Museu Judaico Lisboa vai ser construído em Belém

O Tikvá – Museu Judaico Lisboa vai retratar a história da presença judaica no território que é hoje Portugal.

Museu Judaico Lisboa

A Câmara Municipal de Lisboa (CML) e a Associação Hagadá, responsável pela criação, instalação e gestão do Museu Judaico de Lisboa, celebraram hoje o protocolo de colaboração que marcará o arranque do projeto Tikvá – Museu Judaico Lisboa.

Intitulado de Tikvá, que significa Esperança em hebraico, o Museu vai situar-se em Belém, com uma área de construção bruta de 3.869m2. Será desenvolvido pelo arquiteto Daniel Libeskind, que desenhou os museus judaicos de Berlim, São Francisco e Copenhaga, bem como os memoriais do Holocausto nos Países Baixos, no Canadá e nos Estados Unidos e o World Trade Center master plan em Nova Iorque, em colaboração com o arquiteto Miguel Saraiva, que colabora com o Studio Libeskind como atelier local para o desenvolvimento deste projeto.

O Tikvá – Museu Judaico Lisboa vai retratar a história da presença judaica no território que é hoje Portugal, nomeadamente em Lisboa, partilhando o contributo dos judeus e mostrando que a história e a herança judaica são parte indissolúvel da História do país, pretendendo preservar e divulgar a memória e a vivência judaica e valorizando as diferenças culturais, promovendo, assim, a integração inter-religiosa.

14ª Festa do Cinema Italiano vai acontecer em novembro

Estava previsto para abril, mas teve de ser adiado devido às restrições.

14ª Festa do Cinema Italiano

Nestes tempos em que é bastante incerto a realização de eventos, praticamente todos têm de ser adiados algures para mais tarde, na esperança que se possam eventualmente realizar, mesmo que não nos moldes pré-pandemia.

A 14ª Festa do Cinema Italiano é um desses casos. A festa estava prevista para abril, mas passou agora para novembro, realizando-se a partir de 2 de novembro desse mês.

Isto é tudo o que sabemos por agora, sendo que a programação completa será anunciada em breve.

A Festa do Cinema Italiano é organizada pela Associação Il Sorpasso, com o apoio da Embaixada de Itália, do ICA – Instituto do Cinema e do Audiovisual, do Instituto Italiano de Cultura de Lisboa, do Ministério dos Negócios Estrangeiros de Itália, do Luce Cinecittà e da Câmara Municipal de Lisboa.

Plateform abre 16 esplanadas a 5 de abril. Uma delas é nova

O difícil vai ser mesmo não ir a todas.

Plateform esplanadas

5 de abril marca uma data há muito aguardada pelos portugueses, principalmente aqueles que trabalham na restauração. Afinal de contas, é a partir desse dia que os restaurantes voltam a poder receber público, desde que possuam esplanadas.

Assim, muitos são os grupos/empresas/marcas que já trabalham a todo o gás para ter tudo pronto na próxima segunda-feira, de modo a poder receber o máximo de clientes.

A Plateform, que possui os restaurantes Honest Greens, ZeroZero, Sala de Corte, Honorato, Mezzogiorno, Castro, Delidelux, Cais da Pedra e Aprazível, é uma das empresas que vai abrir as esplanadas no próximo dia 5 de abril.

Situadas nalgumas das mais icónicas localizações de Lisboa, Porto e Coimbra, as esplanadas desses spots estão de regresso, se bem que numa primeira fase com limite máximo de quatro pessoas.

São, ao todo, 16 esplanadas com abertura planeada para a próxima segunda-feira. Entre estas, há uma esplanada que é uma novidade absoluta: a do Coyo Taco no Cais do Sodré, que promete trazer a fiesta mexicana para as ruas.

Todas as esplanadas reabrem seguindo rigorosamente as regras da Direção Geral da Saúde, garantindo a segurança de todos os clientes e staff.

App Continente Siga recebe funcionalidade para tirar senhas nos balcões de atendimento

O que significa que a app Tira-vez foi descontinuada.

App Continente Siga

Estávamos em 2015 quando o Continente lançou uma nova app para Android e iOS. Com o nome de Tira-vez, servia, essencialmente, para tirar senhas digitais para os balcões de atendimento das lojas da marca.

Na prática, significava que podíamos ter senha para as secções de charcutaria, padaria, cafetaria ou peixe fresco, mas sem que nos tivéssemos de deslocar a essa secção para retirar a respetiva senha, pois tudo podia ser feito através do smartphone, com o sistema a informar o número de senhas à frente, bem como o tempo estimado para sermos atendidos.

Chegando à nossa vez, o telemóvel recebia uma notificação/alarme. A única “obrigatoriedade”, por assim dizer, é que a aplicação somente funcionava no interior de cada estabelecimento, de modo a evitar abusos no sistema.

Pois bem, e apesar da app Tira-vez ter sido atualizada no passado mês de fevereiro, temos agora a informação de que vai ser descontinuada. Porém, isso não significa que esta funcionalidade de senhas digitais vá desaparecer.

Ao invés disso, a app Tira-Vez foi integrada na app Continente Siga, que tem vindo a ganhar novidades ao longo do tempo, como a localização de artigos em loja (algo somente possível de momento para o Continente de Matosinhos e Continente das Antas).

No fundo, a experiência é a mesma, só muda a aplicação em questão. Como é óbvio, nem todas as lojas Continentes deverão ser compatíveis com este sistema de senhas digitais.

