Mas que bela confirmação! Aquela que já é considerada uma das maiores bandas de rock de sempre junta-se ao cartaz do NOS Alive 2018 a 13 de julho, mesmo dia em que atuam os já anunciados The National. Exatamente, é o que estás a pensar: ainda só temos duas bandas confirmadas e só isto já nos faz querer comprar o bilhete.
Com mais de vinte anos de carreira e colaborações com nomes como Dave Grohl, Mark Lanegan, Alex Turner, entre outros, os Queens of the Stone Age, banda de Josh Homme, vêm a Portugal no próximo ano apresentar o mais recente álbum de originais, Villains, além de temas que já se tornaram clássicos para os fãs.
O NOS Alive realiza-se entre os dias 12 e 14 de julho no Passeio Marítimo de Algés e tem os bilhetes à venda por 65€ (bilhete diário) e 149€ (passe de três dias).
Há ainda possibilidade de adquirir o Fã Pack Fnac, que, neste caso, inclui a t-shirt oficial da 12.ª edição e entrada exclusiva pela Porta FNAC. Existem ainda cinco destes packs no país inteiro com o Bilhete Dourado, que garante aos felizardos a oportunidade de conhecer os bastidores do NOS Alive, com uma visita guiada e a oportunidade de subir a todos os palcos. O Fã Pack pode ser adquirido nas versões Voucher Diário (65€) ou Passe de 3 dias (149€).
A DC tem tido uma jornada difícil no grande ecrã. Depois da receção menos positiva por parte da crítica especializada e do público em geral com Batman v Superman: Dawn of Justice, seguiu-se Suicide Squad, um filme quis ser muita coisa ao mesmo tempo, mas que se revelou confuso e demasiado atabalhoado de personagens.
A esperança regressou com Wonder Woman, facilmente colocado na lista de bons filmes da DC. E apesar de, até à data, não termos tido direito a um filme com Flash, Cyborg ou Aquaman, a DC arregaçou as mangas e deu-nos um filme de Justice League, que, ao juntar todos os super-heróis no grande ecrã, acaba para estabelecer a ponte com os filmes agendados para os próximos anos.
No entanto, apesar de os filmes de super-heróis estarem carregados de boas ideias, a maioria das vezes não são bem executadas. Infelizmente, Justice League é um filme que sofre desse mal, mostrando-se desinspirado, muitíssimo previsível e com um vilão muito fraco.
Como esperado, o filme tem início após os eventos de Batman v Superman: Dawn of Justice, em que somos relembrados da morte do Super-Homem e de como toda a gente tentou seguir a sua vida desde então. Depois aparece o vilão, Steppenwolf (uma personagem CGI que não impressiona, protagonizada por Ciarán Hinds), que ambiciona dominar o mundo. Nada de novo, portanto.
Com esta ameaça, surge a necessidade de reunir uma equipa de super-heróis para parar a ameaça alienígena, cabendo a Batman/Bruce Wayne (Ben Affleck) essa tarefa.
Quem tiver visto Suicide Squad (os nossos pêsames) irá reparar nas semelhanças a nível de construção da narrativa. Apesar da melancolia inicial devido à situação com Super-Homem, o filme rapidamente muda de tom e propõe-se a dar minutos de ecrã a cada herói: Aquaman (Jason Momoa), Flash (Ezra Miller), Cyborg (Ray Fisher), além dos outros dois que já mencionámos, de forma a culminar na reunião em equipa. Pelo meio, os clichés do costume no que toca à formação de uma equipa – as inseguranças, incertezas e a confiança apenas em si mesmos.
Quanto às performances dos atores, há, claramente, uns que se destacam em relação a outros. Ray Fisher é o elo mais fraco, e, apesar do esforço do ator no papel, não cria empatia com o público. Jason Momoa tem todo um aspeto de bárbaro, o que condiz com o seu Aquaman, dando um cunho muito pessoal em cada cena que entra; Ezra Miller é, sem dúvida, o elemento mais cómico do grupo, tentando fazer juz ao perfil da personagem Flash, mas sendo algo hiperativo; Gal Gadot continua magistral e graciosa no papel de Wonder Woman, porque enquanto Diana Prince não nos convence, e, finalmente, Ben Affleck, que já dá sinais de cansaço no papel de Batman. Sem querer dar muitos detalhes, também temos Henry Cavill, que regressa no papel de Super-Homem e que distrai, comicamente, pelo bigode que a produção se viu obrigada a remover digitalmente, uma vez que ator o deixou crescer para as gravações de um outro filme.
No que toca à bagagem das personagens, este é um ponto que não foi bem explorado e que enfraquece, muito, a narrativa. Contudo, podemos sempre aguardar pelos filmes a solo para perceber como é que a DC irá contar estas histórias.
