Mas só durante o mês de junho. O Uber Sun é uma opção de viagem exclusiva, para o trajeto de ida ou volta entre Lisboa e a Praia de São João da Caparica. O preço é de 20€, o que é bastante caro, mas que fica bem mais em conta se dividirmos com mais três amigos ou com a nossa família.
Ed Sheeran hoje e amanhã em Lisboa. Conhece aqui o alinhamento provável
É mais logo, às 21h, que acontece o primeiro de dois concertos do britânico Ed Sheeran no Estádio da Luz, em Lisboa. Estima-se que cada um dos espetáculo conte com 60.358 espectadores, ou seja, um total de 120.716 pessoas, segundo fonte da promotora Everything is New.
No entanto, estes concertos não deverão bater o recorde alcançado pelos Pink Floyd a 22 e 23 de julho de 1994, no antigo estádio de Alvalade, que, ao que consta, terão atuado para um total de 122 mil pessoas.
Ou seja, Ed Sheeran não deverá conseguir o recorde, mas fica lá muito muito perto. Não obstante, caso não consiga ultrapassar esse recorde em Portugal, é algo que fará lá fora, pelo menos no que toca ao nível de ser a digressão mais rentável de sempre.
De momento, essa marca pertence aos irlandeses U2, que, entre 2009 e 2011, conseguiram faturar cerca de 658 milhões de euros. Só que a banda tem agora em Ed Sheeran um concorrente de peso. É que, até agora, digressão Divide faturou cerca de 560 milhões de euros. E Sheeran ainda tem mais de 20 datas pela frente.
Quanto ao cachet do artista, estima-se que seja de cerca de 3,6 milhões de euros por espetáculo.
Mas vamos aos concertos de Ed Sheeran propriamente ditos
Para já, as portas abrem às 16h. Contudo, a Everything is New aconselha que cheguem mais cedo porque o “processo de entrada estará sujeito à validação dos bilhetes e segurança” pode será demorado. Antes de saírem de casa, certifiquem-se que têm os bilhetes, o cartão de crédito/débito usado na compra, indicado no comprovativo de compra (fatura ou recibo), a prova de compra (fatura ou recibo) e um documento de dentificação com fotografia válido (passaporte, cartão de cidadão ou carta de condução) que corresponda com o primeiro e último nome impressos no bilhete.
Depois, os horários dos concertos são estes:
18h15 – Ben Kweller
18h45 – Zara Larsson
19h45 – James Bay
21h – Ed Sheeran
Estima-se que o concerto de Ed Sheeran termine antes das 23h.
À hora de escrita deste artigo, ainda haviam bilhetes disponíveis, variando entre os 60,98€ e os 84,43€. Podem ainda comprar os bilhetes, caso consigam, na Benfica Official Store Estádio. Devem, também, verificar este nosso guia para ficarem a saber todas as informações úteis sobre como chegar ao concerto, além da lista de objetos proibidos de entrar dentro do estádio.
Em relação ao alinhamento/setlist provável, deverá ser este:
Castle on the Hill
Eraser
The A Team
Don’t / New Man
Dive
Bloodstream
I Don’t Care
Tenerife Sea
All of the Stars / Hearts Don’t Break Around Here / Kiss Me / Give Me Love
Galway Girl
Poor Wayfaring Stranger / I See Fire
Thinking Out Loud
Photograph
Perfect
Nancy Mulligan
Sing
Encore:
Shape of You
You Need Me, I Don’t Need You
Análise – Super Cane Magic ZERO
O humor e a boa disposição andam de mãos dadas em Super Cane Magic ZERO, um novo RPG de ação que acaba de chegar às consolas. Depois de um lançamento no PC, o título da Studio, inspirado nas personagens e criações do cartunista Sio, traz-nos um dos mundos mais loucos e surreais que já experienciámos no género e um jogo que merece ser jogado cooperativamente com amigos.
