“A carreira tem que continuar, cabrón!” É assim que a página oficial da série da Netflix revela a data do regresso de uma das suas séries mais populares, Narcos, no seu Facebook, que chega já no dia 1 de setembro.
Não é spoiler para ninguém que Pablo Escobar morreu, e o novo trailer de apresentação da 3ª temporada de Narcos não esconde isso. Vai mais longe e até explica, muito sucintamente, como é que a trama vai arrancar daqui para a frente.
Segue a sinopse: “Agora que a sangrenta caça a Pablo Escobar terminou, a DEA volta a sua atenção para a mais lucrativa organização de tráfico de droga do mundo: o Cartel de Cali. Dirigido por quatro poderosos barões, este cartel funciona de forma muito diferente do de Escobar, preferindo subornar funcionários do governo e manter suas ações violentas fora das manchetes dos jornais.”
Nos novos reis da droga, encontra-se, entre outros, o português Pepe Rapazote, que aqui dá a vida a Chepe Santacruz Londono, ao dirigir o império satélite de NYC da rede columbiana de tráfico de droga.
Até à data de estreia, entretém-te com o trailer e aproveitar para rever as duas primeiras temporadas. Vale mesmo a pena.
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Com bilhetes já à venda, a quarta edição do festival Reverence Santarém, que ocorre dia 8 e 9 de setembro, apresenta-se de cartaz completo, pronto para partir a loiça toda.
Localizado no Parque da Ribeira de Santarém, depois de, em edições anteriores, ter decorrido em Valada do Ribatejo, o festival prepara-se para receber em palco mais de 40 projetos, onde se destacam nomes como Moonspell, Amenra, Oathbreaker, Mono, Gang of Four, entre muitos outros, vindos de diferentes pontos do mundo.
Este festival da pesada vai coincidir com o 5º aniversário da Ribeira de Santarém, sendo apoiado pela primeira vez pela Câmara Municipal de Santarém e Águas de Santarém.
Existem bilhetes e passes para todos, com campismo incluído. É possível adquirir o passe de dois dias por 45€ até dia 15 de julho, depois passa para 55€ até 31 de agosto e para os últimos dias fixa-se nos 65€.
Os bilhetes diários, seguindo as mesmas datas, encontram-se a 30€ até dia 15 de julho, 35€ até 31 de agosto e 40€ a partir de dia 1 de setembro.
Para os residentes de Santarém e Cartaxo, existem preços especiais com o passe geral a 35€ e bilhete diário a 25€. E para quem mora na freguesia de Santa Iria da Ribeira de Santarém, entra gratuitamente. A petizada também entra gratuitamente até aos 10 anos e entre os 10 e os 14 existe um desconto de 50%.
Cartaz completo
8 de Setembro:
Moonspell
Amenra
Oathbreaker
Sinistro
Bo Ningen
10000 Russos
Desert Mountain Tribe
Névoa
Wildnorthe
the Gluts
Dead Rabbits
Pretty Lightning
Zarco
Gossamers
Tren Go! Soundsystem
the Melancholic Youth of Jesus
Cut
Two Pirates and a Dead Ship
Quentin Gas & Los Zíngaros
F’rrugem
9 de Setembro:
Mono
Gang of Four
Träd Gräs Och Stenar
Underground Youth
Siena Root
Esben and the Witch
Lobo
Hills
Throw Down Bones
Is Bliss
the Janitors
Nonn
Pás De Problème
Asimov & the Hidden Circus
Conjunto!evite
Cows Caos
Chinaskee & Os Camponeses
Royal Bermuda
I Am the Ghost of Mars
Dr Space
Groal
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Passaram-se 11 anos desde a última visita do grupo de Los Angeles a Portugal, num festival que se realiza para os lados da Bela Vista, em Lisboa. Portanto, foi desde 2006 que os portugueses deixaram de ver ao vivo o baixista Flea, o vocalista Anthony Kiedis, Chad Smith na bateria e o guitarrista Josh Klinghoffer (neste caso o substituto de John Frusciante desde 2009). E, ontem, o regresso finalmente aconteceu no Super Bock Super Rock. Que saudades.
