UniLoop Rewards vai dar benefícios monetários aos estudantes com boas práticas no seu dia-a-dia

A Uniloop Rewards, um projeto apoiado pela Fundação Calouste Gulbenkian, vai premiar os alunos universitários que adotem comportamentos sustentáveis e saudáveis no seu dia-a-dia, como a mobilidade partilhada, a atividade física e o consumo responsável. E tudo isto com recurso a uma app.

Hindi Zahra vem dar dois concertos a Portugal

A cantora, compositora e multi instrumentista marroquina Hindi Zahra tem encontro marcado com o público português a 25 de maio no Theatro Circo, em Braga, e no dia seguinte no Capitólio, em Lisboa.

Está a chegar a 3ª edição do Há Vinhos em Cena

Nos dias 23 e 24 de março, o Teatro Tivoli BBVA acolhe a 3ª edição de Vinhos em Cena, um evento que promove o encontro entre a arte do vinho, as artes performativas e não só.

“Isn’t It Romantic” Uma fraca paródia de comédias românticas

Isn’t It Romantic (em português Não É Tão Romântico) conta uma história parva mas amorosinha que esmiúça clichés, pirosices e números musicais estapafúrdios.

Jimmy P e Carolina Deslandes no MEO Sudoeste

Continuando a sua aposta na música portuguesa, a Música no Coração anunciou para o seu MEO Sudoeste mais dois nomes: Jimmy P e Carolina Deslandes.

Telemóveis de Conan Osíris é o tema mais visto/ouvido de sempre no YouTube do Festival da Canção

Quando a música “Telemóveis” ficou online no YouTube, a 21 de janeiro, depressa começou a destacar-se das demais não só pelas reações, mas, principalmente, pelas visualizações que foi ganhando. Ou seja, rapidamente Conan Osiris começou a afigurar-se como o possível grande vencedor do Festival da Canção 2019. E lá aconteceu, pelo que Tiago Miranda será mesmo o representante português no Festival da Eurovisão 2019, a realizar-se em maio em Tel Aviv, Israel.

Os nossos jogos favoritos para 2019

2018 foi um grande ano para os videojogos, oferecendo-nos novos níveis de imersão em termos de jogabilidade e história. Então, quais os jogos que se destacarão em 2019? Novos lançamentos ou velhos favoritos? Preparámos a nossa lista dos dez títulos que achamos que serão os mais jogados durante este ano.

Ivete Sangalo vai atuar na edição deste ano do Festival do Crato

Não parece, mas este ano realiza-se a 35ª edição do Festival do Crato. A acontecer de 27 a 31 de agosto, o festival traz este ano uma novidade identidade gráfica, mas continua a oferecer aos festivaleiros uma uma rica e eclética programação musical. Assim, Ivete Sangalo é a primeira artista a confirmar presença na edição de 2019.

James Bay vai estrear-se em nome próprio no Porto

Ele já passou por cá no NOS Alive 2015 e vai atuar na primeira parte dos concertos de Ed Sheeran no Estádio da Luz, em Lisboa. Agora, James Bay anuncia um concerto em nome próprio no Porto, que terá lugar dia 31 de maio no Hard Club. O mote desta visita deve-se ao segundo álbum de estúdio, Electric Light, editado em maio do ano passado.

Maribou State confirmados no NOS Alive

É mais um duo de música eletrónica confirmado no NOS Alive. São os Maribou State e vêm apresentar o mais recente álbum Kingdoms in Colour no dia 11 de julho no Palco NOS Clubbing, juntando-se a Stereossauro e Emicida.

Análise – Devil May Cry 5

Não parece, mas já passaram 11 anos desde o lançamento de Devil May Cry 4, o jogo anterior à nova aposta da Capcom.

Shazam! mostra as suas habilidades num novo trailer

O novo filme a solo da DC parece largar o tom sério e negro a que temos sido habituados. Shazam! parece ser mais leve, divertido e engraçado, muito por causa do seu interessante conceito, onde, apesar da sua aparência, o herói principal tem apenas 15 anos.

Análise – Razer Nari Ultimate: Som de quarta dimensão

Quando a Razer anunciou um par de auscultadores com vibração que prometiam tornar as experiências áudio mais imersivas e realistas, fiquei, obviamente, incrédulo.

Ana Malhoa vai percorrer Portugal com o macaco Adriano e o palhaço Batatinha

Muitos daqueles que costumam ler o Echo Boomer provavelmente serão do tempo do Buéréré de Ana Malhoa, programa que marcou uma geração, a nossa, nos anos 90.

Pois bem, parece que vem daí uma nova versão do mítico programa, atualizada para os dias de hoje, que servirá não só para apelar à nostalgia de nós, adultos, mas também para cativar novos miúdos.

