NOS Alive 2018 | O azar dos At The Drive In e o synthpop dos MGMT

Como os Pearl Jam proibiram o funcionamento de outros palcos durante a sua atuação, o atraso no início do concerto e a duração dos mesmos fez com que uma certa banda fosse prejudicada. Falamos, claro está, dos At The Drive In.

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A banda, que se estreou o ano passado no nosso país com um concerto no Vodafone Paredes de Coura, teve apenas tempo para meia hora de atuação e isso refletiu-se na qualidade do próprio concerto. Aplicando a máxima do “depressa e bem”, mas que normalmente funciona ao contrário, a banda de Cedric Bixler, tão caótico como se deseja, só tiveram tempo para uma mão cheia de temas, uma vez que só entraram em palco perto das 2h.

Ainda assim, foram corrosivos, destrutivos e violentos, algo atabalhoados também, tal e qual como se pedia para a hora. Do mais recente In•ter A•li•a foram buscar “Hostage Stamps”; do aclamado Relationship of Command tocaram “Governed by Contagions” e, já no final, que chegou num tirinho, “One Armed Scissor”, claro.

Pena que a banda de hardcore não tenha tido tempo para mais, pois bastava mais uma mão de cheia de temas para mandar a tenda abaixo.

Já no Palco NOS, os MGMT foram outros a sofrer com o atraso dos Pearl Jam. Subindo a palco com praticamente uma hora de atraso, tiveram, ainda assim, muita gente a assistir, embora os presentes estivessem visivelmente alcoolizados

Pode-se dizer que foi um fecho algo comedido no Palco NOS. O synth-pop dos MGMT, sonoridade que recuperaram no novo Little Dark Age, pode ter metido algumas ancas em movimento, especialmente com temas mais conhecidos como “Electric Feel” ou “Kids”. Destaque ainda para “When You Die”, com o verso “go fuck yourself” a ser entoado em coro.

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