Algarve Outlet muda (novamente) de nome para Ria Shopping e terá um hotel integrado

Muitas novidades fruto de um processo de reestruturação de todo este complexo comercial.

No início deste mês, a Domino’s Pizza abriu a sua primeira loja no Algarve, mais especificamente no Algarve Outlet, em Olhão. O que ninguém sabia até agora é que este complexo comercial vai não só mudar de nome, como ganhar várias novidades.

Ria Shopping será o novo nome do Algarve Outlet. De acordo com a Savills, consultora imobiliária internacional, o complexo comercial terá cerca de 14.000 m² distribuídos por dois pisos (R/C e 1.º andar) e será dotado de uma oferta comercial diversificada, procurando ir ao encontro das necessidades e interesses dos aproximadamente 45 mil habitantes de Olhão. O 2.º andar ficará reservado para um operador hoteleiro internacional, um ginásio, uma clínica de saúde e outras atividades que complementem a oferta disponível. Também um serviço de self storage está previsto para o shopping ao nível da zona de parking.

O projeto Ria Shopping irá desenvolver-se em duas fases. Espera-se que a zona comercial abra as suas portas, totalmente renovada, já este ano de 2022, ao passo que a inauguração da unidade hoteleira está prevista para 2023.

Polestar, marca de veículos elétricos da Volvo, vai entrar em Portugal até junho

Mas os detalhes sobre a chegada ao mercado português ainda são escassos.

Têm possibilidade de adquirir um Tesla e talvez até estejam interessados, mas não estão totalmente convencidos com a empresa de automóveis elétricos de Elon Musk? Então aguardem uns meses. Em breve, chegará a Portugal uma marca que promete concorrer neste segmento.

Trata-se da Polestar, marca de veículos elétricos da Volvo. De acordo com o Jornal de Negócios (acesso pago), a marca vai entrar em Portugal, Espanha e Irlanda este semestre.

“A maioria das nossas operações estará a cargo da Polestar Espanha, com um número mínimo de empregados em Portugal para gerir as operações locais”, explicou fonte oficial da marca ao mesmo jornal.

Quando a Polestar se estabelecer cá, terá alguns espaços – as localizações ainda não conhecidas – que vão servir para a realização de test-drives e, claro, para entregar os veículos. Mas atenção que os veículos da marca somente poderão ser adquiridos online, através do site oficial.

Além da Tesla, a Polestar também vê na Porsche um rival a abater.

ELEVEN venceu Prémio Cinco Estrelas 2022 na categoria de canais desportivos

Teve a classificação mais elevada entre os cinco canais desportivos finalistas.

É seguro dizer que, desde que a ELEVEN chegou a Portugal, a transmissão de conteúdos desportivos nunca mais foi a mesma coisa. Se, antes, a Sport TV tinha quase o monopólio do mercado, a entrada da ELEVEN no nosso país veio animar as coisas. E ainda bem.

Ora, uma empresa que causa impacto tende, naturalmente, a ganhar prémios. E foi que aconteceu recentemente, com a ELEVEN a ter vencido o Prémio Cinco Estrelas 2022 na categoria de canais desportivos.

Nos resultados divulgados no passado dia 2 de janeiro no site do Prémio Cinco Estrelas, a ELEVEN atingiu a classificação final de 81,40%, resultante das avaliações (escala de 0 a 10) de atributos como a diversidade (7,83), característica específica da categoria, satisfação (7,29), confiança (8,26) e inovação (9,17).

O Prémio Cinco Estrelas é um sistema de avaliação e certificação, que mede o grau de satisfação que produtos, serviços, marcas, personalidades e órgãos de comunicação social conferem aos seus utilizadores. Nesta 8ª edição, foram cerca de 320.000 consumidores que, durante nove meses, avaliaram e testaram 1035 marcas, tendo como critérios a satisfação de experimentação, a relação preço-qualidade, a intenção de compra ou recomendação, a inovação e ainda a confiança na marca.

Banco CTT deixa de ser zero comissões

Se forem clientes, não conseguirão mesmo escapar das comissões. A solução, para quem não quiser pagar, passa pelo fecho da conta.

Há muito tempo que os portugueses procuram opções de contas bancárias com zero comissões, os chamados “bancos gratuitos”. Existe, há anos, uma opção chamada ActivoBank, que não cobra comissão de manutenção de conta nem anuidade do cartão de débito. Há também o moey!, do Crédito Agrícola, também gratuito, mas que só funciona através de uma aplicação para smartphones (não tem homebanking). E até há bem pouco tempo também o Banco CTT funcionava assim. Mas 2022 é um novo ano e isso nem sempre significa boas oportunidades. Pelo contrário.

A partir de 1 de abril, o Banco CTT deixa de ser um “banco zero” ao cobrar anuidades de manutenção de conta ou de anuidade do cartão de débito. A novidade é avançada pelo Contas Poupança, do jornalista Pedro Andersson, da SIC, que confirmou os novos valores junto do Banco CTT após alerta de um leitor.

