Rock in Rio Lisboa confirmado para 2020 e 2022. Mas a festa começa já este ano

No ano em que comemora o seu 15.º aniversário em Portugal, o Rock in Rio apresenta um conjunto de eventos para 2019 que reforçam a oferta de entretenimento no país. O objetivo é claro: continuar a promover a marca Rock in Rio fora do festival, precisamente no ano em que não acontece. Mas já lá vamos.

Dreams recebe acesso antecipado no dia 16 de abril

Em breve vais poder transformar os teus sonhos em videojogos na tua PlayStation 4.

A Sony anunciou, finalmente, o lançamento do próximo título dos criadores de Little Big Planet, a Media Molecule, que, nos últimos anos ,tem trabalhado num ambicioso projeto que transcende o conceito de videojogo.

Chama-se Dreams e vai chegar em formato de acesso antecipado, já no próximo dia 16 de abril. Este formato permite que todos os jogadores possam fornecer ideias, partilhar experiências e até criar conteúdos, num produto sempre em constante transformação e crescimento.

O acesso antecipado vai dar o acesso ao jogo na sua versão final, com todas as ferramentas, tutoriais, guias e mecânicas disponíveis, assim como todo o conteúdo partilhado por outros jogadores.

Para já, Dreams irá estar disponível apenas em inglês, alemão, francês, espanhol e italiano, com novas línguas a chegarem num futuro próximo.

Em Dreams, os jogadores vão poder esculpir e criar tudo o que a sua imaginação permitir. Desde imagens, curtas, músicas e experiências interativas como videojogos.

Dreams fica disponível na Playstation Store no dia 16 de abril por 29,99€.

E depois de Game of Thrones acabar, podemos visitar os bastidores da série

Game of Thrones só acaba quando a HBO disser e agora diz-nos que é para lá da oitava temporada.

Samsonite lança nova coleção cápsula de homenagem ao Dumbo

Lembram-se do filme Dumbo, o clássico da Disney lançado em 1941? É claro que muitos de nós vimos a película muitos anos mais tarde, mas uma coisa é certa: ninguém se esqueceu.

5.ª edição do Guitarras ao Alto vai ter Bruno Pernadas e Mário Delgado

Mais um ano, mais uma edição do Guitarras ao Alto. Este evento musical, que acontece no Alentejo, tem a sua 5.ª edição agendada para maio e junho deste ano, indo contar desta vez com Bruno Pernadas e Mário Delgado como artistas convidados.

Análise – Sekiro: Shadows Die Twice

Frenético, rápido, preciso e muito, muito difícil. Sekiro: Shadows Die Twice é isto e muito mais. A nova aposta do estúdio japonês FromSoftware, que nos trouxe as séries SoulsBloodborne, regressa com um jogo que promete desafiar e impressionar os melhores jogadores.

Depois de uma trilogia gótico-medieval e de uma experiência sci-fi vitoriana, Hidetaka Miyazaki e a sua equipa da FromSoftware avançaram para um novo título inspirado em algo mais próximo do seu quintal.

Sekiro: Shadows Die Twice troca as paisagens infernais, inspiradas em mitologias europeias e em obras de horror cósmico, por telas pintadas de rosa e castanho, de montanhas e vales japoneses.

Com uma apresentação mais refinada, Sekiro: Shadows Die Twice, numa primeira impressão, parece ser um jogo novo e bem diferente do que a FromSoftware nos trouxe até agora. É um mundo mais vivo, colorido, que evoca mais esperança e com um toque de realismo particularmente mais assente. Claro que, ainda assim, mantém os devidos elementos sobrenaturais e fantásticos que tornam a jornada inesperada e permitem o uso de mecânicas bem interessantes.

