Logo no dia seguinte após a exibição nos Estados Unidos.
A série de comédia vencedora do Emmy e do Globo de Ouro, Curb Your Enthusiasm, protagonizada por Larry David, regressa para a sua 11ª temporada de 10 episódios já este mês, mais especificamente no dia 25 de outubro, na HBO Portugal.
Curb Your Enthusiasm, que estreou originalmente na HBO em 2001 e que apresenta 100 episódios até ao momento, é protagonizada pelo co-criador de Seinfeld, Larry David, numa versão exagerada de si mesmo com uma representação implacável, mas irónica, da sua vida ficcional. A série também é protagonizada por Susie Essman, Jeff Garlin, Cheryl Hines, JB Smoove, Ted Danson e Richard Lewis.
A série continua a provar como os detalhes, aparentemente triviais da vida quotidiana de uma pessoa – uma chávena de café fria, uma camisa manchada, uma escova de dentes perdida – podem precipitar uma cadeia de infortúnios com efeitos hilariantes. Para manter a narrativa espontânea, a série é filmada sem guião e os membros do elenco recebem contornos da cena e, muitas vezes, improvisam frases à medida que avançam.
A Razer não é estranha a periféricos ou conceitos estranhos, e os Razer Gaming Finger Sleeze encaixam-se nesse grupo.
A ideia de “finger gloves” não é, de todo, nova, é apenas estranha por não ser propriamente algo popular ou até “cool” de se usar. São pequenas luvas apenas para a ponta dos nossos dedos para usarmos nos nossos smartphones.
Este conceito podia ser apenas para aquecer a ponta dos dedos durante o inverno (porque não usar um par de luvas normais então?), mas a verdadeira ideia passa por tornar a experiência de utilização de um ecrã tátil mais suave, ao mesmo tempo que até mantém o ecrã limpo e livre de óleos e gorduras. Se não vão para o ecrã, ficam na luva.
Mas voltando à Razer, que nos surpreendeu ao enviar-nos um pequeno par. A sua solução promete alto desempenho, ou como quem diz, a possibilidade de jogar melhor nos smartphones graças à suavidade das suas luvas. Nunca usei um “acessório” destes, mas já usei luvas e tentei usar os meus smartphones, o que considero uma experiência longe do ideal.
Felizmente com as Razer Gaming Finger Sleeze, isso não acontece. Construídas com um fino tecido de lã de baixo atrito, a verdade é que é um prazer usar o meu smartphone com a pequena luva no meu polegar. Muito graças ao seu tecido fino e confortável.
Fiz o teste e joguei alguns jogos móveis, para além da navegação normal no meu Samsung Galaxy S20 FE ou no meu Microsoft Surface 7 Pro, e enquanto que não posso dizer que me tenha tornado num “campeão”, senti-me estranhamente aliciado a usar uma destas luvas sempre que pretendo ou jogar no smartphone, ou usar o meu Surface para tudo, muito porque além de responder bastante bem ao toque, não me enche os ecrãs de dedadas.
Contudo, tenho receio que não sejam uma solução muito duradoura, com as pequenas luvas a ficarem largas com a utilização e, obviamente, gastas, não sabendo muito bem ainda o que dizer sobre a sua utilização mais descartável.
Curiosos nas Razer Gaming Finger Sleeze? Podem conhece-las na loja da Razer, onde encontram um par por 11,99€.
Halloween Matachega aos cinemas nacionais a 21 de outubro.
Título original: Halloween Kills Realização: David Gordon Green Género: Terror Elenco: Jamie Lee Curtis, Judy Greer, Andi Matichak, Will Patton, Thomas Mann eAnthony Michael Hall
Sinopse: “Em 2018, Halloween, de David Gordon Green, protagonizado por Jamie Lee Curtis, matou as bilheteiras e faturou mais de 250 milhões de dólares em todo o mundo, tornando-se o capítulo com o maior lucro do franchise com quatro décadas e estabelecendo um novo recorde para o melhor fim-de-semana de abertura da história de um filme de terror protagonizado por uma mulher.
E a noite de Halloween, em que Michael Myers regressou, ainda não acabou.
Minutos depois de Laurie Strode (Curtis), a sua filha Karen (Judy Greer) e a neta Allyson (Andi Matichak) deixarem o monstro mascarado – Michael Myers – enjaulado e a arder na cave, Laurie é levada de urgência para o hospital com graves ferimentos, mas acreditando que finalmente matou o maior tormento de toda a sua vida.
Mas quando Michael se consegue libertar da armadilha que Laurie preparou, o banho de sangue recomeça. Enquanto Laurie luta contra a dor e se prepara para, mais uma vez, se defender dele, consegue inspirar toda a população de Haddonfield a erguer-se contra o monstro imparável.
As mulheres da família Strode juntam-se a um grupo de outros sobreviventes do primeiro tumulto de Michael, que decidem tratar do assunto pelas próprias mãos, formando uma multidão que quer caçar Michael Myers… De vez.
O diabo morre esta noite.”
O Echo Boomer, em parceria com a Cinemundo, tem para oferecer 10 convites duplos (5 para Lisboa e 5 para Vila Nova de Gaia) para as antestreias de Halloween Mata no dia 19 de outubro, às 21h30, nos Cinemas NOS Vasco da Gama, em Lisboa, e nos Cinemas NOS Gaiashopping, em Vila Nova de Gaia.
O passatempo decorre até às 23h59h de 17 de outubro. Os vencedores serão informados diretamente via email.
ATENÇÃO: Só será aceite uma participação vencedora por pessoa e por passatempo. No ato de levantamento do convite será obrigatória a apresentação do documento de identificação do vencedor. Não serão entregues convites mediante apresentação da identificação pessoal do vencedor por outras pessoas, nem cópias dos referidos documentos.
Para a segurança de todos, o uso de máscara é obrigatório. No dia das antestreias, cheguem com antecedência.
Há duas consolas que podem ser tuas neste sorteio global da Xbox.
Nickelodeon All-Star Brawl chegou recentemente às consolas e a Xbox quer agora celebrar o lançamento deste ambicioso jogo de luta. Como? Com o sorteio de duas consolas temáticas com desenhos de SpongeBob SquarePants e de Leonardo de Teenage Mutant Ninja Turtles.
O destaque vai, obviamente, para a versão com o SpongeBob, que assenta que nem uma luva no design da própria personagem. E o melhor de tudo é que estas duas consolas limitadas podem ser vossas.
Tudo o que precisam de fazer é razer Retweet à publicação oficial em baixo, até às 4h da madrugada de 25 de outubro.
Este passatempo é global e inclui o território Português, que faz parte da lista de regiões com suporte dos serviços Xbox Live. Podem ficar a saber mais sobre este sorteio nos seus Termos e Condições.
Nickelodeon All-Star Brawl é o novo jogo de luta para PC e consolas, inspirado no formato de Super Smash Bros. e dedicado ao universo de personagens das adoradas séries da Nickelodeon, como SpongeBob Squarepants, Teenage Mutant Ninja Turtles, The Loud House, Danny Phantom, Aaahh!!! Real Monsters, The Wild Thornberrys, Hey Arnold!, Rugrats e muitos mais.
Adoção da abordagem One Health (Uma Só Saúde) em Portugal é crucial.
A importância de cuidar da saúde animal e ambiental para otimizar a saúde pública e evitar futuras pandemias, como a Covid-19, através da adoção da abordagem One Health (Uma Só Saúde), será o foco do XVII Congresso Internacional Veterinário Montenegro, que reunirá cerca de 2000 profissionais de saúde, em Santa Maria da Feira, nos dias 22 e 23 de outubro.
