Análise – Portátil HP ZBook 15 G4

Que tipo de computadores é que imaginam que os astronautas da NASA usariam na Estação Espacial Internacional? A HP diz-nos que é a sua linha de Workstations ZBook, e, após experimentarmos um dos seus modelos, o HP ZBook 15 G4, estamos convencidos que se calhar é verdade.

Certamente que os tais astronautas não usam este modelo em específico, mas o ZBook 15 G4 que recebemos é uma demonstração quase absurda do que é possível meter num computador portátil.

Este não é um dispositivo casual, muito menos hardcore, ou direcionado para os videojogos. Ainda que tenha folgo para este tipo de actividades, o ZBook 15 G4 é uma máquina de trabalho, daí ser uma Workstation.

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É uma máquina criada para a alta performance e para ser extremamente rápido e eficiente em processamento e de cálculos. Está preparado para diversas utilizações em qualquer ambiente. Não é, por acaso, que é um tipo de dispositivo concebido com a ajuda de parceiros como a Adobe e a Autodesk.

O modelo que nos passou pelas mãos é impressionante, considerando que é um dispositivo móvel. No seu interior contámos com um processador Intel Xeon E3-1535M v6 de 3.10GHz, uma monstruosa memória de 64GB DDR4 e, a juntar a isto, uma NVIDIA Quadro P500 com 16GB de memória vídeo GDDR5. 

Perguntamos nós: com características destas, o que é suposto fazermos com tanto músculo?

Este não é o típico computador para ir ao Facebook ou ao Gmail, mas pasmem-se que certamente o poderão fazer enquanto abrem dezenas e dezenas de tabs no vosso browser, ao mesmo tempo que podem fazer outras operações em aplicações pesadas (como o Adobe After Effects) ou o software de renderização 3D (Unity e Unreal).

Enquanto fãs de videojogos, fomos, obviamente, testar as suas capacidades gráficas. Mais uma vez, esta não é uma máquina de jogos. Apesar da sua potente placa gráfica, estamos perante um componente desenhado para o processamento 3D em tempo real, sendo direcionado a artistas e produtores.

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O chipset da NVIDIA Quadro P500 será, aproximadamente, equivalente ao de uma GeForce GTX 1070, capaz de produzir imagens de alta qualidade até 4K sem grande esforço. Jogos como The Witcher 3 e Mass Effect: Andromeda mostraram com alguma facilidade o que o ZBook 15 G4 é capaz em termos gráficos. Com predefinições perto do máximo, estes jogos correm com facilidade a 30fps a 4K.

Mas sendo uma máquina para trabalhar os bastidores destes produtos, virámo-nos para as aplicações gratuitas do Unity e da Unreal, que nos permitem testar demonstrações gráficas com as últimas novidades do mercado. Foi ao vermos estas demonstrações a correrem em tempo real e a possibilidade de as manipularmos que percebemos a razão de existência de computadores deste calibre.

O ZBook 15 G4 também vem preparado para a utilização dos mais recentes headsets de realidade virtual, mas, durante o nosso teste, não tivemos equipamento disponível para experimentar.

Estes pequenos testes revelam a capacidade de cálculo desta máquina, capaz de processar milhões de operações por segundo sem grande problema.

Para tirar total partido das suas capacidades internas, o nosso Zbook 15 G4 veio equipado com um ecrã UHD 4K de apenas 15 polegadas e com tecnologia HP DreamColor que suporta mais de mil milhões de cores. Esta tecnologia pode ser uma mais valia para quem trabalha em produção de vídeo e fotografia, sendo garantido que irá obter resultados mais precisos.

A nível de som, este equipamento recorre à sua parceira Bang & Olufsen com um sistema estéreo HD embutido, cuja performance é equivalente a uma boa coluna Bluetooth com subwoofer incluído.

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A HP fornece ainda uma série de aplicações que ajudam a gerir os recursos da máquina e que nos acompanham para obter a melhor estabilidade e a gerir os consumos deste equipamento. Neste caso, vem equipado com uma pujante bateria de longa duração de 9 células de polímero (90 Wh) que permite uma utilização intensiva quase até às duas horas, mas que se multiplica com uma utilização mais casual.

O ZBook 15 G4 não é um computador propriamente bonito. É grande, pesado, grosso, sendo mais um transportável do que um portátil. Ainda assim, apresenta-se com linhas bastante simples e modernas, e, se ignorarmos a sua grossura quando aberto, aparenta ser um computador bem premium.

A sua aparência deve-se, obviamente, aos seus componentes de alto desempenho, à necessidade de ter muita ventilação e para permitir encaixar nas suas laterais todo o tipo de ligações físicas possíveis.

Ao ZBook 15 G4 não faltam portas e entradas. Na lateral esquerda temos uma porta de rede RJ-45, três portas USB 3.0 e leitor de cartões SD. No lado direito temos duas USB-C, uma porta VGA, uma porta HDMI, outra USB 3.0, o jack 3.5mm estéreo e até um smartcard reader. De fora só fica mesmo um leitor de CD/DVD.

Segundo a HP, este computador está preparado para os ambientes mais extremos com resistência ao pó, quedas e a utilizações mais agressivas. Não fizemos nenhum teste de resistência, mas a solidez do ZBook 15 G4 revela que está preparado para qualquer coisa.

Claro que um equipamento tão bem preparado e com um desempenho direcionado para profissionais vem com um custo, obviamente, elevado.

O Zbook 15 G4 pode ser adquirido com várias configurações diferentes do nosso produto de teste e está disponível com um preço indicativo que começa nos 2384€.

A questão que se coloca é: vale o investimento? Para o comum dos mortais, obviamente que não. Mas se o vosso trabalho requer modelação e manipulação 3D, multitasking intensivo, produção multimédia a nível profissional e alguma versatilidade, talvez seja uma boa opção. Para o que é, é uma excelente máquina.

nota final 8

O equipamento foi cedido para análise pela HP.

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HP tem as Workstations mais potentes do mundo

Em formato portátil ou desktop, a verdade é que com estas novidades a HP vem responder às necessidades de computação exigidas por vários profissionais. E há várias opções para todos os gostos. Por um lado temos as Workstations desktop HP Z8, Z6 e Z4, e, por outro, a workstation destacável Zbook x2.

As versões desktop têm muita potência e funcionalidades de segurança avançadas, como o HP SureStart (a primeira BIOS com auto-recuperação com detecção de intrusão), além de um design inovador.

