Mini série da Nickelodeon inspira crianças a ajudar animais em perigo

A plataforma Nickelodeon Together For Good do Nickelodeon Internacional e a African Wildlife Foundation (AWF) lançaram o especial Together For Good Wildlife, uma mini série educativa criada com o intuito de inspirar as crianças a serem defensoras de espécies em perigo, dando-lhes a oportunidade de marcarem a diferença no mundo.

Lisboa no Top 3 dos Melhores Destinos de Cruzeiros

Lisboa está no Top 3 dos Melhores Destinos de Cruzeiros na Europa Ocidental e Ilhas Britânicas dos prémios Cruisers’ Choice Destination. A escolha foi feita pelos passageiros de cruzeiro que fizeram viagens no ano passado e partilharam as suas experiências com o Cruise Critic, o guia online com a maior comunidade mundial deste tipo de turistas.

Bons Sons vai ter pratos de base biológica feitos a partir de farelo de trigo

Cem Soldos já está em contagem decrescente para receber mais uma edição do Bons Sons. Durante quatro dias, de 9 a 12 de agosto, o festival vai, mais uma vez, viver a aldeia com boa música, bons momentos, mas, também, com boas práticas ambientais.

Samsung Galaxy Live é o primeiro festival de música da marca coreana

A Samsung Portugal apresenta o seu primeiro festival de música – o Samsung Galaxy Live. O festival, criado pela agência de publicidade portuguesa UZINA, conta com seis bandas portuguesas emergentes do Hip Hop e Indie nacionais a atuar em direto nas plataformas da marca no próximo dia 27 de julho.

Voos atrasados ou cancelados em caso de greve – Quais deviam ser os nossos direitos?

Obter uma compensação por atrasos ou cancelamentos de voos por parte das companhias aéreas pode não ser tarefa fácil, muito menos em contexto de greves.

Lisbon Music Fest junta hoje o fado e a música clássica no Palácio da Ajuda

A fadista Henriquinha Maria e a conceituada orquestra da Holanda – Netherlands Youth String Orchestra prometem momentos especiais mais logo, às 16h, no Palácio da Ajuda, num concerto inserido na 4.ª edição do Lisbon Music Fest, que se aproxima do seu final.

Chronopost vai entregar encomendas em Lisboa em bicicletas elétricas

Depois de Toulouse e Nuremberga, Lisboa foi a próxima cidade a receber as Cargo Bike, bicicletas elétricas que a Chronopost utiliza para entregar encomendas no centro das cidades.

Orange Is The New Black Temporada 6 – Quando o drama e a comédia negra se juntam

Orange Is The New Black é uma série surpreendente e deliciosa de acompanhar. Vai ser difícil não ver logo toda a nova temporada de seguida.

“Gooooood morning Litchfield Max! And greetings to our new cookies!”. Sejam bem-vindos à penitenciária feminina de segurança máxima de Litchfield! É assim que começa a sexta temporada da tão bem aclamada série Orange Is The New Black.

Calma. Este foi o único “spoiler” presente neste texto. Os autores fizeram um esforço para não se desbocarem já sobre tudo o que acontece nesta temporada. Por isso, aos anti-spoilers e amantes desta série de comédia negra… Podem ler sem reservas.

Saltando do início diretamente para o final, iremos começar esta crítica com uma curiosidade: cada episódio de Orange Is The New Black (OITNB) termina com uma canção, a acompanhar os créditos, que é sempre uma referência a uma personagem e/ou acontecimento pertinente que vimos no dito. Já tinham reparado?

Na verdade, são estes pequenos detalhes que nos fazem apreciar ainda mais uma série que nos tomou de assalto há seis temporadas. O mote sempre foi simples: transpor a obra literária de Piper Chapman – que, efetivamente, é uma memória do seu ano e meio como reclusa no sistema prisional americano – para o pequeno ecrã numa série de comédia. E especificando mais ainda, comédia negra. O problema – ou, neste caso, a sua inexistência – é quando os atores e o argumento fazem desta série um vício de consumo e se veem os 13 episódios num piscar de olhos.