Inspirado na história e mitologias japonesas, Sekiro: Shadows Die Twice acontece durante o Período Sengoku, uma época marcada por guerras pelo poder do governo do país. Neste jogo, controlamos Wolf, um guerreiro shinobi (ninja) que, após ver o seu mestre raptado e de perder um braço, dá início a uma jornada de resgate enquanto o jogador desvenda os mistérios deste mundo e tenta ajudar os seus habitantes de um futuro negro.

wSy3A3JvDw9C6RUiY6PgKA3pYFeRlHanvJ4lkDzp80M yvfr S yBUCcMais uma vez, a FromSoftware aposta numa narrativa por design do jogo. Ou seja, com elementos espalhados pelos seus níveis que levantam questões e contam histórias pelas descrições dos diversos itens e pelas conversas entre personagens com que nos vamos cruzando.

Com uma personagem que fala e interage com terceiros, cria-se uma sensação de investimento bem maior do que a esperada. Os diálogos são mais constantes e os encontros com personagens amigas são muito mais recorrentes, o que torna a compreensão dos eventos do jogo mais clara e convidativa a jogadores menos ligados, ou habituados, aos jogos da FromSoftware.

Sem recurso a listas de objetivos, bússolas ou outros indicadores de caminho, Sekiro: Shadows Die Twice continua, ainda assim, a requerer toda a atenção e motivação do jogador em encontrar caminhos alternativos, atalhos e chaves ou itens para abrir portas. Na maioria das vezes, ir de ponto A a ponto B tem mais do que uma solução, e, quando não o conseguimos fazer, o jogo dá-nos liberdade de explorar C e D, poupando-nos de momentos mortos.

Com todos os elementos e uma estrutura reminiscentes de jogos anteriores da FromSoftware, é na jogabilidade que Sekiro: Shadows Die Twice dá o passo mais drástico e revolucionário no género.

Com uma mobilidade mais rápida graças a um gancho, que nos dá as habilidades de um Homem-Aranha, a níveis mais verticais e a ferramentas ninja que obrigam à ação furtiva e ao combate corpo a corpo, já não há tanto espaço para preparações pré-batalha e constantes desvios de golpes fatais.

Sekiro: Shadows Die Twice vive da ação constante. Seja ela furtiva e com a alma de um ninja, em que limpamos áreas de inimigos sem sermos vistos, quer pelos confrontos únicos que colocam à prova as nossas habilidades com a lâmina.

De fora ficou a barra de estamina, que se tornou num elemento importante no género e que começou a ser replicado em dezenas de jogos de ação. E temos agora um elemento que altera por completo as regras do jogo, abrindo oportunidades únicas de ultrapassar os obstáculos – a postura.

dUTDcLuVaOtm BDerrotar um inimigo já não se limita a levar o mínimo de dano enquanto lhe damos golpes fatais. Em Sekiro: Shadows Die Twice, além dessa abordagem, a postura permite que quebremos o ritmo e timing do adversário até este se cansar para podermos dar uma golpada fatal, mesmo que tenha a vida por completo.

Da mesma forma, esta estratégia também se aplica ao jogador, que, para além de se desviar, é motivado a manter a guarda, protegendo-se de todos os ataques.

É uma evolução na estratégia de risco-recompensa, que torna os combates mais emocionantes e motivantes de repetir, quer se falhe ou não.

Outra novidade que parece tornar o jogo mais acessível é a ressurreição da nossa personagem e de alguns inimigos. Por cada vez que recuperamos energia, temos duas vidas (dai o nome do jogo) que podem servir como ponto de controlo durante as nossas aventuras. Além disso, dão-nos vantagem nos combates, podendo até surpreender os inimigos que pensam que nos aniquilaram.

O uso desta mecânica eleva alguma da ansiedade do jogador, mas não é, de todo, uma segurança. É que a sua utilização pode ter implicações graves no decorrer da história.

O treino do timing e a compreensão dos movimentos dos inimigos continua a ser uma chave integral. Desta vez temos uma personagem que nos ensina os movimentos básicos e que nos deixa treinar algumas das habilidades que vamos evoluído. Ainda que esta área de treino perca o efeito ou propósito a partir de uma certa altura, é uma área importante para a compreensão base do jogo.

Uma vez que Sekiro: Shadows Die Twice apresenta uma premissa mais direta e com uma personagem já desenhada, não temos alguns dos elementos de RPG que estes jogos de ação nos têm apresentado com frequência. A aparência de Wolf é sempre a mesma ao longo do jogo e não temos possibilidade de alterar parâmetros como força, sorte, técnica, entre outros. Tudo isto depende das habilidades e destreza do jogador, algo que equilibra um pouco o desenho do jogo e que coloca todos os jogadores numa posição bem mais próxima uns dos outros.

