Setúbal vai ver nascer uma nova biblioteca municipal

Porém, os detalhes são escassos, para não dizer inexistentes, por agora.

Neste momento, se formos ao site da Câmara Municipal de Setúbal, podemos ler que a “Biblioteca Municipal de Setúbal, cumprindo a missão enquanto biblioteca pública, tem como objetivo essencial a satisfação das necessidades dos munícipes em informação, educação, cultura e lazer”.

No local, pode-se fazer tudo aquilo que uma típica biblioteca propõe, como estudar em silêncio, ler alguns livros/revistos, navegar na Internet para concluir trabalhos ou para outros motivos profissionais, entre outras possibilidades.

Ora, os setubalenses sabem que, desde 1948, o antigo edifício da Alfândega é a casa da Biblioteca Municipal de Setúbal, criada em 1873, e a qual funcionaria nos Paços do Concelho até ao incêndio ocorrido naquele edifício aquando da proclamação da República, em Setúbal, na noite de 4 para 5 de Outubro de 1910.

Isto significa que o local, apesar de histórico, vai ficando degradado ao longo do tempo. Sim, obras de reabilitação aconteceram entre 2015 e 2016, mas passou muito pela pintura dos espaços, pela renovação de mobiliário e pela reorganização e otimização do espaço disponível. Por outras palavras, há que dar uma nova vida à Biblioteca Municipal de Setúbal. E é mesmo isso que a CDU vai fazer.

Se passarem pela Avenida Luísa Todi, mesmo ao lado do Auditório José Afonso, irão reparar na existência de um novo placard com a informação de que, naquela zona, mais especificamente no Largo José Afonso, irá ser construída a nova Biblioteca Municipal de Setúbal.

nova Biblioteca Municipal de Setúbal

O placard é acompanhado por duas imagens que, ainda que geradas em computador, permitem perceber o possível aspeto daquela que será a nova biblioteca da cidade.

Este placard só recentemente foi colocado na zona, isto é, não existia durante o período de eleições, o que nos leva a crer que será certamente algo a concretizar em breve.

Sistema de reconhecimento automático de passageiros alargado aos aeroportos do Porto, de Faro e do Funchal

Modernizar, acelerar e melhorar a gestão das fronteiras externas dos países Schengen é o objetivo desta medida, ao mesmo tempo que se aumenta a eficácia dos controlos fronteiriços e se combate a imigração ilegal.

O Sistema de Reconhecimento Automático de Passageiros Identificados Documentalmente (RAPID4ALL) existente no aeroporto de Lisboa passou também a estar disponível nos aeroportos internacionais do Porto, de Faro e do Funchal.

Esta expansão do RAPID4ALL, concebido pelo Serviço de Estrangeiros e Fronteiras (SEF), passa a estar igualmente disponível para os cidadãos do Reino Unido à entrada em território nacional, a exemplo do que já sucede com os cidadãos da Austrália, Japão, Nova Zelândia e Singapura – assim como, à saída do país, para os da Austrália, Brasil, Canadá, Coreia do Sul, EUA, Japão, Nova Zelândia, Singapura e Venezuela.

Este alargamento do RAPID4ALL às restantes infraestruturas aeroportuárias permitirá ao SEF uma maior rapidez no processo de controlo de fronteiras sem nunca comprometer a segurança, na medida em que a experiência e a competência da equipa técnica dos sistemas de informação e dos Inspetores são fatores relevantes de celeridade e fiabilidade que se verificam em simultâneo.

O RAPID4ALL, onde o SEF investiu cerca de 5 milhões de euros, já permitiu controlar cerca de 420.000 passageiros desde 2016.

Icónico Nokia 6310 volta ao mercado, mas numa versão moderna

Esqueçam, portanto, câmaras fotográficas, um grande ecrã ou características de topo.

Quanto os smartphones não existiam, entre muitas outras marcas, era a Nokia que reinava, pelo menos no mercado português. Nessa altura, era muito difícil encontrar alguém que não tivesse um telemóvel da tecnológica, até porque eram muito os modelos disponíveis nas lojas.

Tínhamos o Nokia 3310, o Nokia 7650, o Nokia N-Gage, o Nokia 3600, o Nokia 6800, o Nokia 5100, o Nokia 3300, o Nokia 1100, o Nokia 5300, o Nokia 8210… Bom, vamos parar por aqui porque já perceberam o que queremos dizer: a marca vendeu milhares de milhões de unidades ao longo dos anos, mas a sua popularidade começou a decrescer quando o Android, da Google, estava a dar os primeiros passos.

Tanto que, a certa altura, e já depois de ter tentado singrar no mercado com os seus Nokia Phones e a ajuda da Microsoft, a Nokia acabou por ser vendida à HMD Global, que é a atual responsável pela marca. Neste momento, a tecnológica tem não só smartphones com Android, como também vai apostando no relançamento de modelos icónicos, como é o caso do Nokia 6310.

O original foi lançado em 2001 e era um modelo mais direcionado para o mercado empresarial, até porque foi o primeiro telemóvel da marca a possuir Bluetooth. Agora, o modelo regressa às lojas, mas numa versão mais moderna, ainda que muito básica comparativamente aos equipamentos de hoje em dia. É pensado para quem simplesmente não liga a novas tecnologias.

