O artista, que já passou por terras lusas, mais especificamente pelo NOS Alive2014 e 2015, onde emocionou milhares de pessoas com as suas músicas, está de volta a Portugal, desta vez em nome próprio, para apresentar o seu segundo álbum de originais.
O concerto está marcado para dia 18 de maio de 2018, na recém-renomeada Altice Arena (antes MEO Arena) e servirá para apresentar o novo registo de originais The Thrill Of It All, com data de lançamento prevista para o próximo dia 3 de novembro, e que tem como single de lançamento o tema “Too Good at Goodbyes”. O disco sucede a In The Lonely Hour, de 2014, álbum que deu a conhecer Sam Smith ao mundo com canções como “Stay With Me”, “I’m Not the Only One” ou “Money on My Mind”, e com o qual conquistou quatro Grammys.
Sam Smith foi também galardoado com um Óscar da Academia de Artes e Ciências Cinematográficas pelo tema “Writing’s On the Wall”, que faz parte da banda sonora do filme 007 Spectre.
Quanto à tour, a maior da carreira de Sam Smith até ao momento, vai passar pelas mais importantes salas europeias. No passado mês de setembro, o artista apresentou uma pequena amostra do novo disco durante uma série de concertos intimistas em Londres, Nova Iorque, Los Angeles e Berlim no passado mês de setembro.
No que toca ao espetáculo na Altice Arena, tem início às 21h. Os bilhetes são postos à venda esta sexta-feira, dia 27 de outubro, nos locais habituais e na Internet, começando nos 41€ para o Balcão 2, subindo para os 51€ para o Balcão 1 e Plateia A e, finalmente, fixando-se nos 61€ para o Balcão 0 e Plateia VIP. Por cada bilhete adquirido, será doado 1€ à associação Plus1.
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Já se sabiam as datas, já se sabia o primeiro artista confirmado, só faltava mesmo colocarem os bilhetes à venda. Pois bem, a partir de hoje é possível adquirir os bilhetes diários e passes gerais para a 24ª edição do Super Bock Super Rock, a realizar a 19, 20 e 21 de julho no Parque das Nações, em Lisboa.
Os bilhetes diários têm o custo de 55€ cada, já o passe geral custa 109€. No entanto, e em edição limitada, está também disponível o Fã Pack FNAC de Natal ao preço especial de 95€. Esta edição traz, obviamente, o passe de três dias, assim como uma t-shirt do festival.
Há ainda 10 packs premiados com Super VIP Pass, que dá acesso reservado à zona de convidados Super Bock, sendo também possível comprar o Passe VIP + Front Stage por 260€.
Os bilhetes estão à venda na Blueticket e locais habituais. Quanto a nomes confirmados, sabe-se que Slow J foi o primeiro artista a ser anunciado para a edição de 2018 do festival lisboeta. Brevemente serão revelados novos nomes, até para aumentar o interesse neste pack na época natalícia que se aproxima.
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Esta foi uma semana carregada de nomes para o festival lisboeta. Se anteriormente o Vodafone Mexefest tinha avançado com os nomes de Everything Everything, Moullinex e a dupla luso-britânica Benjamim e Barnaby Keen, ontem a organização lançou mais três nomes: a cantora iraniana-holandesa Sevdaliza, a jovem britânica MahaliaBurkmar e o fadista português Paulo Bragança.
Sevdaliza nasceu no Irão, mas fixou-se na Holanda com apenas cinco anos de idade quando os seus refugiaram-se naquele país. Apesar de ter sido basquetebolista de alta competição, acabou por deixar-se levar pela música. Sevda, como é carinhosamente tratada, constrói uma eletrónica próxima do trip hop de bandas como os Portishead ou Massive Attack, mas sem deixar de lado as influências de géneros como o grime ou dubstep. Em abril deste ano lançou o primeiro álbum de estúdio, Ison, que vem agora apresentar ao Vodafone Mexefest.
Já Mahalia Burkmar começou a escrever canções em tenra idade, mas nunca teve pressa para gravar. Após ter colaborado com a banda Rudimental e acompanhado artistas como Ed Sheeran e Kendrick Lamar, Burkmar lançou o álbum de estreia Diary of Me, um trabalho que mistura pop com estilos como o hip-hop.
Por último, Paulo Bragança, apelidado pela imprensa internacional de “fadista punk”, voltou a Portugal após seis anos sem qualquer contacto com o país, estando a preparar um novo álbum. Portanto, aquele é apelidado por alguns de “Variações do Fado”, vem ao Mexefest apresentar temas novos, mas também revisitar uma carreira de sucesso.
Quanto aos bilhetes, a app Vodafone Mexefest (Android e iOS) dá desconto aos clientes Vodafone na aquisição do passe geral. Assim, ao invés dos 45€, o passe custará 40€. Cada cliente Vodafone poderá comprar, no máximo, dois passes a preço reduzido. O stock é limitado, pelo que aconselhamos a adquirir o passe o quanto antes.
