Não sabem do que falamos? O Wanderlust 108 é considerado o maior evento de mindfulness e lifestyle do mundo e está de momento a decorrer, até às 18h30, nos Jardins da Fundação EDP, em Lisboa. E a Tetley, parceiro desde a primeira edição, está por lá. Mas não é um parceiro qualquer.
Bilhetes para o NOS Alive’20 já à venda
Depois de já se conhecerem as primeiras confirmações – Da Weasel, Taylor Swift e Billie Eilish -, só faltava mesmo os bilhetes para o NOS Alive’20 ficarem disponíveis. E eis que a partir de hoje já podem todos comprar os bilhetes nos locais habituais.
Crítica – “Midsommar”
Dani (Florence Pugh) e Christian (Jack Reynor) são um jovem casal americano cuja relação está à beira de se desmoronar. Mas depois de se manterem juntos devido a uma tragédia familiar, Dani, em fase de luto, junta-se a Christian e aos seus amigos numa viagem a um festival de Verão numa remota aldeia sueca. O que começa como umas descontraídas férias de Verão numa terra de sol eterno sofre uma reviravolta sinistra quando os aldeões convidam os visitantes para participarem nas festividades que tornam o paraíso campestre cada vez mais inquietante e visceralmente perturbador.
Este é, facilmente, um dos meus filmes mais antecipados do ano. Hereditary foi o meu filme favorito de 2018, logo, como seria de esperar, a segunda película de Ari Aster teve toda a minha atenção desde o primeiro anúncio. Felizmente, embora Midsommar apenas esteja a ser lançado agora no nosso país, fui capaz de escapar a spoilers, bem como a qualquer tipo de imagens ou clipes.
Este não é um filme de horror típico, mesmo que esteja a ser comercializado como pertencente ao género. Claro, tem aspetos de horror que, indiscutivelmente, o ligam ao género, mas definitivamente não foi feito para assustar o público ou criar pesadelos.
Hereditary foi bastante divisivo entre o público em geral devido à falta de jump scares tradicionais e entretenimento genérico, além de ser demasiado excessivo em relação ao espiritismo. Mas Midsommar será, sem dúvida, ainda mais controverso.

Primeiro, arrasta-se. Não há como negar. A primeira cena que envolve algum ritual estranho do culto só ocorre por volta da marca dos 60 minutos, o que num tempo de execução de 140 minutos, está situada longe demais do início. Certo, é uma das sequências mais chocantes e horríveis à luz do dia que vi até hoje, mas o seu build-up (extremamente bem realizado) ocupa uma boa porção do segundo ato, abrandando demasiado o ritmo do mesmo.
Além disso, é um filme que coloca inteiramente o seu valor de entretenimento sobre a sensação de choque em vez de medo. Se não gostaram do primeiro filme de Aster por não conter sequências assustadoras suficientes, Midsommar não irá converter-vos a fãs do seu trabalho.
De forma semelhante a Ad Astra (estreou na semana passada), é uma história que exije ao público que se importe com mais do que apenas aspetos superficiais. Se forem ao cinema com vontade de deixarem o cérebro do lado de fora apenas para que possam ser entretidos livremente, então convém pensar duas vezes. Não consigo dar mais importância a isto, mas: é necessário prestar atenção ao que estão a ver!
Pistas para o que a história nos reserva estão espalhadas por todo o lado, especialmente nas paredes. Através de pinturas, arte rupestre e desenhos à mão, Ari Aster oferece basicamente toda a informação necessária para entender melhor o caminho que o filme está a percorrer.
É uma película sobre dois temas-chave: como lidar com o sentimento de perda e como lidar com uma relação amorosa complicada. Estas são as temáticas que devem ser capazes de reconhecer e perceber como estão a ser desenvolvidas. Adoro como Aster aborda o último tópico (escreveu este argumento depois de terminar uma relação), mas sinto-me desapontado com a maneira como colocou o primeiro como “plano de fundo”.

Os primeiros 15-20 minutos lidam com o que acontece com a vida de Dani e nunca voltamos a este ponto, apesar de haver uma vaga ideia do que poderá ter acontecido já no final do filme. Quanto ao outro tema, não é exatamente uma relação “tóxica” como temos visto noutros filmes, mas sim uma onde cada um está à espera de uma desculpa para deixar o outro.
Assim, algumas ações parecem forçadas na esperança de que possam desencadear algo. É uma abordagem estranhamente realista, mas também desconfortável a algo que muitas pessoas passam por.
