Segundo Muelle distinguido com Certificação de Ouro de Autêntica Cozinha Peruana

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Ganhar uma Certificação, na Categoria Ouro, no âmbito da Certificação Internacional “Auténtica Cocina Peruana”, é decerto um enorme orgulho para o fundador do restaurante Segundo Muelle, restaurante pertencente ao Grupo Portugália Restauração cá em Portugal. Pelo menos é grande a emoção que Daniel Manrique, Diretor-Geral da marca, transpareceu no seu discurso, no decorrer da entrega do prémio que decorreu no passado dia 2 de abril, no estabelecimento sito no Cais do Sodré, em Lisboa.

Como o Echo Boomer já teve oportunidade de partilhar, o Segundo Muelle nasceu numa garagem em San Isidro, Lima (Capital do Peru), evoluíndo pouco depois para a abertura de um restaurante com apenas quatro mesas, em 1994. Das quatro mesas, passaram para cinquenta, no espaço de um ano. De 1999 a 2004, o Segundo Muelle converteu-se em cadeia nacional, com a abertura de quatro restaurantes em Lima, sendo que, nos anos que se sucederam, expandiram-se para mais cidades do Peru.

O sucesso foi tal que a expansão internacional não tardou e, em 2015, já contava com 17 restaurantes espalhados pelo globo. Em 2016, chega a Lisboa, em parceria com o Grupo Portugália, um dos grupos de restauração históricos de maior peso em Portugal e, por conseguinte, segundo Daniel Manrique, os parceiros ideais para este projeto.

Em 2019 chega, por fim, a subida de mais um patamar e a realização de um objetivo – alcançar a categoria Ouro da certificação Auténtica Cocina Peruana, organizado pela Agência do PromPeru e a Universidade San Ignacio de Loyola, entidades externas que buscam preservar e valorizar o valor da gastronomia peruana, promovendo a sua difusão pelo mundo e garantindo a genuinidade dos pratos peruanos.

Para Daniel Manrique, este é um fator-chave do ADN do Segundo Muelle: manter a cozinha o mais fiel possível às suas origens, respeitando os processos da cozinha peruana original, seja em que país for, tendo por base os valores de vocação e paixão pelo conceito genuíno. A missão do Segundo Muelle é mesmo essa: em qualquer país ou cidade onde esteja, uma refeição num dos restaurantes da cadeia é uma experiência única e fiel às tradições do Peru.

A cozinha peruana carateriza-se por ser de fusão, unindo diversas correntes culinárias, nomeadamente italiana, chinesa, japonesa, espanhola e afro-peruana (creola), resultante dos diversos movimentos migratórios ao longo da história; todas estas influências acabaram por criar uma gastronomia peruana única.

Outro fator importante é o facto do Peru ser um país que tem vários bioclimas, que variam do mais húmido/tropical ao mais seco, o que propicia e coloca à disposição uma incrível diversidade de alimentos naturais como frutas, vegetais e legumes. E isso enriquece ainda mais os pratos peruanos, tornando esta cozinha singular no mundo.

Ainda segundo Daniel Manrique, nos últimos anos o governo peruano tem realizado um esforço para difundir a sua gastronomia um pouco por todo o mundo, enviando assim chefs peruanos de férias ao exterior, bem como a workshops, para representar e difundir a gastronomia peruana e a sua exoticidade. O facto de ser um misto de várias influências gastronómicas torna esta cozinha extremamente criativa, e prova disso é que tem sido uma das gastronomias mais aclamadas mundo fora – tendo sido este país, inclusivamente, eleito pela sétima vez como melhor destino gastronómico pelo World Travel Awards.

E como surge a comida peruana em Portugal?

Francisco Carvalho Martins, Administrador do Grupo Portugália Restauração, afirma que faz agora três anos que uma primeira reunião com o, na altura, embaixador do Peru – que durou cinco horas, com um almoço incluído – fez nascer este projeto em Portugal. Após uma visita ao Peru, onde teve oportunidade de estar em contacto com diferentes restaurantes e chefs, e tendo por base o financiamento do governo peruano em patrocinar o estabelecimento de parcerias comerciais para a difusão da cozinha peruana pelo mundo, foi mesmo o Grupo Portugália que ficou com a honra de estabelecer o Segundo Muelle no nosso país.

Para Francisco Martins, a ligação com o Segundo Muelle foi imediata e hoje é “uma relação de alma e coração”; a aposta na diversificação da oferta do grupo tem sido um projeto desafiante, estimulante e gratificante também para o grupo. É com orgulho que afirma, assim, o significado especial que tem a recepção deste prémio.

Esta Certificação independente, que pretende não só garantir a autenticidade da oferta de comida peruana nos restaurantes peruanos do mundo, como também garantir que os restaurantes certificados cumprem com os padrões gastronómicos rigorosos, está subdividida em três categorias: Bronze, Prata e Ouro, que são atribuídos através de uma escala de pontos cujo máximo é 50 – de 45 a 46, de 47 a 48 e de 49 a 50, respectivamente. O Segundo Muelle ganhou com 49,28 pontos, tendo sido o Ceviche Clássico, o Lomo Saltado e, por fim, o Chupe de Camaronês, os três pratos avaliados.

Se já não eram preciso desculpas para fazer uma visita ao Segundo Muelle, agora então é obrigatório marcar presença pelo menos uma vez! Todos os dias, das 12h às 00h, entrem e deixem-se levar pelos sabores exóticos do Peru.

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