Horas antes, ficámos com a sensação de que este primeiro dia de festival era “apenas” um concerto dos Red Hot Chili Peppers, tantas eram as t-shirts de apoio à banda americana. E, de facto, com todo o respeito pelas outras bandas e artistas, a malta estava no festival lisboeta para fazer as pazes com os americanos. Dizemos pazes porque 11 anos é muito muito tempo sem pisar palcos portugueses!
Depois de vermos um belo espetáculo dos portugueses Capitão Fausto (o álbum Capitão Fausto Têm os Dias Contados é dos melhores álbuns portugueses de 2016), começámos a ficar esmagados que nem uma sanduíche quando ainda faltavam, sensivelmente, 40 minutos para o concerto mais aguardado da noite.
Esperámos, suámos e sonhámos com uma brisa de ar fresco que, de tempos em tempos, lá surgia para nos acordar.
Uns quatro minutos depois da hora inicialmente marcada (00h00) e eis que, finalmente, surge em palco a banda de Los Angeles. Aparecem Chad Smith, Josh Klinghoffer e Flea e a entrada faz-se em grande estilo com uma jam session. Pouco depois surge Anthony Kiedis, quase sem se dar por ele.
A funkadélica “Can’t Stop”, o primeiro hit da noite, desperta a MEO Arena para a euforia que iria durar cerca de hora e meia. Logo segue-se “Snow (Hey Ho)”, também um dos hinos dos Red Hot Chili Peppers, resgatado do álbum Stadium Arcadium, de 2006.
Curiosamente, a faixa seguinte, “Dark Necessities”, do mais recente registo de estúdio The Getaway, lançado o ano passado, é também muito celebrada, mostrando já estar na ponta da língua dos portugueses. É dos melhores temas do álbum (aqueles slaps de Flea…) mostrando uns Red Hot Chili Peppers num registo com um baixo infernal.
Com o concerto a decorrer a bom ritmo, percebe-se que o lugar de cada um está bem definido. Começando por Kiedis, não é o típico vocalista de uma banda. Quase sem falar com o público sem ser a partir das suas canções (essa tarefa de porta-voz fica para Flea), o homem não para no palco, andando em correrias e saltos de um lado para o outro. Sempre irrequieto, consegue ser carismático mesmo sem falar connosco diretamente. Voz no ponto, mesmo quando precisa de “rappar”. E não demorou muito a ficar em tronco nu.
E se Kiedis é irrequieto, o guitarrista Josh Klinghoffer (o mais novo do grupo) é completamente possesso e inquieto. Vestido como um puto, rodopia ou vai ao chão com o seu instrumento, ficando-se por perceber como é que consegue continuar a tocar. Bem, é mesmo um virtuoso da guitarra.
Chad Smith (ao meu lado diziam “parece que estou a ver o Will Ferrell a tocar”) continua frenético como sempre na bateria (embora me pareça que os anos começam a acusar) e, finalmente, Flea, o génio do grupo, é o que faz a ponte com o público e continua tão apaixonado pelo seu baixo como no início. Mas também pode ser estranho. “Às vezes é preciso ouvir uma balada tranquila para pôr o bebé a dormir”, disse Flea. O que poderia ser um momento de acalmia, foi totalmente destrutivo com “Nobody Weird Like Me”, recuperado a Mother’s Milk, de 1989.
Aliás, entre solos mais prolongados e jam sessions – está no core do grupo – os Red Hot mostram que a discografia antiga não fica esquecida nos concertos: “Suck My Kiss”, “Soul to Squeeze” e “Aeroplane” são alguns desses exemplos.
“Californication” foi outro dos momentos muito celebrados no concerto, entoado a plenos pulmões pelas 20 mil pessoas na MEO Arena. Sim, plateia cheia e balcões cheios. Já não víamos a MEO Arena assim há algum tempo. Apesar da relação de amor com a banda não parecer recíproca, notava-se uma alegria tão grande em quem andava por ali a ouvir, quiçá, a sua banda favorita. “Obrigado por virem aqui esta noite e apoiarem a música ao vivo”, disse Flea a meio do concerto. A esperar pela reação, podem sempre contar com o público numa próxima oportunidade, mesmo que demorem outros 11 anos a regressar.