7h7sIa44Cn9S7Ao longo da nossa jornada, podemos ficar mais fortes e desbloquear habilidades chave para o nosso braço prostético, que são igualmente úteis para as batalhas, mas a sensação de um jogo mais direto e objetivo é muito maior e, até, refrescante.

Como seria de esperar, os bosses são ameaçadores e de uma brutalidade incrível. A rapidez do combate e as suas novas mecânicas não tornam Sekiro: Shadows Die Twice mais fácil que os jogos antecessores. Há um sentimento de ilusão que, devido à adrenalina e ao modo como inconscientemente respondemos às ações no ecrã, nos dá uma vontade enorme de repetir quando falhamos.

Nenhum encontro é igual e há uma constante subida do nível de dificuldade de confronto para confronto. Com uma variedade extensa, desde criaturas fantásticas a simples humanos ao nível do nosso protagonista, nenhum é pêra doce e a descoberta e leitura de todos eles é a alma do jogo.

É, no entanto, em encontros menores que o jogo encontra algum desequilíbrio. A inteligência artificial dos inimigos em sequências de ação furtiva não é das melhores, dando aso a situações pouco consistentes, onde os inimigos nos veem ou ouvem, ou são surdos e mudos em situações bastante semelhantes, não sendo por vezes fácil perceber se o uso de alguns itens é necessário ou não. Estas sequências também dão a estranha sensação de que são bem mais fáceis ou difíceis do que o pretendido.

Inconsistente é também o pico de dificuldade em algumas batalhas menores e únicas do jogo, que podem ser barreiras enormes para os jogadores e, por vezes, desmotivantes para o avanço. Com um combate tão afinado e interessante, onde os inimigos parecem apenas acertar-nos com as suas lâminas se realmente baterem no corpo da personagem, é insólito quando estes miraculosamente ganham magnetismo nos seus ataques. A surpresa nestes combates é ótima, menos quando parece que o jogo quebra as suas próprias regras para nos travar. Felizmente, estas situações são poucas, e aquelas que parecem mais imperdoáveis são apenas opcionais.

Sekiro: Shadows Die Twice é a evolução necessária do género e um novo patamar para os jogos de ação, tendo sido desenhado para os mais persistentes que procuram desafios únicos. É um produto aprimorado que cortou nos extras e experimentou novas coisas de forma a manter a experiência fresca, acessível, mas igualmente, ou mais difícil, que os jogos anteriores da FromSoftware.

Sekiro: Shadows Die Twice já está disponível para PC, Xbox One e PlayStation 4.

Este jogo (versão para PlayStation 4) foi cedido para análise pela Ecoplay.

Wolfenstein: Youngblood revelado com um trailer explosivo

Depois de uma breve menção durante a E3 2018 na conferência da Bethesda, Wolfenstein: Youngblood foi agora revelado com um trailer de história explosivo e alguns detalhes.

Esta nova aventura do universo Wolfenstein tem lugar nos anos 80, sendo que vamos acompanhar as filhas do icónico B.J. Blazkowicz, o herói da saga desde o Wolfenstein original.

Wolfenstein: Youngblood serve de spin-off e de sequela de Wolfenstein 2 – The New Colossus e vem introduzir o co-op à série, onde os jogadores vão poder partilhar as suas aventuras a bater em Nazis nas ruas de Paris na pele das Terror Twins, Jess e Soph.

O primeiro trailer de Wolfenstein:Youngblood apresenta-nos as duas personagens, assim como um pouco da premissa do jogo, onde parece que vamos ter que procurar Blazkowicz que anda desaparecido.

Para além do trailer e um conjunto de imagens, a Bethesda partilhou alguma informação sobre a edição especial, Deluxe Edition, que dá acesso ao Buddy Pass.

