Pode ser difícil conter as expectativas com a ideia de um novo Marathon, novamente pelo estúdio que o criou. Mas tal como as suas classes, Marathon é uma mera concha para todo o seu potencial, com conteúdo para agradar apenas a quem resiste à sua verdadeira natureza de jogo de extração.
Lana e Mui regressam em Planet of Lana II: Children of the Leaf para matar saudades numa sequela tão segura como as ideias e desafios que o seu antecessor nos trouxe. E isso apenas, é ótimo.
A The Pokémon Company convida-nos para voltar a Kanto em Pokémon FireRed e Pokémon LeafGreen agora para a Nintendo Switch e a Nintendo Switch 2, onde a magia da nostalgia se perde sem adições ou melhorias.
Os Huawei FreeBuds Pro 5 consolidam tudo o que já era bom nas gerações anteriores, onde a qualidade das chamadas continua a ser um dos aspetos imbatíveis dentro deste segmento.
Resident Evil Requiem é um jogo de partes, de duas perspetivas, dois protagonistas e dois estilos que se complementam numa experiência única, simultaneamente nova e nostálgica, naquela que é uma das entradas mais ambiciosas e celebratórias da série, com o melhor que Resident Evil tem para oferecer.
Final Fantasy VII Remake na Nintendo Switch 2 é mais uma impressionante conversão para a consola híbrida, que se faz sentir em casa quase como um exclusivo Nintendo.
A Square-Enix termina a trilogia Erdrick ao revisitar os primeiros Dragon Quest, adicionando novos momentos narrativos, maior acessibilidade, opções de dificuldade e um melhor equilíbrio entre o design clássico e um certo modernismo sem perder a jogabilidade clássica da série.
Pokémon Legends: Z-A não é um mero spin-off da saga, é um vislumbre do seu futuro, que aproveita a oportunidade para entregar um jogo divertido, sólido e é, acima de tudo, o mais refrescante e inovador dos últimos anos.