RTP Play chegou às boxes da MEO, NOS e Vodafone

Uma nova forma de assistir a séries, filmes, documentários, programas de informação e espetáculos.

Até aqui, aceder à RTP Play era possível via browser, via dispositivos móveis e através das Smart TVs. Agora, há uma nova forma de ter acesso aos conteúdos da estação pública: através das boxes das operadoras.

Quer isto dizer que a app da RTP Play já se encontra disponível nas boxes da MEO, NOS e Vodafone.

Assistam às vossas séries preferidas, filmes, programas de informação, documentários e muitos espetáculos. Na RTP Play estão disponíveis mais de 150 mil conteúdos exclusivos e grátis para toda a família, sem esquecer a programação para os mais novos.

Irão encontrar milhares de conteúdos de rádio e televisão a pedido, disponíveis num catálogo organizado por temas para ver ou ouvir. Tudo isto na RTP Play, sem sair de casa, através da box do seu operador.

Torneio Solidário de Valorant angariou mais de 5.900€ com a ajuda de uma equipa portuguesa

A equipa portuguesa de cinco jogadores não passou dos quartos de final, mas conquistou um belo valor para doar à Mother2Mother.

Rui Ribeiro (“TugaTV”), Marta Barreira (“D7”), Guilherme Bento (“MeetTheMyth”), Carlos Nunes (“K0mpa”) e João Ferreira (conhecido como “Killdream”) são os nomes dos cinco jogadores que representaram Portugal na VALORANT Spike Nations of Twitch, um torneio solidário onde participaram 12 equipas para angariarem dinheiro para organizações solidárias.

O evento decorreu no início deste mês, entre os dias 7 e 9 de outubro, numa colaboração entre a Twitch e a Riot Games, onde o avanço na competição acumulava um valor para ser oferecido a uma organização solidária.

valorant spike nations

Nesta segunda edição da competição, a equipa portuguesa passou o Grupo 3 da competição ao eliminar a França, mas já nos Quartos de Final não ultrapassou a DACH, uma equipa constituída por jogadores alemães, suíços e austríacos. Contudo, conseguiu angariar 5.915€.

Este valor conquistado será agora doado à Mother2Mother, a organização solidária selecionada para este evento. A missão da Mother2Mother é criar uma rede global para que as mães mais carenciadas possam aprender a cuidar dos seus filhos e do seu bem-estar. Com esta rede global e com campanhas localizadas, pode ser possível reduzir o estigma em relação a mães e filhos carenciados.

Na primeira edição da VALORANT Spike Nations of Twitch, Portugal também esteve representado com uma equipa, que foi a grande vencedora, conseguindo juntar mais de 31.000€ para o Banco Alimentar.

G.Skill com novas memórias DDR5 de alto desempenho

A nova família de memórias RAM da G.Skill está preparada para os computadores do futuro.

A G-Skill revelou uma nova gama de memórias RAM de alto desempenho com as Trident Z5. Constituída por duas opções, as Trident Z5 e as Trident Z5 RGB, estas soluções destacam-se pelo seu desempenho superior e estão preparadas para a próxima geração de plataformas da Intel.

As novas memórias contam com velocidades DDR5-6400, de baixa latência, desenhadas com componentes da Samsung.

Em design, as Trident Z5 apresentam-se com um aspeto moderno e de exterior elegante, com materiais como alumínio, e no caso das Trident Z5 RGB, com uma barra de luz, para dar um toque especial às configurações mais vistosas.

As novas memórias da marca tecnológica chegam às lojas em novembro.

O Lisboa Games Week não acontece este ano. Regressa em 2022

Um dos maiores eventos de videojogos em Portugal é adiado para o ano.

A Lisboa Games Week tinha a 7ª edição marcada já para o final de novembro, mas agora só deverá concretizar-se em 2022.

Em comunicado, a organização oficializa este adiamento, divulgando as novas datas da 7ª edição do Lisboa Games Week, agora marcadas para acontecer de 17 a 20 de novembro de 2022, cancelando assim os planos que tinha para este ano.

A razão para este adiamento deve-se, segundo a organização, a uma decisão que decorre do alinhamento estratégico do Lisboa Games Week com as suas congéneres internacionais, Paris Games Week, Madrid Games Week, entre outras, e que resulta igualmente de uma ponderação conjunta com as principais marcas da indústria dos videojogos em Portugal, que consideraram que ainda não estão reunidas as melhores condições para fazer regressar o Lisboa Games Week em 2021.

A organização não revelou mais detalhes sobre a próxima edição, algo que irá fazer em breve, com os habituais anúncios de atividades, colaborações e muito mais.

