Calma, não é bem aquele Tomorrowland que já viram no YouTube, mas sim um evento de dimensões bem menores. Ainda assim, é de louvar esta aposta na cidade do Porto.
Preparem as vossas bexigas. “Avengers: Endgame” vai durar três horas
Para sermos mais precisos, serão três horas e cinquenta e oito segundos. Esta é a duração que os realizadores de Avengers: Endgame partilharam oficialmente.
3 Razões para rever “Prison Break”: Empatia, Carisma e Autenticidade
Prison Break é o tipo de série que envelhece mas não perde a validade. Digo isto com toda a certeza porque revi a série e só tenho a dizer que a primeira temporada, assim como a primeira metade da segunda temporada, são fantásticas. E tal deve-se principalmente às personagens, especialmente as secundárias.
Super Mario e The Legend of Zelda vão receber modos de realidade virtual
Se o anúncio do suporte de realidade virtual não foi o suficiente para vos impressionar, a mais recente novidade da Nintendo já vos pode chamar a atenção.
A celebração explosiva da música de Hans Zimmer na Altice Arena
Pode-se dizer que o passado dia 3 de abril esteve dividido em dois acontecimentos em Lisboa: por um lado, acontecia mais um dérbi de futebol, neste caso para a Taça de Portugal; por outro, fãs da música e do cinema juntavam-se para lotar a sala de espetáculos da Altice Arena, no Parque das Nações, para a estreia no país da tour The World of Hans Zimmer.
Vinhos em Cena (23 e 24 de março)
O Teatro Tivoli foi pelo terceiro ano consecutivo invadido por vinhos de várias regiões de Portugal, e também do estrangeiro, em mais uma edição do Vinhos em Cena.
The Lumineers regressam a Portugal em nome próprio
Passaram pelo NOS Alive em 2014 e, agora, cinco anos depois, regressam. Mas em nome próprio. Os The Lumineers têm espetáculo marcado para 1 de novembro no Campo Pequeno.
A banda norte-americana de folk rock é mais conhecida pelo tema “Ho Hey”, que permaneceu por 18 semanas consecutivas no primeiro lugar da tabela rock da Billboard. Em Portugal, o tema alcançou um airplay estrondoso.
Vini Vici, Kura e Wet Bed Gang confirmados no MEO Sudoeste
A primavera chegou, crescem as saudades do verão e crescem ainda mais as expectativas para o MEO Sudoeste, principalmente graças às três novas confirmações: Vini Vici, Kura e Wet Bed Gang.
Hellblade: Senua’s Sacrifice chega à Nintendo Switch para a semana
Começou como um exclusivo Playstation 4 e PC, já passou pela Xbox One e, agora, prepara-se para aterrar na Nintendo Switch.
Borderlands 3 explode no PC e nas consolas em setembro
Depois da sua muito antecipada revelação, Borderlands 3 recebeu um novo trailer, novas informações e data de lançamento.
O prometido é devido e, esta semana, a Gearbox e a Take-Two anunciaram novos detalhes de Borderlands 3. O terceiro jogo principal desta animada trilogia vai chegar no dia 13 de setembro à PlayStation 4, Xbox One e em exclusivo à Epic Games Store, no PC.
Neste jogo, os jogadores regressam ao planeta pós-apocalíptico de Pandora para explorarem novas regiões e participarem em novas missões, em busca do melhor loot e das melhores armas.
Borderland 3 vai ser lançado em diferentes sabores. Para além de uma edição normal base, há a edição Deluxe, onde os jogadores vão ter acesso a mais mascaras, fatos e skins para as armas, assim como amplificadores de experiência e melhores loot boxes.
Há ainda a edição Super Deluxe, que, para além dos extras anteriores, inclui o Season Pass, com quatro novas campanhas a serem lançadas no futuro. E por fim, a edição física de colecionador, Diamon Loot Chest Collectors, que, para além das vantagens em jogo, inclui colecionáveis como figuras, um mapa, porta-chaves e muito mais.
A Gearbox e a Take-Two não se ficam por aqui, nem pelo mais recente trailer. Prometem ainda mais novidades para breve, com uma transmissão em direto no dia 1 de maio, onde será revelada a jogabilidade e as novas mecânicas de Borderlands 3.
Rock in Rio e Worten constroem cidade gaming
O Rock in Rio e a Worten voltaram a aliar-se para criar um espaço dedicado aos videojogos, à semelhança do que tinha acontecido com o Worten Game Ring no Rock in Rio 2018, no Parque da Bela Vista, em Lisboa. Desta vez, as empresas decidiram criar um espaço próprio dedicado aos amantes dos videojogos e nasceu a Worten Game City, que vai ter lugar na Cordoaria Nacional nos dias 31 de maio, 1 e 2 de junho.
Crítica – “Shazam!”