“Love, Death & Robots” para a Netflix recebe um trailer só para adultos

A Netflix está, mais uma vez, pronta a justificar porque é que a animação e contos de fadas não são só para os mais novos.

Antevisão – Days Gone: Onde o perigo está sempre à espreita

A PlayStation começa a aquecer os motores para a chegada da sua próxima grande aposta, Days Gone. O jogo de ação em mundo aberto foi produzido pela Bend Studio, a produtora norte-americana responsável por jogos conhecidos pelos fãs da PlayStation como Syphon Filter e as versões portáteis deResistancee Uncharted.

No passado dia 25 de fevereiro, o Echo Boomer, a convite da PlayStation Portugal, teve a oportunidade de não só experimentar este novo jogo, mas também trocar algumas palavras com um dos criadores de Days Gone, Emmanuel Roth, Senior Staff Animator na Bend Studio.

TsJ9FFHtJqlXIyJQdJm1P9CcOX5Ob1h8W24Ve6Di8E4 2hHCH63qu5aIAL9MD1ijIL0EHo30Hiv eIP UL2SLRgJnBM51LI08cW ecilbEWku4fa8A4Woeu98Voq5WzgyLqTwKAb=w2400O estúdio localizado no estado de Óregon, nos Estados Unidos, olha para o seu quintal para dar vida ao estado fictício de Farewell, o mundo verde e azul de Days Gone, que se deixa pintar de tons de cinza e castanho ao ser o palco para um ambiente pós-apocalíptico.

Na demonstração, pudemos controlar Deacon St. John numa mini jornada de uma hora que começou com o início do jogo. Durante este tempo, foi possível conhecer algumas personagens, situarmo-nos nos eventos de Days Gone, interagir com algumas mecânicas e, obviamente, saber como se comporta.

Começando pelo óbvio, Days Gone é mais um extraordinário exemplo das capacidades gráficas da consola nipónica. Este é um dos poucos jogos internos criados para a PlayStation 4 com o motor de jogo da Epic Games, o Unreal Engine (Fortnite, Gears of War, Hellblade), aqui usado com grande otimização para a criação de visuais fotorealistas e imersivos.

Difícil de se colocar ao lado de outros grandes jogos da PlayStation 4 em nível de detalhe, Days Gone apresentou-se com uma solidez capaz de invejar alguns jogos lançados atualmente. As cinemáticas são bem dirigidas, as animações das personagens são realistas e, mais uma vez, contamos com um excelente trabalho de animação facial nas personagens, tanto nas cinemáticas como em jogo. A diferença entre cinemáticas e jogo é quase nula, tornando a experiência fluída, sem destoar no registo sujo e usado deste mundo decadente.

Na demonstração, viajámos entre florestas densas, ruínas ou túneis com carros abandonados, tudo com uma atmosfera consistente e diversa, com imensos elementos que incentivam a exploração e interação.

É na jogabilidade que Days Gone parece jogar pelo seguro, e por boas razões. Days Gone é um jogo de ação em mundo aberto na terceira pessoa. Esta foi a designação que Emmanuel Roth usou quando questionado sobre o género de jogo. Inspirado noutros jogos de mundo aberto, Days Gone lembra mcanicamente titulos como Horizon: Zero DawnouMetal Gear Solid, mas sem os seus elementos futuristas.

É um jogo na terceira pessoa, com recurso a armas de fogo e de arremesso, com funcionalidades de crafting através da procura e armazenamento de materiais espalhados pelo mundo, e que conta com um sistema de progressão de personagem dependendo da forma como queremos jogar, se de forma mais ofensiva ou furtiva.

Este template é familiar e, nesta altura, é quase o ADN dos jogos da Sony, algo que torna bastante acessível a qualquer jogador pegar no comando e lançar-se à aventura sem ter que ir aos menus, ler manuais ou ver tutoriais.

Esta familiaridade se fica-se por aqui, até porque o que a Bend Studio fez aqui foi dar o seu próprio cunho à jogabilidade, nomeadamente tornar a experiência mais imersiva através do realismo no controlo da personagem.

Controlar Deacon é simples, mas sente-se um certo peso nas suas animações, que reagem de acordo com as suas ações escolhidas, de forma dinâmica e variada. Este foi um dos desafios mais interessantes da equipa de animação, como explicou Emmanuel Roth, dizendo que “durante o desenvolvimento do jogo queríamos que a personagem mostrasse este peso para acentuar o sentimento de brutalidade e de perigo“.

Perigo é outra palavra chave em Days Gone. Numa primeira impressão, Days Gone parece ser só mais um jogo de zombies, mas é muito mais do que isso. Segundo Emmanuel Roth, neste jogo não há zombies, mas sim “freakers”, que se distinguem do que é popularmente conhecido por estas criaturas nunca terem sucumbido à morte, mas por se tornarem infetadas. Segundo o produtor, “são criaturas vivas que respiram. De dia descansam e, de noite, saem à rua para procurar comida.

