A tecnológica Ricoh, em parceria com as Infraestruturas de Portugal, empresa pública responsável pela gestão e administração das infraestruturas ferroviárias e rodoviárias, fica agora encarregue da renovação de todo o parque de equipamentos multifunções de IP, com um contrato de gestão de três anos.
PlayStation Hits é a nova seleção dos melhores jogos PS4 a preços reduzidos
A partir de 18 de julho, os jogadores da PlayStation 4 vão poder adquirir alguns dos jogos disponíveis para a consola por apenas 19,99€.
A Sony Interactive Entertainment apresentou o PlayStation Hits, uma seleção de jogos disponíveis na consola já há algum tempo que inclui exclusivos e não só.
Naquela que é uma seleção semelhante à coleção Platinum para a PlayStation 3, PSP e PlayStation 2, agora vamos ter alguns dos jogos mais bem vendidos e mais bem cotados pela crítica a preços bem acessíveis.
Para já, há uma lista de 23 jogos, mas, em comunicado, a Sony Interactive Entertainment prometeu adicionar novos jogos em breve.
Os jogos de lançamento do PlayStation Hits que chega no dia 18 de julho são:
- Uncharted 4: O Fim de um Ladrão
- LittleBigPlanet 3
- DRIVECLUB
- Ratchet &Clank
- Killzone Shadow Fall
- Bloodborne
- inFAMOUS: Second Son
- The Last of Us Remastered
- Project CARS
- Dragon Ball XENOVERSE
- DYNASTY WARRIORS 8: Xtreme Legends Complete Edition
- Watch_Dogs
- Assassin’s Creed IV Black Flag
- Rayman Legends
- Mortal Kombat X
- Batman: Arkham Knight
- Middle-Earth™: Shadow of Mordor
- Need For Speed
- Need For Speed Rivals
- EA SPORTS UFC 2
- Yakuza 0
- Earth Defense Force 4.1: The Shadow Of New Despair
- DYNASTY WARRIORS 8: Xtreme Legends Complete Edition
Para acompanhar o lançamento deste programa, há ainda dois novos pacotes de consola para novos jogadores:
- PS4 de 500 GB com The Last of Us, Uncharted 4: O Fim de um Ladrão e Ratchet & Clank por 339,99€.
- PS4 de 1 TB com The Last of Us, Uncharted 4: O Fim de um Ladrão e Ratchet & Clank por 349,99€.
Estas são excelentes oportunidades de pegar em jogos que nos passaram ao lado durante esta geração, ou, até, para quem só agora entrou no mundo PlayStation 4.
Boom Festival apoia recuperação de animais selvagens
Quando se perdem vidas, quando tantos tiveram de recomeçar as suas, é fácil esquecermo-nos das centenas de milhares de animais – números do Ministério da Agricultura – que se perderam nos incêndios que assolaram o país em 2017. No entanto, eles são essenciais para a biodiversidade e para, que no fundo, a vida possa renascer das cinzas.
Will Ferrell vai ter um filme sobre o festival da Eurovisão na Netflix
Está a caminho da Netflix uma comédia que, de alguma forma, nos toca bem de perto.
Juntamente com o ator Will Ferrell, o serviço de streaming está a produzir uma comédia que gira em torno do festival da Eurovisão. Ao projeto junta-se ainda o guionista Andre Steele, que trabalhou com o ator comediante em projetos como Casa de mi Padre e A Deadly Adption.
LCD Soundsystem hoje em Portugal. O que eles andam a tocar
É já hoje que os LCD Soundsystem sobem ao palco do Coliseu dos Recreios para aquele que será o primeiro de três concertos na capital: hoje, amanhã (20 de junho) e, por fim, na quinta-feira (21 de junho).
Bose apresenta nova coluna portátil vestível
Chama-se Bose SoundWear Companion e é, basicamente, uma coluna portátil que, em vez de ser transportada à mão por intermédio de uma alça, pode ser colocada confortavelmente nos ombros para permitir uma experiência mãos-livres e ouvidos libertos.
