TheFork Fest está de volta e deixa-nos experimentar restaurantes de topo a metade do preço

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Entre os dias 10 e 28 de outubro, vai ser possível provar os melhores pratos de vários restaurantes em Lisboa, Porto, Algarve e Funchal, com 50% de desconto em toda a carta. O TheFork Fest chega agora com a sua terceira edição e já é possível efetuarmos as reservas. Este é um evento organizado pelo TheFork, o site de reserva e avaliação de restaurantes presente em 11 países e com mais de 50 000 restaurantes parceiros.

Maior mostra nacional de talento tecnológico regressa em março

O Pixels Camp, o maior evento de tecnologia e criatividade em Portugal, que junta o talento do setor tecnológico de todo o país e da Europa numa gigante hackathon e conferência com palestras e workshops, irá decorrer na Primavera de 2019.

Kaspersky anuncia novo produto para a segurança digital

A Kaspersky Lab atualizou a sua gama de soluções para utilizadores domésticos, desenvolvida para proteger os seus bens mais preciosos – privacidade, dinheiro, memórias, entre outros – e protegê-los contra ciberataques. Aos produtos essenciais da empresa – o Kaspersky Free e o Kaspersky Anti-Virus – foram adicionadas funcionalidades para proteger os utilizadores finais contra novas e mais avançadas ciberameaças.

SOMOS Restaurant & Lounge traz novo menu para partilhar neste outono

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Somos pela partilha” é mais do que o mote do SOMOS Restaurant & Lounge: é também uma forma de apreciar a boa comida com aqueles que são mais importantes na nossa vida. E foi a pensar nos momentos de partilha que foram “desenhadas” as novas propostas do restaurante, situado na emblemática Avenida da Boavista, no Porto.

No novo menu à la carte, que tem por base os sabores outonais, o chef Jorge Sousa propõe pratos frios, dos quais se destacam o Carpaccio de vitela com lascas de Pecorino e salada de rúcula, o Ceviche de robalo da nossa costa com gengibre, lima, molho de soja, cebolinho e “pisco” ou o Salmão fumado caseiro com creme de funcho e tostas.

No que diz respeito aos pratos quentes não faltam ingredientes bem portugueses, como o bacalhau, as lulas ou as amêijoas. Assim, a carta dispõe de iguarias como Lascas de bacalhau com puré de grão-de-bico e ovo a baixa temperatura, Lulas grelhadas com linguine de limão e cebolinho e Amêijoas à Bulhão Pato. Os pratos podem ser acompanhados com guarnições à escolha como por exemplo Ratatouille, Cebola frita, Arroz basmati ou Tempura de cogumelos com cebolinho, entre outras opções.

A nova carta do SOMOS Restaurant & Lounge propõe ainda opções de grelhados, que inclui Bife de lombo com molho de tomilho, Coxa de pato com citrinos, Bacalhau à Lagareiro, Polvo assado com tomate, cebola e salsa e muito mais.

E porque uma boa refeição tem de terminar, claro, com sobremesa, na carta encontramos verdadeiras tentações, como Tarte de amêndoa, Arroz doce, Leite-creme tradicional ou Cheesecake americano.

Os mais novos não ficam de fora do SOMOS Restaurant & Lounge e há um menu infantil, com os pratos mais apreciados pelas crianças, que inclui entrada (Sopa de legumes ou Ovos mexidos), prato principal (Fritos de peixe com batata frita ou Hamburger ou Cheeseburger) e sobremesa (Salada de fruta ou Sobremesa do dia).

De segunda a sexta-feira ao almoço (exceto feriados), o restaurante oferece ainda um menu de sugestões rápidas, mas com muito sabor, com pratos diversos como Frango grelhado à americana e Linguine tartufo com peito de peru fumado, rúcula e tomate cherry (a partir de 9,50€).

Sendo a Avenida da Boavista um dos principais centros empresariais do Porto, o SOMOS convida ainda todos aqueles que trabalham nas redondezas (e não só) a uma visita ao final da tarde para repor energias após um longo dia de trabalho com as After Work Sessions: todas as quintas, entre as 18h30 e as 20h30, há cocktails e petiscos desde 5€.

