O próximo filme de “007” já tem elenco, mas falta-lhe um título

A MGM anunciou esta semana o início de produção do próximo filme da saga 007, dando a conhecer também o elenco completo do próximo episódio.

Para já é apenas conhecido como Bond 25, ou seja, o vigésimo quinto filme com James Bond vai ser uma sequela dos filmes protagonizados por Daniel Craig, que regressa naquele que será o seu último filme nesse papel.

Nesta nova aventura, Craig faz-se acompanhar por Ralph FiennesNaomie HarrisRory KinnearLéa SeydouxBen Whishaw e Jeffrey Wright, que o acompanharam em episódios anteriores, além de um elenco renovado onde encontramos vilões e até a tradicional Bond Girl.

Os novos atores são Dali BenssalahDavid DencikLashana Lynch e Billy Magnussen e vamos encontrar também Ana de Armas (Blade Runner 2049) no papel de Bond Girl e Rami Malek (Mr Robot, Bohemian Rhapsody) enquanto vilão principal.

Realizado por Cary Joji Fukunaga (Beasts of No Nation, True Detective, Maniac), Bond 25 pode não ter ainda um subtítulo, mas já tem uma breve sinopse.

No novo filme, Bond deixou o serviço ativo e está a desfrutar de uma vida tranquila na Jamaica. Mas a sua paz termina rapidamente quando o seu velho amigo Felix Leiter, da CIA, aparece com um pedido de ajuda. A missão de resgatar um cientista raptado acaba por ser muito mais traiçoeira do que o esperado, levando Bond a perseguir um misterioso vilão, armado com uma nova tecnologia perigosa.

A produção do novo 007 terá lugar nos Pinewood Studios, no Reino Unido, e em diversos locais do mundo como Londres, Itália, Jamaica e Noruega.

Bond 25 estreia nos cinemas em abril do próximo ano.

Google “estala os dedos” com um easter-egg dos Vingadores

Com Avengers: Infinity War a estabelecer o tom e o início da premissa de Endgame há coisa de um ano, agora, toda a gente deve saber mais ou menos quem é que é Thanos.

Razer volta a apostar em portáteis topo de gama

A Razer introduz agora dois novos modelos da sua linha Razer Blade, computadores portáteis de alto desempenho desenhados para videojogos e muito mais.

Em dois sabores, de 15 e 17 polegadas, os novos Razer Blade vêm atualizados com novos componentes e um design afinado.

Pequeno, mas cheio de força, o novo Razer Blade 15 chega agora com duas variantes, uma com ecrã Full HD 240Hz e outra com um ecrã 4K OLED.

Nestes modelos vamos poder encontrar no seu interior, entre outras características, processadores de 9ª geração i7 da Intel (i7-9750H a 2.6Hz com Max Turbo até 4.5GHz), e uma placa gráfica NVIDIA GeForce RTX 2060.

O novo Razer Blade 15 já está disponível no mercado norte-americano. Chega à Europa em maio e pode ser configurado na loja online da Razer a partir de 1999 dólares.

A outra novidade é para os mais exigentes, com o Razer Blade Pro 17, um super-portátil que a Razer diz ser a melhor máquina do seu catálogo.

Cerca de 25% mais pequeno que a maioria dos portáteis da concorrência no mesmo segmento, o Razer Blade Pro 17 está equipado com processadores de 9ª geração i7 da Intel (i7-9750H a 2.6Hz com Max Turbo até 4.5GHz); opções gráficas NVIDIA GeForce RTX 2060, 2070 ou 2080 com Design Max-Q; memória RAM de 16GB DDR4-2667MHz, com slots para expansão; e um disco SSD 512GB com slot para discos até 2TB.

Já o ecrã de 17.3 polegadas suporta resoluções FullHD a 144Hz com uma gama de cores 100% sRGB.