De acordo com um relatório recente da World Wide Fund for Nature (WWF), existe uma forte probabilidade de surgirem novas pandemias transmitidas por animais, a menos que se tomem medidas urgentes. As más normas de segurança alimentar estão a aumentar, como o comércio e consumo de animais selvagens, potenciando a exposição a patologias, dando origem todos os anos a três ou quatro novas doenças zoonóticas (algumas muito graves como o VIH/Sida, a Síndrome Respiratória Aguda e a Covid-19). O risco de surgir uma nova pandemia “é mais alto do que nunca”, com o potencial de voltar a causar o caos na saúde, nas economias e na segurança global, como aconteceu no caso da disseminação do vírus SARS-CoV-2.
Luís Montenegro, diretor clínico do Hospital Veterinário Montenegro e presidente do congresso, explica que “o comércio e consumo de animais selvagens, a desflorestação, a expansão da agricultura extensiva e a intensificação insustentável da produção animal conduzem ao aparecimento de zoonoses. Neste sentido, é fundamental reforçar o impacto que a saúde animal pode ter na saúde humana, sem descurar a saúde ambiental, e de que modo estas podem coexistir entre si, através da introdução da abordagem One Health, em Portugal”.
A One Health, já praticada em vários países do mundo, coloca os três setores da saúde – humana, animal e ambiental – em contacto entre si, com o propósito de garantir os seguintes objetivos: melhorar a segurança dos alimentos de origem animal dirigidos ao consumo humano; melhorar a vigilância, o controlo, a prevenção e a avaliação do risco associado à disseminação de doenças infeciosas transmissíveis dos animais para os humanos; e implementar medidas que visem a redução da aplicação de antibióticos em animais para evitar problemas graves de resistência a esses fármacos em humanos.
No caso dos animais de companhia, grande parte das doenças que estes transmitem às pessoas que com eles coabitam, podem ser evitadas através de regras básicas de higiene e segurança. A prevenção dessa transmissão alicerça-se através de medidas e políticas que deverão envolver um trabalho conjunto de médicos, médicos veterinários e especialistas em saúde ambiental.
Luís Montenegro apela às entidades políticas e autoridades de saúde nacionais, para a urgência de se adotar o conceito One Health no nosso país, para alcançar um futuro mais sustentável. “Em vez de se observar uma multiplicação de recursos e de práticas, passa a observar-se uma única escola de saúde – um espaço coabitado por várias medicinas – construída com pilares interdisciplinares, optimizadores de recursos, inclusivos e cooperativos. Esta abordagem depende de uma reorganização das instituições e dos serviços que devem trabalhar para o mesmo fim.”
Para obter intervenções bem-sucedidas, é necessário a cooperação de profissionais de saúde humana (médicos, enfermeiros, profissionais de saúde pública, epidemiologistas), de saúde animal (médicos veterinários, enfermeiros veterinários, trabalhadores agrícolas), do meio ambiente (ecologistas, especialistas em vida selvagem) e de outras áreas de especialização.
Sim, uma segunda oportunidade para ver a banda além do VOA – Heavy Rock Festival.
Há já algum tempo que sabemos que os Bring Me The Horizon são cabeças de cartaz do segundo dia do VOA – Heavy Rock Festival, subindo ao palco do Estádio Nacional no dia 1 de julho de 2022. Ora, o que não sabíamos até aqui era que a banda viria uma segunda vez a Portugal no mesmo ano.
Na verdade, esse concerto será em nome próprio e vai acontecer antes da participação no festival. O espetáculo irá acontecer a 7 de fevereiro de 2022 no Campo Pequeno, em Lisboa, estando inserido na tour europeia Survival Horror EU Tour.
Para tornar o concerto de dia 7 de Fevereiro num verdadeiro acontecimento, os Bring Me The Horizon convidaram três bandas: A Day to Remember,Poorstacy e Lorna Shore.
Os bilhetes são postos à venda esta quarta-feira, dia 13 de outubro, e variam entre os 35€ e os 45€.
O Recycle BinGo é, provavelmente, o jogo mais amigo do planeta.
Fala-se cada vez mais de reciclagem. E ainda bem. Seja aqui ou ali, onde vão existindo máquinas para devolução automática de embalagens de bebidas para reciclagem, e com as marcas a apostarem em packagings desenhados para esse fim, porque não uma app que nos permite ir tendo alguma noção do quão já reciclámos? Pois bem, existem mesmo.
Chama-se Recycle BinGo e é, provavelmente, o jogo mais amigo do planeta. Esta é uma app que vos recompensa cada vez que forem ao Ecoponto depositar papel, plástico e vidro. Sim, através da reciclagem, podem conseguir alguns prémios muito interessantes. Em baixo, respondemos a várias questões que possam ter.
Como se joga o Recycle BinGo?
Cada vez que forem ao Ecoponto, ao clicarem no botão de check-in, irão aparecer Ecogemas com bichinhos. Estes bichinhos, que vão apanhando, podem ir para o vosso cartão BinGo e para a vossa coleção ou, no caso de não fazerem parte do cartão, apenas para a vossa coleção – neste caso ganham EcoMoedas.
O sábio também pode ser apanhado no Ecoponto. Este sábio em realidade aumentada tem uma história para vos contar e está disponível através da Ecopédia e/ou através da Coleção na tab “Sábios”. As Ecomoedas que vão amealhando podem ser trocadas por prémios. Além disso, traduzem-se em pontos. Ou seja, quanto mais EcoMoedas ganharem, mais à frente ficam no ranking da aplicação.
Como escolho o meu ecoponto habitual?
Nada mais simples: quando estiverem junto do vosso Ecoponto habitual, ligam a Recycle BinGo e pressionam o botão de check-in. A partir desse momento, esse passa a ser o vosso Ecoponto habitual e o único onde podem apanhar bichinhos.
Moro numa zona com recolha porta-a-porta. Como defino o meu ecoponto habitual?
Nesse caso, devem utilizar o vidrão mais próximo para jogar.
Como posso mudar de ecoponto habitual?
Devem ir ao vosso perfil, carregar no botão definições (a pequena roda dentada) e, de seguida, no botão de mudar de ecoponto habitual. Ao carregarem nesse botão, desativam o vosso ecoponto habitual. Depois, basta fazerem check-in no vosso novo Ecoponto Habitual.
Como se apanham Bichinhos e para que servem?
Os Bichinhos são uma recompensa por cada vez que vão ao vosso Ecoponto colocar as embalagens usadas. Cada Bichinho tem um valor em EcoMoedas. E cada um que apanham vão para o vosso cartão BinGo. Ao fazerem check-in no teu Ecoponto habitual, desbloqueiam pequenos bichinhos, e outros seres extremamente simpáticos, que querem muito ir para os vossos cartões BinGo e para a vossa coleção pessoal. Para os apanharem, só têm de lhes tocar com o dedo.
Como funcionam os cartões BinGo?
É simples. Entram na aplicação, fazem check-in e recebem o vosso primeiro cartão. Depois, vão ao vosso Ecoponto e apanham Bichinhos. Uns vão diretamente para o cartão, outros dão EcoMoedas. Quando completarem um cartão ganham também EcoMoedas.
O primeiro cartão BinGo não tem prazo de validade, mas os seguintes duram 30 dias cada.
Como troco EcoMoedas por prémios?
Nada mais fácil: clicam na área de prémios, escolhem o prémio e confirmam. A partir daí, irão receber um email com as instruções necessárias para receberem os prémios que escolherem.
A nível de prémios, têm mochilas, t-shirts, camisolas, ecobags e talvez o mais interessante de tudo, vales. Há valesDecathlon, Wook e Pingo Doce, cada um de 10€, e vales da Lanidor de 20€ cada.
Não conseguimos perceber ao certo onde estão exatamente localizados os ecopontos compatíveis com a app, mas a Recycle BinGo está disponível nos seguintes municípios:
Grande Lisboa e região oeste: Alcobaça, Alenquer, Amadora, Arruda dos Vinhos, Azambuja, Bombarral, Cadaval, Caldas da Rainha, Lisboa, Loures, Lourinhã, Nazaré, Óbidos, Odivelas, Peniche, Rio Maior, Sobral de Monte Agraço, Torres Vedras e Vila Franca de Xira.