O novo Nokia 6310 ostenta um ecrã a cores de 2,8″ com resolução de 320×240, 16MB de RAM, 8MB de armazenamento interno (embora possam inserir um cartão microSD até 32GB), bateria de 1.150mAh que permite que fique ligado durante 20 dias em modo standby, Bluetooth, Wi-Fi e GPS. Tem ligação à Internet, logo poderão desenrascar-se com o equipamento para qualquer urgência, embora não lhe possam instalar aquelas apps que todos utilizamos hoje em dia.

Além disso, esta nova versão do Nokia 6310 conta com botões maiores e novos menus com zoom e a opção de tamanho de letra maior, para proporcionar uma maior legibilidade.

Portanto, se são daquelas pessoas que querem ter um telemóvel de reserva, ou têm um familiar que precisa de um novo dispositivo destes, mas não têm paciência para ecrãs touchscreen, então devem seriamente considerar o Nokia 6310. Custa 59€ e pode ser adquirido no site oficial.

Festival de Francesinhas chega ao Seixal pela primeira vez

De carro, de barco, de comboio, de bicicleta… Todos os caminhos vão dar ao Seixal entre os dias 4 e 14 de novembro.

Depois do sucesso em Oeiras, está aí mais um Festival de Francesinhas à Moda do Porto, e logo numa estreia absoluta. Desta vez, o conhecido festival muda-se para o Seixal, mais especificamente para a Avenida Silva Gomes, na Frente Ribeirinha da Amora, para onde levará o melhor do Porto.

Os detalhes são, para já, escassos, pelo que vos aconselhamos a irem seguindo a página de Facebook do festival, pois só assim conseguirão ficar a par de todas as últimas novidades.

Em todo o caso, se tivermos em conta o que aconteceu em Oeiras, participaram restaurantes como I Love Eat, Santa Francesinha, Dickens e Cufra, o que são bons indicativos para esta nova edição. No Seixal, a entrada também será gratuita, pelo que só irão pagar consoante o que consumirem. Os preços por francesinha deverão rondar os 10€.

No que toca a horários, o Festival de Francesinhas funcionará de segunda a sexta, das 12h às 15h e das 19h às 23h, e aos sábados/domingos/feriados das 12h às 23h.

Governo vai reduzir o imposto sobre os combustíveis

E vai também fazer uma monitorização permanente da evolução dos preços.

“O Governo tomou a decisão de reinstituir o modelo de devolução da receita de imposto que obtém por via do preço dos combustíveis”, anunciou o Secretário de Estado dos Assuntos Fiscais, António Mendonça Mendes, numa declaração feita em Lisboa.

O Secretário de Estado acrescentou que “isto significa que, face do aumento do preço médio de venda ao público dos combustíveis, o Estado arrecada um valor superior de 90 milhões de euros de IVA e vai repercutir este valor na diminuição da taxa de Imposto Sobre Produtos Petrolíferos”.

Isto “vai repercutir-se numa descida de dois cêntimos no ISP da gasolina e um cêntimo no ISP do gasóleo”, afirmou, acrescentando que o Governo irá “monitorizar a evolução dos preços médios de venda ao pública para fazer a revisão em alta, se for necessário – esperamos que não –, para devolver todo o valor de acréscimo de IVA que se recebe em função da evolução dos preços dos combustíveis”.

Esta medida entra em vigor amanhã e estará em vigor até 31 de janeiro de 2022.

Recorde-se que este mecanismo já foi usado em 2016, quando os preços estavam muito reduzidos e se aumentou o ISP para compensar a descida de receita do IVA. “Agora, usamos o mesmo mecanismo para fazer o contrário”, indicou António Mendonça Mendes.

[Terminado] Passatempo O Último Duelo – Temos 10 convites duplos para as antestreias em Lisboa e Matosinhos

O Último Duelo chega aos cinemas nacionais a 28 de outubro.

Título original: The Last Duel
Realização: Ridley Scott
Género: Ação, Drama, Histórico
Elenco: Matt Damon, Adam Driver, Jodie Comer, Ben Affleck

Sinopse: “O Último Duelo, do visionário cineasta Ridley Scott, é um emocionante conto de traição e vingança contra a brutalidade e a opressão feminina da França do século XIV. O filme é um épico histórico baseado em eventos reais, protagonizado pelo vencedor do ÓSCAR® Matt Damon e o duas vezes nomeado ao ÓSCAR® Adam Driver, como dois nobres em disputa, cujos problemas deverão ser resolvidas num duelo até à morte. Estreia dia 28 de outubro nos cinemas.”

Echo Boomer, em parceria com a NOS Audiovisuais, tem para oferecer 10 convites duplos (5 para Lisboa e 5 para Matosinhos) para as antestreias de O Último Duelo no dia 26 de outubro, às 21h, no Cinema NOS Colombo, em Lisboa, e no Cinema NOS NorteShopping, em Matosinhos.

Regras de participação:

  • Visitar e deixar Gosto na página de Facebook do Echo Boomer;
  • Visitar e deixar Gosto na página de Facebook dos Cinemas NOS;
  • Identificar um amigo nos comentários do post no Facebook;
  • Preencher o formulário aqui em baixo:

O passatempo decorre até às 23h59h de 20 de outubro. Os vencedores serão informados diretamente via email.

ATENÇÃO: Só será aceite uma participação vencedora por pessoa e por passatempo. No ato de levantamento do convite será obrigatória a apresentação do documento de identificação do vencedor. Não serão entregues convites mediante apresentação da identificação pessoal do vencedor por outras pessoas, nem cópias dos referidos documentos.

