Lana e Mui regressam em Planet of Lana II: Children of the Leaf para matar saudades numa sequela tão segura como as ideias e desafios que o seu antecessor nos trouxe. E isso apenas, é ótimo.
A The Pokémon Company convida-nos para voltar a Kanto em Pokémon FireRed e Pokémon LeafGreen agora para a Nintendo Switch e a Nintendo Switch 2, onde a magia da nostalgia se perde sem adições ou melhorias.
Reigns: The Witcher atinge os seus limites rapidamente, mas até lá é um autêntico vício e uma delícia para os fãs de ambas as séries, evocando algumas das melhores coisas que The Witcher 3 tem para oferecer, num formato tão simples e fácil de experimentar.
Resident Evil Requiem é um jogo de partes, de duas perspetivas, dois protagonistas e dois estilos que se complementam numa experiência única, simultaneamente nova e nostálgica, naquela que é uma das entradas mais ambiciosas e celebratórias da série, com o melhor que Resident Evil tem para oferecer.
Yakuza Kiwami 3 & Dark Ties chega com a missão ingrata de revisitar um dos capítulos mais divisivos da saga e, ao mesmo tempo, provar que a RGG Studio ainda sabe honrar o legado que construiu.
Kratos está de regresso, desta vez numa viagem até ao passado, num spin-off que transporta a série God of War para o mundo dos metroidvania com resultados nem sempre positivos.
A Team Ninja regressa ao universo Nioh depois de um desvio estratégico com Rise of the Ronin para comprovar que ainda é uma das produtoras mais emblemáticas do género soulslike.
Ainda que existam alguns problemas de ritmo e polimento, Crisol: Theater of Idols é um sólido jogo de ação e terror que convence através do seu level design e exploração.
Apesar dos seus problemas, Romeo is a Dead Man mantém viva a malta criativa de Suda51 e chega ao PC e consolas sem medo de surpreender os fãs com uma sobrecarga sensorial.
Final Fantasy VII Remake na Nintendo Switch 2 é mais uma impressionante conversão para a consola híbrida, que se faz sentir em casa quase como um exclusivo Nintendo.