Foi o que nos aconteceu com a pré-visualização desta nova temporada da série, que estreia já esta sexta-feira, dia 27 de julho. Mal começámos a ver, o difícil era terminar. Ainda por cima, a própria Netflix dificulta esta tarefa aos viciados em séries, pois para além de lançar todos os episódios de cada temporada de uma vez só, é incrível a facilidade e rapidez com que passa automaticamente para o episódio seguinte, sem requerer qualquer esforço por parte do espectador, que não seja a sua vontade de devorar a temporada toda de uma só vez.

Voltando ao que interessa, Orange Is The New Black é uma série surpreendente e deliciosa de acompanhar. O final da temporada passada – lembremo-nos que a história, que se desenrolou ao longo dos 13 episódios, aconteceu ao longo de três dias na vida Piper Chapman e suas companheiras – culminou com um motim (um prison riot) que nos deixou na incerteza sobre o que irá acontecer, certos, no entanto, que o que aí virá será uma experiência completamente nova. Um autêntico cliffhanger (só para nos deixar nada mais nada menos do que um ano inteiro à espera que saísse a nova temporada), que deixou muitos pontos de interrogação e poucos pontos finais.

Talvez o único ponto final fosse o de que, certamente, o destino destas mulheres nunca mais seria o mesmo. Todo o momentum de drama que pejou a temporada anterior levou a que as residentes tomassem decisões que viriam a ter repercussões – tal como na vida real, todas as nossas decisões trazem consequências, e afinal, é por isso mesmo que estas mulheres estão presas; porque em algum momento da vida tomaram uma decisão que as levou até àquela situação. Restava saber que repercussões seriam estas.

Danielle Brooks, atriz que interpreta a divertida personagem Tasha Jefferson, já havia levantado um pouco a ponta do véu sobre o que poderíamos esperar desta sexta temporada: “You’re definitely going to see all of the girls trying to figure out how to get out of this rabbit hole they’ve created. Who is loyal to whom? Who is standing alone? Who is motivated by their own personal will to get out of prison? Who lies and who tells the truth? All of that stuff will come out this season”. De facto, e em pleno contexto prisional, convenhamos que a confiança nunca pode ser cega. Ao longo do desenrolar da série assistimos à criação (ainda que ficcional) de amizades verdadeiras, laços profundos, votos de confiança, quase como se criassem uma família ali dentro.

Houve momentos muito divertidos – de facto, arriscaríamos até dizer que as residentes de Litchfield conseguem passar, para o espectador, a ideia de que estar na prisão até é divertido, dando vontade de lá viver. Até mesmo o título da série (traduzido para Laranja é o Novo Preto) remete-nos para a ideia desta mistura entre uma realidade bem cruel (negra) mas que pode ser encarada com uma certa leviandade e irreverência (laranja). Não obstante, nos momentos de crise, a questão permanece: em quem podemos, afinal, confiar? Para a sexta temporada, podemos contar ver como cada personagem responde a estas questões (revelando personalidades e divergências de opiniões morais do que é correto ou não, das escolhas que fazemos e por quem quase daríamos a vida), numa espécie de aftermath da temporada anterior. Podem, também, contar com novas personagens, novas rivalidades, novos esquemas, dinâmicas, conflitos e todo um novo rol de histórias e relações. E mais não podemos revelar. É um ambiente sempre envolto em comédia e drama, por vezes com uma pitada de thriller, numa mistura interessante.

Apesar desta componente de comédia, não significa que a produção tenha deixado de lado temáticas importantes e pertinentes que acontecem em contexto prisional, tanto do lado de quem detém o “poder” – como abusos sexuais e de poder, assédios, violência extrema (e muitas vezes sem motivo) dos guardas para com as residentes, falta de condições básicas de higiene e saneamento – como das próprias residentes – como abuso de substâncias psicotrópicas, tráfico de drogas, desesperança, insanidade mental – entre outras situações, são frequentemente abordadas e retratadas como parte da realidade prisional, que nos fazem refletir sobre uma série de questões.

