Deathloop – Diversão num “best of” de jogos de ação modernos

Os estúdios responsáveis pela saga Dishonored e o mais recente Prey trazem-nos um dos jogos conceptualmente mais complexos do ano, mas que se torna simples através da exploração e investigação, acompanhado com uma divertida dose de ação.

Para ser completamente honesto, não estava à espera de gostar tanto de Deathloop como agora. Deste o seu anúncio em 2019 que segui o desenvolvimento desta aposta da Arkane Studios e, tirando a sua direção artística e estilo, a forma como o jogo foi divulgado, juntamente com o meu preconceito pessoal face a géneros em que se inspira, deixaram-me desinteressado. Mesmo com a crítica e outros jogadores a elevaram Deathloop aos céus, eu estava cético.

Este ceticismo deixou-me, no entanto, mais atento para o jogo, em busca de uma razão para compreender o que tinha de especial. E mesmo durante as primeiras horas não foi muito claro, assim como o próprio objetivo do jogo.

As razões para este sentimento de dúvida e afastamento são ironicamente as razões pelas quais agora adoro Deathloop. É, de facto, um jogo complexo e complicado. Complicado de explicar o seu conceito, complexo nas suas mecânicas e na sua estrutura narrativa que me arrisco a dizer “inovadora”. Mas tal como um puzzle, tudo começa a fazer sentido quanto mais jogamos.

É fácil cair em comparações a uma miríade de jogos e géneros, mas posso enumerar alguns. Como, é meio rogue-like, meio semi-open-world, é um pouco de Dark Souls e um pouco de Wolfenstein. É até um pouco de Metal Gear Solid V. É muitas coisas juntas, mas que resulta numa remistura perfeita do melhor que os jogos de ação nos podem oferecer, ao mesmo tempo que é extremamente divertido.

Em Deathloop temos uma premissa sci-fi, num ambiente retro-futurista aos olhos da década de 70, onde somos atirados para a ilha de Blackreef na pele de Colt, completamente despidos. Metaforicamente falando. Despidos de habilidades e de armas e despidos de informação. Com um pouco de magia expositiva, percebemos rapidamente que estamos trancados num loop temporal e que temos que o quebrar eliminando os 8 Visionários, ou bosses do jogo. O Twist? É que temos que o fazer num único loop.

Este twist abre-nos as portas para a investigação. Com o loop dividido em quatro partes do dia e em quatro mapas dinâmicos (que mudam de ambiente dependendo da hora em que o visitamos), somos convidados a repetir loops atrás de loop, em busca de informações para começarmos a delinear um plano de eliminar os nossos alvos.

Somos assim atirados para uma demanda de investigação, que num filme ou numa série nos faria puxar de um novelo de linhas e um quadro branco, onde iríamos expor todos os dados informativos com pins. Felizmente, Deathloop faz tudo isso por nós ao desbloquear objetivos e ao indicar-nos o que podemos fazer a seguir.

No fundo, Deathloop oferece-nos uma narrativa dinâmica e de forma livre, onde fica a ideia que um jogador que comece o save a limpo e saiba como eliminar os inimigos, em poucos loops pode terminar o jogo. E mal posso esperar para ver esse tipo de speedruns.

Contudo, a busca das pistas e dos assassinatos criativos é feita com o auxílio de um arsenal diverso de armas e habilidades, chamadas Slabs, extremamente divertidas de se usar. Armas essas que contam com variantes especiais espalhadas e escondidas no mapa e Slabs com aumentos importantíssimos (roubados aos Visionários) que requerem a nossa atenção para cumprir eficazmente os objetivos propostos, até mesmo para aceder a zonas secretas dos mapas.

Nada nos é dado de forma garantida e em quantidade. Deathloop estabelece as suas regras e limites, como o limite de levarmos para cada mapa apenas duas Slabs e três armas, que devem ser escolhidas de acordo com as nossas preferências ou necessidades. Este sentimento de falta de garantia também nos assombra com os recursos que temos que gastar nas armas e nas habilidades para ficarmos com elas para sempre através do Residuum, encontrado em objetos temporalmente instáveis e que podemos acumular, um pouco como as “souls” dos jogos desse género. Este toque torna completamente obrigatória a exploração pausada dos mapas, ao mesmo tempo que nos cria uma pequena ansiedade.

E por falar em pequenas ansiedades, em Deathloop, se queremos quebrar o loop, há uma entidade que nos quer impedir. Julianna é uma agente destacada para eliminar Colt e, a cada missão, ela pode aparecer para nos matar. Julianna pode ser controlada pela própria inteligência artificial, ou por outros jogadores, com o lado multijogador de Deathloop, tornando cada missão uma surpresa pela imprevisibilidade que esta mecânica propõe. Felizmente para Colt, Julianna só tem uma vida, ao contrário do jogador, que tem pelo menos duas oportunidades de respawn antes de perder o loop completo e todo o progresso que nele acumulou.

O modo multijogador é bastante interessante, apesar de não ser propriamente inovador. Através dele controlamos Julianna, como referia antes, mas exclusivamente em modo online. O que significa que não podemos conhecer o seu lado da história a solo, mas apenas jogado contra outros jogadores em random matches ou contra amigos da nossa lista. Por um lado, abrem-se portas bastante interessantes, sendo que estamos constantemente com o coração nas mãos, pois morrendo perdemos logo, e o conceito de podermos invadir amigos que estão naquele momento a jogar, sem que eles saibam, é absolutamente delicioso.

No entanto, apesar de divertido e de ser mecanicamente fantástico, Deathloop não suporta partidas entre as duas plataformas em que o jogo está disponível – PC e PlayStation 5 -, isolando assim duas possíveis comunidades de uma população relativamente reduzida, já que o multijogador, no geral, é um extra facultativo. Na minha experiência, foram frequentes as vezes em que não encontrei jogadores e amigos para assustar. São poucos e não consegui corresponder os nossos horários para uma partida.