O Vodafone Mexefest realiza-se nos dias 24 e 25 de novembro, na Avenida da Liberdade, em Lisboa. Nos artistas e bandas confirmados, estão também Aldous Harding, Cigarettes After Sex, Childhood, Destroyer, Julia Holter, PAULi, Valete, Manel Cruz, Songhoy Blues, Washed Out, MOMO convida Camané, Luís Severo, Allen Halloween, Statik Selektah, Karlon, Liars, IAMDDB, Liniker e os Caramelows, Oddisee, Ermo, Hinds, Orelha Negra, Everything Everything, Moullinex e a dupla luso-britânica Benjamim e Barnaby Keen.
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É já a 17 de novembro que chega ao mercado Star Wars: Battlefront II, uma das sequelas mais aguardadas do ano. Enquanto o título da EA não é lançado, a Sony aproveitou para revelar que irão existir três edições muito especiais da PS4, PS4 Slim e PS4 Pro alusivas ao jogo.
Por exemplo, o bundle PlayStation 4 Pro terá a consola com acabamento espelhado e decorada com os icónicos emblemas do Galactic Empire e da Resistance, bem como uma insígnia do Inferno Squad, o esquadrão de Imperials presente na campanha do jogo. Como seria de esperar, o bundle inclui ainda um comando DualShock 4 com o logótipo de Star Wars impresso no touchpad e os emblemas dos Imperials e da Resistance, além de uma cópia física de Star Wars: Battlefront II Elite Trooper Deluxe Edition que permite jogar três dias antes da edição standard, trazendo ainda conteúdos especiais como as versões melhoradas das quatro classes trooper e acesso instantâneo a um herói elite e starfighter epic Star Cards. Esta versão irá custar 449€.
Já o bundle PlayStation 4 de 1TB tem a mesma decoração que o modelo anterior, mas com a cor cinzenta, assim como o comando DualShock 4 e a edição física do jogo referida anteriormente.
Para a Europa existirá ainda um terceiro bundle com uma PlayStation Slim, bundle esse que é exatamente igual ao da versão PlayStation 4 Pro.
Além destas edições especiais, serão lançados bundles normais de ambas as versões da PlayStation 4, mas com uma cópia física da edição standard do jogo.
Estes bundles chegam às lojas a 17 de novembro, dia de lançamento no mercado de Star Wars: Battlefront II.
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Depois de ter feito chegar ao mercado smartphones como o renovado Nokia 3310, Nokia 3, Nokia 5,Nokia 6 e Nokia 8 (análise em preparação), eis que a HMD Global vem preencher uma lacuna no mercado com o lançamento do Nokia 7, apresentado hoje oficialmente ao mundo.
Sala de Estar é o nome da iniciativa criada pela Companhia de Actores, cujo objetivo é o de proporcionar ao público presente um concerto de íntima partilha, recriando o ambiente de uma sala de estar.
Este projeto já teve como convidado o artista Dino D’Santiago. Seis meses após a primeira experiência, NBC é o artista que se segue, assumindo-se como o dono da sala, neste caso, dono do palco do Teatro Municipal Amelia Rey Colaço.
NBC é uma das maiores vozes soul de Portugal e um dos primeiros fundadores do movimento hip-hop do país. Estreou-se em 2003 com o disco Afro-disíaco, foi aclamado pela crítica com Maturidade, lançado em 2008, e, mais recentemente, lançou Toda a Gente Pode Ser tudo, naquele que considera poder ser o “álbum da sua vida”.
“É um sonho tornado real: é um sonho que tive em 1998 e que em 2016 consegui concluir. É incrível ter um disco que eu componho. Escrevo. Crio.”
Espera-se uma noite onde a música dá o mote à troca de ideias, à partilha de estórias e à criação de ligações.
“Sala de Estar com NBC” estará em cena no dia 26 de outubro, às 21h30, no Teatro Municipal Amélia Rey Colaço, em Algés.
As reservas pode ser feitas para o 91 971 4919 ou para o email cda.reservas@gmail.com, custando 10€ para o público em geral ou 8€ para menores de 25, maiores de 65 ou profissionais do espetáculo.
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Ontem não foi apenas o dia de lançamento da atualização Fall Creators Update. Foi também o dia em que a Microsoft resolveu anunciar o novo Surface Book 2, naquela que será o dispositivo Surface mais potente até à data. Na verdade são até dois portáteis, um de 13,5”, com resolução de 3000×2000 pixéis, e outro de 15”, com resolução de 3240×2160 pixéis, ambos contando com a tecnologia PixelSense.
Estes são portáteis finos e leves. O modelo de 13,5” pesa 1.53 kg, enquanto que o modelo de 15” pesa sensivelmente mais 400 gramas.
O objetivo da Microsoft foi trazer o poder de um destkop para um dispositivo portátil. Neste caso, o Surface Book 2 tem uma performance gráfica cinco vezes mais poderosa que a versão original e duas vezes mais poderosa que o atual MacBook Pro, da concorrente Apple.
Há diversas opções de configuração. A versão de 13,5” tem uma opção com processador Intel i5 e gráfica integrada Intel HD Graphics 620. Depois tem outras versões com um processador de 8ª geração Intel i7 quad-core, podendo escolher-se entre 256/512GB ou 1TB de disco, 8/16GB de RAM e a gráfica NVIDIA GeForce GTX 1050 com 2GB GDDR5, igual em todas as opções com este processador.