Todos temos um super-herói dentro de nós, basta um pouco de magia para o revelarmos. No caso de Billy Batson (Asher Angel), basta gritar a palavra – SHAZAM! Depois de um feiticeiro lhe conceder o poder de Shazam (Zachary Levi), este rapaz de 14 anos passa a ser um super-herói já adulto, mas com sensibilidade de miúdo. E faz o que qualquer adolescente com superpoderes faria: diverte-se com eles!
Consegue voar? Tem visão raios-X? Dispara raios de eletricidade pelas suas mãos? Pode escapar aos testes de estudos sociais? Shazam testa os limites dos seus poderes com a inocente imprudência de um miúdo. No entanto, rapidamente terá que aprender a dominar todas as suas capacidades para conseguir vencer as forças mortíferas do mal, controladas por Dr. Thaddeus Sivana (Mark Strong).
Pouco ou nada se sabia sobre Shazam. Quais eram os seus poderes, qual a sua história… Basicamente, não se sabia quem ele era. É precisamente isto que o filme de David F. Sandberg faz de melhor: apresenta ao público um novo super-herói da DC Comics, entregando um argumento baseado em banda desenhada invulgarmente bem estruturado, repleto de risos e ação divertida.
Zachary Levi é, sem dúvida, o grande destaque. Não só ele é hilariante, como consegue captar perfeitamente a personalidade infantil que um miúdo transformado em adulto teria. As suas expressões de absoluta surpresa e espanto ao conhecer os seus poderes são extremamente preciosas e ele carrega, sem esforço, o tom mais alegre deste filme aos seus ombros.
Asher Angel é brilhante como Billy Batson. A sua personagem tem uma história notavelmente bem escrita e bem explorada, que eventualmente justifica a pessoa em que ele se tornou. É o subplot mais emocional e genuíno do filme, e Henry Gayden fez um trabalho fantástico ao escrever o seu guião. Não parece clichê ou exagerado. Na verdade, é bastante realista e fundamentado. Jack Dylan Grazer interpreta o seu melhor amigo, Freddy Freeman, e ele é a fonte primária de comédia autoconsciente. Ele conhece todos os pormenores sobre super-heróis e super-vilões, então as suas piadas resultam constantemente, e até acabam por ter um papel algo importante no último ato.
Geralmente, os vilões tendem a ser personagens ocas com motivações quase inexistentes, mas, desde há alguns anos, este problema tem vindo a ser gradualmente corrigido. Os últimos filmes baseados em banda desenhada possuem vilões incrivelmente bem desenvolvidos que carregam uma história convincente, a qual suporta inteiramente as suas crenças, mas não as suas ações.
Este tipo de vilões resulta bem devido ao público poder entender de onde eles vêm, mas também, em alguns casos, poder ligar-se e importar-se com eles. Dr. Thaddeus Sivana não é exatamente alguém que a audiência se acaba por importar com, mas a sua história é emocionalmente poderosa o suficiente para fazer entender de onde provêm as suas motivações. Mark Strong oferece um desempenho ameaçador e o seu guarda-roupa/maquilhagem fazem-no parecer um autêntico badass.
O primeiro ato é um pouco atribulado. Começa de uma forma muito cativante e, depois de se perceber quem é a personagem no seu centro, fica ainda melhor. No entanto, o tom do filme demora algum tempo para se estabelecer e o início do mesmo encontra dificuldades em descobrir quais piadas resultam ou não. O humor está “no ponto” em todo o resto da duração do filme, mas as primeiras cenas de comédia nem por isso. As sequências de ação são espetaculares e a produção sonora permite que o público sinta cada soco, pontapé, uma queda no chão ou uma descolagem à Super-Homem. As cenas de luta são editadas de forma fluida e bem coreografadas quando possível, ajudando ainda mais a elevar o nível de entretenimento.
A procura de Shazam pelos seus poderes fornece os momentos mais divertidos e engraçados do filme. Cada teste que o próprio atravessa tem tanto de hilariante como de informativo. Este é outro aspeto do argumento que tanto se pode apreciar: existiam várias ideias de como abordar este segmento e conseguiram brilhar em todas as execuções. Desde as referências da cultura pop aos clichês da relação herói-vilão, Sandberg fez um trabalho fantástico ao explorar estes conceitos e executou-os na perfeição.
As melhores piadas são as que podem ser engraçadas a níveis diferentes para pessoas diferentes. Se um grupo se ri de uma cena em particular devido ao momento em si, mas outro grupo ri ainda mais porque sabem que aquela cena significa muito mais do que mostra à superfície, é nessa altura que se sabe que uma piada é perfeita. Shazam! não é só engraçado para fãs de comic books – todos podem deixar o cinema entretidos e alegres.