“By The Way”, faixa-título do mesmo álbum, fez a falsa despedida da banda antes do encore. Minutos depois regressaram para mais dois temas: “Goodbye Angels” e “Give It Away”, outro hino do grupo que permanecerá sempre na memória dos fãs dos Red Hot Chili Peppers.
Parecendo que não, passaram cerca de hora e meia entre temas antigos e recentes, num público com várias camadas de idades: vimos adolescentes (talvez descobrindo a banda com o álbum do ano passado, e, consequentemente, “obrigados” a descobrir o resto da discografia), vimos pessoas com 30 e tal anos e também andavam pessoas com 50 e poucos anos na MEO Arena. Ou seja, uma música que chega a todas as idades. O rock’n’funk dos Red Hot Chili Peppers é explosivo e isso notou-se no concerto de ontem.
“Estamos muito gratos e honrados pela oportunidade de estarmos aqui convosco”, disse Flea no final da noite. “Paz e amor, sempre”, finalizou o caótico baixista. A ideia ficou mais ou menos patente quando, já no fim do concerto, Chad Smith disse “vemo-nos em breve, ok?”. Esperamos que seja verdade.
Quanto a pontos menos positivos, podemos destacar o som da MEO Arena (ainda não está no ponto, mesmo com as recentes alterações na estrutura), a duração do concerto e a ausência de faixas como “Under the bridge”, “Scar Tissue” ou “Around the World”. Esperemos que voltem muito em breve, num concerto dedicado. Eles merecem, e nós também.
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Chama-se Huawei Service Experience Center e propõe uma ligação mais forte e pessoal para com os seus clientes, oferecendo um serviço pós-venda mais direto.
Situado no centro de Lisboa, foi hoje inaugurado o primeiro de dois centros de apoio ao cliente da Huawei. O segundo centro será aberto na próxima semana, no Porto.
Segundo a marca, esta aposta no mercado nacional entra em linha com o que tem sido a estratégia da Huawei noutros países da Europa, como Itália, Espanha e Alemanha, que irá reforçar o serviço pós-venda, ao incluir a reparação de equipamentos, consultoria e aconselhamentos ao cliente.
Chris Lu (CEO) e Tiago Flores (Sales Manager), inauguram o Huawei Service Experience Center em Lisboa
Os dois novos espaços poderão ser o palco de 1000 reparações de equipamentos por mês, sendo capazes de dar resposta a 500 clientes. Nestes espaços, os clientes poderão também visitar e informar-se sobre a marca, os seus equipamentos e até configurá-los e comprá-los. Os espaços estão ainda equipados para serem locais confortáveis e convidativos para quando os clientes tiverem necessidade de visitar as instalações.
A ambição da Huawei não se fica por aqui. Tem ainda espaços como salas de computadores, zonas de demonstração de equipamentos e salas para formações e workshops diversos.
Com todas estas novidades, a Huawei tenta assim posicionar-se como uma marca de confiança e comunicativa, tanto com os seus clientes como curiosos tecnológicos.
Para visitar as instalações, podem fazê-lo nas seguintes moradas e horários:
Loja de Lisboa: Av. António Augusto de Aguiar 66A, 1050-010 Lisboa, Portugal Segunda a Sexta (excepto feriados): das 09:00h às 18:00h Sábados (excepto feriados): das 10:00h às 19:00h
Loja do Porto: Rua do Doutor Alfredo Magalhães 81, Porto, Portugal Segunda a Sexta (excepto feriados): das 10:00h às 19:00h Sábados (excepto feriados): das 10:00h às 14:00h
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De 21 a 23 de julho, a cidade de Amarante volta a receber o MIMO Festival, um evento gratuito e que conta com 52 atividades distribuídas entre música, cinema, programa educativo, fórum de ideias e poesia.