Netflix revela a data e o primeiro trailer de “O Cristal Encantado: A Era da Resistência”
A Netflix prepara-se para trazer mais um projeto das cinzas com uma sequela de The Dark Crystal (em português O Cristal Encantado), um filme de fantasia original de 1982 criado pelo pai dos Marretas, Jim Henson, e pelo próprio Yoda, Frank Oz.
A versão de 2019 de The Dark Crystal é uma prequela do clássico original e segue as aventuras de três novos Gelfins, protagonizados por Taron Egerton, Anya Taylor-Joy e Nathalie Emmanuel, que vão embarcar numa jornada pelo mundo decadente de Thra em busca do Cristal da Verdade durante uma épica batalha pelo planeta.
A Netflix revelou agora o primeiro trailer desta prequela, que, tal como o original, é feito com fantoches e marionetas, usadas de forma impecável.
Além do elenco de protagonistas, O Cristal Encantado vem apetrechado de estrelas prontas a emprestar a voz às personagens, com Caitriona Balfe, Helena Bonham-Carter, Harris Dickinson, Natalie Dormer, Eddie Izzard, Theo James, Toby Jones, Shazad Latif, Gugu Mbatha-Raw, Mark Strong, Alicia Vikander, Harvey Fierstein, Mark Hamill, Ralph Ineson, Jason Isaacs, Keegan-Michael Key, Ólafur Darri Ólafsson, Simon Pegg e Andy Samberg.
Realizada por Louis Leterrier, a primeira temporada de O Cristal Encantado: A Era da Resistência é composta por 10 episódios e estreia dia 30 de agosto na Netflix.
Agora já podes ver as tuas personagens favoritas à batatada em realidade virtual no Super Smash Bros.
Depois de Super Mario Odyssey receber um modo VR limitado e de The Legend of Zelda: Breath of the Wild se tornar completamente imersivo, chegou a altura de mais um exclusivo da Nintendo Switch tirar partido das capacidades do novo Nintendo Labo VR Kit.
Razer já ilumina mais de 500 dispositivos de 25 marcas
A Razer aproveitou a Computex 2019 para revelar um conjunto de parceiros que vai aplicar a sua tecnologia de iluminação RGB aos seus dispositivos.
Robert Pattinson vai mesmo vestir o fato do novo Batman
Depois de muita especulação e rumores, já foi confirmado o ator que vai vestir o fato do Cavaleiro das Trevas em futuros filmes da DC Comics.
Tiago Bettencourt vai dar concertos no Coliseu de Lisboa e na Casa da Música
No dia em que Tiago Bettencourt lança uma nova canção “Manhã” (que podem ver e ouvir aqui em cima), gravada ao vivo no Coliseu de Lisboa em 2018, anuncia dois espetáculos muito especiais. O primeiro acontece a 17 de dezembro na Casa da Música, no Porto, e o segundo, a 19 de dezembro no Coliseu de Lisboa em formato 360º, ao centro da mais emblemática sala de espetáculos da Lisboa.
Os insetos regressam e há portais com os Xbox Games with Gold de junho
A equipa da Xbox já revelou o conjunto de jogos que vai ficar disponível para os subscritores do Xbox Live Gold para o mês de junho.
Conhecidos os vencedores do Concurso Novos Talentos FNAC 2019
A entrega dos prémios Novos Talentos FNAC 2019 aconteceu no passado dia 29 de maio, nas Carpintarias de São Lázaro, em Lisboa. Com o mote “Mostra-te ao Mundo“, durante o evento foram revelados os vencedores da edição deste ano, nas categorias de Música, Fotografia, Cinema e Escrita.
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Como prevenir e resolver se o vosso Cartão Multibanco for clonado?
O número de operações de pagamento com cartões bancários tem vindo a ser cada vez maior – e as opções de pagamento online também têm aumentado. Segundo dados recentes, o recurso a métodos de pagamento eletrónico aumentou, subida essa que é acompanhada pelos números de operações registadas pelo Multibanco. Mesmo com as recomendações dos bancos sobre como ter as melhores práticas no uso do seu cartão e como fazer pagamentos online com cartão de débito, convém saber mais.