E para prolongar a tarde, também às quintas-feiras, ao jantar, há Sushi & Gin no restaurante. É possível escolher entre uma seleção de cinco peças (8€) ou onze peças (15€) de sushi. Para a combinação perfeita, existem seis tipos diferentes de Gin (7€).

Aos sábados, os jantares no SOMOS têm um condimento especial: música ao vivo. Os “Concertos com Sabor” estão agendados entre as 20h e as 22h, com parque de estacionamento gratuito. Um momento agradável para dar ânimo ao fim de semana.

Além de tudo isto, aos domingos, das 12h30 às 15h, é dia de Brunch no SOMOS. O “Brunch à vista na Boavista” oferece mais de 40 sugestões para saborear num ambiente confortável e acolhedor. O momento ideal para relaxar e recarregar baterias para o início de uma nova semana. A refeição tem o preço por pessoa de 24€ (crianças até aos 2 anos – grátis, crianças dos 3 aos 10 anos – 10€).

Antevisão: O Regresso de Emma Ruth Rundle

Um ano e meio depois da sua grandiosa estreia em território nacional, dividida por três datas esgotadas em Lisboa, Porto e Vila Real, Emma Ruth Rundle voltará a visitar-nos já nesta próxima quinta-feira, dia 11 de outubro, no Passos Manuel (Porto), e sexta-feira, dia 12, no Musicbox (Lisboa), para nos apresentar o seu mais recente álbum On Dark Horses, como parte de uma digressão europeia que começou o fim-de-semana passado em França e chega ao nosso país uma vez mais pela mão da Amplificasom.

“Tiro e Queda”: Nova comédia portuguesa chega aos cinemas em novembro

Tiro e Queda é uma comédia dirigida ao grande público, com um humor mordaz e satírico à atualidade portuguesa, juntando a tradição da comédia nacional com a modernidade dos humoristas contemporâneos. O filme enquadra-se na tradição das duplas cómicas da história do cinema e é uma adaptação da peça de teatro com o mesmo nome.

InterContinental Porto novamente na shortlist dos prémios Condé Nast Johansens 2019

Na prestigiada shortlist dos nomeados para os Condé Nast Johansens Awards for Excellence 2019 encontramos, uma vez mais, o InterContinental Porto – Palácio das Cardosas. A unidade de cinco estrelas da cidade Invicta esteve na corrida pelo galardão na edição anterior e, este ano, é novamente candidata.

Santa Casa apresenta Polo Cultural de São Roque com várias atividades gratuitas

No ano em que celebra 520 anos, a Santa Casa da Misericórdia de Lisboa (SCML) programa um dia de atividades artísticas centrado na Hospitalidade para apresentar o Polo Cultural de São Roque, que será constituído pelo Arquivo e Biblioteca da Santa Casa, o Museu de São Roque, a Igreja de São Roque, a galeria de exposições temporárias e, para breve, o Museu Casa Ásia – Coleção Francisco Capelo –, assim como a implementação da Brotéria, com a sua biblioteca.

As trotinetes elétricas da Lime já chegaram a Lisboa

Já é possível encontrar centenas de trotinetes elétricas da Lime (Lime-S), disponíveis em mais de 90 hotspots por toda a cidade. A capital é a primeira cidade portuguesa onde a Lime irá oferecer uma alternativa de mobilidade urbana mais ecológica e acessível.

Kuvut: Chegou a Portugal uma plataforma que permite testar produtos e até ficar com eles

Quem anda diariamente pela Internet, seja em pesquisas pelo Google ou a fazer scroll down no Facebook, certamente que já ouviu falar de plataformas como a Youzz (antigos Embaixadores) e a STW, comunidades de marketing participativo que fazem com que os participantes possam testar gratuitamente produtos que chegaram ou estão para chegar ao mercado, dando feedback do que pode ser melhorado.

Mercury Rev – A redescoberta de Deserter’s Song passou pelo Lux Frágil

O ano de 1998 é o de Deserter’s Song, quarto álbum da banda de Buffalo (New York), Mercury Rev. Louvado pela crítica, Deserter’s Song (V2 Records) é um álbum de difícil colocação pela transversalidade do seu estilo, em anos onde o centro de gravidade da produção musical, tanto mainstream como de vanguarda, mudava pelo Velho Continente, especificamente no Reino Unido: a diatribe dos Blur/Oasis pela liderança representativa do género Brit Pop estava no topo mediático, a cena Trip Hop trilhava nas ruas de Bristol (é o ano também de Mezzanine dos Massive Attack) e o Big Beat dos Prodigy, dos Chemical Brothers e de Fatboy Slim era já uma referência na música electrónica de meia Europa.