Ghostrunner – Super-sónico com gráficos impressionantes na nova geração

Otimizado para as consolas de nova geração, Ghostrunner está de volta um ano depois com visuais deslumbrantes, mas com mecânicas por vezes difíceis de perceber como dominar.

Ghostrunner é um jogo futurista de avanço em plataformas, na primeira pessoa, onde a personagem principal usa uma espada para derrotar os adversários. Como caracterizar este jogo? Parece Blade Runner com os seus elementos cyberpunk, com ninjas e parkour à mistura, mas rated-R. Um conceito no mínimo intrigante e original.

Este jogo desenrola-se num cenário pós-apocalíptico futurista, em que a personagem principal é um ser humano alterado tecnologicamente que acorda após ser atirado de uma torre, mas com poucas memórias do que se passou, quem ele é, como chegou até ali e porque é que tem uma vontade tremenda em desmembrar pessoas que se atravessam no seu caminho, sendo guiado pela voz de alguém que se auto-denomina de arquiteto. Não é o enredo mais interessante, mas a narrativa está bem conseguida e ajustada ao ritmo do jogo, bem como o voice acting, que acrescenta o tempero necessário para nos envolver na história.

Caso jogos desafiantes que exijam reflexos super-sónicos e uma destreza elevada no controlo do comando sejam a vossa praia, vão ter um field day com Ghostrunner. O facto de ser um jogo de um hit para matar/morrer ainda afasta mais este jogo do público geral. A única arma palpável que existe à disposição dos jogadores é a espada (mais tarde são apresentadas outras opções através de boosts), mas, quando o movimento é bem aproveitado, torna-se uma arma letal.

A cada nível é sempre apresentado algo novo aos jogadores, seja um novo tipo de inimigo (acompanhado de uma nova habilidade para lidar com ele), seja uma nova forma de trilhar caminho. Para além disto, a progressão no jogo não é 100% linear, pois em cada zona de combate há inúmeras formas de proceder durante o mesmo. Esta constante introdução de game changers e leque de opções faz com que o jogo nunca se torne aborrecido ou repetitivo.

Para além do modo de jogo por níveis, que comporta a história base, ainda há mais dois modos de jogo: um de progressão temporizada onde a velocidade é a chave e outro de survival contra ondas de inimigos, maiores e mais complexas a cada patamar.

No geral, a sensação de física do jogo é muito boa, exceto num nível mais avançado com plataformas rotativas, mas não é grave, de todo. A jogabilidade é ótima e o combate idem, com desempenho acima da média, sem qualquer delay. Os menus são simples e intuitivos. Já os gráficos são a cereja no topo do bolo. Visualmente, o jogo é impressionante e maravilhoso, tal é o realismo e detalhe.

Ghostrunner não é um jogo para toda a gente. Sinto que nem para mim é, dado o quão desafiante consegue ser. Diria que está direcionado para um nicho muito específico de jogadores que, para além de destreza, vão precisar de paciência e persistência, até porque morrer dezenas de vezes por nível é algo normal. As boas notícias são que o respawn após a morte é instantâneo e os check points são constantes.

Cópia para análise (versão PlayStation 5) cedida pela 505 Games.

Combustível ultrapassa pela primeira vez os 2€ por litro

Sim, é mesmo verdade.

Comecemos pelo óbvio: atestar o carro nunca esteve tão caro. 2021 tem sido um ano péssimo para aqueles que necessitam de utilizar o seu automóvel diariamente nos seus trajetos, que têm notado que os combustíveis estão cada vez mais caros, o que significa mais euros a sair da carteira.

Esta semana, e isto não é, de todo, um motivo de orgulho, o combustível, neste caso a gasolina, chegou à barreira dos 2€, como podem verificar nos seguintes tweets.

https://x.com/S1v3str3T/status/1448062110517374981?ref_src=twsrc%5Etfw%7Ctwcamp%5Etweetembed%7Ctwterm%5E1448062110517374981%7Ctwgr%5E%7Ctwcon%5Es1_&ref_url=https%3A%2F%2Fptjornal.com%2Fcombustiveis-ultrapassam-barreira-historica-dos-2-euros-por-litro-540187
https://x.com/HugooDiniz/status/1447880672857702400

O utilizador que captou a foto onde surge a BP (de Beja neste caso) vai mais longe ao dizer que a gasolina está mais cara que no posto de gasolina da marca no Aeroporto de Lisboa, local onde tudo está inflacionado. Já o segundo utilizador, cuja foto é referente aos preços apresentados pela Repsol, dá o exemplo de Espanha, cujo ordenado mínimo é de 1.050€, mas onde o mesmo exato combustível custa 1,65€… e não 2€ por litro.