Assim, a partir da data anteriormente mencionada, estes são os valores:

  • Comissão de manutenção de conta, no valor anual de 20,00€ + Imposto do Selo, a cobrar trimestralmente (5,00€ + Imposto do Selo). Ficam isentas da cobrança desta comissão as contas bancárias com cartão de débito válido associado;
  • A comissão de levantamento de numerário ao balcão passa a ser de 7,50€ + Imposto do Selo;
  • A comissão de disponibilização do cartão de débito passa a ser de 18,50€ + Imposto do Selo;
  • A comissão de substituição do cartão de débito passa a ser de 18,50€ + Imposto do Selo.

E não, não é possível escapar a este novo preçário. Isto porque ou passam a pagar a comissão de manutenção de conta por ano ou, então, passam a pagar a anuidade do cartão de débito. A única solução? Fechar conta no Banco CTT e abrir noutro banco, como é o caso do ActivoBank ou moey!.

De acordo com a Deco, há outros bancos que se mantêm “zero comissões” além do ActivoBank: BiG, Banco Best e BNI Europa.

Brockhampton anunciam pausa indefinida e já não tocam no Super Bock Super Rock

Era, até ver, um dos nomes principais do festival.

Este primeiro mês do ano não tem sido particularmente gentil para o mundo da música ao vivo. Tirando um ou outro país, esta atividade ainda continua bastante parada, com os países a apostarem nos seus próprios artistas para o setor não pare de vez.

Esta semana, e já após termos sabido do adiamento da tour dos Wolf Alice, o que faz com que a banda já não venha tocar a Portugal no próximo mês de março, os Brockhampton anunciaram uma pausa indefinida, cancelando a tour mundial que tinham marcada para 2022.

“Obrigado por terem estado connosco. Não estaríamos aqui sem os nossos fãs. Esperamos ter-vos inspirado tanto quanto vocês nos inspiraram”, diz o comunicado partilhado nas redes sociais.

Esta inesperada novidade cancela praticamente toda a tour que o grupo tinha anunciado para 2022, o que faz com que o concerto marcado para a edição deste ano do Super Bock Super Rock fique sem efeito. A Música no Coração, promotora do festival, ainda não se pronunciou publicamente sobre este assunto.

O coletivo hip-hop, que se auto-denomina de “boy band”, lançou um total de seis álbuns de estúdio, sendo o último Roadrunner: New Light, New Machine, lançado em abril do ano passado.

Wolf Alice adiam digressão e já não tocam em Lisboa em março

Tudo devido à COVID-19, pois claro.

Aos poucos e poucos tempos visto alguns concertos serem adiados. Recentemente, The Ocean Collective e Bullet For My Valentine adiaram as suas digressões, logo não irão tocar em Portugal nas datas previstas. Já esta semana foi a vez dos Wolf Alice, autores de um dos melhores álbuns de 2021, adiarem a sua digressão europeia.

“Lamentamos anunciar que, devido ao elevado número de casos de covid, risco e complexidade de realizar uma digressão por países com regras diferentes de entrada e isolamento, vamos adiar a parte da Europa continental da nossa digressão Blue Weekend”, diz a banda num comunicado partilhado no Facebook.

O mais estranho? A promotora Everything is New não se pronunciou sobre este adiamento, e normalmente não é algo que costume falhar. Mas mais caricato ainda é o facto de os bilhetes ainda estarem à venda na BOL para 3 de março, data em que os Wolf Alice iriam subir ao palco do Coliseu dos Recreios, em Lisboa.

Em todo o caso, a banda está a fazer os possíveis para remarcar a digressão para novembro, pelo que uma nova data para o concerto em Portugal deverá ser divulgada em breve.

Antigo hospital do Desterro vendido por 10,5 milhões de euros

E terá um hotel de quatro ou cinco estrelas, outro tipo de alojamento, um restaurante… e outras coisas.

Demorou, mas foi. O Grupo Mainside, que fundou o o LxFactory, a Pensão Amor, o Zero Box Lounge, o Rio Maravilha ou o Museu Erótico de Lisboa, entre outros, adquiriu em dezembro do ano passado o antigo hospital do Desterro por 10,5 milhões de euros, que era propriedade do Estado.

Na verdade, o grupo empresarial já tinha a seu cargo reabilitação e exploração do antigo Hospital do Desterro, mas, em junho de 2020, dizia-se forçado a abandonar o projeto. Tudo porque a Estamo, empresa imobiliária do Estado, se recusou a suspender o pagamento de rendas – 25.000€ mensais -, mesmo com a Mainside a alegar os “efeitos devastadores da pandemia”. Porém, cerca de ano e meio depois, a situação mudou drasticamente.

Esta história recente do antigo hospital começou em 2013, quando a Câmara Municipal de Lisboa assinou um acordo com a Estamo e a Mainside para a exploração deste imóvel e consequente transformação. Mas os atrasos foram surgindo, o projeto foi sendo constantemente reformulado e, ao ECO, que começou por avançar com esta notícia, o Grupo Mainside fez questão de referir que a compra do imóvel acabou por ser a opção mais fácil para levar o projeto avante.