Já o Surface Book 2 de 15”, e, consequentemente, o mais poderoso, tem o processador Intel Core i7 quad-core para escolhe, juntamente com 256/512GB ou 1TB de disco, 16GB de RAM e placa gráfica NVIDIA GeFroce GTX 1060 com 6GB GDDR5.
São portáteis que prometem, mas que, para conquistar o consumidor, necessitam de uma boa bateria. Nesta vertente, a Microsoft garante autonomia de até 17 horas em modo normal (portátil) e até cinco horas em modo tablet, dependendo sempre do uso que se dá e dos componentes internos de cada máquina.
Falámos em modo tablet porque este Surface Book 2, tal como a versão original, é destacável e pode ser usado sem o apoio do teclado. Ou seja, a gigante de Redmond tem aqui um produto que pretende que seja o tudo-em-um do cliente, juntando produtividade, portabilidade e beleza.
Há ainda que destacar outras novidades, como usar a nova Surface Pen (não incluída) neste portátil para trabalhar no Word ou em apresentações 3D no Powerpoint.
Para já, sabe-se apenas que, nos Estados Unidos, o Surface Book 2 estará disponível para pré-reserva a partir de 9 de novembro com preços a começarem nos 1499 dólares para a versão de 13,5 polegadas e 2499 dólares para a versão de 15”. Ainda não há informações quanto à disponibilidade destes novos produtos Microsoft em Portugal.
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The Evil Within 2, como o nome indica, é a sequela de The Evil Within, lançado em 2014, e que nos chegou às mãos pelo diretor Shinji Mikami, famoso pelas sagas Resident Evil e Dino Crisis.
Desta vez, Mikami deixou o posto de diretor e passou para o lugar de produtor à frente da Tango Gameworks, mas, ainda assim, o ADN de Resident Evil é bem latente.
Estamos a meio da semana e o Vodafone Mexefest resolveu brindar os fãs do festival com mais três nomes muito apetecíveis. Ao rol de nomes já apresentados, juntam-se agora os britânicos Everything Everything, o português Moullinex e a dupla luso-britânica Benjamim e Barnaby Keen.
Os Everything Everything nasceram em Manchester no ano de 2007, e, desde cedo, trilharam o seu caminho com influências indir rock, R&B, dream pop e rock progressivo. Após três discos bem recebidos e com nomeações para o Mercury Prize pelo meio, a banda lançou no passado mês de agosto o quarto álbum de estúdio, Fever Dream, que vem em novembro apresentar ao Vodafone Mexefest. Curiosamente, a banda comemora este ano dez anos de carreira, um marco bonito que nem todos os projetos alcançam.
Já Moullinex é, cada vez mais, um nome incontornável da música eletrónica feita em Portugal. Luís Clara Gomes, responsável pelo projeto, já fez remisturas de nomes bem conhecidos como Röyksopp, Robyn, Cut Copy ou Two Door Cinema Club, mas tem feito carreira principalmente pelos seus trabalhos de estúdio, os discos Flora (2012) e Elsewhere (2015). Já este ano, mais especificamente este mês, o produtor lançou o novo disco Hypersex, de onde se destacam temas como “Open House”, “Love Love Love” e “Work It Out”, e que vem agora mostrar ao vivo no festival lisboeta.
Quanto à dupla luso-britânica Benjamim e Barnaby Keen, os dois artistas conheceram-se em Londres, e, devido às suas afinidades musicais, acabaram por trabalhar juntos e lançaram o disco 1986, editado este ano, e que irá ser apresentado ao público lisboeta que irá passar pela Avenida da Liberdade. “Dança Com Os Tubarões”, “All I Want” e “Terra Firme” são belas canções do disco e que, certamente, não irão faltar.
Quanto aos bilhetes, a app Vodafone Mexefest (Android e iOS) dá desconto aos clientes Vodafone na aquisição do passe geral. Assim, ao invés dos 45€, o passe custará 40€. Cada cliente Vodafone poderá comprar, no máximo, dois passes a preço reduzido. O stock é limitado, pelo que aconselhamos a adquirir o passe o quanto antes.
O Vodafone Mexefest realiza-se nos dias 24 e 25 de novembro, na Avenida da Liberdade, em Lisboa. Nos artistas e bandas confirmados, estão também Aldous Harding, Cigarettes After Sex, Childhood, Destroyer, Julia Holter, PAULi, Valete, Manel Cruz, Songhoy Blues, Washed Out, MOMO convida Camané, Luís Severo, Allen Halloween, Statik Selektah, Karlon, Liars, IAMDDB, Liniker e os Caramelows, Oddisee, Ermo, Hinds e Orelha Negra.
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O Rock in Rio Lisboa, através da sua página oficial de Facebook, tinha prometido novidades para amanhã em relação à edição de 2018. Mas já se sabe qual o artista que vai ser anunciado.
