Se nunca experimentaram Driveclub, o jogo de corridas exclusivo para a PlayStation 4, agora é o momento.
A Ovelha Choné conhece um ET no trailer para o seu novo filme
A Ovelha Choné vai regressar ao grande ecrã já este ano com um novo filme original.
O que podes fazer para protegeres a tua Xbox e os teus dados
Em janeiro deste ano, uma enorme fuga de informações de emails e palavras-passe comprometeu cerca de 700 milhões de utilizadores de várias plataformas online: Amazon, PayPal, Steam, PSN e Xbox Live, entre outras.
Onde, quando e como assistir à última temporada de “Game of Thrones”
Abril e maio de 2019 vão ficar marcados como os meses em que Game of Thrones, uma das séries de televisão mais populares da história, vai chegar ao fim.
Auchan passa a vender produtos frescos sem contaminação ou pesticidas
Isto não quer dizer que os produtos que consumimos nos fazem mal à saúde, atenção. A diferença é que, com este projeto, temos produtos amigos do ambiente. E sempre frescos.
Confusos? Passamos a explicar. A Auchan revelou recentemente o projeto KM zero, que reinventa a oferta de produtos frescos, como ervas aromáticas e outros vegetais, sem contaminação ou pesticidas. E são produtos que não necessitam de transporte. Porquê? É que todo o o processo de germinação, cultivo e embalagem é feito dentro da Jungle Box situada no exterior da loja.
Depois, os produtos vão diariamente para o seu interior, onde estão disponíveis num quiosque próprio, sem qualquer peso para o ambiente decorrente do transporte (“Km zero”).
A Jungle Box é uma espécie de quinta que oferece o ambiente ideal para as plantas durante todo o ano, garantindo uma produção contínua de 365 dias, sem pesticidas, sem desperdício e com uma qualidade sem ímpar.
A preocupação com o ambiente é tal que os produtos apresentam-se em embalagens biodegradáveis, feitas de amido de milho e fibra de cana-de-açúcar em copo de cartão.
Na Jungle Box serão produzidas plantas para saladas – alface, alface vermelha e rúcula -, microvegetais – mostarda wasabi, mistura de mostardas, rabanete, rabanete roxo e shiso roxo -, e ervas aromáticas – cebolinho, coentros, manjericão verde, manjericão limão, manjericão thai e salsa. Os preços para as saladas variam entre 1,49 e 1,99€, enquanto que os microvegetais e ervas aromáticas custam 1,99€.
Para já, a estreia desta Jungle Box, um conceito da Jungle Greens, fica-se pelo Jumbo de Sintra. Espera-se que o conceito se expanda muito em breve.
Análise – Razer Kiyo
Direcionado para os jogadores que gostam de partilhar as suas aventuras virtuais e de manter um contacto ainda mais próximo com os seus seguidores, a Razer tem uma webcam dedicada para eles.
Chama-se Razer Kiyo e é uma pequena e versátil câmara. Com um design redondo, apresenta à volta da lente um anel de led com intensidade de luz ajustável e um suporte articulado que permite ser fixado facilmente no topo de qualquer ecrã ou colocado numa mesa apontado para nós.
A intensidade de luz é a suficiente para iluminar as nossas caras até cerca de 50cm. Mostra-se bastante útil para quem gosta de jogar às escuras e é um ótimo complemento, uma vez que os ecrãs não têm uma intensidade de brilho tão grande.
Contudo, o uso deste anel na intensidade máxima não é recomendado, nem durante o dia. Não por ferir a vista, mas porque se pode tornar incómoda tanta luz, em particular se for usada diretamente de frente no topo dos monitores.
A qualidade de imagem é, na maioria das situações, ótima. Assemelha-se um pouco ao que encontramos nas câmaras de smartphones de média-gama, que se limita facilmente dependendo da iluminação da divisão onde se encontra.
Com muita luz natural ou artificial, as suas definições por defeito apresentam bons resultados. Em vídeo, é normal verificar uma estranha distorção ondulada de imagem e não há muita margem de manobra nas suas definições. Isto acontece em particular no ajuste do High Dynamic Range, que parece ser automático, e basta uma fonte de luz mais intensa em frente à câmara para estragar a imagem.
A Kiyo conta ainda com um bom sistema de autofoco, que ajuda a manter o sujeito definido se houver muito movimento.
Há ainda o suporte da aplicação Razer Synapse onde podemos fazer algumas afinações de imagem como brilho, contraste, cores, zoom, etc, mas nada de muito diferente do que encontramos em aplicações terceiras ou nas definições do próprio Windows.
A Kiyo dá, obviamente, para ser usada em videochamadas via Skype ou outras aplicações, mas a sua principal função é filmar a cara de jogadores. Na caixa e no marketing, a Razer foca-se mais na capacidade de captura de imagem a 720p e 60fps, mas, na verdade, é capaz de capturar vídeo até 1080p a 60fps, sem perda de qualidade significativa. Uma vez que a utilização de um equipamento destes é para caixas de imagem reduzidas, é o suficiente.