Convém referir que a maioria dos condutores tende a fugir a estas versões mais caros, mas, ainda assim, até mesmo a gasolina simples está cada vez mais próxima de chegar aos 2€ por litro, o que começa a ser incomportável para os bolsos dos portugueses.

Desde o início do ano, a gasolina já subiu de preço em 30 ocasiões. O caso do gasóleo ainda é pior, que já registou 38 aumentos de preço no mesmo período. O problema podia não ser tão grave caso as descidas de preço acompanhassem a tendência de subida, mas não é o caso: desde janeiro, o preço da gasolina caiu sete vezes e o do gasóleo oito vezes.

Entre ISP, taxa de carbono e IVA, mais de 60% do valor de cada litro vai para o Estado. Ou seja, 60% do que pagamos ao abastecer o carro são impostos.

Netflix renova You para uma quarta temporada

Até lá, entretenham-se com os episódios da terceira temporada.

Por esta altura, muitos são aqueles que contam as horas até que chegue a próxima sexta-feira, dia 15 de outubro, pois é nessa data que estreia a terceira temporada da super popular série You. Bom, há boas notícias para quem acompanha este projeto.

A Netflix acaba de renovar You para uma quarta temporada, um anúncio que acontece a dois dias da estreia dos novos episódios. E isto é tudo o que se sabe… por agora.

https://x.com/netflix/status/1448347809493569539

Com esta revelação, resta-nos esperar por sexta-feira para percebermos como vai acabar a temporada e se vai agradar aos telespetadores.

Na terceira temporada, Love (Victoria Pedretti) e Joe (Penn Badgley), agora casados e com um bebé, tentam construir uma vida normal… Mas quando se é um psicopata, encontrar essa normalidade acaba por ser impossível, pois há instintos que vêm ao de cima e são incontroláveis. E daí surgem conflitos.

Joe encontra uma nova obsessão, ao passo que Love repara que o marido vai ficando cada vez mais distante e distraído… O resultado final promete não ser bom para esta dupla de psicopatas, que terá dificuldades em “abandonar velhos hábitos”.

Além de Badgley e Pedretti, o elenco terá ainda nomes como como Saffron Burrows (Dottie Quinn), Tati Gabrielle (Marianne), Dylan Arnold (Theo), Shalita Grant (Sherry), Travis Van Winkle (Cary), Scott Speedman (Matthew) e Michaela McManus (Natalie).

Taco Bell abre restaurante no UBBO

A marca acaba de chegar à Amadora.

Há mais um restaurante Taco Bell em Portugal. O sétimo, para sermos mais precisos. Desta vez, o novo spot da marca está instalado no centro comercial UBBO, localizado na Amadora.

Fãs da marca e não só sabem que a oferta da Taco Bell é inspirada na comida mexicana com ingredientes da máxima qualidade, que oferecem uma ampla variedade de sabores, aromas e textura, sendo produtos sempre preparados ao momento e com uma original combinação de ingredientes frescos e saborosos.

No novo restaurante da marca, e à semelhança dos restantes, poderão experimentar os Tacos, os Burritos, as Quesadillas ou o inovador Crunchywrap. Já provámos todos estas opções e podemos dizer que vale bem a pena.

Recorde-se que, no passado mês de julho, aquando da inauguração do restaurante no ArrábidaShopping, em Vila Nova de Gaia, a marca aproveitou a ocasião para apresentar uma novidade para quem procura uma alternativa à carne, mas cuja textura e aspeto sejam próximos. Trata-se da Veggie Mix, uma nova proteína vegetal.

Temos uma deliciosa mistura de aveia, ervilhas e favas, cozida num molho suculento e marinada com os temperos secretos da Taco Bell. É uma proteína que foi pensada para melhorar a oferta dos produtos alternativos à carne, já que a aveia utilizada no processo contém todos os nove aminoácidos essenciais, que a tornam numa chamada “proteína completa”.

Além desta nova proteína, a marca já tinha uma opção Veggie, com arroz e feijão, no menu dos seus restaurantes.

Uber aposta num novo serviço de viagens low cost na Área Metropolitana de Lisboa

Claro, para que possam viajar nesta tarifa, os motoristas terão de decidir trabalhar com preços mais reduzidos.

Depois de, no passado mês de junho, ter estreado um novo serviço de viagens low cost no Porto, o UberX Saver, a Uber faz chegar esse mesmo serviço à Área Metropolitana de Lisboa.

