As Sunset Wine Parties no The Yeatman marcam a agenda de verão na cidade. A próxima festa tem data marcada para 23 de agosto e já é possível adquirir entradas através do site de eventos do hotel.
Sabes quais as oito vantagens dos relógios GPS em relação aos smartphones?
Para onde quer que vás, independentemente da atividade elegida, deves eleger também o companheiro ideal. Um GPS ou um smartphone? Conhece aqui, segundo a Garmin, as oito características e vantagens dos relógios GPS face aos smartphones e faça a sua seleção.
Dicas para sobreviver a esta preocupante vaga de calor
As ondas de calor são períodos críticos em que as temperaturas máximas atingem valores superiores ao normal, algo pelo qual Portugal está a passar neste momento. Assim, e com a chegada de alguns dos dias mais quentes dos últimos anos, pelo menos até ao próximo domingo, a APSEI – Associação Portuguesa de Segurança sugere algumas dicas sobre como melhor lidar com o calor. Não havendo os cuidados necessários, este aumento das temperaturas pode causar lesões irreversíveis e, em alguns casos, a morte.
UX Art Space é a nova galeria pop-up de arte da Lexus
Nos últimos anos, a relação entre a arte e o mundo empresarial tem diminuído cada vez mais. São muitas as empresas que, por razões relacionadas ao marketing, à comunicação e ao fortelecimento da sua marca, começaram a aproximar-se do mundo da arte através de ações de aquisição de trabalhos, suporte (financeiro, logístico) e valorização.
Enquanto a arte contemporânea entrou cada vez mais no imaginário coletivo, as empresas, por sua vez, ficaram prontas para intercetar o potencial relacional da linguagem artística, capaz de criar novas formas de relacionamento e interação. A necessidade não é apenas a publicidade, embora a componente do patrocínio seja importante: a arte tornou-se uma forma de testar os gostos do espectador/consumidor, de compreender os estilos de vida, os ritmos e as necessidades.
Até mesmo a japonesa Lexus, a marca de luxo da Toyota desde 1989, decidiu embarcar nesta estrada, tendo apresentado no dia 29 de Junho, em Lisboa, a sua galeria pop-art UX Art Space, um espaço temporário que pode ser visitado até 15 de setembro e que surge no contexto do lançamento do novo modelo Lexus UX, que será lançado na Europa em 2019.
Não é a primeira iniciativa da Lexus no campo criativo. Desde 2013, a empresa japonesa patrocina o Prémio Design Lexus, prémio internacional de design que tem como alvo novos talentos de todo o mundo e que pretende estimular ideias para um futuro melhor. Alguns jovens designers são convidados a projetar os seus protótipos, dando a possibilidade a oito finalistas de expôr as suas criações na Semana de Design de Milão (quatro finalistas são escolhidos para um prémio monetário e um projeto vencedor é escolhido para ser financiado).
Para a galeria UX Art Space, foram convidados quatro artistas sob a produção executiva de Natxo Checa, fundador, diretor, curador e produtor da Galeria Zé dos Bois, ao lado de Carolina Grau, curadora independente e especialista em arte contemporânea, para realizar um projeto site-specific, tendo em vista a exposição do novo carro híbrido da Lexus. São trabalhos relacionados com o conceito de inovação e tecnologia, crossover e versatilidade urbana, num encontro entre design e arte contemporânea.
Neste sentido, Bence Magyarlaki (Pécs, 1992) e Inês Zenha (Lisboa, 1995) trabalharam numa instalação imersiva UX Deconstructed, onde o movimento, o som e as formas do Lexus são aqui reinterpretados. A primeira escultura, realizada através dos materiais do carro, é quase a sua desconstrução e é desenvolvida sobre o tema do origami, que contrasta com uma escultura cinética à semelhança das obras de Alexander Calder, com formas geométricas suspensas no ar, que se movem em expansão ou contração de acordo com a presença humana no espaço.
Segue-se uma instalação sonora, emitida através de uma espuma acústica posicionada no arco principal, que reproduz o som do Lexus na estrada. Uma espécie de banda sonora que introduz este modelo híbrido UX, aqui revisitado pelos artistas, que modificaram parcialmente a forma do carro, aplicando longitudinalmente na faixa do lado esquerdo uma camada de branco e estuque, o que sugere a ideia de um modelo de gesso como protótipo escultural. Não é uma obra, mas uma ação que serve para reforçar a ligação entre arte, design e tecnologia.
Ao lado do espaço central, a obra Abstraction in Motion, de Southgate-smith (Paris, 1995), é um giclée em papel onde formas geométricas coloridas (iconograficamente referindo-se ao carro em movimento) destacam-se contra a estrutura arquitetónica branca tridimensional e metafísica, que parece olhar estilisticamente ao De Chirico e ao Construtivismo russo.