A Kiyo é super versátil. Fácil de usar, instalar e até arrumar. Graças ao seu design dobrável, é possível colocá-la em diferentes posições em qualquer lugar. Fixa-se facilmente no topo de qualquer ecrã fino, pode ser colocada em cima da secretária, ou até num tripé, graças à sua rosca universal. As formas de usar são imensas, desde que o seu cabo USB seja longo o suficiente.
Ligar a Kiyo é uma experiência plug-and-play. Basta ligar o cabo, esperar que o Windows reconheça e ficamos preparados para usar em qualquer software que suporte uma câmara. Simples.
A Kiyo é uma solução modesta e com características igualmente modestas. Para o utilizador simples que procura algo para desenrascar nas suas sessões de streaming, ou para complementar o seu computador de secretária para outras utilizações, é o suficiente. Se procuram algo com funções mais compreensivas, se calhar não é a melhor opção.
No entanto, prima sem dúvida pelo seu anel de LED para gravações em ambientes mais escuros e pelo seu design quase transformativo que permite ser usada em muitas situações.
A Razer Kiyo pode ser adquirida na loja da Razer por 109,99€.
Chegou o novo vinho da Quinta do Vale da Perdiz
O novo Cistus Reserva Douro DOC Tinto 2015 é um vinho elegante e intenso, ideal para acompanhar pratos de sabor distinto, como carne e queijos. Destacam-se as notas de frutos do bosque, esteva, minerais (xisto), caixa de charutos, toffee, salientando-se também por ser muito completo.
Amorino tem três novos sabores para provar nesta Primavera
Líchia, Menta e Chocolate e Mascarpone e Figos. São estes os novos sabores em destaque nas gelatarias Amorino, bem a tempo de celebrar a Primavera, a estação mais colorida do ano.
Primal Scream juntam-se ao cartaz do NOS Alive’19
Os escoceses Primal Scream são a mais recente confirmação do NOS Alive’19. A banda liderada por Bobby Gillespie sobe ao Palco NOS dia 12 de julho, juntando-se, assim, aos já anunciados Vampire Weekend, Gossip e Izal no segundo dia do festival.
Projeto da Chicco entregou equipamentos ao Hospital de S. João do Porto
Decorreu no mês passado a cerimónia oficial de entrega de equipamentos à Unidade de Cuidados Intensivos Neonatais, no âmbito do projeto CHICCO DÁ VIDA.
Companhia Portuguesa de Bailado Contemporâneo tem um novo espetáculo
Chama-se Na Substância do Tempo e é uma homenagem a Sophia de Mello Breyner Andresen, a propósito do centenário do seu nascimento.
Huawei lança software para ajudar a diagnosticar sinais de deficiência visual nas crianças
A Huawei, em conjunto com a IIS Aragon e a DIVE Medical, desenvolveu o software Track Inteligência Artificial (AI), que permite realizar uma avaliação baseada em IA, detetar e diagnosticar sinais precoces de deficiências visuais nas crianças.
Análise – The Messenger
A nostalgia continua a vender e, desta vez, temos o lançamento de The Messenger na PlayStation 4. Depois de uma passagem pela Nintendo Switch, o jogo de ação e plataformas, inspirado em clássicos de 8 e 16 bits, dá aos fãs da Sony uma das experiências mais sólidas e divertidas que encontramos no género. The Messenger é desafiante, refrescante e um futuro clássico para os amantes de um bom jogo de plataformas.
SEGA Mega Drive vai ser “relançada” em setembro
Parece, mas não é mentira. O anúncio foi feito pela SEGA na semana passada, juntando-se agora à Nintendo e à PlayStation com versões em miniatura das suas consolas mais populares.
Lisboa recebe cinco concertos do Road to SBSR
Conan Osíris, Sallim, Conjunto Corona, Glockenwise e Galgo. São estes os artistas/bandas que vão atuar em Lisboa, no âmbito do circuito Road to SBSR.
SEGA prepara-se para os Jogos Olímpicos com três novos jogos
O Comité Olímpico Internacional pode não aceitar os videojogos como uma modalidade digna das olimpíadas, mas nada impede a organização de capitalizar com esta indústria.
Derby Motoreta’s Burrito Kachimb e Nuno Lopes no Vodafone Paredes de Coura
Existem coisas certas nesta vida e Nuno Lopes no Vodafone Paredes de Coura parece ser uma delas. Ao ator/DJ português, juntam-se os espanhóis Derby Motoreta’s Burrito Kachimb.
Hoje podes jogar Snake através do Google Maps
Este ano, a Google preparou outra funcionalidade única e temporária aos seus serviços. Em celebração do Dia das Mentiras, o Google Maps vai ter cobras por todo o lado.
Phosphorescent vai finalmente estrear-se em Lisboa
Depois de ter vindo pela primeira vez ao nosso país em 2013, no âmbito do festival Vodafone Paredes de Coura, eis que Phosphorescent, projeto do americano Matthew Houck, vai finalmente estrear-se na capital portuguesa, aquando a 6 de junho no Lisboa ao Vivo.