NOMA AZORES. Novo festival de cinema vai debater e defender os direitos humanos

Acontece em julho no Teatro Micaelense, em Ponta Delgada.

NOMA AZORES

Este pode não ser o ano indicado para criar novos projetos ou eventos, mas a verdade é que, quando temos um assunto tão premente como os direitos humanos, qualquer altura pode servir para debates saudáveis.

Assim, entre os dias 27 e 31 de julho deste ano, vai acontecer no Teatro Micaelense, em Ponta Delgada, o NOMA AZORES – Festival Internacional de Cinema de Direitos Humanos. O novo festival de cinema português será composto, nesta primeira edição, por uma Competição Internacional de Longas-Metragens, um programa especial de curtas metragens, assim como um ciclo de conversas e masterclasses que pretendem alargar o debate sobre os Direitos Humanos a diferentes áreas da produção audiovisual.

Tendo sempre como fio condutor a relação com questões de direitos humanos, o NOMA tem aberto até dia 31 de maio o período de candidaturas para a apresentação de longas metragens a concurso. Serão aceites filmes de produção recente, ainda não estreados comercialmente em Portugal. Os regulamentos e procedimentos para a candidatura poderão ser consultados no site oficial.

O NOMA AZORES é promovido pela Câmara Municipal de Ponta Delgada e terá três prémios a concurso: para Melhor-Metragem no valor 2.500€, para Melhor Longa Metragem Portuguesa no valor de 1.500€ e o Prémio do Público para Melhor Filme no valor de 700€.

A escolha dos vencedores para os dois primeiros prémios será feita por um júri independente a anunciar e, para o terceiro, pela votação directa dos espectadores do festival.

Clientes Fidelidade com acesso gratuito ao serviço Telepet para cães e gatos

Ou seja, e até ao final do ano, não será necessário ter seguro Fidelidade Pets para ter acesso ao serviço.

serviço Telepet

Visando assegurar o bem-estar dos companheiros de muitas famílias portuguesas, a Fidelidade resolveu disponibilizar o acesso gratuito ao serviço Telepet a todos os clientes Fidelidade que tenham cães ou gatos, mesmo que não possuam um seguro Fidelidade Pets, até ao final deste ano.

Esta oferta inclui serviços de saúde e dá acesso a uma linha telefónica de aconselhamento e orientação veterinária, assegurada por enfermeiros veterinários. Esta equipa de enfermeiros veterinários prestará o seu apoio, tendo em vista a adoção de medidas que visem a melhoria da saúde dos animais de companhia, podendo também acionar os meios de socorro disponíveis, sempre que se justificar, ou indicar a necessidade de recurso a cuidados veterinários presenciais.

Desta feita, os serviços da Telepet, que normalmente estão disponíveis apenas para os clientes com seguro Fidelidade Pets com planos de saúde, passam agora a ser disponibilizados a todos os clientes, facilitando a triagem de situações ou para evitar idas desnecessárias ao veterinário.

Opeth adiam concerto em Portugal para 2022

Passa de outubro de 2021 para novembro do próximo ano.

Foi em setembro do ano passado que surgiu a novidade. Na altura, os Opeth anunciaram uma sequência de espetáculos exclusivos e muito especiais programados para o outono de 2021, onde se incluía uma passagem por Lisboa.

Pois bem, e devido ao motivo que todos sabemos, a banda acaba de adiar o concerto na capital portuguesa, passando de 25 de outubro de 2021 para 26 de novembro de 2022.

Além da mudança da data, o local também muda: passa do Coliseu dos Recreios para a Sala Tejo da Altice Arena.

De resto, saibam que os bilhetes previamente adquiridos são válidos para a nova data. Para quem não comprou, podem fazê-lo na Blueticket.

Mercadona aposta em batatas fritas com sabor a frango assado e limão

Há também outro pacote, neste caso com sabor a chili e lima.

Mercadona batatas fritas - frango assado e limão

Após várias sessões de coinovação realizadas com clientes espanhóis e portugueses, eis que a Mercadona resolveu disponibilizar nas suas lojas dois novos pacotes de batatas fritas: sabor Chili e Lima e o sabor Frango Assado com Limão.

As primeiras caracterizam-se pelo seu toque inicial a chili picante, que é posteriormente suavizado com a lima, e as segundas surpreendem “O Chefe” (cliente) pelo seu sabor único a frango assado na brasa com um toque final de molho de limão, como é hábito no frango assado tipicamente português.

Estas novas variedades da marca foram produzidas pelos fabricantes especialistas Rubio Snacks, em Bullas (Múrcia), e El Valle, em Villena (Alicante), respetivamente.

Lâmina de barbear BIC Hybrid Flex 5, a mais tecnológica da marca, foi eleita Produto do Ano 2021

A BIC Hybrid Flex 5 inova, entre outras características, no facto de ser uma lâmina recarregável, contribuindo para um ambiente mais sustentável.

BIC Hybrid Flex 5

É uma excelente notícia para a BIC. A lâmina de barbear BIC Hybrid Flex 5, a mais tecnológica da marca, foi escolhida por 2087 portugueses como Produto do Ano 2021 na categoria de Barbear.

Tal explica-se facilmente. Por exemplo, este produto destaca-se pelas suas cinco lâminas de titânio mais duradouras e, graças à sua tecnologia, é indicado para peles sensíveis, para um barbear agradável e perfeito.

A BIC Hybrid Flex 5 possui uma cabeça oscilante a 40° com cinco lâminas de nanotecnologia e também uma lâmina de precisão que, em conjunto, se adaptam individualmente ao contorno do rosto e oferecem um resultado mais preciso. Para além disso, proporcionam um enxaguamento fácil. Esta lâmina possui uma faixa lubrificante com Aloé Vera e Vitamina E.

