamanho real do ecrã. No entanto, esta opção recorta um pouco do vídeo, ficando com bordas arredondadas. Todavia, o ecrã esticado fez com que a gama S8 conseguisse mais 36% de espaço de visualização em relação ao S7, isto é, mais de 83% da parte frontal do S8+ é somente ecrã.

A gama S8 foi a primeira a ser certificada com Mobile HDR Premium. Ou seja, o fantástico ecrã Super AMOLED HD+ tem um espectro de cores bastante amplo, ângulos de visão excelentes e apresenta cores vibrantes e níveis de contraste como nunca antes visto num smartphone. De realçar ainda que, apesar da curvatura lateral do ecrã, é possível agarrar o dispositivo sem que ele registe toques indesejados. Já utilizando o smartphone na rua, é possível ver tudo no ecrã, mesmo com luz solar direta, mas é necessário utilizar o brilho no máximo.

O ecrã Infinito é mesmo o ponto essencial deste smartphone. O problema é que agora voltei ao meu S7 e parece-me um smartphone bastante banal.

Câmaras

É, muitas das vezes, um fator decisivo na aquisição de um novo equipamento móvel. No que toca ao hardware, a Samsung referiu não ter mexido na câmara traseira em relação ao S7 – portanto, nada de sensor duplo aqui -, mas sabe-se que foram introduzidos alguns “truques” no que toca ao processamento de imagem por software. Temos aqui uma das melhores câmaras fotográficas móveis do mercado. É o equipamento ideal para sacar do bolso e captar “aquele momento fantástico”. Se estão preocupados com questões de definição da imagem, reprodução de cores, contraste, exposição ou equilíbrio de brancos, asseguramos que podem ficar totalmente descansados nesta área. A qualidade é fenomenal e os disparos e o sistema de focagem são ultra-rápidos. Está tudo perfeitamente equilibrado neste smartphone. E se as fotos ficam fantásticas, vê-las no ecrã Infinito torna tudo ainda melhor.

As fotos nocturnas apresentam-se de modo espectacular, mas, ainda assim, um pouco inferiores aos resultados obtidos em pleno dia. Em relação ao S7, por exemplo, as diferenças não são muito significativas, porém, há melhorias, até porque as fotos no ecrã do S7 ficavam algo amareladas. No S8+ isso já não acontece e as cores são muito mais realistas. Contudo, acontece por vezes um excesso de exposição quando o S8+ deixa entrar demasiada luz.

Para quem está habituado aos dispositivos Galaxy, encontram ainda um modo manual, o Pro, bastante completo. O S8+ apresenta também algumas melhorias que ajudam a tirar as melhores fotos personalizadas, tornando, por vezes, a sua utilização bem mais prática do que uma DSLR.

A grande novidade, e aqui sim a diferença é abismal em relação ao S7, está na câmara frontal do S8+. O novo sensor de 8MP e com autofocus apresenta resultados francamente melhores em relação ao sensor do meu S7. Não há tanto grão, as imagens são bem nítidas e chegam a ser bastante melhores que aquelas captadas com os sensores fotográficos traseiros de smartphones de gamas médias. Ou seja, é a câmara ideal para selfies, afirmando-se como um dos melhores sensores frontais de smartphones atualmente no mercado.

Para gravação de vídeo,s estão disponíveis várias opções: slowmotion, modo HD, modo Full HD e modo UHD/4K. O resultado final é ótimo, tanto para a imagem como para o som.

Gravar vídeos em 4K pode até mesmo ser uma mais valia para quem ainda consome conteúdos a resoluções de 1080p, uma vez que o zoom digital até 2X nunca perde qualquer tipo de qualidade. De realçar ainda o muito prático estabilizador ótico, super eficaz na eliminação de vibrações no momento de filmar e, até, de captar fotos.

Performance, Bixby e autonomia

Contando com um octacore Exynos 8895, fabricado com tecnologia de 10nm, e 4GB de RAM, o S8+ corre o Android Nougat e tem aplicada no SO a interface Samsung Experience, bastante fácil de utilizar. No caso do software, a Samsung preocupou-se em arranjar ícones mais bonitos e mais minimalistas e a otimizar o sistema para ser mais fácil de usar. Sem botão físico na parte frontal, toda a navegação é feita com os botões virtuais situados na parte inferior frontal do S8+. Para aceder à gaveta de apps, basta deslizar o dedo para cima. Já o movimento contrário abre, como é óbvio, a janela de notificações.

