Quem as via ali pelas zonas de Belém e Parque das Nações, depressa ficou curioso com a frase patente em cada uma das trotinetes: “this is not a scooter“, que, aliás, podemos dizer que era uma marca falsa. A Flash, que andou em fase de testes em janeiro passado, chegou oficialmente à capital portuguesa, indo concorrer com seis empresas: Lime, Hive, Voi, Tier, Bungo e Wind.
Novo trailer de “Aladdin” leva-nos até “Um Mundo Ideal”
A Disney revelou hoje um novo trailer e poster para uma das suas grandes apostas para este ano, a adaptação live-action de Aladdin.
Julia Michaels vem dar um concerto a Lisboa em outubro
Há quem diga que é a nova sensação da pop. Julia Michaels, cantora norte-americana, vem a Lisboa a 5 de outubro dar um concerto em nome próprio no LAV – Lisboa ao Vivo, para apresentar o novo EP, Inner Monologue Part I, editado no final de janeiro.
Memento Mori, a introspeção de Rui Sinel de Cordes
Rui Sinel de Cordes trouxe mais um solo às salas portuguesas. Memento Mori é o oitavo solo do humorista. O Cavaleiro Negro regressou a Portugal após um período em que esteve em Londres onde atuou em vários clubes de comédia londrinos.
O PlayStation Now já está disponível em Portugal
Agora já é possível jogar PlayStation no PC e jogos da PlayStation 3 e PlayStation 2 na PlayStation 4.
Pokémon: Lets Go para a Nintendo Switch recebe uma demonstração grátis
Tens uma Nintendo Switch e ainda não tens a certeza se gostas ou queres o mais recente jogo da série Pokémon? Então a Nintendo tem boas notícias.
Agora é possível testar gratuitamente Pokémon: Let’s Go para a Nintendo Switch.
Pokémon: Let’s Go divide-se em duas versões, uma dedicada ao Pikachu e outra ao Eevee, com uma seleção de meia dúzia de Pokémon exclusivos a cada versão, um pouco como a série nos tem habituado desde os tempos do Game Boy.
Este jogo foi a estreia do RPG numa consola doméstica em vez das habituais portáteis da Nintendo e trouxe consigo algumas mecânicas únicas emprestadas de Pokémon GO! para dispositivos móveis.
Nesta demo, é possível explorar os primeiros momentos de jogo e dar uso às novas mecânicas de captura e exploração.
Para testarem Pokémon: Let’s Go, basta irem até à eShop e descarregar a demonstração.
Para ficarem a saber mais sobre Pokémon Let’s Go, podem ler aqui a nossa análise.
Control, o próximo jogo dos criadores de Max Payne, chega este verão
Os criadores de Max Payne, Alan Wake e Quantum Break preparam-se para trazer um novo jogo para PC e consolas já este ano. A Remedy confirmou agora à revista Game Informer que Control vai poder ser jogado já este verão.
“Santa Clarita Diet” regressa este mês e tem um novo trailer
A terceira temporada de Santa Clarita Diet está quase a chegar com novas peripécias e dilemas. Mas enquanto não estreia, a Netflix tem um novo trailer e um poster para partilhar connosco.
Arch Enemy e Thormenthor completam cartaz do VOA – Heavy Rock Festival
Já está! Depois das confirmações de Slipknot e Slayer, cabeças de cartaz do evento, e de Lamb of God, Trivium, Gojira, While She Sleep, Cage Hill, Moonspell, Wako e Rasgo, eis que chegam as duas últimas confirmações que fecham o cartaz do VOA – Heavy Rock Festival. São eles os Arch Enemy e Thormenthor.
Sumol Summer Fest 2019 vai ter concerto exclusivo de Sam The Kid
Depois de nos ter confirmado nomes como Young Thug, Brockhampton, THEY., GROGNation, Holly Hood e Kappa Jotta, a Música no Coração deu hoje uma conferência de imprensa onde anunciou várias novidades para a edição de 2019 do Sumol Summer Fest. O objetivo, claro, será de esgotar o festival pela terceira vez consecutiva.