O modelo HP Z8 G4 é tido como a workstation mais poderosa do planeta ao conseguir executar simulações 3D e editar vídeos 8K em tempo real com até 56 núcleos de processamento e até 3TB de memória principal. Esta versão suporta até dois CPUs e um módulo de rede opcional de 10 GbE para redes de alta velocidade, incluindo, ainda, um modulo frontal IO com portas USB 3.1 G2 Type C.

Já o seu design novo tem condutas que encaminham o ar fresco para o segundo CPU, em vez de reciclar o ar quente das condutas do primeiro CPU, e tem um chassis modular que permite o acesso traseiro à fonte de alimentação de 1700W com mecanismo de bloqueio, a 24 DIMMs e a um total de nove slots PCIe.

O modelo do meio, o Z6 G4, foi concebido tendo em mente as necessidades dos técnicos de efeitos especiais VFX ao suportar as mais recente gráficas profissionais, 384 GB de memória do sistema e slots duplas M.2 SSD PCIe HP Z Turbo Drive. Tal como o modelo anterior, também este Z6 G4 é modular, podendo o utilizador adicionar um segundo processador e solução de memory riser, duplicando, desta forma, as capacidades de computação.

A última destas workstations portáteis é o modelo Z4 G4, que, ao ter sido redesenhado, permite opções de atualização de desempenho nunca antes disponíveis numa estação de trabalho HP de processador único. Os novos processadores Intel Xeon W são os ideais para os utilizadores de CAD e o design industrial elegante e moderno deste Z4 G4, que inclui alças ergonómicas dianteiras e traseiras, um chassis muito mais pequeno para espaços de trabalho limitado e uma nova opção de filtro de poeira para ambientes industriais, tornam este equipamento o ideal para o ambiente de escritório do futuro.

Para complementar o uso destas workstations, recomenda-se a aquisição de um dos novos sete monitores HP Z, concebidos para clientes mais exigentes que necessitam de uma excelente qualidade de ecrã e de melhor segurança. Daqui, destacamos o monitor HP Z38c curvo, que dispensa o uso da moldura central das configurações de monitor duplo. Com uma grande curva diagonal de 37,5 polegadas com um raio de 2300 mm e proporção de 21:9, este é um equipamento com ecrã 4K e densidade de pixéis otimizada.

Os restantes monitores desta gama variam entre 21,5 e 27 polegadas, contendo, cada um deles, um conjunto de funcionalidades baseado no feedback dos clientes para otimizar o fluxo de trabalho dos utilizadores finais. São ecrãs praticamente sem margem e com calibração de cores de fábrica para garantir uma precisão de cores ideal e a flexibilidade de ligações em todos os equipamentos.

Preços e Disponibilidade do Portfólio HP Z

A Workstation HP Z8 está disponível a partir de €4,500.
A Workstation HP Z6 está disponível a partir de €2,500.
A Workstation HP Z4 estará disponível em Portugal em dezembro a partir de €2,000.
O monitor HP Z38c Curved Display estará disponível a partir de €1,450.
O monitor HP Z27n G2 Display estará disponível em Portugal em janeiro de 2018 a partir de €520.
O monitor HP Z24nf G2 Display está disponível a partir de €268.
O monitor HP Z24n G2 Display estará disponível em Portugal em janeiro de 2018 a partir de €375.
O monitor HP Z24i G2 Display está disponível a partir de €330.
O monitor HP Z23n G2 Display está disponível a partir de €248.
O monitor HP Z22n G2 Display está disponível a partir de €218.

Resta falar do HP ZBook x2, a workstation destacável mais poderosa do mundo e concebida para artistas, designers e profissionais de imagens digitais.

Representando a interseção entre mobilidade e desempenho, temos aqui um chassis em magnésio e alumínio com apenas 1,6kg e 14,6 mm de espessura em modo tablet e 2,2 kh e 20,3 mm no modo laptop. Sim, é possível utilizar o equipamento da forma que for mais conveniente.

O ZBook x2 vem com um ecrã multi-touch 4K de 14 polegadas e com um ecrã HP DreamColor opcional de 10 bits calibrado a 100% da Adobe RGB. Este equipamento possui o ecrã destacável mais avançado do mundo, diz a HP, e é sensível ao toque anti-reflexo. No modo encaixado, é possível alimentar monitores duplos de 4K com o uso da HP ZBook Dock com Thunderbolt 3.

Inclui até 4,2 GHz Intel Turbo Boost graças às opções de processadores quad-core da marca, gráficas NVIDIA Quadro e 32GB de RAM, disponibilizando, ainda, até 2TB de armazenamento PCIe local. Pode alcançar as 10 horas de autonomia, dependendo da utilização que cada utilizador dá, e, tal como outros equipamentos da marca, conta com carregamento ultra-rápido, fazendo com que fica com 50% de bateria com apenas 30 minutos de carga.

Este HP ZBook x2 garante também a segurança com a tecnologia HP Sure Start Gen3 para proteção da BIOS, TPM 2.0 para criptografia baseada em hardware para garantir credenciais e ainda métodos de autenticação seguros através do Smart Card Reader e do HP Client Security Suite GEN3 para proteger dados, dispositivos e identidade, incluindo reconhecimento facial e leitor de impressão digital.

Para que o trabalho fique otimizado o mais possível, a marca aconselha ainda o uso da sua caneta com este dispositivo para que os utilizadores possam criar sem interrupção. A caneta não tem bateria e responder instantaneamente para criar um movimento natural. Oferece 4,096 níveis de sensibilidade e pressão, com capacidades de inclinação multidirecional e inclui um apagador dedicado.

Quanto a preços e disponibilidade, o HP Zbook x2 deverá ficar disponível em dezembro a partir de 1949€.

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Os melhores sítios para festejar o São Martinho

Falta menos de uma semana para a chegada do São Martinho, que tende a celebrar-se no dia 11 de novembro.

Como os portugueses gostam de dizer, no dia de São Martinho “comem-se as castanhas e prova-se o vinho”. Se és fã das tradições do magusto em Portugal, a Momondo revela-te quatro localidades que não podes mesmo deixar de conhecer. E nós ainda damos um bónus.

Portimão é uma delas. A Feira de São Martinho de Portimão remonta a 1662 e é o evento mais popular da localidade. Consegues encontrar de tudo na feira: brinquedos, produtos agro-alimentares, calçado, bijutarias, e, claro, as tradicionais castanhas assadas. Para os mais novos há ainda jogos de sorte, carrinhos de choque, entre outros divertimentos. Mas, se fores a Portimão, aproveita para conhecer a Praia da Rocha ou os Passadiços do Alvor, que, ao longo de três quilómetros, unem as praias dos Três Irmãos à Ria de Alvor.