Tecnicamente, esta é uma das produções mais fascinantes de 2019. Desde a cinematografia colorida à edição impecável, desde a produção artística impressionante (mais uma vez, as paredes!) à banda sonora imersiva… Ari Aster não é brincadeira. A forma como filma diálogos é um prazer autêntico para alguém que se preocupa imenso com o poder ficar totalmente cativado através desse tipo de sequências.
Existem takes tremendamente extensos com Florence Pugh a dar tudo, apenas emoções cruas e poderosas. É a sua melhor performance da carreira, sem dúvida. A história da sua personagem é parcialmente o que traz o “horror” para a narrativa. Assim como Toni Colette em Hereditary, Pugh deverá, muito provavelmente, ser ignorada durante a época de cerimónias de prémios, bem como as proezas técnicas do filme, visto que o género de horror ainda não convenceu o suficiente.
Quanto às outras personagens, são o meu problema principal. Apenas servem como plot devices, ou seja, é quase como se fossem objetos. Will Poulter (Mark) é engraçado como a personagem comic-relief, mas, como todas os outras excluindo Dani, não faz muito para me fazer importar ou sentir investido nas suas próprias histórias (se sequer existem). Mal têm qualquer backstory e o seu propósito é basicamente ajudar a mover o enredo para a frente, dando oportunidades a Aster para mostrar alguns rituais pagãos.
Há cenas incrivelmente chocantes, sangrentas e de fazer cair o queixo. Algumas podem fazer-vos sentir desconfortáveis, outras podem fazer-vos rir. Mas todas estão destinadas a chocar-vos de alguma forma ou feitio.

Quer adorem ou odeiem, Midsommar é memorável. Se não gostaram de Hereditary devido à falta de jump scares, o primeiro provavelmente também não vos agradará. Midsommar requer total atenção, paciência e uma mentalidade aberta. Não é um filme de horror genérico, logo não vão na expetativa de ser constantemente entretidos por sustos tontos. As expetativas são o que separam uma boa de uma má experiência, por isso moderem-nas da melhor forma possível.
Tem uma das abordagens mais abstratas de demonstrar uma relação difícil e de como lidar com a perda de alguém querido, mas se OLHAREM PARA AS PAREDES, serão capazes de (talvez) seguir a história um pouco melhor.
Tecnicamente, Ari Aster entrega um trabalho magnífico, com uma produção artística excecional e cinematografia deslumbrante, além de uma edição perfeita. Florence Pugh carrega a história nos seus ombros com um desempenho impressionantemente convincente, mas o seu elenco secundário não fez muito com as suas personagens subdesenvolvidas.
Midsommar arrasta-se em demasia e pode tornar-se aborrecido durante um certo período, mas, no final, é um daqueles filmes que fica convosco. Uma segunda visualização pode ser necessária e, provavelmente, será uma experiência melhor. Mal posso esperar para descobrir. Vão ver!
Estrelas de “Smallville” vão aparecer em “Crisis on Infinite Earths”
Possivelmente muitos dos leitores que acompanham o Echo Boomer deverão ter visto na altura a popular série Smallville, exibida originalmente entre 2001 e 2011. Esta produção mostrava-nos o jovem Clark Kent (Tom Welling) a aprender a usar os seus poderes de Super-Homem.
Gillette Fusion 5 Proglide Red Racing. Fazer a barba nunca mais vai ser a mesma coisa
Piadas de parte, considero-me um jovem com uma barba bem rija, isto é, difícil de cortar. No meu caso, a barba cresce muito rapidamente, e por isso, na maioria das vezes acabo apenas por desbastar os pêlos com uma máquina comum que tenho em casa. Porém, de vez em quando gosto de limpar a cara por completo e deixar a pele respirar, com aquela sensação de frescura e suavidade, pelo que foi com satisfação que me lancei à analise da edição especial Gillette Fusion 5 Proglide Red Racing.
Volta e meia, boa parte dos homens que utiliza máquinas de aparar a barba tende a, inevitavelmente, voltar a usar uma lâmina de barbear. O problema é que, quando a barba é mais rija, demora-se imenso tempo a cortar os pelos todos. E depois, há também aqueles que são um bocado desajeitados, como é o meu caso.
Com a promessa de nos dar tudo aquilo que procuramps, a nova Gillette Fusion 5 Proglide Red Racing é uma máquina de barbear fantástica para quem quer ter a pele super suave e não quer ficar todo cortado após o “serviço”. É que, graças às suas cinco lâminas antifricção, conseguimos um barbear que mal se sente. Mas mesmo sem saber o porquê do seu funcionamento, posso comprovar que a promessa foi cumprida. Há muito tempo que não experimentava algo assim.