É Bruno Mars e a novidade foi anunciada pela página Festivais de Verão. O norte-americano vem ao festival que se realiza de dois em dois anos em Lisboa e sobe ao palco no dia 24 de junho, e, ao que tudo indica, será o cabeça de cartaz desse mesmo dia.
Segundo o mesmo meio, os bilhetes também deverão ser colocados à venda amanhã. Recorde-se que Bruno Mars esteve no passado mês de abril na MEO Arena (agora Altice Arena) com a digressão 24K Magic World Tour.
Recorde-se que, em 2018, o Rock in Rio-Lisboa vai acontecer nos dias 23, 24, 29 e 20 de junho de 2018, reduzindo o número de dias de festival de cinco para quatro dias. No entanto, aumenta o número de artistas no Palco Mundo para cinco atuações por dia.
Quanto ao preço dos bilhetes, haverá passes de fim de semana a 99€ e 117€, dependendo da altura em que forem adquiridos. Haverá também bilhetes diários à venda por 69€, o mesmo preço praticado na edição de 2016.
O Palco Vodafone deixará de ter tanta música alternativa, passando a apresentar uma programação mais “transversal”. Haverá, ainda, uma nova cenografia do Palco Mundo, uma Rock Street dedicada a África, uma Gourmet Square onde estarão alguns dos mais conceituados chefs e ainda novos espaços de entretenimento para um público mais jovem, onde se inclui o Digital Stage, palco que irá receber youtubers e outras personalidades do entretenimento online.
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Se és adepto de molhos, certamente que já compraste vários produtos da marca Paladin. É uma marca portuguesa de renome e cujos produtos são utilizados não só em milhares de casas espalhadas pelo país, mas também em vários restaurantes de norte a sul de Portugal.
Depois de ter apresentado na IFA, em Berlim, o seu primeiro processador com inteligência artificial, o Kirin 970, a Huawei conduziu hoje um evento em Munique onde apresentou os novos dispositivos da série Mate: Mate 10 e Mate 10 Pro, sendo esta a única versão a chegar a Portugal.
Foquemo-nos então no Mate 10 Pro. Alimentado pelo processador Kirin 970, plataforma de computação móvel com Inteligência Artificial e um NPU (Neural Processing Unit), o Mate 10 Pro consegue 25x mais desempenho e 50x maior eficiência em tarefas relacionadas à IA. Na prática, o terminal vai adaptar-se às diversas situações do dia-a-dia, percebendo quando e como deve otimizar a performance.
O seu corpo de vidro 3D é bem elegante e é simetricamente curvado em cada extremidade para que seja fácil de usar, apresentando uma excelente ergonomia para quem o quiser utilizar com apenas uma mão, apesar do seu tamanho. Tanto a parte frontal como a traseira contam com revestimento em vidro, o que lhe conferem um estilo único.
No ecrã, temos uma tela FullView Display OLED de 6 polegadas e resolução FHD+ com rácio de 18:9 e uma fina moldura. Este ecrã suporta a tecnologia HDR10, o que garante a exibição de cores mais vivas e intensas.
Já na parte traseira temos não só o sensor de impressões digitais, como uma barra reflexiva onde se destaca a nova e melhorada câmara dupla Leica. Portanto, temos um sensor RGB de 12MP e um sensor monocromático de 20MP que conta com estabilização ótica de imagem, abertura dual f/1.6, efeito Bokeh alimentado por IA e ainda zoom digital otimizado pela IA. Graças ao novo reconhecimento de objetos e cenários em tempo real, as configurações da câmara serão automaticamente otimizadas com base no objeto e no ambiente, traduzindo-se em imagens mais claras e nítidas. Na frente está ainda a câmara frontal de 8MP com abertura de f/2.0.
Para que tudo funcione sem problemas, o Huawei Mate 10 Pro vem equipado com uma bateria de 4000mAh com suporte à tecnologia Huawei SuperCharge e que conta com um sistema de gestão inteligente de bateria para otimizar a duração da mesma. A marca alega que um carregamento de 20 minutos pode servir para um dia inteiro de duração. Claro, tudo dependerá do uso dado pelo consumidor.
Quem adquirir o Mate 10 Pro terá um equipamento com o novo EMUI 8.0 da Huawei, tendo como base o Android Oreo 8.0. Neste caso, o Mate 10 Pro permite descolar o botão virtual home para onde quisermos no ecrã inicial, tem a capacidade de dividir o ecrã em dois para correr duas apps lado a lado e permite uma visualização das próprias aplicações em diferentes colunas. Além disso, é possível ligar o Mate 10 Pro a um monitor, e, desta forma, expandir o ecrã, havendo diversas possibilidades para esta funcionalidade.
O Huawei Mate 10 Pro contém ainda 6GB de RAM, 128GB de armazenamento interno e certificação IP67 para resistência à água e ao pó. Estará disponível em duas cores, Titanium Gray e Mocha Brown, a partir de 23 de novembro por 879,90€.