Essencialmente, trata-se de viajar com a Uber, mas a um preço mais simpático, sendo 25% mais económico para os utilizadores. Esta é uma nova opção de viagem disponível na aplicação em horários alternativos a um preço mais reduzido.

O UberX Saver chega como mais um serviço para apoiar o regresso gradual à normalidade e a recuperação das nossas cidades, mantendo o mesmo conforto de sempre, e sem abrir mão das regras de segurança que a empresa adotou desde o início da pandemia Covid-19.

Para usufruírem, basta, claro, abrir a app da Uber e verificar as opções disponíveis. Os horários de funcionamento não são fixos, uma vez que acompanham a dinâmica de movimentos da cidade. Cabe aos motoristas decidir se desejam realizar viagens através do UberX Saver para continuar a conduzir e ter rendimento nos momentos ou locais de menor movimento, podendo optar por desativar esta opção a qualquer momento.

Se aceitarem, os motoristas poderão selecionar as áreas onde querem receber estas viagens mais baratas. Já quando houver mais movimento, o UberX Saver não estará disponível.

Com esta opção, a Uber remove também o multiplicador de tarifa e a tarifa automática da app, algo que tinha causado polémica quando entrou em vigor. Até aqui, os motoristas tinham a opção de escolher um multiplicador de tarifa. Consoante a escolha, poderiam receber viagens entre 0.7x e 2.0x. Podiam também escolher a opção de tarifa automática. Mas estas opções deixam agora de estar disponíveis, o que significa que as viagens UberX, Comfort e UberXL voltarão a estar sempre pré-definidas a 1.0x, pelo que os motoristas beneficiarão sempre de tarifa dinâmica acima de 1.0x em momentos de procura elevada. Basicamente, é um regresso aos moldes de funcionamento do passado.

Metroid Dread – Como modernizar um género clássico

Samus regressa com um jogo completamente novo na Nintendo Switch, tão cativante como intimidante.

Este foi o meu primeiro Metroid e, provavelmente, será o primeiro para muitos jogadores, já que a Nintendo Switch foi a porta aberta para as novas gerações. Infelizmente, existe outro fator, que foi o facto de não termos um novo jogo da série desde 2017, neste caso Samus Returns para a Nintendo 3DS, e existirem sempre longos intervalos entre novos lançamentos. É um problema constante na série.

Metroid Dread dá continuidade aos eventos da saga no seu formato de sidescrolling, novamente em 2D, nos mundos claustrofóbicos e labirínticos que popularizaram a série nestes 35 anos. É por esse motivo que esta entrada foi muito familiar, apesar de se tratar da primeira vez que jogo efetivamente um Metroid, conseguindo reter toda a magia do design clássico da saga e, mesmo assim, adicionar novos elementos que o tornam suficientemente único. Aliás, é uma bela montra para explicar a razão pela qual me apaixono por este tipo de jogos.

Parece haver um consenso enorme em relação a Metroid Dread, com algo que salta logo à vista com pouco tempo de jogo nas mãos. É um jogo extremamente polido, que puxa os limites da Nintendo Switch de uma maneira muito invulgar. Não pelos seus visuais ambiciosos, mas pela soma de todas as partes e pequenos detalhes que o compõem. Sejam os elementos mais visíveis, como todo o seu incrível design dos níveis com desafios pensados ao milímetro, às pequenas nuances de animações, efeitos sonoros e de truques de jogabilidade de Samus, ou dos caminhos secretos existentes um pouco por todo o mapa.

A imersão nos videojogos é um efeito, uma consequência do nosso estado mental perante uma experiência fluida e contínua que nos abstrai, por momentos, da realidade onde o movimento dos ponteiros do relógio acelera silenciosamente. Não é necessariamente o ato de colocarmos a cabeça e a alma em jogos realistas, através de grandes ecrãs ou sistemas de som. Na maioria das vezes, a imersão é o simples efeito do quão investidos estamos num jogo, do quão atento estamos a todas as suas dimensões. É abstração e captação da nossa atenção perante algo aliciante e motivante de se experienciar. É este o tão cobiçado Flow. Pela forma como estamos em total controlo de Samus e usamos o melhor tempo de reação para chegar a uma plataforma ou contra-atacar um inimigo (que é do mais imersivo que podemos ter), ou pela forma como o mundo nos convida a tomar decisões em avançar para uma sala em vez de outra, correndo o “risco” de caminhar por um fio interminável, que normalmente resulta no caminho certo.