Para a segurança de todos, o uso de máscara é obrigatório. No dia das antestreias, cheguem com antecedência.

Hidrogénio verde está a chegar ao Seixal

A GGND (Galp Gás Natural Distribuição), detentora de nove empresas de distribuição regional de gás em Portugal e líder do setor, apresentou hoje no Seixal o primeiro projeto em Portugal de injeção de hidrogénio verde na rede de gás, o Green Pipeline Project.

Este projeto, pioneiro em Portugal, vai abranger 80 clientes residenciais, terciários e indústria. Os clientes terão a oportunidade de receber uma mistura de gás natural e hidrogénio já a partir de janeiro de 2022, dando assim um importante passo no processo de transição energética em Portugal.

Liderado pela GGND, o Green Pipeline Project conta com a participação de vários parceiros, desde a área da engenharia à construção, juntando os contributos da academia e de instituições públicas e privadas. O hidrogénio verde, combustível 100% renovável, vai ser produzido no Parque Industrial do Seixal, através da parceria da GGND com a empresa portuguesa Gestene.

Numa fase inicial do projeto, será injetado 2% de hidrogénio na rede de gás natural, subindo gradualmente esta percentagem até um máximo de 20% num período de dois anos. Todo o processo vai ser monitorizado e acompanhado em detalhe por um grupo de especialistas, de forma a que este projeto possa servir de exemplo de boas práticas, para muitos outros projetos que certamente irão ocorrer no futuro, tanto a nível nacional como internacional.

Este projeto é financiado pelo Fundo de Apoio à Inovação (FAI), tendo ao mesmo sido atribuída a avaliação de mérito excecional, pelo seu caráter inovador e relevância no momento atual.

Para quem não sabe exatamente o que é o hidrogénio verde, trata-se de um combustível 100% renovável. É produzido através da eletrólise da água, que consiste na separação das moléculas de hidrogénio e oxigénio, com recurso a um eletrolisador alimentado com energia elétrica renovável.

Além disso, o hidrogénio pode substituir o gás natural nas diversas aplicações em que este é hoje utilizado, destacando o potencial para a utilização na indústria, mobilidade, ou utilização em edifícios, tendo como grande contributo para a descarbonização o facto de ser libertada apenas água para a atmosfera após a utilização do hidrogénio.

EMEL inaugura terceira ilha de carregamento rápido para veículos elétricos em Lisboa

Atualmente, a EMEL dispõe de um total de 26 Postos de Carregamento de Veículos Elétricos.

A EMEL abriu hoje a sua terceira ilha de carregamento rápido para veículos elétricos (VE). Situada no Campo Grande (Entrecampos), conta com seis postos que permitem o carregamento a 12 VE em simultâneo: seis a 43kW (AC) e seis a 50 kW (DC) de potência.

Esta nova ilha de carregamento de VE junta-se às duas primeiras instaladas, instaladas no passado mês de julho no Parque das Nações e no Restelo.

Atualmente, a EMEL dispõe de 26 Postos de Carregamento de Veículos Elétricos (correspondendo a 52 tomadas) em cinco dos seus Parques de Estacionamento, e 20 Postos na via pública (correspondendo a 39 tomadas):

  • Parque de Estacionamento do Campo das Cebolas – cinco Postos de Carregamento, num total de 10 tomadas (seis com 22kW e quatro com 7,4 kW de potência);
  • Parque de Estacionamento da Ameixoeira – seis Postos de Carregamento, num total de 12 tomadas, com 7,4 kW de potência disponível por tomada;
  • Parque de Estacionamento da Graça – dois Postos de Carregamento, num total de quatro tomadas, com 7,4 kW de potência disponível por tomada;
  • Parque de Estacionamento Manuel Gouveia – cinco Postos de Carregamento, num total de 10 tomadas, com 7,4 kW de potência disponível por tomada;
  • Parque de Estacionamento do Lumiar – oito Postos de Carregamento, num total de 16 tomadas (oito com 22kW e oito com 7,4 kW de potência);
  • Parque das Nações – seis Postos de Carregamento, com 12 tomadas (seis a 43kW e seis a 50 kW de potência);
  • Restelo – seis Postos de Carregamento, com 12 tomadas (seis a 43kW e seis a 50 kW de potência); Entrecampos – junto ao Edifício Central da Câmara Municipal de Lisboa (no âmbito do projeto Sharing Cities) – dois Postos de Carregamento, num total de três tomadas (duas com 22kW e uma de carga rápida com 50 kW de potência);
  • Entrecampos – junto ao Edifício Central da Câmara Municipal de Lisboa – seis Postos de Carregamento, com 12 tomadas (seis a 43kW e seis a 50 kW de potência).

Globoplay já está disponível em Portugal. Custa 8,99€/mês

Ao todo, estão contemplados mais de 1.000 títulos.

Fãs de novelas, reality shows e não só, chegou o serviço de streaming perfeito para todos vós. Depois de algum teasing, chegou finalmente a Portugal o Globoplay, a maior plataforma brasileira de streaming.

O serviço de streaming oferece um amplo e variado catálogo on demand, além da transmissão de sete canais em direto – Canal Globo Internacional, Multishow, GloboNews, GNT, VIVA e ainda dois canais de desporto.

Ao todo, estão contemplados mais de 1.000 títulos e, entre eles, mais de 30 conteúdos originais que o público apenas poderá assistir no Globoplay. E a oferta não podia ser mais variada. São mais de 20 mil horas de novelas; mais de 170 programas de entretenimento; mais de 200 séries; além de 3500 horas de desporto em direto.