Algumas destas situações invertem-se por completo nos episódios finais da quinta temporada, nos quais são os guardas que passam a ser os reféns das prisioneiras e são eles as vítimas desses mesmos abusos, com um certo sabor de vingança. Do lado do espectador, não pode deixar de pairar a pergunta no ar: não mereciam, mesmo? Ou, colocando a questão de outra forma, será alguém que cometeu um crime e já está a ser penitenciado por isso (ao lhe roubarem o maior bem que alguém pode ter, que é a sua liberdade) merecedor(a) de tais abusos? Sabemos que uma série é boa quando nos faz refletir, e OITNB certamente preenche este requisito.

As personagens de OITNB são riquíssimas e foram muito bem conseguidas, apresentando toda uma variedade de traços de personalidade e comportamentos. Não desvirtuando a história da personagem principal, Piper Chapman – mas relegando-a para um plano secundário, até mesmo porque durante o desenrolar da própria série, outras personagens acabaram por ter mais destaque do que aquela que seria, supostamente, a principal – é impossível não dar atenção às inúmeras sub-histórias das personagens restantes. As várias personagens secundárias são um mimo de caraterização e, de igual modo, extremamente bem conseguidas, através de variados estereótipos – como a líder e estratega Red (interpretada por Kate Mulgrew), a independente e sexy Alex Vause (interpretada por Laura Prepon), a amorosa e infantil (devido a um distúrbio mental) Suzanne (interpretada por Uzo Aduba), a divertida dupla Flaca e Maritza (interpretadas por Jackie Cruz e Diane Guerrero, respetivamente), entre outras.

Ainda sobre as protagonistas, é de destacar o fenómeno que é o facto do espectador começar a gostar e criar empatia com personagens que, à partida, estão naquele lugar porque cometeram algo de muito errado nas suas vidas. Fosse um “simples” esquema de crime organizado em tráfico de drogas, ou até crimes mais graves como homicídios planeados, inclusivamente homicídio infantil, o que é facto é que nós gostamos delas e acabamos por quase ter pena e empatia com elas. Um fenómeno que podemos também identificar em séries como Dexter (que retrata a vida e o enorme segredo de um viciado em assassínio de outros assassinos ou criminosos) e Breaking Bad (que retrata a vida de um homem normal que, devido a uma doença, se tornou também num criminoso). O denominador comum a estas três séries é um fenómeno de adoração do anti-herói, no qual nutrimos sentimentos positivos por personagens com comportamentos que seriam intoleráveis na vida real.

Assim, todo o argumento, as dinâmicas, os enredos, a escolha das personagens (intercalando a narrativa dentro de Litchfield com pequenos trechos ou flashbacks das vidas das prisioneiras cá fora e o que as levou até ali, o que torna a série ainda mais rica), a exploração do background e a importância do mesmo no dia-a-dia das reclusas da Penitenciária de Litchfield e as suas histórias mirambolantes, tornam esta série verdadeiramente cativante. Olhar para o dia-a-dia de uma prisão e rirmo-nos, como se de qualquer outro contexto se tratasse é, no mínimo, bizarro e bem conseguido, nunca deixando, porém, o drama de lado.

Não obstante, há uma crítica menos positiva a fazer à sexta temporada de OITNB: ficou a sensação de serem demasiados novos cenários e tramas, em detrimento de um aprofundamento do drama que poderia ter sido levado a cabo, aproveitando e explorando mais a fundo a investigação de quem assassinou Poussey na quarta temporada (o que acabou por dar origem ao riot que marcou a quinta temporada, e que resultou no que resultou agora na sexta temporada). Dito isto, foi um pouco “demasiado de tudo”, demasiada leveza, demasiada comédia, histórias aqui e ali um pouco soltas demais e, talvez, não drama suficiente.

Apesar disso, se as cinco temporadas lançadas até agora muito pouco deixaram a desejar, a sexta tem, sem dúvida, o seu mérito, vindo como que fazer um “close up” de um culminar de acontecimentos até ali. Tendo terminado, também, com um novo cliffhanger, como não podia deixar de ser. Já agora, recomenda-se vivamente o bingewatching da quinta temporada para que o desfecho de eventos no final dessa temporada esteja presente ao iniciar esta nova.