Em breve, embora não se saiba exatamente quando, o antigo hospital vai ter dois tipos de alojamento – um hotel de quatro ou cinco estrelas e outro tipo de alojamento -, um restaurante e, possivelmente, um polo de produção para a produção de cerveja ou pão.

Brisa quer instalar uma farmácia na área de serviço de Oeiras

Depois das portagens, um novo tipo de negócio?

Em agosto do ano passado, o Lidl abriu a sua primeira loja numa área de serviço em Portugal. Esta loja está instalada na área de serviço de Oeiras, na A5, no sentido Lisboa-Cascais, mas somente foi possível graças a uma parceria com a Brisa Concessão Rodoviária.

Através desta parceria, a Brisa pretende ir ao encontro da necessidade expressa pelos clientes da A5 – Auto-estrada da Costa do Estoril, de terem uma zona comercial de conveniência deste tipo. Ora, e depois de um supermercado, já se sabe qual será o próximo investimento: uma farmácia.

De acordo com o despacho publicado na passada quinta-feira, dia 13 de janeiro, em Diário da República, a Brisa pediu “autorização para o estabelecimento e colocação em funcionamento de instalação suplementar, constituída por um pequeno edifício de farmácia, na meia área de serviço de Oeiras, no sentido Lisboa/Cascais”. Este pedido é acompanhado da respetiva proposta de partilha de receitas.

E uma vez que, por ali, existe agora um supermercado, é bem possível que, em breve, surja uma farmácia. Só não se sabe ainda quando.

50 novos radares de velocidade entram em funcionamento até ao final de março

30 deles permitem detetar a velocidade instantânea. Os restantes 20 são capazes de calcular a velocidade média num determinado trajeto.

Muito se tem falado nos últimos tempos sobre os novos radares de controlo de velocidade, algo que promete dar muitas dores de cabeça aos condutores e que parece promover uma verdadeira caça à multa.

Na verdade, já desde 2020 que sabíamos da iminência de novos radares, quando foi aprovado o aumento do número de locais de controlo de velocidade do SINCRO – Sistema Nacional de Controlo de Velocidade da responsabilidade da Autoridade Nacional de Segurança Rodoviária (ANSR).

Na altura, já se falava dos 50 novos radares: 20 novos Locais de Controlo de Velocidade (LCV) para o controlo de velocidade média entre dois pontos e 30 LCV de velocidade instantânea. E agora temos uma data para que entrem em funcionamento: até ao final de março.

“O nosso objetivo é que até ao final do primeiro trimestre deste ano possamos ter os novos 50 radares operacionais”, disse Patrícia Gaspar, secretária de Estado da Administração Interna, à agência Lusa no final da cerimónia de apresentação dos dados provisórios de 2021 da sinistralidade e fiscalização rodoviária.

Os novos 50 LCV serão equipados rotativamente com 30 novos radares – 10 que permitem o controlo de velocidade média entre dois pontos e 20 que apenas permitem o controlo da velocidade instantânea.

Os novos radares introduzirão em Portugal o controle de velocidade média entre dois pontos e a capacidade para medir, em simultâneo, a velocidade de vários veículos, mesmo nos casos em que estes circulam lado a lado ou a uma distância inadequada entre si.

A seleção dos locais de instalação dos novos radares teve como pressuposto, entre outros fatores, “o nível de sinistralidade aí existente e em que a velocidade excessiva se revelou uma das causas para essa sinistralidade”, segundo o que foi divulgado em 2020. EN5 em Palmela, EN10 em Vila Franca de Xira, EN101 em Vila Verde, EN106 em Penafiel, EN109 em Bom Sucesso, IC19 em Sintra e IC8 na Sertã são alguns desses locais.

Com este novo sistema de radares, passarão a existir 110 postos de controlo de velocidade em Portugal.

Labyrinth Legend – Nem carne, nem peixe

Um RPG de ação simples, mas ocasionalmente divertido que encaixa perfeitamente na portabilidade da Nintendo Switch.

Não podia existir um mês mais indicado para Labyrinth Legend do que janeiro. Depois da euforia da época natalícia e do lançamento de alguns dos títulos mais aguardados de 2021, o novo ano começa com uma calma fúnebre. As estreias são escassas, a indústria dos videojogos ainda não recuperou o fôlego e há toda uma nova incerteza sobre os próximos meses no que toca a anúncios, lançamentos e adiamentos. Não é um mês fácil e é por essa razão que Labyrinth Legend, da Shinobi Games, encaixa perfeitamente neste ambiente de confusão e dúvida ao ser simultaneamente um dos títulos mais divertidos e mais descartáveis que joguei nas primeiras semanas de 2022.

As identidades contraditórias que dão vida a Labyrinth Legend podem ser o resultado de uma estreia no mercado mobile. A simplicidade dos controlos, a pequenez dos cenários, a estrutura clássica e rígida – que se foca quase exclusivamente entre visitas ao HUB, onde podemos interagir com personagens e comprar e vender itens, e a escolha de novos níveis da campanha –, os menus básicos e desinteressantes, e a jogabilidade repetitiva, mas ocasionalmente divertida, são perfeitos para o ecrã reduzido dos smartphones. Na passagem para as consolas, é mais fácil estranhar todo este sistema nostálgico e retrogrado, que pouco faz com a fórmula roguelike para se destacar, onde as partidas curtas já não têm o mesmo peso.