Já em Açor, localidade do Fundão, celebra-se anualmente a exposição gastronómica Artes de Sabores da Maúnca, que festeja a chegada da castanha assada, contando ainda com bolos típicos denominados de miaus, chanfana e feijão com couve. Se andares por estes lados, certifica-te que fazes uma visita às Aldeias do Xisto, pois irás surpreender-te com os percursos pedestres, praias fluviais e aldeias de montanha.

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Em Vila do Conde a tradição passa por acompanhar um prato de castanhas com roscas de pão de trigo e nozes. Parece-te bem? A nós também. Caso te encontres na cidade, passa pela Praça da República e visita a Igreja e Convento de Santa Clara, a Casa dos Vasconcelos ou o Aqueduto.

A última das sugestões da Momondo é Vila Viçosa, onde se comemora o Magusto da Velha. Reza a lenda que a velha deixou um grande legado à Igreja da Vila do Porco e, em troca, todos os anos seria feita uma festa em sua honra. Neste caso, no dia 26 de dezembro, e com os sinos a tocar, são atirados 150 quilos de castanhas do cimo do campanário da igreja, que, com a ajuda de 150 litros de vinho tinto, ajudam a brindar à velha. Nestes lados do país, poderás visitar o Castelo e passar pelo Museu da Caça ou da Arqueologia.

São Martinho

Agora a nossa sugestão. Para quem vai para os lados do Ribatejo, a paragem obrigatória passa pela Feira da Golegã, uma das mais antigas e perenes manifestações da identidade ribatejana, fazendo, por isso, parte da cultura nacional. Estando já a decorrer até 12 de novembro, aquela que também é considerada a Feira de São Martinho da região promete um excelente serão juntamente com várias tasquinhas onde poderás beber alguns licores e comer umas belas castanhas assadas, ao mesmo tempo que assistes a várias demonstrações de variadas espécies de cavalos.

Caso estejas pela zona, e antes de ires para a feira, aproveita para visitares o Castelo de Almourol, o Convento de Cristo e o Museu Nacional Ferroviário.

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HP tem dois novos produtos na linha Spectre

Há novidades da HP na sua linha premium de consumo com a última geração dos portáteis HP Spectre 13 e HP Spectre x360 13. Trazem novos processadores, maior autonomia e ecrãs mais vívidos com designs mais elegantes e angulares.

A segunda geração do Spectre 13, que a marca diz ser o portátil touch mais fino do mundo (10,4mm), foi construído a partir de alumínio CNC e fibra de carbono, sendo apresentado em Cerâmica Branca com acabamento polido Pale e ecrã Corning Glass NBT com resolução de até FHD.

Esta gama traz os novos processadores quad-core de 8ª geração Intel Core i7, até 256GB PCIe SSD9, até 16GB de RAM LPDDR3 e uma bateria de até 11,5 horas de autonomia, dependendo sempre da utilização. Graças à tecnologia HP Fast Charge, este Spectre 13 vai dos 0 aos 50% de bateria com um carregamento de apenas 30 minutos.

Há também a exímia qualidade de áudio fornecida pela Bang & Olufsen, parceira da HP nesta área.

Quanto ao redesenhado HP Spectre x360 com o seu corpo de alumínio esculpido CNC com linhas angulares, pode ser usado como portátil ou tablet e traz agora um ecrã mais vívido com resolução de até FHD.

Equipado com processador quad-core Intel Core i5 ou i7 de 8ª geração, memória RAM de até 16GB LPDDR3 e opções até 512GB PCIe SSD, este será um excelente equipamento tanto para profissionais como para outro tipo de utilizadores.

A segurança também foi assegurada com a inclusão de um leitor de impressão digital localizado na parte lateral, além de uma câmara HP Wide Vision FHD IR para iniciar a sessão via reconhecimento facial.

É ainda possível utilizar a caneta Windows Ink Certified para uma experiência de desenho e escrita mais natural com pressão da caneta e toque simultâneos. Mesmo com inclinação, a caneta é sensível à pressão para gravar com precisão em qualquer modo. A caneta inclui uma bateria recarregável USB-C e 15 segundos de carga asseguram ao utilizador até 198 minutos de uso.

No que toca a preços e disponibilidade, o HP Spectre 13 fica disponível este mês a partir de 1599€. Já o HP Spectre x360 fica disponível também este mês a partir de 1299€.

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National Geographic Exodus Aveiro Fest traz alguns dos melhores fotógrafos e videógrafos de aventura do mundo a Portugal

O evento não é novidade no país, pois antes designava-se por Festival Internacional de Fotografia e Vídeo de Viagem e Aventura, mas é a primeira edição a realizar-se com o apoio e naming National Geographic.

A realizar-se nos dias 1, 2 e 3 de dezembro no Centro de Congressos de Aveiro, o National Geographic Exodus Aveiro Fest traz alguns dos melhores fotógrafos e videógrafos de aventura do mundo ao nosso país, que irão partilhar as suas imagens e vídeos de expedições aos lugares mais remotos do planeta, além de histórias de provação e desafios radicais.

Ao aliar-se ao evento, a National Geographic tem como objetivo motivar as pessoas a agir, a contar histórias e a promover a geração de novas ideias e de inovação.

Entre os artistas convidados estão os fotógrafos GMB Akash, Ami Vitale, Pete McBrinde e Jody MacDonald, colaboradores da revista National Geographic e Michael Clark, um dos mais conceituados fotógrafos de aventura e desportos radicais.

Além da partilha de imagens e de vídeos, haverá ainda neste festival sessões de networking ente os participantes convidados, exposições fotográficas, speaking sessions (60€ para os dois dias em que haverão estas sessões), travel talks, masterclasses (120€ cada), atividade de enriquecimento criativo, stands de apresentação de novas tecnologias e late night sessions.

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LUZA: Festival de luz chega ao Algarve

É de 24 a 26 de novembro que vai decorrer em Loulé o Festival Internacional de Luz do Algarve – LUZA, um evento cultural único na região que apresenta o trabalho de dezenas de artistas nacionais e internacionais.

Durante três dias, a cidade algarvia vai receber performances de luz, cor e som, projeções multimédia e interativas que se propõem a mostrar o melhor da cultura, costumes e tradições da região do Algarve.

Logo no primeiro dia, o ponto alto está marcado para as 18h30 no Convento de Santo António, em que os participantes serão convidados a percorrer um percurso pelas ruas da cidade até ao Coreto, passando por várias performances onde será possível interagir com os artistas e onde os monumentos irão transformar-se em telas gigantes ao ar livre.

Durante os dias do festival LUZA, a partir das 19h até à meia noite, a fachada do Mercado Municipal será palco de um espetáculo de vídeo mapping, com sessões a todos os 45 minutos.