Tal como o Razer Blade 15, o Razer Blade Pro 17 vai chegar à europa em maio com um preço que começa nos 2.699,99€.

Crítica – “Avengers: Endgame”

Depois do estalar de dedos de Thanos, que dizimou metade da população do universo e parte da equipa dos Avengers, os que sobreviveram têm de tomar uma posição final em Avengers: Endgame, o grande desfecho dos 22 filmes da Marvel Studios. Um dos filmes mais antecipados do ano (década, século, e até mesmo de sempre) e parte de uma das sagas mais bem sucedidas alguma vez criadas: Marvel Cinematic Universe (MCU).

Não se preocupem. Esta vai ser uma crítica muito vaga e sem quaisquer spoilers. Neste preciso momento, enquanto escrevo esta frase, ainda estou a processar tudo o que vi e como vou explicar como me senti sem dar um único spoiler, por mais pequeno que seja. Em primeiro lugar, é uma mistura de sentimentos. Por um lado, sinto-me extremamente feliz por ter a sorte de estar vivo durante este tempo épico e ter a oportunidade de seguir estas personagens que tanto adoro e me importo com. Por outro lado, estou obviamente triste por finalmente ter chegado ao fim desta primeira (esperemos) saga incrível. Não há filmes perfeitos e um com tantos heróis terá sempre dificuldades no que toca ao equilíbrio (Infinity War já sofreu com isso).

No entanto, os irmãos Russo fizeram tudo o que podiam para entregar uma história fenomenal. E assim cumpriram. Não acho que poderia ter sido melhor. A última hora excede todas as expetativas. É épica, emocional, repleta de ação e tem uma das minhas imagens favoritas em toda a história do cinema. É pura magia e a equipa de efeitos visuais certamente vai conseguir um Óscar desta vez. A ação faz lembrar as maiores batalhas de Lord of the Rings e foi impecavelmente filmada, cheia de sequências entusiasmantes e de arrepiar várias vezes. Apesar disso, não esperem este sentimento de alta intensidade durante todo o tempo de execução. Os outros dois atos são um slow-burn que serve de build-up para um payoff que vai fazer-vos ou “adorar” ou apenas “gostar” do filme.

Este é, facilmente, um dos melhores filmes da MCU, se não mesmo o novo número um. Não há como negar que as três horas têm algumas cenas desnecessárias, mas mesmo que não possuam um impacto significativo sobre o enredo, ou mesmo nas personagens, ainda contribuem para o enorme build-up. Ver esta família com a qual nós crescemos, apenas a conversar uns com os outros ou a almoçar, ao mesmo tempo que lidam com as consequências do estalo de Thanos, é inexplicavelmente cativante e comovente. Ver personagens como Natasha (Scarlett Johansson) e Steve (Chris Evans) apoiando-se um no outro é simplesmente bonito. A camaradagem e química entre os restantes Avengers são dignos de algumas lágrimas aqui e ali.

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Algumas pessoas não gostaram assim tanto de Infinity War devido ao pouco tempo de ecrã que algumas personagem tiveram. Desta vez, há menos heróis com que trabalhar, logo o equilíbrio é melhor. Todos recebem um papel importante, desde o Capitão América a Ant-Man (Paul Rudd) a Nebula (Karen Gillan) e até mesmo o Rocket (Bradley Cooper). Se retirarmos algum herói do filme, este simplesmente deixa de funcionar. Isto não é apenas um grande trabalho dos realizadores, mas também dos argumentistas.

Christopher Markus e Stephen McFeely nem sequer vão ser lembrados porque os fãs vão sempre pensar no elenco em primeiro lugar. A maioria deles também se lembrará dos realizadores. Mas e os argumentistas?! Se ficasse à porta de entrada da sala no final do filme e questionasse a audiência sobre quem são os escritores, acredito fortemente que a maioria não iria saber. Cada diálogo, cada frase, cada palavra carrega tanto impacto sobre a narrativa. Literalmente, as lágrimas caem e os arrepios espalham-se pelo corpo só de ouvir duas malditas palavras com o timing perfeito entre elas. A quantidade de tristeza que as palavras dos que perderam tudo e todos carregam é palpável e, na minha humilde opinião, esses são os momentos mais emocionais do filme: ver como todos estão de luto pelas suas próprias perdas e não as mortes em si.