Uma das grandes novidades de Days Gone está no comportamento destas criaturas, especialmente quando estão em grupo, não de dezenas, mas de centenas de “freakers” no ecrã. Estes aglomerados prometem alterar as regras do jogo e causar alguma ansiedade ao jogador, principalmente pelo perigo acrescido quando se comete um erro ou tenta confrontar o inimigo de frente.

Segundo Roth, uma vez em frente a estes grupos, o melhor é fugir. “Podemos pensar em subir por aqui ou acolá para fugir ao perigo, mas nem sempre resulta, os freakers vão-te seguir e tentar flaquear dinamicamente,” como um fluido que reage com objetos.

Este tipo de comportamentos lembra os grupos de criaturas como já vimos em filmes como World War Z, uma influência que a equipa da Bend Studio não esconde, tal como o seu carinho por The Walking Dead. Como é que pretendem afastar-se destes mundos? Com uma história totalmente original que aposta na jornada íntima e emocional das suas personagens.

Em Days Gone, há algo maior do que a vida a acontecer nos bastidores da sua história, mas é na aventura e na jornada de Deacon que vamos explorar este mundo e acompanhar, de tangente, esses eventos. Na demonstração, pudemos conhecer Deacon, a sua mulher Sarah e Boozer, que faz parte do mesmo gang de motoqueiros do nosso herói.

É na pele de Deacon, um sujeito que não é assim tão boa pessoa como aparenta, que vamos viajar pelas florestas de Farwell e tomar algumas decisões difíceis que colocam em causa a sua segurança e a dos seus. É através de Deacon que vamos ser colocados à prova no meio do perigo constante, do físico e do emocional, e, pela demonstração, o jogo promete.

Finalmente, temos a forma como o mundo pode transformar a nossa experiência de jogo em Days Gone. Para além do tradicional ciclo dia-noite deste tipo de jogos, Days Gone vai contar com estações do ano, que alteram com o decorrer da história. Enquanto mundo aberto, vamos contar com diferentes atividades e missões secundárias que podem ser concluídas de forma não linear e liberta, o que significa que dois jogadores podem fazer as mesmas missões em condições completamente diferentes. De dia temos a ameaça humana, de noite a dos freakers. Já no inverno, a chuva e a lama põem em causa a nossa mobilidade de mota e acordam outras ameaças.

VwdmifzaKj1c5KnU3AaSHT6uMBrA3meb afpyxAz 3w4nKH9HL7EMfgwxwgepIq gTFnXjFPGEQEVa i5v5t2NE3dk5p1UMsJZczm3UcFzNhusEt0XayOu nq pqbpRF60GF98vI=w2400O que experimentámos em Days Gone serviu para aguçar o apetite para um jogo que aparenta ser especial. Apesar dos seus elementos fictícios, promete ser um jogo feito com alma e coração para os fãs do género.

Cheio de influências e referências, Days Gone tem ingredientes suficientes para se destacar dos demais graças ao seu lado mais realista e emocional. Mas para termos a certeza se estamos perante mais uma killer app para a PlayStation 4, teremos que esperar até dia 26 de abril, quando este chegar às lojas.

Days Gone é um exclusivo PlayStation 4 e já está disponível para pré reserva na PS Store e nas lojas habituais.

Como é que “Bohemian Rhapsody” se compara ao concerto dos Queen no Live Aid em 1985?

Não é por acaso que Rami Malek levou para casa uma estatueta dourada na última edição dos Óscares.

Super Bock Super Rock confirma novos nomes e apresenta warm up do festival

Vamos por partes. Primeiro, importante salientar que Conan Osiris, Conjunto Corona, Galgo, Glockenwise e Sallim são as novas confirmações para a 25ª edição do Super Bock Super Rock. É um excelente leque de nomes portugueses para o festival que regressa este ano ao Meco, mostrando que a aposta na música portuguesa por parte da promotora Música no Coração continua a ser forte.

Honda Civic Sedan – Uma mudança de faixa no capítulo dos familiares

Desta vez calhou-me o prazer de testar o Honda Civic 1.5 i-VTEC. O modelo ensaiado vinha equipado com a versão Executive, com caixa manual, debitando, assim, 182cv, e tendo um conjunto bastante interessante de funcionalidades multimédia.

Esta versão do Civic foi uma tentativa desesperada por parte da Honda de redimir-se de erros do passado, em que perdeu protagonismo, inclusive para rivais como o Mazda 3, isto porque o seu design era pouco inspirado e o carro demonstrava pouco nervo.

Começando pelo design, vou dizer o seguinte: se todos gostassem de roxo, o que seria feito do amarelo? Não é, sem dúvida, um design que seja incontestável. Alguns vão adorar, outros detestar, mas ninguém vai ficar indiferente.