Na sala final, Pedro Henriques (Porto, 1985) criou duas esculturas em alumínio (Mudslidem), também elas ligadas ao tema do dinamismo e da velocidade, dois módulos triangulares e monocromáticos, que sugerem as ideias de vetor e aerodinâmica, obras às quais estão ligados os dois desenhos Untitled, cujos traços espirais são usados para realçar a ideia de movimento.
As novas formas de relacionamento entre empresa, arte contemporânea e design também partem de projetos como estes. Experiências e misturas que podem beneficiar ambos os sujeitos: de um lado os artistas, que têm a oportunidade de se testar e afirmar, embarcando em caminhos inéditos – como neste caso no cruzamento entre arte e tecnologia – encontrando uma vitrine privilegiada para a visibilidade dos seus trabalhos, na condição que o trabalho artístico seja sempre livre e não desnaturado; por outro a empresa, como è o caso da Lexus, que reafirma o prestígio e a vontade de ser um interlocutor culturalmente preparado, capaz de acolher novas soluções provenientes de áreas como a arte e o design.
Sol da Caparica vai ter homenagens, baleia de Bordalo II e convidados especiais
O Sol da Caparica vai ter homenagens, mensagens e cumplicidades. Começando pelos Amor Electro, não só vão apresentar o novo disco, como também vão revisitar álbuns anteriores. Além disso, está prometida uma homenagem a Zeca Afonso, gigante da música popular portuguesa que tem sido muitas vezes escutado n’O Sol da Caparica.
Restaurante Tavares passa para o Grupo Multifood e deverá ser revitalizado
O Tavares, conhecido por Tavares Rico, passa a fazer parte do leque de restaurantes do Grupo Multifood, que adquiriu a histórica casa lisboeta. O restaurante vai continuar a funcionar com normalidade, com o grupo a assegurar toda a operação do espaço, mantendo os fornecedores e a equipa residente, assim como o menu e horários vigentes. Porém, espera-se que existam algumas novidades relacionadas com o espaço muito em breve.
Boom Festival 2018: 30 mil pessoas, 392 horas de música e 900 artistas
Será sempre redutor fazer o balanço de mais uma edição do Boom Festival com base em números. Falta-lhes as cores, os sons, a alegria e, por muita grandeza que expressem, nunca conseguirão traduzir o sentido de comunidade único deste evento, que, este ano, reuniu nos 150 hectares da Boomland, em Idanha-a-Nova, na lua cheia de 22 a 29 de julho, cerca de 30.000 boomers, 508 dos quais crianças e 53 com necessidades especiais, de 147 nacionalidades.
Oficina do Duque lança a sua própria marca de cerveja artesanal
Hoje, 3 de agosto, celebra-se o Dia Internacional da Cerveja, 3 de agosto. É o momento em que o mundo celebra a mais “ordinária” das bebidas. De forma a celebrar este dia, o restaurante Oficina do Duque lança a Extraordinária, a nova marca própria de cerveja artesanal que vem brindar aos dias quentes que se aproximam.
MEO supera 1,5 milhões de clientes na TV por subscrição
O MEO, serviço de televisão por subscrição da Altice Portugal, assinalou mais um marco histórico ao superar os 1,5 milhões de clientes de TV. Este marco histórico coloca o MEO cada vez mais próximo de conquistar a liderança, também no segmento de TV, depois de, pelo terceiro trimestre consecutivo, ter sido responsável por mais de 60% do crescimento total do mercado de TV por subscrição em Portugal.
Antevisão – Marvel’s Spider Man: Fomos conhecer o jogo da nova mascote da PlayStation
Marvel’s Spider-Man tem imenso potencial. Joga-se bastante bem e oferece mecânicas bem mais densas do que parece.
Os fãs da consola da marca nipónica certamente que já conhecem a forte relação entre Spider-Man e a PlayStation, ou não tivesse a PlayStation 3 sido introduzida no mercado com um logo cujo lettering era retirado do titulo da adaptação cinematográfica de Sam Raimi.
Apesar de ser o super-herói mais popular da Marvel, tendo em 2014 levado o título de super-herói mais rentável da história do entretenimento, até agora a Sony não tinha agarrado a oportunidade de criar um jogo exclusivo para uma das suas plataformas.
Marvel’s Spider-Man é, finalmente, essa oportunidade, e pode mesmo vir a tornar o alter ego de Peter Parker na principal mascote da PlayStation.
Tivemos a oportunidade de experimentar o próximo grande exclusivo da PlayStation 4 num evento dedicado à imprensa. Nessa demonstração, jogámos cerca de uma hora e trocámos impressões com outros jornalistas e influenciadores. A opinião parecia ser unânime: o jogo está delicioso.