Oficina do Duque tem uma “Sardinha Extraordinária” até final deste mês
O mais banal dos santos – a sardinha – transforma-se em algo único pelas mãos do chef, com um cone de carvão de bambu, sardinha, algas, coentros e gengibre.
Em plena Calçada do Duque, o restaurante do chef Rui Rebelo assinala as festas mais típicas de Lisboa e torna a sardinha num prato extraordinário.
O mais banal dos santos – a sardinha – transforma-se em algo único pelas mãos do chef, com um cone de carvão de bambu, sardinha, algas, coentros e gengibre, ganhando o nome de “Sardinha Extraordinária”.
A sardinha junta-se a ingredientes mais nobres, criando a combinação perfeita para apreciar durante as festas de Lisboa.
A “Sardinha Extraordinária” está disponível até ao final do mês, com o preço de 6,5€ por três cones.
Além deste prato, há mais petiscos para provar na Oficina do Duque, dos quais se destacam o sortido de hambúrgueres de choco e vaca em pão caseiro ou o polvo cozido com esmagada de batata a murro. Para acompanhar, o Absolut Basil, cocktail de gelado de manjericão.
O restaurante do chef Rui Rebelo abriu recentemente a sua cozinha de instinto ao almoço com um novo horário de verão e uma esplanada em plena Calçada do Duque, uma das zonas mais típicas de Lisboa.
A Oficina do Duque fica na Calçada do Duque 43A e o preço médio da refeição é de 25€ por pessoa.
Vampyr – Análise: bastante diferente do que o estúdio já fez
Vampyr não é um jogo muito ambicioso. É contido no seu conceito e nos seus valores de produção, que se encontram entre jogos AAA e jogos independentes.
Vampyr é o mais recente jogo da Dontnod Entertainment, a criadora de jogos como Remember Me e o original Life Is Strange.
Neste novo projeto, a produtora francesa aposta num jogo que adiciona ao elemento narrativo a exploração e ação.
Vampyr é um jogo na terceira pessoa que nos leva até uma cidade de Londres no início do século, devastada pela Primeira Grande Guerra e pela gripe espanhola. Para tornar tudo ainda mais negro e perigoso, há a existência de vampiros, como o nosso personagem principal, Jonathan Reid.
Vampyr é uma espécie de história de origem de um super-herói. E esta é uma sensação que nos é dada tanto de início como à medida que vamos avançando na história.
Reid é um cirurgião que foi para a guerra e que se confronta com a perda da sua família quando regressa a Londres e é misteriosamente transformado num vampiro. Confuso e perdido com tudo o que se passa, o sentimento de culpa e de angústia apodera-se dele, assim como o de responsabilidade em ajudar aqueles que mais necessitam, os cidadãos da sua cidade a sucumbirem à febre espanhola e ao medo das ameaças sobrenaturais.
Um dos aspetos mais interessantes de Vampyr é o modo como o jogo nos coloca no lugar da personagem principal. Durante o jogo, todas as personagens secundárias são extremamente completas e complexas, com diferentes personalidades e histórias para contar, que se aproveitam da nossa boa vontade para nos dar missões secundárias, que se dividem em limpar áreas, encontrar itens, fazer pazes com outras personagens ou arranjar curas para as suas maleitas. No fundo, o típico de um jogo RPG.
Mas o que torna este jogo diferente dos tradicionais é a urgência e o controlo que temos sob estas personagens. Sendo Reid um vampiro que precisa de sangue humano, o jogo coloca-nos numa situação em que podemos alimentarmo-nos destas personagens para tornar a nossa mais forte e apta para desafios futuros. Claro, existem diversas consequências, que são o término destas histórias secundárias – a destabilização social numa das regiões do mapa e, obviamente, um pesar da nossa consciência.
E Vampyr não nos esconde esta tentação em “morder pescoços”. Durante diversas cinemáticas, o jogo mostra-nos Reid a ficar cada vez mais descontrolado, ou, então, os encontros com inimigos apresentam-se substancialmente mais difíceis de ultrapassar.