O vilão, Steppenwolf, é de facto uma desilusão, ao ponto de nem merecer, de todo, esse título. Talvez dos piores que tenhamos visto nos últimos tempos. A sua caracterização digital raramente nos convence que estamos perante uma personagem física, nem a performance do ator Ciarán Hinds consegue salvar esta personagem de ser totalmente genérica. A culpa aqui também será da escrita, uma vez que Steppenwolf, só tem (alguns) objetivos, mas não demonstra motivações. É o típico vilão por necessidade.
Justice League é um filme inconstante e com uma narrativa descontrolada que se estende às duas horas. Tão depressa nos apresenta momentos cheios de potencial, como momentos absurdamente genéricos e sem alma. Por vezes resulta, mas raramente concretiza a promessa.
Mas nem tudo é mau em Justice League, especialmente se forem à procura de um filme de pipoca. As cenas de ação são bem realizadas e apresentam-se com imenso estilo, com todas as características habituais num filme de Zack Snyder. O slow-motion continua a ser o rei nestas cenas, mas é justificado para demonstrar belos planos dos nossos heróis e os seus poderes, o que entretém bastante. Não obstante, algo que pode incomodar é, curiosamente, o excesso de CGI, notando-se aqui e ali muita artificialidade e claras falhas na execução.
Em suma, e devido às tentativas da DC em criar o seu Universo Cinemático, Justice League, só prometia mesmo muito aos fãs deste mundo. E de alguma maneira irá satisfazer o desejo de milhões. A ação é boa, há uma boa química entre as personagens, tem um tom mais leve que os filmes anteriores, mas continua longe do seu real potencial, que curiosamente já foi apresentado em Wonder Woman.
Natal significa amigos, família e, obviamente, prendas para toda a gente.
A pensar nesta fase de preparação para a época natalícia, a HP tem várias sugestões para oferecerem aos vossos mais próximos, ou até para se mimarem. E nós, por aqui, fizemos uma seleção.
Para jogadores
Estamos na semana dos videojogos com a Lisboa Games Week, na qual a HP também vai estar presente com a sua coleção Gaming OMEN.
Para os jogadores mais exigentes, a HP promete experiências espetaculares com os seus portáteis e desktops, com propostas a começar nos 999€.
Para quem quer andar com os seus jogos atrás, os PortáteisOMEN by HP são a solução. Com modelos de 15 e 17 polegadas e ecrãs Full HD, estes computadores vêm equipados com os mais recentes processadores do mercado e estão preparados para suportar os títulos mais exigentes.
Já os utilizadores que preferem estar no seu cantinho e criar um setup gaming fixo têm disponíveis a gama Desktop OMEN by HP. Apesar de já virem preparados com os melhores componentes, são máquinas à prova do futuro que podem ser modificadas e atualizadas. Os Desktops OMEN existem em vários modelos, podendo-se escolher as placas gráficas, como uma GeForce GTX 1070 dualou uma AMD Radeon RX 580 Graphics dual.
Para criativos
Se na tua família há mais criativos que jogadores, a solução passa por espreitar o novo HP Spectre x360, um portátil híbrido de ecrã tátil e caneta amovível.
Ao todo, pode ser utilizado de quatro maneiras diferentes, e apresenta-se quase como uma workstation de mala. Com um ecrã 4K com moldura mínima, GPU da NVIDIA e som da Bang & Olufsen, podem embrulhar esta ferramenta de trabalho a partir de 1299€.
Para os millennials
Para os menos tecnológicos, mas preocupados em guardar todos os momentos das suas vidas, a HP tem um pequeno gadget indicado para a fotografia. É a HP Sprocket, uma pequena impressora de fotografias de bolso.
A promessa é simples: poder imprimir fotografias tiradas diretamente do smartphone sem recorrer a um computador. E o melhor de tudo é que pode ser levada para todo o lado, o que permite a partilha pessoal e instantânea das selfies tiradas à volta da árvore de Natal. A HP Sprocket esta à venda a partir de 149,99€.
Mas o catálogo não se fica por aqui. Há muito mais por explorar e escolher. Para mais informações sobre os produtos HP, podes sempre visitar a sua página oficial.
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Saudades do Deadpool? Ele está de volta com um novo trailer, um pouco convencional digamos, para promover a sequela, Deadpool 2.
Numa paródia ao programa The Joy of Painting, do pintor americano Bob Ross, Deadpool mostra-nos como podemos criar belas obras de arte… com um pouco de criatividade e cocaína à mistura.
Esta é a segunda curta promocional de Deadpool 2 depois do trailer de apresentação lançado na estreia de Logan, também da 20th Century Fox. Aqui temos um primeiro olhar, muito rápido, da ação que nos espera e das personagens que regressam.
Ryan Reynolds volta a encarnar Deadpool, e, a ele, junta-se Josh Brolin e Zazie Beetz.
Deadpool 2 é desta vez realizado por David Leitch, que já nos impressionou com John Wick e Atomic Blonde, tendo estreia prevista para 2018.