(Terminado) Passatempo – Temos 20 convites duplos para a antestreia do filme “Dumplin: Miss XL” (Lisboa e Matosinhos)
Título Original: Dumplin’
Género: Comédia
Elenco: Danielle Macdonald, Jennifer Aniston, Odeya Rush
Realização: Anne Fletcher
Argumento: Kristin Hahn
Sinopse: “Numa pequena cidade do Texas, a jovem Willowdean Dickson (Danielle Macdonald), vive com problemas em se sentir bem na sua pele. A situação não é ajudada pela pressão imposta pela mãe, Rosie (Jennifer Anniston), uma antiga rainha de concursos de beleza, que trata a filha por Dumplin e pouco tem em comum com ela.
Com o objectivo de agitar águas e aborrecer a mãe, Willowdean inscreve-se no concurso de beleza para adolescentes que Rosie está a organizar. Mas para grande surpresa sua, Will é apoiada por outras raparigas, que querem participar nesta “revolução de saltos” e mostrar ao mundo que a beleza vem de dentro.
Com a ajuda destes novos amigos, Willowdean e Rosie vão aprender a ultrapassar as diferenças, e confirmar que Dolly Parton estava certa quando disse que “se queres o arco-íris, tens de aguentar a chuva””.
“Dumplin: Miss XL” tem estreia marcada para Portugal a 21 de março.
Vem aí um novo filme do “DOOM” já este ano
Um dos videojogos mais importantes e icónicos da história da indústria prepara-se para regressar aos filmes com uma nova adaptação.
Não é a primeira vez que DOOM é adaptado a filme. Em 2005, o jogo teve uma adaptação pouco adorada, que contava com atores como Dwayne “The Rock” Johnson, Carl Urban e Rosamund Pike. Com um orçamento de 15 milhões de dólares, o filme fez apenas 60 milhões em bilheteiras, revelando-se um pequeno fracasso para este filme de ação e horror.
2019 parece ser o ano em que DOOM vai tentar ser adaptado a filme pela segunda vez. Porquê? Não se sabe bem, mas poderá ter a ver com o enorme sucesso do reboot do jogo de 1993 em 2016, que também já tem uma sequela garantida com DOOM Eternal.
O novo filme, agora chamado Doom: Annihilation, conta com uma premissa bastante semelhante à do filme original e, obviamente, inspirada nos jogos, com um grupo de soldados chamado para uma emergência numa lua de Marte onde têm que enfrentar uma força demoníaca vinda diretamente do inferno.
Com destino aos serviços de streaming, DVD e Blu-Ray mais para o final do ano, foram agora também reveladas as primeiras imagens do filme que, infelizmente, de DOOM têm muito pouco.
Doom: Annihilation é realizado por Tony Giglio e produzido por Lorenzo Di Bonaventura (da saga Transformers) e John Wells. No elenco, encontramos Amy Manson, Dominic Mafham, Luke Allen-Gale e Nina Bergman.
Crackdown 2 chega à retrocompatibilidade da Xbox One e está grátis
Em antecipação ao lançamento de Crackdown 3 no mês de fevereiro, a Xbox ofereceu de forma gratuita aos seus jogadores o primeiro jogo desta sua saga. Agora, é a vez de pegarmos na sua sequela Crackdown 2, que está disponível gratuitamente para download.
Nick Murphy (anteriormente Chet Faker) vem a Portugal dar dois concertos
Foi há algum tempo que mudou de nome para Nick Murphy, mas todos nos lembramos dele como Chet Faker. Pois bem, o músico está de regresso a Portugal para dois concertos, em Lisboa e no Porto, nos quais apresentará o seu mais recente trabalho, Run Fast Sleep Naked.
“Captain Marvel” já voa entre as maiores estreias de sempre
Antes de voltarmos aos Avengers, ficámos a conhecer na semana passada a mais recente adição ao clube de super-heróis do Universo Cinemático da Marvel com Captain Marvel.
Há sempre uma segunda oportunidade no trailer de lançamento de Sekiro: Shadows Die Twice
É já este mês que a From Software regressa com um novo jogo de ação desenhado para os maios corajosos e habilidosos.
A Uber também já tem bicicletas elétricas
Chamam-se JUMP e estão disponíveis em Lisboa 24 horas por dia. A capital portuguesa é a segunda cidade europeia a receber esta nova aposta da Uber, que, de resto, garante já uma cobertura de 90% no município para estas bicicletas elétricas.