De destacar ainda a Exposição sobre Luz e Instalação de ByBeau, a conferência Working with Light no dia 24 de novembro, às 15h, no Cine-teatro Louletano, e o Torch Light Parade, no dia 25 de novembro, entre as 18h30 e as 23h. Todas as atividades são de entrada livre.

Entre os artistas, destacam-se as participações de ByBeau Studio, Grandpas’Lab, Felipe Mejías, Boris Chimp 504, Musson+retallick, Plex Noir e os poloneses Joaquim Slugocki & Katarzyna Malejka.

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Netflix vai ter uma segunda série original alemã e uma série documental sobre a Juventus FC

Comecemos por Dogs of Berlin, a segunda série original alemã com produção Netflix, um thriller de ação/mistério policial com elementos de suspense que ocorrem em diferentes submundos da cidade moderna de Berlim.

Realizada pelo especialista em thrillers, Christian Alvert, a trama centra-se à volta do assassinato de uma estrela de futebol alemã de ascendência turca que ocorreu na véspera de um jogo internacional em Berlim-Marzhan.

Em Dogs of Berlin, Felix Kramer e Fahri Yardim são dois polícias pouco convencionais que lutam contra o crime no submundo de Berlim. Neste elenco, estão ainda Katharina Schüttler, Anna Maria Mühe, Katrin Sass, Hannah Herzsprung, Antonio Wannek, Mišel Matičević, Jasna Fritzi Bauer e Constantin von Jascheroff.

O realizador Christian Alvart é ainda responsável pelo argumento e produção da série, ao qual se junta Sigi Kamml. As filmagens começaram esta semana, em Berlim, sendo que a série, de 10 episódios, tem estreia prevista para 2018.

No que toca à primeira série original alemã com produção Netflix, chama-se Dark e tem estreia agendada para o próximo mês, mais especificamente a 1 de dezembro. Vê em baixo o trailer.

Quanto à série documental sobre a Juventus FC, é algo inovador nesta área, uma vez que, nestes episódios de uma hora, teremos uma nova perspetiva sobre os jogadores e instalações da Juventus durante a época de 2017-2018.

Os fãs e adeptos do clube terão acesso aos “bastidores” do clube e sentir-se-ão mais próximos que nunca dos jogadores, permitindo-nos acompanhar as histórias e as personagens mais interessantes numa vertente pessoal e profissional, dentro e fora de campo.

A Juventus é o primeiro clube de futebol a ser tema de um Documentário Original Netflix. A série documental tem estreia prevista para o início de 2018.

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Comédia por Uma Causa Séria sensibiliza para as doenças oncológicas

É desde 2010, e pelo menos durante uma noite, que o humor tem vindo a confundir-se com solidariedade. A iniciativa Comédia por Uma Causa Séria já é tradição e, em 2017, não é exceção.

Na próxima sexta-feira, 10 de novembro, às 21h30, no Grande Auditório do Centro Cultural de Belém, em Lisboa, vai decorrer mais uma edição do Comédia por uma Causa Séria, iniciativa pioneiro da Pfizer Oncology apoiada pela Associação Portuguesa de Urologia, Grupo Português Génito-Urinário, Grupo de Estudos do Cancro do Pulmão, Grupo de Investigação do Cancro Digestivo, Grupo de Estudos de Tumores Neuroendócrinos, Intergrupo Português do Melanoma, Sociedade Portuguesa de Senologia e a Sociedade Portuguesa de Oncologia.

O objetivo é alertar e sensibilizar a opinião pública para as doenças oncológicas em todas as suas formas, continuando a reforçar a importância dos comportamentos preventivos e do diagnóstico precoce.

Estarão presentes cerca de 1200 pessoas, num espetáculo que tem entrada gratuita para o espetador. Serão revertidos 10 euros por entrada para a Liga Portuguesa contra o Cancro (LPCC), portanto não deves mesmo faltar a esta noite.

O espetáculo será apresentado por Jorge Gabriel, que desde 2016 assumiu a responsabilidade de embaixador desta causa, e terá ainda a presença de Aldo Lima, um dos humoristas pioneiros com o genéro stand-up comedy no país, e do mágico Hélder Guimarães, o único português a entrar na exclusiva lista de Campeões Mundiais de Magia.

Pelo Comédia por Uma Causa Séria, já passaram nomes como ‘Comédia a La Carte’, Nilton, Bruno Nogueira, Salvador Martinha, ‘The Boy with tape on his face’, Marco Horácio, Eduardo Madeira, Luís Franco Bastos ou Pedro Tochas, todos eles grandes nomes da comédia nacional.

O Comédia por Uma Causa Séria já angariou 107 mil euros até à data, tendo decorrido em edições anteriores em espaços como o Coliseu dos Recreios ou o Tivoli.

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Reportagem: Moonspell no Lisboa Ao Vivo

O mote já tinha sido dado há algum tempo atrás. Afinal, este era o primeiro álbum cantado inteiramente em português pelos Moonspell, e, ainda por cima, inspirado no terramoto de 1755 que assolou Lisboa.

Dia 30, às 22h30, estava previsto o primeiro concerto de apresentação e celebração do novo álbum 1755 da banda portuguesa. Minutos antes da hora marcada, entrámos na sala e desde logo nos deparámos com um cenário animador: muitos fãs e muitos deles vestidos a vigor.

À hora marcada ouviram-se os primeiros acordes de fundo da versão orquestral do tema “Em Nome do Medo”, com o Convento do Carmo em pano de fundo. A pouco e pouco foram surgindo os elementos em palco, depois da sua família estar toda em palco, surgia finalmente Fernando Ribeiro, o mestre de cerimónias, envergando uma máscara de corvo.

Arrancam a todo o gás com a faixa-título do álbum, sentimos, desde logo, a comunhão entre o público e a banda. Homem de muitas palavras, o vocalista Fernando Ribeiro acabou por revelar que não queria falar muito devido a ser uma noite especial, mas acabou por comunicar bastante com o público, revelando, a pouco e pouco, como tudo aconteceu e o que os levou a inspirarem-se na tragédia para a conceção deste fenomenal álbum.

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Logo após “1755”, vem a fantástica “In Tremor Dei”, que conta com a participação do fadista Paulo Bragança. O músico interpretou ao vivo este tema com Fernando Ribeiro, e, vestido a rigor, assistimos ali, num frente-a-frente, a um belo duelo de vozes.