Península de Setúbal: Alcochete, Almada, Barreiro, Moita, Montijo, Palmela, Seixal, Sesimbra e Setúbal.
Alta Estremadura: Batalha, Leiria, Marinha Grande, Ourém, Pombal e Porto de Mós.
Algarve: Albufeira, Alcoutim, Aljezur, Castro Marim, Faro, Lagoa, Lagos, Loulé, Monchique, Olhão, Portimão, São Brás de Alportel, Silves, Tavira, Vila do Bispo e Vila Real de Santo António.
Região centro: Águeda, Albergaria-a-Velha, Alvaiázere, Anadia, Ansião, Arganil, Arouca, Aveiro, Cantanhede, Castanheira de Pera, Coimbra, Condeixa-a-Nova, Estarreja, Figueira da Foz, Figueiró dos Vinhos, Góis, Ílhavo, Lousã, Mealhada, Mira, Miranda do Corvo, Montemor-o-Velho, Murtosa, Oliveira de Azeméis, Oliveira do Bairro, Ovar, Pampilhosa da Serra, Pedrógão Grande, Penacova, Penela, S. João da Madeira, Sever do Vouga, Soure, Vagos, Vale de Cambra e Vila Nova de Poiares.
Cova da Beira e Beira interior: Almeida, Belmonte, Celorico da Beira, Covilhã, Figueira de Castelo Rodrigo, Fornos de Algodres, Fundão, Guarda, Manteigas, Meda, Penamacor, Pinhel, Sabugal e Trancoso.
Região norte central: Alijó, Amarante, Armamar, Baião, Boticas, Cabeceiras de Basto, Celorico de Basto, Chaves, Cinfães, Fafe, Guimarães, Lamego, Marco de Canaveses, Mesão Frio, Moimenta da Beira, Mondim de Basto, Montalegre, Murça, Penedono, Peso da Régua, Resende, Ribeira de Pena, Sabrosa, Santa Marta de Penaguião, Santo Tirso, São João da Pesqueira, Sernancelhe, Tabuaço, Tarouca, Trofa, Valpaços, Vila Nova de Famalicão, Vila Pouca de Aguiar, Vila Real, Vizela.
Região centro, Beira baixa, Ribatejo e Alto Alentejo: Abrantes, Alter do Chão, Arronches, Avis, Campo Maior, Castelo Branco, Castelo de Vide, Crato, Elvas, Fronteira, Gavião, Idanha-a-Nova, Mação, Marvão, Monforte, Nisa, Oleiros, Ponte de Sôr, Portalegre, Proença-a-Nova, Sardoal, Sertã, Sousel, Vila de Rei e Vila Velha de Rodão.
Alto Minho: Caminha, Melgaço, Monção, Paredes de Coura, Valença e Vila Nova de Cerveira
Região do Norte, Vale do Lima e Baixo Cávado: Arcos de Valdevez, Barcelos, Esposende, Ponte da Barca, Ponte de Lima, Viana do Castelo
Sul do Douro: Vila Nova de Gaia e Santa Maria da Feira
Os trailers do próximo jogo Pokémon enganaram um pouco os jogadores.
Nunca tinha sido oficialmente confirmado, mas desde a revelação de Pokémon Legends: Arceus que os jogadores, fãs e curiosos assumiram que esta nova aposta para a saga iria quebrar barreiras e abrir-nos um mundo para explorar. Agora, e para tristeza dos fãs, a The Pokémon Company veio clarificar como será então o seu jogo.
De acordo com o portal Kotaku, a The Pokémon Company respondeu a um dos seus artigos indicando que o jogo terá várias regiões abertas para explorar e cumprir missões que serão dadas numa região central, na vila de Jubilife. Sem nunca referirem uma comparação, soa imenso ao formato de um Monster Hunter.
“Em Pokémon Legends: Arceus, a vila de Jubulife servirá de base para missões de reconhecimento. Depois de receberem uma ordem ou pedido e se prepararem para a próxima excursão, os jogadores sairão da vila para estudar uma das várias zonas abertas da região de Hisui. Depois de terminarem o trabalho, os jogadores terão que regressar mais uma vez para se prepararem par a próxima tarefa”, pode ler-se no comunicado.
Desde o anúncio do título que se especulava uma “evolução” significativa da série, especialmente depois de serem reveladas regiões vastas e abertas e mecânicas de jogo na terceira pessoa com combate e exploração. A arte refrescante e vibrante do jogo também fez com que muitos jogadores comparassem rapidamente Pokémon Legends: Arceus a The Legend of Zelda: Breath of the Wild de forma errada.
Espera-se agora receber mais informações sobre o jogo e a forma como o seu mundo será explorado, ou então pelo lançamento, marcado para 28 de janeiro em exclusivo para a Nintendo Switch.
Por cada boa adaptação de videojogos para filmes e séries, existe uma mão cheia de más adaptações, e Resident Evil: Welcome to Raccoon City parece perpetuar o triste estigma, pelo menos a julgar pelo primeiro trailer.
Zombies, sustos, gore e violência são mostrados num trailer bizarro, ao som de “What’s Up” das 4 Non Blondes, onde encontramos personagens dos dois primeiros jogos, mas com aspetos muito diferentes dos que nos lembramos do material original.
Realizado por Johannes Robert, encontramos no elenco Kaya Scodelario, Hannah John-Kamen, Robbie Amell, Tom Hopper, Avan Jogia e Neal McDonough. Numa nota mais positiva, Milla Jovovich e Paul W.S. Anderson não fazem parte deste novo universo de filmes de Resident Evil.
Resident Evil: Welcome to Raccoon City estreia nos cinemas no final de novembro.
A Eidos-Montréal revelou a playlist para a sua versão de Star-Lord.
Depois de, no cinema, Guardians of the Galaxy mostrarem ao mundo o incrível gosto musical de Star-Lord, o novo jogo original da Eidos-Montréal promete reforçar isso ao apresentar-nos uma fantástica seleção de músicas dos anos 80, que poderão até ser usadas como reforço para as habilidades da personagem principal de Marvel’s Guardians of the Galaxy.
Juntamente com a revelação de um videoclipe original para o jogo, da banda fictícia de Star-Lord, com o single “Zero-to-Hero” e o seu incrível videoclipe animado e muito retro, a Eidos-Montréal revelou também a lista completa da banda sonora do jogo, onde se somam ao todo 28 faixas, com nomes bem conhecidos como EUROPE e a sua “The Final Countdown”, KISS com “I Love it Loud”, Motley Crue com “Kickstart My Heart” e, claro, a melhor música de sempre, “Never Gonna Give You Up” de Rick Astley:
Blondie – Call Me
Blue Oyster Cult – Don’t Fear The Reaper
Bobby McFerrin – Don’t Worry Be Happy
Hot Chocolate – Every 1’s A Winner
Wang Chung – Everybody Have Fun Tonight
Tears For Fears – Everybody Wants To Rule The World
EUROPE – The Final Countdown
New Kids on the Block – Hangin’ Tough
Pat Benatar – Hit Me With Your Best Shot
Bonnie Tyler – Holding Out for a Hero
KISS – I Love It Loud
Flock of Seagulls – I Ran
Culture Club – I’ll Tumble 4 Ya
Mötley Crüe – Kickstart My Heart
Simple Minds – Love Song
Rick Astley – Never Gonna Give You Up
Frankie Goes To Hollywood – Relax
Def Leppard – Rock Rock Till You Drop
Rainbow – Since You Been Gone
A-ha – Take On Me
Soft Cell – Tainted Love
Loverboy – Turn Me Loose
Autograph – Turn Up the Radio
Wham! – Wake Me Up Before You Go-Go
Scandal featuring Patty Smyth – The Warrior
Starship – We Built This City
Twisted Sister – We’re Not Gonna Take It
Billy Idol – White Wedding
Estas músicas acompanharão Star-Lord e amigos durante momentos importantes do jogo e podem ser ouvidas na jukebox da sua nave, Milano, ou através da playlist curada pela Marvel, no Spotify.