Neste caso, a Samsung Experience é bem mais leve, apelativa e fluída que qualquer versão do TouchWiz. Por exemplo, assim que liguei o smartphone, dos 64GB de memória interna, 50GB estavam livres. Contrariando os maus exemplos de anos anteriores, a Samsung resolveu deixar poucas aplicações pré-instaladas no dispositivo, o que também melhorou a performance e libertou o armazenamento interno. No entanto, notei que, ao passar de app para app, existiam algumas quebras de rendimento no dispositivo, levando a que, durante alguns segundos, a app em questão não respondesse. Algo estranho, tanto que não me recordo disto acontecer no meu S7.

Quanto à Bixby, pode-se ativar com o botão dedicado na parte esquerda lateral do S8+. É a inteligência artificial da Samsung, que ajudará o utilizador a interagir com o smartphone. Para isto existe uma janela no ecrã principal esquerdo, onde nos são indicadas as apps mais utilizadas, os contactos mais frequentes, etc. Não obstante, é necessário dar autorização para aceder a todos os dados, o que, em termos de privacidade, pode não agradar aos utilizadores.

Apesar de limitada nos comandos de voz (esquece o português), esta inteligência artificial da marca foi adicionada à câmara fotográfica, para que, por exemplo, consiga reconhecer e traduzir textos. Neste caso, é especialmente útil para quem se encontra em viagem e não perceba à primeira o que vê diante dos seus olhos.

A Bixby consegue, ainda, com o sistema Bixby Vision, reconhecer objetos e dar informação extra sobre o que estamos a ver ou até informações relacionadas sobre algo a que apontemos a câmara. Um dos testes feitos ao S8+ foi durante um festival onde tínhamos um pequeno bar por perto. Ao apontar a câmara, a Bixby reconheceu que, no bar, havia vinhos, cerveja e pessoas, etc, um pouco à semelhança do que encontramos numa aplicação como a Google Goggles. Apesar de não termos usado muito a Bixby, será, no futuro, bastante útil para determinadas situações. Tem um longo percurso de evolução pela frente, especialmente no reconhecimento de objetos e no suporte de vários idiomas.

Em termos de autonomia, a bateria de 3500mAh não desilude, mas também não espanta. Se a utilização do S8+ for mais ou menos discreta – neste caso nem se justifica ter este modelo – é possível atingir, com facilidade, dois dias de autonomia. No nosso caso, com uma utilização intensiva, isto é, dados móveis sempre ligados, brilho no máximo, resolução no máximo, várias apps em background, e saindo de casa por volta das 8h e chegando por volta das 18h/19h, o smartphone rondava os 25/30% de bateria, nunca mais que isso.

Reparámos também que o S8+ aquece um pouco mais do que gostaríamos, especialmente depois do fiasco do Note 7, mas a verdade é que apanhámos dias de bastante calor. Ainda assim, fomos confrontados com uma experiência um pouco desconfortável, acabando por, em alguns momentos, recorrer ao nosso smarphone secundário.

O carregamento do dispositivo é super rápido e é possível ter uma boa carga de bateria ao tê-lo ligado por meros 30 minutos à corrente. No nosso teste, precisei de 1h20 para ir dos 0 aos 100% de bateria. Muito bom.

Ainda no que toca à autonomia, chamamos a atenção para o Always On Display. Apesar de bonito e de apresentar informações personalizadas, como as horas, chamadas perdidas, ícones de apps com notificações e uma excelente animação de notificação na parte superior, este modo gasta muita energia.

Som, conectividade e Navegação

Neste departamento, o S8+ não apresenta nada de inovador ou verdadeiramente surpreendente. Como tem a coluna na parte de baixo, junto à entrada micro-USB Type C, é muito fácil abafar o som quando estamos a jogar ou a ver um vídeo. Quando não o fazemos, a qualidade sonora também não é incrível. Apesar das chamadas telefónicas terem bastante qualidade e detalhe, chegaram a dizer que me ouviam pior com este smartphone do que com o meu S7. Será isto consequência de equipamentos cada vez mais finos e sem espaço para muitos componentes?