Ed Motta – Ficção Científica e o bigode de Tom Selleck
Pouco mais de três anos após a sua última visita a Lisboa, Ed Motta aterrou no Parque Mayer na última segunda-feira.
Uber mete mais 1000 bicicletas JUMP em Lisboa. E foram todas feitas em Portugal
E atenção, além de terem sido feitos em Portugal, estes novos modelos 5.6 da JUMP incluem novas funcionalidades como suporte para telemóvel, painel frontal, novo sistema de carregamento ou “cable lock”. Desta feita, o serviço de bikesharing passa a cobrir 100% da área urbana de Lisboa, com um total de 1750 e-bikes pela cidade.
Crítica – “Godzilla: King of the Monsters”
A nova história do icónico monstro da 7ª arte acompanha os esforços heróicos da agência cripto-zoológica Monarch, cujos cientistas enfrentam uma série de monstros de dimensões gigantescas, incluindo o poderoso Godzilla, que, por sua vez, enfrenta Mothra, Rodan, e o seu derradeiro inimigo, o Rei de Três Cabeças Ghidorah. Quando estas super-espécies antigas – que se julgava serem apenas mitos – se voltam a erguer, todas elas lutam pela supremacia, comprometendo a existência da humanidade. King of the Monsters é a sequela ao filme de 2014, Godzilla, e o terceiro filme no MonsterVerse, universo cinemático da Legendary, que também inclui Kong: Skull Island. Em 2020, o confronto Godzilla vs. Kong deverá chegar ao grande ecrã.
Godzilla: King of the Monsters é um dos meus filmes mais antecipados de 2019. Não porque esperava que fosse uma história brilhantemente escrita ou com personagens incrivelmente desenvolvidas, mas simplesmente devido aos níveis de puro entretenimento que Godzilla provoca. Das poucas imagens que tinha visto, parecia absolutamente deslumbrante. Não precisava de um argumento digno de um Óscar ou performances fenomenais. Apenas desejava uma narrativa decente e lógica (esta última palavra é importante) com personagens razoáveis e toneladas de sequências de ação com os Titãs lutando uns contra os outros. Logo, as minhas expetativas não eram nem complexas nem tão altas como algumas pessoas poderão ter.
Infelizmente, deixei o cinema extremamente desiludido. É impossível negar o quão impecáveis os efeitos visuais são, assim como a quantidade infinita de imagens dignas de serem o vosso próximo wallpaper de computador, espalhadas por todo o filme. Algumas cenas estão preenchidas com cinematografia de fazer cair o queixo, monstros impressionantemente lindos e cenas de luta que parecem tão reais que só a produção sonora irá deixar o espectador à beira da sua cadeira.
No entanto, quando os dois pilares de qualquer filme ou série (história e personagens) estão tão longe de funcionar, não há aspetos tecnicamente perfeitos que salvem o filme de um desastre. Escrevi esta última frase há algumas semanas sobre Game of Thrones, e defendo-a a todo o custo. Serei sempre o primeiro a elogiar o trabalho técnico quando este é excecional, mas se tiver que escolher entre um filme tecnicamente sem falhas e outro com uma história fantástica e personagens com as quais me importo, não tenho dúvidas de que este último é a escolha indiscutivelmente correta.
Em última análise, esse é o enorme problema. O argumento está carregado com algumas das cenas de exposição mais preguiçosas dos últimos anos. De forma constante, as personagens têm algum tipo de apresentação para explicar algo numa conversa completamente imprevisível, de forma aleatória. Geralmente, um filme como este tem algum tipo de personagens secundárias cliché que podem ser um cientista chico-esperto, alguém que sirva de comic-relief, um duo que está constantemente a trocar bocas ou um militar que quer sempre atacar alguma coisa, mesmo que todos saibam que não é a decisão mais inteligente.