Um dos destaques é Verdades Secretas II, a primeira novela brasileira para o streaming e produção original Globoplay que será lançada no próximo dia 20. Seis anos após o enorme sucesso da trama de Walcyr Carrasco, a continuação da história será exibida em exclusivo na plataforma de streaming da Globo.

Outra das grandes novidades do catálogo do Globoplay é o Big Brother Brasil, que poderá ser visto pelos assinantes da plataforma de streaming já a partir de janeiro de 2022. A nova edição do famoso reality show será apresentada por Tadeu Schmidt, que irá estrear-se na condução do BBB após ter sido apresentador do Fantástico durante 14 anos.

No catálogo do Globoplay encontram-se ainda conteúdos originais como Onde Está Meu Coração, Lexa, Desalma, O Caso Evandro e As Five; novelas que emocionaram o público português como Avenida Brasil e O Clone e ainda Que História é Essa, Porchat?, Vai que Cola e Tempero de Família, entre muitos outros.

Com um custo mensal de 8,99€, os subscritores poderão ver o que está disponível no serviço via browser (PC ou portátil), no smartphone, tablet e, claro, na Smart TV (app disponível nas Smart TV da Samsung e LG).

Swans saem do Amplifest 2022, mas entram Anna von Hausswolff, Wolves In The Throne Room e Brutus

Boas e más notícias, portanto.

Comecemos pela pior parte: os Swans não estarão presentes no Amplifest 2022. Trata-se de uma decisão alheia à Amplificasom, que explica que o cancelamento deve-se ao facto de a banda ter adiado a tour que estava prevista para o próximo ano. Já a melhor parte? Há três novas confirmações no cartaz.

Anna von Hausswolff, que regressa ao festival após a inesquecível apresentação em 2016; Wolves In The Throne Room, autores de obras ímpares de black metal moderno como Two Hunters, Black Cascade ou o novíssimo e altamente aclamado Primordial Arcana; e Brutus, um jovem trio que, com apenas dois álbuns editados até ao momento, conquistaram já a estima do público e da crítica, são as mais recentes adições ao fantástico lineup do Amplifest 2022.

Estes novos nomes juntam-se aos já anunciados Amenra, Caspian, Cult of Luna, Elder, Holy Fawn, Irist, Jo Quail, Oranssi Pazuzu, Pallbearer, Telepathy, Godspeed You! Black Emperor, Lingua Ignota e SUMAC.

O Amplifest anunciará mais novidades até ao final deste ano. Quanto aos bilhetes, ainda estão à venda para o segundo fim de semana do Amplifest 2022. No que toca ao primeiro fim de semana, não existe, de momento, novos bilhetes para compra.

Recorde-se que o festival acontecerá de 7 a 9 de outubro, no FDS1, e a 13, 14 e 15 do mesmo mês no FDS2, no Hard Club, no Porto.

Está de volta a Meia Maratona de Setúbal

Setúbal volta a correr por gosto nos dias 30 e 31 de outubro.

Depois de adiada no último ano devido à pandemia, a Alegro Meia Maratona de Setúbal regressa à cidade no próximo dia 31 de outubro, tendo os mais pequenos prova reservada no dia 30. Da cidade à serra, Setúbal volta a correr por gosto com todas as medidas de segurança.

Com graus de dificuldade diferentes, todos os amantes do desporto são desafiados a participar na Alegro Meia Maratona de Setúbal, seja qual for a idade ou o nível de resistência. Um evento pensado para todos, para promover um estilo de vida saudável, até porque está dividido em três provas: Meia Maratona, Corrida das Famílias e Corrida Miúdos Alegro.

A Meia Maratona, marcada para o dia 31 de outubro, às 10h, tem como ponto de partida o centro comercial Alegro Setúbal e estende-se ao longo de 21 km até à meta na Avenida Luísa Todi. Este percurso prima sobretudo pela beleza natural, com passagem pela Serra da Arrábida, e tem um nível de exigência superior mas também desafiante para os verdadeiros amantes da corrida.

Também no dia 31 de outubro decorre a Corrida das Famílias, com largada pelas 10h20, logo após a da Meia Maratona. Tem um percurso de 5,5 km, igualmente desafiante, mas com um percurso mais leve, onde todos são convidados a participar, seja qual for o tempo que demorarem a concluir a prova.

Para os pequenos amantes do desporto, a chamada é no dia 30 de outubro, estando todos convidados a participar na Corrida Miúdos Alegro, que começa às 16h. Bambis, Benjamins e Infantis vão correr em percursos que variam entre os 200 e os 1000 metros, consoante a faixa etária.

Para participarem, é necessário inscreverem-se previamente através do site oficial da competição. As inscrições na Meia Maratona e na Corrida das Famílias já estão abertas, sendo que a participação na Corrida Miúdos Alegro é gratuita. No caso da Corrida das Famílias, o preço é de 7€ por pessoa. Para aqueles que desejam investir na meia maratona, o preço sobe para os 12€.

Este ano, os cinco primeiros classificados da Meia Maratona voltam a receber prémios monetários, que vão dos 100€ (para quem ficar em quinto lugar) aos 500€ (para quem ficar em primeiro).

Para quem vai participar, saibam que há condições especiais de alojamento proporcionadas pelo Hotel Novotel Setúbal e pelo Hotel Mar e Sol.