No entanto, a experiência é amplamente melhorada se usares o S8+ para ouvir música, por exemplo, sendo a qualidade assegurada pelos auriculares AKG, incluídos na caixa.

Quanto à conectividade, estão incluídas as tecnologias 4G LTE, Wi-Fi 802.11 ac, Wi-Fi Direct, NFC e ainda Bluetooth 5.0, o que permite emparelhar, por exemplo, duas colunas ou dois auscultadores ao mesmo tempo.

Nota positiva ainda para a certificação IP68, que permite que o dispositivo seja resistente ao pó e à água até um máximo de 1,5 metros de profundidade durante meia hora. Sim, resistência à água, não recomendamos é que despejes um refrigerante ou bebida alcoólica para cima do S8+.

Resta referir a velocidade Wi-Fi, mais rápida que no meu S7, e a navegação por GPS, sendo também mais rápido a detetar os satélites. Tanto uma experiência como a outra decorreram sem problemas.

Considerações finais

O Samsung Galaxy S8+ é um portento da tecnologia. Um ecrã estonteante, uma câmara soberba e uma performance incrível. Foram duas semanas fantásticas com este smartphone e “custa” voltar ao Galaxy S7, porque parece uma peça de tecnologia datada.

Portanto, recomendamos? Se fores um utilizador casual, não é, de todo, o smartphone para ti. Mas se fores um utilizador intensivo, então sim, irás tirar todo o proveito da máquina, sendo que o ecrã Infinito justifica quase todo o investimento.

No entanto, com o Note 8 prestes a chegar ao mercado (apresentado a dia 23 de agosto), terás de pensar duas vezes se vale a pena (ainda) apostar no S8+.

nota 45

O equipamento foi cedido para análise pela Samsung Portugal.

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Android 8.0 Oreo é oficial

O nome da próxima versão do sistema operativo móvel da Google teve várias designações. Omolete, omorelle, enfim, cada um mais ridículo que o outro.

Mas a gigante de Mountain View revelou finalmente o nome oficial e, mantendo o seu desejo por coisas doces, apelidou de Oreo a versão 8 do SO Android.

Estará mais inteligente, rápido e potente que nunca, sem nunca esquecer a segurança do utilizador.

Uma das novidades do Android Oreo está na funcionalidade picture in picture (PiP). Imagina que queres ver a tua agenda enquanto estás numa videochamada. Isso agora vai ser possível, o que possibilita ao utilizador ver duas aplicações de uma vez.

Já as notificações, apesar de extremamente úteis, apresentam informação de outras apps que, muitas vezes, não nos desperta qualquer interesse. Ora, com os pontos de notificações, poderás ver rapidamente o que há de novo nas tuas aplicações, podendo definir no ecrã inicial as apps mais importantes e, assim, não ser chateado com apps secundárias.

A segurança também foi reforçada com a Proteção Google Play, sendo possível definir controlos de instalação ao nível de aplicações. Também a autonomia será melhorada, já que o Android Oreo reduzirá a atividade background das apps que menos utilizas para que estiques a vida da bateria, e, assim, ficares mais descansado quando não tiveres como carregar o teu smartphone.

As aplicações irão abrir ainda mais rápido com o novo SO da Google (supõe-se que o Google Pixel terá algumas vantagens neste campo) e, com a Seleção de Texto Inteligente, o Oreo irá relembrar-te dos teus registos para que possas entrar nas apps que mais usas de uma forma extremamente rápida.

googleoreoimagem

Já para quem gosta de bonecada e de ser extremamente fofinho nas mensagens, estarão disponíveis mais de 60 novos emoji.

Quanto à disponibilização do Oreo, os telemóveis Pixel e Nexus 5X/6P e Pixel C e Nexus Player serão os primeiros dispositivos a receber o novo SO. Obviamente que o novo Google Pixel 2, a ser apresentando em setembro, virá logo de origem com o Android Oreo.

Já para as restantes fabricantes, supõe-se que, até ao final do ano, sejam lançados muitos dispositivos com o novo Android ou que sejam mesmo atualizados no menor espaço de tempo possível. No entanto, é um processo complicado, pois tem de passar por várias fases: Google, fabricante e operadora, sendo esta última parte ainda mais difícil para alguns países, como é o caso de Portugal.

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Análise – Coluna LG PH3

Conheçam a LG PH3, uma pequena e bonita coluna Bluetooth portátil.