O cabo é mais ergonómico, permitindo assim um barbear mais confortável e seguro, mesmo com as mãos molhadas. Este produto inclui ainda uma esfera de controlo, que adiciona peso, permitindo um melhor autodomínio do barbear e possui um mecanismo de fácil libertação, constituindo assim um fator diferenciado deste produto. A BIC Hybrid Flex 5 é a solução perfeita para um barbear mais preciso e apurado.

Além disso, a BIC Hybrid Flex 5 é um produto com embalagem reciclada e reciclável, sendo inclusivamente um produto recarregável, prolongando assim a durabilidade do mesmo e contribuindo para um ambiente mais sustentável.

A BIC Hybrid Flex 5 é vendida numa embalagem que contém um cabo e duas recargas de lâminas de barbear. Posteriormente, poderão ser adquiridas embalagens com recargas extra, vendidas em lotes de quatro lâminas, cada.

Dentro da mesma gama há ainda a nova BIC Hybrid Flex 3 , que também integra esta nova gama, possui uma cabeça oscilante a 30° com três lâminas de nanotecnologia que se adaptam individualmente ao contorno do rosto e oferecem um resultado mais preciso.. O cabo é mais ergonómico, permitindo assim um barbear mais confortável e seguro, mesmo com as mãos molhadas e feita de 90% de plástico reciclado.

Oito dicas a adotar para tornar o teletrabalho numa realidade mais segura

São formas de evitar riscos em casa e, também, de manter a família feliz.

coronavírus

Antes da pandemia ninguém ouvia falar, ou falava, de teletrabalho. Quanto muito, promovia-se o trabalho remoto, mas numa vertente mais orientada para freelancers ou para quem, simplesmente, tinha a possibilidade de trabalhar a partir de casa ou em qualquer parte do mundo.

Porém, a pandemia veio mudar tudo isso. Se, antes, trabalhar a partir de casa era uma exceção, hoje em dia tornou-se uma prática generalizada. Aliás, mesmo quando tudo isto passar, são muitas as empresas que vão continuar a promover o teletrabalho.

Afinal de contas, permite poupar imenso tempo aos trabalhadores: existe uma maior flexibilidade, é possível ter mais tempo disponível para a família e ninguém tem de enfrentar as caóticas filas de trânsito. Além disso, acabamos por ficar com disponibilidade para fazer outras coisas, como jogar no Bet.pt Casino, conhecido pela variedade de jogos oferecidos, podendo garantir muitas horas de diversão e lazer. Mas nem tudo são rosas.

O teletrabalho trouxe novos desafios e riscos às famílias. Vários são os casos de trabalhadores que confessam estar a trabalhar muito mais agora que não saem de casa. Com isso, a vida profissional acaba por “atropelar” a vida pessoal, prejudicando o tempo livre que se passa em família.

Contudo, muitos dos problemas que surgiram com o teletrabalho podem ser facilmente solucionados. Basta mudar rotinas ou adotar pequenas estratégias. Vamos às dicas?

1. Tornar o vosso espaço de trabalho mais seguro

Nenhum ambiente é mais familiar do que o de casa e isso leva-nos, muitas vezes, a ignorar alguns riscos. Portanto, comecem por analisar a divisão onde trabalham e outros locais da casa onde passam mais tempo.

Seguidamente, convém otimizar os espaços e a disposição de equipamentos, mobiliário e outros objetos para aumentar a segurança. Devem, também, fazer algumas adaptações e ajustes de modo a prevenir pequenos acidentes, como quedas. Além disso, e para que o vosso espaço de trabalho fique o menos confuso possível, assegurem-se que conseguem manter o chão sem cabos soltos. E não caiam na tentação de verificar os emails no smartphone ao mesmo tempo que caminham de um lado para o outro.

2. Protejam os equipamentos

O facto de manterem os vossos equipamentos protegidos de acidentes não é só uma garantia de que têm as ferramentas necessárias para fazerem o vosso trabalho, mas também uma segurança adicional para a vossa casa. Desta forma, diminuem drasticamente o risco de curto-circuitos e incêndios. Portanto, usem somente os equipamentos estritamente necessários e cuidem deles com todo o carinho possível.

3. Verifiquem as soluções de proteção mais adequadas

Se trabalham por conta de outrem, deverão saber que o vosso seguro de acidentes de trabalho aplica-se a qualquer local onde estão a exercer a atividade, seja no escritório ou em regime de teletrabalho. Mas isso não é assim tão linear.

É necessário que a vossa empresa formalize, junto do segurador, a vossa mudança de regime laboral e a morada da vossa residência, onde passam a trabalhar.

4. Mantenham as costas direitas, façam alongamentos e caminhem

Como deverão saber, posturas incorretas vão acabar por causar, ao longo do tempo, dores crónicas de coluna. A forma como estão sentados em frente ao computador também é considerada uma fonte de stress, ansiedade e depressão.

Assim, e de modo a prevenir estes cenários, devem optar por transformar o vosso ambiente de trabalho num espaço ergonómico. Queremos com isto dizer que devem, por exemplo, utilizar uma cadeira ergonómica e uma secretária ajustada à vossa altura (a posição dos braços deve manter-se nos 90°); elevar o ecrã à altura dos olhos para evitar uma tensão excessiva no pescoço e coluna; e sentarem-se com as costas direitas, evitando estar com a cara muito próxima do monitor e usar um apoio de pés.

