Num evento de marcas como é o Rock in Rio-Lisboa, a presença da Vodafone assumiu, mais uma vez, um papel de destaque, comprovado pelo sucesso de todas as suas iniciativas no Parque da Bela Vista.
The Gift fecham cartaz da 12ª edição do NOS Alive
O cartaz do NOS Alive’18 fica agora completo com a confirmação da banda portuguesa The Gift para dia 14 de julho. Foi uma surpresa reservada até a este momento de aproximação da abertura de portas do NOS Alive que vai trazer ao Passeio Marítimo de Algés muita energia e garra em palco.
Rock in Rio Lisboa 2018 | Manel Cruz – Nem a chuva demoveu os (poucos) fãs
Foi o primeiro nome forte do dia e, consequentemente, aquele que abria os concertos no Music Valley, palco dedicado em exclusivo à música nacional.
Manel Cruz, que edita Cães e Ossos, o seu primeiro álbum a solo em setembro deste ano, acabou por não ter muita sorte com o tempo: a chuva não deu tréguas e o seu concerto ficou pautado por ter apenas algumas dezenas de fãs a assistirem, equipados com capas ou com algo mais alternativo que lhes permitisse proteger da chuva. Ainda assim, o músico portuense não deixou o crédito por mãos alheias e deu um excelente concerto.
Homem de mil e um projetos – Foge Foge Bandido, Ornatos Violeta, Pluto, etc -, Manel Cruz subiu ao palco acompanhado por António Serginho (percussão), Eduardo Silva (baixo, voz) e Nico Tricot (teclado, voz), mas, desta vez, assumindo-se, enquanto projeto, como Manel Cruz e não como outro nome que gostaria de inventar.
Ao subir ao palco às 17h, o músico, desde logo, não deveria contar com uma grande mancha da público; apesar da sua inegável qualidade, ainda andava pouca gente pelo recinto àquela hora, e, mesmo os que por lá andavam, preferiram experimentar as atrações, colecionar brindes ou aconchegar a barriga. Neste caso, até podemos culpar a chuva, o que obrigou muitos curiosos a abrigarem-se por baixo das árvores do Parque da Bela Vista e, por fim, apreciar ao concerto.
Manel Cruz abriu o concerto com um tema novo, onde se ouve o verso “A minha mulher não é minha”. Aliás, o concerto acabou também por ficar pautado por outros temas do álbum a solo: “Beija-Flor”, “Ainda Não Acabei” e “Cães e Ossos”. São temas onde se percebe a abordagem mais pessoal do artista à nossa música, mas, também, sobre aquilo que pensa, pelo que os fãs poderem esperar um disco com temas que não os irão desiludir.
Igual a si próprio, Manel Cruz esteve sorridente e falador, disse que, em palco, graças à chuva, estavam “bem piores porque não tinham capas protetoras”, mas isso não impediu o músico de ficar em tronco nu, como é seu apanágio.
Além dos temas novos, o concerto serviu também para celebrar um pouco da discografia deste homem e dos seus projetos, pelo que fãs de longa data certamente sentiram-se radiados de felicidade quando escutaram “Canção da Canção Triste”, “Estou Pronto” ou “As Nossas Ideias”, dos Foge Foge Bandido; “Sexo Mono”, dos Pluto, ou até “Ovo”.
Já o concerto estava prestes a acabar quando se ouve “Canção da Canção da Lua”, dos Foge Foge Bandido, mas, surpresa das surpresas, houve um “docinho para compensar a chuva”: era “Capitão Romance”, hino dos Ornatos Violeta, aqui interpretada em ukelele.
Foi um concerto que demorou mais que uma hora – parece que a organização fez de propósito para que o músico pudesse fazer o que quisesse em palco – e, faça chuva ou faça sol, uma coisa é certa: Manel Cruz não consegue dar maus concertos.
Halo vai chegar à televisão em formato de série em 2019
Depois de algumas produções de cinema canceladas e de outras lançadas para a Internet para promover os novos jogos, Halo vai, finalmente, receber a adaptação de imagem real que merece.
António Raminhos trouxe bom humor ao Rock in Rio Lisboa
Porque nem só de música se faz o Rock in Rio-Lisboa, este ano a organização do festival decidiu abrir pela primeira vez o palco Super Bock Digital Stage, após uma estreia de sucesso na edição do Brasil, em setembro do ano passado.
