Vai chegar a Portugal um novo cigarro eletrónico bem fácil de utilizar

Esta é uma novidade para os vapers que procuram design e simplicidade. Chama-se Logic Compact e é o cigarro eletrónico da multinacional Japan Tobacco International (JTI). O produto foi apresentado esta terça-feira à comunicação social, mas só vai chegar aos 4 mil pontos de venda a partir de 4 de novembro.

Há uma nova revista cultural em Portugal

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Chama-se Capicua73 e a primeira edição desta nova revista cultural debruça-se sobre diversos campos da cultura, possuindo crítica musical, crítica cinematográfica, poesia, prosa e fotografia.

Os restaurantes da Kinda Food chegaram ao Uber Eats

Já conheciam a Kinda Food, mas estavam desertos que os restaurantes daquele serviço estivessem disponíveis no Uber Eats? Pois bem, esse dia chegou.

Rock in Rio Lisboa 2020 vai ter um espaço gigante para miúdos e uma montanha russa

“Hoje vamos falar de magia”. Foi assim que Roberta Medina, vice-presidente do Rock in Rio, deu início ao evento de apresentação do Rock in Rio Lisboa 2020, que decorreu num espaço do Parque da Bela Vista, em Lisboa.

O fim da Saga Skywalker aproxima-se no último trailer de Star Wars: Episódio 9

É já em dezembro que a saga principal de Star Wars, agora intitulada como Saga Skywalker, vai chegar ao fim, com Star Wars: The Rise of Skywalker.

Friendly Fires (DJ set) no Super Bock em Stock

Depois de uma atuação falhada (nem sequer chegaram a aparecer) no festival Nova Batida, parece que os Friendly Fires estão de volta a Lisboa, neste caso para uma atuação no Super Bock em Stock. Infelizmente, é somente um DJ set, ou seja, não é um concerto ao vivo com banda.

The Comet Is Coming no Lux – Banda Sonora para Frank Herbert

O sítio oficial dos The Comet Is Coming é um mimo. Com um design de estilo cósmico bem coerente com o nome do agrupamento, no separador intitulado Manifesto pululam frases de significado críptico, como “The Comet Is Coming to overcome Illusions”, “it’s the overcoming of fear”, “the embracing of chaos”, “Trust the Lifeforce of the Deep Mistery” ou “Because the end is really only the beginning”. Todo um programa de carácter cósmico-filosófico, de que faz parte a arte escolhida para a capa dos discos, como o recentíssimo The Afterlife, de 2019, a fazer lembrar os desenhos de Chris Foss para o lendário Dune, de Alejandro Jodorowsky, filme-revolução que nunca o foi.

Análise – AeternoBlade II

Há que admirar a força e determinação de certos estúdios independentes. Mesmo contra todas as adversidades, lutam pelo seu lugar na indústria e em prol dos projetos em que acreditam, conseguindo criar jogos com alma e coração, apesar de vítimas do seu baixo orçamento. AeternoBlade II é um desses casos. É um jogo de ação e aventuras com elementos RPG que chegou recentemente ao PC e consolas, demonstrando uma grande vontade em dar aos fãs do género uma experiência light, mas inesquecível.

Valete anuncia terceiro concerto para o Capitólio

Foi em agosto passado que referimos que Valete estava de regresso a Lisboa com um espetáculo em nome próprio. Pois bem, esse concerto no Capitólio esgotou em apenas quatro dias, pelo que o MC português não teve alternativa senão marcar mais datas: uma a 15 de dezembro, também no Capitólio, e outro a 21 de dezembro, neste caso no Hard Club, no Porto.

Novos cartões do Banco Montepio foram especialmente adaptados a pessoas com deficiência visual

Existem milhares de pessoas com deficiência visual em Portugal, seja um defeito de nascença ou um infeliz acontecimento da vida. E uma das dificuldades para este tipo de pessoas quando vão a uma caixa Multibanco é o de inserirem, frequentemente e de forma incorreta, o cartão numa caixa ATM. Mas os clientes Banco Montepio têm agora a vida mais facilitada.

Análise – The Witcher 3: Wild Hunt – Complete Edition (Nintendo Switch)

Mais vale tarde do que nunca, como se costuma dizer, e contra aquilo que muitos achavam ser possível, The Witcher 3: Wild Hunt – Complete Edition lá chegou à Nintendo Switch.

Crítica – Watchmen (Filme – 2009)

Situado num universo alternativo por volta de 1985, o mundo encontra-se altamente instável, onde uma guerra nuclear é iminente entre a América e a Rússia. Super-heróis têm sido obrigados a pendurar as suas botas graças ao Keene Act apoiado pelo governo, mas tudo muda com a morte de um ex-herói militar, que chama a atenção de um dos últimos vigilantes do país, Rorschach (Jackie Earle Haley). A sua investigação leva-o a avisar muitos dos seus antigos colegas mascarados, incluindo Dr. Manhattan (Billy Crudup), Nite Owl (Patrick Wilson), Ozymandias (Matthew Goode), Sally Jupiter (Carla Gugino) e a sua filha, Silk Spectre (Malin Åkerman).

Em primeiro lugar, esta crítica é baseada na versão original de Watchmen. Normalmente, os Director’s Cuts ou Ultimate Editions não são preferidos sobre a versão de cinema. Poucos filmes beneficiam destas e a maioria são simplesmente um corte com duração mais extensa com um amontoado de deleted scenes. Portanto, é justo e racional que observe a versão que o mundo inteiro viu nos cinemas na altura respetiva.

Assim, apesar de conhecer a história do material de origem, nunca li a comic por completo. Tendo em conta que a maioria do “ódio” que este filme de Zack Snyder recebeu pertence a puristas de BDs (basicamente, amantes de livros/comics/jogos que defendem que todas as adaptações cinemáticas de qualquer uma destas fontes devem ser 100% iguais, sem quaisquer modificações), estou certo que uma perspetiva imparcial é o caminho a seguir.

Watchmen

E, em geral, este é um bom filme. Watchmen não é apenas outro CBM (comic-book movie). Não segue apenas um herói contra um vilão. É um mundo inteiro (nos padrões de hoje, é realmente um universo cinemático) de “super-heróis” destinado a ser explorado ao mais ínfimo detalhe (daí o lançamento de uma série hoje… crítica em breve). É um mundo extremamente complexo que precisa de ser totalmente explicado, a fim de entender profundamente como este funciona e qual o papel de todas as suas personagens.

Este é o problema principal do filme: tem muita dificuldade em conciliar todas as suas histórias diferentes e personagens distintas. Mesmo com 163min de tempo de execução, é impossível enfiar todas as informações necessárias.

Assim, como esperado, Snyder e a sua equipa de argumentistas tiveram que simplificar, encurtar ou até mesmo descartar completamente alguns elementos da história que só esticariam a duração para um tempo exagerado. Algumas das adaptações funcionam brilhantemente, mas outras não conseguem dar a uma personagem a sua importância ou não oferecem interesse suficiente a um subplot.

No entanto, ainda é bastante acessível entender tudo e como o final se vai desenrolar, o que me leva ao meu segundo problema: a exposição pesada do seu ato final.

Watchmen

Como escrevi acima, existe muita informação para entregar. O que Snyder fez muito bem foi revelar a maior parte dela através de flashbacks ou conversas cativantes, mas, no último ato, onde tudo já era muito claro e sem necessidade de mais exposição, há um excesso de diálogo redundante que realmente não adiciona nada de relevante. O que as personagens dizem é significativo, sim, mas nós, enquanto espetadores, já sabemos praticamente tudo antes do clímax.

Chega a ser irónico como fazem uma piada sobre vilões contarem o seu plano ao herói e como este vilão não é burro o suficiente para o fazer, mas depois procedem a explicar cuidadosamente tudo (o que já sabemos) através de exposição.

Sinceramente, estes são os principais problemas que eu tenho com o filme. De resto, há muita coisa que adoro. Desde as escolhas musicais apropriadas e divertidas até à fantástica produção artística, Zack Snyder e a sua equipa fizeram um trabalho técnico incrível.

O estilo de Snyder captura o mundo de Watchmen na perfeição. É um daqueles filmes que carrega um “feel” devido à sua cinematografia distinta. Adoro o quão pouco CGI é aplicado (estou a ignorar, obviamente, o homem brilhante azul) e a abundância de efeitos práticos e sets reais que são usados. As sequências de ação estão espetaculares, muito melhor do que vários blockbusters de hoje em dia (10 anos mais tarde!).

Apesar das realizações técnicas impressionantes, o meu maior elogio está ligado ao meu problema número um. Embora as histórias sejam incrivelmente difíceis de balançar, personagens como Rorschach, Nite Owl, Silk Spectre e The Comedian (Jeffrey Dean Morgan) têm histórias extremamente cativantes e divertidas. Podem existir algumas falhas aqui e ali, mas Snyder fez um filme a partir de um material que merece uma série inteira ou, pelo menos, dois filmes. E conseguiu dar-nos um bom filme! Provavelmente, um trabalho melhor do que 80% dos realizadores que trabalham hoje alguma vez conseguiriam.