Sem avançar na história e aspetos técnicos, como a banda sonora ou o desempenho das vozes dos atores, aquilo que saltou à vista foi a apresentação do jogo, a sua jogabilidade e alguns pormenores de progressão que nos deixaram bastante curiosos no que toca ao potencial do produto final.
Não há dúvida nenhuma que Marvel’s Spider-Man é uma conquista a nível técnico. Algo que não é de estranhar, uma vez que está a ser produzido pela Insomniac Games, a produtora de jogos como Ratchet and Clank, a série Resistance e do jogo de mundo aberto para a Microsoft Sunset Overdrive.
Mas é a escala e a dimensão de Marvel’s Spider-Man que tornam tudo ainda mais impressionante. Se as demonstrações em vídeo que assistimos pela sua passagem nas E3 e outros eventos não foi o suficiente, ver este jogo a correr ao vivo a 4K numa PlayStation 4 Pro é fenomenal.
A cidade de Nova Iorque representada no jogo é gigante. Não tivemos a oportunidade de a explorar como iremos certamente ter quando o jogo sair, mas a densidade de elementos apresentados nas ruas, a vida dos pedestres e a paisagem que podemos admirar do topo de algumas torres bem conhecidas pelos fãs da Marvel, é incrível.
Também nos pequenos detalhes o jogo brilha. Cinemáticas altamente densas em efeitos, com personagens particularmente bem animadas, diversificadas e detalhadas, desde a pele às roupas que vestem. Estamos perante um jogo que passa bastante bem enquanto um filme.
Junto a isto temos uma excelente direção, com cortes entre jogo e estes momentos cinemáticos que são executados de forma bastante fluida.
A jogabilidade é aquilo que os fãs esperavam e, talvez, algo mais. A porção que jogámos foi um nível introdutório do jogo que funcionava como tutorial. Desta parte pudemos viajar até um ponto da cidade, percorrer um nível de interiores e até aceder a uma batalha de boss. Aqui, sem qualquer tipo de upgrade ou melhorias, ou seja, o básico.
Pode não ser tão direto como carregar num botão e estamos a balançar e a atirar teias. Na verdade, o controlo requer uma combinação entre o salto e o disparo e o controlo direcional da nossa personagem. Há um momento de habituação, mas, assim que encontramos o ritmo, é puramente delicioso e fácil de controlar.
Se formos contra edifícios nada para o nosso herói, uma vez que continua a correr por paredes, e, se encontrarmos obstáculos, as excelentes animações alternam para uma navegação fluida e contínua.
Foi nos interiores do edifício desta demonstração que o jogo virou mais para algo de combate corpo-a-corpo. Aqui, quem jogou algo como a trilogia Batman Arkham, vai-se sentir em casa. É importante antever ataques, através do indicador do icónico do spider-sense no topo da cabeça do herói, e contra-atacar com as habilidades básicas disponíveis, que são agarrar elementos do ambiente, disparar teias para os inimigos e usar os braços e pernas para ataques mais acrobáticos.
Tal como o balanço na navegação entre pontos do mapa, aqui também se requer alguma habituação, calma e timing.
Marvel’s Spider Man apresenta-se com três níveis de dificuldade com nomes deliciosos: “Friendly”, “Amazing” e “Spectacular” (brilhantes referências aos títulos das bandas desenhadas). Entre eles, a agressividade dos inimigos e a velocidade com que perdemos vida muda, mas em nenhuma devemos carregar aleatoriamente em botões. O jogo acaba por ter uma jogabilidade cerebral, com o nível certo de desafio e com uma variedade de situações que alternam de forma a que o progresso seja interessante.
Algo que ficou no ar mas que pudemos espreitar foi a árvore de progressão e os diferentes tipos de habilidades que podemos ir desbloqueando. Se a improvisação do uso de ataques e defesas nesta demonstração já foi minimamente interessante, mal podemos esperar para experimentar o que o resto do jogo poderá oferecer.
Tirando pequenos momentos chave onde teremos que usar certas habilidades, foi na batalha com o boss, neste caso contra Kingpin e os seus capangas, que a improvisação e a liberdade do jogador em passar o desafio se tornou mais proeminente.
A escolha deste vilão para o início também revela o cuidado da Insomniac Games em abrir esta nova aventura ao colocar esta versão de Peter Parker contra um simples, mas forte, humano, em que não precisa de muito mais do que o básico para o derrubar.
Nesta nossa sessão, pudemos também espreitar algumas das atividades secundárias do jogo. Sendo um jogo de mundo aberto, o que não vai faltar é conteúdo, mas o melhor é a forma orgânica como podemos interagir com algumas destas missões, como a libertação de outposts, parar um crime que está a acontecer numa rua ou procurar colecionáveis. Há muitas notas tiradas de outros jogos de mundo aberto como GTA, o que aqui pode-se dizer que é coisa boa.