Marvel’s Guardians of the Galaxy tem lançamento marcado para o dia 26 de outubro no PC, consolas PlayStation, consolas Xbox e Nintendo Switch.
A Rockstar Games revelou finalmente os planos que tinha para trazer de volta três dos jogos GTA mais aclamados de sempre, com Grand Theft Auto: The Trilogy, um pacote que inclui a “trilogia” GTA III, Vice City e Grand Theft Auto.
Com destino para o PC, consolas Xbox, PlayStation e Nintendo Switch, e com lançamento mais tarde para iOS e Android, este pacote será um relançamento em formato de remaster que, segundo a Rockstar Games, incluirá melhorias gráficas e melhorias de jogabilidade, ao mesmo tempo que manterá a estética e direção dos originais.
O aspeto do jogo fica, para já, na nossa imaginação, uma vez que o anúncio não incluiu mais nenhum detalhe, a não ser a promessa de mais informações para breve e um lançamento ainda para este ano.
Em comunicado, a Rockstar Games fez também o triste anúncio de que as atuais versões dos três jogos deixarão de ser vendidas em lojas digitais já nos próximos dias.
Uma das séries mais acarinhadas de 2020 está de regresso um ano depois para a nova temporada do AFC Richmond, que agora milita na 2ª divisão Inglesa (EFL). Novos desafios avizinham-se, sobretudo a nível mental, mas nada que não se resolva. Só é preciso “acreditar”.
Ted Lasso já deixava saudades. Após uma primeira temporada que acertou em tudo o que precisava com sucesso, tornou-se numa série inesperadamente cativante. Digo isto até mesmo para quem não aprecia futebol, visto que, mais do que futebol, é uma série sobre a vida, nos bons momentos e nas adversidades.
No arranque da segunda temporada, esta produção da Apple mergulha ainda mais no psicológico das personagens chave, num exercício penetrante com a capacidade de furar camadas que, por vezes, uma pessoa nem sabe que tem. No fim do dia, o que realmente importa são as lições que se podem tirar deste exercício, e em Ted Lasso são inúmeras – relacionadas com o desporto propriamente dito e com um panorama mais geral.
Mais uma vez, a personagem pivot continua a ser Ted Lasso. Contudo, e como qualquer ser humano, por muito bom Life Coach que seja na hora de gerir pessoas e emoções, há situações que são difíceis de controlar, até porque o psicológico é complexo e chega a um ponto que é precisa ajuda especializada. Claro que para Lasso, que sempre conseguiu resolver praticamente tudo graças ao seu engenho e toque humano, é complicado aceitar que determinadas situações saem do seu alcance e mais complicado se torna evitar um sentimento de impotência.
Esta temporada reservou-nos algo bastante interessante, que foi assistir ao desenvolvimento de Lasso, visto que, na temporada anterior, já tinha sido revelado que este tem a sua quota parte de bagagem e as recaídas tornam-se difíceis de controlar. Mais interessante fica por ser o ilustre Jason Sudeikis no papel de Ted Lasso. Como já havia dito com o lançamento da 1ª temporada, Sudeikis é o Ted Lasso perfeito, de uma naturalidade que faz parecer que nasceu para este papel em específico. Se dúvidas houvessem, dissiparam-se com os prémios de melhor ator (Screen Actors Guild Award, Broadcast Film Critics Association Awards e Golden Globe) – Num ano, só com a série Ted Lasso, Sudeikis conseguiu mais prémios do que nos restantes 23 anos de carreira.
Este ano, a esses prémios juntam-se sete Emmys. Jason Sudeikis ganhou o de melhor ator principal numa série de comédia, Hannah Wadington levou o de melhor atriz secundária, Brett Goldstein o de melhor ator secundário e a série Ted Lasso conquistou mais quatro Emmys, nos quais se inclui o de melhor série de comédia. Portanto, uns humildes sete troféus em 20 nomeações (algumas delas duplas por categoria).
Num panorama mais geral, Ted Lasso consegue tocar num pandemónio de temáticas importantes, que acabam também por ser importantes lições que se aplicam à vida real. Com o desenvolvimento de personagem de Jamie Tartt, percebemos o impacto que os problemas familiares têm na forma de ser de um indivíduo. Ainda que muitos o neguem, a verdade é que os problemas em casa durante a fase de crescimento e formação de uma criança/jovem trazem determinadas inseguranças que a moldam. Isto cria uma persona alternativa que nada tem a ver com o indivíduo em si, quando confrontado com situações delicadas. É muito comum ignorar esta problemática, assumir que o indivíduo é assim por natureza e desistir dele, em vez de tentar perceber o “porquê” deste ser assim. O facto de tocarem neste ponto nesta temporada vem consciencializar os demais da importância que as segundas oportunidades (e por vezes terceiras) têm na vida destes indivíduos.
Outra dessas temáticas também surge com o objetivo de consciencialização relativamente ao equilíbrio entre oferecer e procurar ajuda, que se aplica muito a Ted Lasso. Apesar da imagem sóbria e forte que queremos passar enquanto tentamos mudar e corrigir as nossas falhas, continuamos a ser vulneráveis e a repetir os nossos erros. O pior é quando nos convencemos que está sempre tudo bem em vez de procurar ou aceitar ajuda com leviandade. Desta forma nem mudamos, nem nos adaptamos ao que realmente somos, em busca da felicidade e bem estar pessoal.
Estes duas problemáticas em concreto foram as que mais me saltaram à vista, sendo alheias ao futebol a 100%. No que toca ao futebol propriamente dito, há também duas em que quero tocar, que se prendem com a “máquina de dinheiro” em que este desporto se tornou. Enquanto que, até há duas décadas, o futebol se jogava pela glória (e, por consequente, gerava receita), agora o foco é ver quanto dinheiro dá para se jogar o futebol de determinada forma, chutando a glória para pano de fundo – a tentativa de criação da Super Liga Europeia veio provar que, aos olhos dos magnatas, a glória já pouco ou nada vale.
A primeira problemática prende-se com o impacto dos patrocinadores, cujo dinheiro é feito de forma controversa, sem olhar a possíveis conflitos sociais e ambientais. A que custo para o planeta e para a sociedade é saudável manter este futebol de milhões? Parece que o importante é passar a mensagem do que é melhor para o indivíduo (a título do consumismo desenfreado), enquanto a mensagem do que é melhor para a humanidade cai no esquecimento. No Euro 2020 ficou ainda mais provado que isto é uma triste realidade cada vez mais recorrente, quando a UEFA pediu para as marcas não usarem as cores em arco-íris (que representam a comunidade LGBT+) nos seus spots publicitários, durante os jogos em Baku e São Petersburgo.
A segunda problemática está relacionada com a saúde física, mas sobretudo mental dos futebolistas. De ano para ano inventam-se competições atrás de competições e alteram-se as que já existem com o objetivo de se jogarem mais jogos. Chega a um ponto que é exigido aos jogadores que dêem o litro em campo de dois em dois dias, caindo no esquecimento o que essa quantidade toda de “futebol” exige. Deixa de haver tempo para os jogadores descansarem o corpo e a mente.
Inevitavelmente, o brilho do futebol vai desaparecer em proporcionalidade inversa com a pobre saúde mental, isolamento familiar, a fadiga e propensão a lesões. O futebol não deve, nem pode ser, uma empresa, e os jogadores não podem ser o meio para um fim. Quanto muito, o futebol pode ser considerado uma instituição, que se rege pela alegria e paixão. É um desporto que nos vê crescer e sorri de volta para nós sempre que “pegamos” numa bola.