Para além de tudo isto, recomenda-se que façam pausas regulares, de 5-10 minutos cada, para que possam realizar alguns exercícios de alongamento do corpo, uma vez que ajuda a aliviar o stress acumulado do corpo. Desta forma, conseguem também descansar a vossa visão da exposição prolongada ao ecrã.

E claro, para quem passa muito tempo sentado, é fundamental praticar atividade física ou desporto. Podem fazê-lo dentro de casa ou nas imediações da vossa residência – só têm de ser criativos.

5. Distingam a casa do escritório

Não é propriamente fácil, mas fica o desafio: criem um espaço exclusivo para o trabalho. Desta forma, não só conseguem concentrar-se ao máximo, como acaba por existir uma “separação” entre a esfera familiar e profissional.

Caso não tenham um escritório em casa, devem considerar “criar” uma divisão em casa para o efeito.

6. Sejam disciplinados com os blocos de horários que definirem

Como referimos no início, o facto de estarmos em casa pode levar a que façamos horas a mais, e isso faz com que acabemos por saltar pausas ou acabar uma ou outra tarefa fora de horas. Para evitar que estas exceções se tornem a regra, é importante que se autodisciplinem, cumprindo blocos de horários ajustados às vossas necessidades e exigências familiares.

Recomendamos, por isso, que definam bem a vossa agenda e uma hora limite onde desligam o computador e passam a dar atenção à família ou a hobbies vossos.

7. Criem estratégias em família

Embora tentemos fazer o nosso melhor, a verdade é que a gestão perfeita do tempo em teletrabalho somente é possível com o esforço e compromisso de toda a família. Isto quer dizer que devem definir, juntamente com quem vive convosco, as necessidades diárias de cada um em termos de rotina, pois só assim conseguem otimizar todo o vosso tempo.

8. Mantenham-se em contacto

Estamos numa era em que existem mil e uma formas de comunicar, portanto, devem tirar proveito dessas tecnologias. Na prática, isto quer dizer que podem trabalhar “mais perto” dos vossos colegas, mesmo que à distância.

Comuniquem com eles através de aplicações de chat e emails, mas façam também videochamadas. Dessa forma, acabam por manter a “proximidade” com todos os restantes trabalhadores. E é também uma maneira de combater o isolamento do teletrabalho e fomentar o espírito de equipa entre todos.

Sim, trabalhar a partir de casa vai continuar a ser um grande desafio. Porém, com estas nossas dicas, sentir-se-ão mais confortáveis e motivados a desempenhar as vossas funções da melhor forma possível.

Crítica – Lost Words: Beyond the Page (PlayStation 4)

Um jogo narrativo que nos traz uma viagem pessoal e muito emocional de uma jovem que escreve a sua aventura fantástica.

Lost Words: Beyond the Page

Não falo muito da minha vida pessoal, mas passei grande parte da minha infância com os meus avós em Moscavide. Desde pequeno que tratei a sua casa como a minha própria casa e foi lá que aprendi a ler e a escrever, onde deixei de ter dois, três, sete ou 13 anos. Em 2010, perdi a minha avó. Eu estava a 180 quilómetros, em Lisboa, quando o coração lhe falhou. Não tive a oportunidade de falar uma última vez com a minha avó e despedir-me como queria. As palavras ficaram paradas no tempo. Naquele dia senti que perdi a infância, a inocência e o passado num piscar de olhos, e é neste sentimento de perda e no peso das palavras que se constrói a aventura emocional de Lost Words: Beyond the Page.

O início desta análise é um pouco forte, longe do meu tom habitual, mas sinto que consegue estabelecer a ligação emocional que criei com o título da Sketchbook Games. Apesar de ser um jogo de plataformas e puzzles, num ambiente 2.5D, a sua alma reside na estória pessoal de Izzy, uma jovem que se vê perante uma tragédia familiar e é obrigada a lidar com essa perda. Lost Words encontra-se dividido em duas partes: a primeira toma a forma de um diário, onde Izzy escreve, sonha e reconta o seu dia a dia, deixando-se levar pela sua imaginação, descrevendo alegremente acontecimentos mundanos, mas também a sua interação com os vários membros da família. A segunda, e onde se foca – infelizmente – a maioria da campanha, é representada por um ambiente de fantasia onde a estória criada por Izzy ganha vida, protagonizada por uma jovem guardiã que tem de viajar sozinha pelo mundo em busca de um dragão assustador.

A magia de Lost Words está na forma como as suas partes se conciliam, ainda que esta união seja um pouco desequilibrada. No entanto, o foco mantém-se inalterado entre as duas, com o jogo a demonstrar o poder das palavras e do diálogo ao longo da campanha. No diário, seguimos literalmente as frases que Izzy escreve no papel, onde a interação é muito rudimentar, focando-se em trechos de plataformas simples e na recolha de colecionáveis – na forma de estrelas azuis – que desbloqueiam novos pensamentos da jovem.

Entre os saltos, surge, finalmente, a mecânica principal de Lost Words: a manipulação e utilização de palavras. Nas páginas do diário, temos acesso a palavras recortadas que não só podemos utilizar como plataformas, como podemos dar aso ao seu significado literal, desbloqueando assim a possibilidade, por exemplo, de utilizar a palavra “sol” para iluminar páginas escuras ou a palavra “cortar” para reduzir a relva que ocupou parte do diário.

