Huawei chegou à liderança no mercado de smartphones em Portugal em maio

A Huawei alcançou no passado mês de maio a primeira posição do ranking das marcas de smartphones mais vendidos em Portugal, pela primeira vez, em maio de 2018.

Nova coleção “Sardinha By Bordallo Pinheiro” tem 28 modelos inéditos

As Festas de Lisboa celebram-se durante o mês de junho, mas é no final de julho que a sardinha começa a ficar mais bonita e saborosa. Aproveitando o momento, foi apresentada no passado dia 18 de julho  a fresquíssima coleção “Sardinha By Bordallo Pinheiro“. Esta coleção de sardinhas em faiança é uma iniciativa da marca centenária Bordallo Pinheiro – em parceria com a Câmara Municipal de Lisboa e a EGEAC – que teve início em 2014 e que é renovada anualmente.

Desta vez, as novas sardinhas deram literalmente à costa, sob a forma de um arraial flutuante a bordo do “Barco Évora”, embarcação que completou 87 anos nesse dia. Num agradável final da tarde, formos conduzidos num passeio pelo Tejo, que contou com a presença de diversas figuras públicas e onde não faltou boa música e a tradicional sardinhada.

As recentes limitações impostas à pesca da sardinha não parecem ter afetado a coleção porque esta aumentou para um total de 80 peças, após a descontinuação de 17 e a introdução de 28 modelos inéditos. Entre as novidades deste ano, salienta-se a “Sardinha de Autor” do escultor Isaque Pinheiro (batizada de “Puxa Brasa” porque vem disposta sobre uma grelha, numa edição limitada de 172 exemplares, número que corresponde à idade que Raphael Bordallo Pinheiro teria se fosse vivo) e a “Sardinha do Dia” que, pelo facto de ser feita de vidro integralmente soprado à mão, implica que todos os dias haverá uma ligeiramente diferente das outras.

Destaca-se também uma nova parceria estabelecida com o World Press Cartoon, através de duas criações inspiradas em temas mais sérios: o drama dos migrantes que atravessam mares em busca de uma vida melhor (“Mediterrânica“) e das mulheres que são vítimas de assédio sexual (“O Lobo Morreu“, pegando no exemplo de uma personagem tão corajosa com a Capuchinho Vermelho).

Do novo cardume fazem ainda parte criações do humorista Rui Unas e de Chakall, que esteve a bordo para apresentar “Chakallina, a Sardina Tugatina“, com uma ilustração evocativa do Dia de los Muertos e à qual não falta o turbante que é a imagem de marca deste chef argentino.

O futebol aparece bem representado na edição deste ano, com as sardinhas do Benfica (“Vermelha“), do Sporting (“Verde“) e do Porto (“Azul“) equipadas a rigor e uma outra com as cores nacionais (“Sardinha Gooolo!“), ainda que para a Seleção Portuguesa este não tenha sido o Mundial sem espinhas que todos desejávamos…

Madonna Alfacinha” é também uma novidade oportuna, associando a grande estrela das festas populares à Rainha da Pop, que se rendeu em definitivo aos encantos de Lisboa.

Mas há muito mais sardinhas para ver e comprar, nomeadamente as selecionadas no âmbito do Concurso anual de criatividade da EGEAC: “Uma Casa Portuguesa“, “Naperão“, “Lisboa à Mesa“, “Jeans“, “Eu Gosto é do Verão”, “Adeus Lisboa“, “Festa Doméstica“, “Ginjinha da Sardinha“, “Noite de Verão” e “Old Sardiine“, esta última inspirada na conhecida marca Old Spice.

A coleção “Sardinha By Bordallo Pinheiro” é agora composta por 46 peças do acervo da EGEAC e 33 da autoria de artistas portugueses e estrangeiros convidados, às quais se junta a sardinha original criada por Raphael. O preço unitário é de 18,90€, sendo que a “Sardinha do Dia” custa 49,90€ e o preço da sardinha de edição limitada ascende a 169 €.

As peças podem ser adquiridas nas lojas Bordallo Pinheiro de Lisboa, Caldas da Rainha, Ílhavo, Viseu e Braga, na rede de lojas da Vista Alegre em todo o país ou na loja online. Por tudo aquilo que vimos, o mais difícil vai ser a escolha.