“Desastre”, “Abanão”, “Evento” e “1º Novembro” foram os temas que se seguiram, quase como se estivéssemos a reviver o cataclismo daquele ano. Se em álbum são poderosas, ao vivo estas músicas ganham nova pujança, percebendo-se que os Moonspell vestiram facilmente esta “nova” pele. Debitam cada acorde com a facilidade do costume, e, com a voz de Fernando Ribeiro no ponto, pareciam temas que já eram executados há muito tempo.

Continuando na era do terramoto, fomos até às “Ruínas”, para, logo depois, nos chegarem “Todos os Santos”, porventura um dos melhores temas deste novo álbum dos Moonspell. Terminámos o regresso ao passado com a “Lanterna dos Afogados”, que faz referência “a uma luz no túnel”.

E podia ter acabado por aqui, teria sido uma belíssima noite em que passámos da catástrofe à bonança. Mas os Moonspell não estavam satisfeitos, nem sequer o público, pelo que houve um regresso a temas já muito populares da banda internacional portuguesa.

“Agora vamos regressar ao passado dos Moonspell, relaxar e aproveitar alguns dos nossos clássicos”, referiu o vocalista, que aproveitou para dizer que todo o concerto tinha sido uma produção da própria banda.

Moonspell

Nesta que foi a primeira noite de apresentação do novo álbum, o público foi ainda brindado com memoráveis performances de “Everything Invaded”, “Night Eternal”, “Extinct”, “Em Nome do Medo”, “Alma Mater” e “Fullmoon Madness”, que termina sempre em beleza cada concerto dos Moonspell e com Fernando Ribeiro munido de baquetas a bater nos pratos da bateria.

Esta foi uma noite para mais tarde recordar. Mas quer-nos parecer que o público da segunda teve um pouquinho mais de sorte porque, segundo nos contaram, apareceu por lá Rui Sidónio, dos Bizarra Locomotiva, para tocar uma versão bem mais agressiva de “Em Nome do Medo”.

Da nossa parte não temos queixas a registar. Foram duas horas muito bem passadas junto da família Moonspell, que continua a deixar sorrisos e a criar momentos de headbanging entre a sua alcateia, numa reunião para recordar as vítimas do famoso acontecimento que marcou Lisboa em 1755. O novo álbum já está disponível e pode ser adquirido nas lojas e escutado nas demais plataformas de streaming.

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FOX+ estreia em Portugal em exclusivo na NOS

Foi há dois anos que a NOS inovou ao estrear em Portugal o primeiro serviço de filmes e séries on demand de subscrição mensal, o N Play. Mais de 10 milhões de horas de filmes e séries visualizados, o serviço passa a chamar-se de NOS Play e ganha em exclusivo o novo catálogo do FOX+, sabendo-se que, nos próximos meses, também chegará a outros operadores.

Para os subscritores do NOS Play, o FOX+ vai estar disponível em vários ecrãs, incluindo na box TV da NOS, smartphones (Android e iOS), tablets e PC (funciona apenas no Google Chrome e Microsoft Edge), permitindo que os clientes desfrutem de várias séries quando e onde quiserem.

O FOX+ dá acesso on demand a um alargado leque de séries como The Walking Dead, X Files, 24, American Dad, Empire, Family Guy e How I Met Your Mother. Além disso, o FOX+ vai estrear duas séries aclamadas pela crítica e que nunca estrearam em Portugal: The Last Man on Earth e Baskets.

No total, o NOS Play passa a ter mais de 80 séries disponíveis da FOX, HBO e outros estúdios, mais de 2000 filmes e mais de 3.500 desenhos animados. O preço mantém-se nos 7,50€ e continua a ser exclusivo para clientes NOS.

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Linda Martini e The Legendary Tigerman fazem digressão em conjunto

A digressão dá pelo nome de Rumble in The Jungle e fará com que os Linda Martini e The Legendary Tigerman percorram o país numa digressão de clubes que se espera que esgote muito, mas muito rapidamente. Estão prometidas em noites de rock suado e pesado.

A sinopse desta digressão diz o seguinte: “29 de Outubro de 1974. Muhammad Ali e George Foreman fazem história, no Zaire, na discussão dos 8 rounds mais marcantes da história do Boxe até então.

Este lendário combate ficou imortalizado como Rumble in The Jungle e glorifica Muhammad Ali como o verdadeiro Champ.

Linda Martini e The Legendary Tigerman homenageiam cada um desses rounds numa Digressão de Clubes que se espera que esgote muito, mas muito rapidamente.”

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Podemos dizer que, em ambiente mais intimista, e sem a capacidade de grandes palcos, estes dois grandes nomes da música portuguesa querem ficar cara a cara com os fãs, para que, depois, possam dedicar-se à produção de discos novos de originais.

2018 será o ano em que sairá para as lojas o novo álbum de estúdio dos Linda Martini, disco que vem irá suceder a Sirumba, editado em 2016. Quanto ao homem-tigre, ao que tudo indica irá editar Misfit, novo registo de originais, já em janeiro do próximo ano. Recorde-se que Misfit foi apresentado ao vivo e na íntegra no Super Bock Super Rock, que decorreu entre 13 e 15 de julho no Parque das Nações, em Lisboa.

A digressão Rumble in The Jungle vai passar por Cascais (Stairway Club, 29 de novembro), Braga (GNRation, 30 de novembro), Viseu (Carmo 81, 1 de dezembro), Leiria (Texas Bar, 2 de dezembro), Porto (Maus Hábitos, 6 de dezembro), Coimbra (Salão Brazil, 7 de dezembro), Alpedrinha (Teatro de Alpedrinha, 8 de dezembro), Évora (JAA Soir, 9 de dezembro) e Torres Vedras (Bang Venue, 10 de dezembro).

Estas eram as datas finais, mas foi entretanto anunciado um último round a 21 de dezembro no Coliseu de Lisboa.

Os bilhetes já estão à venda para todos os espetáculos nos locais habituais e na Internet, com o custo fixo de 15€ para todas as datas, à exceção de Lisboa, em que cada bilhete custa 18€ para qualquer setor.

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Os packs FNAC que podes comprar para os festivais

Chegámos a uma altura do ano em que os festivais mais conhecidos aproveitam para anunciar os packs FNAC a preço promocional ou com a inclusão de alguns brindes. E olha que são de aproveitar.

Comecemos pelo NOS Alive, que a Everything is New revela ter sido feito a pensar nos verdadeiros fãs do festival. O Fã Pack inclui a t-shirt oficial da 12.ª edição e entrada exclusiva pela Porta FNAC, além de existirem cinco destes packs no país inteiro com o Bilhete Dourado, que garante aos felizardos a oportunidade de conhecer os bastidores do NOS Alive, com uma visita guiada e a oportunidade de subir a todos os palcos.

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O Fã Pack pode ser adquirido nas versões Voucher Diário (65€) ou Passe de 3 dias (149€).