Lost Words: Beyond the Page

Estes momentos são muito orgânicos e desenvolvem-se à medida que Izzy conta a sua estória, com a imaginação da Sketchbook Games a emergir sempre que descobrimos uma nova forma de utilizar este tão cobiçado poder das palavras. A linearidade do jogo pode trazer algum transtorno, já que os puzzles são muito fáceis e têm uma única solução, mas o foco está certeiro e serrado na narrativa. Existem pequenos trechos onde podemos influenciar a progressão da campanha, mas são muito díspares e quase cosméticos, como o nome de uma personagem ou sentimentos que queremos refletir na segunda parte do jogo.

No mundo de fantasia, Lost Words assume um formato mais próximo de um jogo de plataformas e quebra-cabeças tradicional, com a nossa guardiã – cujo nome e aparência ficará ao vosso critério – a ter vários desafios para ultrapassar à medida que descobre mais sobre o seu universo e os seus próprios sentimentos. Tal como Izzy, a guardiã também é dotada do poder das palavras, mas aqui o seu poder é muito mais visível e palpável. Com um livro mágico, podemos invocar certos termos – que são, infelizmente, muito limitados, alguns até temporários – que nos permitem levitar objetos, reparar estruturas, quebrar pedras, silenciar os nossos passos, queimar plantas, entre outros. As mecânicas são muito simples e basta abrirmos o livro mágico, relegado ao botão L2 (na versão PS4), para termos acesso às palavras. Com o analógico direito podemos comandar as palavras e posicioná-las livremente em campo, criando assim um sistema muito intuitivo e rápido para qualquer tipo de jogador.

A nível mecânico, Lost Words não é uma experiência profunda, ainda que seja delicioso perceber como a equipa decidiu retratar certas ações através de palavras ou de imagens recortadas. O foco no diário, por exemplo, dá ao jogo um aspeto único e até infantil, com Izzy a apagar frases e a rescrevê-las ao longo das páginas. A seleção, movimentação e utilização destas palavras recortadas não levanta grandes desafios e se existem, de facto, momentos de escolha, a verdade é que são muito pouco marcantes ou sistemicamente interessantes. O desempenho inconsistente nas consolas, onde registei slowdowns, também prejudica o ritmo da aventura, em especial durante os primeiros dois capítulos, retirando alguma da magia desta estória pessoal.

Se afastarmos o lado mais frio das mecânicas, encontramos uma narrativa forte e bem contextualizada sobre uma jovem que se vê perante a ausência de um ente querido. É, por assim dizer, o fim da sua infância. Estes temas, como descrevi na introdução, são-me muito próximos, pois tive de aprender, tal como Izzy – ainda que mais velho – a viver sem uma das figuras basilares da minha existência. É forte, duro e emocional. Quando a dor aperta, a nossa infantilidade vem ao de cima, queremos fugir e gritar e chorar. A escrita de Lost Words nem sempre é consistente ou profissional, mas senti que refletia o estado mental desta jovem que, contra todas as adversidades, quer continuar a ver o lado mágico e positivo da vida. Penso que todos nos revemos em Izzy.

Lost Words: Beyond the Page

Talvez este tom seja demasiado pessoal para ser retratado numa crítica, mas serve de sugestão e de aviso em simultâneo. Para mim, a Sketchbook Games conseguiu recriar um medo e uma incapacidade que me acompanham desde a morte da minha avó: a falta de palavras para escrever sobre ela. Por mais que tente, as frases não saem como quero, a dor é demasiado grande e presente. No ano passado, escrevi um texto que tencionava publicar, mas a insegurança veio ao de cima; não saiu. Em Lost Words, vejo representada uma das maiores forças da escrita: a sua aptidão para a cura. Pela escrita, conseguimos desabafar e tornar o intocável em palavras; em algo físico. É nesta ideia de força que este título narrativo se constrói e é, para mim, o seu grande trunfo. Mesmo que me faltem as palavras, consegui reviver um momento marcante da minha vida através de Izzy.

Vou ser o mais honesto possível. Noutro contexto, Lost Words seria um jogo competente, mas descartável. A sua imaginação visual e engenho mecânico são destaques, mas a forma como explora os géneros de plataformas e puzzles deixa a desejar – é demasiado seguro. As mecânicas perdem rapidamente a sua magia e surpresa, deixando os jogadores com pouco para explorar, fora alguns colecionáveis para encontrarem nos capítulos. A campanha também é curta, ainda que convide a repetirem a estória com novas opções. Mesmo com estes defeitos bastante visíveis, Lost Words e os seus temas agarram-me não pelas mãos, mas pelo coração. Às vezes temos de deixar a irracionalidade levar-nos e colocar de parte a rigidez autoimposta da crítica para destacarmos o que realmente interessa: as emoções e a nossa relação pessoal com um videojogo. E foi isso que leram aqui.

Nota: Bom

Disponível para: PC, Xbox One, PlayStation 4 e Nintendo Switch
Jogado na PlayStation 4
Cópia para análise cedida pela Dead Good Media

Crítica – Kong: Skull Island

Kong: Skull Island não chega perto do nível do filme que iniciou o MonsterVerse, mas também se encontra longe de ser uma desilusão titânica.

kong skull island critica echo boomer

Sinopse: “Cientistas, soldados e aventureiros unem-se para explorar uma ilha mítica e inexplorada no Oceano Pacífico. Isolados de tudo o que sabem, aventuram-se no reino do poderoso Kong, desencadeando a batalha final entre o homem e a natureza. À medida que a sua missão de descoberta se torna uma de sobrevivência, têm que lutar para escapar de um mundo primitivo onde a humanidade não pertence.”