Segundo Muelle – Um fim de tarde com sabores do Peru

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Num fim de tarde de verão, solarengo e agradável, em Lisboa, uma menina dizia “estou farta de ir sempre aos mesmos sítios com as minhas amigas, muitas vezes queremos ir beber um copo e petiscar ao final da tarde, mas são sempre os mesmos sítios!”.

Pois bem, esses dias acabaram. Agora é possível passar aquele intervalo de tempo entre o final do horário de trabalho e a hora de ir para casa, no Peru – sim, no Peru, mesmo que seja em plena cidade alfacinha.

É o que acontece no Segundo Muelle, na Praça D. São Luis I, junto ao Mercado da Ribeira. Antes de ser um restaurante, o Segundo Muelle era um conceito, que nasceu numa garagem em San Isidro, Lima (Capital do Peru), pelas mãos de Daniel Manrique. A paixão de Daniel por apanhar, arranjar e inventar ou reinventar receitas com peixe revelou-se desde bem cedo. Daniel afirma que ele e os seus amigos iam apanhar o peixe no segundo molhe da praia – daí o nome “Segundo Muelle”. Assim, ainda que hoje em dia seja uma cadeia de restaurantes, a essência do conceito está sempre presente, para que nunca se perca a sua alma.

Da pesca diretamente para a mesa, Daniel abriu então o seu primeiro espaço, em 1994, com apenas quatro mesas, onde servia os seus pratos – buscando receitas tradicionais e reciclando-as, colocando a sua criatividade, por exemplo, na confeção dos molhos e temperos típicos peruanos – aos amigos mais próximos. Tal foi o sucesso de Daniel e o seu pequeno primeiro espaço, que rapidamente abriu o segundo – não tardando muito a abrir mais uns quantos um pouco por todo o globo (são “só” 17 espalhados por seis países; coisa pouca!). A Portugal, e mais especificamente a Lisboa, chegou em agosto de 2016.

A gastronomia peruana é conhecida por ser essencialmente de fusão, indo buscar diversas influências culinárias que vêm de fora, mas que rapidamente se fundem para criar sabores únicos, exóticos e que fazem as delícias dos provadores mais exigentes. A riqueza cultural transposta para a gastronomia peruana é impressionante.

Por exemplo, da gastronomia mediterrânea, temos os tártaros de salmão e atum, marinados em azeite, alho e lima – inesquecíveis desde a primeira garfada. Não se ficam nada atrás os cebiches (estes muito inspirados naquilo que o Mar tem para nos oferecer como alimento), que são dos pratos mais pedidos do menu, os tiraditos de Salmón e, como entrada ou para ir trincando (por ser absolutamente irresistível), as Chifles (chips de banana-pão fritos) com molho de Ají Amarillo (malagueta amarela, pimento amarelo e sumo de lima) e Cancha (uma variedade de milho peruano frito e temperado com sal).

A decoração gastronómica na cozinha peruana é também uma constante, sendo que todos os pratos vêm adornados de forma incrível, enchendo qualquer mesa de cor e beleza.

Convida-se, a acompanhar sabores tão fortes (no bom sentido), um bom Pisco – um cocktail 100% peruano, feito à base de aguardente. Há para todos os gostos, sendo que as três grandes e mais recentes novidades são o Pisco Suor Seduction (um batido com pisco quebranta e licor de chocolate branco), o Pisco Brisa de Mar (com quebranta e licor de pepino) e, numa clara e boa aposta no “casamento” entre tradições peruanas e portuguesas, o Porto Sour (quebranta e vinho do Porto).
Como, literalmente, cereja no topo do bolo, cada variedade de Pisco apresenta, no topo da bebida em si, uma camada de espuma branca que não é nada mais nada menos do que clara de ovo.

Para além das três novas variedades de Pisco, a outra grande novidade do espaço Segundo Muelle em Lisboa é a sua Happy Hour. Com preços mais acessíveis entre as 16h e as 19h, convida a um final de dia relaxado, num ambiente agradável e propício ao convívio.