O Super Bock Super Rock tem também a edição limitada de Fã Pack FNAC de Natal, mas apenas na versão passe de três dias e pelo preço reduzido de 95€. Esta edição inclui o passe, claro, e uma t-shirt do festival. Há ainda 10 packs premiados com Super VIP Pass, que dá acesso reservado à zona de convidados Super Bock. De momento, o único artista confirmado para a 24ª edição do Super Bock Super Rock é o português Slow J, que irá atuar no palco da Altice Arena.

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Já o MEO Sudoeste, que há muito que se tornou na casa dos milhares de festivaleiros que todos os anos rumam em tribo em direção à Herdade da Casa Branca, na Zambujeira do Mar, tem também disponível o Fã Pack FNAC MEO Sudoeste ao preço reduzido de 85€.

Além do passe geral, o pack dá também acesso a nove dias em campismo exclusivo FNAC de 4 a 11 de agosto, mediante registo em www.facebook.com/fnacportugal, e uma t-shirt oficial. Há ainda 20 packs espalhados pelo país premiados com o acesso à zona VIP.

MEO Sudoeste

Por último, mas não menos importante, o RFM SOMNII, considerado a maior beach party europeia, realiza-se novamente na Praia do Relógio, na Figueira da Foz, e tem três packs FNAC à escolha.

O mais barato, o Fã Pack Fnac RFM SOMNII – Passe 3 Dias, custa 29,99€ nas lojas e inclui uma pulseira que dá acesso a todos os dias do festival, um lanyard e um saco.

Já o Fã Pack Fnac RFM SOMNII Campismo – Passe 3 Dias custa 45,99€ e dá direito a tudo o que anterior oferece, com a adição de, neste pack, o acesso ao Parque de Campismo Municipal estar garantido.

Por último, o Fã Pack Fnac RFM SOMNII VIP – Passe 3 Dias custa 79,99€ e dá direito a uma pulseira com acesso à zona VIP, a seis bebidas e a tudo o resto do pack anterior, exceto o campismo e a pulseira de acesso normal.

RFM Somnii

De realçar que estes preços apresentados são para quem possui cartão FNAC, e como tal, não paga comissão de bilheteira. Quem não for sócio FNAC, paga 1€ de comissão. Já quem comprar online está sujeito a mais taxas.

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Análise – TV Loewe Bild 3.40

A marca alemã Loewe caminha para o seu centésimo aniversário da sua existência, mas, apesar da idade, provavelmente não é muito conhecida pela maioria dos portugueses.

Com soluções dedicadas ao som e imagem, a Loewe aponta alto e aposta num mercado de nicho onde o design e a qualidade são os pontos mais fortes da marca. Um desses exemplos é a Loewe Bild 3.40.

Da série Bild 3, esta televisão insere-se na baixa gama de ofertas da Loewe, ainda do catálogo de 2016.

Criada a pensar em pequenas salas de estar ou para quartos, a Bild 3.40 é uma televisão 4K com tecnologia E-LED de 40 polegadas com um aspeto visual bastante moderno e sofisticado.

Com um formato quase monolítico, apresenta-se com uma moldura relativamente fina para o seu tamanho, e, na base, encontra-se uma barra de som com dois auscultadores de 40 W, que encaixa na perfeição à largura do painel.

Não é das televisões mais finas, mas, considerando que estamos num painel LED de pequenas dimensões, não é um factor que interfira muito com o aspeto geral da televisão, cujo painel é plano e aparenta ter uma ligeira inclinação, quase impercetível, para conforto na sua visualização.

O modelo que recebemos vinha com uma base bastante estável com uma particularidade que já começa a ser rara neste tipo de painéis, ou seja, permite que a televisão seja redireccionada para o ângulo desejado. É algo que também se revela útil quando queremos aceder às suas portas traseiras.

Não há dúvida que a Loewe Bild 3.40 é uma televisão bonita e capaz de despertar a curiosidade dos convidados. Mas é também na qualidade de imagem que esta televisão prima.

A Bild 3.40, apesar de ser de baixa-gama, dá uso das suas tecnologias de imagem de modo eficaz e exímio. As suas configurações pré-definidas não abusam nos efeitos de pós-processamento que estamos habituados em televisões de outras marcas. A Loewe tenta oferecer a melhor qualidade de imagem com pequenas alterações muito subtis e equilibradas, que resultam em imagens naturais e com a definição correta dependendo da sua fonte.

Claro, fica nas mãos do utilizador ligar e desligar os diferentes parâmetros para ajustar às suas preferências, mas não deixa de ser simpático estarmos perante uma TV que não nos tenta enganar.

Ao ser uma televisão 4K (3840 x 2160) com um painel de E-LED, esta é capaz de enganar os menos atentos. É notória a iluminação do painel, em que nas zonas escuras dá para perceber que o ecrã está ligado. A diferença aqui é que não se vê as fontes de luz que estão dispostas à volta do painel, mantendo, assim, os tons de negro os mais opacos possíveis.

Apesar de ser bastante competente na oferta visual, a Bild 3.40 apresenta dois problemas que limitam a sua utilização. O primeiro é o efeito fantasma (ghosting) de que esta televisão sofre, especialmente em cenas com grandes movimentos, e que infelizmente parece amplificado com o modo de fluidez ligado. O outro é o tempo de resposta acima do aceitável. Na visualização de conteúdos não é muito relevante, mas se procuram uma televisão para videojogos, esta Loewe não é recomendada.

Ficamos aqui com um painel única e exclusivamente para a visualização de conteúdos. Todavia, até aqui apresenta-se limitada.

Como em qualquer televisão recente, temos a possibilidade de usar um disco ou uma pen para visualizar ficheiros, mas a sua capacidade de descodificação de ficheiros não é vasta e não faz leitura de ficheiros de legendas.

O seu sistema operativo, o Loewe OS, é uma solução que resulta e encaixa perfeitamente na filosofia do equipamento e na facilidade de utilização e navegação. Os menus estão bem produzidos, os canais apresentam-se com logótipos grande e coloridos e todo o sistema é relativamente fluido. Mas quanto mais se navega nele e começamos a procurar determinadas opções, mais complicado se torna de executar.

Existe também suporte para algumas aplicações como Youtube, Netflix e até o Tidal – o serviço de streaming áudio de alta definição. Mas até neste departamento a execução não é a melhor. Na realidade, estas aplicações são ligações para o browser do sistema que nos obriga a usar os botões de direção do comando para controlar o rato. Frustrante e pouco intuitivo.