Katy Perry hoje no Rock in Rio-Lisboa. Conhece aqui o alinhamento provável
Acaba hoje mais uma edição do Rock in Rio-Lisboa. Depois de termos presenciado os concertos de Muse, Bruno Mars e The Killers, os cabeças de cartaz do festival, hoje é a noite de Katy Perry, cabeça de cartaz do último dia e que fecha o Palco Mundo este ano.
Vê aqui em direto os concertos do último dia do Rock in Rio-Lisboa
O Rock in Rio-Lisboa começou ontem, mas, infelizmente, termina já hoje com o concerto de Katy Perry, às 23h. Para os fãs que não podem estar presentes, a organização disponibiliza uma página live onde os mais curiosos podem assistir não só ao que acontece no Palco Mundo mas a muitas das experiências vividas na Cidade do Rock.
Em julho, na Netflix
Já estamos em pleno verão! E para comemorar esta época de férias, praia e música, a Netflix aposta, mais uma vez, num catálogo cheio de séries e filmes originais e, até, de outros conteúdos muito aguardados pelos fãs de entretenimento.
Em julho temos a espionagem de Splinter Cell na Xbox e o drama de Heavy Rain na PlayStation
Estes são dois dos nomes para as ofertas mensais das subscrições online das consolas da Microsoft e da Sony, mas não são as únicas.
Os Trailers da Semana para (re)ver (23 a 29 de junho)
Beautiful Boy, Mandy e The Predator chegam em breve aos cinemas.
Sejam filmes, séries ou videojogos, todas as semanas são lançados novos trailers para promover a chegada ou o anúncio destes produtos, que por vezes no levam a mundos fantásticos.
A semana foi uma correria e não conseguiste acompanhar as novidades? Fica aqui então uma seleção de alguns dos trailers que marcaram as industrias do entretenimento durante esta semana de 23 a 29 de junho.
Beautiful Boy
Como Tudo Acaba
Dead Night
Mandy
Mile 22
Mortal Engines
O Legado de um Caçador de Veados de Cauda Branca
Our House
The House with a Clock in Its Walls
The Equalizer 2
The Predator
“Manda um amigo para um certo sítio” e ganha uma viagem ao estrangeiro
Já arrancou a nova campanha promocional de Super Bock para este verão, que é uma ode à Amizade, às virtudes, mas sobretudo aos defeitos dos amigos, que vai fazer recordar situações que nos irritam ou enervam e dão vontade de “mandar um amigo para um certo sítio”.
The Killers hoje no Rock in Rio-Lisboa. O alinhamento provável do concerto
São o nome forte do dia de hoje, apesar de atuarem antes dos The Chemical Brothers. Os The Killers, banda de Brandon Flowers, estão de volta a Portugal cinco anos após a sua última visita, desta feita no festival Super Bock Super Rock, em 2013, na altura em que ainda se realizava na Herdade do Cabeço da Flauta, no Meco.
Termina este fim-de-semana o Rock in Rio-Lisboa. Aqui está tudo o que precisam de saber
É hoje que começa o segundo fim-de-semana do Rock in Rio-Lisboa e, consequentemente, o que marca o fecho do festival. As portas abriram novamente às 12h e já são muitos os que andam pelo Parque da Bela Vista.
Último dia do Rock in Rio-Lisboa alterado para transmitir o jogo Portugal-Uruguai
Amanhã, dia 30 de junho, o Rock in Rio-Lisboa vai transmitir, em todos os ecrãs da Cidade do Rock, o jogo Portugal-Uruguai, tal como já tínhamos adiantado.
Os horários dos concertos serão, por isso, adaptados em função do horário de jogo, proporcionando a todos os visitantes do recinto um clima único de festa e futebol no maior evento de música e entretenimento do mundo. Além disso, no último dia da 8.ª edição do festival, as portas do recinto vão fechar uma hora mais tarde – às 03h00.
No Palco Mundo, o horário dos dois primeiros concertos será antecipado para antes do jogo, com Hailee Steinfeld a abrir às 16h30 e o furacão Ivete Sangalo a aquecer para o jogo às 17h45. Segue-se a transmissão do jogo Portugal-Uruguai e, depois deste, a festa segue com Jessie J e Katy Perry nos horários inicialmente divulgados – 21h15 e 23h00, respetivamente.