Se é apetecível só de ler, imaginem provar e vivenciar…

Travis Scott hoje no Super Bock Super Rock. Conhece aqui o provável alinhamento

Depois do excelente concerto dos The xx na noite inaugural no Super Bock Super Rock, é hoje que sobe a palco outro cabeça de cartaz. Falamos, claro, de Travis Scott, o nome mais aguardado da noite.

Aqui estão os horários do MEO Marés Vivas

É já hoje que começa mais uma edição do MEO Marés Vivas, festival que, este ano, mudou para outro local (Antiga Seca do Bacalhau) a 500 metros do recinto original, de modo a oferecer mais condições e a conseguir garantir mais público por dia, que passa das 25 mil pessoas para um máximo de 40 mil festivaleiros.

Super Bock Super Rock 2018 | The xx – Tão crescidos que eles estão

Eram a banda que todos queriam ver nesta quinta-feira. Talvez mesmo o nome mais aguardado em todo o festival. E embora a Altice Arena estivesse longe de estar lotada – vários balcões vazios no balcão 1 e balcão 2 totalmente vazio – os The xx deram novamente um excelente concerto e provaram que estão mais crescidos que nunca.

Sem novidades de relevo – o mais recente álbum I See You já tinha sido apresentado antes – este concerto serviu mais para celebrar o poderio crescente de uma banda que começou pequenina, como todas as outras, e com o seu som minimalista e erótico, para uma banda que soube reinventar-se e que se apresenta, hoje em dia, mais expansiva do que nunca.

Apresentando sensivelmente o mesmo cenário de palco como no último concerto que deram por cá, o tema que passava antes da entrada em palco – “Tempest”, de Pional – dava-nos a sensação de que estaríamos prestes a entrar na discoteca Lux. E ainda bem.

Tudo começou com “Dangerous”, do último álbum de estúdio, à qual se seguiu “Islands”, bem mais mexida que em versão de estúdio. O público, esse, conquistado desde o primeiro instante, gritava imenso cada vez que terminava um dos temas.

Mas foi com “Crystalised” que chegou um dos grandes momentos da noite. Ao vivo, o tema transforma-se, ganha uma batida dancável e deixa o convite irresistível a bater o pezinho. É uma enorme diferença em relação às primeiras vezes que ouvimos a faixa. E isto aplica-se a todas as músicas da banda.

Se antes as músicas se mostravam mais comedidas ao vivo, hoje em dia ganham outra vida graças a Jamie xx, ele que lidera agora a banda, digamos, e que arrisca muito mais – e tem confiança para isso – após ter lançado o seu álbum de estreia a solo. Se antes os víamos como três jovens que só queriam mostrar a sua música de forma tímida – quem esteve lá na Aula Magna em 2010? -, hoje em dia apelam a palcos maiores e, consequentemente, acabam por conquistar novos fãs.

Com uma sonoridade mais densa, há, porém, momentos em que aquele soa mais alto aquele minimalismo que todos conhecemos, como em “Performance”, tema em que Romy Croft canta sozinha. “Esta música significa muito para mim”, dizia ela. E, sem dúvida, que diz muito a outros tantos fãs.

Um concerto que decorreu a bom ritmo e com pausas que não foram excessivas, sobretudo porque, sempre que o desejavam, Oliver e Romy dirigiam-se a público. Já “Fiction”, interpretada por Oliver Sim, foi dedicada à comunidade LGBT, em peso na Altice Arena. “Eu sou um de vós”.

Houve, no entanto, alguns problemas, nomeadamente com o som, que esteve sempre demasiado alto e que acabou por prejudicar algumas temas, como “Loud Places”, belíssima faixa do trabalho a solo de Jamie xx, que acabou por soar pior que o desejado.

A fechar o alinhamento, um trio fortíssimo: “On Hold” (numa versão remixada incrível), uma “Intro” muito aplaudido e, claro, provavelmente o momento mais esperado com “Angels”, cantada somente por Romy, que, mais uma vez, declarou o seu amor por Portugal e quão importante era estarem ali, no último concerto da digressão, após dois anos da estrada.

Seguidamente viriam os Justice, mas já não contaram com tanto público. Para o posterioridade fica a comunhão entre os The xx e o público português e que tem tudo para continuar a ser mais forte.

Nightflyers, a nova série baseada numa história de George R. R. Martin recebe o seu primeiro trailer

A Netflix revelou, finalmente, o primeiro trailer de Nightflyers, que está com um ótimo aspeto.

Star Wars: The Clone Wars está de regresso com uma última temporada

Como uma autêntica bomba surpresa, a Disney e a Lucasfilm revelaram que a sua série de animação, Star Wars: The Clone Wars, vai regressar com uma última temporada de 12 episódios, fechando um buraco de história que ficou por contar entre os eventos da série e o terceiro episódio da saga, Star Wars: Episode III – Revenge of the Sith.

A Fnac tem dois Funko Pop! exclusivos de Game of Thrones e Dragon Ball

Diretamente da Comic-Con de San Diego, a FNAC Portugal prepara-se para receber duas figuras Funko Pop! exclusivas.

Se fazes coleção podes entretanto começar a arranjar espaço na tua secretária ou prateleira com estas duas figuras exclusivas.

São elas a Lady Olenna Tyrell, de Game Of Thrones, com o seu copo de vinho na mão, e uma fantástica figura dourada de Vegeta, em modo Super Guerreiro, que bem que podia passar por um autêntico troféu.

As duas figuras ainda não têm uma data de chegada à FNAC, mas está prevista algures para agosto.

A FNAC já tem as páginas da loja online para a Lady Olenna e para o Vegeta, mas infelizmente só se pode fazer pré-reserva da Lady Olenna, pois o Vegeta já esgotou à velocidade da Nimbus.

Cada figura custa 19,99€.

Novo Toyota AYGO revelado em primeira mão no Super Bock Super Rock

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A Toyota volta a associar-se aos Festivais de Música desta feita como “Carro Oficial” no festival Super Bock Super Rock, que decorre entre hoje, 19 de julho, e sábado, 21 de julho, no Parque das Nações, em Lisboa, e onde a marca irá apresentar o novo Toyota AYGO que chegará ao mercado em agosto.

The xx hoje no Super Bock Super Rock. Conhece aqui o alinhamento provável

É mais logo que uma das bandas mais queridas do público português volta a subir a palco para encantar os seus fãs. Falamos, claro está, dos The xx, que, desde a primeira vez que vieram ao nosso país, conquistaram logo uma legião de seguidores.

Super Bock Super Rock 2018: Conhece aqui todos os horários

É já hoje que está de volta mais uma edição do Super Bock Super Rock, festival que, desde 2014, voltou a realizar-se no Parque das Nações, local onde nasceu.

(Terminado) Passatempo – Temos 10 convites duplos para a antestreia do filme “A Sombra da Verdade” (Matosinhos e Lisboa)

A Sombra da Verdade PosterTítulo Original: Backstabbing for Beginners
Argumento: Per Fly, Daniel Pyne, Michael Soussan
Realização: Per Fly
Elenco: Theo James, Jacqueline Bisset e Ben Kingsley
Produção: Daniel Bekerman, Malene Blenkov, Lars Knudsen, Nikolaj Vibe Michelsen, Jay Van Hoy

Quarta temporada de Narcos é uma nova série chamada Narcos: México

Depois de três temporadas bastante sólidas que mostravam a ascensão, a queda e os efeitos causados pelo império de Pablo Escobar, a nova temporada de Narcos parece ir numa nova direção.

A Netflix anunciou que a sua série inspirada nos impérios e nas guerras contra as drogas vai mudar-se para o México, recebendo, assim, um novo subtítulo e uma história nova, com foco no Cartel de Guadalajara.

Agora com o nome de Narcos: México, a nova série tem um novo elenco liderado por Michael Peña e Diego Luna, que irão estar em posições opostas.

Luna irá interpretar o papel de Felix Gallardo, o líder do Cartel Guadalajara nos anos 80, e Peña será um agente da DEA, Kiki Camarena, que se muda da Califórnia para a cidade de Guadalajara com a sua família.

Em poucas linhas parece mesmo um recontar da mesma história, mas, tal como a série original, também esta nova temporada é baseada numa história real, onde iremos acompanhar a difícil e delicada missão de Camarena ao infiltrar-se no perigoso Cartel de Gallardo.

Esta nova temporada vai também andar para trás no tempo, mostrando uma América latina entre os anos 70 e 80, uma década antes do império de Escobar.