Talvez o que mais me deixou apaixonado com Deahtloop foi o facto de ser um jogo fácil. E quando digo fácil digo-o no sentido em que nos deixa brincar com todas as ferramentas ao nosso dispor e não é imperdoável ao retirar-nos tudo, pois mesmo quando perdemos, avançamos com conhecimento. É verdade que a inteligência artificial de Deathloop não é a mais brilhante e que é fácil eliminarmos os Visionários ou a Julianna com pouco esforço, mas as falhas são possíveis onde menos esperamos, seja com falta de atenção da vida, ou ao pisar uma armadilha. Há muito para nos fazer sofrer, mas a diversão, aliada à forma como podemos explorar o mapa e brincar com os inimigos, sobrepõe todas as críticas neste departamento.

O fim da minha investigação ainda está longe. Já sei onde os alvos se encontram e para onde vão, já tenho até a minha personagem bem preparada para os maiores desafios, mas a vontade de terminar e descobrir os segredos de Blackreef, de explorar uma zona secreta ou procurar códigos para mais uma porta, tem ocupado o meu tempo, enquanto limpo o mapa de todos os seus inimigos patetas. Entrei num buraco negro, num loop, digamos. Um loop de morte umas vezes para Colt, outras vezes para os visionários, mas que, a cada dia que passa, se torna cada vez mais divertido.

Recomendado

Cópia para análise (PlayStation 5) cedida pela Ecoplay

Motas passam a ter de ir obrigatoriamente à inspeção a partir de 2022

Algo que diz respeito a todas as motas a partir de 125cc.

A medida estava prevista em 2012, mas nunca chegou a entrar em vigor. Em 2022, porém, 10 anos após a data inicial, tudo muda: a partir do primeiro dia de janeiro do próximo ano, todas as motas a partir de 125cc vão ter de ir obrigatoriamente à inspeção. A medida vai abranger cerca de 450.000 veículos.

A garantia é dada ao jornal Negócios pelo secretário de Estado das Infraestruturas, Jorge Delgado. O porquê dessa data de 1 de janeiro? É a data limite para Portugal transpor a diretiva europeia nesse sentido.

Segundo o mesmo jornal, existe algum ceticismo em relação a esta data, uma vez que os centros de inspeção alegam que ainda há muito trabalho a fazer, como a classificação das deficiências e os cursos de qualificação para os inspetores. Por outro lado, este acaba por ser um “alívio” para essas empresas, que ao longo dos anos foram adaptando as suas infraestruturas para que pudesse inspecionar motas, algo que nunca chegou verdadeiramente a acontecer.

O decreto-lei vai ser aprovado pelo Governo em breve.

O novo bar do Estoril consegue entregar bebidas aos clientes em pleno oceano com recurso a um drone

O Liquid Lounge Bar no Estoril conta com deliciosos cocktails e uma localização privilegiada junto ao mar.

O novo Liquid Lounge Bar no Estoril abriu as suas portas, em cima do mar. Um terraço com uma localização privilegiada – na falésia – onde se podem provar deliciosos cocktails de autor e produtos genuínos, vindos diretamente de Itália. É também o primeiro espaço a oferecer aos clientes a oportunidade de receberem as suas bebidas em pleno oceano com o DroneBoatService.

O mais recente projeto de Kiko Pericoli, fundador do grupo Liquid Consulting, inaugurou oficialmente no Estoril no passado dia 15 de setembro, em formato ‘lounge cocktail bar’, entre o oceano e a Avenida Marginal, com uma vista de cortar a respiração. Como já vem sendo tradição da marca, o projeto apresenta uma surpreendente novidade: é agora possível saborear os cocktails do Liquid Lounge tanto em terra, como no mar, através do DroneBoatService (em parceria com a HP Drones): um serviço que permite a entrega de bebidas, através de drone, aos barcos fundeados ao largo. Basta ligar para o espaço e escolher o que gostaria de beber, desde garrafas de champanhe a cocktails.

Neste terraço que garante a possibilidade de assistir a pores do sol magníficos, Kiko Pericoli, com uma abrangente experiência de vários anos nesta área, apresenta cocktails de autor, cuidadosamente selecionados, num menu dividido em várias categorias, que vão desde criações novas até aos cocktails mais emblemáticos da marca. Na carta figura, por exemplo, o Tales of Thailand (9€), bebida com que ganharam a 1ª competição da Cocktail Week, com inspirações marítimas e de praia. Há sugestões para todos os gostos (sim, também existem opções vegan).

Para realçar e acompanhar as bebidas de autor, o espaço assume um conceito bistrô de elevada qualidade. Todos os produtos são cuidadosamente selecionados e vêm diretamente de Itália, como por exemplo a focaccia, a burrata trufada e o tagliere italiano, a tábua mista de enchidos e queijos com uma diversa seleção de charcutaria e queijos regionais que inclui presunto de Parma, o salame Napolitano, a mortadela de Bolonha, a copa, entre outros, e o queijo parmigiano, o pecorino romano e toscano. Disponibilizam também uma pequena seleção de comida caseira de fusão vietnamita e saudável, em versão finger food.

A partir de outubro surge outra novidade, e que vem igualmente honrar a nacionalidade italiana do fundador: o verdadeiro Aperitivo Italiano estará disponível aos domingos, servido como nos bares e restaurantes de Itália, onde são oferecidos ao cliente vários aperitivos com as bebidas pedidas enquanto se disfruta de um DJ e música selecionada, das 18h às 21h.

No Liquid Lounge Bar, é possível apreciar a costa portuguesa e a vista direta para o mar das 18h às 02h, na companhia de bebidas incríveis que podem ser encomendadas para os barcos através do contacto telefónico do espaço.

Análise – Trust 960 GXT Graphin

Forma e função, num rato acessível para os jogadores que estão a começar a sua aventura.

Os equipamentos Gaming da Trust parecem ter um propósito muito comum entre eles: o custo acessível, ao mesmo tempo que os decora de forma convidativa para o público a quem se dirige. Cumprem o seu propósito de formas simples e dão as mãos a uma apresentação extravagante.