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Estamos numa era em que a oferta de equipamentos vai crescendo em todas as vertentes, dificultando cada vez mais nas escolhas de dispositivos. Neste caso, não bastava já a Huawei ter excelentes smartphones como o P10, como ainda teve a coragem de lançar uma sub-marca que tem dado muito que falar. Chama-se Honor e surgiu em 2013.
Tendo sido inicialmente criada para o mercado online chinês, esta empresa expandiu-se para o mercado internacional e conquistou clientes um pouco por todo o mundo. Neste caso, clientes jovens, pois os terminais desta sub-marca são orientados para um público com outras idades. E é neste mercado que se insere o Honor 9, smartphone que tivemos oportunidade de testar durante duas semanas.
DESIGN E ECRÃ
Assim que olhamos para ele, notamos um design audaz e alguns traços característicos do modelo anterior, o Honor 8. Mas tudo no Honor 9 é novo, e é quando o utilizamos que pensamos estar a usar um verdadeiro topo de gama… mas abaixo da barreira psicológica dos 500 euros. No fundo, é como se estivéssemos a usar um Huawei P10, mas da sub-marca Honor, pois toda a qualidade e irreverência a que a empresa chinesa já nos habituou está lá.
Com um corpo construído em metal e com um vidro traseiro com acabamento brilhante, o Honor 9 é um smartphone com um estilo clássico e perfeito de usar com apenas uma mão. A facilidade de utilização é enorme, o que faz com que queiramos passar horas e horas de volta dele.
Sejamos sinceros: o design imaculado e limpo conquistou os nossos corações. Com os seus cantos arredondados ao estilo edge e um peso de apenas 155g, estamos perante um equipamento altamente ergonómico e esbelto. Mas atenção: o Honor 9 é também muito escorregadio e fica com marcas de utilização na traseira, pelo que se recomenda o uso da capa de proteção transparente que vem incluída no pacote. Tira um pouco do charme, é verdade, mas é melhor do que ter surpresas desagradáveis no futuro.
Na parte traseira do dispositivo, temos uma câmara dupla e respetivo flash, e, na frente, temos a câmara frontal, um ecrã LTPS IPS LCD de 5,15 polegadas e resolução Full HD e um leitor biométrico (que também funciona como botão Home) na parte inferior. Neste ponto em específico, goste-se ou não do posicionamento do leitor, a verdade é que faz o trabalho de forma irrepreensível. Arriscamos mesmo a dizer que foi dos melhores leitores biométricos que já testámos.
Quanto ao ecrã propriamente dito, estamos perante um painel de imensa qualidade que transmite cores excelentes e profundas e que apresenta imagens nítidas, mesmo com luz solar a incidir diretamente. Achámos o contraste demasiado intenso, o que nos fez reduzir o brilho do ecrã de modo a ter uma experiência de uso ideal. E quando o fizemos, tivemos um dispositivo fantástico para o uso diário. Peca somente por ser apenas Full HD e não um Quad HD, por exemplo, mas esta foi uma decisão que teve em conta a vida da bateria.
DESEMPENHO E CÂMARAS
O processador Octa-Core Kirin 960 (o mesmo do Huawei P10), o GPU Mali-G71 MP8 e os 6GB de RAM na versão que recebemos dão ao Honor 9 um desempenho muito rápido e eficaz, sem quaisquer quebras. Mesmo que tenhamos várias apps pesadas e jogos a correr de fundo, o desempenho não irá sofrer com isso, nem o próprio aquecimento, que quase acaba por não se notar. Tendo em conta a utilização da RAM deste Honor 9, quem tiver a versão de 4GB de RAM não encontrará problemas.
Neste aspeto, também ajuda a EMUI da marca, aqui bem mais leve e elegante em relação a versões anteriores. As otimizações feitas por esta máscara facilitam a vida ao utilizador e tornam a experiência o mais agradável possível. Resta dizer que o Honor 9 irá receber a atualização para o Android 8.0 Oreo, o que faz todo o sentido.
No que toca às câmaras, e mesmo sem possuírem o nome da Leica, os sensores traseiros cumprem bem o seu papel, apesar de os resultados não serem tão entusiasmantes quanto os de um Huawei P10.
Aqui temos um sensor monocromático de 20MPe outro RGB de 12MP com uma abertura de f/2.2. A qualidade das fotos captadas é muito boa, mesmo com condições de baixa luminosidade. As imagens têm elevado contraste, são bem claras e nítidas e mostram diversos detalhes, o que permitirá perceber diversos pormenores nas imagens captadas. Em boa verdade, muitos smartphones hoje em dia trazem dois sensores traseiros que em nada melhoram a qualidade geral. O mesmo não se pode dizer do Honor 9, pois cada sensor faz o seu trabalho de forma exemplar, focando com rapidez e precisão tudo o que se pretende fotografar.
Apesar do Honor 9 contar com um zoom híbrido de 2X, sentimos falta de um estabilizador de imagem ótico, o que ajuda nas fotos noturnas. Há ainda vários modos de fotografia que os entusiastas podem experimentar.
Em vídeos, e apesar da boa qualidade de gravação e do bom som captado, o Honor 9 ressente-se da falta do OIS (estabilizador de imagem óptico), ou seja, os vídeos vão ter uns quantos tremores. Contudo, podemos usá-lo em algumas situações que ficamos com vídeos com bastante detalhe e cores fidedignas.