Com isto, surge um pequeno problema. Para jogar Metroid Dread é preciso vontade ou estar no mood certo para avançar e progredir, ganhar coragem para entrar na sala onde se encontram os predadores robóticos EMMI, ou avançar para sequências de plataformas e aberturas com inimigos que sabemos que nos vão tirar energia com facilidade. Contudo, o formato de Metroid Dread deixa-nos também explorar com alguma descontração, procurando todos os cantos à casa à medida que vamos descobrindo segredos e atalhos, que podem ser altamente vantajosos para a batalha de um boss seguinte. Há um certo equilibro na forma como o jogo foi pensado e desenhado na forma como o podemos abordar, nunca perdendo o foco na exploração livre e na criação de um ambiente atmosférico para os jogadores, mas que, no fim do dia, só é realmente eficaz se apertarmos bem a armadura e entrarmos no jogo com a maior das convicções.

Como contava no início, este é o meu primeiro Metroid, mas ironicamente não é o meu primeiro jogo do género. Assim, tive a oportunidade de conhecer algo completamente novo, tal como os fãs, ao mesmo tempo que poderia comprovar o quão “old-school” Metroid Dread se faz sentir sem os óculos da nostalgia. E Metroid Dread passa no teste. É difícil de apontar diretamente como é que Metroid Dread parece um jogo do passado, mas pintado e desenhado com ferramentas modernas. Temos a sua direção de arte refinada, mas inspirada no legado crescente da saga, passando pela sua banda sonora atmosférica eletrónica e minimalista com uma sonoridade quase analógica. Também podemos falar nos filtros de grão que se sobrepõem em cinemáticas e sequências, bem como na sua apresentação 2D, que contrasta com os ambientes tridimensionais ricos em detalhe e animações fluidas – que só os jogos mais modernos são capazes -, para percebermos o que torna o jogo num ser orgânico e vivo. Metroid Dread é um casamento perfeito de velho e de novo, como se se tratasse do remake/reboot, também ele perfeito, de um jogo original que tecnicamente não existe.

Este sentimento abriu-me as portas da curiosidade e lançou-me assim à descoberta de outros jogos da saga. Tarde, talvez, mas são os efeitos de entrar em Metroid Dread com zero expectativas e “sair” surpreso. Se isto não é uma vitória, não sei o que poderá ser.

Contudo, ainda não acabei Metroid Dread. Preciso de estar na tal “zona”, no mood certo, para ultrapassar alguns obstáculos mais complicados, dada a natureza desafiante do jogo, e quero também explorar e completar o máximo que possa nesta primeira aventura com Samus. Por isso, para já, o que posso dizer é que estou impressionado. Entre o marabalismo que faço diariamente com outros jogos, atualmente é Dread que guardo com mais antecipação para avançar só mais um bocadinho.

Metroid Dread está disponível em exclusivo na Nintendo Switch.

Recomendado

Cópia para análise (Nintendo Switch) cedida pela Nintendo Portugal.

Os vossos amigos podem dar-vos até 5GB de dados móveis Vodafone

Está na altura de os colocarem à prova.

Este artigo já vem um pouco tarde, mas ainda vai a tempo de ter a sua utilidade, principalmente para aqueles que já não têm mais dados móveis para gastar ou estão perto de atingir o limite. Basicamente, a nova iniciativa da Vodafone convida-nos a por os amigos à prova para que, através de um quiz, nos possam oferecer gigas de dados móveis.

Nesta nova campanha, terão a oportunidade de desafiar os vossos amigos, convidando-os a responder a uma quiz sobre a vossa pessoa.

Através da app My Vodafone, poderão criar um questionário com um máximo de cinco perguntas. Terão a opção de escolher perguntas pré-definidas e de selecionar a resposta correta. Todas as perguntas pré-definidas apresentam quatro respostas, sendo que três são pré-definidas e uma delas é editável. Adicionalmente, terão a possibilidade de criar uma das cinco perguntas e as respetivas respostas.

Depois de feito o questionário, podem não só partilhar nas redes sociais, como enviar diretamente aos vossos amigos (sejam clientes Vodafone ou não). Por cada questionário respondido por um amigo com cotação final superior a 80% (ou seja, quatro respostas certas), receberão ofertas de 1GB por cada amigo, até um máximo de 5GB (logo um máximo de cinco amigos). Atenção que os amigos só poderão responder uma vez a cada questionário.

Têm até 15 de outubro para ativar as ofertas, sendo que o período de utilização é até 17 de outubro. Na prática, significa que terão de utilizar todos esses gigas de oferta até esse dia.

As ofertas de 1GB são válidas em território nacional e em roaming na União Europeia, sendo acumuláveis com os dados do tarifário.

Em breve, vão poder criar, importar e adaptar receitas para a vossa Bimby

Mas nem tudo é positivo nestas novidades do Cookidoo.