Mas a verdade não é tão negra. Labyrinth Legend é um jogo muito mediano, onde os seus níveis e zonas não se destacam particularmente através do seu estilo visual ou pelo seu design, mas é divertido. E é divertido por ser tão simples e básico como é. Existe um charme estranho na forma como aposta no denominador mais baixo possível para criar uma experiência roguelike e RPG, onde a evolução da personagem é automática e focada quase exclusivamente na aquisição de novas armas e equipamentos. As opções de ataque estão restritas às três classes disponíveis e a dois botões, onde podemos equipar duas armas distintas. Sejam espadas, machados, arcos ou chicotes, Labyrinth Legend aposta apenas nos clichés de fantasia sem qualquer vergonha.

Penso que esta contradição entre design desinteressante – nomeadamente na estrutura da campanha, que se divide por zonas, onde o objetivo do jogador é eliminar o boss final – a e jogabilidade simples, mas divertida nasce da sua estrutura em formato digerível. Os níveis são tão pequenos e rápidos de terminar, onde a experiência é resumida ao combate e ao desbloqueio do portal para a próxima fase, que nasce a vontade de terminar “só mais um” antes de desligarmos. O fluxo de loot também é muito satisfatório e estamos constantemente a encontrar algo novo que queremos definitivamente equipar. Labyrinth Legend é muito acessível, outro elemento chave para a sua diversão, e podemos rapidamente voltar ao HUB para comprar novos itens ou melhorar os equipamentos que encontrámos, tudo isto sem perder o progresso conquistado.

A longevidade irá depender, como sempre, da vossa paciência, mas Labyrinth Legend é divertido num primeiro contacto. É um jogo que tem tudo e que faz muito pouco com o que tem – e tem orgulho nisso. Tem um sistema de personalização, mas é demasiado limitado; apresenta mecânicas RPG, mas fica-se pelo básico; e até conta com a possibilidade de jogarem em cooperação, mas o online não é o mais estável. Existirá um jogo personifique mais o mês de janeiro do que este?

Cópia para análise (versão Nintendo Switch) cedida pela NIS America.

Loop Hero – A Vida É Um Círculo

Uma conversão muito sólida de um dos títulos mais surpreendentes de 2021.

Não sou o maior adepto de piadas fáceis, mas admito que é difícil resistir à sua simplicidade e determinação em surpreender o ouvinte. No secundário, o meu professor de informática era adepto destas piadas. Entre trabalhos, costumava chamar alguns alunos para partilhar a sua sabedoria tradicional. Já era uma parte integral da disciplina e nós, enquanto turma, tentávamos sempre puxar por este seu lado mais humorístico. Uma das suas piadas favoritas começava, como muitas outras, com uma pergunta: sabem porque os cemitérios são quadrados e não circulares? A resposta vinha logo a seguir: porque circular é viver.

Não pensava nesta piada há anos, perdida e recalcada nos verdes anos do secundário, mas existe alguma verdade na sua idiotice popular. Em Loop Hero, o mais recente título da Four Quarters, o nosso herói está preso numa realidade em repetição, sem escape aparente à vista, obrigado a realizar e a viver as mesmas ações em busca de um fim para a sua tormenta, mas também de respostas para o que o levou a ficar preso neste paradoxo temporal. Esta estrutura repetitiva assenta-se numa experiência roguelike, como só poderia ser, o que significa que nenhuma tentativa será idêntica à anterior. A novidade nasce assim da rotina, onde as ações são repetidas, mas nunca inteiramente iguais. Mas sabem o que é sempre uma certeza neste mundo de surpresas? Os níveis são sempre circulares.

Com um ponto de partida definido, a nossa aventura resume-se a caminhar em torno de um caminho definido e circular, onde iremos encontrar inimigos, itens e equipamentos, mas também cartas que nos permitem personalizar esta viagem cíclica. O objetivo é sobreviver, não fossem os níveis circulares – a sabedoria popular nunca falha –, mas também melhorar os atributos do nosso herói e conquistar recursos que lhe permitem evoluir o seu acampamento. O movimento e os combates são automáticos, com os últimos a serem por turnos, mas existe sempre a possibilidade de pararmos a ação para posicionarmos novas cartas e equiparmos novas armaduras e armas – que são descartadas quando as substituímos, por isso, não se apeguem a nenhuma delas. Cria-se assim um híbrido entre idle game, ainda que muito mais interativo, e um roguelike, onde a sorte está tão presente como a nossa aptidão para gerir as cartas e o equipamento que temos à nossa disposição.