Depois de uma agradável revisita a Godzilla (2014), chega a hora de Kong: Skull Island, a segunda parcela do universo cinematográfico partilhado entre a Warner Bros. e Legendary. Assisti a este filme na data de lançamento original e nunca mais o voltei a ver. Não porque detestei nem nada desse nível, mas nunca senti um forte desejo de reassistir. Lembro-me de me sentir indiferente à saída do cinema, visto que não me tinha surpreendido em nenhum aspeto. Se há algo que ninguém pode reclamar sobre MonsterVerse são os visuais de fazer cair o queixo, que evoluiriam para além das expetativas mais grandiosas com o passar dos anos, mas mesmo estes não me deixaram incrivelmente impressionado neste filme. No entanto, uma pequena parte de mim tinha alguma esperança para esta nova visualização…

Os argumentos dos primeiros dois filmes são bastante semelhantes em relação à sua estrutura narrativa. Naturalmente, a maior parte do tempo de execução é gasto com personagens humanas que, neste caso, caminham por uma terra desconhecida supostamente para realizar estudos geológicos. Desta vez, mais monstros são exibidos no ecrã para além de Kong e o seu adversário principal, levando a mais sequências de ação, a maioria em plena luz do dia, o que é um grande ponto positivo. Basicamente, qualquer espectador é capaz de acompanhar todas as lutas, mesmo as que acontecem à noite, visto que são lindamente filmadas por Larry Fong (DP), que usa fogo como um dispositivo de iluminação para produzir algumas imagens dignas de serem o papel de parede de telemóveis e computadores. Kong é visualmente incrível e as batalhas entre os monstros são, sem dúvida, fascinantes.

Os visuais dos monstros mantêm-se consistentes durante a maior parte da duração do filme, exceto quando humanos se envolvem. Apesar de uma cena fantástica entre Kong e a personagem de Samuel L. Jackson, algumas das sequências de humanos vs. monstros são demasiado estranhas. Várias apresentam um green screen muito percetível, misturando humanos e monstros nas proximidades, o que não funcionou como provavelmente planeado. Ainda assim, os espectadores que reclamaram da falta de Godzilla no seu próprio filme ficarão mais satisfeitos não só com o aumento das sequências de ação, mas também com os avistamentos do monstro principal. Kong é uma presença visível e poderosa durante todo o filme e Jordan Vogt-Roberts usa-o nos momentos em que o filme mais precisa do macaco gigante.

kong skull island critica echo boomer 2

No entanto, as personagens são tão ocas, clichês, insignificantes e subdesenvolvidas que o tempo gasto com as mesmas é muito mais pesado do que no filme anterior, algo que é, de longe, o maior problema com este filme. É verdade que Godzilla não entrega um equilíbrio perfeito entre humanos e monstros, mas pelo menos, o primeiro grupo realmente parecem pessoas reais. Desde motivações claras a personalidades bem definidas, os protagonistas são bastante convincentes e cativantes, fazendo com que o terceiro ato atinja níveis de excitação e impacto geral mais elevados. O curto período de monstros a combater entre si é tão eficiente e tão satisfatório que o público saiu do cinema a pedir mais, mas este sentimento só surgiu devido ao tempo despendido às personagens humanas que ofereceram um maior peso ao último ato.

O filme de Vogt-Roberts apresenta um elenco extraordinário, sem dúvida, mas apenas a personagem de John C. Reilly recebe um arco decente. Portanto, apesar de se passar mais tempo com humanos e ver menos monstros em Godzilla, Kong: Skull Island dá a sensação de ser mais lento e preguiçoso (tantos despejos de exposição desnecessários), transformando a maior quantidade de ação em algo menos impactante. Adicionalmente, algumas personagens empáticas encontram o seu fim de uma maneira extremamente desapontante e vergonhosamente ilógica, o que me deixa sempre algo irritado. Gostaria que os argumentistas tivessem aprofundado mais a história de Kong através de outros métodos que não a exposição genérica, mas mantêm sempre a narrativa overarching do universo cinematográfico sobre o “equilíbrio da natureza”.

Tecnicamente, já aplaudi os visuais acima, mas repito: Kong é realmente uma beleza autêntica de monstro. Qualquer plano largo do mesmo quando está de pé é espetacular, mas existe um com o pôr-do-sol ao fundo que transforma o ecrã numa pintura belíssima. A banda sonora de Henry Jackman é, definitivamente, entusiasmante, possuindo um tema memorável de Kong. Tom Hiddleston (Thor, Avengers: Infinity War) e Brie Larson (Captain Marvel, Avengers: Endgame) formam uma boa dupla, mas John C. Reilly (The Lobster, Tale of Tales) rouba os holofotes. A edição (Richard Pearson) podia encontrar-se muito melhor, mas, no geral, é um blockbuster bem produzido, como esperado.

Kong: Skull Island não chega perto do nível do filme que iniciou MonsterVerse, mas também se encontra longe de ser uma desilusão titânica. O segundo filme da carreira de Jordan Vogt-Roberts segue uma estrutura narrativa semelhante a Godzilla, mas com mais sequências de ação (visíveis e à luz do dia), mais monstros e um Kong visualmente deslumbrante. No entanto, a maioria do tempo de execução continua a pertencer aos humanos que, infelizmente, não estão nem perto de serem tão interessantes como no filme anterior.

Tirando a personagem de John C. Reilly, as restantes são extraordinariamente vazias de personalidade, irritantemente clichês e significativamente subdesenvolvidas, tornando o tempo gasto com as mesmas bastante pesado. A dependência excessiva de cenas de exposição preguiçosas também arrasta o filme, afetando negativamente a satisfação das batalhas entre monstros.