As escolhas neste jogo não se ficam só por aqui. Tal como outros jogos, temos ao nosso dispor um círculo de diálogo com conversas por desbloquear através das nossas ações. Ao longo do jogo, vamos tendo novas conversas que vão depender do cumprimento de objetivos ou até do nosso progresso pessoal enquanto vampiros, dando-nos a sensação que raramente conseguimos ter todas as conversas possíveis com uma determinada personagem.
Visualmente, Vampyr apresenta uma atmosfera excelente. Esta Londres de 1918, apesar de não ser grande como a maioria dos jogos de mundo aberto, é bastante densa. E o facto de andarmos a pé, em vez de veículos, dá-nos a sensação de um mapa com dimensões aceitáveis.
As ruas são estreitas e claustrofóbicas, estão ricas em detalhes e parece que escondem perigos a cada esquina. Isto é acentuado pela noite constante com diferentes condições atmosféricas que apresentam nevoeiro e chuva.
A cidade está ainda dividida por diferentes distritos para explorar, bastante distintos entre si, desde zonas bem cuidadas e limpas, a partes mais decadentes e de aspeto duvidoso.
Temos ainda imensos atalhos por abrir, túneis e esgotos para explorar, com missões que nos obrigam a dar “uma volta maior” para conseguirmos ter acesso a áreas que uma simples exploração não nos daria.
A jogabilidade de Vampyr é relativamente simples, muito semelhante até a jogos como The Witcher, com dois botões de ataque e diferentes ações para acionar poderes.
O combate é fácil o quanto basta, com um ritmo pausado o suficiente para conseguirmos dar a atenção necessária a cada inimigo. Teremos que ter atenção à nossa barra de stamina, e à barra de sangue, por vezes com mais cuidado do que a de vida, pois são estas que nos permitem fazer alguns dos ataques finais.
Conosco teremos sempre diversos tipos de armas, desde bastões, a espadas, pistolas ou caçadeiras, com diferentes efeitos nos inimigos, dependendo do tipo de jogo que queremos por em prática.
A dificuldade do jogo depende em parte do nosso progresso e da escolha de nos querermos manter um vampiro bom ou mau, sendo que perde algum efeito se formos limpando as ruas por onde passamos de modo a ganhar experiência para melhorar a nossa personagem. E muitas voltas são necessárias, pois os requisitos para subir níveis são bem elevados.
A diversidade de inimigos é interessante e variam entre humanos, monstros, lobisomens e outros vampiros. O destaque vai para as batalhas de bosses, que, apesar de poucos, apresentam desafios que colocam em causa a nossa estratégia e sentimento de progressão. Contudo, podem ser um pouco frustrantes por acusarem pouco dano.
Menos positivas são as animações, especialmente a nível das conversas, e, por vezes, no movimento da nossa personagem.
Vampyr apresenta um sistema de diálogo algo datado, com animações simples e modelos pouco trabalhados, ainda que se insiram no registo visual do jogo. Neste departament,o o jogo pode-nos retirar do sério, com movimentos faciais simplistas e uma câmara estranha e aborrecida.
Controlar Reid pode, no início, ser também esquisito, parecendo que desliza pelo chão. Mas felizmente é algo que ao longo do jogo deixa de ser tão notório.
Vampyr não é um jogo muito ambicioso. É contido no seu conceito e nos seus valores de produção, que se encontram entre jogos AAA e jogos independentes. É bastante diferente do que o estúdio já fez para trás. No entanto, há uma sensação de estarmos perante um jogo especial e um início de uma franquia interessante, que, elevando o que Vampyr tem de bom, é capaz de algo espetacular.
Vampyr está disponível para PC, PlayStation 4 e Xbox One.
Vampyr
Nota: 7/10
Este jogo foi cedido para análise pela Ecoplay.