OITNB já tem uma sétima temporada confirmada para 2019 (yes!), tendo o autor, Jenji Kohan, lançado o rumor que poderá ser a última. Mas, até lá, a recomendação é o consumo imediato e obrigatório destes novos 13 episódios da sexta temporada.
E, depois, até p’ro ano!

Texto por: Cláudia Silva e João Cunha


 

Pro Evolution Soccer 2019: Já jogámos e temos novidades para contar

Está quase a chegar mais uma edição de Pro Evolution Soccer, aquele que é, para muitos, o melhor simulador de futebol do mercado. A edição 2019 pode estar ainda a um mês de distância, mas nós já tivemos a oportunidade de experimentar PES 2019 num evento que teve lugar na passada segunda-feira, em Lisboa, no âmbito da press tour da Konami, e que, este ano, teve direito a uma passagem por Portugal.

U.S. Girls, Natalie Prass e The Saxophones no Super Bock em Stock 2018

Nos dias 23 e 24 de novembro, são várias as propostas musicais que vão ser distribuídas pelos palcos do Super Bock em Stock espalhados pela Avenida da Liberdade e arredores. Johnny Marr, Elvis Perkins, Conan Osiris, Charles Watson e The Harpoonist and the Axe Murderer são alguns dos nomes já anunciados e há três novos três nomes que confirmam a aposta do Festival nos artistas e nas bandas que garantem o futuro da música: U.S. Girls, Natalie Prass e The Saxophones.

MEO Marés Vivas 2018 | Rita Ora numa maré viva de boas energias

Rita Ora já tinha tido o privilégio de pisar terras lusas, em 2016. Voltou agora a fazê-lo, com a sua aparição no festival MEO Marés Vivas.

Mesmo com um atraso, a artista não perde mais tempo, e presenteia o público com o tema “Your Song”, primeiro single do seu próximo álbum de estúdio, a sair algures em novembro, e que conta com inúmeras vendas em países como a Nova Zelândia, Alemanha e Holanda.

Continua com “Poison”, do EP Poison, e segue com o seu último single, também a integrar o próximo álbum, “Girls”, que conta com a participação de Cardi B, Bebe Rexha e Charli XCX, e que foi bem recebido pelos fãs mas criticado por cantoras como Hayley Kiyoko e Kehlani.

“I Will Never Let You Down”, do seu EP Poison, e “R.I.P.”, do seu albúm de estreia Ora, em 2012, foram temas que se seguiram, não se ficando atrás os hits em que a cantora participou, tais como “Lonely Together”, do malogrado DJ Avicii, “Black Widow”, de Iggy Azelea, e “Hot Right Now”, de DJ Fresh, que contou com todo o apoio do público ao cantarem e dançarem com ela. Contudo, o verdadeiro ponto alto da noite estaria em “For You”, do filme 50 Shades Freed, levando o público ao rubro. “Anywhere”, outra faixa do próximo álbum, é a canção escolhida para terminar a sua actuação, mas, antes do adeus, ainda tirou uma foto com o público.

Rita manteve contacto com o público durante todo o concerto, descendo algumas vezes as escadas para estar mais proxima dos fãs. Outro momento alto da noite foi quando Rita permitiu que um fã cantasse uma canção à sua escolha, após ter visto a meio do concerto um cartaz a dizer “please, do you let me sing?” (por favor, deixas-me cantar?).

Apesar de não ter sido cabeça de cartaz, Rita foi uma das grandes e principais atrações do festival. Era notório que a atuação da artista era o motivo pelo qual grande perte do público, vindo de norte a sul do país, estava lá – algo que se notou, de resto, quando o recinto ficou quase vazio após a sua saída do palco.

Foi um concerto que nos encheu as medidas dado por uma artista completa a muitos níveis. Decerto que o público gostaria de voltar a vê-la pela terceira vez. Cá te esperamos, Rita.

Texto por: Sandro Canossa

MEO Marés Vivas 2018 | O público mais elogiado de sempre!

“Ali/Dissemos que era amor para a vida toda”.