MSC Bellissima realizou escala inaugural no porto de Lisboa
Foi no dia 8 de março que o MSC Bellissima, o 16º navio daquela que é considerada a maior companhia privada de cruzeiros do mundo, realizou a escala inaugural no porto de Lisboa. E o Echo Boomer esteve por lá.
O navio, construído no estaleiro de Chantiers de l’Atlantique, em Saint-Nazaire, França, foi entregue à companhia no dia 27 de fevereiro, sendo o primeiro de dois navios a serem entregues em 2019. A bordo estiveram cerca de 140 pessoas, entre autoridades, imprensa, parceiros e convidados, que assistiram à habitual troca de placas com o Comandante do navio, Rafaelle Pontecorvo, e as autoridades portuárias de Lisboa.
Foi, por isso, uma oportunidade única para que se pudesse testemunhar a grandiosidade deste MSC Belíssima, que conta com um design exclusivo e que, graças ao facto de ser altamente manobrável, poderá atracar em qualquer um dos mais importantes portos do mundo.
Conta com 315 metros de comprimentos, atinge uma velocidade máxima de 22.7 nós e tem uma capacidade máxima de 5686 passageiros. Conta, portanto, com 2217 camarotes, existindo 10 tipologias diferentes.
É também o primeiro navio a disponibilizar a ZOE, a primeira assistente pessoal virtual de cruzeiro, incluída no programa MSC for Me. Esta assistente pessoal virtual ativada por voz estará disponível em todos os camarotes para responder a centenas de questões relacionadas com o cruzeiro.
Este MSC Bellissima vem também equipado com recentes tecnologias ambientais, como um sistema de limpeza de gases de escape de última geração, uma estação de tratamento de águas residuais, sistemas para a prevenção da descarga de óleo nos espaços de máquinas, um sistema de tratamento de água de lastro e várias melhorias para economia de energia, desde sistemas de recuperação e calor a iluminação LED.
Outro dos destaques vai para o Carousel Lounge, onde serão realizados dois espetáculos exclusivos do Cirque du Soleil at Sea, Syma e Varélia. Infelizmente não conseguimos visitar a sala porque os artistas se encontravam em ensaios.
Existem ainda vários restaurantes, bares, gelatarias, ginásio, piscinas e um mini parque aquático para os miúdos, pelo que, por aqui, já perceberam que existem diversas ofertas para agradar a um público variado.
O MSC Bellissima ficará a realizar a sua temporada inaugural no Mediterrâneo, oferecendo cruzeiros de sete noites por alguns dos portos mais famosos da região, tais como Génova, Nápoles, Messina, Valleta, Barcelona e Marselha, antes de navegar rumo aos Emirados para a temporada de Inverno 2019/2020. Na Primavera de 2020, o navio seguirá rumo à Ásia, onde ficará a realizar itinerários pela região.
Crítica – “Captain Marvel”, o Revenge of the 90’s da MCU
A história segue Carol Danvers (Brie Larson) e como ela se torna numa das mais poderosas heroínas do universo enquanto a Terra está no meio de uma guerra galática entre duas raças alienígenas. A ação decorre durante os anos 90, tornando Captain Marvel numa nova aventura, explorando uma época inédita na história do “Marvel Cinematic Universe” (MCU).
Iria sempre ser um grande risco tentar introduzir uma personagem tão importante e poderosa como Carol Danvers no final da “Phase Three”. Não só ela surge do nada (foi raramente mencionada em filmes anteriores ou mesmo não mencionada de todo antes de Infinity War),como é o último filme antes do climático fim de uma era, Avengers: Endgame. É esta heroína quem vai levar os restantes heróis à vitória contra Thanos, o vilão que derrotou por conta própria praticamente todos os super-heróis conhecidos até aquele momento.
Assim, apesar de não se esperar uma excelente história repleta de ação fenomenal, também se esperava mais do que apenas um filme de origem simples como se este pertencesse à “Phase One”.
Infelizmente, isso é exatamente o que foi criado. É tudo apenas razoável.
Não há nenhuma cena de luta excecional, mas a maioria é decente. Não há nenhum encanto visual, mas não parece mal. O potencial das personagens parece desperdiçado, mas funcionam para a história. Tudo é frustrantemente equilibrado, o que é algo de se louvar em muitos outros filmes, mas já não estamos em 2008, até porque a Marvel não está a começar o seu universo cinemático. Está é quase a terminar um arco inteiro, envolvendo mais de 20 películas!