Para o nosso teste, das três cores existentes, vermelha, preta e cinzenta, recebemos diretamente da LG a última cor. Assim que a vimos ainda dentro da caixa, ficámos agradavelmente surpreendidos pelo seu tamanho. A LG PH3, que pode enganar pelas imagens, é, na realidade, bem mais pequena do que imaginámos, dando-lhe, desde logo, um ponto positivo, pois afirma a sua portabilidade.

A PH3 é o modelo intermédio de ofertas da LG, apresentando-se com características únicas quando comparado com os outros modelos. Mas o que, aparentemente, a destaca dos demais, é a pequena luz no topo do dispositivo que simula uma vela.

Esta luz ambiente pode mesmo enganar os mais desatentos que não se apercebam que estão perante uma coluna de som, acreditando tratar-se efetivamente de uma vela. A luz pode ser modificada para diversas cores de forma automática ou manual ao longo da música, bastando premir um pequeno botão na sua base. Interessante é, também, a possibilidade da luz estar acesa sem que a coluna esteja a dar som, o que acaba por funcionar como uma espécie de luz ambiente bem agradável.

A nível de design, a PH3, apesar de portátil, afirma-se como um dispositivo para ter em casa num móvel, numa mesinha de cabeceira ou num local regular, podendo substituir facilmente um rádio ou uma aparelhagem, se não formos muito exigentes. No caso do nosso modelo cinza, achamos que é um dispositivo que passa bastante despercebido em qualquer ambiente, dado que a cor e o seu material simulam efeitos de uma pedra de decoração.

A ligação Bluetooth aos nossos dispositivos móveis foi tão fácil e intuitiva que já estávamos a ouvir música antes de nos apercebemos. Bastou clicar no botão de sincronização que se tornou logo reconhecida e pronta a trabalhar.

Com um formato piramidal arredondado com três faces, não tem propriamente uma parte frontal ou traseira. Os seus controlos primários de sincronização encontram-se bastante à vista e são simples de usar. Poderíamos dizer que fazem o básico. No entanto, uma pequena característica saltou-nos ao ouvido: a capacidade de saber se o volume já está, ou não, no nível máximo, com um pequeno som de alerta.

Além da ligação Bluetooth, é possível ligar qualquer dispositivo com um cabo de 3.5mm, tornando-se uma alternativa para poupar a bateria dos dispositivos, ou, simplesmente, ser compatível com dispositivos não-Bluetooth.

O seu alcance é bom quanto baste, no entanto, se nos afastarmos mais do que cinco metros do dispositivo que está a transmitir música, ou, simplesmente, mudarmos de divisão, temos quebras de ligação ou a falha da mesma. É uma pena, até porque podemos estar numa sala um pouco mais espaçosa e era escusado andar com dispositivos de um lado para o outro.

Apesar de não termos tido oportunidade de testar, a LG indica que é possível ligar várias LG PH3 e controlá-las em simultâneo com a mesma fonte sonora, algo que poderá resultar bem em festas.

Já os controlos de ligar/desligar e da luz estão na base da coluna, acabando por ser um bocado ridículo ter que levantar o dispositivo para o ativar. Não é a morte do artista, mas é uma decisão estranha.

Foi também no som que não ficámos, de todo, convencidos. Numa primeira impressão foi agradável. O som saía em todas as direções e era envolvente. Mas à medida que fomos experimentando em diferentes ambientes e cenários, reparamos que o alcance sonoro perdia-se e que, apesar do seu extra-bass, o som apresentava-se mais estridente e menos nítido que o esperado. Experimentámos vários estilos de música, e, se os graves estavam mais altos que o esperado, já os médios apareciam algo abafados.

Ainda assim, graças ao áudio 360, o som sai em todas as direções e não se perde muito da experiência, independentemente da sua posição ou local.

No que toca à autonomia, e com a nossa utilização, conseguimos cerca de sete horas e meia de bateria, utilizando sempre Bluetooth. Para ficar totalmente recarregada, terá de ser ligada à corrente durante sensivelmente três horas.

A LG PH3 é, na nossa opinião, um produto simples e charmoso para o utilizador casual que quer meter a sua playlist do Spotify como música ambiente ou que procura impressionar a/o namorada/o num jantar à luz das velas. Não diríamos que é um produto para malta exigente, muito menos para audiófilos, mas faz aquilo que este tipo de colunas promete.