No dia da prova, o parque de estacionamento P4 do Alegro Setúbal estará reservado para os participantes da Alegro Meia Maratona de Setúbal e Corrida das Famílias. Também nesse dia, a organização disponibilizará transporta da partida (Alegro Setúbal) para a meta (Av. Luísa Todi), para os acompanhantes, a partir das 10h. O intervalo de saída dos autocarros será de 15 minutos, aproximadamente. No final da prova, está igualmente assegurado o transporte dos atletas e acompanhantes da meta (Av. Luísa Todi) para a partida (Alegro Setúbal).

O percurso ao detalhe e outras informações estão disponíveis no site oficial.

Governo proíbe menores de 16 anos nas touradas

Porém, os menores de idade podem entrar na mesma… desde que acompanhados por um adulto.

Esta quinta-feira, após mais uma reunião do Conselho de Ministros, foi aprovado o decreto-lei que altera a classificação etária para assistir a espetáculos tauromáquicos, fixando-a nos maiores de 16 anos, à semelhança do que acontece para o acesso e exercício das atividades de artista tauromáquico e de auxiliar de espetáculo tauromáquico. Porém, na prática, é algo que pouco muda.

É que esta proibição, que até aqui dizia respeito a menores de 12 anos, apenas se aplica no caso de estes jovens tentarem aceder aos espetáculos sem estarem acompanhados por um adulto. Por outras palavras, os menores poderão continuar a aceder a espetáculos tauromáquicos… desde que acompanhados pelos pais ou um adulto.

Esta mudança deve-se à recomendação do comité das Nações Unidas para os Direitos das Crianças, que tinha recomendado a Portugal a alteração da idade mínima para assistir a touradas para os 18 anos.

Mercadona Montijo já começou a ser construído. Deve abrir antes do final de 2022

Até lá, a empresa está a contratar.

Foi em abril deste ano, quando em 2020 já circulavam uns rumores, que tivemos a confirmação de que a Mercadona iria eventualmente chegar ao Montijo. Na altura, ficámos a saber que o supermercado iria ser construído na zona do Pau Queimado, indo contar com uma área de venda de cerca de 1900 m2 e um parque de estacionamento com 190 lugares.

Meses depois, mais especificamente em agosto, a empresa anunciou que tinha dado início ao processo de recrutamento não só para essa loja, mas também para a de Setúbal. Agora, e já depois de vos termos revelado que a construção do Mercadona Setúbal começou recentemente, devendo entrar em funcionamento algures no final de agosto de 2022, inícios de setembro, eis que temos indicação que as obras já arrancaram para dar início à construção da Mercadona Montijo.

Se passarem junto da Zona Industrial do Pau Queimado, entre a Rua do Laboratório e a EN 5, na freguesia do Afonsoeiro, irão reparar que o terreno já se encontra vedado com taipais, sendo que já se fazem escavações na terra graças ao movimento de várias máquinas.

Como as obras só agora começaram, tal significa que o novo supermercado só deverá ser inaugurado algures durante outubro de 2022 ou, então, na pior de hipóteses, nos primeiros dias de novembro do próximo ano.

Até lá, os interessados podem sempre candidatar-se para as posições que a empresa tem em aberto não só para este supermercado, como para o de Setúbal. Será a primeira vez que a marca chega ao distrito de Setúbal, esperando recrutar cerca de 130 pessoas (65 por loja) na região.

A espanhola Mercadona é uma empresa que vai fazendo chegar regularmente novos produtos às prateleiras das lojas. Recentemente, a marca abriu um Centro de Coinovação em Lisboa destinado ao desenvolvimento de novos produtos, onde irá contar com a ajuda de vários clientes.

Hazard Zone é o novo modo de alto risco de Battlefield 2042

A DICE e a EA revelaram um novo modo de jogo para esta aposta multijogador.

Depois de um período de beta onde jogadores de todo o mundo puderam experimentar as batalhas de grande escala do modo Conquest, com 128 jogadores em campo nas versões de PC e consolas da nova geração, a DICE e a EA revelaram um novo modo de jogo para Battlefield 2042, a Hazard Zone.

Apesar de ser uma experiência de multijogador, a Hazard Zone conta com uma premissa narrativa passada no ano de 2040, após um apagão mundial que reduz em 70% o número de satélites em órbita. Com as grandes nações à beira do conflito, satélites temporários de baixa órbita começam a ser utilizados como método de recolha de informação, atraindo assim a oportunidade de ambos os lados colocarem as mãos em dados importantes.

Inspirado em modos de extração, no Hazard Zone os jogadores juntam-se em equipas de quatro e terão que jogar cooperativamente dando uso das habilidades dos especialistas para recuperarem a tão desejada informação antes dos oponentes, ao mesmo tempo que terão que lidar com uma tempestade que vai fechado a pouco e pouco. Ao todo, serão 32 jogadores no PC e consolas da nova geração e 24 jogadores por partida na Xbox One e PlayStation 4.

O Hazard Zone junta-se assim ao Conquest, Breakthrough e Portal, modos que estarão disponíveis no lançamento de Battlefield 2042, quando este chegar ao PC e consolas a 19 de novembro.

Far Cry 6 – A verdadeira definição de insanidade num jogo perfeitamente OK

Far Cry 6 é mais Far Cry, na soma de todos os elementos que distinguem esta saga de outros FPS em mundo aberto.