Já na EDP Rock Street, junto à qual se localiza o Bosque do Futebol com um ecrã gigante para os fãs assistirem ao jogo, o espetáculo de Paulo Flores será antecipado para as 18h15, mantendo-se Batuk às 17h00 e Selma Uamusse às 15h15. As animações de rua prosseguem no horário previsto.
No Super Bock Digital Stage, há alterações aos horários das atuações de D4rkframe, que subirá ao palco às 17h50, @Cavalinho da Chuva, que atuam às 18h15, João Sousa e Miguel Alves às 21h00, Rebel Kidz Crew às 21h20 e às 21h35 Digital Sunset com André Henriques.
No Music Valley, as Somersby Pool Parties mantêm-se, subindo Carlão a palco às 17h00, seguindo-se o DJ Francisco Praia que vai animar todos os fãs até às 19h00. A programação é retomada às 21h15 com o concerto de Blaya, seguindo-se Diego Miranda às 22h30, Karetus às 23h30, Rich & Mendes às 00h30 e, para encerrar o último dia em grande festa, Vintage Culture das 01h30 às 03h00.
E para os visitantes da Cidade do Rock poderem usufruir de todas as experiências que este parque temático da música proporciona, inclusive as gastronómicas, nos dias 29 e 30 o Time Out Market Rock in Rio vai ficar aberto mais tempo, fechando apenas à uma da manhã.
Dentro do espaço VIP o jogo também será transmitido nos vários ecrãs. Recorde-se que para o próximo sábado (30 de junho) ainda há bilhetes disponíveis, nos locais habituais.
Há um novo computador da ASUS ROG dedicado para jogos exigentes
A ASUS Republic of Gamers lançou um novo computador de secretária para os videojogos mais modernos.
Chama-se Huracan e vem equipado com a última geração de componentes da Intel e NVIDIA, dentro de um novo, mas familiar chassis.
O novo computador ultracompacto está desenhado para o alto desempenho e inclui a capacidade de atualização de componentes com uma tampa lateral de fecho magnético para fácil acesso ao seu interior.
Dentro do novo Huracan, vamos encontrar um processador Intel Core i7-8700 de 8ª geração e uma placa gráfica NVIDIA GeForce GTX 1070.
A ASUS designa o seu novo chassis como um objeto inspirado em estéticas cyberpunk, dando-lhe uma identidade arrojada e moderna.
O ASUS Huracan vem ainda equipado com 16GB de memória RAM DD4 a 2666MHz, um disco SSD de 256GB e um disco HDD 7200rpm de 1TB.
Este novo modelo inclui elementos de personalização com a inclusão do sistema Aura Sync, que permite ao utilizador dar cor e luz ao seu computador ou ao ritmo dos jogos. Este sistema permite ainda emparelhação com outros periféricos que suportem o Aura Sync.
O ASUS Huracan também aposta no som e vem com um DAC integrado com processamento de som 32bits/348Hz, para garantir a melhor qualidade de som nos videojogos.
O ASUS ROG Huracan já se encontra disponível por um preço recomendado de 1999,99€.
Os novos teclados Razer Huntsman vão deixar-te jogar à velocidade da luz
A Razer anunciou hoje a sua nova linha de teclados mecânicos para jogadores.
Chama-se Razer Huntsman, surge em dois modelos e promete uma experiência de utilização à velocidade da luz.
Com base nos seus já atuais teclados mecânicos, a Razer introduziu um novo tipo de switch opto-mecânico, o Switch Opto-Mechanical da Razer, que utiliza um feixe de luz infravermelha e tecnologia ótica para detetar com o máximo de precisão quando é que as teclas são pressionadas, resultado num desempenho 30% mais eficaz que noutros teclados mecânicos tradicionais.
A nova linha Huntsman permite ainda uma força de atuação de 45G e promete uma durabilidade de 100 milhões de cliques, tudo isto graças a um pequeno estabilizador existente em cada tecla que impede o contacto direto das partes móveis, diminuindo a degradação dos switches ao longo do tempo.