As cartas são um dos elementos que mais se destacam em Loop Hero, pois mudam por completo o ritmo e a dificuldade de cada tentativa. O jogo aproveita o formato circular dos seus níveis, que vão ficando mais desafiantes à medida que completamos voltas inteiras ao seu circuito – como se fosse, na verdade, uma corrida de automóveis, onde os veículos são substituídos por vampiros, harpias e goblins –, para dar mais agência ao jogador através da possibilidade de influenciar as suas partidas. As cartas representam novos biomas que podemos colocar em jogo, desde prados a montanhas, cujos atributos podem influenciar positivamente a nossa partida. No entanto, existe a outra face da moeda. Estas cartas representam também os covis de inimigos e, ao colocarmos em jogo, estamos a determinar que teremos mais monstros para eliminar, o que irá comprometer as hipóteses de terminarmos mais uma volta e fugirmos com os recursos conquistados. Agora vem aí o revés da moeda de três faces: sem estes biomas não teremos acesso a recursos e não poderemos melhorar o nosso acampamento.

O ritmo de Loop Hero é, assim, marcado entre o cálculo do risco e da recompensa que teremos no final de cada partida. Apesar de existir a possibilidade de fugirmos em qualquer momento, a verdade é que iremos perder sempre recursos preciosos se o fizermos. O posicionamento das cartas é essencial e, se acumularmos cartas idênticas, temos acesso a mais e maiores atributos, mas também a recursos: sempre com o revés de aumentarmos a dificuldade da partida. As cartas determinam a progressão de Loop Hero e desbloqueiam novos momentos narrativos, mas também o objetivo final de enfrentar o feiticeiro que nos prendeu neste loop interminável. A dificuldade é inescapável. Para jogarem terão de arriscar, não há escape. No entanto, Loop Hero está muito equilibrado e senti que o ritmo e a probabilidade de desbloquearmos novas cartas e equipamentos está num ponto satisfatório, permitindo ao jogador continuar a explorar sem se sentir muito incapacitado. Claro que vale a pena relembrar que estamos perante um roguelike, logo, a sorte será sempre um fator determinante para a tão cobiçada diversão, mas também uma medida de comparação para os menos pacientes.

Fora de combate, o jogo assume ainda mais esta veia de gestão ao permitir que melhoremos o acampamento do nosso herói. Entre novas personagens e momentos narrativos únicos, que surgem sempre que terminamos uma partida, temos à nossa disposição várias lojas e opções para evoluirmos o acampamento. Desde cozinhas a ferreiros e herbanários, Loop Hero dá-nos a oportunidade de influenciar passivamente os atributos do herói ao permitir que comece cada partida com algumas vantagens. Para tal, temos de recolher os recursos necessários para nos lançarmos na construção destas novas tendas, o que significa, por sua vez, que temos de arriscar mais em combate e entregar-nos à sorte das cartas. O loop de jogabilidade é muito viciante e mantém-nos agarrado à campanha devido a estes micro objetivos que traçamos pessoalmente. Queremos começar cada partida com um equipamento completo? Então temos de apostar mais nas florestas e encontrar mais madeira. É um bioma funcional e muito equilibrado, cujas peças servem funções muito específicas e insubstituíveis, onde sou levado a crer que bastava retirarmos uma das mecânicas para Loop Hero cair por terra.

Não foi a primeira vez que me deparei com o jogo da Four Quarters. A curiosidade levou-me a experimentar a versão PC, onde fiquei convencido pelos seus controlos simples e intuitivos. Esta harmonia mecânica e de interface levou-me, no entanto, a temer uma conversão para as consolas: apesar da sua alma intuitiva, como iria o comando substituir a agilidade do rato? A resposta é simples, pelo menos na Nintendo Switch: controlos táteis. O rato continua a deixar saudades profundas, mas muitos dos problemas tradicionais destas conversões para as consolas são mitigados pela facilidade com que utilizamos o ecrã tátil da Switch. Podemos selecionar itens, arrastá-los e posicioná-los no mapa sem termos quaisquer problemas – ações que serão ainda mais intuitivas se utilizarem o auxílio de uma caneta própria para este tipo de ecrãs. Com um desempenho sólido, onde a arte suplanta tudo o resto – o seu estilo retro revivalista/CRT é surpreendente e muito marcante devido às cores esbatidas –, recomendo que joguem apenas em modo portátil e longe da televisão.

Loop Hero é uma experiência muito completa. Arrisco-me a dizer que é muito mais complexa do que aparenta ser, com sistemas bem definidos e interdependentes que se conciliam para proporcionar uma aventura tão desafiante, como cerebral. Não é um jogo para todos, mal de si se fosse, e existe uma tolerância à repetição necessária para conseguirem chegar ao fim: não fosse este mais um roguelike. No entanto, é diferente e é diferente não por ser inovador, mas pela forma como combina as várias faces da sua moeda; ora apresenta um sistema de dia e noite, ora é um jogo de cartas. Há muito para explorarem em Loop Hero, onde a campanha é composta por níveis circulares e uma vontade enorme em sobreviver. Isso lembra-me uma piada, já muito antiga, se calhar até a conhecem.

Recomendado

Cópia para análise (versão Nintendo Switch) cedida pela Cosmocover.

Hub Azul será uma plataforma para dinamizar as áreas emergentes da economia do mar descarbonizante

Este Hub Azul deverá integrar grandes empresas como faróis de fomento ao desenvolvimento.