Quem tem uma Bimby e segue receitas já pré-definidas no visor da máquina, saberá que isso somente é possível devido ao Cookidoo, a plataforma oficial de receitas Bimby, com a qual é possível descobrir iguarias deliciosas de todo o mundo.

Ora, para breve, estão previstas algumas novidades: uma boa e uma má. A boa é que, daqui a algumas semanas, estará disponível a nova funcionalidade Receitas Criadas. Basicamente, poderão criar as vossas próprias receitas, importar receitas da comunidade Mundo de Receitas Bimby e adaptar as receitas do Cookidoo.

Vão poder incluí-las no vosso plano semanal, na vossa lista de compras e guardá-las no vosso perfil Cookidoo. Se têm uma Bimby TM6, poderão ver as vossas receitas no ecrã da máquina. Sim, as bolachas de gengibre da avó, o molho à bolonhesa da mãe e todos os pratos preferidos da família – tudo no Cookidoo.

Mas se essa é uma boa novidade, a outra é capaz de não agradar. A partir de 2022, o preço da subscrição anual da Cookidoo sobe para os 48€, o que significa um aumento de 12€ (1€/mês) relativamente aos 36€ praticados até agora. Não é propriamente grave, mas não deixa de ser chato.

Vem aí uma série de ficção musical inspirada na vida e carreira de Cesária Évora

Já está em preparação.

A Lanterna de Pedra Filmes acaba de divulgar novidades sobre a sua nova produção, e não é uma coisa qualquer. Desta vez, trata-se de uma série de ficção musical, inspirada na vida e percurso artístico da cantora cabo-verdiana, Cesária Évora.

SODADE é uma série poema e assim como o género musical que define a morna, é uma serie de brandos ritmos, com uma ação paulatina, subtilmente marcada por algum surrealismo e alguma fantasia. Com uma inevitável base dramática, e contemplativa, também incontornável, tudo serve numa alusão àquilo que a música de Cabo Verde representa: o querer, o partir, a morte, a saudade, o regresso, a vida como um sonho, a vida é um sonho musical.

SODADE será filmada entre Mindelo, Lisboa e Paris conta a história da diva cabo verdiana de uma forma verdadeira, assim como ela o era. Eliana Rosa Lopes, jovem atriz que ganhou o concurso regional e nacional de Cabo Verde, Todo o mundo canta, dá vida a Cesária nesta produção.

Com realização a cargo de Hugo Diogo, que conta ainda com a colaboração do realizador francês Alain Gomis, a série terá oito episódios e ainda não se sabe quando estreia.

30 anos depois, Portugal vai ter um novo Livro Vermelho dos Peixes Marinhos

Trata-se de uma importante ferramenta para a fundamentação das decisões necessárias à melhor e maior conservação do oceano e que há 30 anos não é atualizada.

O Oceanário de Lisboa e a Fundação Oceano Azul, em colaboração com o Instituto da Conservação da Natureza e Florestas (ICNF) e com o apoio da Câmara Municipal de Lisboa (CML), iniciam em 2021 a produção do novo Livro Vermelho dos Peixes Marinhos de Portugal.

Em Portugal, o único Livro Vermelho dos Peixes Marinhos de Portugal foi elaborado em 1992/3, impondo-se uma revisão e atualização urgente desta informação, sobretudo num momento em que o mundo enfrenta uma crise climática e de extinção de espécies, e que para preservar a biodiversidade e a vida marinha se torna crítico saber quais os níveis de ameaça a que cada espécie está sujeita.

Através de um Protocolo assinado em julho de 2021, a CML assegurou um financiamento de 100.000€ para apoiar este projeto, montante que permitirá avançar já com a investigação e recolha de informação sobre diversas espécies.

A Lista Vermelha da União Internacional para Conservação da Natureza (UICN) agrega a informação científica sobre risco de extinção de espécies, constituindo o maior e mais completo repositório de informação mundial sobre o tema. Em termos globais, estima-se que existam cerca de 8.7 milhões de espécies no nosso planeta, das quais já foram descritas mais de 1.2 milhões, a grande maioria terrestre. Contudo, somente 138.374 espécies foram avaliadas a nível global, das quais apenas 16.921 são espécies marinhas.

Com conclusão prevista para 2023, este ambicioso projeto visa assim aumentar e atualizar o conhecimento sobre as espécies que ocorrem no mar português.

Happy Socks junta-se aos Monty Python para uma coleção de meias muito especial

Agarrem-nas enquanto podem.

Para esta estação, a Happy Socks preparou uma colaboração com os Monty Python, o lendário grupo de comédia britânico, na qual se celebram alguns dos momentos mais icónicos dos comediantes e toda a sua arte original… em meias.