Estas foram as palavras mais entoadas por Carolina Deslandes que abriu o palco principal no segundo dia do MEO Marés Vivas, em Vila Nova de Gaia.

A sua estreia no festival não poderia ter corrido melhor, encantando o público que, já pelas 20h, se aglomerava afincadamente para acompanhar os êxitos da cantora. Muitos trocaram o sábado de praia pela companhia da intérprete, que não deixou de fora temas como “A Vida Toda”, “Avião de Papel” ou até “Não é Verdade”.

Carolina embalou os festivaleiros, chegando mesmo a emocionar-se com o ambiente que o público nortenho transmitia. “Vocês não existem!”, repetia constantemente a cantora.

De certo modo, o ambiente era “mágico”. Com o céu pintado de laranja e dourado à medida que a noite se aproximava, várias pessoas descontraíam no chão do novo recinto, enquanto outras aventuravam-se nas filas dos brindes e da comida (que diga-se de passagem, eram intermináveis).

Enquanto se aguardava a chegada da próxima banda, o Palco Santa Casa era paragem obrigatória. De lá ecoavam sons familiares de Alanis Morisette ou Moloko, interpretados por VIA e Tiago Nacarato, que contagiaram o público com uma energia única.

Às 21h30 em ponto, a banda portuguesa Black Mamba seduziu o palco principal com os ritmos quentes do soul, que fizeram a delícia de todos, mesmo daqueles que ainda estavam nas tão afamadas filas para jantar.

Ora em português, ora em inglês, o vocalista e guitarrista da banda, Pedro Tatanka, voltava a elogiar o público que entoava em uníssono temas como “It Ain’t You”, “Sweet Lies” ou “Under Your Skin”.

Com os Black Mamba de saída, a equipa das manhãs da Rádio Comercial (Nuno, Vasco e Vera) invadiu o palco e proporcionou alguns momentos únicos de comédia, entoando o já famoso “hino” do festival, escrito por Vasco Palmeirim.

Deu tempo para surpreender um dos elementos da equipa que estava de parabéns: Nuno Markl completava 47 primaveras naquela noite. Com os olhos vendados, o humorista foi levado para uma grua, que o elevou acima do mar de gente que estava no recinto, onde entoaram os parabéns numa animação só!

Por esta altura o vento ficava mais forte e já era preciso cobrir o olhar por causa da poeira. Mas nem isso demoveu os festivaleiros de uma das grandes atrações do dia: Kodaline.

O grupo irlandês, formado em 2005, certamente ajudou a que o 2º dia do festival tivesse lotação esgotada. Podiam-se ver cartazes e camisolas por entre os, ou melhor “as”, fãs.

Numa noite em que o público nortenho já tinha mostrado a sua “garra”, os Kodaline não podiam esperar menos.
Tema após tema, o vocalista Steve Garrigan rasgava-se em elogios ao público português, agradecendo constantemente e elogiando a energia dos fãs.

“Love Like This” abriu as hostilidades e “Brand New Day” e “Ready” continuaram o alinhamento da noite. Com a plateia ao rubro, Steve Garrigan recolheu uma bandeira portuguesa das mãos de uma fã, mostrando-a em palco onde se podia ler “Kodaline” escrito à mão.

Ainda antes de entoar o tema “The One”, a banda presenteou os presentes com jatos de fogo no palco e explosões de confettis, que inundaram o céu com brilhantes papéis dourados, criando um espetáculo emocionante.

“The One” foi um dos sucessos da noite, entoado por milhares contra o vento que teimava em não abrandar. Os Kodaline aqueceram a noite, deixando um cheirinho a romance e felicidade no ar.

Para fechar a noite, esperava-nos David Guetta – um já ‘habitué’ em terras lusas. O DJ francês encerrou o festival com um espectáculo luminotécnico, com que já habituou os fãs, e transformou o recinto da antiga Seca do Bacalhau na discoteca com a melhor vista do mundo.

Foi, sem dúvida, um dia de “apostas ganhas” por parte da organização, com artistas para todos os gostos que levaram o ambiente do MEO Marés Vivas ao rubro!