Dentro do seu catálogo de periféricos para PC, o Trust 960 GXT Graphin salta à vista pelo seu aparato. É um rato desenhado a pensar na experiência gaming, ostentando um design com um padrão hexagonal recortado para, segundo a marca, aliviar o seu peso. Já que um rato leve é um dos grandes pontos de destaque dos produtos deste segmento.

Como o estilo se alia à função, por baixo do seu padrão temos iluminação RGB de 16 milhões de cores, tornando o rato numa espécie de disco ball para a palma das nossas mãos. É também um rato de dimensões médias com um perfil bastante simples e moderno, ao ponto de que se não fosse o seu peculiar padrão, seria um rato bastante sóbrio e discreto.

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Apesar da tentativa de reduzir o peso, o padrão recortado pouco faz, colocando o Trust 960 GXT Graphin apenas com 70gr, 4 gr a menos do indicado pela Trust, que é o padrão para equipamentos do género. Outras características de destaque é o facto de ser um rato com cabo rígido e entrelaçado, tem uma taxa de polling até 1000hz, sensor de resolução de 10 mil DPI, dois botões de laterais e, claro, o RGB.

No geral, é um rato bastante competente, dentro do que outras marcas mais caras, como a Corsair e a Razer, oferecem em periféricos do género de baixa e média gama. Mas claro, com os seus sacrifícios que o tornam bem mais acessível do que a concorrência.

Em termos de utilização, o Trust 960 GXT Graphin surpreende. Não se faz sentir como um equipamento muito barato. É ergonómico, confortável e bastante responsivo graças à sua base que permite movimentos suaves e precisos. A sua roda é suave e o clicar dos botões extremamente satisfatório, apesar de o som do clique ser um pouco elevado e o seu atraso ao levantar de cada botão não o tornam propriamente o rato mais rápido para os jogadores mais exigentes.

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O seu peculiar design é uma boa ideia na teórica: junta o estilo à função, dando-lhe um aspeto interessante e tenta remover algum peso que não conseguiria de outra forma. Em momento algum afeta a sua utilização, até lhe confere alguma aderência à mão, mas por ter este design aberto está suscetível a acumular sujidade das mãos ao longo do tempo e outras poeiras que possam entrar pelos orifícios.

Outro aspeto menos positivo a ter em conta é que, tal como outros produtos da marca, para o bem ou para o mal, não tem opções de personalização, quer das cores que apresentam um padrão arco-iris cíclico, quer no mapeamento dos botões ou de perfis de resolução, que podem ser alterados entre seis perfis através de um botão próprio.

Ainda assim, o Trust 960 GXT Graphin causa um impacto bastante positivo, especialmente se considerarmos como um equipamento de entrada de gama. É acessível, tem estilo, confortável e tira partido das suas especificações.

O Trust 960 GXT Graphin pode ser encontrado à venda nas lojas por 39,90€.

Recomendado

Este dispositivo foi cedido para análise pela Trust.

Toda a roupa da Primark vai ser produzida a partir de materiais reciclados ou de origem sustentável até 2030

A marca promete criar ofertas mais sustentáveis e acessíveis a todos.

A Primark acaba de divulgar a sua nova estratégia para os próximos 10 anos, designada Primark Cares, e com a qual se compromete a mudar a forma como são produzidas as roupas sem que isso altere os seus preços acessíveis, permitindo que todos possam fazer opções de compra mais sustentáveis.

Os novos compromissos assumidos pela Primark irão fazer com que toda a roupa da empresa seja produzida a partir de materiais reciclados ou de origem mais sustentável até 2030, o que atualmente já acontece em 25% de todas as vendas. A Primark irá fazer mudanças no processo de design para garantir que as roupas possam ser recicladas quando deixarem de ser usadas de moda a reduzir o desperdício têxtil.

Para além de mudar a forma como as roupas são produzidas, a Primark irá trabalhar com os seus fornecedores para reduzir para metade as emissões de carbono da sua cadeia de valor, contribuindo para a transformação ao nível da indústria. Também serão eliminados todos os plásticos de uso único em toda a operação, reforçando os mais de 500 milhões de itens já eliminados.

Oktoberfest regressa ao Porto para uma grande festa da cerveja

A festa terá decoração e trajes a rigor, menu dedicado e jogos temáticos, assim como canecas de Märzen, a cerveja especial concebida para o Oktoberfest.

A Nortada vai contagiar o Porto durante duas semanas, com aquele que é possivelmente o maior Oktoberfest do país. A marca traz a Portugal o maior festival de cerveja do mundo, com o ambiente festivo que se vive na Alemanha. Entre 24 de setembro e 9 de outubro, na casa da boa cerveja artesanal, há decoração e trajes a rigor, um menu dedicado e muitos jogos temáticos. Como não poderia deixar de ser, estão também de regresso as famosas canecas de Märzen, a cerveja especial concebida para o Oktoberfest.

Para uma experiência ainda mais autêntica, o menu Oktoberfest foi especialmente pensado para a ocasião, integrando pratos tipicamente alemães. É composto por um Pretzel de entrada, seguido de uma seleção de salsichas alemãs ou um Schnitzel com molho de cogumelos e uma caneca de cerveja de 0,5L para acompanhar, tudo por 12€. Se houver espaço, podem ainda pedir um Apfelstrudel para sobremesa. Como sempre, continuam disponíveis as opções do menu regular, de onde se destacam as Bolas de Alheira e Queijo (5€), as Costelinhas (8€) e o Beernoffi (3€), idealmente acompanhados de Lager, IPA e Coffee Break, respetivamente.

Para aqueles que se querem divertir um pouco mais, há beer pong e o jogo das damas em versão cervejeira, além de outros jogos típicos desta época do ano como o Stein Holding. A juntar a esta oferta, e a pensar em que não se poderá deslocar ao Porto nestes dias, há várias novidades na loja online, tais como o Kit Oktoberfest Nortada (uma caneca 0,5L + duas cervejas Oktoberfest 0,5L) por 14,90€ e ainda um Deutsches Bierpaket (pack de 10 unidades com cinco estilos diferentes de cerveja alemã) – 19,99€.