Ai de nós entender Deserter’s Song como uma produção anacrónica. Longe disso, é um pequeno milagre, cujas raízes afundam nos terrenos mais díspares: no folk rock de autor e no prog/kraft rock dos anos 60/70 até às experiências do alternative/noise rock americano dos 90, onde os Mercury Rev inventam um dream pop evocativo, quase de orquestra, barroco, às vezes, com um propósito psicadélico, da alma frágil, mas luminosa. Poliédricos, os Mercury Rev operam uma síntese genial dos percursos musicais mais diversificados, com uma certa desenvoltura.

Após quase vinte anos exatos (o disco foi publicado a 29 de setembro de 1998), a banda de Buffalo comemorou Deserter’s Song no passado dia 27 de setembro no Lux Frágil, em Lisboa.

O conjunto instrumental escolhido é reduzido, privado de secção rítmica, e deixa-nos quase surpreendidos se pensarmos na orquestração grandiloquente deste álbum. Em detrimento de qualquer dúvida, aqui os MR acabam para fazer o máximo com o mínimo.

O piano encantador de “The Funny Bird” leva-nos às tramas de uma história onde o narrador é Jonathan Donahue, fundador da banda juntamente com o guitarrista Sean “Grasshoper” Mackiowiak. Um cavalheiro de maneiras delicadas, que conta, entre as pausas, a génese de cada faixa. A calma de” Tonite It Shows”, marcada pelos sons de um xilofone infantil e de uma harmónica, é aquela do sono de uma criança, um berço mexido ao luar. A dimensão dos Mercury Rev é sinestética: evoca imagens, contrastes, gamas cromáticas dignas de uma pintura abstracta. E Deserter’s Song, mais do que um disco, é uma revelação, construído como uma banda sonora de uma historia jamais escrita, uma epifania de fluxos imaginários.

O trabalho dos Mercury Rev é uma contínua experimentação, por isso, as faixas podem parecer, ao primeiro ouvido, difíceis de metabolizar. Esta é a observação partilhada por Donahue à plateia, antes de “I Collect Coins”, um interlúdio musical de câmara, seguido pelo art pop desnorteado de “Hudson Line”. Como surpresa, os nova-iorquinos oferecem-nos um tributo aos Pavement, banda fundamental na temporada indie rock dos 90, reinterpretando o clássico “Here”. A faixa é de 1992, um ano após o início dos Mercury Rev com Yerself Is Steam (Jungle Records, 1991), época onde Donahue e o baixista David Fridmann – terceiro fundador da banda, saído oficialmente como músico mas presente como produtor – colaboraram simultaneamente com os Flaming Lips, para demonstrar que a década musical dos anos 90 foi particularmente brilhante também no outro lado do Atlântico.

Continuamos com “Endlessly”, que, na secção de cordas e nos arpejos das guitarras, é uma síntese melódica entre uma música pastoral e uma canção de Natal, dos efeitos alienantes. Entre os intervalos, Donahue recorda uma chamada, recebida numa melancólica noite de 1996, onde dois “estranhos” ingleses, apresentados como Chemical Brothers, se confessaram admiradores da música dos MR, ficando interessados numa futura colaboração. Advém daí que a intro house é aquela do “Delta Sun Bottleneck Stomp”, na altura remixada pelo próprio duo inglês, acompanhada depois para “Goddess on a Highway”, mais clássica na estrutura verso/refrão, mas não menos sofisticada.

A abertura de “Holes” é celestial, menos “densa” do original, mas sempre sugestiva, na voz frágil do frontman e num compêndio dum serrote musical, dos ecos e das melodias abrandadas, que pode ser a banda sonora de um timelapse natural. Imagens evocativas que encontram em “Opus 40” uma correspondência, aqui revista: o que resta é uma harmonia de um piano, à moda de Lennon por assim dizer, distorcida pela abundância dos delay das guitarras, de uma flauta e pela entrada de um timbale (o único “pretensiosismo rítmico” da banda). Podia acabar aqui, mas os Mercury Rev empurram o lirismo mais acima, com a elegante “The Dark Is Rising”, a mais recente das faixas propostas, extraída do álbum All Is Dream (V2 Records, 2001).