Com um design bastante simplista, os novos Huntsman suportam, como é obvio, a tecnologia Razer Chroma com cerca de 16.8 milhões de cores para combinar.
O Razer Huntsman surge com dois modelos, sendo o mais completo a versão Elite, que inclui controlos média dedicados para acesso rápido, teclas diretas para perfis do Razer Synapse 3, novos efeitos de iluminação no perfil da base e um apoio almofadado para repousar os pulsos.
Os teclados Razer Huntman já estão disponíveis na loja da Razer, a partir de 159,99€ na versão normal e 209,99€ na versão Elite.
Rock in Rio Lisboa 2018 | Bruno Mars – Funk & Fogo de Artifício
Bruno Mars é, frequentemente, referenciado pela imprensa como sendo o novo Rei do Pop. Uma comparação clara e direta ao grande Michael Jackson.
Razer Wolverine Ultimate – Análise: uma excelente solução
O Razer Wolverine Ultimate é uma excelente solução, com características e funções bastante semelhantes aos do Razer Kaiju.
Para além dos que costumam vir nas caixas das consolas quando as compramos, a verdade é que comandos há muitos e a procura de comandos especiais por parte dos jogadores mais dedicados dá origem a produtos como o Razer Raiju para a PlayStation 4, um tipo de produto que a própria Sony ainda não construiu.
Para o lado da Microsoft, a aposta da Razer já encontra outro tipo de competição com o comando Elite para a Xbox One. Mas isso não a parou de tentar criar a sua solução, e é por isso que surge o Razer Wolverine Ultimate Gaming Controller.
Tal como o Razer Raiju, o Wolverine Ultimate é, à partida, um periférico desenhado para a competitividade e personalização, mas com apostas diferentes nesta área. Como por exemplo, em vez da troca/remoção de gatilhos, aqui podemos alterar os analógicos e o d-pad.
Moderno e familiar
Se há coisa que a Razer, mais uma vez, acertou em cheio, foi no seu aspeto. Os últimos produtos da Razer, desde que esta atualizou a sua imagem, têm aparecido com um aspeto mais limpo e robusto, sem colocar de parte os tons de verde que lhe dão identidade. Esta diferença é bastante notória quando olhamos, por exemplo, para o comando para Xbox One anterior, o Razer Wildcat.
Na verdade, o Wolverine Ultimate passa bastante bem por um comando para Xbox One, em particular do tradicional em tons de preto. As dimensões são virtualmente iguais, assim como a disposição dos seus botões e analógicos, mas rapidamente se começam a notar bem as diferenças.
Para já, o desenho do comando é ligeiramente mais angular. Depois podemos observar o sistema de iluminação Chroma, os controlos de comunicação e de áudio embutidos no comando, os acabamentos ao nível dos gatilhos e botões de ombro em tons metálicos, as pegas aborrachadas para melhorar o atrito e a falta de suporte para pilhas ou bateria.
Tal como o Raiju, o Wolverine Ultimate é um comando com fios. A razão é simples: é um periférico que aposta no desempenho e, para garantir o melhor, sabemos que com fios não há quebra de latência nem atrasos de ações. Apesar da falta de liberdade em função do desempenho, a Razer fez questão de incluir um cabo bem longo para se poderem afastar da vossa consola à vontade.
Mais botões, novas funções
Como seria de esperar, o Wolverine Ultimate vem cheio de novos botões, e segredos, que podem ser configurados quer na aplicação Synapse, da Xbox One, quer no PC, onde podemos criar diferentes perfis para diferentes tipos de utilização, ajustar a iluminação, a sensibilidade dos analógicos e a intensidade dos vários motores de vibração.
Adicionalmente vamos ter mais dois botões de ombro e quatro pequenos gatilhos na traseira. Todos eles vêm pré-configurados com funções bastante interessantes, como os modos de Foco, que, enquanto pressionados, permitem a alteração de sensibilidade dos analógicos, algo ideal para jogos de tiro. Podem igualmente ser configurados para serem substituídos por qualquer outro botão.
Na prática fazem-se sentir vantagens, mas requerem algum hábito. Com tempo, em jogos mais táticos, por exemplo, podemos tirar partido do modo foco. E mesmo em navegação de menus ou jogos mais criativos a personalização dos botões pode ser útil para quando não queremos levantar os polegares dos analógicos para ir carregar num dos botões para fazer uma determinada ação. Porquê? É que vamos ter sempre um novo botão para o efeito nas pontas dos restantes dedos.