Loja CTT em Óbidos reabre ao público

É a 31ª loja a ser reaberta.

Os CTT – Correios de Portugal vão reabrir a loja CTT de Óbidos no próximo dia 23 de setembro, quinta-feira.

A loja CTT de Óbidos vai voltar a abrir portas na Praça de Santa Maria, em Óbidos, e funcionará todos os dias úteis das 09h às 12h30 e das 14h às 17h30.

Esta é a 31ª loja em sede de Concelho a ser reaberta, no âmbito do compromisso público dos CTT de reabrir lojas únicas em sede de concelho, tendo em vista o reforço da elevada proximidade às populações e da capilaridade da rede, não procedendo, como já foi tornado público, a novos encerramentos.

Em todo o caso, não existe um cronograma definido para a reabertura de lojas CTT, dado que é necessária uma análise detalhada a todas as variáveis envolvidas para que se efetue a reabertura.

Passes Navegante vão dar direito a utilizar as bicicletas Gira em 2022

E à partida sem que tenham de pagar mais por isso.

No passado mês de julho, a Câmara de Lisboa anunciou que, por mais 15€/mês, os detentores do passe Navegante teriam direito a utilizar diariamente, durante 20 minutos, uma trotinete ou bicicleta da Bolt. Agora, ficámos a saber que, para o primeiro trimestre de 2022, está prevista a inclusão de novas bicicletas partilhadas, mas desta vez sem que tenham de pagar mais por isso.

A notícia é avançada pelo Público, referindo que o Navegante, seja na mensalidade de 30€ ou 40€, vai passar a incluir as mais de 800 bicicletas da Gira, serviço gerido pela EMEL. A mesma fonte não indica se esta inclusão do serviço no passe vai ou não ter custos acrescidos, mas uma vez que nada é mencionado, é bem provável que se possa usar estas bicicletas gratuitamente. A única limitação, a existir, deverá estar relacionada com os minutos de utilização, pelo que se espera que cada pessoa tenha direito a alguns minutos por dia para pedalar.

As Gira contam com cada vez mais estações de estacionamento. Está também a ser equacionada a hipótese de levar estes veículos aos concelhos da Amadora, Loures, Odivelas e Oeiras.

Há uma nova t-shirt no mercado que atenua os efeitos da menopausa

A ideia é de Filipa Fernandes, ex-aluna da UMinho.

Quando uma mulher entra na menopausa, caracterizada pelo fim da menstruação, que pode surgir a partir dos 35 anos de idade, mas que geralmente varia entre os 40 e os 52 anos, são vários os sintomas que surgem, podendo causar vários desconfortos no dia-a-dia. Agora, para reduzir esses efeitos, uma ex-aluna da UMinho teve a ideia de criar uma t-shirt inovadora que mantém a temperatura corporal e melhora o bem-estar.

Filipa Fernandes, formada pela Escola de Engenharia da Universidade do Minho, foi a responsável por criar esta t-shirt que conta com um tecido com um revestimento estampado que regula a temperatura corporal da mulher, evitando que esta tenha afrontamentos, retenções de líquidos, alterações de humor, insónias e mal-estar, refere a investigadora.

Designada RT, a tecnologia aparece na t-shirt sobretudo na zona do tórax e da coluna, sendo baseada em silicone medicinal e em materiais de mudança de fase, isto é, que permitem manter a temperatura corporal da pessoa (36.5º C, em média), independentemente da temperatura ambiente. De que modo? “A RT armazena e liberta grandes quantidades de energia, como absorver calor durante o dia e libertá-lo à noite”, explica Filipa Fernandes. Aquele revestimento é então programado para determinada temperatura e força o organismo humano a mantê-la.

Na prática, ajuda o corpo na sua ação perante o calor (vasodilatação) e o frio (vasoconstrição). Este sistema de termorregulação provou ser bastante eficaz face a afrontamentos. Numa situação normal, estas repentinas sensações de calor no peito e na cara da mulher estender-se-iam aos poucos pelo resto do corpo, podendo provocar suor excessivo.

Este novo material também é antifúngico e antimicrobiano, sendo que a tecnologia RT pode ser aplicada a diversos produtos e contextos, como segurança, saúde, desporto e turismo.

Para já, se quiserem adquirir esta t-shirt, podem fazê-lo neste site. Cada peça custa 39,90€.

Entrou em funcionamento a maior central fotovoltaica de Portugal

E conta com mais de 660.000 painéis.

Chama-se Solara4, ocupa uma área descontínua de 320 hectares em Martim Longo, no concelho algarvio de Alcoutim, e é, desde a semana passada, a maior central fotovoltaica em funcionamento em Portugal. Tudo graças à atribuição de licença por parte da Direção-Geral de Energia e Geologia (DGEG) para a exploração deste projeto.

É, também, a maior central da Europa não subsidiada, uma vez que conta com mais de 660 mil painéis instalados com uma potência unitária compreendida entre os 330 watts e os 340 watts, num total de 219 megawatts (MW) instalados e uma potência de injeção na rede limitada a 200 megavolt-ampere (MVA). Esta central dispõe ainda de 40 postos de transformação e 125 inversores com a potência disponível de 1 600 kilovolt-ampere (KVA) e está ligada à rede elétrica de serviço público através da Subestação de Tavira, através de uma linha de serviço particular de 400 kilovolt (KV) que liga a central à subestação.

A entrada em funcionamento da Solara4 vai evitar anualmente a emissão de 177 mil toneladas de CO2 e permitirá abastecer de eletricidade o equivalente ao consumo de 200.000 casas. Diz ainda a DGEG que “este tipo de infraestruturas é essencial para Portugal alcançar o desiderato da promoção da descarbonização do setor energético e contribuí para as metas de energias renováveis previstas alcançar no PNEC 2030”.