Foram publicados os oito Avisos Convite do Fundo Azul para os polos a serem financiados pelo Plano de Recuperação e Resiliência (PRR) com vista à criação do Hub Azul de infraestruturas em rede para dinamizar a Economia Azul em Portugal. A dotação é de 84 milhões de euros e devem estar concluídos até ao final de 2025.

Os consórcios que irão receber as verbas do PRR, através do Fundo Azul/DGPM enquanto Beneficiário Intermediário, levarão a cabo a dinamização dos seguintes polos de inovação e industrialização nas zonas portuárias de Lisboa, Oeiras, Peniche, Aveiro, Porto Matosinhos (I e II) e Algarve. Outro polo diz respeito ao novo conceito de Hub Blue School, que agrega instituições de educação/formação em várias localidades de Portugal continental e ilhas.

O Governo pretende fomentar um modelo de negócio da economia do Mar que seja dinamizador da transferência de conhecimento e tecnologia entre empresas, academias, autarquias e outros agentes. Algumas das atividades mais promissoras são a energia renovável de fonte ou localização oceânica, a aquicultura em mar aberto (offshore) a robótica, os cabos submarinos e a bioeconomia azul, nomeadamente produtos para as indústrias têxtil, alimentar farmacêutica e a cosmética.

O Hub Azul incluirá infraestrutura em terra e no mar, com o acesso a novos equipamentos de monitorização marinha e seus dados, e disponibilizará acesso a horas de navios de investigação oceanográfica para bioprospecção, mapeamento e conhecimento científico, assim como para alavancar a experimentação de soluções inovadoras em contexto real, no mar.

Cidade Benfica. Rui Costa quer construir uma espécie de Silicon Valley do clube

Um projeto largamente ambicioso, que pode nem passar de um sonho, mas que tem tudo para avançar.

A noite da passada quarta-feira, dia 12 de janeiro, foi uma das mais importantes para os adeptos e simpatizantes do Sport Lisboa e Benfica. Após a saída do mediático treinador Jorge Jesus, de resultados negativos contra os rivais e de uma série de notícias que surgiram na comunicação social relacionadas com processos e escutas, o ex-jogador e atual presidente Rui Costa falou a todos os benfiquistas, três meses após ter sido eleito, numa entrevista exclusiva no canal do clube, a BTV, para esclarecer outro e estes assuntos.

Passando à frente das polémicas, algo que salta à vista é a ambição que Rui Costa tem para com o clube. A ambição é tanta que uma das promessas eleitorais passava pela criação de um Centro de Alto Rendimento, mas que, afinal, será muito maior que isso:

“Foi uma promessa eleitoral, vou cumprir. Ando aqui a esconder, mas vou levantar um pouco o véu. O que estamos a procurar ainda não está concluído, mas é uma necessidade extrema do Clube, porque temos várias equipas a treinar por todo o lado, sem casa própria e isso, como Benfiquista, não me agrada. Criar um Centro de Alto Rendimento é um projeto do passado, mas quis alargá-lo para albergar o râguebi, o projeto olímpico… O que estamos a tentar finalizar é algo muito maior do que isso, um espaço maior do que tínhamos inicialmente pensado para albergar o Benfica inteiro. Um espaço em que todo o Benfica esteja junto, com exceção do Estádio. Deixa de ser o Centro de Alto Rendimento para ser a Cidade Benfica. Já estamos a tentar finalizar e é um projeto único no mundo. Finalizando esse projeto não haverá Benfiquista nenhum que não sinta orgulho na Cidade Benfica.”

Portanto, esta Cidade Benfica será uma espécie de Silicon Valley do clube. Nota-se que é um sonho de Rui Costa, sim, mas que tem pernas para andar.

De acordo com o Record, a Cidade Benfica nascerá na margem norte do Tejo, nos arredores de Lisboa, numa zona com bons acessos rodoviários. O objetivo, lá está, é concentrar todas as modalidades num mega complexo desportivo, algo que fará com que os encarnados evitem pagar o aluguer de cerca de 60 espaços diferentes para os treinos das diferentes equipas.

Esta é uma ideia totalmente contrário ao que pretendia o ex-presidente Luís Filipe Vieira, cuja ambição era de expandir o complexo desportivo do Seixal, onde previa construir um hotel, um colégio e até um lar para antigos jogadores.

Cidade Benfica
Possível localização da Cidade Benfica

No fórum Ser Benfiquista, onde circula esta e outras imagens, há também quem diga que o sítio escolhido “deverão ser os antigos terrenos prometidos para a casa das seleções e que por entre avanços e recuos nunca se concretizaram, em Almargem do Bispo”.

Na mesma entrevista, o presidente das águias fez ainda questão de referir que estão pensadas algumas renovações no estádio. Primeiro no interior, só depois no exterior.