Tal como no Raiju, aqui também temos interruptores para os gatilhos que prendem a sua atuação. É, também, uma função útil para jogos rápidos, como jogos de tiro, onde a pressão dos gatilhos não precisa de ir ate ao fundo, cortando em pelo menos metade o tempo de ação de disparo. Podemos também usar o modo tradicional com pressão contínua para jogos de corridas, onde podemos ajustar a força de aceleração e travagem. É bom ter opções.
Na teoria, os gatilhos traseiros são uma dádiva de Deus pelas razões que apontei anteriormente, quando o jogador estiver habituado. Mas no Wolverine Ultimate há algo que não funciona na perfeição por duas razões.
Os quatro pequenos gatilhos estão posicionados muito perto uns dos outros ao centro do comando, parecendo distantes e propícios a pequenos toques acidentais. Mas mais estranho é a sua posição perpendicular face ao comando, que, ao estarem ligeiramente afastados das pegas do comando, obrigam a que o jogador se sinta atento quando os usa, retirando a imersão de jogos e, por vezes, a vontade de os usar.
Ainda assim, a ergonomia geral do comando é fantástica, sendo tao fácil de pegar e usar como o comando original. Há uma enorme sensação de conforto e solidez, muito devido ao seu peso e materiais usados.
Um comando que se transforma
Mesmo os componentes amovíveis ficam no lugar como se lá estivem colados. O Wolverine Ultimate traz consigo mais um par de analógicos e um novo d-pad magnético, extremamente simples de alterar.
No que toca ao d-pad, temos duas opções: uma que isola os quatro botões de direção e outra que permite com maior facilidade fazer combinações para mais quatro direções intermédias. A troca é facílima e, na prática, os botões são bastante clicáveis.
Já nos analógicos temos imensa flexibilidade. À nossa disposição temos dois analógicos com uma altura normal, com apoio concavo, e temos ainda outro com apoio convexo. A quarta solução é também concava, mas com mais altura. Aqui fica à consideração do jogador a sua preferência. Seja como for, os dois normais são excelentes, bem mais agradáveis do que os comandos normais da Xbox.
Por fim, o painel de controlo na base do comando. Tal como o Raiju, aqui vamos poder ativar perfis de padrão, trocar entre dois perfis pré-selecionados, ligar e desligar o microfone e controlar o volume.
A inclusão deste painel é bem-vinda, mas, no sistema operativo da Xbox One, encontrámos a falta de uma opção, que é o acesso ao controlo de áudio. Por defeito, com uns auscultadores ligados ao Wolverine Ultimate, ao clicarmos no botão de volume, vamos encontrar três níveis diferentes, sendo que existe um truque para afinar este volume, clicando no botão de volume e usar os direcionais do D-Pad para o efeito.
Mais uma vez, a Razer não se poupa na apresentação e inclui uma caixa de transporte do comando com a inclusão de espaço para cabo e os pequenos módulos.
No fundo, o Wolverine Ultimate é uma excelente solução, com características e funções bastante semelhantes aos do Razer Kaiju. Curiosamente, ambos os modelos poderiam aprender um pouco um com o outro, trocado alguns dos seus pontos fortes. Seja como for, quer da Xbox, quer na PlayStation, os jogadores estão muito bem servidos em comandos profissionais.
O Wolverine Ultimate é ainda compatível com o PC, onde vamos encontrar todas as características de personalização na aplicação da Xbox One.
O Razer Wolverine Ultimate Gaming Controller está disponível por um preço recomendado de 179,99€ na loja da Razer.
Pokémon Quest é o novo jogo de Pokémon nos smartphones
Quando a The Pokémon Company International anunciou Pokémon Let’s Go para a Nintendo Switch, lançou no mesmo dia e para a mesma plataforma, gratuitamente, Pokémon Quest, um novo RPG que nos leva para um mundo Pokémon onde tudo tem a forma de um cubo.
Agora há um novo lugar para podermos experimentar este novo e diferente jogo, uma vez que Pokémon Quest já chegou ao Android e iOS.