Quem achava que Ted Lasso era apenas sobre o espírito de partilha, resoluções pessoais e companheirismo, pode preparar-se para uma surpresa positiva na segunda temporada. Para todos os que viram a primeira temporada, tenho de vos perguntar: É tal e qual o futebol, não é? Um amor à primeira vista! Para os que não viram e, sobretudo, para os que adoram futebol, está na hora de deixarem de negar a vossa natureza. Porque “Football is life!”
A nível técnico há pouco ou nada a apontar. Recebendo os screeners antes do lançamento oficial dos episódios, por vezes tenho acesso a material inacabado. Após ver o episódio lançado oficialmente e comparando, não tenho por onde pegar. Há um perfecionismo notável no que toca ao trabalho de som e imagem. Se a primeira temporada já limpou tanto prémio, não tenho dúvidas que a segunda se vai tornar numa referência. Querem mais boas notícias? Para a terceira temporada, Ted Lasso já tem licenças para tudo o que engloba o futebol inglês, das equipas às competições!
A segunda temporada de Ted Lasso estreou a 23 de julho e está disponível na Apple TV+.
Basta mostrarem o vosso break favorito com KitKat para poderem ganhar uma PS5 neste passatempo.
Numa altura em que ainda continua a ser bastante difícil adquirir uma PlayStation 5, embora existam truques que ajudam a obter uma consola, somente os mais dedicados é que se dão a esse trabalho de utilizar o Telegram para saber onde e quando vai existir stock, ou até ligar para as lojas diretamente e pedir para reservarem uma unidade.
Porém, não existem consolas PlayStation 5 disponíveis em grandes quantidades. Não é possível, por agora, ir tranquilamente a uma loja e adquirir uma, ou ir ao site de uma marca e adquirir uma PS5 como se fosse outra coisa qualquer. Por outras palavras, há que esperar.
Em todo o caso, vão existindo aqui e ali iniciativas que permitem ter consolas PlayStation 5 gratuitamente, isto é, graças a passatempos. E agora há um novo concurso que ainda tem bastantes unidades para sortear.
É tudo graças à Nestlé, mais especificamente devido à KitKat, que está a promover o passatempo KitKat Play, Break & Win. Não só oferece consolas PS5, como assinaturas anuais do PlayStation Plus.
A mecânica é simples, embora precisem de ser criativos. Primeiro que tudo, devem comprar um chocolate da marca KitKat até 31 de janeiro de 2022 e guardar cada fatura/talão de compra. Depois, devem aceder aqui, onde terão de efetuar login ou fazer registo caso ainda não tenham conta no site Saboreia a Vida.
Seguidamente, devem fazer o upload de uma fotografia (até 3MB nos formatos .jpg, .png ou. gif), que mostre o vosso break favorito (leia-se pausa) com KitKat. Por último, basta fazer upload da fatura/talão de compra.
Como já devem ter percebido, ganham os participantes que enviarem os breaks mais criativos. Tenham em atenção que não existe limite de participação por pessoa, até porque cada talão é válido apenas para uma participação.
Dito isto, aconselhamo-vos a participar uma vez por semana. Porquê? É que o passatempo foi pensado para decorrer num total de 18 semanas, compreendo as seguintes datas:
1º Semana: 1 a 8 de outubro, até às 23:59 horas;
2º Semana: 9 a 15 de outubro, até às 23:59 horas;
3º Semana: 16 a 22 de outubro, até às 23:59 horas;
4º Semana: 23 a 29 de outubro, até às 23:59 horas;
5º Semana: 30 de outubro a 05 de novembro, até às 23:59 horas;
6º Semana: 6 a 12 de novembro, até às 23:59 horas;
7º Semana: 13 a 19 de novembro, até às 23:59 horas;
8º Semana: 20 a 26 de novembro, até às 23:59 horas;
9º Semana: 27 de novembro a 3 de dezembro, até às 23:59 horas;
10º Semana: 4 a 10 de dezembro, até às 23:59 horas;
11º Semana: 11 a 17 de dezembro, até às 23:59 horas;
12º Semana: 18 a 24 de dezembro, até às 23:59 horas;
13º Semana: 25 a 31 de dezembro, até às 23:59 horas;
14º Semana: 1 a 7 de janeiro 2022, até às 23:59 horas;
15º Semana: 8 a 14 de janeiro 2022, até às 23:59 horas;
16º Semana: 15 a 21 de janeiro 2022, até às 23:59 horas;
17º Semana: 22 a 28 de janeiro 2022, até às 23:59 horas;
18º Semana: 29 a 31 de janeiro 2022, até às 23:59 horas;
As consolas e assinaturas do PlayStation Plus serão distribuídas semanalmente. Será sorteada uma consola PlayStation 5 Edição Standard + um comando DualSense uma vez por semana (18 prémios), uma consola PlayStation 5 Edição Standard uma vez por semana (18 prémios) e duas assinaturas PlayStation Plus de um ano por semana (36 prémios). No total, serão 72 prémios, ou seja, 72 vencedores.
Tenham em atenção que serão considerados os seguintes critérios para a escolha das fotografias: presença de pelo menos uma embalagem de um chocolate KitKat na fotografia, impacto visual da fotografia e, ainda, originalidade dos breaks partilhados com KitKat.
Agora que o Windows 11 ficou finalmente disponível, há já muita gente que atualizou para o novo sistema operativo ou que está a pensar nisso. Porém, nem tudo é um mar de rosas.
Muitos utilizadores estão a deparar-se com as janelas a avisar que o seu PC não cumpre os requisitos de sistema para fazer o upgrade para o Windows 11, o que os leva a procurar uma alternativa para que esse upgrade seja possível.
Ora, é algo facílimo de se fazer, como podem verificar graças a este rápido tutorial do The Verge. Basicamente, envolve utilizar o Editor de Registo do Windows, que mais conhecemos como regedit, e fazer uma pequena alteração para contornar essas limitações de sistema.
A partir daí, deverão conseguir utilizar o Windows 11 sem problemas. Porém, ao instalarem o novo sistema operativo numa máquina que, vá-se lá saber porquê, não cumpre os requisitos de sistema, a Microsoft reserva-se ao direito de fazer com que não consigam instalar futuras atualizações.
Segundo esta imagem, a Microsoft refere que “este PC não cumpre os requisitos de sistema mínimos para executar o Windows 11” e, como tal, a “instalação do Windows 11 neste PC não é recomendada e pode resultar em problemas de compatibilidade”. Pode ler-se ainda que, se continuarem a instalação do Windows 11, o “PC deixará de ser suportado e não terá direito a receber atualizações”, o que é bastante chato.
Ou seja, podem instalar o Windows 11 em máquinas “não suportadas”? Podem. Mas também correm o risco de não conseguir instalar atualizações do SO, fundamentais não só para melhorar o desempenho, mas também para corrigir falhas de segurança. Em todo o caso, e como já sabemos como estas coisas funcionam, não nos admirávamos que, no futuro, fosse possível fazer download manual dessas atualizações de sistema, mas “patched”, de modo a que também possam vir a ser instaladas nos PCs que contornaram os requisitos do Windows 11.
São marcas que evidenciam características ao alcance de poucas.
Hoje em dia, possuir joias é sinónimo de um determinado estilo de vida. Se forem joias de luxo, acabam por ser objetos/pertences que exalam força e elegância. Na verdade, quase como relógios, as joias acabam por denunciar o nosso estilo de vida.
Infelizmente, não estão ao alcance de qualquer carteira, especialmente se mencionarmos marcas de joias de luxo. É o caso da Chopard.
A Chopard é uma marca que “veste” muitas celebridades. Por exemplo, no dia 3 de setembro, altura em que decorria a 78ª edição do Festival Internacional de Cinema de Veneza, Adriana Lima, Sharon Duncan-Brewster e Jessica Chastain brilharam com joias Chopard.