O humor está on-point na maioria das suas aplicações, mas está ligado ao único problema do filme, que é o tom do segundo ato. A partir do momento em que a equipa decide o que fazer, já sabemos que esta missão tem 1 em 14 milhões de hipóteses de ter sucesso, tal como Dr. Strange (Benedict Cumberbatch) disse, logo a pressão é enorme e o que está em causa é deveras importante. Com este nível de tensão, não se esperava uma vibe tão “tranquila” e “engraçada” durante esse ato, exceto numa sequência em particular. Fazem um excelente trabalho mais uma vez em emparelhar os restantes Avengers, mas a maioria deles passam por esses plot points demasiado cómicos para uma missão tão crucial e séria.

Felizmente, este ato carrega bastante ação, um grande nível emocional e imensas referências a filmes passados (quem não tiver a memória afinada, poderá sentir-se algo confuso durante esta hora e meia) para tornar este problema mais pequeno.

Visualmente, este é, indiscutivelmente, o filme de superheróis mais impressionante de sempre. Dos efeitos visuais alucinantes à cinematografia deslumbrante, tudo é perfeito. Os fatos dos nossos heróis ficam sujos e lamacentos quando estão em batalha, os seus rostos ficam cheios de sangue, e não existem palavras para descrever o quão de fazer o queixo cair o último ato é. Mal posso esperar para mudar a minha imagem de fundo do computador quando AQUELA imagem estiver disponível. Derramei uma única lágrima só de olhar para ela. Ninguém fala, ninguém faz nada. É apenas uma imagem incrivelmente linda. A banda sonora é espetacularmente épica. Tanto que a banda sonora desta crítica é exatamente a do filme e os arrepios não param de se espalhar por todo o corpo.

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Não se pode escrever muito mais, para ser honesto. Há que dar o mérito ao elenco porque eles são brilhantes. Todos os membros oferecem um desempenho excecional, mas se tivesse que escolher os que mais surpreendem e quem tem o maior impacto, seriam Johansson, Evans, e Robert Downey Jr. (Tony Stark/Iron Man). As “novas” personagens, como a Captain Marvel (Brie Larson), inserem-se na perfeição e o payoff é incrivelmente satisfatório.

Em termos de previsibilidade, vai mais ou menos ao encontro do que se esperava, mas ainda carrega algumas surpresas. Nunca nada é precisamente como nós imaginamos, logo esperem o inesperado e não julguem um filme por se este cumpre ou não com as vossas teorias loucas e irrealistas que nunca chegaram a cruzar as mentes dos produtores e dos realizadores.

Sente-se aquele vazio de não saber como fazer daqui para a frente. A única coisa de que tenho certeza é de que quero ver novamente, o mais rápido possível. A última hora é autêntica loucura. É impossível parar de pensar nela. Endgame supera todas as expetativas. É tudo o que desejei e muito mais. Poderia facilmente passar um dia inteiro no cinema e assistir a três sessões seguidas. É assim tão bom. Um dos melhores filmes comic-book de todos os tempos, sem dúvida alguma. Obrigado ao Kevin Feige e a todos os que trabalharam duramente para trazer a MCU onde está agora. Não consigo nem pensar em como poderão produzir algo ao nível desta Infinity Saga. Talvez nunca o farão. Talvez tenhamos que esperar mais uma década ou duas por algo assim. Até lá, vemo-nos na próxima sessão de Endgame. Desfrutem. Ah e #DontSpoilTheEndgame!

Avengers: Endgame já está nos cinemas.