Para quem está preocupado com o facto de que teremos que ver de novo a origem do Spider-Man, há boas notícias. Tal como a versão cinematográfica mais recente, aqui temos um Spider-Man já ativo, com personalidade e um passado, dando oportunidades únicas à equipa de produção de contar a sua história sem depender de pontos já mais que esmiuçados noutros meios.
Marvel’s Spider-Man tem imenso potencial. Para além de absolutamente bonito, colocando-se bem ao lado de jogos como Uncharted, Horizon: Zero Dawn ou God of War, joga-se bastante bem e oferece mecânicas bem mais densas do que parece.
O lançamento da história é também interessante o suficiente para abrir a pestana aos mais curiosos e não temos dúvidas nenhumas que quando for lançado será de novo um jogo obrigatório e que, certamente, irá vender muitas PlayStation 4.
Marvel’s Spider-Man chega em exclusivo para a PlayStation 4, com suporte de vozes e textos em português (o elenco ainda está por divulgar), já no dia 7 de setembro.
Oficina Portátil de Artes: projeto social que conta com Francisco Rebelo (Orelha Negra, Fogo Fogo), apresenta curadoria no MEO Sudoeste
A OPA, projeto pedagógico e artístico de raiz intercultural, promovido pela Associação Sons da Lusofonia e que conta com o apoio da Câmara Municipal de Lisboa, apresenta-se no MEO Sudoeste no Espaço Vila Santa Casa de 9 a 10 de agosto. A programação inclui atividades de criação artística, visionamentos de filmes e showcases.
Entrámos em contagem decrescente para o Bons Sons
Cem Soldos já entrou em contagem decrescente para receber mais uma edição do Bons Sons. Durante quatro dias, de 9 a 12 de agosto, a música portuguesa instala-se no cenário da aldeia, os amigos e a família reúnem-se e o amor de verão acontece.
Falta de vagas escolares geram muitas reclamações no Portal da Queixa
Em apenas três dias já chegaram ao Portal da Queixa mais de dez reclamações relativas à falha e falta de vagas na colocação de alunos em escolas, um aumento de 100% face ao ano passado.
Nova série da National Geographic expõe mistérios e maravilhas naturais dos oceanos
A 19 de agosto, o National Geographic estreia uma nova série documental de dez episódios sobre o mundo escondido nas profundezas dos oceanos. Aos domingos, a partir das 22h30, Drenar os oceanos irá revelar alguns dos maiores mistérios submersos suportada nos mais recentes dados científicos.
Frappuccino de Cheesecake chega à Starbucks para alegrar o nosso verão
Inspirada na famosa sobremesa, a Starbucks lança, até 5 de setembro, uma edição limitada e deliciosa do Frappuccino, com duas receitas de Cheesecake.
NOS lança a primeira App de TV para crianças
Chegou a primeira App de TV desenvolvida a pensar nos mais pequenos e que os acompanha para todo o lado – a App NOS Kids. Disponível para Android e iOS e brevemente na web, a nova app da NOS dá acesso a milhares de filmes, séries e outros conteúdos infantis num ambiente user friendly e seguro.
Comic Con Portugal 2018 também aderiu ao MB Way
A pouco mais de um mês da Comic Con Portugal 2018, acaba de ser anunciada uma nova parceria com a SIBS, gestora da Rede Multibanco e do MB Way, serviço que vai permitir aos visitantes da Comic Con Portugal 2018 efetuarem pagamentos através do telemóvel no maior evento de Cultura Pop do País.
Viana Bate Forte regressa em setembro a Viana do Castelo
Após a segunda edição em 2017, que colocou o Viana Bate Forte na rota dos maiores eventos de música em Portugal, o festival regressa ao coração da cidade de Viana do Castelo, a 14 e 15 de setembro, com concertos de alguns dos maiores nomes da música nacional, como Carolina Deslandes, Salvador Sobral, Ana Bacalhau, HMB, Manel Cruz, Gisela João, The Legendary Tigerman, Dead Combo, Linda Martini, entre muitos outros.
Jimmy Carr esgotou sessão no Cinema São Jorge. Mas há uma boa novidade
A H2N anuncia que a sessão das 19h com Jimmy Carr está desde já esgotada, depois de uma verdadeira correria às bilheteiras. Segunda-feira, dia 6 de agosto, a partir das 9h, abrirá para venda ao público uma segunda sessão (22h) para o dia 16 de março. Os bilhetes estarão disponíveis nos locais habituais. O preço único é de 40€.
Jungle confirmados no Super Bock em Stock
No próximo mês de novembro, o Super Bock em Stock vai receber alguns dos principais talentos emergentes da música nacional e internacional. E no território da música soul, os Jungle são uma das grandes apostas do Super Bock em Stock deste ano e prometem aquecer o público em pleno outono lisboeta.