A Netflix revelou ainda duas imagens e o novo poster de Narcos: México, que, para já, espera-se que estreie ainda em 2018.

Fonte: Netflix

AOC anuncia novo monitor IPS QHD de baixo custo

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A AOC tem um novo monitor de secretária que prima pela sua relação qualidade preço.

O modelo, de nome complicado Q3279VWFD8, apresenta um painel de 31.5 polegadas e inclui tecnologia IPS, que lhe permite uma gama de cores mais ampla que os tradicionais VA, usados em modelos semelhantes da marca.

Este novo modelo vem preparado para resoluções QHD ou 1440p (2530x1440p) e promete tempos de resposta de apenas 5ms. A cereja no topo do bolo é mesmo a compatibilidade com a tecnologia AMD FreeSync, para os utilizadores que tenham nos seus computadores GPUs da AMD ou queiram usar este monitor com uma consola Xbox One (S e X).

Com um design minimalista, na linha do que a marca tem apresentado nos modelos mais recentes, este novo monitor vem preparado com ligações VGA, DVI, HDMI e DisplayPort, e inclui ainda uma ligação de 3.5mm para desenrascar a ligação a um par de auscultadores ou um sistema de som externo.

Este novo modelo chega este mês ao mercado português por um preço recomendado de 249€.

Fonte: AOC

Os jogos PlayStation Hits de já chegaram às lojas portuguesas

A lista atual deste PlayStation Hits é composta por 23 jogos, mas, em breve, esta seleção irá ficar maior com o passar do tempo.

Naquela que é uma seleção semelhante à coleção Platinum para a PlayStation 3, PSP e PlayStation 2, a seleção PlayStation Hits para a PlayStation 4 torna alguns dos jogos mais vendidos e bem aclamados pela crítica muito mais acessíveis.

A lista atual é composta por 23 jogos, mas, em breve, segundo a Sony Interactive Entertainment, esta seleção irá ficar maior com o passar do tempo.

Os jogos disponíveis em formato PlayStation Hits para a PlayStation 4 são:

  • Uncharted 4: O Fim de um Ladrão
  • LittleBigPlanet 3
  • DRIVECLUB
  • Ratchet &Clank
  • Killzone Shadow Fall
  • Bloodborne
  • inFAMOUS: Second Son
  • The Last of Us Remastered
  • Project CARS
  • Dragon Ball XENOVERSE
  • DYNASTY WARRIORS 8: Xtreme Legends Complete Edition
  • Watch_Dogs
  • Assassin’s Creed IV Black Flag
  • Rayman Legends
  • Mortal Kombat X
  • Batman: Arkham Knight
  • Middle-Earth™: Shadow of Mordor
  • Need For Speed
  • Need For Speed Rivals
  • EA SPORTS UFC 2
  • Yakuza 0
  • Earth Defense Force 4.1: The Shadow Of New Despair
  • DYNASTY WARRIORS 8: Xtreme Legends Complete Edition

Para acompanhar o lançamento deste programa, há ainda dois novos pacotes de consola para novos jogadores:

  • PS4 de 500 GB com The Last of Us, Uncharted 4: O Fim de um Ladrão e Ratchet & Clank por 339,99€.
  • PS4 de 1 TB com The Last of Us, Uncharted 4: O Fim de um Ladrão e Ratchet & Clank por 349,99€.

Estas são excelentes oportunidades de pegar em jogos que nos passaram ao lado durante esta geração, ou, até, para quem só agora entrou no mundo PlayStation 4.


 

(Terminado) Passatempo – Temos 10 convites duplos para a antestreia do filme “Missão: Impossível – Fallout” em IMAX 3D (Cascais e Matosinhos)

Missao Impossivel Fallout posterTítulo Original: Mission: Impossible – Fallout
Argumento: Christopher McQuarrie, Dylan Kussman
Realização: Christopher McQuarrie
Elenco: Tom Cruise, Henry Cavill, Simon Pegg, Rebecca Ferguson, Ving Rhames, Sean Harris, Angela Bassett, Vanessa Kirby, Michelle Monaghan, Alec Baldwin, Wes Bentley, Frederick
Schmidt.
Produção: Tom Cruise, Christopher McQuarrie, Jake Myers, J.J. Abrams

NOS Alive 2018 | O azar dos At The Drive In e o synthpop dos MGMT

Como os Pearl Jam proibiram o funcionamento de outros palcos durante a sua atuação, o atraso no início do concerto e a duração dos mesmos fez com que uma certa banda fosse prejudicada. Falamos, claro está, dos At The Drive In.