Niwa – Em Cascais come-se sushi de altíssima qualidade
Energia, equilíbrio, serenidade e paz. Sushi e iguarias japonesas de fusão para os verdadeiros amantes de qualidade e requinte. É assim que o Niwa, que em português significa jardim, se apresenta aos clientes no Facebook, garantindo que quem por ali passar irá ter a melhor experiência gastronómica da linha de Cascais.
O Niwa abriu a 5 de janeiro deste ano. É um restaurante muitíssimo recente, mas com os ingredientes necessários para ser um local de sucesso.
O espaço, extremamente pequeno – só tem lugar para 22 pessoas – esteve em obras durante oito meses antes de ser aberto ao público. O responsável é Tiago Cartaxo, fanático por sushi que tem em mãos outro restaurante japonês, o Kyonagi, aberto desde o verão de 2018.
Lá dentro, percebemos que o espaço, apesar de pequeno, é acolhedor, onde prima o bom gosto pela decoração. Aliás, o mobiliário foi todo feito à mão. Foi tudo idealizado ao pormenor. No entanto, nesta questão da decoração, houve algo que não gostámos: das mesas. Apesar de giras e a condizer, têm pouco espaço para as pernas, o que faz com que alguém com mais peso muito dificilmente consiga sentar-se. Só mesmo se tiver mais afastado da mesa. Um ponto a rever.
Em todo o caso, é nas diversas opções de sushi que o Niwa se destaca. E de que maneira.
Começámos a nossa degustação a provar Gyosas de frango e gyozas de vegetais. E tão depressa chegaram como desapareceram, o que só pode ser bom sinal.
Antes disso, já nos tinham servido uma Sangria de Sake, que nos iria acompanhar durante toda a refeição. Ideal para quem é amante de pepino.
Logo depois chegaram-nos o que no Niwa chamam de Rolinhos brasileiros com manga e maionese, envolvidas com salmão braseado, philadelphia e cebolinho. Se são fãs de manga irão simplesmente adorar esta opção. Caso não sejam fãs de manga, o típico sabor da fruta, que sobressai, poderá não ser do vosso agrado, mas, no seu todo, estes rolinhos brasileiros, que também traziam um ligeiro travo a amendoim, serão capazes de fazer furor com qualquer cliente.
Portanto, tivemos uma opção quente e uma opção fria. Chegava-nos agora mais uma opção nos quentes, e neste caso um dos ex-libris da casa: Niwa Hot, constituídos por camarão, salmão, abacate, maionese japonesa, teriaki e bonito flakes. Parecem demasiados ingredientes, mas a verdade é que, conjugados, transformam-se em peças extremamente deliciosas, mesmo para quem não é apreciador de camarão. Uma conjunção fantástica de sabores.
A sério, se o Niwa nos queria conquistar, conseguiu-o com muita facilidade.
Mas nós queríamos mais, muito mais, até porque estávamos fascinados com a qualidade apresentada até então. Daí chegaram-nos peças de Nigiri Maguro (com salmão ligeiramente cozinhado por cima) em pedra de sal dos Himalaias. É difícil perceber ao certo se a tal pedra de sal dos Himalaias tem impacto no sabor, mas a verdade é que estes Nigiris foram dos melhores que já comemos até agora. Isto tendo em conta os vários restaurantes de sushi por onde já passámos. Arroz na quantidade certa com uma salmão de excecional qualidade, perfeitamente cozinhado. Podíamos comer umas 20 ou 30 peças que não nos iríamos fartar.
A refeição ainda não tinha acabado (e ainda bem) e o staff serviu-nos mais duas opções: dois Gunkans com ovas e os Italia Hot, uma especialidade da casa que consiste em rolinhos com salmão, pistácio, tártaro, pimenta rosa, limão e teriaky.
Começando pelos gunkans, que até acabam por ser das peças preferidas dos amantes desta cozinha, não desiludiram em nada, à semelhança das restantes peças que nos foram chegando à mesa. Deliciosos, somente pecando na quantidade.
Já os Italia Hot, ainda bem que são uma das especialidades da casa porque são mesmo fenomenais. Por vezes vamos a restaurantes de sushi onde as opções quentes deixam a desejar. Isso não acontece no Niwa, onde a qualidade entre peças frias e quentes é muitíssimo semelhante. Estes Italia Hot são servidos em oito peças, em que a combinação de todos os ingredientes irá agradar, especialmente aos amantes de pistácio.
Há, no entanto, que ter em atenção alguns pontos. Chegámos praticamente na hora de abertura do espaço ao almoço e o serviço foi bastante demorado, tendo em conta a quantidade de peças que nos serviam. Desculpamos porque a qualidade das peças era excecional, e, neste caso, a espera compensou a demora.
Os preços também nos pareceram algo exagerados, tendo em conta, lá está, a quantidade de peças, mas também o próprio tamanho de cada uma.
Apesar de tudo isto, o Niwa pode perfeitamente vingar neste difícil mercado. As peças são super saborosas e o atendimento é simpático q.b. Está bem localizado (embora fora de Lisboa) e o espaço é tão pequeno que pode, provavelmente, tornar-se num restaurante “quase exclusivo”. Esperemos que sim e que tenham muito sucesso.