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Em Need For Speed Payback, não são só as estradas e os carros que são as estrelas do jogo. O mundo aberto do jogo, por exemplo, foi criado com dimensões e detalhes que o tornam rico e credível. E utilizando as novas tecnologias gráficas, é agora possível recriar obras artísticas e expor no jogo.
Add Fuel, também conhecido como Diogo Machado, é um street artist português que teve a oportunidade de deixar a sua marca no mundo digital, mais precisamente em Need For Speed Payback, o mais recente jogo de corridas da Electronic Arts.
Em parceria com a Electronic Arts, o nosso artista português aparece no jogo com uma das suas obras: um mural em azulejo com um estilo de arte urbana muito característico.
Add Fuel é um de muitos artistas do género presentes em Need For Speed Payback, mas que teve a oportunidade de mostrar ao mundo e aos jogadores aquele ADN especial, o que permite, obviamente, receber o devido reconhecimento enquanto street artist.
Não é só no jogo que podem conhecer os murais de Add Fuel. É também possível encontrar o trabalho deste artista nas ruas de Lisboa e em festivais de Street Art.
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Se gostas de ver filmes, séries e jogar em consolas, certamente que já te passou pela cabeça arranjar um projetor para o efeito.
Existem no mercado centenas de soluções para o efeito, mas, por norma, são caras, e a relação qualidade/preço não justifica o investimento quando temos boas televisões com valores bem competitivos.
O projetor LG Ultra Short Throw PH450UG não vem substituir a televisão que temos em casa, mas surge como uma solução capaz de proporcionar uma experiência diferente e com uma versatilidade muito especial.
Trata-se de um projetor portátil de curto alcance, o que significa que não necessita de ser colocado no outro lado de uma divisão para obter imagens gigantes. E pode mesmo ser levado para todo o lado, graças às suas dimensões e à bateria interna.
Este projetor produz “apenas” imagens em 720p, no entanto, não se devem desmotivar por esta resolução HD Ready. O PH450UG é capaz de receber sinal 1080p produzindo resultados fantásticos, utilizando a tecnologia LED que lhe permite um tempo de vida bastante elevado (a LG promete ser cerca de 30 mil horas).
A qualidade de imagem deste projetor vai depender de vários fatores. Do tamanho de imagem que queremos, da rugosidade da tela ou parede que estamos a utilizar, da iluminação ambiente, e, obviamente, da qualidade do sinal que lhe injetamos. E é com muita satisfação que o PH450UG mostrou ser um equipamento incrível.
Este projetor consegue um brilho até 450 lumens, o que parece não ser um grande valor, mas que, na prática, e atendendo ao equipamento, serve perfeitamente. É possível tê-lo ligado e consumir conteúdo com alguma luz ambiente na divisão, por exemplo um candeeiro de canto, ou com a janela semi-aberta. No fundo, não requer que se feche e desligue tudo para uma experiência ótima. Todavia, é quando se faz isto que o resultado é espetacular.
Ainda que seja difícil de mostrar em imagens, aqui fica um exemplo de diferença:
Exemplo sem luzes ligadas.
Outro fator que influencia a qualidade de imagem é o tamanho da tela, pois quanto mais longe o projetor estiver da parede, e maior for a imagem, maior será a perda de luz.
Aqui, o impressionante é o tamanho gerado com o projetor a pequenas distâncias da superfície de projeção. Um palmo e meio de distância é o suficiente para termos uma imagem com quase dois metros de diagonal. E muito menos para atingir tamanhos capazes de fazer inveja a muitas televisões. É incrível e muito prático.
O último grande fator tem a ver com a rugosidade da superfície. Recomenda-se vivamente a utilização de superfícies lisas, ou até mesmo telas, para tirar total partido deste projetor. É que qualquer relevo vai criar sobras e artefactos, muito em parte devido ao ângulo contrapicado de projeção da luz.
Há claramente um esforço da LG em tornar este produto num dispositivo multifunções. Quer seja para uso regular, para festas ou reuniões, a nível de qualidade de imagem e resultados leva uma nota bastante positiva, assim como a nível de utilização e versatilidade, executando bem aquilo a que foi proposto.
Fisicamente, o PH450UG apresenta um número modesto de portas. Temos uma USB, uma HDMI e um jack áudio 3.5, o que é, honestamente, o essencial para um equipamento portátil como este. Podemos ligar uma pen usb para ver vídeos e imagens, o HDMI para ligar um computador, uma consola ou até uma pen de streaming como o Google Chrome, e o jack áudio 3.5 para uns auriculares ou colunas.
O PH450UG vem ainda com uma coluna stereo de 1W, que tem um som aceitável, mas muito baixo. Neste departamento, começamos a explorar as conexões sem fios, e, aqui, também o projetor ganha pontos.