Vamos diretos à protagonista: Brie Larson. A Marvel raramente erra nos seus elencos e, sendo Larson uma vencedora de Óscar, o seu talento é inegável. Tem tudo o que precisa para entregar consistentemente um desempenho acima da média, por isso, existe alguma surpresa por ela não ter conseguido destacar-se num filme tão ameno.
O filme não é mau, de todo. No entanto, uma atriz do calibre de Brie Larson devia conseguir elevar, pelo menos, a sua própria personagem, mas acaba por ser como os restantes colegas: apenas boa o suficiente. A sua prestação poderá ter sido limitada por indicações erradas por parte dos realizadores ou pelas suas próprias decisões, mas o potencial está lá. Certamente que os irmãos Russo irão escrever um arco muito mais entusiasmante para a personagem em Endgame.
Os dois melhores atributos de todo o filme são, sem qualquer dúvida, a relação de amizade que Carol e Nick Fury (Samuel L. Jackson) desenvolvem e a inovadora tecnologia CGI que permite rejuvenescer os atores. Em relação ao argumento, as interações entre estas personagens são tão cativantes e cheias de humor que os problemas de ritmo do primeiro ato gradualmente começam a desaparecer. O passado de Carol é frequentemente abordado com flashes rápidos e demasiada exposição barata, logo, é uma lufada de ar fresco ter SLJ e Larson a “brincarem” um com o outro. Apesar disso, a tecnologia de rejuvenescimento usada é absolutamente surpreendente.
Em relação às personagens, Anna Boden e Ryan Fleck deviam ter feito muito melhor. Tanto desperdício de potencial num momento tão crucial da MCU. Carol Danvers tem uma excelente história, mas a maneira como esta foi explorada diminui o seu impacto. Mesmo assim, como Capitão Marvel, ela é, de facto, uma mulher badass.
Existem algumas sequências de ação bem realizadas, especialmente no início, mas, à medida que o filme lentamente progride na sua história, estas mesmas cenas vão tendo um nível mais desleixado, com demasiados cortes e com fundos demasiado escuros. Jude Law (Yon-Rogg) é fantástico como sempre, e Ben Mendelsohn é brilhante como Talos. Ambas as personagens têm histórias interessantes que se completam de forma eficiente, algo que não pode ser dito dos outros “vilões” da Marvel (se bem que, verdade seja dita, têm melhorado ultimamente).
Tecnicamente, parece faltar algum tipo de estilo ao aspeto visual. Olhando para Black Panther, Captain America ou Guardians of the Galaxy, cada filme tem uma estética visual que pertence às suas próprias histórias. Já Captain Marvel não parece possuir o seu próprio estilo.
Honestamente, com outros realizadores, este filme poderia ter sido muito melhor. Boden e Fleck já provaram que são bons filmmakers, mas talvez ainda não estivessem prontos para liderar um blockbuster deste tamanho. Dito isto, a banda sonora dos anos 90 é espetacular e bastante adequada ao período do filme. Existem alguns momentos onde os efeitos especiais sobre os poderes de Carol Danvers são verdadeiramente magníficos, mas, no fim, parece mais um filme saído da “Phase One” do que o filme número 21 da MCU.
Também as sequências de ação necessitavam de melhor edição e mais coreografia (encontramo-nos na “Phase Three” e, em 2019, devemos ter o direito de realmente ver o que está a acontecer), mas o maior “problema” é como a história obedece cegamente à fórmula de filme de origem de super-heróis. Não é exatamente uma falha, mas esperava-se mais. Muito mais.
Apesar de tudo, Captain Marvel atinge os requisitos mínimos: apresentar aos fãs uma nova superheroína que vai ser extremamente importante na eventual derrota de Thanos.
No final, não há uma cena de luta memorável, um momento emocionalmente esmagador ou até mesmo uma cena verdadeiramente arrepiante ou épica. Não nos deixa com água na boca para Avengers: Endgame, mas também não nos deixa menos entusiasmados. É apenas… “Okay”. Não há nada errado com isso, mas também não há nada de extraordinário.
Captain Marvel já se encontra em exibição.

Nota:
