[Terminado] Passatempo Dune (Duna) – Temos 10 convites duplos para as antestreias em Cascais e Matosinhos

Dune (Duna) chega aos cinemas nacionais a 21 de outubro.

Título original: Dune
Realização: Denis Villeneuve
Género: SCI-FI, Aventura, Drama
Elenco: Timothée Chalamet, Rebecca Ferguson, Oscar Isaac, Josh Brolin, Stellan Skarsgård, Dave Bautista, Stephen McKinley Henderson, Zendaya, Chen Chang, David Dastmalchian, Duncan-Brewster, Charlotte Rampling, Jason Momoa e Javier Bardem.

Sinopse: “Denis Villeneuve (“O Primeiro Encontro”, “Blade Runner 2049”), nomeado a um Óscar, é o realizador de “DUNE-DUNA” a adaptação para o grande ecrã do bestseller homónimo de Frank Herbert.

Nesta viagem mítica e emocional, “DUNE-DUNA” conta a história de Paul Atreides, um jovem brilhante e talentoso com um grande destino para além da sua compreensão, que tem de viajar para o planeta mais perigoso do universo para garantir o futuro da sua família e do seu povo. Quando forças malévolas entram em conflito para obter uma quantidade exclusiva do recurso mais precioso do planeta – uma substância capaz de desbloquear o maior potencial da humanidade – apenas os que conquistam os seus medos conseguirão sobreviver.

Echo Boomer, em parceria com a Warner Bros. Portugal, tem para oferecer 10 convites duplos (5 para Cascais e 5 para Matosinhos) para as antestreias de Dune (Duna) no dia 20 de outubro, às 21h30, no Cinema NOS CascaiShopping, em Cascais, e no Cinema MAR Shopping, em Matosinhos.

Regras de participação:

  1. Visitar e deixar Gosto na página de Facebook do Echo Boomer;
  2. Visitar e deixar Gosto na página de Facebook da Warner Bros. Portugal;
  3. Identificar um amigo nos comentários do post no Facebook;
  4. Preencher o formulário aqui em baixo:

O passatempo decorre até às 23h59h de 18 de outubro. Os vencedores serão informados diretamente via email.

ATENÇÃO: Só será aceite uma participação vencedora por pessoa e por passatempo. No ato de levantamento do convite será obrigatória a apresentação do documento de identificação do vencedor. Não serão entregues convites mediante apresentação da identificação pessoal do vencedor por outras pessoas, nem cópias dos referidos documentos.

Para a segurança de todos, o uso de máscara é obrigatório. No dia das antestreias, cheguem com antecedência.

Garden Gourmet conta agora com uma alternativa à carne picada, mas 100% vegetal

Já podem encontrar nos sítios do costume.

A última vez que falámos na gama vegetariana Garden Gourmet foi no passado mês de julho, quando ficámos a saber da existência das Sensational Mediterranean Pieces, uma alternativa equilibrada para quem procura uma dieta vegetariana ou flexitariana e, também, uma excelente alternativa à carne de frango. Agora, há uma novidade que se junta a esta gama: carne picada 100% vegetal.

Trata-se do Picado Sensational 100% vegetal, sendo, lá está, uma alternativa à carne picada, uma vez que é uma refeição 100% vegetariana.

Rica em proteínas vegetais e fonte de fibra, este novo produto é ideal para as receitas do dia-a-dia sem renunciar ao sabor e à textura, características da carne. Esta novidade pode ser utilizada para preparar pratos como almôndegas, massa à bolonhesa e lasanha.

Além disso, o Picado Vegan Sensational está classificado com Nutri-Score A. Podem adquirir este novo produto nos super e hipermercados do costume.

Parque natural da Arrábida considerado o melhor de Portugal

Concordam com esta lista?

Portugal é bem conhecido pelas suas belas praias e mar. Mas existe todo um outro lado de parques naturais e paisagens deslumbrantes. No nosso território existem parques naturais espetaculares, que devem ser visitados por todos os amantes de natureza e viajantes aventureiros, pelo menos uma vez na vida. Se viverem numa cidade ou se sentir, falta do ar fresco e da tranquilidade dos espaços verdes, a lista que apresentamos em baixo não vos irá desiludir.

A Holidu, o motor de pesquisa para casas de férias, está aqui para ajudar. Utilizando dados do moto de pesquisa da Google, a Holidu elaborou um ranking dos dez principais parques naturais de Portugal.

Eis os 10 parques naturais imperdíveis em Portugal:

  1. Parque Natural da Arrábida | Parque Score: 10
  2. Parque Natural da Peneda Gerês | Parque Score: 5.38
  3. Parque Natural da Serra da Estrela | Parque Score: 4.18
  4. Parque Natural do Alvão| Parque Score: 4.18
  5. Parque Natural do Sudoeste Alentejano e Costa Vicentina | Parque Score: 4.03
  6. Parque Natural do Douro Internacional | Parque Score: 3.65
  7. Parque Natural Sintra-Cascais | Parque Score: 3.65
  8. Parque Natural do Tejo Internacional | Parque Score: 3.33
  9. Parque Natural das Serras de Aire e Candeeiros | Parque Score: 2.78
  10. Parque Natural de Montesinhos | Parque Score: 2.78

Como podem reparar, o Parque Natural da Arrábida é líder incontestável nesta tabela. As praias, as falésias rochosas, as montanhas baixas, a vegetação luxuriante são algumas das características naturais do Parque Natural da Arrábida. O clima mediterrânico foi fundamental para a flora e fauna, o suficiente para pintar a paisagem em cores vivas. Figueirinha e Galapinhos são as praias imaculadas deste lugar, a zona cénica pode ser desfrutada dando um passeio pelos calmantes caminhos costeiros que podem acalmar a sua alma à medida que a brisa do oceano arrefece suavemente a sua pele.

Recomenda-se um passeio de barco para que possam experimentar a beleza da costa à distância. E estando na água sob o sol deslumbrante, serão saudados por um panorama deslumbrante e interminável que se estende à vossa frente.

Xiaomi vai abrir novas Mi Store em Viseu, Évora e Aveiro

E a fase de recrutamento está ainda a decorrer em Évora e Aveiro.

Atualmente, a Xiaomi possui 12 lojas físicas espalhadas pelo país: Porto, Braga (Braga Parque), GaiaShopping, MAR Shopping Matosinhos, Lisboa (Chiado e Colombo), Oeiras, MAR Shopping Algarve, Ponta Delgada, Coimbra, Leiria e Almada. Em breve, mais três cidades irão receber lojas da marca.

Viseu, Évora e Aveiro são as próximas três localidades a receberem uma Mi Store Portugal. Aveiro e Évora irão receber as lojas durante o mês de novembro (datas ainda por definir), já Viseu dá as boas-vindas ao novo espaço da marca ainda este mês de outubro, numa data que será revelada muito em breve.

No dia da abertura, a marca dá total garantia do cumprimento de todas as medidas de segurança e diretrizes implementadas pela Direção Geral da Saúde, destacando o limite de clientes consoante a dimensão do espaço, o uso de máscara e viseira por parte dos colaboradores e visitantes, desinfeção obrigatória das mãos à entrada e higienização regular do espaço.

De momento, o recrutamento está ainda a decorrer para as lojas de Évora e Aveiro.

Tales of the Walking Dead. Vem aí o quarto spin-off da famosa série

E chegará em formato antologia.

Estávamos em 2010 quando surgiu a primeira série de The Walking Dead, que desde logo fez um sucesso tremendo. Cinco anos depois, os fãs receberam de braços abertos o primeiro spin-off, Fear the Walking Dead, que também teve (e tem) imenso sucesso. E já no ano passado chegou The Walking Dead: World Beyond, segundo spin-off.

O terceiro spin-off, que será centrado nas personagens de Daryl e Carol, foi anunciado também no ano passado, mas só deverá chegar algures em 2023. E se pensavam que as coisas iam ficar por aqui, desenganem-se.

Na mesma altura deste último anúncio, a AMC também revelou que uma série em formato antologia estava a ser desenvolvida. Com o nome de Tales of the Walking Dead, iria focar-se em novos e antigos personagens, de modo a explorar as respetivas histórias de cada um.

Ora, tudo isto para dizer que a AMC acaba de dar luz verde para uma temporada completa da nova série. Segundo o que foi partilhado, a temporada terá somente seis episódios de uma hora cada, com cada um a contar com histórias isoladas.

Channing Powell, produtora e argumentista de The Walking Dead e Fear the Walking Dead, será a showrunner desta novo projeto. As filmagens devem começar no início de 2022 e a estreia está prevista algures durante o verão desse ano.

Salvador Martinha leva Os Primos, João Manzarra, Marisa Liz e Dário Guerreiro ao Tivoli

Promete-se uma noite única.

Depois de ter prolongado as noites de verão com mais serões de humor, Salvador Martinha faz regressar o seu Teremos sempre stand-up no próximo dia 2 de de novembro ao Tivoli, em Lisboa. E com convidados muito especiais.

Destaca-se logo um nome, neste caso um duo muito familiar que o público mais jovem certamente conhecerá. Falamos d’Os Primos, constituídos pelos rappers Smile e Raptruista, ou o Iuri Pina e o Rui Costa, respetivamente, conhecidos não só pelos seus vídeos de reacts no YouTube, mas também pelos seus espetáculos ao vivo. Na verdade, a dupla tem andado na estrada com o seu Os Primos na Via, espetáculo que já levou a alguns pontos do país.

Os restantes nomes são, quiçá, mais conhecidos da nossa praça: João Manzarra, apresentador de TV; Marisa Liz, cantora e vocalista dos Amor Electro; e Dário Guerreiro, que ainda hoje em dia é conhecido como Môce Dum Cabréste.

Para quem não sabe como funcionam as noites de Teremos sempre stand-up, é simples. Durante 70 minutos, o elenco de cada noite reparte o tempo com segmentos de 10 a 15 minutos. Já o anfitrião Salvador Martinha fecha a noite com os 25 minutos finais.

Os bilhetes já estão à venda na Ticketline e locais habituais e vão dos 12€ aos 25€.

Sabiam que o MB Way tem descontos e promoções para várias marcas?

É mesmo de aproveitar.

Se têm por hábito seguir o Echo Boomer diariamente, deverão ter reparado recentemente que a SIBS, através da sua app/serviço MB Way, apresentou a nova versão do Challenge, onde podem raspar raspadinhas, por assim, e ganhar dinheiro ou algumas ofertas. Mas essa não foi a única novidade a ser apresentada recentemente.

Por exemplo, se abrirem a app, carregarem onde diz “MAIS” e depois selecionarem a aba “Promoções”, irão reparar que, agora, estão disponíveis vários descontos e promoções com diferentes prazos de validade.

No momento de escrita deste artigo, estão disponíveis as seguintes promoções:

  • Bertrand: Descontos entre 30% a 50% numa seleção de mais de 250 livros (exclusivo online);
  • Huawei: Desconto de 15% na loja online, válido para compras superiores a 100€;
  • La Redoute: Desconto de 5%;
  • MEO Blueticket: Desconto de 15% para programas em família (exclusivo online)
  • Mercadão: Três entregas grátis ao pagarem com MB Way em encomendas de valor superior a 50€;
  • Odisseias: Desconto de 5€ em compras superiores a 25€;
  • Público: Desconto de 20% nas subscrições trimestrais;
  • Samsung: Desconto de 5% em compras até 750€ na loja online;
  • Sushi at Home: Desconto de 15% em encomendas superiores a 20€;
  • Vila Galé: Desconto de 10% em alojamento através da adesão ao cartão MB WAY – Vila Galé;
  • Zippy: Desconto de 15% em toda a loja online

Mais parcerias serão disponibilizadas em breve, pelo que fiquem atentos à aplicação, pois só assim conseguirão poupar alguns euros.

World War Z: Aftermath – Um upgrade tardio, mas essencial

Outrora um bom jogo dentro do género, World War Z regressa com novidades e conteúdo suficiente para trazer os fãs da saga de volta.

Aquando do seu lançamento, o jogo foi baseado na produção cinemática com o mesmo nome, onde Brad Pitt brilhou no papel principal. Este pormenor acabou por ser uma faca de dois gumes, onde o gume bom aproveitou o momento criado pelo filme para suscitar interesse aos fãs de jogos com ambientes catastróficos. Já o gume bom fez disparar as expectativas e o jogo ficou um bocado aquém do esperado.

Apesar de não ter sido um jogo tão polido quanto se esperaria no lançamento, a extensão Aftermath veio trazer a World War Z melhorias através de algumas adições importantes e todo o conteúdo já previamente existente da versão “Game of the Year”.

A que mais me saltou à vista foi a possibilidade de jogar na primeira pessoa (elevando WWZ a FPS), algo que, para mim, dentro deste género funciona muito melhor. A título de exemplo, Aliens: Fireteam Elite teria beneficiado muito mais enquanto FPS, pela sua natureza imersiva e cooperativa em equipa. Neste jogo específico, onde há hordas de dezenas (se não centenas) de zombies a irromper por tudo o que é canto e a sprintar em direção ao jogador, é impensável jogar sem ser na primeira pessoa.

O fulcral é enaltecer esta novidade pois é bem pensada, útil e funciona lindamente. Adensa também mais fator-susto quando aparece um creeper de forma súbita ou quando há um bull a correr focado num dos jogadores.

Aos episódios de New York, Jerusalem, Moscow, Tokyo e Marseille, foram adicionados Rome e Kamchatka. Pessoalmente, como fã de conteúdo offline em todos os jogos, não podia ficar mais satisfeito. Os episódios que vieram originalmente com o jogo tinham o seu quê de realismo e estavam extremamente bem caracterizados arquitetonicamente já com o aspeto apocalíptico. Já os dois novos episódios não fugiram à regra. Há aqui uma linha de caracterização que se mantém e dá valor acrescentado ao jogo. Para além desses dois episódios, o Horde Mode também sofreu melhorias, transformando-se em Horde Mode XL. Na prática, ficou mais desafiante, graças à adição de centenas de zombies a mais do que antes.

Dentro das personagens foram adicionadas algumas novas e uma nova classe de combate, a de Vanguard. Estrategicamente, é bastante útil quer ofensiva, quer defensivamente, graças ao uso de um escudo eletrificado e é também útil como assistência ao resto da equipa.

Por fim, Aftermath foi também otimizado para 4K60fps. Ainda que os gráficos não tenham sofrido melhorias, já compensa ligar a PS5 para descarregar chumbo nos bandos imensos de zombies, que vão sucedendo sem dar tréguas em qualquer modo de jogo.

World War Z: Aftermath é um upgrade digno para este jogo multiplataformas que já foi jogado por mais de 15 milhões de jogadores. Ainda que peque por ser tardio, considero que hajam lições aprendidas, caso a Saber Interactive planeie expandir o franchise brevemente.

Apesar de ser um jogo sólido dentro do género, não é o jogo de referência. Back 4 Blood, que saiu há menos de uma semana, dá uma masterclass a WWZ dentro do mundo dos zombies, quer em originalidade, mecânicas e jogabilidade. Ainda assim, WWZ: Aftermath continua a ser um bom jogo com uma nova e fresca imagem.

Cópia para análise (versão PlayStation 5) cedida pela Sandbox Strategies.

Bryan Adams vem a Portugal dar dois concertos

Já em janeiro do próximo ano.

A última vez que o canadiano Bryan Adams esteve por cá foi em 2019, num mundo pré-pandemia, para apresentar o então mais recente álbum Shine A Light. Pois bem, dois anos e um mês depois, o músico irá regressar ao nosso país.

Os concertos estão marcados para dia 29 de janeiro de 2022 no Multiusos de Gondomar e para o dia seguinte na Altice Arena, em Lisboa. O mote dos espetáculos deve-se ao próximo músico de Bryan Adams, So Happy It Hurts, cujo lançamento está programado para março do próximo ano.

Quanto aos bilhetes, estarãi em pré-venda exclusiva na FNAC a partir desta quinta-feira, dia 14 de outubro, ficando disponíveis nos locais habituais e Blueticket no dia seguinte.

Análise – HyperX Cloud II Wireless

Clássico e intemporal, agora sem fios.

Já lá vai mais de meia década desde que adquiri os meus primeiros auscultadores gaming/de secretária. Na altura, a minha escolha recaiu nos HyperX Cloud II, da Kingston, por recomendação de um amigo.

A escolha não podia ter sido a melhor, ou não fosse esta solução durar-me tanto tempo, ou deixar uma sensação de conforto e familiaridade cada vez que a eles regressava entre testes e análises a dezenas de produtos de outras marcas. A forma e a função casaram na perfeição e as limitações que apresentava, nomeadamente a nível de ligações com fios, rapidamente também se tornaram oportunidades para serem compatíveis com tudo.

Do conforto e da qualidade nem se fala. São confortáveis, fáceis de usar, muito maleáveis, leves e com um equilíbrio sonoro no ponto, pronto a ser editado através de qualquer equalizador e com um desempenho fantástico em música, filmes e jogos.

Escusado será dizer que quando a Kingston nos enviou a versão sem fios, os HyperX Cloud II Wireless, fiquei em pulgas, pois não só poderia substituir os meus bons amigos por um par completamente novo, como teria a excelente novidade da ligação wireless, algo que hoje é completamente banal.

E as expectativas foram cumpridas, mesmo tendo-me apercebendo que, da velha edição para a mais recente, houve um downgrade em diferentes aspetos, sendo um deles a aparente experiência de unboxing. Enquanto que a sua contra-parte com fios e ainda muito atual se apresentava com uma caixa bem premium e uma série de acessórios extra, desde o seu DAC USB, à almofada de substituição, à bolsa de transporte e sentimento geral de que todos os cêntimos foram bem aplicados, o HyperX Cloud II Wireless vem numa caixa normal descartável e praticamente sem extras, incluindo apenas o microfone removível e a pen USB de ligação wireless de 2.4Ghz.

O outro aspeto para o downgrade é, muito honestamente, invisível. São números e características que só mesmo o ouvido muito treinado é que irá reparar. É o caso da frequência de resposta entre os 15Hz e os 25kHz, que aqui se fixa num máximo de 20kHz, mas tudo o resto se mantém praticamente igual.

Usar os HyperX Cloud II Wireless não foi uma experiência tão transformativa como a sua contra-parte com fios. Foi, na verdade, tão familiar como se nunca os tivesse mudado. Da forma, ao formato, à qualidade de som, tudo parece estar correto.

É a nível de design que surgem as maiores diferenças. Apesar de o aspeto ser praticamente o mesmo, com o seu design de aviador, destacam-se os braços em alumínio, agora pintados de vermelho, que também acentua a costura do tecido que reveste o braço dos auscultadores.

A sua natureza wireless dita assim novas adições. A nível de interface, encontramos no seu corpo um botão de on e off, um muito útil botão de mute quando temos o microfone colocado, uma porta USB para carregamento e uma roda de volume suave.

A experiência sem fios dos HyperX Cloud II Wireless é excelente. Não me refiro apenas à liberdade que agora tenho de me levantar sem receio de levar um esticão, mas também pelo incrível alcance e pelo tempo de vida útil da bateria, que me permite estar descansado sem ligar o cabo durante três a quatro dias de utilização intensiva. E o melhor de tudo? Carrega extremamente rápido, em apenas uma hora e picos.

De realçar também é a sua ligação wireless de 2.4GHz que, durante as últimas semanas de uso, em jogos ou outros conteúdos multimédia, nunca revelou nenhum tipo de lag, nem mesmo quando a bateria está prestes a terminar.

É verdade que já vinha com uma visão muito positiva para os HyperX Cloud II Wireless, algo que poderia cair por terra com o mínimo de problemas, mas felizmente, esta solução sem fios da Kingston é vencedora, tornando ainda mais perfeitos aqueles que já eram os meus auscultadores favoritos. Um par clássico e intemporal, agora sem fios.

Podem encontrar os HyperX Cloud II Wireless à venda em diferentes lojas por um valor aproximado de 150€.

Recomendado

Este dispositivo foi cedido para análise pela Kingston.

Quinto filme de Scream ganha primeiro trailer

E traz de volta caras conhecidas.

Foi em 1996 que Neve CampbellDavid Arquette e Courteney Cox começaram por surgir juntos no grande ecrã com o primeiro filme da saga Scream. O sucesso foi tanto que todos eles acabaram por aparecer nas seguintes sequelas e até Scream 4, de 2011.

Ora, desde o ano passado que se sabe que a franquia vai ser alvo de uma espécie de reboot, mas a verdade é que os três atores estão de volta aos papéis que lhes conhecemos. Neve Campbell foi a que demorou mais tempo a decidir-se relativamente a um regresso à franquia, novamente na pele de Sidney Scott, por considerar “estranho” este quinto filme não ser realizado por Wes Craven. Mas lá acabou por aceitar.

No novo filme, que acaba de ganhar um trailer oficial, as personagens dos três atores irão reviver o terror criado por Ghostface, quando um novo assassino surge e começa a perseguir um grupo de jovens para desenterrar segredos do passado sombrio da cidade.

Aos nomes anteriormente mencionados juntam-se Jenny Ortega, Jack Quaid, Melissa Barrera, Dylan Minnette, Mikey Madison e Mason Gooding.

Dos realizadores Matt Bettinelli-Olpin e Tyler Gillett, e com argumento de James Vanderbilt e Guy Busick, Scream estreia nos cinemas nacionais a 13 de janeiro de 2022.

Marvel’s Guardians of the Galaxy estão em fuga no trailer de lançamento

Tem lançamento marcado para o dia 26 de outubro.

O novo jogo da Marvel está prestes a chegar. Desenvolvido pela Eidos-Montréal, Marvel’s Guardians of the Galaxy apresenta uma nova versão dos Guardiões da Galáxia e tem agora um trailer de lançamento dedicado à jogabilidade e à história do jogo de ação e aventura.

Acompanhado pela energética música “Kickstart My Heart” dos Motley Crue, assistimos a um trailer explosivo onde os Guardiões da Galáxia se encontram em fuga e em luta contra diferentes fações de inimigos, sendo também reveladas as habilidades únicas de cada personagem.

Ação, explosões, humor e muitas escolhas estarão à nossa espera quando Marvel’s Guardians of the Galaxy chegar ao PC, consolas PlayStation, Xbox e Nintendo Switch, no dia 26 de outubro.

Huawei quer voltar a ser líder no segmento dos smartphones em Portugal

Mas sem os Google Mobile Services vai ser complicado.

Quando, em 2018, a Huawei anunciou com poupa e circunstância a sua então nova série Mate 20, que teve o sucesso que se sabe, nada faria prever o quão negro seria o ano seguinte. É que foi em 2019, após o lançamento da série P30, que os Estados Unidos da América aplicaram um bloqueio comercial à tecnológica chinesa, fazendo com que ficasse impedida de utilizar tecnologia dos Estados Unidos.

Por outras palavras, isso impediu os smartphones de serem vendidos com os Serviços da Google (Google Mobile Services ou GMS), que são responsáveis para possamos utilizar apps como o Gmail, YouTube, Maps, entre outros. Ora, num mundo tão dependente dos GMS, isto foi um forte golpe na estratégia da Huawei, que rapidamente apostou na loja AppGallery, que vai contando com cada vez mais apps, mas também na criação de um sistema operativo próprio, o Harmony OS, embora se diga que não passa de uma skin do sistema operativo da Google. E ainda que os utilizadores não possam utilizar algumas apps, isso não impede que se possam divertir. Na verdade, há quem veja ainda os smartphones Huawei como excelentes equipamentos, utilizando-os em sites de apostas ou, simplesmente, para alguém treinar as suas habilidades no póquer.

Escusado será dizer que a marca nunca mais foi a mesma. As vendas desceram a pique e o interesse na mesma foi-se perdendo aos poucos, também muito por culpa da forte investida de empresas como a Oppo, Realme e a inevitável Xiaomi, que têm lançado equipamentos muito interessantes no mercado. Mas isso não quer dizer que a Huawei tenha atirado ao chão, especialmente em Portugal, país que assume como sendo um mercado pioneiro e estratégico.

De acordo com um novo comunicado, a a Huawei tem como objetivos regressar a uma posição de liderança nos smartphones e conquistar a mesma liderança nas restantes categorias do portfólio de produtos da marca, desde os wearables, ao audio, laptops, tablets e mais recentemente os monitores.

A meta foi traçada por William Tian, Diretor Europeu da Unidade de Consumo da Huawei, que numa breve visita ao nosso país, evidenciou que “Portugal é um mercado pioneiro e estratégico dentro do grupo de países que constituem o cluster na Europa Ocidental, sendo muitas vezes um dos países pioneiros da Huawei no lançamento de alguns produtos em primeira-mão. Sabemos que os portugueses valorizam na Huawei a inovação. Sabemos que os portugueses valorizam na Huawei a inovação, os produtos de alta qualidade, o seu design de ponta, um serviço pós-venda de excelência e uma equipa profissional, altamente qualificada e preparada para todos os desafios presentes e futuros. Por isso, o nosso objetivo para o mercado português é regressar a uma posição de liderança nos smartphones e atingi-la nas restantes categorias”.

Diz a marca que, atualmente, mais de dois milhões portugueses usam smartphones Huawei, tendo o feeling que a quota de mercado continuará a crrescer graças ao novo Huawei nova 9, que ainda está para ser lançado.

Apesar da marca ter perdido posição no mercado de smartphones, no seguimento dos desafios que foram impostos nos últimos anos, William Tian afirma que “nas restantes categorias de produtos tem-se registado um importante rácio de crescimento que compensa a perda sofrida no mercado de smartphones. Temos consciência que existe uma enorme penetração de smartphones em Portugal, mas sabemos também que é um mercado que pouco mais pode crescer, ao contrário do que acontece nas restantes categorias de produtos, como os wearables e áudio”.

Já a loja online da marca, lançada no pasado mês de abril, registou mais de um milhão de euros em receitas até à data, tendo o objetivo de igualar, ou até duplicar, esse montante até ao final do ano. No site, que conta com quase 20.000 registadas, as categorias com maior destaque e que registam um maior número de vendas são os wearables, PCs e áudio.

Industria – Uma viagem até ao passado

Um dos títulos mais consistentes do ano só vos ocupa durante uma tarde: e isto é um elogio.

Existe um encanto clássico em Industria, na sua campanha linear e na forma como constrói não só a sua ação, como os momentos de calma e ponderação. É uma viagem por uma dimensão paralela, que a equipa descreve como Lynchiana, onde Nora é uma estrangeira como nós. Para trás, ficou a queda do Muro de Berlim, a realidade que tinha como sua e a sua relação com Walter, o homem que ela procura, 20 anos depois da ativação de ATLAS: a inteligência artificial que despoleta a aventura deste casal de cientistas. Industria constrói-se não sobre um mistério, mas sobre a lenta perceção de que os nossos piores pesadelos são reais. É aqui que nos sentimos no papel de Nora: tal como ela, sabemos que esta realidade, seja qual for, é o fim da ilusão.

Industria é um projeto de amor. Desenhado pela Bleakmill, que durante dois anos funcionou apenas com dois designers, Industria transporta-nos também para uma era há muito perdida. Não sabia o que esperar de Industria, mas os últimos anos condicionaram-me a aceitar certos clichés do género de ação na primeira pessoa, a esquecer as suas origens e a deixar-me levar pela quantidade desnecessária de mecânicas e conteúdos secundários que poluem constantemente a sua jogabilidade em busca de uma profundidade que nunca está presente. Mas não em Industria. Estamos de regresso a 2005, a Half-Life 2, aos puzzles simples, mas lógicos, onde a física é tão importante como a nossa perceção dos cenários, e a uma narrativa mais visual que se constrói entre diálogos ponderados entre Nora e Brent, que nos acompanha durante a viagem. Os confrontos podem ser pouco surpreendentes, mas são mecanicamente divertidos e têm sempre alguma catarse devido à busca incansável de Nora pelo seu namorado.

A sua alma independente revela esta tendência para a simplicidade e é isso que torna Industria num jogo tão nostálgico, saudoso e reconfortante. Temos apenas cinco armas, sem necessidade de melhorias ou de acessórios, e Nora não tem à sua disposição habilidades ou poderes que lhe dêem uma estatura supra-humano. Nora consegue saltar e agachar-se para passar pelos corredores mais apertados e abandonados da cidade, e defender-se da ameaça robótica quando é necessário. Não precisamos de mais. É refrescante não precisar de mais e sermos obrigados a decorar poderes e controlos que, no fim, não servem para muito. É uma aventura que é empolgante em combate, mas que não vive dos seus confrontos. Peca, infelizmente, por não dar mais textura aos robôs que enfrentamos e por não existir uma tentativa em torna-los mais ameaçadores ou intimidantes ao longo da campanha, mas conseguimos sentir que essa não foi a intenção da equipa. Abraçaram a simplicidade e apresentaram apenas uma mão cheia de inimigos robóticos, todos eles com ataques diferentes, e não quiseram exigir muito mais dos jogadores.

Esta dedicação ao design e ao minimalismo não irá satisfazer todos os jogadores, mas foi o que me deixou preso a Industria. A sua campanha curta, que terminei em pouco mais de duas horas, pede para ser jogada de uma só vez e repetida para encontrarmos todos os seus segredos – ainda que não existam colecionáveis. É uma viagem que se quer emocional e ponderada, até reflexiva, enquanto descobrimos um mundo abandonado, mas de beleza natural, contrastando com a sua estética soviética e tons frios na arquitetura dos locais que visitamos.

E o melhor é que Industria é muito sólido a nível mecânico, desde a utilização das armas à destreza dos movimentos de Nora, o que tornam os conflitos rápidos, mas igualmente fluídos e divertidos. É difícil largar Industria antes de vermos o seu final e não deixar-nos levar pelo seu mundo de inteligências artificias mortíferas e de realidades paralelas, que são entre-cortadas por sequências surreais que exploram a psique de Nora e de Walter. É SOMA, se fosse desenhado pela Valve.

No entanto, esta sucessão de elogios tem de ser interrompida devido ao desempenho de Industria. Não sei se é um problema do meu PC, mas encontrei vários momentos em que o framerate tornou-se insuportável, ao ponto de levar ao encerramento prematuro do jogo. Os problemas agravaram-se no nível Canal, um dos últimos da campanha e também dos mais expansivos, com uma sequência a levar-me ao desktop não duas, mas sim três vezes. Não é um jogo consistente e fui incapaz de experimentar as suas opções em ray-tracing porque o meu PC simplesmente não aguentava. O que é frustrante, pois tenho os requisitos recomendados para ter uma experiência sólida com Industria, mas não consegui manter um desempenho aceitável em Ultra ou com ray-tracing. O mesmo se aplica à presença de bugs, de texturas pouco entusiasmantes e de uma iluminação que tanto funciona, como é capaz de revelar as suas origens modestas.

Mas Industria é memorável. E é memorável ao tentar não o ser, ao seguir um modelo já esquecido do género e ao focar-se na sua narrativa, nesta aventura entre realidades, sem nunca perder o foco. O seu preço pode assustar os mais descrentes, mas é preciso ver a sua qualidade e a dedicação a uma curta duração. Industria não tem momentos mortos ou descartáveis. É de betão. E é também um projeto de amor criado por uma equipa pequena ao longo de vários anos. O que veem aqui é dedicação e um foco tremendo. Talvez fique escondido pelos lançamentos deste final de ano, mas Industria é tudo aquilo que queremos num jogo independente: focado, cheio de ideias, influências e uma determinação enorme.

Recomendado

Cópia para análise (versão PC) cedida pela Plan of Attack.

Antes do novo Dune chegar, Canal Hollywood estreia a primeira adaptação de David Lynch

E é já esta quarta-feira.

Na véspera da aguardada estreia em cinema de Dune, o Canal Hollywood exibe, já esta quarta-feira, dia 13 de outubro, pelas 21h30, a primeira adaptação ao cinema deste filme baseado no romance de Frank Herbert, lançado em 1965, cuja realização esteve a cargo de David Lynch.

Em Dune acompanhamos o Duque Leto Atreides, que aceita governar um perigoso e deserto planeta chamado Arrakis, embora seja mais vezes chamado de Dune. Lá, é possível encontrar a substância mais valiosa do universo, chamada melange, uma droga que prolonga o tempo de vida de quem o consume.

David Lynch renegou Dune e foi com ele que o produtor De Laurentis chegou à falência. Mas mesmo que este Dune não seja a versão de seis horas com a qual o cineasta americano sonhava, é ainda uma obra que transporta a marca inequívoca do seu autor. Desmesurado épico de ficção científica e um festival de sensações, volumes e formas, percorrido por uma sensualidade hipnótica.

O bestiário de Lynch colheu aqui uma das suas figuras de referência: os vermes gigantes que irrompem das areias como marcas do imaginário monstruoso de David Lynch, que escapa permanentemente ao controlo dos “stressados” produtores.

TheFork Fest está de volta com 50% de desconto em mais de 300 restaurantes

Voltar a comer fora e com descontos? Não precisam de procurar mais.

O TheFork acaba de apresentar a nova edição do TheFork Fest, o maior evento gastronómico que conta com mais de 300 restaurantes em Portugal e 6.000 em todo o mundo, oferecendo em todos um desconto de 50% em toda a carta. Esta edição tem como objetivo continuar a incentivar o consumo e ajudar a consolidar a recuperação da restauração.

A decorrer de 14 de outubro a 28 de novembro, em 11 países, o evento vai também fomentar um potencial crescimento de 4.5% nas reservas de restaurantes participantes, tal como se tem constatado nas edições anteriores deste evento.

Este ano, a ambição do TheFork é prolongar o seu apoio a esta área ao promover o crescimento das reservas, de modo a atingir valores semelhantes aos pré-pandemia. Esta oferta permite aos restaurantes disponibilizar a sua gastronomia a uma audiência maior, atrair novos clientes e preencher os espaços em dias de menor fluxo.

Entre os participantes portugueses, destacam-se restaurantes como o Nobre, Akla, La Trattoria, Espada e Jamies’s Italian em Lisboa, bem como o Astória, Portucale, Torreão e Coma no Porto. Faro, Albufeira, Coimbra, Setúbal, Braga, entre outras, fazem também parte da iniciativa.

Day of the Dead. A nova série do SYFY estreia ainda em outubro

A série tem como base o filme de George A. Romero com o mesmo nome.

Com o Dia dos Mortos a chegar, o SYFY antecipa-se com a estreia de uma nova série bem alusiva à data: Day of the Dead. No dia 26 de outubro, às 22h15, o terror entrará na vossa casa com os dois primeiros episódios desta história.

Um dia normal na pequena cidade de Mawinhaken sofre uma terrível reviravolta quando os mortos começam a levantar-se. Um grupo de estranhos une-se para tentar sobreviver às primeiras 24 horas desta invasão de zombies.

Com base no filme de George A. Romero com o mesmo nome, eis algumas das personagens de Day of the Dead: Cam McDermott (Keenan Tracey), aluno do último ano do ensino secundário e filho de um detetive da polícia local; Luke Bowman (Daniel Doheny), filho da presidente da câmara da cidade; Lauren Howell (Natalie Malaika), assistente da agência funerária local; Sara Blackwood (Morgan Holmstrom), ex-agente das Forças Especiais que trabalha agora numa equipa de perfuração hidráulica; e Amy (Kristin Dawn Dinsmore), life coach e filha do médico local.

Após a estreia dos dois primeiros episódios, um novo será exibido a cada terça-feira, sempre à mesma hora.

Bryan Adams lança So Happy It Hurts, 15º álbum, em março de 2022

Para já, podem ver e ouvir a faixa que dá título ao álbum.

O aclamado Bryan Adams anunciou esta semana a data de lançamento do seu próximo disco. So Happy It Hurts chega ao mercado a 11 de março de 2022 e é composto por 12 novas canções escritas pelo próprio.

“A pandemia e o confinamento trouxeram de volta a verdade de que a espontaneidade pode ser-nos retirada a qualquer momento. Infelizmente a tour parou, ninguém poderia pular do carro e seguir”, refere Adams. “A faixa que dá nome ao álbum So Happy It Hurts é sobre liberdade, autonomia, espontaneidade e a emoção de uma estrada sem fim. O álbum do mesmo nome, toca em muitas coisas efémeras da vida e que são o verdadeiro segredo da felicidade e mais importante, da conexão humana.”

O álbum estará disponível em todas as plataformas digitais, assim como em variados formatos incluindo o CD standard, o CD deluxe com capa lenticular e um livro de capa dura e em vinil. Uma edição exclusiva em vinil colorido e uma edição limitada que inclui CD deluxe, vinil, livro de capa dura e foto assinada também estará disponível em breve.

Até lá, pode ver e ouvir aqui em cima a faixa que dá título ao álbum.

Prinny Presents NIS Classics Volume 1: Phantom Brave: The Hermuda Triangle / Soul Nomad & the World Eaters – Louvado seja este título

Dois RPG de estratégia que servem de viagem ao passado, mas também de preservação do extenso catálogo da NIS.

A NIS America não é estranha no que toca a relançamentos. Com um catálogo extenso de verdadeiros clássicos do género RPG, a produtora japonesa tem apostado não só na reedição de títulos, como no lançamento de remakes. A série Disgaea, por exemplo, já está envolta em remasterizações, remakes e reinterpretações desde a sua estreia, até dos seus spin-off, como a aventura dos Prinny, mas é bom fazer um desvio do seu mundo de demónios para conhecer mais sobre as produções da NIS durante a sexta geração de consola: e agora temos acesso ao primeiro volume do que espero ser uma vasta série de coleções da produtora.

A reedição de Phantom Brave: The Hermuda Triangle e Soul Nomad & the World Eaters, que constituem este primeiro volume, é uma tentativa de preservar dois clássicos esquecidos da sexta geração de consolas. Ao contrário de Disgaea, o estandarte da produtora japonesa, Phantom Brave e Soul Nomad sempre se assumiram como desvios estratégicos à fórmula da NIS, apresentando novas mecânicas e formas de jogar sem se desviarem por completo dos combates estratégicos. Este relançamento não procura reinventar os dois jogos ou dar-lhes uma nova camada de tinta, visto que ambos só apresentam cenários mais definidos e poucos mais – onde até a banda sonora mantém-se com uma qualidade reduzida (mas igualmente nostálgica para quem os jogou durante o seu lançamento original) –, mas apresenta-los a uma nova geração de jogadores.

E consegue. Não é a coleção mais impactante que a NIS poderia lançar, mas não existem dúvidas que Phantom Brave e Soul Nomad sempre foram dos títulos mais interessantes do seu catálogo. O primeiro mantém a aposta no humor e nas personagens extravagantes, a que Disgaea já nos havia habituado, mas adiciona várias mecânicas que mudam por completo o ritmo dos combates e a gestão da equipa. Ao contrário de outros títulos do género, Phantom Brave foca-se nas habilidades de Marona, a nossa protagonista, e na sua capacidade para falar e invocar espíritos. Mas esta invocação não requer apenas que coloquemos uma personagem em campo, mas sim que associemos o seu espírito a um objeto para que possa ter uma forma física. Isto significa que é importante saber quais são os objetos indicados para cada classe de lutadores, visto que os próprios objetos têm atributos associados – como a pedra, que adiciona mais pontos de defesa. Esta mecânica traz, no entanto, um senão, um pequeno elemento que complica e dificulta os combates, pois adiciona um limite de turnos para cada personagem. Quando passamos esse limite, as personagens são revertidas para os objetos que possuíram e ficam impossibilitadas de regressar.

Phantom Brave compensa esta limitação de turnos ao permitir que Marona invoque vários espíritos dentro e fora de combate, sendo necessário ocuparem regularmente a vossa equipa com novos membros. A mecânica de pegar e atirar, mais uma vez de Disgaea, também está presente e é essencial para a utilização de armas, especialmente quando outra personagem reverteu para o seu estado espiritual e deixou a sua espada ou cajado para trás. De resto, Phantom Brave desenvolve-se como qualquer outro título da NIS nesta geração, dividindo a campanha entre momentos narrativos e a sucessão de combates em arenas, desta vez sem o sistema de grelha e com uma movimentação mais livre, e pedindo ao jogador uma maior gestão de equipamentos e de membros da equipa. É uma pena não termos uma limpeza visual nos sprites e um maior cuidado visual, mas foi bom reencontrar Phantom Brave depois de tantos anos.

O mesmo não posso dizer de Soul Nomad. De todos os títulos da NIS, lançados durante a sexta geração de consolas, este RPG de estratégia foi um dos poucos que me escapou. Chegou tarde de mais, mesmo no final da geração, já quando a minha atenção estava centrada noutros jogos e noutros géneros, ao ponto de conhecer muito pouco sobre a sua jogabilidade. Pensava que seguia os mesmos moldes de Phantom Brave e Disgaea, mas é um produto muito mais peculiar do que antevia. Para começar, o foco mantém-se na equipa, mas desta vez criamos unidades que giram em torno de um líder, os mapas funcionam literalmente como mapas de pano, em toda a sua bidimensionalidade, e os combates relembram Advance Wars e Fire Emblem, com várias personagens a atacarem por turnos e de uma só vez. Até a movimentação regresso ao formato de grelhas.

Para minha surpresa, Soul Nomad é o meu destaque desta coleção. Não é propriamente o melhor ou o mais profundo RPG de estratégia do catálogo da NIS, mas adoro o seu classicismo e a aposta no posicionamento das personagens dentro de uma formação, ou Rooms, tal como a personalização simplificada da gestão e do desenvolvimento das personagens. Apenas o líder é capaz de evoluir de níveis e funciona como o centro de cada batalhas, tendo à sua disposição várias habilidades destrutivas que ficam disponíveis à medida que as batalhas avançam. Também temos o regresso de um mapa-mundo mais tradicional, com caminhos definidos e vários pontos de interesse que podemos visitar, relembrando-me constantemente do mapa que vimos em Final Fantasy Tactics. É um best-of de várias mecânicas clássicas e foi essa aposta nas raízes do género que me fizeram apreciar tanto o que Soul Nomad tem para nos oferecer.

Mas será este primeiro volume obrigatório? Por uma questão de preservação, diria que é ideal para os fãs do género e que serve como um novo olhar para um estilo que se diluiu muito nos últimos anos – apesar de nos ter dado alguns dos seus títulos mais interessantes. Depois temos a questão dos dois jogos já se encontrarem disponíveis no Steam em separado, o que retira alguma surpresa e novidade a esta coleção fora da Nintendo Switch, mas é impossível desvalorizar a qualidade dos dois jogos. Não é uma coleção obrigatória, mas é uma boa montra para o passado.

Cópia para análise (versão Nintendo Switch) cedida pela NIS America.

Taxa para embalagens descartáveis de refeições é de 30 cêntimos e começa a ser paga no próximo ano

Está na proposta do orçamento do Estado para 2022.

Em novembro do ano passado, foi aprovada uma contribuição sobre embalagens que tenham plástico ou alumínio, “de utilização única, adquiridas em refeições prontas a consumir nos regimes de pronto a comer e levar ou com entrega ao domicílio”. Pois bem, essa contribuição vai começar a ser paga já a partir de janeiro de 2022.

Segundo a proposta do Orçamento do Estado para 2022, a contribuição é de 30 cêntimos por embalagem e será discriminada na fatura.

“Será dado especial enfoque à temática do uso sustentável do plástico, assegurando a implementação da diretiva europeia sobre os plásticos de uso único, a operacionalização das medidas previstas na recente revisão do regime jurídico das embalagens, bem como de outras importantes medidas, como o sistema de depósito de embalagens de bebidas, a contribuição sobre as embalagens de utilização única adquiridas em refeições prontas e a proibição de determinados produtos que contêm microesferas de plástico”, refere o relatório.

Com esta medida, o Governo espera arrecadar 10 milhões de euros, cujas receitas reverterão, em parte, para o Estado e para o Fundo Ambiental.

Recorde-se que a contribuição sobre as embalagens de utilização única para efeitos de takeaway foi uma medida introduzida através do artigo 320.º da Lei do Orçamento do Estado para 2021 (Lei n.º 75-B/2020, de 31 de dezembro).