O festival, que se realiza no Parque Ribeirinho, Museu Amadeo de Souza-Cardoso, Igreja de São Gonçalo, Igreja de São Pedro, Centro Cultural de Amarante e Cinema Teixeira de Pascoaes, terá nove concertos exclusivos em Portugal: O norte-americano Herbie Hancock; os brasileiros Rodrigo Amarante, Nação Zumbi e Céu; os tuaregues Tinariwen; a cantora londrina Ala.Ni; a parceria entre os brasileiros Hamilton de Holanda & O Baile do Almeidinha e a cabo-verdiana Mayra Andrade; o titã do ethio-jazz e o quinteto parisiense Girma Bèyènè & Akalé Wubé; a ‘artista do ano’ pelos Victoires Du Jazz 2016, os prémios franceses equivalentes aos Grammys, a baterista e compositora Anne Paceo.
Da programação fazem ainda parte artistas nacionais como Manel Cruz, Ricardo Ribeiro, entre outros.
Haverá ainda o Festival MIMO de Cinema, workshops, conversas, poesias de Sophia de Mello Breyner Andresen e um Roteiro Cultural Guiado por Amarante.
Uma das novidades deste ano é a criação do programa “MIMO Sem Barreiras” que facilita a inclusão de pessoas com necessidades especiais ou mobilidade reduzida com a ajuda de guias videntes, guias intérpretes de libras e uma área reservada para pessoas com deficiência ou mobilidade reduzida nos locais ao ar livre.
A zona de alimentação também será melhorada e terá uma oferta mais diversificada ao apresentar pratos da cozinha japonesa, mexicana ou venezuelana, por exemplo.
No ano passado, a primeira edição internacional do festival MIMO, neste caso em Amarante, teve 24 mil espetadores. Este ano, espera-se que esse número seja ultrapassado.
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Já é considerado por muitos como um dos mais ecléticos festivais europeus da Craft Beer Revolution. O Artbeerfest, o festival-fenómeno da cerveja artesenal de Caminha, começa já hoje, 13 de julho, a partir das 17h, e termina domingo, dia 16 de julho, às 21h.
Durante os dias do evento, esperam-se mais de 40 mil fãs que irão provar as cervejas artesanais de 29 cervejeiros nacionais e internacionais, destacando-se a presença de alguns dos mais conceituados produtores do mundo, como Richard Burhouse, Brett Ellis, Mike Murphy, Marcus Hialmarson e Miikkel Borg Bjergsø, ele que volta ao festival pelo terceiro ano consecutivo.
Estarão presentes cervejeiras de Espanha, Estónia, Itália, Inglaterra, Suécia, Noruega, Dinamarca, Bélgica, Escócia, Brasil e Estados Unidos. Quanto a cervejeiras nacional, estarão presentes os 15 melhores produtores do país.
Ainda de destacar é o acontecimento da segunda World Beer Run, uma corrida de 11 km com cerca de 300 pessoas inscritas.
Se fores ao festival, terás ainda várias opções de comidas de rua, palestras, conferências, apresentações e degustações de cervejas e jantares temáticos nos restaurantes da vila.
A entrada, como sempre, é livre, e, para consumir, o visitante necessita de adquirir o copo oficial e as fichas para comprar as cervejas.
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Segundo a Gizmochina, pode estar prestes a chegar a Lamni, uma nova sub-marca da Xiaomi, uma das companhias chinesas com melhor implementação no mercado.
À semelhança da relação que a Huawei tem com a Honor, a Lamni vem trazer dispositivos de marca e características únicas, em comparação com o restante catálogo, e que irão competir diretamente com a Oppo e a Vivo.
Ainda por confirmar está o primeiro dispositivo desta marca. Segundo a rede social chinesa Weibo, a Lamni poderá estrear-se com o Lamni X1, que se especulava ser o Xiaomi X1.