É restritivo chamá-las faixas: os trabalhos do Mercury Rev são verdadeiras bandas sonoras; termo não usado por acaso, tendo em conta as suas participações passadas em vários projetos cinematográficos. Um concerto conciso – não superior a setenta minutos – onde a banda de Buffalo executa uma espécie de lançamento do seu álbum mais representativo, saído há já duas décadas, mas que tem ainda uma força e intensidade intemporais.

Análise – Labyrinth of Refrain: Coven of Dusk

Depois da má experiência que tivemos com Touhou Genso Wanderer Reloaded, um jogo muito aquém do esperado, temíamos o que nos esperava no longo labirinto do novo título da Nippon Ichi Software. A ideia de explorar um mundo labiríntico, dividido por vários andares, e com uma forte aposta na dificuldade e na personalização dos nossos heróis, podia ser o material necessário para uma enorme desilusão, mas felizmente, Labyrinth of Refrain: Coven of Dusk surpreendeu-nos pela positiva.

Uber Eats entrega hoje os gelados da Olá em casa sem cobrar a entrega

Os dias quentes de outono continuam a combinar na perfeição com gelados. Por isso, hoje, dia 5 de outubro, as taxas de entregas de gelados Olá são gratuitas na aplicação de entregas Uber Eats ate às 22h.

Análise – Mega Man 11

Já se passaram oito anos desde a última vez que tivemos uma entrada principal na série Mega Man. Em oito anos muita coisa pode mudar, mas há jogos que, por muito que se tentem adaptar ao meio, devem manter-se fiéis à sua essência.

Quantum Park – O local ideal para quem tem espírito de aventura

Apesar de ser uma quinta-feira ao final da tarde, o Quantum Park, novo parque de diversões indoors situado em Sintra, encontrava-se cheio (de miúdos e graúdos!) no seu dia oficial de abertura.

Jimmy Carr anuncia tour em Portugal

Depois de esgotar o primeiro espectáculo em 24 horas, Jimmy Carr anuncia uma digressão de quatro dias em Lisboa, Braga e Porto com o espectáculo The Best Of, Ultimate, Gold, Greatest Hits Tour, solo de stand up comedy que compila o melhor material de estrada do humorista, mas que, ao mesmo tempo, é um Greatest Hits e que também acaba por ser um Best Of.

A Nintendo Switch pode ter uma nova versão em 2019

Se andam a juntar uns trocos para a nova consola da Nintendo, talvez não seja má ideia esperar mais uns meses.

Segundo o The Wall Street Journal, a tecnológica japonesa está a preparar uma nova versão da sua consola híbrida.

A Nintendo Switch, que está no mercado desde março de 2017, parece estar a estagnar, mesmo tendo em conta o tremendo sucesso de vendas que levou até a rupturas de stock. Segundo a Nintendo, esta decisão de atualizar a sua consola é de garantir que se mantém uma plataforma fresca e que não perde em relação à concorrência.

Não há ainda detalhes sobre que tipo de melhorias ou alterações vamos encontrar na “nova” Nintendo Switch, mas é sugerido que algumas melhorias poderão ser a nível de ecrã, mais brilhante e com consumo melhorado, assim como uma consola mais eficiente a nível de tempo de vida útil da bateria.

Assim, não se sabe ao certo em que mês de 2019 é que poderemos ter a nova Nintendo Switch nas nossas mãos. Para já, a Nintendo prepara-se para o natal com novos pacotes de edições limitadas com Pokémon Let’s Go e Super Smash Bros.

 

A Razer tem um agora um novo Router Wi-Fi para online sem lag

A Razer, a tecnológica dedicada a periféricos para os adeptos de videojogos, tem uma novidade para quem tem problemas de ligação em partidas online. Chama-se Razer Sila e é um router Wi-Fi preparado para eliminar a latência na rede.

Oferta do PlayStation Plus de novembro já foi revelada

Normalmente é nos últimos dias de cada mês que a Sony e a Microsoft revelam a oferta de jogos gratuitos para os seus subscritores, mas este mês a Sony antecipou-se com a oferta de novembro.