Por esta altura, já conhecem o icónico discurso de Vaas Montenegro, o antagonista lunático de Far Cry 3. Na introdução da campanha, Vaas questiona o protagonista/jogador sobre a definição de insanidade, definindo-a como o ato de repetir as mesmas ações na expectativa de que algo mude. Hoje olho para esse discurso como uma espécie de representação da série, um elemento “meta”, onde as expetativas chocam entre a vontade de inovar e a dedicação a uma fórmula que se recusa a mudar.

Far Cry 6 é uma repetição do que veio para trás, se visto ao longe, claro, e se pegarmos na soma das suas partes. É um jogo que já vimos, que já jogámos, que tenta implementar coisas novas, mas que sabe exatamente ao mesmo. Pouco evolui, pouco revoluciona a série.

É um sentimento e uma crítica partilhada por jogadores e críticos que pegaram no jogo antes do seu lançamento e com o qual eu me alinho. No entanto, não vejo isto como algo negativo: antes pelo contrário. A sua natureza enquanto sequela “obriga” o novo capítulo a seguir o mesmo template, a abraçar as ideias e conceitos que definem esta propriedade inteletual e que são exatamente aquilo que os fãs procuram jogo após jogo.

Entrar em Far Cry 6 e apontar que é outra vez o mesmo é redutor e injusto. Há, obviamente, várias verdades que resultam nesse sentimento e que são mais óbvias e aparentes quando exploramos cada um dos jogos desta saga de forma mais superficial e casual. É como olhar para um jogo desportivo, como, por exemplo, FIFA 22, e de forma cínica dizer “é o mesmo que nos anos anteriores”. Os jogadores mais acérrimos saberão que não é e que há coisas boas e coisas más que o distinguem de outras entradas anteriores.

E Far Cry 6 é isso mesmo. É mais Far Cry, é a soma de todos os elementos que distinguem esta saga de outros FPS em mundo aberto. Temos um novo local exótico composto por zonas selvagens e urbanas, temos fações e pontos de controlo para resgatar, temos um vilão lunático, um mapa enorme cheio de segredo e pontos de interesse para explorar, missões de caça, missões secundárias e principais. Também temos um/uma protagonista que funciona como “líder” na salvação dessa região e, de alguma forma, toda uma premissa única e separada de restantes entradas, tornando a série numa antologia.

O loop de jogabilidade, os objetivos, as nossas ações e tudo o que fazemos em Far Cry 6 é também superficialmente semelhante ao que já vimos. E sabem que mais? Para mim resulta. Resulta tão bem que, a certa altura, dei por mim investido e em piloto automático a limpar objetivos uns atras dos outros, de forma quase compulsiva como em jogos no passado, em particular Far Cry 3 e Far Cry 3: Blood Dragon. Sinais de que a fórmula resulta.

Mesmo a sua premissa, desta vez focada no arquipélago de Yara – controlado pelas forças de Antón Castillo (protagonizado por Giancarlo Esposito) –, que teremos que libertar com a ajuda de vários líderes de diferentes guerrilhas, segue esta fórmula tradicional e cliché de convencer grupos de personagens resolvendo os seus problemas com missões de resgate, infiltrações e ataques. Esta estrutura serve a narrativa, que funciona apenas de pano de fundo para justificar as restantes ações em atividades secundárias durante a jornada de Dani Rojas neste ambiente paradisíaco, como tomar controlo de determinadas áreas e limpando-as de forças inimigas. Podia fazer uma análise diferente, enunciando a qualidade desta história ou criticando o peso das mensagens e posições políticas que apregoa, mas, no fim do dia, a história de um Far Cry é tão importante como a história num filme pornográfico. Não interessa assim tanto como a ação que propõe.

Não quer dizer assim que não hajam novidades face aos jogos anteriores, porque existem, sendo o grande destaque o protagonista de Far Cry 6, que é agora uma personagem mais presente e com a qual criamos uma relação de camaradagem, seguindo a sua jornada em vez de assumirmos completamente essa personagem através do role-play. Isto porque pela primeira vez na série o/a protagonista, Dani Rojas, aparece na terceira pessoa em diferentes instâncias, como cinemáticas, navegação em hubs comunitários e com ataques especiais durante o combate. E a verdade é que é uma novidade que resulta, pois torna-se mais fácil de criar uma ligação emocional, não só com Dani, mas com os restantes aliados que nos acompanham nesta aventura, motivando-nos assim a seguir mais frequentemente a campanha principal do jogo.

Outra alteração que mudou fundamentalmente a minha experiência de jogo foi a remoção da tradicional skill tree, que nos jogos anteriores permitia o desbloqueio de habilidades únicas ou a transformação das nossas stats, dando mais vida, tornando-nos mais letais, mais rápidos, etc, características que eram conseguidas em troco de missões e objetivos. Em Far Cry 6, a skill tree é trocada por um sistema tradicionalmente RPG, com stats e características associadas aos nossos equipamentos, nomeadamente às roupas que podem ser desbloqueadas também por objetivos. No papel, parece uma troca justa. Já na prática, é impactante a vários níveis, pois obriga-nos a escolher determinados equipamentos para determinadas finalidades e não torna tão motivante o “grind” de objetivos secundários para desbloquear determinadas características.

Estes são apenas dois exemplos de que Far Cry 6 tem, efetivamente, diferenças estruturais além das óbvias, como a mudança de região, a história nova e uma direção de arte ajustada ao tema do jogo. Mas continua a ser um Far Cry, sem tirar nem por. Há quem adore o formato, e nesse caso saia satisfeito, e quem realmente esteja já farto de não ver a série a fazer algo novo e diferente – grupo ao qual, honestamente, e apesar de me estar a divertir com Far Cry 6, me insiro -, mas que, no entanto, não tenho qualquer ideia ou proposta para onde é que a série poderá ir.