King of the Monsters tem todos estes tipos e muito mais! Mais?! Michael Dougherty e Zach Shields enchem a narrativa com tantas personagens desnecessárias, inúteis e estereotipadas, que acabam por esticar o tempo de execução e estender os períodos entre as lutas colossais, transformando esse tempo em minutos de tédio absoluto.
Bocejei durante um blockbuster do Godzilla. Bocejei. Quão triste é isto?! Gostei imenso do filme de 2014 de Gareth Edwards. Na altura, a queixa mais comum era de que não havia Godzilla suficiente. A maioria das personagens foram bem escritas, apesar de algumas terem sido pouco exploradas. Esta sequela sofre do contrário: existem dezenas de monstros e lutas titânicas, mas esqueceram-se literalmente de escrever uma história cativante com personagens interessantes. Na primeira película, embora eu também desejasse mais Godzilla, quando este realmente aparece, fiquei extremamente entusiasmado! Como tive que esperar pelo terceiro ato para assistir à luta entre os Titãs, o build-up gerado e o seu payoff fizeram o tempo gasto com as personagens humanas valer a pena.
Esta sequela estava condenada a partir do momento em que as personagens foram escritas. Há inúmeras sequências de luta e escrevi acima que as personagens desnecessárias estendem os períodos entre essas cenas. O dilema é que esses períodos precisam de existir, fazendo com que tudo pareça uma faca de dois gumes que o realizador está a tentar evitar. Por um lado, não podemos ter ação após ação consecutivamente, caso contrário, esta vai perder o impacto ao longo do tempo e irá tornar-se monótona, logo precisamos de passar o tempo com as personagens humanas horrivelmente escritas.
Por outro lado, não podemos ter personagens desinteressantes com motivações pouco claras no ecrã por muito tempo, caso contrário, a audiência irá adormecer de tédio ou ficará irritada, logo é necessário inserir uma sequência de luta novamente, fazendo o público perder o interesse nessas cenas gradualmente.
King of the Monsters repete continuamente este ciclo de ir de uma situação para a outra. Ninguém quer ter lutas consecutivamente, pois estas vão perder o impacto energético, mas ninguém quer desperdiçar o seu precioso tempo a ouvir exposições através de apresentações tipo PowerPoint de personagens cujo nome ninguém se irá lembrar. Não se pode culpar o elenco, todos entregam boas performances.
Millie Bobby Brown (Madison Russell) continua o seu caminho para se tornar numa das maiores estrelas de Hollywood (em menos de 10 anos, terá um Óscar nas suas mãos, garantido). Kyle Chandler (Mark Russell) faz mais do que o que se esperava dele com um guião tão mau e Ken Watanabe (Dr. Ishiro Serizawa) é o único que entrega um desempenho sólido, para além de ter uma personagem adequada (fruto do filme anterior). Vera Farmiga (Dr. Emma Russell) está ligada à pior personagem do filme (decisões completamente irracionais feitas por Emma) e todos os outros são uma das personagens secundários cliché mencionadas acima.
Tiveram cinco anos para escrever uma narrativa direta com personagens simples. Nenhum fã queria nem precisava de um argumento brilhante e inovador, mas a verdade é que Dougherty e Shields criaram um dos piores scripts do ano. Está cheio de exposição, personagens cliché e um tempo de execução que acabou por se tornar demasiado longo para alguém tolerar todo o diálogo terrível. Não sei se irá acabar claramente como um dos piores filmes de 2019, mas é, definitivamente, uma das maiores deceções.
No final, Godzilla: King of the Monsters não corresponde às minhas expetativas (e eram bastante justas), nem perto. Visualmente, é um dos filmes mais marcantes deste ano e tal não pode nem deve ser esquecido ou ignorado. Das lutas gigantes entre os Titãs aos wide shots impressionantes, Dougherty tinha um diamante lindo que apenas precisava de polir com uma história racional e simplista, como se esta fosse um pano macio e limpo. Em vez disso, usou um martelo…
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