Não deixa de ser um filme de super-heróis simples. Continua a haver um vilão por derrotar e o filme passa por todos os clichês com que goza tanto. Facilmente se prevê como o mesmo se vai desenvolver, cena por cena, apenas alguns minutos depois do início. Não que se deva considerar uma falha, apenas não é nenhuma obra-prima. A batalha final arrasta-se em demasia, terminando e recomeçando a cada cinco minutos. Tem uma conclusão bastante satisfatória, mas demora um pouco para lá chegar.
Além disso, apesar de reconhecer que é um daqueles nitpicks digno de pertencer ao famoso CinemaSins, os flashbacks e saltos de tempo poderiam ter recebido melhor tratamento em relação à idade das personagens presentes nos mesmos. Uma coisa é pensar que as personagens parecem mais velhas/novas do que aquilo que mostram no grande ecrã, mas quando eles têm exatamente a mesma aparência no espaço de 30/40 anos… Já não é tão aceitável.
Ao todo, Shazam! é uma explosão de entretenimento. É, até à data, o filme mais divertido de 2019. É incrivelmente hilariante. Continua a tendência dos filmes de banda desenhada em alterar como os vilões são escritos, entregando um “mau da fita” bem desenvolvido, brilhantemente interpretado por Mark Strong.
Cada membro do elenco oferece um desempenho forte, mas Zachary Levi rouba o espetáculo. A sua atitude caprichosa, personalidade imprudente e expressões faciais ricas, são garantias para entreter o leitor durante a maior parte do tempo de execução. Asher Angel e Jack Dylan Grazer destacam-se ao representar os miúdos, e a história do primeiro carrega um impacto emocional que passa também para a sua forma adulta.
A ação está repleta de sequências muito bem editadas, uma produção sonora poderosa e momentos únicos brutais, mas a batalha final ocupa demasiado tempo. O primeiro ato esforça-se para encontrar o seu ritmo e tom, mas quando ultrapassa essas dificuldades iniciais, é uma aventura excecional.
O melhor elogio que se pode dar a Sandberg é que antes não se sabia nada sobre Shazam e, agora, mal se pode esperar pela sua sequela. Bem realizado, bem escrito e extremamente divertido. Que mais se pode pedir?
Shazam! chega aos cinemas nacionais esta semana.
Nota: ![]()
O Fantasma da Ópera chega pela primeira vez a Portugal
É um dos maiores musicais de todos os tempos e vai estrear finalmente em Portugal. O Fantasma da Ópera vai ter, para já, quatro datas de apresentação no nosso país: 18 e 19 de outubro no Coliseu Porto Ageas e 22 e 23 de novembro no Campo Pequeno.
Dino D’Santiago e Rubel no Super Bock Super Rock
O Super Bock Super Rock continua a confirmar nomes a todos o gás. E numa edição repleta de diversidade, eis que chegam mais dois artistas que vão trazer outro ritmo: o português Dino D’Santiago e o brasileiro Rubel.
Tom Walker estreia-se em Portugal com concerto no NOS Alive’19
É um dos nomes em ascensão na música pop. Falamos de Tom Walker, vencedor do Brit Awards 2018 de Melhor Revelação Britânica, que se estreia em Portugal com um concerto único no Palco NOS do NOS Alive’19 no dia 13 de julho.
EDPCOOLJAZZ anuncia noite com concertos solidários
À medida que os anos vão passando, e que o EDPCOOLJAZZ vai colecionando edições inesquecíveis, acrescem, também, outras responsabilidades, dada a crescente visibilidade.
A música de Hans Zimmer regressa a Lisboa em dezembro deste ano
Depois de um concerto esgotadíssimo no passado dia 3 de abril, The World of Hans Zimmer – a Symphonic Celebration, trabalho do aclamado compositor Hans Zimmer, regressa a Lisboa ainda este ano, mais propriamente a 8 de dezembro. O local é o mesmo: Altice Arena.
Burger King tem uma novidade para os fãs de queijo fumado
Chama-se Rustic Smoked Cheese, um nome que vem mesmo a calhar devido aos seus ingredientes: tomate fresco, cebola crocante, pão de centeio e molho de cerveja preta e a estrela de tudo isto – o queijo fumado.
Segundo Muelle distinguido com Certificação de Ouro de Autêntica Cozinha Peruana
Ganhar uma Certificação, na Categoria Ouro, no âmbito da Certificação Internacional “Auténtica Cocina Peruana”, é decerto um enorme orgulho para o fundador do restaurante Segundo Muelle, restaurante pertencente ao Grupo Portugália Restauração cá em Portugal. Pelo menos é grande a emoção que Daniel Manrique, Diretor-Geral da marca, transpareceu no seu discurso, no decorrer da entrega do prémio que decorreu no passado dia 2 de abril, no estabelecimento sito no Cais do Sodré, em Lisboa.