Este passe dá a oportunidade de os jogadores poderem convidar um amigo para jogar, mesmo que este não tenha o jogo. O passe pode ser partilhado com vários amigos, mas apenas uma vez de cada vez. O Buddy Pass vem incluído na Deluxe Edition, mas quem comprar a edição normal pode fazer o upgrade quando entender. Além deste passe, os jogadores terão acesso a um conjunto de skins para as armas e personagens.

Para quem fizer pré-reserva do jogo, terá também acesso a novos armas e skins inspirados nos jogos anteriores da série.

Com data marcada para dia 26 de julho, Wolfenstein: Youngblood vai chegar por 29,99€ na versão normal e 39,99€ na Deluxe Edition, ao PC, PlayStation 4, Xbox One e Nintendo Switch.

No PlayStation Plus de abril só os fortes sobrevivem com The Surge e Conan Exlies

A PlayStation anunciou a dupla de ofertas para os subscritores do serviço PlayStation Plus para o mês de abril.

Star Wars: Battlefront 2 original na oferta dos Xbox Games With Gold de abril

A equipa da Xbox já revelou o conjunto de jogos que vão ficar disponíveis para os subscritores do Xbox Live Gold para o mês de abril.

Janelle Monáe confirmada no Super Bock Super Rock

Já tínhamos as confirmações de Lana Del Rey, Cat Power, Charlotte Gainsbourg e Christine and The Queens, mas há mais talento feminino a caminho. E que talento. Janelle Monáe acaba de ser confirmada no 25º Super Bock Super Rock, atuando a 20 de julho.

Radio Moscow no Hard Club: A chegada da Primavera ao som de fuzz e psych-rock

Foi na passada quarta-feira, 20 de março, que os norte-americanos Radio Moscow regressaram ao Porto para atuarem no Hard Club. A abertura do evento ficou a cargo dos portugueses The Black Wizards.

Apesar de não terem nada de novo para apresentar desde o seu último álbum New Beginnings, que data de 2017, a verdade é que o trio norte-americano é uma banda com uma relação muito especial com o público português. E isso ficou provado, mais uma vez, com dois concertos esgotados, o primeiro no Porto e outro no dia seguinte em Lisboa, no RCA Club.

À medida que a hora marcada para o início do evento se aproximava, a sala 2 do Hard Club ia-se compondo, estando já perto da lotação máxima na altura em que os The Black Wizards subiram ao palco. As atenções centraram-se, assim, nos quatro membros que constituem a banda à medida que ocupavam os seus postos.

Joana Brito na voz e guitarra, João Mendes no baixo, Paulo Ferreira na guitarra e João Lugatte na bateria. Rapidamente os presentes amontoaram-se à frente do palco tal foi a entrega e a energia imposta pela banda portuguesa. Respirava-se Fuzz e Rock Psicadélico no Hard Club, e o público começava a ficar cada vez mais empolgado e animado para a receção aos cabeças de cartaz da noite.

The Black Wizards provaram estar à altura do desafio e, durante cerca de uma hora de concerto, brindaram os portuenses com uma atuação bastante sólida a transbordar de psicadelismo, de stoner rock e influências de blues.

O trio de Blues-Rock, do qual Parker Griggs, Billy Ellsworth e Paul Marrone fazem parte, não quis que o ambiente afrouxasse depois de tão bela atuação dos portugueses e não demoraram muito para se colocarem a postos e dar início ao momento mais aguardado da noite.

“New Beginning”, do mais recente e homónimo álbum, é a escolha perfeita para começar aquela que foi uma verdadeira maratona de Rock com direito a passagens por toda a discografia do super-trio norte americano. Avançámos esta correria desenfreada para clássicos como “So Alone”, “Broke Down” e fizemos escala em “Rancho Tahoma Airport”, antes de regressarmos ao álbum New Beginnings com “Deceiver”.

Seguiu-se um tema mais brando para não se perder o fôlego, com “Deep Blue Sea” a repor as energias. Enquanto isso, foi mesmo preciso um time-out para “recompor” a bateria de Paul Marrone que começou a dar sinais de “esgotamento”, tal era a intensidade de cada batida.