Far Cry 6 pode ser jogado no PC, consolas Xbox, PlayStation e serviços de streaming como o Google Stadia.

Cópia para análise (versão PlayStation 5) cedida pela Ubisoft.

Novo centro de distribuição da Sonae é o maior entreposto refrigerado em Portugal

Tem um total de 70 mil m2.

Foi hoje inaugurado, na Azambuja, o novo edifício do Centro de Distribuição da Sonae MC. É o maior entreposto refrigerado em Portugal.

O projeto resulta de um investimento da Sonae MC na expansão dos Entrepostos da Azambuja e da Maia, este último previsto para 2022, em cerca de 50 milhões de euros, entre estrutura e equipamentos. A expansão do Centro de Distribuição da Sonae MC na Azambuja criou mais 300 novos postos de trabalho e vem aumentar a capacidade e a rapidez de abastecimento às lojas Continente da região centro e sul do país.

Com um total de 70 mil m2, o Centro de Distribuição da Sonae MC na Azambuja permite receber e armazenar produtos do país inteiro, sem perderem a frescura, e distribuí-los por todo o Centro e Sul de Portugal Continental, Madeira e Açores. Diariamente saem mais de 9000 paletes de produtos para abastecer as lojas Continente.

O projeto de ampliação do Entreposto da Azambuja inclui a integração do novo Centro de Pescado, que recebe toda a operação que se encontrava em Santarém e aumenta a capacidade de abastecimento. Integra ainda a nova unidade de acondicionamento e preparação do peixe refrigerado (incluindo bacalhau salgado). O objetivo da Sonae MC é concentrar o envio dos produtos frescos das lojas sul do país no mesmo local, recolhendo os produtos frescos de madrugada e entregando os pedidos das lojas em 24h.

O novo Entreposto foi todo construído com preocupações sustentáveis, desde o design à manutenção, passando pela construção e operação, permitindo a certificação internacional LEED Gold (Leadership In Energy & Environmental Design) pelo United States Green Building Council, uma das mais reconhecidas entidades mundiais de Certificação de Projetos Imobiliários Sustentáveis.

O novo edifício está equipado com inovadores sistemas de refrigeração e isolamento mais eficientes em termos energéticos e mais amigos do ambiente. A entrega conjunta de produtos frescos permite fazer menos 20% de entregas às lojas, uma redução de 1.400.000 km percorridos por ano e o equivalente a uma poupança de 1.100 toneladas de CO2 por ano.

Com 6.900 painéis, uma potência de 3MWp e uma produção anual de 4GWh, a Sonae MC, através da Elergone Energia, assegura 30% da potência da central fotovoltaica da Azambuja. Com 20 mil m2 de área, esta é uma das maiores centrais de autoconsumo em cobertura na Península Ibérica e evita, anualmente, a produção de mais 1000 toneladas de CO2.

Mas nem tudo são boas notícias. Durante o evento de inauguração, o administrador da Sonae MC, Miguel Águas, admitiu ser “inevitável” que haja aumentos de custos ao longo da cadeia devido à subida do preço do combustível, mas que a empresa tem trabalhado para que o impacto não venha a ser sentido pelos clientes.

Como o preço dos combustíveis é algo que impacta os custos de transporte de mercadorias, “essa crise pode levar até que o setor como um todo acabe por ter impactos ou na sua conta exploração ou impacto no custo dos próprios produtos para os consumidores”, disse o responsável aos jornalistas presentes no evento de inauguração do novo centro de distribuição.

Manteigaria abre nova loja em Portugal, desta vez no bairro de Alvalade

Ao todo, a marca conta agora com seis lojas no nosso país.

Depois de lojas no Chiado, Time Out Market e Rua Augusta, isto só para referirmos a cidade de Lisboa, eis que ficamos agora a saber que, no mês passado, a Manteigaria abriu uma nova loja na capital portuguesa, desta vez no bairro de Alvalade.

A loja, que pode ser visitada na Avenida Rio de Janeiro, 44, segue o conceito dos restantes, em que todo o processo de confeção do pastel de nata é visível aos clientes, numa produção 100% artesanal. No menu, podem também encontrar uma variedade de bebidas para acompanhar o vosso pastel de nata feito na hora.

A escolha da localização tem por base o conceito da marca, que se revê no tradicional e tipicamente português. Com a nova loja no bairro de Alvalade, a marca fica ainda mais próxima dos seus clientes, além da baixa lisboeta.

Este mais recente spot da marca está aberto todos os dias, das 8h às 20h. Além das quatro lojas em Lisboa, a Manteigaria tem ainda mais duas lojas no Porto: Rua dos Clérigos e espaço Delta (junto ao mercado do Bolhão).

Repsol investe 657 milhões de euros para ampliar Complexo Industrial de Sines

Este investimento industrial, que é o maior dos últimos 10 anos em Portugal e permitirá melhorar a balança comercial do país, contempla a construção de duas fábricas de polímeros, cada uma com uma capacidade de 300.000 toneladas por ano, com produtos 100% recicláveis.

Esta semana, Repsol e Governo português assinaram um contrato de investimento que vai envolver muitos milhões de euros na ampliação do Complexo Industrial de Sines. 657 milhões, para sermos mais precisos.