Saibam como criar uma rede doméstica robusta e segura

Damo-vos os melhores conselhos para que consigam criar uma rede doméstica fiável, segura e com um desempenho sem precedentes.

Hoje em dia, uma vez que fazemos praticamente tudo na Internet, seja consultar as redes sociais, verificar o email, falar com família ou amigos, fazer investimentos ou pagamentos com recurso às nossas contas bancárias, é fundamental que a rede doméstica tenha condições para proteger os nossos dados pessoais.

Ora, criar uma rede doméstica segura pode parecer algo complicado… mas de complicado não tem nada. Assim, quer estejam a mudar para uma nova casa ou simplesmente a querer melhorar a vossa ligação, atentem nos próximos pontos. Iremos ensinar-vos não só a criar uma rede segura, mas também dar-vos indicações de modo a que possam tirar o máximo partido dela e dos equipamentos.

1. Coloquem o router no local certo

Naquelas casas onde se quer tudo bem arrumado, de modo a que só as coisas bonitas possam estar à vista, é recorrente escondermos os equipamentos tecnológicos, pois podem “quebrar” o flow do ambiente. E por norma, tende-se a esconder a router, que tanta gente não dá importância. Mas isto é um erro gigante, pois uma rede doméstica forte depende de um router bem colocado.

Assim, coloquem o router numa área aberta perto do meio da vossa casa, o mais afastado possível das paredes. Se o fizerem, estarão também a minimizar a interferência de sinal de aparelhos como micro-ondas e telefones sem fios. Além disso, colocar o router num local central também faz com que o sinal Wi-Fi não chegue ao exterior, onde pessoas mal intencionadas poderão querer aproveitar para aceder à vossa rede.

2. Mudem o SSD da rede e a password do router

Antigamente, existiam uns programas muito populares para Windows que permitiam descobrir as passwords das redes Wi-Fi em redor. O único requisito para se aceder a essa rede? A password tinha de ser a que vinha por defeito com o router… E era aqui que residia o problema. Enquanto algumas pessoas têm o bom senso de alterar alguns dados, a maioria das pessoas nunca sequer pensou em mudar a palavra-passe da sua ligação à Internet, o que permitia que esses “piratas” conseguissem aceder a essas redes utilizando os tais programas.

Tudo isto para dizer que é fundamental alterarem o Service Set Identifier (SSID) e a password padrão do vosso router. Devem, por isso, escolher um nome para a vossa rede Wi-Fi que não forneça informações pessoais, como o nome completo ou endereço. No que toca à password, escolham algo forte e alterem essa palavra-chave todos os meses ou a cada trimestre. Alguns routers até permitem esta alteração recorrendo a uma app dedicada.

3. Recorram à encriptação

Isto é algo que depende do vosso router e fornecedor de Internet (ISP), mas poderão eventualmente encriptar a vossa rede Wi-Fi. Por exemplo, quando estiverem a configurar o vosso router, terão acesso a várias opções de como encriptar a vossa rede. Recomenda-se o uso do WPA3, que é o mais recente protocolo de segurança Wi-Fi, para maximizar a segurança.

4. Escolham a banda Wi-Fi mais adequada

É provável que saibam o que vamos dizer, mas muitos routers são de banda dupla, o que significa que podem transmitir tanto bandas de 2,4GHz como de 5GHz. As diferenças? Enquanto que a banda de 2,4GHz garante um maior alcance, mas a uma velocidade mais reduzida, a banda 5GHz garante velocidades muito mais rápidas, mas numa área bem menor. Ou seja, tudo depende das vossas necessidades, o que significa que, se tiverem uma casa grande, possivelmente só conseguirão ter acesso à rede Wi-Fi se optarem pela banda de 2,4GHz.

Porém, uma coisa é certa: a banda de 5GHz garante melhor proteção contra hackers. Outra boa dica é tentar mudar os canais da banda (tais como 1, 6, ou 11) para ver se um canal diferente reduz a interferência e aumenta a velocidade, isto caso vivam numa área com muita gente ou num grande edifício de apartamentos.

5. Protejam os eletrodomésticos inteligentes

A IoT (Internet of Things, ou Internet das Coisas em português) permite que possamos criar uma espécie de ecossistema em casa, onde todos os dispositivos, desde que se liguem à Internet, conseguem comunicar entre si. Há quem aproveite a evolução da tecnologia para criar uma casa inteligente, seja com tomadas inteligentes, lâmpadas inteligentes ou, até, sistemas de segurança. Porém, isto também significa um risco acrescido, pois quantos mais dispositivos ligados ao online, maior a probalidade de algum deles ser “hackeado”. Assim, recomenda-se que não só alterem nomes de utilizador e palavras-passe por defeito, como ativem a autenticação multi-fator. Devem, também, instalar atualizações de software e patches de segurança… o que nos leva ao sexto e último ponto deste artigo.

6. Atualizem o firmware

Muitas pessoas pensam: “Se isto está a funcionar bem, para que é que vou fazer uma atualização?” Mas este não poderia ser um pensamento mais errado. É verdade que, de vez em quando, as fabricantes cometem erros quando lançam atualizações de firmware, mas a vontade das marcas é boa: o objetivo é não só melhorar o desempenho dos equipamentos, mas também resolver vulnerabilidades de segurança que os hackers podem explorar. Pensem nestes equipamentos como o vosso smartphone ou computador – necessitam de estar atualizados para estarem protegidos da melhor forma.

Há uma nova alimentação para cães e gatos rica em superalimentos

Os patudos vão adorar.

A Weego, marca portuguesa de produtos para animais de estimação, chega ao mercado com novas propostas de alimentação para cães e gatos, naturais, sem corantes, transgénicos e sem conservantes artificiais, para garantir uma alimentação equilibrada e feliz aos seus companheiros.