Casa de Teatro de Sintra apresenta obra de Samuel Beckett
Entre 21 de junho e 8 de julho, a Companhia de Teatro de Sintra, pertencente à Associação Cultural Chão de Oliva, apresenta “Fim da Partida” (Endgame), a tragicomédia escrita pelo Nobel da Literatura Samuel Beckett, que traz a palco o enigma da condição humana. A peça é encenada por Carlos Pimenta e pode ser vista de quinta a domingo na Casa de Teatro de Sintra.
Startup de venda de flores oferece descontos por cada golo de Portugal
O Campeonato do Mundo arrancou para a Seleção Nacional com um confronto com a rival espanhola, terminando com um empate por 3-3 após ter estado em vantagem no marcador por duas vezes. E, graças a esse resultado, foram os portugueses que ficaram a ganhar.
Já saíram os horários do NOS Alive’18
Queres garantir que não perdes os teus concertos preferidos do NOS Alive’18? Confirma os horários e aproveita ao máximo os três dias do festival. Nos dias 12, 13 e 14 de julho, o Passeio Marítimo de Algés vai receber 39 horas de muita música e animação, dividida por sete palcos.
Pearl Jam, Arctic Monkeys, Queens Of the Stone Age, Jack White, The Nacional, Nine Inch Nails, Brian Ferry, Snow Patrol, Franz Ferdinand, Two Door Cinema Club, Future Islands, Friendly Fires, Portugal. The Man, At The Drive In, Mallu Magalhães, António Zambujo, Jorge Palma, Orelha Negra, Branko e Xinobi são alguns dos nomes que completam o cartaz da 12.ª edição do NOS Alive.
O festival conta com um total de sete palcos que receberão 123 atuações: Palco NOS, Palco Sagres, Palco NOS Clubbing, Palco Comédia, EDP Fado Cafe, Coreto by Arruada e Pórtico NOS Alive.
Conhece os horários aqui em baixo:
O NOS Alive é um dos principais responsáveis pela entrada de bandas emergentes no cenário musical atual e nesta edição volta a ser exemplo disso. Juntam-se ao cartaz os vencedores do EDP Live Bands Brasil e Espanha. Sound Bullet, a banda carioca de indie rock, com influências que vão do post-punk revival ao math rock, foram os grandes vencedores da 3.ª edição do EDP Live Bands Brasil e atuam dia 13 de julho no Palco Sagres.
Devido à grande qualidade dos projetos a concurso no Brasil, foi ainda atribuída uma menção honrosa à jovem de Porto Alegro, Bibiana Petek, que atua a 12 de julho no Palco NOS Clubbing. Já a primeira edição do EDP Live Bands em Espanha apurou Vermú, a banda de Albacete que promete angariar fãs nesta edição do NOS Alive, o grupo atua dia 12 de julho no Palco Sagres. De referir ainda a atuação da banda vencedora do Festival Termómetro 2018, os Quarto Quarto, que sobem ao Palco NOS Clubbing no primeiro dia do festival.
NOS ALIVE E MAD COOL: Festivais irmãos
A boa sintonia entre o NOS Alive e o Mad Cool (que se realiza nas mesmas datas em Madrid) volta a garantir um intercâmbio de bandas entre ambos os eventos musicais. Morgan, uma das mais potentes bandas do cenário indie espanhol, graças à inigualável voz de Carolina de Juan, também conhecida como Nina. A banda formada por Alejandro Ovejero (baixo, voz), David Schulthess (teclados, voz), Ekain Elorza (bateria) e Paco López (guitarra, voz), atua dia 14 de julho no Palco NOS Clubbing. Já Espanha recebe Churky, o grande vencedor do EDP Live Bands Portugal, dia 12 de julho, no Palco Mondo Sonoro.
A 12.ª edição do NOS Alive voltou a imprimir um capítulo na história dos festivais em Portugal ao esgotar os bilhetes diários e os passes de três dias a meses da abertura de portas.