Já a câmara frontal, apesar de bastante convincente para selfies, apresenta muito grão nas imagens noturnas e, durante o dia, dá a sensação de que a própria foto captada está com os brancos demasiado realçados. Mas é bastante satisfatória para o que se pretende.
AUTONOMIA E SOM
No campo da autonomia, a bateria de 3200mAh do Honor 9 safa bem para um dia de uso intenso, conseguindo aguentar-se ate final do dia com uns 15% de carga restante. Caso o utilizemos de forma moderada, isto é, sem abusarmos na reprodução de vídeos e jogos e dados móveis, conseguimos autonomia para dia e meio. Mas como o Honor 9 tem carregamento rápido via USB-C, é aconselhável andar com o kit de carregamento atrás para o recarregar quando for mais conveniente.
Quanto ao áudio, aqui temos um dispositivo que tem afinação do DSP (Digital Signal Processor) por parte da Monster e um altifalante mono (sim, é uma pena não ser estéreo) com toque da Rainer Maillard. Para chamadas e reprodução de vídeo, o volume sai alto e encorpado, mas é com auriculares/auscultadores que o Honor 9 demonstra todo o seu potencial, especialmente se possuirmos uns auriculares/auscultadores de boa qualidade. Portanto, se usares o Spotify ou o Tidal para ouvires aquelas músicas que não saem do ouvido, terás aqui uma experiência enriquecedora.
EXTRAS
O Honor 9 possui um sensor de infravermelhos, algo pouco habitual neste tipo de equipamentos, mas que lhe permite controlar equipamentos como sistemas de áudio ou o próprio televisor. Por exemplo, se não soubermos do comando de um equipamento que tenha suporte a infravermelhos, podemos usar o Honor 9 para o controlar e resolver os problemas.
Alguns podem dizer que a ausência da capacidade de carregamentos sem fios é uma lacuna neste smartphone, porém, o que faz mesmo falta é uma certificação IP, pelo que é necessário um cuidado redobrado para não deixar cair o terminal à água.
CONCLUSÃO
O Honor 9 é daqueles smartphones quase perfeitos. Tem excelentes características, uma performance invejável e câmaras fantásticas para a sua gama. Só lhe falta mesmo resistência á àgua e um estabilizador ótico nos sensores fotográficos, mas por tudo o que dissemos e pelo preço de 429€ na loja oficial Vmall, fica impossível não recomendar este terminal.
O Honor 9 foi cedido para análise pela Honor.
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A operadora NOS está a informar os clientes que têm em casa TV sem box que passarão a contar com mais de 110 disponíveis sem que tenham de pagar mais por isso. A medida está a ser implementada pela operadora de forma faseada, por concelhos, esperando-se que, até final do ano, 750 mil clientes fiquem abrangidos.
Os clientes apenas terão de sintonizar os canais na sua TV. Para este efeito, e de modo a saber se o televisor conseguirá sintonizar os canais, a NOS tem no site uma série de modelos de várias marcas que não são compatíveis com esta alteração. Se for o caso, o cliente, caso queira ter acesso aos 110 canais, terá de alugar um sintonizador, com um custo de 0,99€ por mês. Caso não seja possível sintonizar os canais no televisor e o cliente decida não alugar o sintonizador, a partir de 30 de outubro os clientes nesta situação terão acesso apenas a 23 canais, um decréscimo dos 35 canais atuais.
É garantido que não só não haverá custos acrescidos, como também não haverá nova fidelização associada a esta oferta.
A oferta da NOS tem como objetivo alargar a quantidade de canais digitais que possui ao resto do país. Esperam-se também melhorias de eficiência de rede para o reforço da oferta de velocidade de internet fixa para todos os clientes da operadora.
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Quando no início deste ano a Razer adquiriu a fabricante Nextbit, responsável pelo smartphone Robin, um dispositivo Android focado no armazenamento na nuvem e com um design discreto mas interessante q.b., os rumores de que a marca de gaming estaria a preparar um smartphone Android começaram logo a ganhar forma. E parece que vão mesmo tornar-se realidade a 1 de novembro.
Na passada quarta-feira, a Razer anunciou através da sua conta oficial no Twitter um evento para o primeiro dia do mês de novembro. O tweet, que diz “WATCH for our biggest unveiling…” é ilustrado com uma imagem onde está um homem a segurar o que parece um smartphone. A confirmar-se, este deverá ser um equipamento com um foco muito específico nos videojogos. Afinal, a Razer é conhecida pelos seus acessórios gaming para PC.
Mas a Internet não descansou com o anúncio, e, 24 horas depois, o site GFXBench colocou online as especificações técnicas de um “Razer Phone”. Ao que tudo indica, este será um smartphone com um ecrã Quad HD de 5,7 polegadas e formato tradicional de 16:9, tendo no seu interior um processador octa-core Qualcomm Snapdragon 835, GPU Adreno com suporte a DirectX12 e API Vulkan e 64GB de memória interna (mas apenas 49GB estarão disponíveis para uso).