Texto: Ana Cláudia

Como o Facebook quer conquistar o mercado do jogo online

Se antes os jogadores tinham de recorrer obrigatoriamente a casinos físicos para poderem apostar nos seus jogos de casino favoritos, atualmente têm mais opções.

Caminhos da Água recebeu cerca de 7500 visitantes

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Durante sete dias de programação, cerca de 7500 visitantes aceitaram o desafio de mergulhar nos Caminhos da Água, usufruindo da refrescante oferta de 67 atuações, todas elas gratuitas, que inundaram de cultura a região do Médio Tejo.

Facebook lança ferramenta que permite aos utilizadores verem vídeos juntos

Chama-se “Watch Party” e estará disponível a todos os Grupos no mundo inteiro. O “Watch Party” é uma nova ferramenta do Facebook que permite aos utilizadores verem vídeos juntos, em tempo real. Quando se inicia um “Watch Party”, os participantes poderão ver os vídeos, ao vivo ou gravados, interagindo uns com os outros em simultâneo. Esta é mais uma forma de juntar as pessoas em torno do vídeo, criar ligações e potenciar conversações.

MOTELX e Lusófona desafiam jovens a criar jogos de terror

O mundo dos jogos regressa ao MOTELX – Festival Internacional de Cinema de Terror de Lisboa, desta vez com uma Jam – 48 horas de criação e desenvolvimento de jogos de terror. A iniciativa, em parceria com a Universidade Lusófona, dirige-se a jovens e vai decorrer de 31 de agosto a 2 de Ssetembro.

Análise – Mega Man X Legacy Collection 1+2

Mega Man X está de regresso, desta vez com uma coleção de dois volumes, composta num total de oito jogos, em antecipação ao lançamento de Mega Man X9, já este ano.

A Capcom dá, assim, a oportunidade aos jogadores da geração atual de experimentarem todos os episódios do spin-off de uma das suas séries mais influentes, Mega Man, num pacote que também celebra também os 30 anos da série.

Mega Man X Legacy Collection surge com dois volumes, que podem ser adquiridos em conjunto ou em separado. Cada volume vem dividido com quatro títulos, sendo que o primeiro tem os jogos desde o 1º ao 4º e o segundo volume do 5º ao 8º.

À semelhança da coleção de Street Fighter, Mega Man X Legacy Collection é a coleção derradeira da série, contendo não só os jogos originais, como algumas melhorias, novos modos e, até, um museu para os fãs da saga e novos jogadores poderem descobrir um pouco da história sobre estes jogos.

Algo que este tipo de coleções costuma ter como objetivo é a preservação histórica dos jogos. Nesta coleção, é possível perceber isso quanto temos ao nosso dispor a possibilidade de ter a melhor experiência possível com o formato original dos jogos, desde os visuais aos controlos.

Visualmente teremos, para todos, os jogos com diferentes filtros opcionais para jogarmos como nos der mais gozo, com os X7 e X8 a receberem até um tratamento de alta definição especial, já que são jogos da geração 128bits.

Há também algo de mágico em saltar de jogo em jogo e testemunhar a evolução tecnológica dos jogos, ao mesmo tempo que o design e o estilo de jogo se mantêm relativamente fiéis de jogo para jogo, com twists e novas mecânicas a serem introduzidas a cada títulos.

Um pequeno zapping entre os oito títulos dá para perceber que, apesar das diferenças visuais, a curva de aprendizagem é minúscula de jogo para jogo, o que prova que até o original sobrevive ao teste do tempo.

Algo que também não mudou nestas coleções foi a dificuldade. Mega Man X é difícil, seja em que jogo for. Pode haver um ou outro que aparente ser mais fácil, mas basta um nível com mais inimigos, mais plataformas móveis ou um boss um pouco mais severo para perceber que temos jogos para muito tempo.

Felizmente, a Capcom pensou nos novos jogadores, naqueles que podem sentir alguma dificuldade em entrar neste mundo, e até nos veteranos, que, provavelmente, puxaram pelos cabelos em algumas situações e querem completar os desafios dos jogos com algum espaço para respirar.