O acordo, formalizado esta semana, foi considerado, pelo Estado português, como sendo de potencial interesse nacional (PIN), o que levou à contratualização de incentivos fiscais ao investimento no valor de até 63 milhões de euros.

O maior investimento industrial realizado nos últimos 10 anos em Portugal, que permitirá melhorar a balança comercial do país, contempla a construção de uma fábrica de polietileno linear (PEL) e uma fábrica de polipropileno (PP), cada uma com uma capacidade de 300.000 toneladas por ano. As tecnologias de ambas as fábricas, que têm conclusão prevista para 2025, garantem a máxima eficiência energética, são líderes de mercado e as primeiras do seu género a serem instaladas na Península Ibérica. Contribuirão, ainda, para a integração e diversificação da área industrial da Repsol e a sua liderança na Europa. Os novos produtos são 100% recicláveis, como com todas as poliolefinas Repsol, e podem ser utilizados para aplicações altamente especializadas, alinhadas com a transição energética nas indústrias farmacêutica, automóvel ou alimentar.

Durante a fase de construção, estima-se que sejam criados, em média, 550 empregos, com momentos que poderão chegar a mais de 1.000 postos de trabalho. Quando as fábricas estiverem em funcionamento, o aumento de pessoal será de cerca de 75 empregos diretos e 300 empregos indiretos. Em linha com o empenho da Repsol para atrair e reter talento, todos os postos de trabalho mantidos e criados serão qualificados, não deslocalizáveis.

Este projeto permite à multienegética prosseguir o seu objetivo de ser uma empresa de emissões líquidas zero até 2050 e está alinhado com a estratégia do Acordo de Paris. Além disso, este investimento, em conjugação com a localização estratégica da ZILS – Zona Industrial e Logística de Sines (gerida pela AICEP Global Parques – Gestão de Áreas Empresariais e Serviços, subsidiária da AICEP), a proximidade ao porto de Sines e a criação de novas instalações logísticas, como a anunciada pela IP de Portugal para a reabilitação do Ramal do Complexo Industrial de Sines, permitirá desenvolver mais sinergias na área industrial da empresa, melhorar a conexão ao mercado europeu e reduzir a pegada de carbono do transporte dos produtos.

A Repsol já está a transformar todos os seus complexos industriais em centros multienergéticos, equipando-os com as mais recentes tecnologias que lhes permitem descarbonizar os seus processos, através da melhoraria da eficiência energética, do impulso da economia circular, da produção de hidrogénio sustentável e incremento da utilização e captura de CO2.

Último troço da Linha da Beira Alta vai ser modernizado

Irá beneficiar o transporte de mercadorias e de passageiros nas ligações inter-regionais.

Esta semana, foi consignada a empreitada de modernização do último troço da linha férrea da Beira Alta, entre Santa Comba Dão e Mangualde, para o transporte de mercadorias em Portugal.

A empreitada, adjudicada ao consórcio Sacyr Somague/Sacyr Neopul, envolve a requalificação integral do troço com 40 quilómetros de extensão, entre as estações ferroviárias de Santa Comba Dão e de Mangualde, dotando a via-férrea de maior capacidade operacional e melhores condições de segurança e circulação, beneficiando o transporte de mercadorias e de passageiros nas ligações inter-regionais.

“Vamos poder ter comboios maiores, com 750 metros, e aumentar a capacidade do número de comboios que podem circular na linha e vamos torná-los mais interatuáveis”, disse o Secretário de Estado das Infraestruturas, Jorge Delgado, acerca desta obra.

Representando um investimento de 57,6 milhões de euros, esta obra é desenvolvida no âmbito do Programa de modernização da Rede Ferroviária Nacional, Ferrovia2020.

Com o início desta empreitada, a IP – Infraestruturas de Portugal está atualmente a realizar obras de requalificação integral e modernização no valor de cerca de 300 milhões de euros, numa extensão de cerca de 190 quilómetros da Linha da Beira Alta.

Eis o primeiro Porto 5G em Portugal

O 5G da NOS contribui para segurança e eficiência das operações.

Desde 2019 que Matosinhos é um laboratório vivo de inovação, para o qual a NOS tem contribuído ativamente, tornando a cidade mais inteligente e aplicando a tecnologia 5G a projetos que contribuam para o aumento da sua eficiência e competitividade em diversas áreas, nomeadamente na da indústria.

É neste contexto que a NOS e a APDL – Administração dos Portos do Douro, Leixões e Viana do Castelo – apresentam o Primeiro Porto 5G em Portugal. Integralmente coberto com a quinta geração de redes móveis da NOS, o Porto de Leixões poderá agora contar com significativos incrementos em termos de competitividade, eficiência e segurança na gestão desta importante infraestrutura nacional.

A parceria com a NOS vai permitir à APDL monitorizar estas complexas operações com recurso a drones 5G, equipados com câmaras capazes de transmitir, em tempo real, imagens de vídeo em alta qualidade para a sala de controlo.

Com estes meios de monitorização remotos, tanto o centro de operações, como os pilotos dos navios podem acompanhar um conjunto de manobras de maior risco, aumentando simultaneamente a capacidade para realizar inspeções no local, com maior frequência, flexibilidade e segurança bem como permitir um apoio fundamental na gestão à resposta e mitigação em caso de incidentes.

Os drones 5G estão ainda preparados para ser equipados com sensores ambientais, de ruído e qualidade do ar, capazes de medir os impactos de cada operação em tempo real e diretamente no local.