Bluetooth e Wi-Fi são as duas ligações mais importantes no PH450UG e que o transformam num equipamento verdadeiramente versátil. Não só podemos ligar colunas Bluetooth ao projetor, como podemos usar modos de Screen Sharing, seja de computadores ou dispositivos móveis.
Estas ligações também são extremamente fáceis de usar. O único aspeto negativo é que há sempre alguma latência de sinal, mas nada que estrague a partilha de fotografias do vosso smartphone.
O PH450UG inclui, ainda, uma bateria interna para utilizações mais espontâneas. A LG promete até duas horas e meia de utilização. No nosso teste, sem os modos económicos ativos, tivemos resultados satisfatórios de uma hora e meia.
Por fim, este dispositivo é também versátil na sua calibração, oferecendo opções de otimização de imagem muito semelhantes às encontradas em algumas TVs da LG. Um pormenor também muito útil é o reconhecimento do ângulo da superfície, ou seja, quando inclinamos o projetor, este sabe como colocar, automaticamente, as proporções e formatos certos da imagem.
O LG Ultra Short Throw PH450UG é um produto verdadeiramente espetacular, onde os seus pontos menos positivos podem ser facilmente revistos numa nova versão. É extremamente útil, versátil e produz resultados fantásticos que raramente encontramos noutro tipo de projetores dedicados a um preço relativamente acessível.
O LG Ultra Short Throw PH450UG já se encontra à venda por valores que rondam os 500€ (dependendo da loja).
O equipamento foi cedido para análise pela LG Portugal.
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Já aqui tínhamos falado da iniciativa. À semelhança de edições anteriores, a 8ª edição do Comédia por Uma Causa Séria foi um sucesso, com o Grande Auditório do Centro Cultural de Belem a esgotar para mais uma noite solidária em prol da investigação, prevenção e ajuda às famílias afetadas pelo cancro.
Os bilhetes esgotaram em três dias, o que demonstra bem o espírito de solidariedade dos portugueses. Foi uma noite cheia de humor, magia, mas, acima de tudo, de espírito solidário num espetáculo que possibilitou à Pfizer Oncology doar 12.000 euros à Liga Portuguesa Contra o Cancro.
Este ano, o cartaz prometia atuações do humorista Aldo Lima, um dos pioneiros do género stand-up comedy no país, e do mágico Hélder Guimarães, o único português a entrar na exclusiva lista de Campeões Mundiais de Magia, que partilharam o palco com o apresentador e embaixador da iniciativa, Jorge Gabriel.
Desde 2010, ano em que foi criada a iniciativa, já foram doados cerca de 120 mil euros.
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No passado dia 6 de novembro, desloquei-me até ao Less Baixa, em Lisboa, para, a convite da Martini, conhecermos um novo produto. Não sabia ao que ia, mas, pelo menos, seria uma apresentação tendo como pano de fundo uma bonita vista sobre a capital lisboeta.
E foi num ambiente bastante descontraído que ficámos a conhecer a nova bebida Riserva Speciale Bitter, criada para combinar perfeitamente com a Riserva Speciale Vermouth di Torino – criando assim o melhor Martini Negroni – bem como uma série de outros cocktails aperitivos italiano.
Esta bebida foi inspirada na receite original de MARTINI Bitter de 1872, juntando-se, assim, ao Riserva Speciale Rubino e Riserva Speciale Ambrato.
Segundo diz Roberta Mariani, embaixadora global da MARTINI, a marca criou “um Bitter que partilha dos mesmos botânicos do Martini Riserva Speciale Vermouth e desenvolvêmo-lo para combinar perfeitamente com o sabor do gin Bombay Sapphire”. Mas neste evento esteve conosco Elena Delmagno, Brand Ambassador da Martini no sul da Europa, para falar com a comunicação social acerca desta nova aposta.
Para o desenvolvimento do novo Riserva Bitter, Ivano Tonutti, Mestre Herbalista da Martini, selecionou os botânicos açafrão, angostura e columba para oferecer uma maior riqueza e complexidade ao sabor, através de diferentes dimensões de amargura. Neste caso, o Bitter partilha o botânico Artemisia Italiana com o Martini Riserva Speciale Vermouth di Torino, permitindo que o seu sabor amargo e complexo o complemente em perfeita harmonia, e pode ser servido sozinho ou misturado com uma água tónica para criar uma bebida refrescante.
Na prova, pude constatar que é realmente uma bebida intensa e forte em sabor, descobrindo-se novas camadas a cada novo gole. Sente-se o sabor levemente apimentado do açafrão, o aroma do botânico angostura e uma acentuada amargura. Curiosamente, é também a cada novo gole que aumenta a vontade de “despachar” a bebida o mais rápido possível, só para poder beber outro copo.
E enquanto experimentávamos a nova bebida, fomos brindados com um belo almoço. Vejam as fotos.