Criticas 5 Estrelas

Mumford & Sons: Bons filhos a casa tornam

Desde que se deram a conhecer em 2009, com o lançamento do álbum Sigh No More, que os Mumford & Sons foram conquistando o difícil panorama musical, em especial nos Estados Unidos, onde, por norma, as bandas britânicas têm dificuldade em assumir-se.

Em Portugal as coisas funcionam de forma diferente. São vários os projetos britânicos que passam por cá, sempre com muito sucesso à mistura, e o caso dos Mumford & Sons não é diferente. Depois de concertos ótimos no país – lembramo-nos especialmente do fenomenal concerto no Coliseu dos Recreios, em 2013 -, a banda de Marcus Mumford, Ben Lovett, Ted Dwane e Winston Marshall regressou para um concerto na maior sala de espetáculos de Portugal, a Altice Arena. E a verdade é que não desiludiram.

Talvez a banda tenha pedido demasiado ao atuar na Altice Arena, uma vez que a sala não esgotou. Havia espaço na plateia em pé, o Balcão 1 estava praticamente cheio, mas o Balcão 2 só contava com quatro bancadas preenchidas. Mas bom, também se pode justificar a menor afluência devido à data – 25 de abril -, em que muitos certamente se encontravam fora de Lisboa.

Com mais ou menos público, a verdade é que a festa não deixou a desejar. E começou logo com “Guiding Light”, a segunda faixa do disco Delta, que a banda vinha apresentar. Não seria preciso muito mais para perceber que a noite já estava ganha – eram muitos a acompanhar o refrão da canção. Aliás, é apanágio dos Mumford & Sons criarem músicas que apelam ao coro e que nos tocam no coração.

“Boa noite”, disse logo de seguida o vocalista Marcus Mumford, num português perfeito. E aí teve o público na mão, até porque quem fala em português normalmente ganha (ainda mais) a atenção dos fãs.

Apesar deste ser um concerto de apresentação do disco Delta, a banda sabe que o álbum ainda não está muito no ouvido, e é com mestria que, nos temas seguintes, serve aqueles que lhes deram reconhecimento mundial: ouvimos “Little Lion Man”, “Holland Road” e “The Cave”, retiradas de Sigh No More e Babel. Verdadeiros hinos cantados a plenos pulmões pelos fãs que tinham acorrido ao concerto na Altice Arena.

Num concerto que variou entre entre o último álbum e os anteriores da carreira, o espetáculo demonstrava uma máquina bem oleada e afinada, muito por culpa da bem-sucedida digressão que acabaram de realizar nos Estados Unidos. Afinal, este era o primeiro concerto da tour europeia dos Mumford & Sons.

Mas a banda não se encontrava ao fundo da Altice Arena, como é normal acontecer. Apesar de não ser propriamente uma novidade na indústria, os Mumford & Sons apresentaram-se num palco circular montado a meio da sala, que, dizem eles, “é para se sentirem mais próximos do público”. A coisa até resulta, mas, como o palco não vai girando, contrariamente ao que vimos noutros concertos, acabamos por levar com Marcus Mumford de costas. Não é lá muito agradável. Mas adiante.

Apesar do disco Delta mostrar uma banda que se dá outros sons, mais expansivos e experimentais, acabam por acusar o menor fulgor dessas canções, casos de “Picture You” ou “Slip Away”, que, além de apelarem ao hino fácil de estádio, fazem-nos lembrar trabalhos reciclados dos Coldplay.

Esquecendo esses momentos menos fulgorosos, os Mumford & Sons jogam cartadas como “Believe” e “Tompkins Square Park” (enorme ao vivo, com a bela da guitarra elétrica Winston Marshall, o tal rapaz do banjo), ambas do álbum Wilder Mind.