Com propostas pensadas para cães e gatos, têm como claim “From Nature to Their Bowls”, que serviu de base para a criação das suas fórmulas, pensadas ao pormenor e que resultou em receitas naturais e completas. Os alimentos apresentam vários benefícios para os seus amigos de quatro patas, desde o reforço do sistema imunitário, ao equilíbrio intestinal ou ainda à saúde da pele e do pelo, para garantir uma dieta equilibrada e rica em nutrientes. As opções para cães incluem ainda alguns superalimentos como as bagas de goji e mirtilos, para potenciar uma vida cheia de saúde e energia.

No que diz respeito aos sabores, o menu é variado. Para os felinos da casa, as receitas Weego são todas sem cereais. Weego Chicken & Eggs, à base de frango, é adequada para gatinhos. Por sua vez, a Weego Chicken & Tuna é enriquecida por extratos vegetais (frutas vermelhas, dente-de-leão, folhas de hortelã, semente de chá verde, tomilho, alecrim), sendo recomendada para gatos adultos. Já a Weego Salmon & Green Tea tem como base o salmão, destinando-se essencialmente a gatos adultos esterilizados.

Para os cães, as opções incluem Weego Chicken & Carrots, uma receita que foi cuidadosamente concebida para cães adultos. Weego Chicken & Pomegranate, para cachorros com idade até 18 meses, é composta por nutrientes ricos em vitaminas e antioxidantes naturais. Não menos surpreendente é a Weego Turkey & Blueberries, balanceada à base de peru e adequada para cães com mais de 7 anos de idade ou com sobrepeso.

As novas propostas da Weego estão disponíveis em embalagens de 1.5kg, 3kg, 7kg e 12kg, e podem ser encontradas em várias lojas da especialidade, bem como no site da marca.

Os diplomas e certificado escolares vão passar a registar as atividades, iniciativas e projetos dos alunos

Foi publicada a portaria que define os novos modelos de diplomas e certificados escolares.

Os diplomas passam a ser documentos que registam não apenas as disciplinas frequentadas e classificações obtidas, mas um conjunto alargado de projetos, iniciativas e atividades em que os alunos participam.

Desta forma, cada estudante verá reconhecido o seu percurso escolar em todas as dimensões.

Destacam-se os seguintes aspetos:

  1. Os certificados e diplomas passam a registar a menção da participação em projetos e atividades, como o Desporto Escolar, Olimpíadas, projetos Erasmus ou projetos na área artística, entre outros;
  2. A representação dos alunos em órgãos da escola, como delegado de turma, membro da associação de estudantes ou representante dos alunos nos Conselhos Gerais, também será mencionada nos certificados e diplomas, atestando-se o envolvimento proativo dos estudantes na vida da escola;
  3. A participação em projetos na área da Cidadania e Desenvolvimento, como experiências de voluntariado ou ações em parceria com outras instituições, será também alvo de menção;
  4. Havendo várias escolas que adotam, nos seus planos de inovação, a criação ou fusão de disciplinas, também essa identificação será feita, para uma clara referência do envolvimento dos alunos em projetos curriculares diferenciados;
  5. Os alunos que, por terem medidas específicas para a inclusão, beneficiam de planos individuais de transição, verão também reconhecido o trabalho realizado na passagem da escola para a vida ativa;
  6. Os diplomas dos alunos estarão ligados ao Passe Jovem, do Instituto Português do Desporto e Juventude, registando também a participação em atividades extraescolares, agregando num único documento as atividades desenvolvidas tanto no âmbito da educação formal, como da educação não formal;
  7. A partir deste momento, todo o processo de emissão de certificados e diplomas é desmaterializado e digital.

A portaria pode ser consultada aqui.

Onde investir, a que indústrias prestar mais atenção e quais evitar ainda em 2021

Qualquer investidor principiante cometerá os seus erros no mercado de ações. Mas isso é perfeitamente normal.

No entanto, alguns erros são facilmente evitáveis caso os consigam detetar numa fase inicial. Dito isto, fiquem com um guia de sete dicas importantíssimas para que, vocês, investidores principiantes, possam evitar erros no mercado de ações.

1. Compreendam aquilo em que investem

Certamente que, por esta altura, já ouviram falar em Warren Buffett, um dos investidores mais bem-sucedidos do mundo. Esta figura mediática adverte contra o investimento em qualquer empresa no caso de não compreenderem como essa companhia funciona. Ou seja, a dica é estudarem cuidadosamente o que essa empresa faz e o que a faz sobressair. Só depois, feita essa análise, deverão pensar num investimento.

2. Não se entusiasmem em demasia com qualquer empresa

Na maioria das vezes, quando uma empresa está a prosperar, os investidores principiantes tendem a ficar encantados, pois percebem essa evolução como um sinal de que a empresa vai ser economicamente viável. Ora, esquecem-se que prosperar nada significa, até porque o objetivo final do investimento é apenas ganhar dinheiro. Assim, caso algum fundamento, com base no qual compraram as ações da empresa, já não for válido, considerem mesmo vender as ações.

3. Sejam pacientes

Investir numa empresa não é o mesmo que investir numa criptomoeda e ter a sorte de, dias depois, esse ativo valer 10 ou 20 vezes mais. Não. Investir no mercado de ações é uma abordagem lenta e constante ao crescimento da carteira que traz grandes retornos a longo prazo. Portanto, não esperem multiplicar o vosso investimento a curto prazo. Mantenham expectativas realistas em termos de quanto e por quanto tempo a vossa carteira cresce.

4. Não ao “Overtrade”

Essencialmente, Overtrade significa mudar de posição para outra demasiado depressa. Regra geral isso não gera bons resultados, uma vez que podem matar o vosso lucro com custos de transação e oportunidades perdidas para obterem vantagens de investimento a longo prazo.

5. Parem de perder quando não faz sentido

Por norma, quando os investidores mantêm uma posição perdida, na esperança de começarem a ganhar quando o preço voltar a subir, isso geralmente nunca acontece. Lá está, é um erro. E é um erro ainda mais grave que outros por dois motivos: primeiro, porque não venderam quando deviam, fazendo com que perdessem mais dinheiro; e segundo, porque perdem oportunidades de utilizar os vossos fundos de forma mais eficiente.