A imagem divulgada apresenta ainda dados poucos comuns, como uma câmara traseira de 11MP que grava a 4K, câmara frontal de 7MP e uns impressionantes 7.5GB de RAM. Estes detalhes ainda estão por confirmar, mas, ao que tudo indica, e além de contar com características de um topo de gama de 2017, este Razer Phone será altamente focado na experiência gaming.
Ainda não existem leaks de imagens do telemóvel propriamente dito. O mais perto que temos disso é um pequeno preview do mesmo através da seguinte imagem partilhada no Twitter no dia 4 de outubro.
Se olharem com atenção, no bolso do CEO da Razer, Tan Min Liang, está um dispositivo com um formato de um smartphone e o logo da marca.
Se és daqueles que sempre pensou em utilizar o browser da Microsoft no teu smartphone, então temos boas notícias para ti.
Na semana passada surgiu uma versão preview do Microsoft Edge, mas só para alguns testers. Esta semana surgiu a versão beta, mas desta vez disponível para todos, pelo que já a podes descarregar para o teu Android.
E faz todo o sentido. A própria Microsoft sabe das mais-valias em disponibilizar o seu browser em outras plataformas. No caso do Microsoft Edge, a versão Android traz a funcionalidade Continue on PC. Basicamente, faz com que seja possível continuares aquilo que estavas a ver ou fazer no smartphone, mas desta vez no PC, e no exato ponto onde paraste.
No entanto, isto só será possível com a nova atualização do Windows 10, Fall Creators Update, a ficar disponível para download na próxima segunda-feira dia 17 de outubro. Podes seguir este fantástico tutorial do Windows Central para que consigas usar esta funcionalidade sem qualquer problema.
Ou seja, se tiveres um separador aberto no Android, o mesmo irá aparecer no PC. Isto aplica-se também às secções Lista de Leitura, Favoritos e Separadores Privados. E o mesmo acontece no inverso, ou seja, o histórico do Edge no PC estará visível no Android.
Também está prometida uma versão iOS, que deverá ficar disponível muito em breve.
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Durante o dia de hoje, o grupo francês Altice, fundado por Patrick Drahi, realizou um encontro com mais de 1500 convidados, onde estiveram presentes universidades, startups, parceiros tecnológicos, entre outros, e mais de uma centena de executivos do grupo a nível mundial, para anunciar a mudança de nome da MEO Arena. É mesmo oficial, o “antigo” Pavilhão Atlântico passa a chamar-se Altice Arena.
As contas de Facebook e Twitter já mudaram para o novo nome. Há, também, uma nova imagem.
Foi no passado mês de maio que a empresa francesa anunciou que iria unificar as diversas marcas do grupo. E, em Portugal, o terreno foi sendo preparado, até porque 2018 foi o prazo limite estabelecido para se fazer o rebranding das marcas.
Por exemplo, o nome MEO passou a surgir no exterior como sendo uma empresa detida pela Altice. Em setembro, quando o FC Porto jogou contra os turcos do Besiktas para a fase de grupos da Liga dos Campeões, as camisolas envergadas pelos jogadores surgiram com a marca Altice. E faz sentido. Afinal, a Liga dos Campeões é um evento com grande exposição mediática.
Ao que tudo indica, também os festivais com o patrocínio da MEO devem mudar de nome, sendo algo que deverá ficar decidido até ao próximo mês de junho. Este rebranding poderá fazer com que o MEO Sudoeste e MEO Marés Vivas ganhem outros nomes: Altice Sudoeste e Altice Marés Vivas, respetivamente.
Além da mudança de nome, e de modo a amplificar este passo, está a ser preparada uma campanha de televisão e de publicidade exterior para assinalar a mudança de nome. E, como é lógico, a MEO, detida pela Altice, irá participar na Web Summit, feira tecnológica que irá decorrer de 6 a 9 de novembro na MEO Arena e que deverá receber 60 mil participantes.
Outros eventos como concertos e a final da Eurovisão deverão já acontecer em Lisboa na “nova” Altice Arena.
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Mas só se os proprietários dos espaços deixarem. As propostas do PAN, Bloco de Esquerda e PEV foram hoje aprovadas pelo Parlamento, embora com votações distintas.
Começando pelo projeto do PAN, esta nasceu de uma petição do deputado único André Silva, com o objetivo de alterar uma legislação de 2015 que não permitia a entrada de animais em espaços fechados de restauração e bebidas, mesmo que o proprietário do espaço desse a devida autorização.
Assim, a proposta do PAN refere que a decisão de autorização para os estabelecimentos comerciais passará pelos proprietários, pelo que, apesar de não terem acesso a áreas de maneio e confeção de alimentos, os amigos de quatro vão passar a poder entrar em estabelecimentos fechados de restauração, cabendo a última palavra ao proprietário.
O projeto do BE, também aprovado, defende a possibilidade de os estabelecimentos criarem uma área sinalizada para acolher animais de estimação. No entanto, dificilmente os espaços verão com bons olhos esta medida, já que essa área sinalizada pode roubar espaço a clientes dentro dos restaurantes.