Chegava “The Wolf”, também do mesmo álbum, a encerrar a primeira parte do espetáculo. No fim destes 13 temas, uma coisa era certa: a banda estava super coesa e a voz de Marcus Mumford, profunda como sempre, estava afinadíssima. Notava-se também pura felicidade nos rostos dos elementos da banda, sempre muito sorridentes durante todo o espetáculo. Apesar de não terem falado assim tanto com o público, a verdade é que também não era assim tão necessário – as canções falaram por eles.

Regressados a palco, os elementos da banda juntaram-se a meio do palco, em círculo, para, em conjunto, e quase a capella, não fosse a guitarra acústica de Marcus Mumford dar o balanço, interpretarem para só um microfone os temas “Timshel” e “Forever”, mostrando que ainda conseguem ter aquele momento de maior intimidade quando assim o desejam.

Logo depois, uma surpresa: os australianos Gang of Youth, que abriram o concerto, juntaram-se em palco aos Mumford & Sons para uma cover de “Blood”, tema dos também australianos Middle East. E apesar de não termos escutado “Hurt”, dos Nine Inch Nails, ou “You Shook Me All Night Long”, dos AC/DC, como os Mumford & Sons fizeram na recente digressão pelos Estados Unidos, a verdade é que este tema, apesar de pouco celebrado (talvez pouco conhecido?), assentou que nem uma luva na áurea do concerto, com a voz volumosa e consistente do vocalista David Le’aupepe a mostrar o que vale.

Quase a fechar ainda passámos pela muito aguardada “I Will Wait”, que, apesar de muito celebrada, perde força em relação à versão de estúdio, já que não se conseguia ouvir todos os instrumentos. E não era a primeira vez que isto acontecia ao escutarmos a canção.

“Temos mais uma canção para vocês”, anunciava Marcus Mumford, a antecipar a inevitável despedida. Deu-se com a viajante “Delta”, com chuva de confettis à mistura. Foi um concerto de cerca de 1h40 de duração, mostrando uma banda feliz pelo seu progresso e que ostentava uma energia que parecia inesgotável.

É provável que os Mumford & Sons regressem em breve ao nosso país. Afinal, foi esse o desejo demonstrado pelos fãs ao que disse Marcus Mumford, adiantado que voltariam caso os quisessem receber novamente. Mas alguém duvida disso?

Fotos de: Tiago Cortez / Everything is New

A Vans vai ter calçado, roupa e outros acessórios inspirados em Harry Potter

É caso para dizer que a Vans não brinca em serviço. Foi nas redes sociais que a marca deu a boa nova: vai lançar uma coleção de calçado, roupa e outros acessórios inspirada no universo de Harry Potter, saga criada pela escritora J. K. Rowling.

Já podes ouvir a banda sonora de “Avengers: Endgame” no Spotify

Já viram Avengers: Endgame e ficaram com vontade não só de rever o filme, mas também de ouvir a banda sonora? Pois bem, já podem fazer ambas as coisas, uma vez que as composições de Alan Silvestri (Back to the Future, Forrest Gump) já estão disponíveis nas demais plataformas de streaming.

Segunda edição do Drawing Room Lisboa confirmada para outubro

É de 9 a 13 de outubro na Sociedade Nacional de Belas Artes, em Lisboa, que vai acontecer a 2ª edição do Drawing Room Lisboa, a feira de arte contemporânea especializada em desenho.

Super Mario Maker 2 aterra na Nintendo Switch a tempo das férias de Verão

Em breve vais poder criar os teus próprios níveis de Super Mario na Nintendo Switch.

Esta exposição é a primeira a utilizar a tecnologia Beacons em Portugal

Não sabem o que é a tecnologia Beacons? Bom, essencialmente serve para fornecer conteúdo exclusivo aos visitantes, fazendo que a experiência se torne mais relevante e interativa. Esta é a promessa da exposição Carybé – Aquarelas do Descobrimento, em cartaz no Palácio da Independência, no Rossio, em Lisboa, que apresenta 52 obras (versões aguareladas) em formato 50x40cm emolduradas com vidro e passe-partout sobre o registo mais antigo da existência do Brasil: a Carta de Pero Vaz de Caminha.