A banda, que se estreou o ano passado no nosso país com um concerto no Vodafone Paredes de Coura, teve apenas tempo para meia hora de atuação e isso refletiu-se na qualidade do próprio concerto. Aplicando a máxima do “depressa e bem”, mas que normalmente funciona ao contrário, a banda de Cedric Bixler, tão caótico como se deseja, só tiveram tempo para uma mão cheia de temas, uma vez que só entraram em palco perto das 2h.

Ainda assim, foram corrosivos, destrutivos e violentos, algo atabalhoados também, tal e qual como se pedia para a hora. Do mais recente In•ter A•li•a foram buscar “Hostage Stamps”; do aclamado Relationship of Command tocaram “Governed by Contagions” e, já no final, que chegou num tirinho, “One Armed Scissor”, claro.

Pena que a banda de hardcore não tenha tido tempo para mais, pois bastava mais uma mão de cheia de temas para mandar a tenda abaixo.

Já no Palco NOS, os MGMT foram outros a sofrer com o atraso dos Pearl Jam. Subindo a palco com praticamente uma hora de atraso, tiveram, ainda assim, muita gente a assistir, embora os presentes estivessem visivelmente alcoolizados

Pode-se dizer que foi um fecho algo comedido no Palco NOS. O synth-pop dos MGMT, sonoridade que recuperaram no novo Little Dark Age, pode ter metido algumas ancas em movimento, especialmente com temas mais conhecidos como “Electric Feel” ou “Kids”. Destaque ainda para “When You Die”, com o verso “go fuck yourself” a ser entoado em coro.

NOS Alive 2018 | Jack White – Nem a “Seven Nation Army” acordou os festivaleiros

“Para mim este é o cabeça de cartaz. O resto é bónus”. Isto foi o que ouvi de alguém que estava ao meu lado. Contudo, para ser sincero, não acredito que muitos tenham olhado para este senhor como tal.

Estreando-se em Portugal em 2007 na edição inaugural deste mesmo festival, Jack White vinha com a sua baterista da altura, Meg White, e que, em conjunto, formavam os magníficos The White Stripes. Mas com o término da banda, White só voltaria, desta vez em nome próprio, ao Coliseu de Lisboa em 2012, na altura para apresentar o seu disco de estreia a solo. Seis anos volvidos, está de regresso. Porquê tanto tempo de espera? Esta é a questão que paira na cabeça de muita gente, mas que poderá ser respondida, certamente, por White não ser um artista propriamente fácil para as promotoras.

Com novo álbum na bagagem, Boarding House Reach, lançado em março passado, o concerto do NOS Alive não foi propriamente focado num álbum em específico, mas sim na sua carreira, ora a solo, ora com outros projetos.

Apesar de parco em palavras com o público – e nem era isso que se pedia, de todo – White foi desfilando os sucessos, sempre com a energia no máximo. Começou com a excelente “Over and Over and Over”, do novo disco, mas passou, também, por “Corporation”, “I Cut Like a Buffalo”, “We’re Going to Be Friends” – quem é que não quer ser amigo dele? – “Icky Thump” e uma versão mais direta ao assunto de “Steady, As She Goes”, dos seus Raconteurs.

Apesar da pujança sonora, apenas os mais fãs aderiram ao espetáculo, com os restantes a limitarem-se a observar e a aguardar os Pearl Jam. Curiosamente, nem mesmo a “Seven Nation Army” gerou grande alarido. Será que muitos dos que ali estavam não sabiam que foi White quem criou o hino?

(Terminado) Passatempo – Temos para oferecer dois passes gerais para o Vodafone Paredes de Coura

Está quase a chegar aquele que é considerado o último grande evento da época de festivais de verão. Falamos, claro está, do Vodafone Paredes de Coura, que, mais uma vez, apresenta um cartaz imperdível.