Foto: Tiago Maya
Foto: Tiago Maya
Foto: Tiago Maya
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Começa já esta quinta-feira o maior evento nacional de videojogos. É o Lisboa Games Week e vai decorrer em dois pavilhões da FIL, Grande Auditório e Área exterior para melhorar receber os mais de 50 mil visitantes esperados, oferecendo, desta forma, mais postos de jogos e experimentação, mais atividades e experiências.
Fãs de fantasia, hobbits e elfos, juntem-se, pois vem aí uma nova série baseada no trabalho de J.R.R. Tolkien, O Senhor dos Anéis.
O anúncio foi feito hoje pela Amazon, tendo adquirido os direitos da propriedade inteletual d’O Senhor dos Anéis. Este anúncio deixa muito clara a ambição da Amazon, que tem vindo a crescer no setor do entretenimento com o seu serviço Amazon Video, o grande rival da Netflix.
Está previsto que esta série tenha várias temporadas e que seja exclusiva Amazon Prime Original, envolvendo os estúdios da Amazon, o Tolkien Estate and Trust, HaperCollins, e, por fim, a New Line Cinema, divisão da Warner Bros., responsável pela produção das versões cinematográficas de Peter Jackson.
Mas ao contrário do que possam pensar, esta nova série não vai ser uma reimaginação do que já vimos no cinema, nem sequer uma adaptação direta do trabalho de Tolkien. Segundo a Amazon, esta série irá ser uma espécie de prequela d’A Irmandade do Anel, com novas histórias para contar sobre a Terra Média. Há, ainda, uma nota de que esta aventura poderá incluir possíveis spin-offs.
Para já, é tudo o que se sabe sobre este novo capítulo do universo d’O Senhor dos Anéis, ainda sem data de estreia confirmada.
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Hoje foi um dia recheado de concerto para o nosso país. Depois dos anúncios dos concertos de LCD Soundsystem e Marilyn Manson, a Prime Artists lançou a sua cartada e anunciou a vinda dos Iron Maiden a Portugal no dia 13 de julho na Altice Arena, em Lisboa. Sim, mais uma vez, mas ninguém se cansa de ver o grupo de heavy metal tocar.
A nova digressão da banda é inspirada em Legacy of the Beast, jogo para telemóvel e banda desenhada que a banda criou. Neste caso, cada fase da atuação terá um diferente cenário que contará com uma série de mundos diferentes, mas interligados, correspondendo ao jogo/banda desenhada.
Esta digressão vai arrancar em maio, na Estónia, e está prometida uma grande seleção de material dos Iron Maiden da década de 80, assim como de temas mais recentes. Recorde-se que os Iron Maiden estiveram em Lisboa no ano passado no âmbito da digressão do disco The Book of Souls, lançado em 2015.
Quanto aos bilhetes, são colocados à venda no próximo dia 24 de novembro, variando entre 40 e 50€, dependendo do setor.
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Depois do anúncio da vinda dos LCD Soundsystem a Portugal, eis que a Everything is New revelou mais um concerto, desta vez de um artista diferente, mas também em junho.
E é nada mais, nada menos, que Marilyn Manson, o músico que já fez chocar muita gente por esse mundo fora. Marilyn Manson e a sua banda vêm apresentar em primeira mão aos fãs portugueses o 10º álbum de originais, Heaven Upside Down, lançado no passado dia 6 de outubro, no dia 27 de junho no Campo Pequeno, em Lisboa.
O novo disco chega dois anos após o bem-sucedido The Pale Emperore mostra que Manson tem conseguido revitalizar a sua carreira com estes trabalhos discográficos mais recentes.
Este disco conta com fortes elementos que remetem a álbuns mais antigos como Portrait of an American Family e Holy Wood (In the Shadow of the Valley of Death), tendo, no entanto, novas influências vindas do rap e post-punk. Heaven Upside Down foi feito em parceria com o guitarrista Tyler Bates, conhecido pela composição de bandas sonoras de filmes como Guardians of the Galaxy, 300 e John Wick.
Os bilhetes são postos à venda já esta quarta-feira, dia 15 de novembro, custando entre 29 e 39€, dependendo do setor.
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Sonic está de regresso pela segunda vez este ano. Depois de um espetacular regresso às origens em 16-bit com o criticamente aclamado Sonic Mania, surge agora Sonic Forces, um jogo mais contemporâneo que aposta no formato 3D que a série começou a usar desde Sonic Adventure na antiga Sega Dreamcast.
O quase icónico crossover da Nissan, o Juke, prepara-se para receber uma edição limitada muito especial. Trata-se de uma edição limitada que celebra o lançamento do GT Sport, que ocorreu no passado mês de outubro.
Estiveram cá em agosto do ano passado no festival Vodafone Paredes de Coura, mas o regresso a Portugal já está confirmado para 2018. Ainda por cima com dois concertos.