Pouco depois, os Radio Moscow retomaram o concerto e continuaram a trilhar caminho e a saltitar de álbum em álbum com a primeira parte do concerto a culminar com “No Good Woman”, do disco Brain Cycles, e foi deste trabalho que saiu a primeira de três músicas do habitual encore, “250 Miles”. As duas últimas saíram do mais recente álbum, “New Skin” e “Pacing”, terminando e cortando em definitivo a meta de um concerto que nos deixou sem fôlego.

Saímos cansados, mas felizes. E mal podemos esperar pelo próximo espetáculo dos Radio Moscow.

Fotos de: Telmo Pinto

HBO Portugal convida fãs de A Guerra dos Tronos a darem sangue a quem mais precisa

No Dia Nacional do Dador de Sangue, que se celebra hoje (27 de março), a HBO Portugal, em parceria com o Instituto Português do Sangue e da Transplantação (IPST), anuncia a campanha Bleed for The Throne, uma iniciativa inspirada em A Guerra dos Tronos, e que convida todos os fãs da série a darem “sangue pelo trono”.

2ª edição do MOCHE XL ESPORTS chega à Altice Arena em junho

Apesar da marca ter sido criada em 2017, foi somente no ano passado que aconteceu a primeira edição do MOCHE XL ESPORTS, que muitos referem ter sido o primeiro grande evento internacional de eSports em solo nacional.

Este ano há mais, com a 2ª edição a ter ficado marcada para os dias 15 e 16 de junho na Altice Arena, em Lisboa.

Promovido pela E2Tech e com o apoio da Huawei, a 2ª edição do MOCHE XL ESPORTS volta a transformar a maior sala de espetáculos do país numa enorme sala de jogos.



A iniciativa, que contará com a presença de equipas e jogadores nacionais e internacionais, terá como cabeça de cartaz do evento o torneio internacional de CS:GO, onde algumas das melhores equipas do mundo vão disputar o desejado troféu.

Para além de CS:GO, vão ainda existir outras competições, como APEX, Fortnite, FIFA 19, Rocket League, Clash Royale, Splatoon 2 e PUBG. Os jogos clássicos também terão lugar no evento: Sensible Soccer na SEGA Mega Drive, Mario Kart 64, Pinball, Sonic, entre outros.

Quanto aos bilhetes, já podem ser adquiridos nas lojas MEO, no site oficial da MEO e na Blueticket, custando 11€ para cada um dos dias ou 20€ se adquirido o passe para os dois dias do evento.

Crítica – “The Highwaymen” A captura a Bonnie e Clyde retratada num filme pouco tenso

The Highwaymen (Emboscada Final em português) é um filme sobre os dois agentes reformados que foram chamados de volta ao trabalho para capturar Bonnie e Clyde, o conhecido casal de criminosos.

Ricardo Morgado, CEO da Babyloop: “O presente já está no online”

As vendas online têm vindo a crescer em Portugal. Atualmente representam 40% do PIB per capita da economia nacional. Com esta tendência de crescimento, o Echo Boomer esteve à conversa com Ricardo Morgado, CEO da Babyloop, uma empresa de artigos de puericultura com vendas exclusivamente online. Fomos perceber quais as dificuldades, e as facilidades, com que este tipo de empresas se deparam no mercado online.

Com o e-commerce a representar 40% do PIB em Portugal, como se justifica não haver mais investimento nesta área?

O e-commerce tem crescido de ano para ano e vai continuar a crescer. A tendência é muito clara. Acredito que estamos a chegar a uma fase em que cada vez mais os consumidores e as empresas olham com confiança para o online como um canal prioritário para o negócio. Isto fará – quero crer – que o investimento nesta área aumente também. Como em tudo, nos negócios é o cliente que dita as regras. E se tivermos cada vez mais clientes a quererem comprar online, as empresas vão ter obrigatoriamente de se adaptar.

Ainda há muita desconfiança com as vendas online?

Ainda há alguma, mas nada como há uns anos. Hoje, os níveis de confiança são já muito grandes e as garantias por parte dos comerciantes e dos sistemas (como nos pagamentos) também são maiores. Esta desconfiança acontece, sobretudo, na compra de produtos físicos, e não tanto em serviços ou produtos digitais.