O Rookie Hunter Mode pode ser ativado em todos os jogos e faz com que, por exemplo, o jogador receba apenas metade do dano. Em alguns jogos também é possível sobreviver a quedas acidentais, que, em situação normal, se traduziriam a morte imediata.

No que toca a novidades, os dois volumes incluem um novo modo de jogo, chamado X Challenge.

O X Challenge coloca o jogador à prova contra duplas de Bosses saídos de todos os jogos. É uma espécie de jogo de desafios, onde preparamos o nosso Mega Man até três tipos de armaduras e armas para, nível após nível, destruirmos as duplas de bosses que nos apresentam.

Não é fácil, ainda que também seja possível ativar o Rookie Hunter Mode, mas pode provar-se um bom sítio para que os jogadores percebam os controlos e se habituem aos combates mais complicados. No entanto, o jogo recomenda que se deixe este modo para depois de concluídos os jogos, pois contém alguns spoilers, nomeadamente no leque de inimigos.

Para além dos jogos, temos um arquivo, ou como o jogo lhe chama, um museu, onde vamos poder aceder às artes dos jogos, às galerias das personagens, às bandas sonoras, às cinemáticas, aos trailers e, também, a uma série de galerias dedicadas ao merchandise dos jogos, com montras de brinquedos, cartas colecionáveis e capas de bandas desenhadas. Infelizmente, algum deste conteúdo extra é repetido, havendo diferenças específicas nos conteúdos relacionados com os jogos de cada coleção.

A Mega Man X Legacy Collection está recheada dos conteúdos e extras e é uma coleção obrigatória para os fãs e para quem tem curiosidade em lançar-se nesta série.

Mega Man X Legacy Collection está disponível em dois volumes separados ou num conjunto para PC, PlayStation 4, Xbox One e Nintendo Switch.

Atualização: O texto original fazia referência ao lançamento de Mega Man X9, que não está oficializado. Para 2018 está sim confirmado Mega Man 11.

Mega Man X Legacy Collection 1+2
Nota: 8/10

Este jogo foi cedido para análise pela Ecoplay.

Realm Royale a caminho das consolas com uma Beta já em agosto

O jogo desenvolvido pela Hi-Rez Studios, produtores de Paladins e Smite, prepara-se para chegar à PlayStation 4 e Xbox One muito em breve, depois da passagem de sucesso pelo PC durante a sua fase em de acesso anticipado.

Marvel vs. Capcom e Razer unem forças nos novos sticks de arcada personalizados para a PS4

Para os verdadeiros fãs de jogos de luta, a Razer tem um novo periférico desenhado para a consola da Sony, a PlayStation 4.

Depois do lançamento dos sticks de arcada decorados com a arte de Dragon Ball FighterZ, é a vez da marca juntar forças com a Marvel e a Capcom.

O novo controlador é uma versão personalizada do Stick de Arcada Razer Panthera, que também existe com decoração padrão da Razer.

Tal como os restantes modelos, este periférico é compostos por 10 botões e um Joystick de oito direções. O Razer Panthera, com arte do Marvel vs. Capcom: Infinite, está preparado para ser usado em qualquer jogo de lutas da consola da Sony e promete replicar as experiências das suas versões de arcada.

O Razer Panthera, para a PlayStation 4, já está disponível por um preço recomendável de 239,99€.

Caraterísticas Principais

  • 10 botões Sanwa Denshi para torneios.
  • Joystick Sanwa autêntico com topo esférico.
  • Acesso ao interior e arrumação facilitada, apenas através de um toque.
  • Estrutura interior em colmeia para facilitar montagem e fixação.
  • Compartimento de arrumação para joystick alternativo (não incluído).
  • Cabo USB removível, com rosca de fixação para ligação segura, com três metros de comprimento.
  • Chave de parafusos incluída para modificações.

Saramonic chega a Portugal pela mão da Comercialfoto

A Comercialfoto acaba de firmar um novo acordo de representação e distribuição para o mercado português de produtos áudio da marca Saramonic. Esta é uma marca que está a despontar no mercado internacional como a grande sensação na produção de acessórios de áudio de alta definição para a filmografia móvel, utilizada por bloggers, instagrammers e youtubers.