A Everything is New confirmou hoje que a banda liderada por James Murphy irá regressar ao nosso país no próximo ano para dois concertos a 19 e 20 de junho no Coliseu dos Recreios, em Lisboa.
Esta passagem dupla por Portugal faz-se devido ao lançamento do quarto álbum estúdio da banda, American Dream, editado no passado mês de setembro e que sucede a This is Happening, lançado em 2011. Foram seis anos sem originais dos LCD Soundsystem, que, pelo meio, ainda fizeram uma falsa despedida dos palcos.
American Dream, o álbum mais recente da banda, conquistou crítica e público, contando com excelentes temas como “tonite”, “how do you sleep” ou a própria faixa-título.
Ainda não se sabe que banda fará a primeira parte dos concertos dos LCD Soundsystem em Portugal.
Quanto aos bilhetes, são postos à venda esta sexta-feira, dia 17 de novembro, variando entre os 35 e os 39€, dependendo do setor. A compra é limitada a quatro bilhetes por pessoa.
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A 12 de setembro, a Apple revelava oficialmente ao mundo o seu novíssimo topo de gama, o iPhone X, smartphone que mudava por completo o design típico do equipamento com o seu ecrã estendido.
Entretanto, o iPhone X já chegou a vários utilizadores, e, desde logo, muitos apressaram-se a testar a resistência do dispositivo… E os resultados foram tudo menos bons, com este a ser o iPhone mais frágil até agora testado. O valor de reparação do ecrã OLED, por exemplo, pode mesmo chegar aos 500€.
E é do ecrã que falamos agora. Segundo relatos de vários utilizadores, a tela do iPhone X deixa de funcionar com o frio. O pior de tudo é que este problema não ocorre somente com temperaturas negativas. Por exemplo, caso as temperaturas cheguem próximo dos 0ºC, o ecrã também deixa de funcionar.
Entretanto, a Apple já veio reagir, dizendo que, em breve, irá lançar uma atualização de software para resolver o problema, aconselhando, ainda, que o smartphone seja usado em ambientes entre os 0º e os 35ºC. Isto é algo que não faz muito sentido, e até ridículo, uma vez que não conseguimos controlar a temperatura. No verão, as temperaturas são altas e facilmente ultrapassam os 35ºC. Já no inverno, as temperaturas podem chegar, em algumas zonas, a números negativos.
Há ainda outro problema. Pelo que consta, alguns utilizadores estão a ser afetados com um linha vertical verde no lado direito do ecrã. Parece ser um bug estético ao nível de software, contudo, não há resposta oficial por parte da Apple, e não sabemos as reais implicações desta linha no ecrã OLED do iPhone X.
A questão é: como pode um equipamento que custa mais de mil euros apresentar este tipo de problemas?
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Há uns anos atrás, o wrestling fazia mover muito mais gente e meios do que hoje em dia. Nessa altura, por exemplo em 2006 (há 11 anos atrás), ganhei um passatempo para ir ver o primeiro espetáculo de WWE ao vivo em Portugal, mas, infelizmente, por conflitos de agenda, não me foi possível assistir. Nesse ano, o “card” de lutadores trazia a Portugal nomes como Booker T, Chris Benoit ou Batista. No ano seguinte, o evento Raw Live trazia a Lisboa o icónico Ric Flair, Randy Orton, Jeff Hardy, John Cena e The Great Khali, só para citar alguns.
Houve ainda uma data em 2008, mas, a partir daí, a febre começou pela modalidade começou a desaparecer, sendo que alguns espetáculos foram mesmo cancelados ou adiados em Portugal.
Durante vários anos assisti aos programas de wrestling daWWE que passavam na SIC Radical, onde acredito verdadeiramente que foi assim que a febre surgiu no nosso país. Na altura, era ingénuo o suficiente para acreditar que os combates eram mesmo reais, mesmo tendo amigos que asseguravam o contrário. E eles tinham razão. Há uma história bem definida por trás e os combates são bem ensaiados, assim como os vencedores de cada um. Mas eu não me importei com isso e continuei a ver na mesma.
Mas os acidentes acontecem (há vários casos) e as chapadas no corpo aleijam. Neste caso é mesmo a sério.
Bem, 11 anos após a estreia em terras lusas, muito mudou na WWE. Não fui na altura como vencedor de um passatempo, mas fui desta vez como jornalista ao evento que aconteceu no passado dia 6 de novembro no Campo Pequeno.
Foto: WWE
Nas imediações do recinto, e antes de chegar ao local propriamente dito, muitos eram os fãs que tinham marcado na agenda um encontro com as estrelas atuais da WWE.
Vi de tudo. Miúdos, adolescentes, malta na casa dos 40 e 50 e ainda pais que fizeram questão de acompanhar os filhos neste evento da WWE em Portugal, o que demonstra que a modalidade ainda cria novos fãs. O panorama cá fora indicava uma boa casa neste regresso da empresa a Portugal. Dito e feito. Ainda que não tivesse esgotado (na minha secção haviam uns quantos lugares livres), a casa estava muito bem composta.