6. Diversifiquem

Quem ganha dinheiro com o mercado de ações sabe que não pode ficar preso a determinada coisa, tem de ter um portfólio diversificado. Por exemplo, quando estão a negociar fundos negociados em bolsa, como os Exchange Trade Funds – ETFs, devem repartir o risco por todos os principais setores. O mesmo aplica-se quando constroem uma carteira que consiste em ações individuais de empresa. A regra do “thump” é não investir mais do que 5% ou 10% do capital total numa única posição.

7. Desliguem as vossas emoções

Por mais dinheiro que tenham, se não se souberem controlar, nunca serão grandes investidores. Que o digam os jogadores que fazem apostas online, que têm sempre de se controlar para não darem cabo da sua banca. É por isso que se diz que as emoções são, por norma, um dos piores inimigos dos investidores. Isto significa que não devem nunca fazer algo devido a emoções, mas devem, sim, concentrar-se no quadro geral. É que já sabem: os retornos do mercado de ações podem muito bem ser tendenciosos a curto prazo…

Resumindo: se são investidores, devem criar uma carteira equilibrada composta por vários sectores. Só assim conseguirão ter futuro na área.

60.000 jovens vão poder fazer um Interrail gratuito já em 2022

Com este interrail gratuito, poderão viajar por um período máximo de 30 dias.

Estávamos em 2018 quando a iniciativa da Comissão Europeia aconteceu pela primeira vez. O programa DiscoverEU dava aos jovens que atingissem a maioria de idade a oportunidade de explorar a Europa gratuitamente, graças a passes de Interrail oferecidos. Ora, após uma pausa forçada em 2020 devido à pandemia, este programa está, ao que tudo indica, de regresso. E com novidades.

Uma vez que a iniciativa não aconteceu no ano passado, tal significa que, em 2021, mais passes serão sorteados. Assim, um total de 60.000 jovens europeus terão a oportunidade de explorar a Europa de comboio já em 2022.

Devido à pandemia, e a título excecional, os jovens que estavam elegíveis para as candidaturas de 2020 também poderão participar nesta nova fase. Isto significa que são elegíveis todos os jovens com nacionalidade de um dos estados-membros da União Europeia que nasceram entre 1 de julho de 2001 e 31 de dezembro de 2003. Na prática, também os jovens com 19 ou 20 anos poderão candidatar-se, e não apenas aqueles com 18 anos.

Caso sejam escolhidos (atenção que terão de responder a um pequeno inquérito sobre a cultura europeia), fiquem a saber que vão poder viajar por um período máximo de 30 dias entre março de 2022 e março de 2023. Devido às incertezas provocadas pela pandemia, os viajantes terão reservas flexíveis e seguro contra interrupções.

Além disso, poderão viajar, se quiserem, em grupo, neste caso com mais quatro amigos. Aí, terão de decidir um líder, responsável pelo chato processo de preencher formulários.

As candidaturas estarão abertas de 12 a 26 de outubro. Naturalmente, o comboio será o principal meio de transporte, mas, em caso muito específicos, poderão usar ferries, autocarros ou até viajar de avião.

Não nos podemos esquecer de referir que, caso sejam aceites, deverão promover a iniciativa nas redes sociais, de modo a partilhar experiências e dicas com todos os outros jovens que, um dia, queiram aproveitar esta oportunidade.

Chegou o trailer oficial da 3ª temporada de You

E muita coisa vai acontecer nos novos episódios.

Depois das primeiras imagens e da data de estreia da terceira temporada, os fãs de You ficaram ansiosos pela iminente chegada de um trailer oficial. Ora, aqui está ele, com várias cenas violentas e pelo menos uma morte.

Agora casados e com um bebé, Love (Victoria Pedretti) e Joe (Penn Badgley) tentam construir uma vida normal… Mas quando se é um psicopata, encontrar essa normalidade acaba por ser impossível, pois há instintos que vêm ao de cima e são incontroláveis. E daí surgem conflitos.

Joe encontra uma nova obsessão, ao passo que Love repara que o marido vai ficando cada vez mais distante e distraído… O resultado final promete não ser bom para esta dupla de psicopatas, que terá dificuldades em “abandonar velhos hábitos”.

Além de Badgley e Pedretti, o elenco terá ainda nomes como como Saffron Burrows (Dottie Quinn), Tati Gabrielle (Marianne), Dylan Arnold (Theo), Shalita Grant (Sherry), Travis Van Winkle (Cary), Scott Speedman (Matthew) e Michaela McManus (Natalie).

A 3ª temporada de You chega à Netflix a 15 de outubro.

10.ª edição do Open House Lisboa leva-nos a descobrir “Os Caminhos da Água” com várias visitas gratuitas na capital e em Almada

25 e 26 de setembro são as datas do regresso do incontornável fim de semana de visitas gratuitas que desafia a percorrer e a desvendar a cidade através da arquitectura.

À 10.ª edição, o Open House Lisboa elege a paisagem como protagonista, estende o roteiro e o olhar à margem esquerda do Tejo e prepara-se para explorar, pela primeira vez, as cidades de Lisboa e Almada.

Se é a água que une estes dois territórios, também é esse o elemento essencial escolhido pelo colectivo de arquitectura paisagista Baldios como fio condutor para o comissariado deste ano.

Caminhos da Água é o roteiro de 68 espaços de visita gratuita, 49 dos quais em estreia absoluta, que convida à descoberta de diferentes tipologias de edifícios que resultam do vínculo entre água e cidade, percorrendo o Tejo e os vales de ambas as margens.

Para melhor compreender esta relação, e como a construção as acompanha, os Baldios organizaram os locais em oito percursos urbanos que ajudam a desvendar oito linhas de água de Lisboa e Almada. Da Linha de Costa que prova que o rio Tejo é um território, à Ribeira da Ajuda que definiu Alcântara e Algés, até aos eixos que deram origem às Avenidas da Liberdade e Almirante Reis, sem esquecer o Vale de Porto Brandão ou a linha de água em que Cacilhas, Almada, Pragal, Monte da Caparica e Trafaria cresceram.