“Esta promessa não é como Presidente do Benfica, mas como Benfiquista. O nosso Estádio é dos mais lindos, mas precisa de alguma renovação interior e exterior, e vamos começar com a interior. Garantidamente, no início da próxima temporada, já vão encontrar os ecrãs novos, os leds à volta dos anéis e as luzes em led novas. Permite outra atmosfera no Estádio. O que está ainda em discussão, e espero ainda conseguir ter nessa mesma altura, são as cadeiras e o sistema de som. As três primeiras já estão garantidas, através de orçamentos, para o início da próxima temporada; nas outras duas – som e cadeiras – estamos a fazer o esforço para que sejam mudadas no início da próxima temporada. Mas se não conseguirmos, serão mudadas até ao fim do ano de 2022. As modificações do exterior do Estádio estão a ser pensadas, mas uma coisa de cada vez. Não podemos fazer tudo em simultâneo. Tudo aquilo que sejam obras no interior, exterior ou a Cidade Benfica serão custos importantes, mas nada disso vai interferir nos plantéis do Benfica. A prioridade será sempre a vertente desportiva, não quero desviar-me disso.”

Resta-nos dar um último destaque: a partir de agora, os jogos das modalidades estão abertos gratuitamente a todos os sócios.

Toda a entrevista pode ser revista, na íntegra, aqui.

Obras no Museu Nacional Resistência e Liberdade na Fortaleza de Peniche começam em fevereiro

O objetivo é as obras estarem concluídas a tempo da inauguração, prevista para a altura das comemorações do 50.º Aniversário do 25 de Abril.

Tem início no próximo mês de fevereiro a empreitada com vista à instalação do Museu Nacional Resistência e Liberdade na Fortaleza de Peniche, devendo a mesma estar concluída no primeiro trimestre de 2023, de modo a que este possa ser inaugurado a 25 de abril de 2023, um ano antes das comemorações do 50.º Aniversário do 25 de Abril de 1974.

Para o Governo, esta intervenção é fundamental para a concretização do objetivo assumido em 2016 de criar um museu verdadeiramente multidisciplinar, cuja missão seja a de contribuir para a preservação da memória histórica da Fortaleza de Peniche e da Luta do Povo Português e, em particular, da Resistência à Ditadura, pela Liberdade e pela Democracia e sua transmissão às gerações mais jovens.

O projeto museológico do Museu Nacional Resistência e Liberdade deverá ser apresentado em breve, decorrendo do levantamento de toda a documentação e objetos que possam integrar o programa museológico, realizado pelo Instituto de História Contemporânea da Nova, com a colaboração da DGLab, da Fundação Mário Soares, do Centro de Estudos Sociais, entre outros. A documentação será distribuída por núcleos temáticos que contam a história desde a Ditadura Militar, o Estado Novo até 25 de abril, com a guerra colonial em paralelo. O Museu também vai versar sobre as prisões políticas do país, nomeadamente Aljube, Caxias, Sede da Pide, Forte de São João Batista e Campo do Tarrafal.

O custo da obra é de 2,8 milhões de euros.

Câmara de Almada assegura testes gratuitos à COVID-19 até ao final de janeiro

E nem é preciso agendar.

A partir de amanhã, dia 15 de janeiro, a Câmara Municipal de Almada assegura testes gratuitos à Covid-19 a toda a população.

O centro de testagem vai funcionar no espaço contíguo à Oficina da Cultura, localizado na Avenida Dom Nuno Álvares Pereira, n.º 144.

Funciona ininterruptamente, até dia 31 de janeiro, durante todo o dia, das 10h às 20h30. Os testes realizam-se por ordem de chegada.

Esta é uma excelente medida para os almadenses, que têm aqui uma forma de “escapar” ao agendamento de testes em farmácias.

Linha do Vouga. Troço entre Oliveira de Azeméis e Sernada do Vouga vai ser renovado

Com este investimento, pretende-se melhorar os níveis de serviço e segurança da infraestrutura ferroviária.

A Infraestruturas de Portugal (IP) publicou em Diário da República o concurso para a empreitada de renovação integral de via no troço entre Oliveira de Azeméis e Sernada do Vouga, da Linha do Vouga, um investimento estimado de 4,95 milhões de euros, ao qual acrescem os encargos relacionados com os materiais a aplicar.

Esta empreitada integra o Plano de Reabilitação da Linha do Vouga que a IP tem em curso e que contempla a reabilitação da superestrutura de via, com a substituição integral de carril, travessas e fixações, a balastragem de via e ataque mecânico pesado, bem como a automatização de passagens de nível.

Com mais este investimento, pretende-se melhorar os níveis de serviço e segurança da infraestrutura ferroviária, a executar de forma faseada até 2025, num montante global estimado de 34 milhões de euros. As intervenções a desenvolver abrangem os 96 quilómetros de extensão da Linha do Vouga, entre Espinho e Aveiro.

Do conjunto de ações previstas, encontram-se já concretizadas a beneficiação da superestrutura de via no troço entre Águeda e Sernada do Vouga, a reabilitação de via na ponte rodoferroviária de Sernada do Vouga e a reabilitação estrutural e proteção anticorrosiva da Ponte de Águeda, intervenções no montante de três milhões de euros.

Atualmente está a ser executada a empreitada de renovação do troço entre Vila da Feira e Oliveira de Azeméis.

Agriloja abre loja em Setúbal a 3 de fevereiro

A localização também já é conhecida.

A Agriloja terminou 2021 com 31 lojas em Portugal. A mais recente abertura aconteceu em dezembro desse ano, com a chegada da marca ao Algarve, neste caso a Tavira, abrindo a sua primeira loja na região.