Provavelmente umas 5000 pessoas para um recinto que leva 6000/7000 pessoas, o que não está nada mau, mas longe dos tempos áureos.
A noite apresentava vários combates, sendo que houve alterações ao que tínhamos referido noutro artigo.
Mas comecemos. O primeiro combate entre Kevin Owens e Shinsuke Nakamura, também conhecido como “The Artist”, foi muito, muito chato e sem grande motivo de interesse. Mais interesse foi constatar o modo como o público reagia a cada movimento dos lutadores, com o favoritismo a apontar claramente para Nakamura. E, interessantemente, a arena de combate não é assim tão pequena como dizem… pelo menos do lugar onde me encontrava. Nakamura foi o vencedor do combate.
O segundo combate, neste caso um tag-team match, opôs os The Ascension aos The Colons. Neste caso foi um combate mais atrativo que o primeiro, tendo revelado vários momentos de difícil execução. Os The Ascension, constituídos por Viktor e Konnor, foram os vencedores do combate.
O terceiro combate da noite, The Usos vs Breezango vs The Bludgeon Brothers, valia o título de Tag Team Champions. Sem dúvida alguma um dos piores combates da noite, carregado de momentos embaraçosos e de palhaçada. Mas bem, isto é entretenimento puro, certo? Os vencedores foram os The Usos, constituídos por Jimmy e Jey.
O quarto combate foi um dos momentos altos da noite, ou não tivesse “The Game”, mais conhecido por Triple H na indústria, vencedor por 14 vezes do título de World Champion.
Em Lisboa, o seu oponente, Rusev, foi o primeiro a entrar, sendo anunciado pelo seu apoiante Aiden English (uma personagem bastante irritante, diga-se) para, logo depois, começar a icónica música dos extintos Motorhead a anunciar a chegada de Paul Levesque. Na “vida real”, este homem é diretor executivo da WWE e responsável por todas as operações relacionadas com o conteúdo produzido e com a distribuição global. E no dia seguinte foi mesmo à Web Summit falar sobre o negócio, dizendo que a WWE é uma arte de contar histórias.
Mas regressando ao combate, foi bastante disputado e deixou o público em êxtase. O vencedor não podia ser outro que não Triple H, tendo aplicado o seu finisher, Pedigree, no “The Bulgarian Brute”, e, pouco depois, no seu acompanhante Aiden English.
Já íamos a meio da noite e eis que acontece um combate entre seis divas, divididas em equipas de três. Claro, tem sempre de haver um combate de mulheres em todos os espetáculos da WWE, como é natural, mas o combate em si também não teve grande interesse. Curiosamente, um dos grandes apupados pelo público foi o youtuberSirkazzio, que acompanhou a diva Becky Lynch ao ringue. Mas foi quando subiu às cordas que os presentes mostraram todo o seu desagrado. Afinal, o que faz um youtuber no ringue da WWE? Pois, também não sabemos.
O penúltimo combate foi bem disputado e colocava em ringue Booby Roode, Dolph Ziggler, Sami Zayn e Baron Corbin num Fatal Four Way pelo título de United States Champion. O título manteve-se na posse de Baron Corbin, vencedor do aceso combate.
Foto: WWE
Toda esta noite viria a culminar no main event, e, como tal, o combate principal e o mais esperado por todos: AJ Styles vs Jinder Mahal. À partida, este seria um combate pelo título da WWE, mas como Shane McMahon não estava presente para obrigar Jinder Mahal a colocar o seu título em disputa, o mesmo agarrou no microfone e anunciou que aquele seria um combate normal, ou seja, sem o desejado título em jogo.
A “luta”, com um ou outro momento maçador, decorreu a bom ritmo e não demorou muito tempo até definir AJ Styles como vencedor do combate, mas sem o ansiado cinturão. Logo depois, e como era o último combate da noite, o lutador meteu a bandeira de Portugal às costas, para gáudio de miúdos e graúdos.
Foto: WWE
No final de tudo, ficámos com a sensação de que, dado o êxtase e participação do público no evento, a modalidade podia voltar aos tempos áureos de antigamente. Porém, talvez lhe faltem algumas superstars dignas desse nome para que isso volte a acontecer.
Para os interessados, podem ver os episódios completos do Raw e Smackdown online, bem como na Sport TV, a nova casa da WWE em Portugal. Neste caso, todas as semanas há novos e completos episódios comentados de Raw e Smackdown no canal SPORT.TV5, além de transmissões mais curtas, de uma hora, no canal gratuito SPORTV.TV+.