Felizmente o departamento sonoro é exemplar. Apesar dos seus modestos 40W por auscultador, a barra de som embutida debita um som encorpado e bastante definido, algo que seria de esperar, já que a Bild 3.40 propõe a utilização do Tidal. A verdade é que esta TV facilmente substitui uma barra de som ou um sistema homecinema mais acessível.

A Loewe Bild 3.40 apresenta-se como uma solução para quem só consome filmes em Blu-Ray/DVD e vê, ocasionalmente, televisão. Um excelente periférico complementar será mesmo o uso de um Google Chromecast, ou um leitor mediacenter, por exemplo, para ter acesso a aplicações que tirem partido das capacidades desta televisão, nomeadamente o 4K. Mas apesar das suas lacunas, é uma televisão cheia de estilo.

A Loewe Bild 3.40 encontra-se a venda em algumas superfícies comerciais com um preço recomendado de 1199€.

nota final 6

O equipamento foi cedido para análise pela Loewe.

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Escola do Hard Rock é o novo programa educativo do Hard Rock Cafe Lisboa

O objetivo é dar a conhecer aos mais jovens a história do rock e explicar a evolução da música nos últimos 60 anos. Esta iniciativa irá decorrer no Hard Rock Cafe Lisboa, o mítico espaço do antigo Cinema Condes, que é, também, um autêntico museu da música, carregado de peças de artistas nacionais e internacionais e repleto de histórias e curiosidades.

Portanto, a “Escola do Hard Rock” dirige-se a alunos de todos os níveis de ensino, para que embarquem numa viagem interativa e didática com a duração aproximada de duas horas.

As aulas estão divididas em duas partes. A primeira baseia-se na história do Hard Rock, contando a história desde o primeiro Cafe em Londres (frequentando pelos Rolling Stones, The Beatles, entre outros) até aos dias de hoje, em que a marca detém mais de 80 mil peças autênticas de vários artistas que estão espalhadas pelas paredes dos Hard Rock Cafe de todo o mundo.

Já na segunda parte os alunos poderão conhecer a história do rock, nomeadamente a evolução da música nos últimos 60 anos como veículo de união entre culturas, raças e religiões, tal como a influência dos eventos sociopolíticos no rock. Claro, terminada a aula, os alunos poderão ver diversas peças e responder a um quiz, que oferecerá prémios para os melhores alunos. Garantido está, também, um certificado de participação da “Escola do Hard Rock”.

Como não há duas sem três, a aula termina com um almoço que mistura o melhor da cozinha americana com um toque português, onde se inclui um hambúrguer (Hard Rock Burger, Hard Rock Cheeseburger ou Veggie Burger) com batatas fritas ou uma sandwich Honey Mustard Chicken ou então uma salada do Chef e uma bebida (refrigerante ou água).

O programa está já disponível até junho de 2018, sendo que as aulas irão decorrer, com pré-marcação, de segunda a sexta-feira, no Hard Rock Cafe Lisboa das 10h às 12h.

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Nigth Summit ganha novo palco no Web Summit

Chama-se Un/Signed e, essencialmente, é uma noite de celebração de talentos musicais portugueses que ainda não têm um contrato com nenhuma editora.

Para muitos, a melhor parte do Web Summit é quando começa a sua versão noturna, Night Summit, a partir das 20h, em que milhares de pessoas se juntam para beber uns copos e dançar em vários bares lisboetas, ao mesmo tempo que tratam de negócios. Aliás, há mesmo quem diga que os melhores negócios realizam-se após o horário de expediente.

Este ano, o Web Summit aliou-se à Tradiio para criar o evento Un/Signed, que terá lugar no LX Factory já na próxima quarta-feira, dia 8 de novembro, a partir das 20h00, numa festa cheia de música, dança, comida e bebida.

A Sala XL no LX Factory irá receber performances de Rita Maia (20h), Gume 822h), Batida (23h) e Shakalion (00h). Claro, este é um evento dedicado apenas aos participantes do Web Summit.

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Zazah é o novo espaço do Príncipe Real que junta gastronomia, arte e música

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O espaço é bem recente naquela zona lisboeta e promete conquistar todos aqueles que por lá passarem com a sua descontração e mood carioca. Sim, este foi um projeto idealizado por três cariocas apaixonados pela capital portuguesa: Sidnei Gonzalez, sócio investidor e responsável pelo conceito, Jorge Abreu, à frente da equipa da sala, e Moisés Franco, o chefe de cozinha.

O objetivo do Zazah é o de juntar pessoas num espaço que junta gastronomia, arte e música. Não é apenas um restaurante, mas sim o espaço ideal para quem procura cultura e boa gastronomia contemporânea. Poderás fazer ali uma refeição completa ou então beber apenas um copo e petiscar.

A carta é internacional, mas são utilizados essencialmente produtos portugueses. Temos opções como o ceviche de atum (9,50€), feito com o tradicional leite de tigre e com puré de batata doce, burrito de sapateira com tempero especial do chef (7,50€), bifana de bochecha de porco preto (8,50€), ristotto alla milanese (6€), escondinho de bacalhau (17,50€) ou vazia fatiada (16€).

Já a carta de vinhos foi desenvolvida por Manuel e Carlos Janeiro, proprietários da Garrafeira Veneza, uma das mais emblemáticas a nível nacional. Todas as opções foram escolhidas para representarem as várias regiões do país e para irem de encontro ao conceito do espaço e às iguarias do chef Moisés Franco. Há ainda uma seção de vinhos franceses, e, no bar, para quem preferir, uns quantos cocktails pensados ao pormenor para acompanharem a refeição.

No que toca à arte, é da responsabilidade de Sidnei Gonzalez, coleccionador de arte contemporânea brasileira, e a curadoria é de Paulo Herknhoff, crítico e historiador de arte brasileiro, referência nacional e internacional nesta área. Obras de João Louro, José Pedro Croft, Ascânio Monteiro, Ângela Detanico e Rafael Lain e Dora Longo Bahia fazem parte do acervo e primeiro ciclo de arte do espaço, sendo que a maioria faz referência a questões ligadas a Portugal e Brasil. Pretende-se que novos ou conceituados artistas, portugueses ou brasileiros, exponham aqui as suas peças.

Quanto à música, a Rádio Ibiza, inovadora empresa de marketing sensorial, desenvolveu uma programação musical adequada ao espaço, sendo que também existirão com regularidade alguns concertos e DJ set.

O Zazah está situado na Rua de São Marçal nº111 e está aberto de segunda a quarta das 19h à meia noite e de quinta a sábado das 19h às 2h.

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Pokémon Ultra Sun e Ultra Moon vão ter lendários dos primeiros jogos

Foram hoje divulgados novos detalhes sobre os próximos jogos Pokémon Ultra Sun e Pokémon Ultra Moon.