Esta Gillette Fusion 5 Proglide Red Racing conta ainda com um aparador de precisão na parte traseira para as zonas difíceis (zona em redor dos lábios e patilhas, por exemplo), faixa lubrastrip e uma tecnologia que emite micropulsações (ou vibrações, para sermos mais diretos) para um deslizar das lâminas com o mínimo de esforço.
Honestamente, no caso da tecnologia que faz toda a lâmina vibrar, é uma função útil para que tenhamos o menor trabalho possível a fazer a barba. Apenas temos de guiar o corte, por assim dizer. Porém, não é de todo recomendado que usem esta vertente (basta carregarem no botão indicado) com as mãos molhadas, pois é bem provável que deixem cair a Gillette para dentro do lavatório.
Claro, recomenda-se também que usem um gel de barbear adequado, para que faça um bom par com esta Gillette.
A Gillette Fusion 5 Red Racing é uma edição especial inspirada no Grande Prémio da Fórmula 1 em Abu Dhabi. Aliás, sabiam que a Gillette tem a decorrer um fantástico passatempo? De resto, a não ser a cor vermelha que apresenta, esta é uma Gillete Fusion 5 Proglide como se vê para compra nos locais habituais.
No final de tudo, posso dizer que, até agora, a minha experiência com a Gillette Fusion 5 Red Racing tem sido excelente. É uma lâmina de barbear indicada para quem tem não só pêlos bem grossos, como para as peles mais sensíveis, uma vez que o risco de corte é praticamente inexistente.
Em termos de preços, o PVP recomendado para a Fusion Power é 8,24€, ao passo que a versão Proglide Power custa 9,74€. Podem encontrar estes produtos em todos os hiper e supermercados do país.
Star Wars Jedi: Fallen Order recebe mais um trailer especial
É já em novembro que chega mais um jogo de Star Wars, desta vez com uma história original e focado numa aventura a solo.
Sustos, ação e diversão na oferta Games With Gold de outubro
A equipa da Xbox já revelou o conjunto de jogos que vai ficar disponível para os subscritores do Xbox Live Gold para o mês de outubro.
Facebook Horizon quer ser o “Matrix” das Redes Sociais
O filme de culto Matrix (sabiam que vem aí o quarto capítulo?) abriu-nos as portas a uma nova questão: e se a realidade fosse uma simulação virtual? Agora, o Facebook parece estar a dar os primeiros passos para criar um mundo virtual alternativo e convida-nos a visitá-lo na sua nova plataforma.
(Terminado) Passatempo “Projeto Gemini” – Temos 10 convites duplos para as antestreias (Lisboa e Matosinhos)

Título Original: Gemini Man
Género: Ação/Sci-Fi
Elenco: Will Smith, Mary Elizabeth Winstead, Clive Owen
Realização: Ang Lee
Argumento: David Benioff e Darrem Lemke
Produção: Jerry Bruckheimer, David Ellison, Dana Goldberg eDon Granger
Produção Executiva: Chad Oman, Mike Stenson, Guo Guangchang, Brian Bell e Don Murphy
Sinopse: ““Projeto Gemini” é um thriller de ação inovador com Will Smith no papel de Henry Brogan, um assassino de elite, que se torna no alvo de perseguição de um jovem e misterioso agente secreto que parece ser capaz de prever todos os seus movimentos.
O filme é realizado pelo vencedor de um Óscar, Ang Lee, e produzido pelos prestigiados Jerry Bruckheimer, David Ellison, Dana Goldberg e Don Granger. Fazem, também, parte do elenco Mary Elizabeth Winstead, Clive Owen e Benedict Wong.”
“Projeto Gemini” tem estreia marcada para Portugal a 10 de outubro.

Billie Eilish é a terceira confirmação no NOS Alive’20
Já tínhamos os regressados Da Weasel, bem como a confirmação de Taylor Swift, nome que muita gente não esperava no NOS Alive’20. E hoje, após um teaser de uma semana, a Everything is New confirmou que Billie Eilish vai estar na próxima edição do festival que se realiza no Passeio Marítimo de Algés.
Novamente, este era um nome que os festivaleiros não esperavam, uma vez que muitos pensavam que o NOS Alive iria anunciar os Green Day. Recorde-se que Billie Eilish é um fenómeno à escala global, esgotando sucessivamente os concertos que vai dando pelo planeta.
Aliás, o concerto que a jovem veio dar no início deste mês à Altice Arena, em Lisboa, comprovou isso mesmo: estava esgotados há meses.
Quanto aos bilhetes, são postos à venda amanhã, dia 28 de setembro, na Ticketline e locais habituais. O bilhete diário custará 69€, enquanto que o passe geral tem um custo de 159€.