Sharon brilhou com uns brincos da coleção Precious Lace compostos 3.62 quilates de esmeraldas e diamantes e 18 quilates de ouro branco, um anel com pedra esmeralda de 5.03 quilates, diamantes e 18 quilates de ouro branco da coleção Haute Joaillerie.
Já Adriana usou uns brincos da coleção Precious Lace com 5.07 quilates de rubis e diamantes, e um anel com 2.37 quilates de diamantes da coleção L’Heure du Diamant.
Por sua vez, Jessia Chastain usou um colar da coleção Haute Joaillerie com um total de 99.51 quilates de diamantes e um anel da coleção Temptations com 18 quilates de ouro branco, 4.61 quilates de quartzo rosa, rubelitas e diamantes.
Outras celebridades usaram joias Chopard noutros eventos, como foi o caso de Sharon Stone e Amanda Gorman no Met Gala 2021, de Elizabeth Olsen na 73ª edição dos Emmy Awards ou, mais recentemente, com Léa Seydoux e Ana de Armas, na estreia mundial do filme 007 – No Time To Die.
A Chopard é também uma marca que apoia associações. O cronógrafo Alpine Eagle XL Chrono Only Watch, por exemplo, foi especialmente criado para apoiar a Associação Monegasca Contra a Distrofia Muscular.
Mas nas marcas de joias de luxo mais importantes deste 2021, há outras empresas que se destacam. É o caso da Chaumet, com as suas alianças de casamento.
Com várias alianças em ouro 18K, cravadas ou não com diamantes em talhe brilhante, existe uma panóplia de opções para quem tem possibilidade de surpreender a sua cara metade com algo tão valioso. Mas no fundo, além de ser algo que vos vai ligar com a outra pessoa para sempre, as alianças de casamento são também a expressão universal do amor.
E claro, não podemos esquecer a italiana Bulgari, que hoje em dia pertence ao conglomerado de luxo LVMH. Fundada no fim do século XIX em Roma, especializa-se em relógios, joias e artigos de couro, sendo também uma marca com presença assídua em eventos de renome, que “patrocina” diversas celebridades e que até já se lançou no mundos NFT.
Mas para que possam comprar joias deste valor com toda a segurança, há que fazê-lo através de alguma loja ou site de referência. E é aqui que surge a David Rosas, sendo a empresa de referência no setor.
Esta é uma marca portuguesa que representa as melhores marcas de alta relojoaria, onde tradição, expertise e trabalho artesanal rigoroso são a chave para um universo de excelência. Aliás, é tão reconhecida que, em Portugal, é o agente exclusivo da prestigiada marca Patek Philippe.
Além disso, tem também uma responsabilidade social, pois oferece uma percentagem das vendas à Associação Corações Com Coroa, uma associação sem fins lucrativos que se rege pelos princípios da Igualdade no âmbito de educação, Saúde, Desenvolvimento e Direitos Humanos.
Além do site oficial, onde têm tudo o que procuram, podem ter um tipo de contacto diferente com a marca e os nomes que representa numa das várias lojas físicas que possui em Portugal: Avenida da Liberdade e El Corte Inglés (Lisboa), Boavista e Aliados (Porto), Norteshopping (Matosinhos), Quinta do Lago (Algarve) e Funchal.
Este importante marco só foi possível graças ao compromisso e esforços de todos os profissionais de saúde e outras entidades envolvidas nesta campanha de vacinação, incluindo forças armadas, forças de segurança e autarquias.
O objetivo de ter 85% da população de Portugal continental completamente vacinada contra a Covid-19 foi atingido.
Foram administradas, em Portugal continental, cerca de 15,3 milhões de vacinas, possibilitando que cerca de 8,4 milhões de pessoas tenham agora o esquema vacinal completo.
Portugal torna-se assim o primeiro país do mundo a atingir a meta de 85% da população vacinada.
Se nos reportarmos apenas à população adolescente, entre os 12 e os 17 anos, em Portugal continental, estima-se que já cerca de 88% tenha iniciado o seu esquema vacinal, sendo que, destes, 83% já terão a vacinação completa.
Por outro lado, pedidos de valor elevado vão ficar ainda mais caros.
Quem tem por hábito utilizar a Uber Eats para encomendar refeições, certamente deverá ter reparado que, há uns tempos, o valor das entregas ficou ainda mais caro do que já era. Algo que destacámos aqui, quando a concorrência apostava (e aposta) em tornar as entregas cada vez mais baratas, sendo mesmo gratuitas em alguns casos.
Ora, a Uber Eats resolveu agora mudar o seu sistema de entrega de refeições ao domicílio, numa medida que vai beneficiar quem tem por hábito fazer pedidos de baixo valor, mas que vai encarecer pedidos mais caros.
Se forem à app (têm de estar a utilizar a última versão), irão reparar na existência de um banner que diz “Alteração nos valores de entrega“, com a Uber Eats a dizer que alterou “os valores de entrega” de modo a tornar o serviço “mais acessível nos diferentes momentos de utilização”.
No fundo, e como já demos a entender, são alterações que fazem com que os custos de entrega sejam mais reduzidos, em especial em pedidos de menor valor.
Quer isto dizer que, a partir de agora, os custos de entrega dividem-se em:
Taxa de entrega (valor mais baixo do que anteriormente, e que varia consoante a distância a que se encontram do restaurante)
Taxa de serviço (10% do total do pedido até um máximo que poderão conferir no ecrã de checkout)
Por outras palavras, a entrega ficou agora bem mais barata, mas a Uber Eats decidiu juntar uma taxa de serviço, e é isto que, em pedidos mais caros, pode encarecer o valor final.
Se abrirem a app, irão reparar que, agora, têm taxas de entrega que podem ser de 0,40€, 0,70€, 0,90€, 1,40€ ou 1,90€, sendo este último o valor mais caro que apanhámos. Até aqui, recorde-se, a Uber Eats praticava taxas de entrega que podiam ir até aos 3,90€ (isto sem contar com as entregas de supermercado, que eram ainda mais caras).
À taxa de entrega junta-se agora a taxa de serviço, cujo valor é de 10% do valor do pedido e que vai até um máximo de 6,49€. Nada como um exemplo prático para perceberem.
Como podem ver nestas imagens, um croissant Kinder Bueno encomendado d’O Melhor Croissant da Minha Rua, para a nossa zona, ficava em 7,30€ (3,40€ o croissant + 3,90€ da taxa de entrega). Se quisermos agora replicar esse pedido, o valor desce pra os 5,14€ (0,34€ de taxa de serviço, que são os tais 10% do valor do produto, e 1,40€ de entrega). É uma diferença considerável.
No fundo, esta é uma alteração que vai compensar aos clientes que têm por hábito fazer pedidos de baixo valor e que se encontram longe do local. O problema está nos pedidos de maior valor.
Vamos imaginar que vão receber uma série de amigos e decidem encomendar croissants para todos. Até aqui, independentemente do valor do pedido, iriam pagar somente a taxa de entrega, que para o nosso caso é 3,90€. Agora, quanto mais croissants, mais pagamos. Se fizermos uma simulação de 15 croissants Kinder Bueno, estamos a pagar um total de 6,50€ em taxas (5,10€ de taxa de serviço e 1,40€ de taxa de entrega). É um aumento muito considerável.
E quem diz croissants diz refeições de restaurantes, a lógica é a mesma. No fim de tudo, se fizermos todas as contas, e tendo em conta os valores anteriormente praticados, pedidos de maior valor podem agora ficar até 4,49€ mais caros.
Com vários prós e contras, a Apple conseguiu aqui um belo equipamento.
Tenho um iMac praticamente desde que comecei a trabalhar no Echo Boomer. O meu antigo portátil, da Lenovo, tinha um ecrã demasiado pequeno que, confesso, atrofiava-me um bocado para conseguir trabalhar em condições, devido à minha necessidade de ter várias janelas e abas abertas para a produção dos artigos.