Antes de 1969, ano em que nascem os Monty Python, a comédia em televisão tinha regras, até que o icónico Flying Circus chegou. O programa introduziu a marca de comédia dos britânicos e a sua assinatura gráfica inconfundível, onde o live-action se encontrou com a animação stop motion. Desde aí que Monty Python passou a ser um nome reconhecido em todo o mundo, com espetáculos, filmes, um musical e múltiplos lançamentos de livros e outras publicações.

A coleção Monty Python & Happy Socks conta com um conjunto de dois packs e seis modelos diferentes: Cupid’s Foot; Hell’s Grannies; The Ministry of Silly Walks; The Killer Rabbit of Caerbannog; Dead Parrot; e Holy Grail. Todos eles com a representação plena da cor e diversão da Happy Socks em conjunto com a criatividade e originalidade dos Monty Python.

Em Portugal, a coleção está disponível na loja Happy Socks do Chiado. Cada par de meias custa 13,95€, sendo ainda possível adquirir boxes especiais com três e seis pares por 39,95€ e 69,95€, respetivamente.

Emma Ruth Rundle regressa a Portugal em fevereiro de 2022

Para dois concertos.

Já há datas para o regresso de Emma Ruth Rundle a Portugal. Dia 25 e 26 de fevereiro a americana passa pela Casa da Música, no Porto, e pela Culturgest, em Lisboa, respetivamente. Os concertos servirão para apresentar Engine of Hell, o novo disco com data de edição apontada para 5 de novembro de 2021, onde retorna ao piano, instrumento que havia abandonado nos tempos em que começou a experimentar-se em bandas.

Em Engine of Hell, o seu novo álbum, Rundle concentra-se num instrumento que deixara para trás pouco depois dos seus 20 anos, logo após ter começado a tocar com bandas: o piano. Em combinação com a sua voz, o piano que reverbera em Engine of Hell cria uma espécie de intimidade, como se estivéssemos sentados ao lado de Emma Ruth Rundle no banco, ou até como se tocássemos, nós mesmos, estas canções que exploram e encapsulam as imperfeições e a vulnerabilidade humanas. São canções dolorosas e íntimas, mas a mestria de Emma Ruth Rundle revela-se também na facilidade com que nós, ouvintes, nos conseguimos rever nas suas perdas e na sua mágoa, como se um negro espelho se levantasse diante de nós.

Os bilhetes para o concerto já se encontram à venda a um preço de 20€ para a data a norte (devem adquiri-los no site da Casa da Música) e a 16€ para a data no centro do país (devem adquirir na Culturgest e Ticketline). O anúncio destes concertos e da tour pela Europa coincidem com o lançamento do segundo single, “Blooms of Oblivion”.

Londres recebe duas lojas pop-up dedicadas a David Bowie

O que significa que estarão em funcionamento por tempo limitado.

“Now you’ve met The London Boys, things seem good again” e “New York’s A Go-Go”. O David Bowie Estate vai dar início à Bowie 75 – uma celebração que vai decorrer durante um ano e que assinalará o 75.º aniversário de David Bowie – com a abertura de duas lojas pop-up; uma no local do primeiro avistamento confirmado de Ziggy Stardust, e a outra na terra adotada onde Bowie criou o seu último álbum, ★ (“Blackstar”).

Durante um espaço de tempo muito limitado, entre 25 de outubro de 2021, 75 dias antes do aniversário de Bowie, e o fim de janeiro de 2022, as lojas Bowie 75 funcionarão em Londres, mais concretamente em Heddon Street 14 – o local onde foi fotografada a capa de The Rise and Fall of Ziggy Stardust and the Spiders from Mars – e em Nova Iorque, Wooster Street 150, a pouca distância do bairro onde Bowie viveu.

As lojas oferecerão aos visitantes uma viagem singular, profunda e imersiva ao som e à visão de David Bowie, incluindo:

  • Salas de áudio e vídeo HD equipadas com o 360 Reality Audio, uma experiência musical que utiliza as novas tecnologias de som espacial da Sony. Os fãs poderão ouvir e ver conteúdos de Bowie disponíveis pela primeira vez em áudio imersivo, um exclusivo das lojas Bowie 75;
  • Horas de conteúdos de vídeo, incluindo materiais inéditos de bastidores, filmes raros das eras Heathen e Reality, e mais;
  • Oportunidades para a aquisição de edições limitadas do vestuário, de colecionáveis de Bowie, e de LPs e CDs;
  • Fotografias artísticas, incluindo galerias que documentam as muitas eras de Bowie;
  • Eventos com convidados especiais a anunciar;
  • Os fãs poderão vestir trajes icónicos para criarem momentos sociais divertidos e para partilha.