Watchmen

Finalmente, o comentário social ainda é bastante relevante para esta nova geração e, se os chamados “puristas” não contassem, este filme seria muito mais apreciado.

Concluindo, Watchmen (filme) é tão bom quanto poderia ser, tendo em mente que é apenas um filme com uma duração já considerada longa. A narrativa iria sempre ser extremamente difícil de contar de uma forma sólida e convincente, pelo que Zack Snyder tem dificuldades com o equilíbrio de todas as histórias e as suas personagens.

No entanto, o realizador e a sua equipa fenomenal ainda conseguiram um bom filme. É tecnicamente sublime, com um estilo distinto, uma produção artística brilhante e uma cinematografia impressionante. Personagens como Rorschach e Nite Owl têm momentos incríveis, repletos de sequências de ação magníficas, mas também conta com cenas emocionalmente poderosas.

Se Watchmen (filme) poderia ser melhor? Talvez. Se pudesse ser dividido em dois ou três filmes. Assim, como um único filme, é realmente surpreendente, mesmo com as suas falhas.

(Terminado) Passatempo “Até à Morte” – Temos 10 convites duplos para a antestreia em Alfragide

Até à Morte

Título Original: Never Grow Old
Género: Western, Crime, Drama
Elenco: Emile Hirsch, John Cusack, Déborah François,
Realização e argumento:
Ivan Kavanagh

Sinopse: “Depravação. Cobiça. Homicídio. Sejam bem-vindos a Garlow! O carpinteiro e agente funerário Patrick Tate (Emile Hirsch) vive com a sua jovem família nos arredores de uma pequena cidade fronteiriça na Rota da Califórnia, no decurso da Febre do Ouro de 1849.

É um local austero mas relativamente calmo, até ao momento em que o fora-da-lei Dutch Albert (John Cusack) e o seu gangue tomam conta da povoação, matando quem ouse fazer-lhes frente.

Patrick embarca inicialmente por um caminho perigoso, retirando lucro do caos por estes gerado, mas é apenas uma questão de tempo até que ele tenha de proteger os seus da carnificina.”

“Até à Morte” tem estreia marcada para Portugal para dia 21 de novembro.

Ensaio Hyundai i30N Fastback – “N” razões para gostar

É o segundo Hyundai que tenho oportunidade de testar, após a bela experiência com o Kauai Electric. Desta vez, calhou-me ter nas mãos o Hyundai i30N Fastback na sua versão performance. E que teste! Ficam desde já a saber (isto para os menos entendidos) que o N vem de ter nascido em Namyang e de se ter aperfeiçoado na famosa pista de Nürburgring.

O Viper Ultimate é o novo rato da Razer para os atletas de esports

A Razer lançou mais um rato no seu catálogo com melhorias ajustadas às necessidades dos atletas da sua equipa de eSports, a Team Razer, e para o consumidor mais exigente.

Lidl garantiu 284 mil refeições para animais abandonados

Desde 2012, ano de criação da página oficial do Lidl Portugal, que as campanhas solidárias fazem parte do ADN da marca nas redes sociais. E nesta que foi a 11ª campanha de solidariedade animal, o Lidl conseguiu garantir 284 mil refeições, o que corresponde a 32.6 toneladas, para animais abandonados.

Central de Cervejas vai dar um workshop de cerveja gratuito no El Corte Inglès

Fãs de cerveja, esta novidade é para todos vós. Como se sabe, estamos em outubro, mês da cerveja, e a Central de Cervejas resolveu celebrar a ocasião com um workshop de cerveja. Melhor de tudo? A entrada é gratuita e qualquer um pode participar.

JP Cooper estreia-se em Portugal em maio do próximo ano

Chama-se John Paul Cooper, mas o cantor e compositor inglês é mais conhecido como JP Cooper. Pois bem, o músico vai estrear-se em Portugal, mais especificamente no Teatro Tivoli BBVA, em Lisboa, a 4 de maio de 2020.

The Mission vão dar quatro concertos em Portugal!

E se pensam que são daqueles concertos que são sempre iguais uns aos outros, desenganem-se. Nestes quatro espetáculos que vão dar em Portugal (11 e 12 de março no Lisboa ao Vivo e 13 e 14 de março no Hard Club, no Porto), os The Mission fazem questão de os tornar especiais. Como? É que cada noite contará com temas diferentes. Ou seja, não se repetindo o concerto, o público acaba por presenciar um espetáculo único.