A LG PH3 já se encontra à venda por um preço recomendado de 59.99€.

nota 35

O equipamento foi cedido para análise pela LG Portugal.

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Lenovo apresenta nova gama de equipamentos Legion para jogadores

Os computadores pessoais servem para muita coisa. Para ir à Internet, ver filmes, trabalhar e até jogar. Mas para esta ultima atividade, precisamos de equipamentos com características dedicadas, senão nunca teremos a melhor experiência possível, ou, pelo menos, semelhante às consolas de sala.

A pensar no público mais exigente e que quer estar na frente da linha, a Lenovo tem uma nova série de equipamentos. Chama-se Legion e é uma gama de produtos dedicada aos videojogos.

A apresentação foi feita durante a Gamescom 2017, a decorrer em Colónia, na Alemanha, e contou com três computadores e um monitor que se juntam à família Lenovo Legion.

Os três computadores Y920, Y720 e Y520 já vêm com o Windows 10 instalado e estão minimamente preparados para jogos de realidade virtual. Cada modelo define o desempenho e a acessibilidade de cada computador.

Com estas torres pré-configuradas, a Lenovo permite que o utilizador escolha entre diferentes processadores da 7ª geração da Intel e uma variada gama de placas gráficas NVIDIA GeForce (série 1060, série 1070 e série 1080). As grandes diferenças entre modelos estão, precisamente, nas sub-gamas dos seus componentes e nas capacidades das memórias RAM, VRAM das placas gráficas e dos discos de memória que vão dos 2TB HDD aos 256GB SSD.

Esta nova série Legion chegará ao mercado já este mês, com o Y520 a custar pelo menos 749 € e o Y720 a estar disponível em setembro a partir de 1.299 €.

Nos seus computadores Y920, a Lenovo apresenta ainda a opção de modelos com overclock com memória DDR4 Corsair Vengeance LPX (disponível a partir de 2.299 € em setembro de 2017) ou com refrigeração líquida Asetek (disponível a partir de 2.399 € em outubro de 2017).

Mas para os gráficos mais definidos e o melhor desempenho, são necessários monitores que tirem proveito das máquinas. Para isso, a Lenovo apresentou o Legion Y25F, um monitor Full HD (1920×1080) com 24.5 polegadas e com uma taxa de atualização de 144Hz. Para as máquinas apresentadas, este monitor parece desiludir um pouco por não suportar resoluções 4K, o que poderá limitar as capacidades de, por exemplo, um Y920. No entanto, prima por incluir HDR – ainda são poucos os monitores de secretária a contarem com esta tecnologia – e por prometer tempos de resposta quase nulos – 1ms.

legion y25f
Legion Y25F

O Legion Y25F só chega em janeiro do próximo ano, mas com um preço bastante acessível de 299€.

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Já começaram as obras de recuperação de imóveis nas zonas afetadas pelos incêndios no centro do país

No passado dia 11 de agosto, a União das Misericórdias Portuguesas (UMP) informou que tinham começado as obras de recuperação dos imóveis de habitação permanente da população afetada pela catástrofe que decorreu no passado mês de junho. Das 61 habitações atribuídas à parceira UMP/Fundação Calouste Gulbenkian, em articulação com o Fundo Revista, quatro já foram recuperadas.

Além da recuperação de imóveis de habitação permanente, ficou também definido criar, a médio prazo, condições para o fomento de emprego, de modo a evitar a desertificação das localidades afetadas e para o desenvolvimento regional e local.

Além dos meios já citados, também os serviços da Segurança Social, Autoridade Nacional de Proteção Civil e as Câmaras Municipais e Misericórdias de Pedrógão Grande, Castanheira de Pera, Figueiró dos Vinhos, Góis, Pampilhosa da Serra, Sertã e Penela trabalham em conjunto para apoiar as famílias afetadas.

ump echoboomer

Se bem te recordas, a UMP angariou cerca de 1 milhão e 800 mil euros, muito em parte devido ao concerto solidário “Juntos por Todos”, que decorreu na MEO Arena, em Lisboa, no passado dia 27 de junho.

Em breve, estará também disponível a plataforma digital de consulta pública de todos os donativos angariados.

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