Daí, encontrei uma oportunidade fabulosa na Showroomprive, conhecido site que vende um pouco de tudo, sejam produtos novos ou recondicionados (no caso de produtos eletrónicos), em 2017. Já não me recordo ao certo de quando foi, – creio ter sido algures antes da passagem de ano -, mas lembro-me, sim, de reparar na venda de um iMac recondicionado e ainda com um ano de garantia.
Custava 1.000€, as características agradaram-me (embora não soubesse ao certo que disco tinha, mas felizmente foi um Fusion Drive, pois os HDD são tremendamente lentos), mas tornou-se um negócio ainda melhor uma vez que tinha um desconto extra de 20% numa compra de qualquer valor na Showroomprive. No final, aquele modelo de iMac de 27”, que vim depois a descobrir que era um equipamento de finais de 2014, e que se vendia na altura por cerca de 1.600€, ficou-me apenas por 800€. Um belo negócio.
Não foi a minha estreia no mundo Apple. Nunca tive um Mac antes, mas trabalhei com um iMac numa empresa pela qual passei antes de apostar no Echo Boomer – e curiosamente não fiquei encantado na altura -, pelo que decidi arriscar na mesma, principalmente por considerar que tinha feito um excelente negócio.
Não tenho fotos a documentar o processo da altura, mas lembro-me de ter chegado a casa uma grande caixa, cujo interior estava muitíssimo bem acondicionado. Tirado o iMac, foi ligá-lo à corrente e começar a trabalhar. Senti que tinha dado um salto qualitativo, embora com um modelo que não fosse propriamente muito recente.
O computador sempre se portou maravilhosamente bem. Nunca deu quaisquer tipo de problemas, incompatibilidades, nada. Estão a ver os bluescreens do Windows que surgem do nada, apps que deixam de funcionar sabe-se lá porquê, ou outro tipo de erros? Nunca passei por nada disso no mundo Apple.
Não estou a dizer que é um sistema perfeito – há sempre softwares que não estão disponíveis para o macOS e não é, de todo, pensado para gamers, a não ser que queiram jogar com recurso a serviços de streaming, tipo Xbox Game Pass -, mas para quem quer fazer trabalhos de edição, bater texto ou começar a ter noção de como funciona o ecossistema da marca da maçã, ter um PC com macOS é um mimo.
Porém, confesso que há já algum tempo pensava em trocar o meu iMac. Por dois motivos: como o macOS vai recebendo atualizações para um novo sistema operativo todos os anos, os requisitos mínimos estão pensados cada vez mais para produtos atuais. Logo, eventualmente – estimo um ou dois anos -, este meu iMac deixaria de poder ser atualizado para um novo sistema operativo, o que poderia ser chato para receber updates de aplicações que, ao ficarem atualizadas, e eu não tendo a versão mais recente do macOS, deixaria de as conseguir utilizar. Sim, podemos fazer download de uma versão mais antiga da app, mas não só tal pode não ser possível, como não é propriamente boa ideia, uma vez que os updates servem para melhorar o desempenho, solucionar eventuais falhas de segurança, etc.
O outro motivo, e pessoalmente o que acho mais chato: o ecrã. Não me interpretem mal: o painel é bastante bom, ainda para os dias de hoje, mas tem um problema: retenção de imagem/burn in, que é comum neste tipo de painéis LCD utilizados (creio que este ecrã seja da fabricante LG). Basicamente, este problema surge quando se têm imagens estáticas de alto-contraste durante longos períodos no ecrã (por exemplo, uma página branca com texto a preto); sendo que depois de se mudar para outra imagem, nota-se um “fantasma” da imagem anterior.
Existem “soluções” na Internet, como a app LCD Scrub, e a própria Apple dá uma série de sugestões, alegando que essas “imagens remanescentes desaparecem com o tempo”, mas acabam por ser somente soluções temporárias, o que significa que o problema vai persistindo e só tende a piorar com o tempo.
A verdade é que este problema surgiu quando o iMac ainda estava dentro da garantia. O problema é que, sendo recondicionado, tinha de o enviar novamente de volta para França, para que a Showroomprive pudesse dar seguimento à respetiva reparação. Optei por não fazer nada disso, até porque já tive problemas com devoluções com essa plataforma, e sendo um equipamento caro e de grandes dimensões, corria o risco de enviar o computador e não o receber de volta.
Convém salientar que, apesar dessa chatice, sempre trabalhei sem problemas com o iMac, pelo que a decisão de adquirir um novo computador foi mais de jogar pelo seguro do que outra coisa.
Desde que a Apple apresentou o processador M1 que o meu objetivo passava, então, por arranjar um dos novos Macs, fosse o Mac Mini ou o iMac. Infelizmente, optar pelo novo iMac, pelo menos na versão inicial, é um péssimo negócio.
Se formos ao site da Apple, podemos adquirir o mais recente iMac de 24” (logo aqui teria um ecrã menor) a partir de 1.499€. Estamos a falar de uma versão que somente tem duas portas Thunderbolt/USB 4 (o que me iria obrigar a arranjar adaptadores) e que nem sequer tem porta Ethernet Gigabit. Para termos a versão com duas portas USB 3 adicionais e a tal entrada para cabo de rede, é necessário desembolsar 1.719€. Honestamente, é um preço absurdo. Sim, é sempre possível arranjar mais barato noutras lojas, como é o caso da Amazon, mas continua a ser demasiado caro, tendo em conta os 800€ que desembolsei pelo meu iMac na altura.
A solução? Optar por um Mac Mini. As vantagens pareciam-me óbvias: era bem mais barato, portátil (basta levar um cabo HDMI e ligá-lo a um monitor e TV e posso começar a trabalhar facilmente) e a versão inicial possui todas as características que essa versão de 1.719€ do iMac de 24”. No site oficial, os preços do Mac Mini M1 começam nos 819€.
Mas eu sabia que podia fazer um melhor negócio… graças à Amazon. Se já leram este meu artigo, decerto saberão por esta altura as vantagens de adquirir um produto recondicionado, basta lerem com atenção os detalhes do respetivo estado.
Recentemente, descobri na Amazon alemã um Mac Mini M1 recondicionado, em que dizia que tinha “uns riscos”. E podem ver aqui em baixo esses riscos, que são meramente estéticos.
O computador ficou-me em 550€. Sim, leram bem: 550€. Um preço verdadeiramente imperdível, principalmente quando estamos a falar de um equipamento Apple com o recente e primeiro processador próprio da empresa.
Com computador novo, teclado e rato, só me faltava mesmo um novo monitor. A AOC foi simpática o suficiente em ceder-me o modelo U28P2A para poder trabalhar (análise em breve). E assim se fez uma nova estação de trabalho.
O que mais gostei no Mac Mini M1
Como já referi, uma das maiores vantagens é a sua portabilidade. Embora sendo um “All In One”, é difícil de transportar um iMac, a não ser que tenham um mala desenhada para o seu formato ou o levem na caixa original, num chato processo de colocar/retirar da caixa. O caso do Mac Mini é diferente. Ao ser uma pequena caixa, consigo transportá-lo para qualquer lado. E embora necessite sempre de um ecrã, a verdade é que encontramos um monitor/TV aqui e ali, pelo que consigo desenrascar-me facilmente.
Algo que também me surpreendeu foi o facto de ser extremamente silencioso. Posso estar a utilizar programas pesados, com muitas abas abertas nos browsers, ou a fazer cast do Mac Mini M1 para uma televisão que não oiço absolutamente nada. Com o meu iMac de 2014 isso já não acontecia, com o barulho das ventoinhas a ser bastante audível nessas situações.
Outro ponto positivo é a disponibilidade de diversas apps concebidas para os sistemas operativos móveis da Apple. Graças ao M1, a Apple conseguiu unificar os seus sistemas, ao fazer com que seja possível correr, no macOS, aplicações que foram desenhadas para o iOS/iPadOS. Contudo, nem todas as apps funcionarão, sendo algo que depende dos programadores.