5ª edição de Os Dias do JAZZ leva Salvador Sobral e Bruno Pernadas a Faro

É já de 3 a 26 de maio que acontece a 5ª edição do Festival Os Dias do JAZZ em Faro, no Algarve. Além de concertos, vão ainda existir masterclasses, jam sessions e tertúlias neste festival que, além de acontecer no Teatro das Figuras, Teatro Lethes e Club Farense, irá também decorrer em locais improváveis espalhados pela cidade, como o Consulado-geral do Brasil em Faro.

Samsonite tem uma nova coleção de malas sustentáveis

É uma nova gama ecológica que já tem vindo a ganhar prémios no estrangeiro. As Samsonite Neokit, nova coleção no portfolio de gamas ecológicas da marca, foram criadas através da tecnologia de tecido em malha, feito a partir de fio RPET. Este em malha traz uma nova dimensão de sustentabilidade, para além de poder ser reciclado num processo circular.

Estará a Bitcoin de volta?

Em 2009, o mundo ficou a conhecer uma das primeiras criptomoedas: a Bitcoin. A Bitcoin é uma moeda descentralizada e encriptada, utilizada como fundo monetário eletrónico, e que não é controlada por nenhum tipo de autoridade superior, como por exemplo um banco. Esta moeda foi usada pela primeira vez na compra de duas pizzas para entrega ao domicílio, o que custou um total de cerca de 10 mil bitcoins.

Mumford & Sons hoje em Lisboa. Conhece aqui o alinhamento provável

É mais logo, às 21h, que os britânicos Mumford & Sons sobem ao palco da Altice Arena para um concerto integrado na Delta Tour, digressão que chega agora à Europa após concertos bem-sucedidos nos Estados Unidos.

Pedro Alonso, de “Casa de Papel”, canta “Grândola, Vila Morena”

Quem nos segue certamente conhecerá por esta altura a série Casa de Papel, série que foi originalmente criada por Álex Pina para a rede televisiva espanhola Antena 3. Após ter estreado naquele país, a Netflix comprou a série, fez uma nova edição e mais episódios. E o sucesso foi estrondoso, chegando ao ponto de ter recebido o Emmy Internacional de Melhor Série Dramática em 2018.

Análise – Days Gone (PlayStation 4)

Bem-vindos a Farewell, um mundo fictício pós-apocalíptico inspirado no diverso bioma do estado de Oregon, a casa da Bend Studio, que serve de palco principal para o primeiro grande exclusivo PlayStation 4 para 2019.

Rota do Petisco: Evento solidário envolve mais de 300 restaurantes do Algarve

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Começou hoje, no Algarve, a 9ª edição da Rota do Petisco, um evento que, ao longo de quatro semanas (até 26 de maio), propõe uma rota por mais de 300 dos melhores restaurantes da região onde se pode degustar petiscos e doces regionais por valores entre os 2€ e os 3€ (sempre com bebida incluída).

Cabify oferece um total de 35€ de desconto nas viagens pagas com N26

Certamente que por esta altura já ouviram falar no N26, banco virtual que é excelente para usar no estrangeiro e em compras online devido a não ter quaisquer taxas, seja em pagamentos ou em levantamentos. E até oferece um cartão de débito da Mastercard a quem abrir conta.

Há um novo prato vegetariano disponível nos restaurantes IKEA

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E o mais curioso é que este prato foi cocriado com uma cliente IKEA Family.

North Music Festival desafia bandas do cartaz a interpretar um tema dos The Prodigy

Faltam apenas 30 dias para a 3.ª edição do North Music Festival, que se realiza a 24 e 25 de maio na Alfândega do Porto. E, além da organização ter revelado os horários, lançou também um desafio às bandas do cartaz.