Ora, embora não saibamos ao pormenor os planos da empresa para 2022, sabemos, sim, que vai chegar a Setúbal. Começámos por reparar na existência desta placa junto ao Vilamarché, conceito comercial que integra as diferentes insígnias do Grupo Os Mosqueteiros.

Agriloja Setúbal
A Agriloja vai ocupar o espaço do extinto Bricomarché.

Já em declarações ao Echo Boomer, a marca avançou que “a loja de Setúbal vai abrir junto ao Intermarché, no Alto da Guerra”, justificando assim a colocação da placa naquela zona. Na verdade, essa é uma informação que já consta no site oficial da empresa.

Entretanto, também já se sabe a data de inauguração: 3 de fevereiro.

O porquê da instalação de uma Agriloja no Alto da Guerra? Basicamente, vai ocupar o espaço do extinto Bricomarché. De resto, o Vilamarché Setúbal continuará a incluir o Intermarché e a Roady.

Neste preciso momento, a marca ainda está a recrutar para este estabelecimento, nomeadamente para Responsável de Loja, Responsável de Secção e Operador Vendedor.

Hell’s Kitchen terá terceira temporada. Gravações arrancam em março

E nem foi preciso a SIC anunciar.

Pode-se dizer que tudo aquilo onde o chef Ljubomir Stanisic toca se transforma num sucesso imediato. Pelo menos na TV. Foi assim na altura de Pesadelo na Cozinha e, mais recentemente, tem sido o caso de Hell’s Kitchen.

Ora, e numa altura em que ainda nem sequer foi exibido o terceiro episódio da segunda temporada do programa, temos agora uma novidade, ainda que pouco surpreendente: a existência de uma terceira temporada. Tal foi confirmado pelo próprio Ljubomir na manhã desta quarta-feira, 12 de janeiro, no programa Casa Feliz, da SIC.

Quando lhe foi oferecido um strudel de maçã, Ljubomir recusou e explicou: “Não posso comer, estou numa dieta extrema. Estou-me a preparar para as próximas gravações em março. Tenho de me pôr fisicamente bem e psicologicamente bem”, confessou o chef a João Baião e Diana Chaves.

E isto é tudo o que sabemos por agora. Em março do ano passado, a estação de Paço de Arcos abriu as inscrições para a atual segunda temporada poucos dias após ter chegado a primeira temporada. Portanto, se a SIC seguir essa lógica, deve em breve anunciar a abertura de novas candidaturas.

Com as gravações a começarem em março, é bem provável que a terceira temporada de Hell’s Kitchen só chegue no final de 2022 ou, então, nos primeiros dias de 2023.

Gran Turismo 7 mostra a Daytona International Speedway em novo vídeo

O lendário circuito de Daytona International Speedway está de regresso.

Situado em Daytona Beach, na Florida, nos Estados Unidos, o circuito de Daytona International Speedway é um dos mais prestigiados do desporto automóvel em todo o mundo, sendo a casa para eventos como os de NASCAR.

No mundo dos videojogos, é também uma estrela, especialmente em títulos como Gran Turismo, que irá levar-nos de novo até à recriação virtual do circuito em Gran Turismo 7.

A caminho do lançamento do jogo para PlayStation 4 e PlayStation 5 a 4 de março, a PlayStation revelou agora um novo vídeo dedicado ao circuito de Daytona International Speedway, com um trecho de uma prova na categoria de GT3 ao volante de um Porsche 911 GT3 R.

O vídeo está dividido em duas partes: a primeira na primeira pessoa, a 60FPS, com a vista de interior que nos demonstra a perspetiva daquilo que poderemos ver em jogo de comando, ou volante, nas mãos; e a segunda parte em modo de replay, a 30FPS, mostrando o potencial gráfico do jogo, em modo de observação.

God of War recebe trailer dedicado ao formato ultrawide

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É uma das novidades da versão PC.

God of War chega aos PCs esta semana com uma ótima otimização para todo o tipo de computadores modernos.

Entre várias novidades, maioritariamente definições gráficas e dedicadas ao desempenho melhorado apenas capaz na nova plataforma, encontramos o modo ultrawide. É algo que permite experienciar a aventura de Kratos e Atreus num novo formato, com uma imagem mais alargada na horizontal.

Para mostrar o aspeto do jogo neste formato, a PlayStation revelou agora um trailer extremamente bem editado, dedicado à funcionalidade, em 21:9, dando um pequeno gosto do que será possível em monitores compatíveis, de formato ultrawide, ou monitores tradicionais com suporte de resoluções compatíveis (mantendo as barras em troca de uma imagem mais alargada).

Para alguns, o ultrawide poderá até parecer mais cinemático, uma vez que é um formato muito tradicional em filmes e televisão, algo que casa na perfeição com a direção dramática e cinemática do jogo da Santa Monica Studio.

Para ficarem a conhecer mais sobre a versão para PC de God of War, podem ler aqui a nossa análise, ou então experimentar o jogo por vocês mesmos, quando estiver disponível no PC, a partir de 14 de janeiro.