Análise – OnRush
Conhecida por jogos como Colin McRae Rally e os correntes jogos anuais de Formula 1, a Codemasters adquiriu, há bem pouco tempo, parte da equipa da Evolution Studios, um estúdio que esteve durante anos nas mãos da Sony e que lançou cá para fora jogos como a série WRC para a PlayStation 2, a série Motorstorm na PlayStation 3, e, já nesta geração, DriveClub.
Com a equipa integrada na nova casa da Codemasters, foi-lhe dada a oportunidade de usar a sua criatividade e competências para um novo jogo. Assim nasceu OnRush, que se pode dizer que é uma mistura de Mario Kart, Burnout e Motorstorm.
Os melhores e os piores filmes da Pixar segundo o Rotten Tomatoes
Quando chegou ao cinema, em 1995, Toy Story tornou-se um marco da indústria, com um filme de animação completamente criado por imagens de computador e com toda a magia e densidade que as boas películas da Disney nos habituaram ao longo de décadas.
Desde então, salvo raras exceções, temos vindo a ter quase um filme por ano, entre os quais encontramos alguns de enorme sucesso e outros que não agradaram nem à crítica, nem aos fãs.
Com The Incredibles 2 a chegar aos cinemas no dia 28 de junho (em Portugal), marcando o regresso de Bard Bird (na realização) e da família Parr, 14 anos depois da estreia do original, o site Rotten Tomatoes colocou todos os filmes da Pixar em cima da mesa e ordenou-os de acordo com as suas pontuações.
Onde se encontra Uma Vida de Inseto? E a série Carros que já tem três filmes? Ratatui e Wall-E?
É só espreitar a galeria em baixo.
E3 2018 | Jogo português Out of Line recebe um novo trailer cheio de elogios
Out of Line é um dos videojogos independentes mais promissores da esfera nacional.
Produzido por uma pequena equipa em ambiente académico, Out of Line é um jogo de plataformas e aventura que já arrecadou uma série de prémios, de onde se destaca a vitória dos Prémios PlayStation 2017, na categoria de “Melhor Jogo” e “Prémio Imprensa”.
O HP ProBook x360 é novo dois em um da HP
Os computadores estão-se a transformar e a aposta dos consumidores em equipamentos convertíveis é cada vez maior.
A pensar nos utilizadores empresariais, a HP surge com esta nova solução, o HP ProBook x360 440 G1, que aposta na versatilidade.
O ZenFone 5Z é o mais recente smartphone da ASUS em Portugal
Está quase a ficar à venda um novo ASUS ZenFone. Chama-se ZenFone 5Z e aparece com novas características e melhorias dedicadas ao alto desempenho com recurso à Inteligência Artificial.
“Smart Replay” da Vodafone vai deixar-te (re)ver todos os lances dos jogos do Mundial de Futebol 2018
É nos serviços da Vodafone que, durante este Campeonato do Mundo de Futebol, vamos também poder assistir a todos os jogos a partir de qualquer lado, como já mencionámos aqui.
Mas a Vodafone parece ter um jogador chave para se tornar o melhor sítio para acompanhar os jogos deste campeonato: Smart Replay.
E3 2018 | Super Smash Bros. Ultimate vai ter todas as personagens da série (e muitas mais novidades)
Com a Nintendo Switch no mercado já há algum tempo, faltava mesmo um novo Super Smash Bros.
Para deleite dos fãs, o novo jogo da saga foi revelado e detalhado durante a Nintendo Direct da E3 2018, onde ficámos a saber também o seu novo nome, Super Smash Bros. Ultimate.
E3 2018 | Mew vai chegar ao Pokémon Let’s Go através da Pokeball Plus
Num formato diferente de conferência, mas tradicional para a Nintendo, o Nintendo Direct foi um momento de oportunidade para podermos espreitar o catálogo da Nintendo Switch para este ano.
Um dos jogos presentes foi Pókemon Let’s Go, que será lançado no final do ano com duas versões: Pokémon Let’s Go Pikachu e Pokémon Let’s Go Eevee.