Como o Echo Boomer já teve oportunidade de partilhar, o Segundo Muelle nasceu numa garagem em San Isidro, Lima (Capital do Peru), evoluíndo pouco depois para a abertura de um restaurante com apenas quatro mesas, em 1994. Das quatro mesas, passaram para cinquenta, no espaço de um ano. De 1999 a 2004, o Segundo Muelle converteu-se em cadeia nacional, com a abertura de quatro restaurantes em Lima, sendo que, nos anos que se sucederam, expandiram-se para mais cidades do Peru.
O sucesso foi tal que a expansão internacional não tardou e, em 2015, já contava com 17 restaurantes espalhados pelo globo. Em 2016, chega a Lisboa, em parceria com o Grupo Portugália, um dos grupos de restauração históricos de maior peso em Portugal e, por conseguinte, segundo Daniel Manrique, os parceiros ideais para este projeto.
Em 2019 chega, por fim, a subida de mais um patamar e a realização de um objetivo – alcançar a categoria Ouro da certificação Auténtica Cocina Peruana, organizado pela Agência do PromPeru e a Universidade San Ignacio de Loyola, entidades externas que buscam preservar e valorizar o valor da gastronomia peruana, promovendo a sua difusão pelo mundo e garantindo a genuinidade dos pratos peruanos.
Para Daniel Manrique, este é um fator-chave do ADN do Segundo Muelle: manter a cozinha o mais fiel possível às suas origens, respeitando os processos da cozinha peruana original, seja em que país for, tendo por base os valores de vocação e paixão pelo conceito genuíno. A missão do Segundo Muelle é mesmo essa: em qualquer país ou cidade onde esteja, uma refeição num dos restaurantes da cadeia é uma experiência única e fiel às tradições do Peru.
A cozinha peruana carateriza-se por ser de fusão, unindo diversas correntes culinárias, nomeadamente italiana, chinesa, japonesa, espanhola e afro-peruana (creola), resultante dos diversos movimentos migratórios ao longo da história; todas estas influências acabaram por criar uma gastronomia peruana única.
Outro fator importante é o facto do Peru ser um país que tem vários bioclimas, que variam do mais húmido/tropical ao mais seco, o que propicia e coloca à disposição uma incrível diversidade de alimentos naturais como frutas, vegetais e legumes. E isso enriquece ainda mais os pratos peruanos, tornando esta cozinha singular no mundo.
Ainda segundo Daniel Manrique, nos últimos anos o governo peruano tem realizado um esforço para difundir a sua gastronomia um pouco por todo o mundo, enviando assim chefs peruanos de férias ao exterior, bem como a workshops, para representar e difundir a gastronomia peruana e a sua exoticidade. O facto de ser um misto de várias influências gastronómicas torna esta cozinha extremamente criativa, e prova disso é que tem sido uma das gastronomias mais aclamadas mundo fora – tendo sido este país, inclusivamente, eleito pela sétima vez como melhor destino gastronómico pelo World Travel Awards.
E como surge a comida peruana em Portugal?
Francisco Carvalho Martins, Administrador do Grupo Portugália Restauração, afirma que faz agora três anos que uma primeira reunião com o, na altura, embaixador do Peru – que durou cinco horas, com um almoço incluído – fez nascer este projeto em Portugal. Após uma visita ao Peru, onde teve oportunidade de estar em contacto com diferentes restaurantes e chefs, e tendo por base o financiamento do governo peruano em patrocinar o estabelecimento de parcerias comerciais para a difusão da cozinha peruana pelo mundo, foi mesmo o Grupo Portugália que ficou com a honra de estabelecer o Segundo Muelle no nosso país.
Para Francisco Martins, a ligação com o Segundo Muelle foi imediata e hoje é “uma relação de alma e coração”; a aposta na diversificação da oferta do grupo tem sido um projeto desafiante, estimulante e gratificante também para o grupo. É com orgulho que afirma, assim, o significado especial que tem a recepção deste prémio.
Esta Certificação independente, que pretende não só garantir a autenticidade da oferta de comida peruana nos restaurantes peruanos do mundo, como também garantir que os restaurantes certificados cumprem com os padrões gastronómicos rigorosos, está subdividida em três categorias: Bronze, Prata e Ouro, que são atribuídos através de uma escala de pontos cujo máximo é 50 – de 45 a 46, de 47 a 48 e de 49 a 50, respectivamente. O Segundo Muelle ganhou com 49,28 pontos, tendo sido o Ceviche Clássico, o Lomo Saltado e, por fim, o Chupe de Camaronês, os três pratos avaliados.
Se já não eram preciso desculpas para fazer uma visita ao Segundo Muelle, agora então é obrigatório marcar presença pelo menos uma vez! Todos os dias, das 12h às 00h, entrem e deixem-se levar pelos sabores exóticos do Peru.