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Apesar de, por motivos de agenda, não termos conseguido ficar todos os dias no Web Summit, deu para perceber que este é um evento que traz de tudo um pouco a Lisboa. Seja apenas para conhecer a cidade ou novos projetos, não significando, necessariamente, o investimento por parte de gente de topo e com cargos importantes e milionários, a verdade é que o evento concebido por Paddy Cosgrave une gerações e trouxe à capital lisboeta gente de todo o mundo.
O objetivo é claro: fazer negócios, sendo que várias startups conseguem investimento por parte de financiadores através do evento, mas tantas outras ficam-se somente pelo pitch de apresentação, acabando por desaparecer.
Este ano, tendo decorrido de 6 a 9 de novembro entre o Altice Arena e os quatro pavilhões da FIL, o Web Summit revelou dados bem impressionantes. São eles:
– 59.115 pessoas, oriundas de 170 países, participaram nos quatro dias do evento – Quase metade dos participantes eram do sexo feminino – Em palco estiveram 1.200 oradores – 35,4% desses oradores eram mulheres – 2.600 órgãos de comunicação acompanharam o evento – Marcaram presença 2.100 startups de todo o mundo – Estiveram presentes 1.400 investidores dos mais influentes do mundo e pertencentes aos principais fundos de investimento – O Centre Stage foi feito com 314 tanques de água, 140.000 luméns e 30.000 watts de som – O Centre Stage foi reforçado para aguentar três toneladas de carros – Geraram-se 45 terabytes de Internet em 2,2 milhões de sessões Wi-Fi a que se ligaram 51 mil equipamentos, num máximo de 25 mil em simultâneo – O cabo da fibra ótica utilizado, com um total de 80.000 km, dava para ir oito vezes até ao topo do Everest – Foram utilizados mais de 205 mil copos de papel recicláveis – Graças à Feedzai, empresa internacional portuguesa, e à Agência Espacial Europeia, o astronauta Paolo Nespoli enviou uma mensagem especial do espaço aos presentes na Web Summit.
São números incríveis para um evento que durou quatro dias e que fez parar Lisboa. Resta saber como será a edição de 2018, que pode, ou não, ser a última em Portugal.
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Disponível desde ontem, o novo gelado de castanha Saudade da gelataria Santini, uma das melhores de Portugal, foi criado especialmente para celebrar o São Martinho. Esta edição limitada, produzida pela Frusantos, sabe, lá está, a castanha, e é indicada para os fãs da castanha assada e dos gelados Santini.
Infelizmente, e à semelhança de outros sabores, também este Castanha Saudade tem disponibilidade limitada, pelo que só tens até dia 19 para experimentares este novo sabor. Está disponível nas sete gelatarias Santini do país.
Também para o São Martinho, a Santini, em parceria com a marca Saudade – Sabores do Coração, oferece aos clientes até amanhã, dia 12 de novembro, um cartucho com media dúzia de castanhas e uma receita com base neste fruto para os fãs criarem em casa, desde que comprem o novo gelado de castanha Saudade.
A Saudade, marca da Frusantos, valoriza a castanha da variedade martaínha, mais doce, brilhante e fácil de descascar. É produzida na região dos Soutos da Lapa e 90% da sua colheita é feita manualmente.
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Depois de termos falado nas novidades da edição do próximo ano, do primeiro artista confirmado e do passe de fim de semana a preço limitado, chegam agora mais novidades do Rock in Rio Lisboa.
Uma delas está relacionada com o já famoso Kit de Natal, que pode muito bem ser uma bela prenda para a época natalícia. Já disponível nas lojas FNAC e respetiva bilheteira online, o kit inclui um voucher “Eu Vou”, que assegura a entrada num dos dias do evento, e uma mochila exclusiva inspirada no imaginário da cultura pop e nos seus principais ícones.
Isto é algo que faz todo o sentido, uma vez que a edição de 2018 do Rock in Rio Lisboa vai ter um quarteirão inteiramente dedicado à celebração da cultura pop. É o Pop District e terá máquinas de jogos arcade e consolas de jogo atuais, lojas com produtos alusivos aos maiores ícones culturais da pop e performances e demonstrações artísticas.
O kit de Natal custa 69€ e, tal como já referimos, os fãs poderão escolher qual o dia em que querem visitar a Cidade do Rock. Para isso, deverão efetuar a troca do voucher por um bilhete diário entre os dias 1 e 31 de março de 2018. Atenção que não deves deixar esta troca para a última da hora, pois o voucher está sujeito à disponibilidade de cada dia, ou seja, se queres muito ir a um dia em específico, deves tratar de fazer essa troca do voucher pelo bilhete o quanto antes.
Já disponíveis nos locais habituais e na Internet estão também os bilhetes diários para 24 de junho, dia em que atua o norte-americano Bruno Mars, com o preço de 69€ cada. Já o passe para o primeiro fim-de-semana (23 e 24 de junho) passa a estar disponível por 117€, após ter sido um sucesso na venda antecipada, altura em que custava 99€.
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