Podem consultar aqui todos os detalhes sobre horários de funcionamento, calendário de eventos e outra questões.

Lava La Rue, Tomás Wallenstein e Priya Ragu juntam-se ao Super Bock em Stock 2021

Vão falhar o festival?

Recentemente, a Música no Coração confirmou os Sports TeamMoullinex b2b Anna Prior (baterista dos conhecidos Metronomy) e ainda a desconcertante dupla portuguesa David & Miguel para o seu Super Bock em Stock 2021. Agora, há mais três nomes que se juntam ao cartaz.

Lava La Rue, Tomás Wallenstein e Priya Ragu são as mais recentes confirmações para um festival que promete ser cada vez mais imperdível.

A londrina Lava La Rue vem ao nosso país apresentar o mais recente EP, Butterfly, onde se destaca o tema “GOYD (Girl Of Your Dreams)”. Já Tomás Wallenstein vai ao festival dar um concerto a solo, ao piano, ele que é mais conhecido por ser o compositor/letrista/vocalista dos Capitão Fausto. Por último, Priya Ragu é descrita como alguém que faz R&B, mas este é um R&B como nunca se tinha ouvido antes.

Em relação aos bilhetes, já estão à venda nos locais habituais por 40€ até ao dia 15 de outubro. Após essa data, o preço sobe para os 45€. Finalmente, nas datas do evento, poderão adquirir o passe por 50€. Isto caso não esgotem até lá.

Como já devem saber, o bilhete terá de ser obrigatoriamente trocado por pulseira no Coliseu dos Recreios, a partir do dia 18 de novembro. A pulseira dá acesso a todos os espaços do festival até ao limite de lotação de cada um. Ou seja, haverá sempre lugar para assistir a um concerto, mas, para assistirem aos mais concorridos nos palcos com menor lotação, será conveniente chegar cedo.

Música no Coração aconselha ainda que, uma vez que é necessário apresentar Certificado Digital COVID ou teste negativo, que preparem desde logo o vosso certificado e documento de identificação, uma vez que a sua verificação é mais um passo necessário para a troca do bilhete por pulseira.

Burger King abre restaurante na Guarda

Esta abertura representa a criação de cerca de 25 novos postos de trabalho diretos.

Depois de, no final do mês passado, ter inaugurado o seu primeiro restaurante na Nazaré, eis que o Burger King volta à carga em outubro com a abertura de mais um restaurante, desta vez na Guarda.

O novo Burger King da Guarda conta com mais de 350m2 e localiza-se na Quinta da Torre (junto à BP). Oferece um sistema de refill de bebidas, quiosques de pre-order, Wi-Fi gratuito e está a operar em pleno com vários serviços, entre os quais Drive Thru e Takeaway. Para entregas ao domicílio, esse serviço deverá ser disponibilizado antes do final do ano.

O restaurante encontra-se atualmente a funcionar de segunda a quinta, das 11h às 00h, e de sexta a domingo, neste caso até às 2h.

Este novo espaço, o 146º em Portugal, é o primeiro restaurante da marca no distrito da Guarda. Esta abertura representa ainda a criação de cerca de 25 novos postos de trabalho diretos.

Continente diz adeus aos cupões de desconto em papel no final das compras

A alternativa é simples: usar o smartphone.

Quantas e quantas vezes, no final das compras, recebem imensos cupões que, inevitavelmente, acabam por ir para o lixo? É algo que acontece todos os dias e que só demonstra um desperdício de papel que há muito podia ter sido evitado.

Pois bem, o Continente dá agora os primeiros passos nesse sentido. Não vai acabar (pelo menos para já) com o talão das compras, mas vai acabar, isso sim, com os cupões de desconto que são impressos em papel no final das compras quando associamos o Cartão Continente à compra.

“A pensar no ambiente, vamo deixar de imprimir os seus cupões de desconto Cartão Continente no final das suas compras nas lojas Continente. Consulte-os a qualquer momento na secção “cupões””, diz uma notificação enviada pela app Cartão Continente.

O objetivo, lá está, e uma vez que todos utilizam smartphones hoje em dia, é evitar este desperdício massivo de papel, com os cupões a poderem ser consultados no smartphone. Se os quiserem utilizar, nada simples: basta selecionar, ativar e indicar os vossos cupões na app Cartão Continente, indicado depois o número de telemóvel associado ao cartão ao operador de caixa, ou digitar o vosso número nas caixas de pagamento automático.