Algumas decisões narrativas em relação a certas personagens são, no mínimo, questionáveis, mas no geral, acredito que oferece aquilo que a maioria dos espetadores procura. Muitos elogios à bela cinematografia de Larry Fong e à banda sonora viciante de Henry Jackman.

Há mais quatro séries a estrearem esta primavera na Crunchyroll

Os fãs de anime vão ficar contentes.

SEVEN KNIGHTS REVOLUTION: Hero Successor - Crunchyroll primavera

Na semana passada, o serviço de streaming Crunchyroll, que é dedicado a animes, anunciou uma série de novidades para a temporada de primavera que se avizinha. Foram muitos os títulos anunciados, destacando-se Tokyo Revengers, To Your Eternity e a nova temporada de My Hero Academia, só para citar alguns.

Agora, temos a informação de mais quatro séries que vão estrear em breve. SEVEN KNIGHTS REVOLUTION: Hero Successor, Burning Kabaddi, Let’s Make a Mug Too e Cardfight!! Vanguard overDress vão estar disponíveis no serviço português da Crunchyroll, o que significa que não terão de usar uma VPN para desfrutar de todos estes conteúdos.

Todas as séries estarão disponíveis na plataforma uma hora após a exibição na TV japonesa.

Android Auto oficialmente disponível em Portugal

Claro, terão de ter um automóvel compatível com o sistema.

Android Auto portugal

Foi em 2015 que a Google disponibilizou no mercado o sistema operativo Android Automotive OS, mais conhecido como Android Auto. Desde logo, a tecnológica quis fazer com que, de forma simples e segura, os condutores pudessem utilizar as suas aplicações e serviços enquanto estivessem a conduzir.

Agora, numa altura em que o Android Auto está atualmente disponível em quase todos os principais fabricantes automóveis e em 100 milhões de carros em todo o mundo, eis que chega uma belíssima novidade para os portugueses: o sistema acaba de ficar oficialmente disponível no país. Na verdade, o Android Auto já tinha começado a chegar aos utilizadores em dezembro do ano passado, mas o texto publicado no blogue oficial dá conta de que, agora, o SO está disponível para muitos mais utilizadores.

Com o Android Auto, os condutores portugueses podem pedir à Google para reproduzir uma determinada música, enviar mensagens, obter direcções, e muito mais, enquanto mantêm os olhos na estrada e as mãos no volante.

Se possuem smartphones com o Android 10 e superior, tudo o que irão precisar de fazer é emparelhar o dispositivo com um dos 500 modelos de veículos compatíveis. No caso de modelos com o Android 9 e anteriores, terão de descarregar a app dedicada.

Razer revela uma coleção de roupa com a sua iniciativa Go Green With Razer

Uma coleção limitada com lançamento a 7 de abril.

A Razer volta a apostar em algo diferente. Desta vez, a marca lançou-se nas peças de roupa, com a sua coleção Kanagawa Wave.

Parte da sua iniciativa ecológica, Go Green With Razer, a Kanagawa Wave é uma linha de roupa que a Razer considera de edição limitada, com produtos criados com recurso a materiais reciclados, em particular plásticos recuperados do mar, algo que é representado através dos padrões e imagens inspiradas na famosa obra A Grande Onda de Kanagawa, que também empresta o nome à coleção.

Nesta coleção, os fãs e entusiastas da Razer vão poder encontrar hoodies, t-shirts, cavas, calções e um boné e, para os poderem adquirir, terão que ser rápidos.

  • Hoodie com fecho-éclair Razer Kanagawa Wave: 159.99€
  • T-shirt Razer Kanagawa Wave: 99.99€
  • Cavas Razer Kanagawa Wave: 79.99€
  • Calções Razer Kanagawa Wave: 89.99€
  • Boné Razer Kanagawa Wave: 59.99€

A Razer está a contar com um número muito limitado e, tendo em conta outras iniciativas semelhantes, espera que a coleção Kanagawa Wave esgote bem depressa.

A coleção tem lançamento marcado para 8 de abril, a partir das 3h da madrugada. Para não perderem o momento, podem visitar a página da Kanagawa Wave de forma a receberem a notificação, de modo a poderem ser dos primeiros a colocar as mãos nos novos produtos.

Para conhecerem as ações da Razer no combate ao desperdício e de preservação da natureza, visitem a página oficial da Go Green With Razer para mais informações.

League of Legends veste-se para diversão espacial com os novos conteúdos Space Groove

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Skins, emotes e muito mais chegam com o novo patch.

league of legends space groove

Há novos conteúdos a chegar a League of Legends, o popular MOBA free-to-play da Riot Gomes, já no dia 1 de abril.

Naquele que é um dos dias mais animados do ano, League of Legends promete fazer justiça com conteúdos também eles animados, com o Space Groove Content.

Disponível através do novo patch 11.7, os jogadores podem contar com novas skins, emotes, ícones e muito loot.

Os grandes destaques destes novos conteúdos vão para as skins cheias de atitude para uma seleção de heróis como Lulu – que recebe duas -, Luz, Nunu, Rumble, Samira, os gatos Blitz & Crank e o Nasus, que vira um adorável canídeo espacial.

Gwen, a mais recente adição ao roster de heróis de League of Legends, não fica de fora, e terá, também ela, uma skin dedicada no próximo patch, o 11.8, quando este ficar disponível.