Posto isto, e porque os gostos são sempre algo de muito particular, devo dizer que, após esse impacto exterior, o Civic primeiro estranha-se e depois entranha-se. Pelo menos foi essa a minha experiência.

EgBIOW8sDN774UuY4Z3K8TP140cnHGBkQ jnI4fpOSNyNmBaPw JjOlvstuN0Ny4M HrlYBj1m8f EQtmeSc4gN6MQlivwzR6idwU9qKoNjLLt4Da4UOnD4WirvvlfsTLpv2e7ij=w2400Sendo um carro familiar com bastante espaço interior e uma bagageira com 519 litros, essa é uma das características que o define: espaço, mas também conforto. Não é algo que se espera da maior parte dos carros asiáticos (ou americanos), mas sim o que se pretende da maior parte das marcas europeias em termos de interiores e qualidade de construção. Nisso, e sendo um veículo de uma marca japonesa, o Civic não muda muito, nem surpreende.

Alguns plásticos podiam ser mais “ricos” em termos de qualidade e aspeto, porém, em traços gerais, o habitáculo está muito bem construído, é bonito e, como já disse, confortável. A qualidade de construção faz com que não existam barulhos parasitas, e o ecrã digital e o ecrã tátil na consola dão-lhe um ar moderno e sofisticado.

Esta versão vinha, também, com funcionalidades multimédia. Por exemplo, continha uma entrada HDMI que permite ver filmes no ecrã da consola central desde que o veículo esteja parado (ou quase), entradas USB para conectividade ou carga, além de um carregador wireless para smartphones. No entanto, o sistema de navegação merece nota baixa, uma vez que, em locais com muitas estradas perto umas das outras, se revelou “saltitão” e pouco confiável.

Já o sistema de som tem boa qualidade, não desiludindo. Também a conectividade com o smartphone merece nota muito positiva.

Passando à condução, os 8,6 segundos que demora a atingir os 100Km/h, num carro a gasolina e com turbo, não impressionam. No entanto, impressiona, sim, o comportamento dinâmico em curva e em aceleração na mesma, dando a sensação que podemos confiar no que estamos a fazer, porque aí o Civic não vai desapontar. Nota-se bem que estamos na presença de um motor Honda equipado com VTEC, pois ganha alma em rotações altas, e, mesmo equipado com Turbo, temos um bom regime até pelo menos as 5000rpm. A insonorização é bastante boa e, por isso, é raro ouvirmos o rugido deste motor, exceto quando, lá está, chegamos a esse nível de rotação.

Em termos de consumos, também é um modelo muito equilibrado. Em modo ECO viajando pela cidade, no pára-arranca, e com circuito em autoestrada a velocidades dentro do legalmente permitido, conseguiu um consumo médio na casa dos 6.8 litros, o que me parece bem razoável para um carro destas dimensões. Já o consumo final obtido com estradas nacionais, cidade e autoestrada, num misto entre Modo ECO ligado e desligado, cifrou-se nos 7,5 lt/100Km, o que também não choca de maneira alguma (modelo equipado com jantes 17″).

Mais uma vez friso que, nestes ensaios, não estou particularmente preocupado em fazer a condução mais económica, pelo que acredito que estes níveis de consumo possam baixar ainda um pouco mais.

t2p gX5XQloKhpUDCcohTigYJBG2OZCFwwG ZpCTZwg6PhPpq8xOSv Xc7rjc6mCaCDcOvJAHcRRP19IvezqeEaMl7Nkuvp69YMeGarKd ee 2NKwiZrAYUaSy66bFV1w5FGOXoy=w2400No que toca às assistências em condução deste Civic Sedan, destaco as seguintes: Assistência à Travagem (BA), Sistema de Paragem de Emergência (ESS), Sistema de Travagem Atenuante de Colisões (CMBS), Avisador de Colisão à Frente (FCW), Sistema de Assistência à manutenção na faixa de rodagem (LKAS), Avisador de Saída de Faixa (LDW), Sistema Atenuante de Saída de Estrada (RDM) e Sistema de seguimento a baixa velocidade (Low Speed Following). Mas há mais, muito mais.

Se a isto tudo juntarmos bancos aquecidos, A/C Bizona e Tecto de Abrir automático, podemos dizer que temos uma bela proporção entre o valor pago e o equipamento obtido para um carro familiar e espaçoso, com um motor nervoso q.b. para se poder ter alguma diversão na condução.

Mayra Andrade – O sabor tropical de Manga aquece o Capitólio de Lisboa

Nem um mês passou da saída de Manga, o quinto álbum de Mayra Andrade, e já se vislumbra um sucesso. É um facto que a cantora cabo-verdiana é um talento consolidado. Veja-se, aliás, pelo concerto de apresentação do novo disco, marcado no dia 1 de março, que foi duplicado no dia seguinte, devido a um rápido sold out.