Por último, o projeto do Partido Ecologista “Os Verdes” diz que o porte ou comportamento dos animais não pode causar transtorno para os restantes clientes do espaço.
É uma excelente iniciativa e até praticada um pouco por toda a Europa, porém, requer alguns cuidados especiais. Apesar de muita gente ficar felicíssima com estas aprovações, outras nem por isso, já tendo criticado as opções dos partidos nas redes sociais. Há pessoas com alergias, há pessoas com pavor a animais devido a traumas do passado, há pessoas que detestam animais, há pessoas que não suportam alguns comportamentos dos nossos patudos quando na presença de outros e ainda há as necessidades dos animais. E não esquecer que estamos em Portugal, um país (bastante) retrógrado.
Isto obriga a uma reflexão por parte dos clientes, que poderão decidir entre ir ao restaurante do costume ou ficar em casa. Todavia, é algo que pode também levar mais clientes aos restaurantes, na medida em que muitos portugueses sempre sonharam levar os seus patudos num almoço ou jantar.
Há também vários locais no nosso país que já permitem a entrada de animais, mas, essencialmente, vai ser necessário bom senso para que tudo decorra sem problemas. E, desde que os donos tenham educado bem os seus animais, então estes projetos serão um verdadeiro sucesso.
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O festival eletrónico Neopop vai ganhando cada vez mais importância a nível nacional, chamando, também, cada vez mais atenção de público estrangeiro.
Para 2018, o festival já tem datas marcadas: acontece entre os dias 9 e 11 de agosto em Viana do Castelo, ou seja, mantendo sempre a cidade que o viu nascer.
Para já, ainda não há qualquer nome anunciado no cartaz, mas é de crer que, até ao final do ano, surjam novidades nesse sentido. No entanto, o passe de três dias já está à venda e pode ser adquirido nos locais habituais e Internet por 65€. Estes bilhetes são early bird, ou seja, quando esgotarem, haverão novos passes à venda, mas desta vez mais caros, à semelhança de anos anteriores.
Entre as novidades anunciadas, a organização releva “a vontade de abrir as portas do festival a Viana do Castelo, envolvendo-a ainda mais na celebração da música de dança”.
Além disso, ficou-se também a saber que haverá novas áreas no recinto do Neopop e que a música irá estender-se à cidade, neste caso, “através de pequenas intervenções artísticas ao longo da semana que precede o evento”.
A edição deste ano também gerou um retorno financeiro em Viana do Castelo de 3,5 milhões de euros. Deste montante, 1,3 milhões de euros foram gastos no setor da restauração, 944 euros em alojamento, 998 euros no comércio local e 285 euros em deslocações e viagens no distrito.
Segundo o estudo da consultora Ernst & Young Global Limited, a edição deste ano recebeu visitantes de 52 países, revelando que o Neopop tem cada vez mais aderência lá fora.
Na edição deste ano, o Neopop recebeu 30 mil pessoas que assistiram a atuações de bandas como Kraftwerk, Moderat, entre muitos outros.
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Foi no ano passado que surgiu o TheFork Fest, um evento que, à semelhança de iniciativa como o Restaurant Week, permitia ir a restaurantes mais consagrados/luxuosos, e, no final, ter uma experiência a metade do preço. A grande mais valia do TheFork Fest em relação a outras iniciativas era que, ao invés de existir um menu específico para o evento, o desconto de 50% incidia sobre todas as opções da carta, exceção feita às bebidas, tendo de haver, também, um consumo mínimo e obrigatório por pessoa.
Pois bem, como a iniciativa foi um sucesso, os responsáveis resolveram concretizar uma nova edição do TheFork Fest, que começou já no passado dia 11 de outubro e que decorre até dia 29 deste mês. O desconto é o mesmo: 50% sobre os preços da carta. E, desta vez, não há consumo mínimo obrigatório.
Neste segundo ano, juntam-se uma série de restaurantes de Lisboa, Porto e Funchal. São mais de 110 espaços nas três cidades que aderiram à iniciativa.
Em Lisboa participam 71 restaurantes, entre os quais Dom Queijo, La Paparrucha, COW Beef & Cocktails, Populi, Grill Four Seasons e Tacho Real. No Porto, juntam-se 28 restaurantes, onde poderão experimentar as opções de restaurantes como Euskalduna Studio, Gull, The Blini ou RIB Beef & Wine. Finalmente na capital madeirense, 13 são os espaços que participam no TheFork, incluindo o Restaurante do Forte e Design Centre Nini Andrade Silva, por exemplo.
Como dissemos, a iniciativa começou no passado dia 11 de outubro, mas até dia 17 de outubro, o TheFork Fest é exclusivo para clientes Millenium BCP que paguem a refeição com cartão de débito ou crédito.
Após essa data, a iniciativa estará aberta a todos os clientes, sendo que a reserva deverá ser feita através da plataforma do TheFork. E o melhor mesmo é reservarem já para o dia que pretendem, pois é bem provável que aquele restaurante que tanto querem experimentar vá acabar por esgotar as reservas.
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