Além disto, Space Groove inclui uma pequena narrativa alternativa para explorar, onde os heróis terão que travar os exércitos de Harsh Vibes de Lissandra, que começaram a escravizar e retirar a felicidade aos habitantes dos planetas de uma galáxia muito animada.

League of Legends é free-to-play e pode ser jogado no PC e Mac.

Rick and Morty regressa em junho e já tem o primeiro trailer

Enquanto os fãs já perguntam pela sexta temporada, a quinta chega já a tempo do verão.

Rick and Morty

A Adult Swim revelou a data de lançamento da próxima temporada de Rick and Morty, que começa a 20 de junho no seu canal.

Através de um tweet na conta oficial da série, é dito que os fãs da série já começaram a perguntar pela sexta temporada, mas que nada devem temer, pois irá mesmo chegar algures no tempo. Antes disso temos, obviamente, a quinta temporada, que recebeu também o primeiro trailer cheio de novas peripécias.

https://x.com/RickandMorty/status/1376897747173969921

Por cá, a série Rick and Morty pode ser assistida via Netflix, onde podem rever as quatro temporadas já lançadas.

Star Wars: The Bad Batch recebe um novo trailer cheio de ação e história

Preparem-se para conhecer melhor a Clone Force 99.

star wars the bad batch

Os fãs de Star Wars que acompanharam The Clone Wars já os conhecem, mas, em breve, vão poder ficar a conhecê-los melhor com o spin-off The Bad Batch.

A nova série original foca-se nas aventuras da Clone Force 99 e serve de sequela direta aos eventos da popular série The Clone Wars, que terminou no ano passado com a sua sétima temporada, que culminou com os eventos paralelos de Revenge of The Sith.

Com data marcada para 4 de maio, conhecido como o May The 4th pela comunidade Star Wars, o grupo de clones especiais tem agora direito a um trailer completo que nos leva aos treinos da equipa, passando por missões e pela fuga das forças do Império.

Star Wars: The Bad Batch estreia em exclusivo no Disney Plus.

Starbucks at Home tem novidades para as máquinas Nespresso e Dolce Gusto

Pensadas para os fãs de café intenso e para os apreciadores de Lattes.

Starbucks at Home Nespresso Dolce Gusto

Foi em setembro de 2019 que a Nestlé anunciou que, pela primeira vez, os produtos Starbucks iriam poder ser consumidos em casa, isto é, com uma nova gama de produtos (Café Starbucks at Home) que ia chegar às prateleiras das lojas.

Assim, além de café em grão, passámos também a contar com as primeiras cápsulas Starbucks de sempre, desenvolvidas para as máquinas Nespresso e Dolce Gusto. Agora, eis que chegam as primeiras novidades de 2021 desta gama.

Para já, podem contar com uma novidade para o sistema Nespresso e outra para as máquinas Nescafé Dolce Gusto.

Para os fãs de café intenso, a Starbucks at Home desenvolveu o Starbucks Italian Roast de torra escura, o café mais intenso da gama. Foi especialmente criado para realçar a doçura e intensidade: é uma bebida que deve ser desfrutada numa chávena de café grande e, mesmo quando adicionados leite ou açúcar, o sabor mantém as suas características. A novidade está disponível apenas no sistema Nespresso.

Para os apreciadores de Lattes, a Starbucks at Home trouxe mais uma bebida para alargar a sua gama. O Starbucks Caffè Latte é uma novidade para o sistema Nescafé Dolce Gusto e é totalmente inspirado no icónico Caffè Latte, a que os fãs de café se habituaram nas coffeeshops. Esta nova opção apresenta-se numa única cápsula, para maior facilidade de utilização. A bebida Starbucks Caffè Latte é aveludada, suave e extremamente indulgente.

Ambas as bebidas são feitas com café 100% Arábica, de alta qualidade, e estão já disponíveis nos supermercados, mas também online.

Já em abril, estará disponível o exótico Starbucks Madagascar Vanilla Macchiatto. Esta bebida, de edição limitada, inclui leite cremoso sob forma de uma espuma deliciosa e com sabor a baunilha de Madagáscar, combinado com um rico e encorpado expresso Blond Roast. Por ser uma combinação com o expresso Blond Roast, um café de torra clara, este latte apresenta notas cítricas doces e um corpo macio.

Novo vinho do Pingo Doce é especial e foi pensado para os mais exigentes

E surge a um preço acessível.

Quem tem por hábito fazer compras nas lojas Pingo Doce, decerto já terá reparado na gama de vinhos de marca própria, que representa algumas das principais regiões vitivinícolas portuguesas. Entre vinhos especiais, vinhos de casta bivarietal, vinhos de casta monovarietal e vinhos regionais, há muitas garrafas para descobrir. Agora, eis que surge uma edição muito especial.

É o Vinho Tinto 21 Barricas e surge de uma colheita diferenciada e plena de carácter, proveniente de diferentes terroirs alentejanos. Diz o Pingo Doce que é um “vinho especial, de sabor irrepetível, de edição limitada e exclusiva, para os mais exigentes”. Portanto, deve ser saboreado com calma.

O 21 Barricas é o resultado de uma colaboração entre três dos melhores enólogos-produtores do Alentejo e de uma combinação de sete castas de cada um, sendo um vinho único em marca própria e no mercado. Apresenta-se com uma cor rubi concentrada, aroma complexo com notas de especiarias, fruta preta e ligeira tosta do estágio em barricas. Na boca é um vinho rico, encorpado, fresco e longo.

Conquistados? Já o podem encontrar nas lojas Pingo Doce, com cada garrafa a custar 5,99€.