E claro, o desempenho. Não se pode dizer que o processador do iMac seja fraco – afinal de contas, tem um Intel Core i7 quad-core -, mas com o processador próprio M1, a Apple consegue otimizar o desempenho das aplicações, fazendo com que fiquem mais rápidas, o que para mim é fundamental, principalmente na questão de uso de browsers com múltiplas abas abertas. Esta versão que adquiri do Mac Mini M1 tem também apenas 8GB de RAM, mas é um módulo de RAM mais atual, logo mais capaz, e graças ao novo processador, o desempenho da RAM acaba por ser otimizado. De resto, todas as tarefas de execução básicas no sistema macOS são mais imediatas, o que me permite poupar tempo. E lá está, mais ano menos ano, o meu “velhinho” iMac ia deixar de poder ser atualizado.
O que não gostei assim tanto no Mac Mini M1
Bugs em aplicações. Ainda não o notei muitas vezes e não consigo perceber o porquê de acontecer, mas já dei conta de um bug no Safari que faz o browser encerrar do nada com o simples movimento de mover uma aba de uma janela para a outra.
O som: não tinha noção, mas o som debitado pelas colunas do iMac é do melhor que já apanhei num computador. Sim, estamos a falar de um All in One, eu sei, mas o iMac é um modelo já datado de 2014. Confesso que não esperava que a diferença da qualidade do som fosse tão notória. Só para terem noção, nem sequer utilizava colunas de outra marca com o meu iMac. Não achava que fosse necessário, pois sempre ouvi perfeitamente e com qualidade com as colunas embutidas no computador. Pois bem, ao ter mudado para o Mac Mini M1, fez-me ver que não posso passar sem colunas.
O som debitado pelo monitor da AOC é… mau. E estou a ser simpático. Na verdade, o som proveniente do próprio Mac Mini consegue ser superior às colunas deste monitor, o que me deixou chocado.
Baixo desempenho do Wi-Fi em zonas mais perto do chão. Por questões estéticas, comecei por colocar o Mac Mini M1 junto à tomada de alimentação. E embora esteja a poucos metros do meu router, na mesma divisão, o facto de estar colocado numa zona mais baixa fez perder muita velocidade no Wi-Fi (de referir que utilizo a banda de 5GHz). Resultado? Tive de abdicar um pouco da questão estética e colocar o Mac na secretária, logo ao lado do monitor. Escusado será dizer que a ligação estabilizou e ficou muito mais rápida. Há relatos na Internet que indicam que o historial do Mac Mini no que toca à ligação Wi-Fi e Bluetooth não é famoso, mas, até ver, ainda não tive quaisquer problemas.
E para terminar, a impossibilidade de fazer upgrades. Enquanto naquela versão do iMac era possível aumentar a RAM até 32GB, no Mac Mini M1 essa opção não existe. Somente é possível personalizar quantos GBs de RAM necessitamos no momento da compra.
No final de tudo, com todos os prós e contras, não posso deixar de ficar satisfeito com a compra que fiz. Estou equipado para o futuro, para todas atualizações que estejam para chegar, e posso trabalhar, praticamente, a partir de qualquer lado. Mas claro, a cereja no topo do bolo foi mesmo o preço por algo que está como novo. Era impossível recusar.
E já tem segunda edição planeada para junho do próximo ano.
Mais de noventa filmes estão à descoberta até 17 de outubro no CLIT – Cinema em Locais Inusitados e Temporários, novo festival cinematográfico de Setúbal, com a marca Festroia, que abriu na noite de 8 de outubro com uma sessão dupla.
A animação O clitóris, da canadiana Lori Malépart-Traversy, e o documentário Água sagrada, do belga Olivier Jourdain, exibidos na Casa da Baía, tiveram honras de abertura do certame organizado pela Associação Cultural Festroia, com o patrocínio principal da Câmara Municipal de Setúbal.
Até 17 de outubro, o CLIT tem sessões gratuitas para o público com uma seleção de 90 filmes de 40 países, incluindo estreias mundiais e candidatos aos Óscares.
O CLIT – Cinema em Locais Inusitados e Temporários partilha o prazer da cinematografia numa viagem por vários géneros, do romance à comédia e ao suspense, repartidos em três secções distintas, concretamente “Estimula-te!”, “Ativa-te!” e “Descobre-o!”, as duas últimas de caráter competitivo.
A secção “Estimula-te!”, com lugar cativo na Casa da Baía, dá a conhecer uma seleção de primeiras obras de realizadores nacionais e estrangeiros, agrupadas em animação, artes plásticas, beleza e aceitação, novos valores russos e curtas realizadas por homens e da autoria de mulheres.
A secção “Ativa-te!”, com apresentações no campus do Instituto Politécnico de Setúbal, a qual conta com o patrocínio exclusivo do Programa Cidadãos Ativos/EEA Grants, gerido em Portugal pela Fundação Calouste Gulbenkian e pela Fundação Bissaya Barreto, está centrada nas temáticas sociais e ambientais.
Proteção dos oceanos, saúde mental, direitos das mulheres, refugiados, ação climática, agroecologia e impactes da robótica e da inteligência artificial na sociedade são temas explorados nos filmes em exibição, os quais originam debates com a presença de convidados em todas as sessões.
Já a secção “Descobre-o!” foi pensada para o público mais aventureiro, com exibições em espaços não divulgados, que desafia os participantes a embarcar numa descoberta dos locais, alimentada por pistas reveladas no site do festival, página que disponibiliza a programação completa do certame.
Casa da Baía, Capricho Setubalense, Auditório Bocage, Inatel, Escola de Hotelaria e Turismo de Setúbal e Instituto Politécnico de Setúbal são os locais privilegiados deste novo festival, que conta ainda com masterclasses de cinema, debates, artes plásticas e dança.
O último dia do festival reserva duas masterclasses da FX Animation Barcelona 3D & Film School, na Escola de Hotelaria e Turismo de Setúbal, concretamente Do talento ao sucesso, chaves para a evolução de quem realiza, por Fàtima Vilà, e Pós-produção e VFX para filmes independentes, por Viviana Niño.
Manuel Heitor apela a uma integração saudável e solidárias dos novos estudantes no ensino superior.
O Ministro da Ciência, Tecnologia e Ensino Superior, Manuel Heitor, escreveu a todos os dirigentes das instituições de ensino superior e das associações estudantis congratulando-se com a retoma das atividades presenciais no ensino superior e apelando para que evitem e contrariem a realização de praxes.
O Ministro relembra que importa agora que todos «assumam uma posição ativa na integração saudável e solidária dos estudantes no ensino superior, evitando e contrariando qualquer tipo de iniciativas de praxe ou de natureza humilhante».
Manuel Heitor volta a reforçar a necessidade de repudiar todas as práticas de integração dos estudantes assentes em «manifestações de poder, humilhação e subserviência a que se assistem nas praxes académicas» e sublinha a importância de que essa integração tenha por base atividades de valorização do ensino superior, da formação, do conhecimento, da cultura, e que estimulem a felicidade, a tolerância e a liberdade de pensamento em respeito pelos direitos individuais e coletivos.
Em particular, Manuel Heitor apela também a boas práticas de integração saudável e solidária dos novos estudantes no ensino superior, incluindo:
O Movimento EXARP, que promove um conjunto de atividades de cultura, desporto e música por todo o país visando o acolhimento e integração dos novos estudantes no ensino superior;
E o Movimento Transforma Portugal, que mobiliza os jovens para ações de voluntariado e de compromisso cívico.
Em paralelo com estas iniciativas, a Direção-Geral do Ensino Superior mantém em funcionamento a linha de apoio para denúncias de praxes abusivas através do número 213 126 111 e via email.