Sensible Soccers no Festival Para Gente Sentada
Ainda esta semana o festival foi formalmente anunciado e, desde logo, a organização foi rápida a confirmar os nomes de Jonathan Wilson e O Terno. Agora, há mais uma confirmação para o Festival Para Gente Sentada: os portugueses Sensible Soccers.
Agora com um nova formação, Hugo Gomes, Manuel Justo e André Simão vão ao festival apresentar Aurora, o terceiro disco que contou com produção de B Fachada.
Contam-se 10 faixas de melodias pop neste novo trabalho que fogem ao formato tradicional de canção. Por outras palavras, temos arranjos que se vão desenvolvendo ao longo do tempo, o que mostra a diversidade musical dos Sensible Soccers.
Este ano, a 16.ª edição do Festival Para Gente Sentada, que acontece nos dias 15 e 16 de novembro, leva de novo uma programação cuidada e dedicada de artistas nacionais e internacionais à Sala Principal do Theatro Circo, ao gnration e, como já é habitual, estende também a música ao centro da cidade.
No que toca aos bilhetes, já estão disponíveis na bilheteira do Theatro Circo, gnration, bol.pt e locais habituais por 40€ (passe de dois dias) ou 25€ (bilhete diário).
Foto de: João Pedro Almeida
Nova cerveja Bohemia é indicada para acompanhar queijos e sobremesas
Por esta altura decerto que conhecem a Bohemia, conhecida por criar cervejas diferentes e originais. A nova aposta da marca, mais uma vez numa edição especial e limitada, é a Bohemia Stout, uma cerveja com notas de café e aromas intensos a malte torrado, sendo indicada para acompanhar com queijos e sobremesas.
Gallo lança três novas variedades de vinagre no mercado português
Pode-se dizer que é uma gama inovadora e arrojada de vinagres de sidra. Temos três – Vinagre de Sidra Original, o Vinagre Balsâmico de Sidra e o Vinagre de Sidra Bio – todos provenientes de produtos verdadeiros e puros, diz a Gallo.
Já há alinhamento para o EA Live Lisboa 2019
Quem acompanha o Echo Boomer sabe que já por diversas vezes falámos do EA Live, um festival que decorre num único dia, numa única sala, com diferentes artistas e bandas, sendo que cada atuação tem 40 minutos.
Pois bem, nós já tínhamos o cartaz completo – Gabriel o Pensador, The Gift, Capitão Fausto, Diabo na Cruz, Stereossauro, Keep Razors Sharp e Paus, bem como DJ Ride, Da Chick, Isilda Sanches, Nuno Calado e Isac Ace -, pelo que somente faltava o alinhamento. E ei-lo, finalmente.

Portanto, tudo começa às 17h, com Isac Ace, terminando somente após a atuação de DJ Ride, marcada para as 00h40.
O melhor de tudo? Haverá total liberdade de circulação dentro e fora do recinto. Ou seja, quem estiver no evento pode entrar e sair quando quiser ou variar entre a plateia e balcões.
O EA Live acontece já a 12 de outubro no Campo Pequeno, em Lisboa. Os bilhetes estão à venda na Ticketline e locais habituais, pelo preço fixo de 18€.
Nova Gillette Red Racing pode leva fã da marca a Abu Dhabi
Como? Basta adquirir um dos seguintes produtos: Gillette Fusion 5 Power, Gillette Carr Fusion Power Red 4 unidades, Gillette Carr Fusion Prog Power Red 4 unidades, Gillette Descartavel Sensor3 Red 4+2un, Gillette Maquina Fusion Power Red ou Gillette Maquina Fusion Prog Power Red.
LISB-ON Jardim Sonoro já tem datas para 2020
Depois de uma belíssima edição que decorreu este ano entre 6 e 8 de setembro no Parque Eduardo VII, o LISB-ON Jardim Sonoro, festival urbano que tem vindo a pintar Lisboa com os mais coloridos tons de música eletrónica, já tem regresso marcado para 2020.
Col3trane, HAUTE e Dream People no Super Bock em Stock
Um britânico, um grupo de franceses e jovens portugueses. Falamos, respetivamente, de Col3trane, HAUTE e Dream People, as novas confirmações do Super Bock em Stock.
Uber Eats chega a Lagos e Portimão
Depois de há cerca de duas semanas ter chegado a Albufeira, o Uber Eats, serviço de entrega de refeições da Uber, acaba de se expandir para mais dois concelhos no litoral algarvio: Lagos e Portimão.
Death Stranding chega ao fim da produção e não vai requerer uma subscrição para o online
Death Stranding está a menos de dois meses de chegar à PlayStation 4. Está tão perto que a Kojima Productions anunciou que o jogo já está basicamente feito.