Para quem jogou os anteriores jogos, sabe que sempre existiu uma vil organização secreta. Nos novos títulos, haverá a maior organização maléfica da história Pokémon, constituída por chefes das versões anteriores da série. A Equipa Rainbow Rocket será liderada pelo icónico Giovanni, chefe da Equipa Rocket dos primeiros jogos Pokémon Red e Pokémon Blue.

Outra novidade está relacionada com Pokémon lendários que os aficionados da série conhecem. Ao viajarem através de um Ultra Wormhole, os jogadores poderão encontrar lendários como Mewtwo, Ho-Oh e Lugia, além dos Ultra Beasts, claro. A aparição dos lendários dependerá da versão que o jogador estiver a usar, no entanto, é sempre possível fazer trocas com outros jogadores.

Já a Battle Agency é o novo local onde os jogadores poderão alugar facilmente Pokémon poderosos para as suas instalações. Será possível participar em Single Battles utilizando três Pokémon alugados para derrotar os outros três Pokémon da equipa adversária. O objetivo é o de o jogador tornar-se no agente número um e receber itens preciosos como os Gold Bottle Caps. E terás Pokémon mais poderosos à medida que fores convivendo com outros jogadores nas proximidades ou através da Internet.

Será ainda possível colecionar autocolantes chamados Totem Stickers, que se encontram espalhados por toda a região de Alola. Além disto, os jogadores terão a possibilidade de obter gigantescos Pokémon tipo totem para se juntarem à equipa, dependendo do número de autocolantes colecionados e da versão a que estiverem a jogar.

A últimas das novidades está relacionada com a QR Scanner, que regressa nestes dois títulos. Assim, o jogador poderá utilizar o Island Scan para encontrar Pokémon que não apareceram em Pokémon Sun ou Pokémon Moon, tais como o Charmander, o Grovyle, o Greninja e muito mais.

Pokémon Ultra Sun e Pokémon Ultra Moon serão lançados a 17 de novembro em exclusivo para a família de consolas Nintendo 3DS.

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Stand-up Sessions apresenta espetáculo único em Lisboa e Porto

Se adoras stand-up comedy e uma boa noite de risos, há um novo espetáculo que não vais querer perder.
Stand-up Sessions é um espetáculo da promotora Meio Termo que vai levar a Lisboa e Porto alguns dos melhores humoristas nacionais.

A primeira noite acontece dia 8 de novembro às 22h no Teatro Sá da Bandeira, no Porto, contando com a participação de Hugo Sousa, Guilherme Fonseca, Dário Guerreiro, Miguel 7 Estacas e Fernando Rocha.

Logo no dia seguinte, a 9 de novembro, também às 22h, é o Cinema São Jorge, em Lisboa, que recebe este espetáculo de comédia, onde atuam todos os humoristas à exceção de Fernando Rocha, substituído por Gilmário Vemba nesta noite.

Os bilhetes estão à venda nos locais habituais, custando entre 12 e 15€, dependendo da zona.

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A Hisense tem uma televisão 4K a pensar na vossa lista de Natal

Chegámos a novembro, regressou a chuva e em breve começaremos a sentir o espírito natalício no ar.

A pensar nesta época festiva, e de modo a preparar-nos nesta altura da elaboração das listas de prendas, a Hisense tem uma proposta para quem procura uma nova televisão.

Chama-se Hisense H65N5750 e é uma televisão 4K de 65 polegadas que promete tornar a visualização dos vossos filmes de Natal favoritos numa experiência parecida com a de ir ao cinema.

Este é um painel com tecnologia DLED com retro-iluminação, HDR10 e que conta com um processador Quad-Core que permite a descodificação H.265, suportando conteúdos multimédia de vários formatos e de alta qualidade.

A H65N5750 vem com o sistema VIDAA U integrado que a torna numa Smart TV. Este novo sistema de interface promete uma utilização intuitiva, rápida e personalizada. Com o VIDAA U, vai ser possível trocar entre modos e aplicações de forma rápida e simplificada.

Conta ainda com suporte de diversas aplicações de streaming como Netflix, Youtube ou Wauaki.TV e aceita o suporte de ficheiros via USB, perfeito para juntar a família à volta da lareira para verem um filme ou um álbum de fotografias.

Para facilitar toda esta gestão de conteúdos, a H65N5750 vem preparada com ligações WLAN e sistema Anyview, dando-lhes a possibilidade de enviar vídeos e imagens para a televisão diretamente de dispositivos móveis como smartphones e tablets.

A Hisense H65N5750 já se encontra no mercado por um preço recomendado de 1099€, o que quer dizer que o Pai Natal já se pode começar a preparar.

HTC U11+ é oficial e chega para impressionar

Este pode muito bem ser um regresso em grande da HTC ao mercado. As saudades que temos de um HTC One são tantas que estamos desejosos de meter as mãos num novo equipamento de topo da marca.

O HTC U11 Plus parece reunir essas condições. A tecnológica foi atrás da tendência do mercado, apresentando um dispositivo com ecrã sem moldura de seis polegadas que não é OLED, mas sim um Super LCD6 que terá suporte para HDR10 no futuro via software. O ecrã é ainda protegido pelo Gorilla Glass 5.

Na traseira, um acabamento em Liquid Glass, basicamente um vidro ultrabrilhante, e o leitor de impressões digitais. Claro, com o ecrã estendido, não há espaço para um leitor biométrico na parte traseira.

Tem também uma bateria de 3930mAh, e, neste aspeto, pode considerar-se um concorrente de equipamentos como o Razer Phone, Mate 10 Pro e LG V30.

De resto temos características ao nível de topos de gama: processador Snapdragon 835, 4/6GB de memória RAM e 64/128GB de armazenamento interno expansíveis através de cartão microSD até 256GB.

Há ainda um novo altifalante mais potente, e, embora não exista a porta áudio jack 3.5mm, a tecnologia Usonic permite uma excelente calibração com auriculares ou auscultadores que se liguem à entrada USB-C.

Finalmente nas câmaras temos um sensor traseiro de 12MP com abertura de F/1.7 e estabilização ótica de imagem, e, na parte frontal, uma câmara de 8MP.

Quanto ao sistema operativo, os responsáveis fizeram o trabalho de casa e incluíram de origem o Android Oreo 8.0 de fábrica com a skin Edge Sense. Além disso, é ainda resistente á àgua e poeiras com a certificação IP68.

Quanto a preços e disponibilidade, temos um dispositivo que ronda os 799€ e que deverá chegar a alguns mercados europeus muito em breve.

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