Quais as dificuldades que enfrenta uma empresa com as vendas exclusivamente online?

A concorrência é muito maior, por exemplo. Se for a um centro comercial comprar um relógio tenho duas ou três lojas onde o posso fazer. Se quiser comprar online, vão-me aparecer dezenas ou centenas de sites de onde posso mandar vir um relógio. Isto exige que a proposta de valor tenha que ser muito boa, não apenas no preço, mas também na experiência de compra e nas garantias, como a garantia de devolução, que precisamos dar ao cliente.

Um local físico transmite mais confiança aos clientes?

Na venda de produtos “físicos”, como um relógio ou roupa, será sempre difícil oferecer uma experiência tão apurada como numa loja física. Vendem-se muitos perfumes online, mas não é possível escolher pela fragância como numa loja tradicional. No entanto, isto não quer dizer que a experiência seja pior. Apenas nunca será igual. É possível oferecer experiências de compra online muito positivas.

Por exemplo, pode não ser possível experimentar o produto, mas é possível apresentar testemunhos de clientes que compraram um determinado produto. Além disso, há sempre a vantagem geográfica: no online, por norma, o produto é entregue quando e onde quisermos. São canais diferentes e, por isso, devem ser tratados de forma diferente, cientes das vantagens e desvantagens de cada um.

O que é preciso para uma empresa ter uma loja online?

Hoje não é preciso muito. É fácil ter uma loja online. Exige sobretudo a integração com os métodos de pagamentos e com transportes. O desafio está não em ter uma loja online, mas sim em ter uma loja online que ofereça uma experiência de compra, ou venda, intuitiva, simples e que garanta a confiança dos utilizadores.

Poupa-se dinheiro fazendo vendas exclusivamente online?

Não é uma conta fácil de fazer, porque depende muito do tipo de produto e dos processos associados. À primeira vista, pode parecer que se poupa logo em renda ou em recursos humanos. Mas na verdade há outros custos que são necessários no online – apoio ao cliente, armazém, transportes e, claro, marketing. Pois uma loja exclusivamente online não pode ter apenas um site ou uma página nas redes sociais. Tem de investir em marketing digital de qualidade se quiser ser notada.

Com o exponencial crescimento da Internet e das facilidades de acesso que existem, é seguro dizer que o futuro está no online?

Não diria o futuro, diria que o presente já está no online. E a tendência é para estar cada vez mais.

Texto: André Azevedo

Oeste Retro Games Festival, um evento dedicado aos videojogos na Lourinhã

Nos dias 13 e 14 de abril de 2019, o Pavilhão Polidesportivo da Lourinhã, junto ao estádio municipal, vai ser palco de mais um evento dedicado ao mundo dos videojogos com a terceira edição do Oeste Retro Games Festival.

CTT: Muito cuidado ao enviarem encomendas de grande valor

Hoje venho-vos contar uma experiência dolorosa que aconteceu com os CTT, sendo este artigo uma chamada de atenção para quando necessitarem de enviar algo de elevador valor para o estrangeiro.

Vem aí um evento que vai juntar nomes improváveis na área da música

E tudo isto graças à parceria da Jameson Caskmates com a Cerveja MUSA. Num projeto com o nome de Casório – uma iniciativa que, à semelhança do tradicional ritual shot & beer – que une o whiskey e a cerveja artesanal, iremos ter a oportunidade de assistir a combinações improváveis na área da música. O projeto tem como objetivo aproximar duplas de artistas portugueses durante nove meses.

Rita Ora confirmada no MEO Sudoeste

Depois das confirmações de, entre outros, Post Malone, Steve Aoki, Timmy Trumpet e Anitta, eis que nos chega mais um nome: a britânica Rita Ora, que atua a 10 de agosto no MEO Sudoeste.

Nova série Huawei P30 anunciada oficialmente

Já muito se tinha falado dos novos Huawei P30. Rumores e muitas fugas de informações depois, eis que a nova gama foi oficializada num evento que decorreu hoje no Centro de Convenções de Paris, em França.