Do cemitério do Alto de S. João ao Hub Criativo do Beato – Antigas Fábricas de Manutenção Militar, dos antigos Estaleiros da Lisnave, ao Lazareto – Asilo 28 de Maio. Das casas particulares às fábricas, dos cinemas aos jardins, dos conventos a espaços icónicos de diferentes épocas das duas cidades, nesta nova edição, o Open House alarga o território mas sem se dispersar minimamente no seu compromisso maior: aproximar de Lisboa e Almada quem nela habita através da descoberta de uma eclética selecção de espaços.

Mas não é tudo. No seguimento da estreia, em 2020, do novo formato de passeio sonoro, a edição deste ano tem também previstos dois passeios guiados ao ouvido. É o caso de Conhecer a Água, o passeio que leva o ouvinte numa viagem sonora ao leito do rio Tejo, e da sua importância, através de uma viagem de barco entre Cais do Sodré e Cacilhas e o passeio que dá a conhecer o Vale de Chelas.

Por questões de segurança, e por forma a evitar grandes aglomerados em contexto de pandemia, vão existir mais espaços a obrigar reserva prévia e será implementado um sistema de registo de entradas que permite dar informação sobre a afluência de cada espaço em tempo real, orientando as escolhas do visitante.

Como é habitual, estão ainda previstas oito iniciativas independentes que acontecem nos espaços do roteiro. Este ano, o Programa Plus conta com concertos, performance de dança, percursos, exposições e workshops.

Como tem vindo a acontecer desde 2017, o Open House continua também comprometido com a inclusão. Este ano, as visitas acessíveis para pessoas cegas ou com baixa visão e pessoas com deficiência cognitiva estão conciliadas com as actividades do Programa Júnior. Estão previstos passeios, visitas e oficinas criativas, Colina Acima, Colina Abaixo, com descrição visual e materiais tácteis. E uma visita guiada aos Antigos Estaleiros da Lisnave com interpretação em Língua Gestual Portuguesa.

Câmara de Viana do Castelo aprova concurso para nova travessia do Rio Lima

Será, portanto, uma nova ponte.

O executivo municipal aprovou hoje, em reunião ordinária, a abertura de procedimento para o projeto de execução de uma nova travessia do Rio Lima entre a EN 202 / área de localização empresarial de Nogueira e a EN 203 / Zona Industrial de Deocriste. A empreitada será financiada pelo PRR – Plano de Recuperação e Resiliência no capítulo Áreas de Acolhimento Empresarial (AAE) – Acessibilidades Rodoviárias.

Viana do Castelo é o 16º concelho mais exportador do país, contribuindo com 1,5% do volume nacional local. As empresas situadas nas áreas de localização empresarial abrangidas pela nova travessia evidenciam grande capacidade expansionista com os novos investimentos previstos. Neste sentido, o Município de Viana do Castelo propõe a nova travessia do Rio Lima, uma ligação rodoviária rápida e segura que fomenta o desenvolvimento socioeconómico da região e acrescenta o seu contributo no panorama nacional.

A nova infraestrutura vai iniciar na EN 202, junto ao campo de futebol da Torre, com a reformulação da interceção giratória de acesso à área de localização empresarial de Nogueira e à A27, no sentido Viana-Ponte de Lima.

A travessia desenvolve-se na maior parte do percurso em tabuleiro de betão pré-esforçado, numa estrutura que permite minimizar os impactos na galeria ripícola e habitats incluídos na Rede Natura 2000.

A nova travessia termina na interceção giratória da EN 203, Zona Industrial de Deocriste, junto à DS Smith (antiga Portucel), permitindo desviar o tráfego de viaturas pesadas da estrada nacional que tem sofrido com o aumento pela crescente atividade industrial deste complexo.

Há um novo spot para aproveitar o sol da Caparica

Tanto podem ir lá com a cara metade como com amigos, para beber uns copos ao final do dia.

Foi na passada sexta-feira, dia 17 de setembro, que surgiu um novo local que promete ser o ideal para aproveitar o sol da Costa da Caparica. Trata-se do novo Mateus Terrace, localizado no Hotel Tryp Caparica.

Com uma vista privilegiada sobre o mar, o novo rooftop do Hotel Tryp Caparica tem agora uma decoração com o look & feel pink de Mateus, muito alinhada com os momentos ideais de consumo da marca, seja em grupo ou de forma mais reservada a dois, com o baloiço duplo.

Descontraído e informal, Mateus Terrace foi pensado para os amantes do mais famoso rosé do mundo, de perfil jovem, leve e refrescante, que merece ser desfrutado num espaço ao ar livre a chamar por longos sunsets depois de um dia de praia, de trabalho ou simplesmente quando apetecer.

O Mateus Terrace funciona todos os dias, das 16h às 23h.

Subway faz regressar a sub Chicken Carbonara, mas por tempo limitado

Por outras palavras: toca a aproveitar.

Depois de ter promovido um verão com poucas calorias, graças aos novos Wrap XL Chicken Guacamole (com o dobro da proteína) e à Salada Chicken Guacamole, produtos que estavam disponíveis até 15 de setembro (mas que podem replicar na mesma, uma vez que os ingredientes estão sempre disponíveis), é altura da Subway fazer regressar uma das subs mais pedidas, ainda que por tempo limitado.

Falamos da Sub Chicken Carbonara, constituída por tiras de frango acompanhadas de bacon crocante e um mix de pimentas, cobertos de queijo derretido e molho caesar, tudo isto envolvido num pão italiano cozido no dia no restaurante. E atenção: a Chicken Carbonara faz parte de um menu completo com batatas de forno e bebida à escolha, cujo preço e de 4,95€.

O único senão? A Sub Chicken Carbonara está disponível por tempo limitado até 15 de outubro. Por outras palavras: toca a aproveitar antes que seja tarde.