Também existem informações sobre as características deste equipamento. O Lamni X1 vai contar com o SoC Snapdragon 660 e terá sub-modelos com diferentes capacidades de armazenamento e memória, um com 4GB e 6GB de RAM e com 64 e 128 GB de memória. Outra curiosa diferença entre os modelos será a resolução de ecrã, um com 2160×1080 pixéis e outro com 1920×1080 pixéis, mas mantendo o tamanho do ecrã de 5.5 polegadas para ambas as opções. Podendo o consumidor escolher o modelo que quer, entre as duas resoluções, estamos perante um catálogo de oito submodelos. Todos serão equipados com sensores de câmara dupla da Sony, o IMX362 e o IMX368.
Para terminar a lista de características esperadas, o Lamni X1 terá um sensor biométrico na parte frontal do dispositivo.
Ainda não se confirma oficialmente nenhuma das características ou o verdadeiro nome do smartphone, mas espera-se que a Xiaomi faça uma apresentação no próximo mês.
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Mais um ano, mais uma edição do Super Bock Super Rock. Tem sido sempre assim, apesar de, volta e meia, o festival mudar de residência. Volvido ao Parque das Nações desde 2015, o festival lisboeta começa já amanhã, dia 13 de julho, com os Red Hot Chili Peppers como cabeça de cartaz, e termina no próximo sábado, dia 15 de julho, onde atuam os Deftones. Os bilhetes para o dia dos Red Hot Chili Peppers estão esgotados, assim como o passe geral. Ainda podes comprar bilhete diário para dia 14 e dia 15 de julho.
Para que tudo decorra sem sobressaltos, eis algumas informações para que desfrutes ao máximo do festival. Começando pela troca do passe pela pulseira, podes fazê-lo já hoje, dia 12 de julho, nas bilheteiras do festival até às 22h. Nos dias do evento, podes trocar o bilhete geral a partir das 10h até à 1h da manhã. No recinto, poderás fazê-lo amanhã, dia 13 de julho, e sexta-feira, 14 de julho, das 15h às 05h da manhã. As portas abrem às 15h.
Para chegares ao recinto tens várias hipóteses, dado ser uma zona bem servida de transportes. Podes vir de comboio, de metro ou de autocarro. Afinal, o Parque das Nações está apenas a alguns metros de distância da estação do Oriente. Se fores de comboio até Lisboa num comboio intercidades, regional ou inter-regional, terás desconto de 30%. Basta apresentares o bilhete do festival nas bilheteiras. Existirão, ainda, comboios especiais suburbanos durante o festival de Lisboa-Oriente a Sintra (2h30 e 4h30 da manhã) e do Cais do Sodré a Cascais (3h e 5h da manhã).
O metro estará reforçado na linha vermelha até à 1h. Após essa hora, terás de apanhar os autocarros da Carris (400, 705, 708, 725, 728, 744, 750, 759, 782 e 794 (serviço diurno) e 208 e 210 (serviço noturno)).
Se fores de carro, podes tentar estacionar o carro no Parque das Nações, mas cuidado com as ruas cortadas, como a Rua do Bojador, Alameda dos Oceanos e Avenida do Índico.
Luis Montez, responsável do festival, revelou à imprensa que serão efetuadas revistas rigorosas à entrada pela PSP. Conselho do Echo Boomer: vai cedo e não leves nada de muito volumoso.
Podes levar óculos de sol e tampões para os ouvidos, e, já agora, algum casaco para a noite. Pode arrefecer e não convém ficares constipado em dias de festival. Leva roupa e calçado confortável e anda sempre com o cartão de cidadão na carteira.
Não poderás entrar no recinto com armas de fogo e armas brancas, material explosivo e pirotécnico, bebidas, garrafas, latas e copos, chapéus de chuva, capacetes, seringas e drogas, selfie sticks e hastes rígidas, lancheiras, caixas e recipientes, cadeiras de qualquer tipo ou formato, correntes metálicas, malas de viagem, lanternas, lasers e flashlights, câmaras fotográficas e de vídeo profissionais, animais de estimação (exceto cães guia de invisuais) e materiais considerados perigosos.
Confere aqui o cartaz completo e os horários de atuação de cada banda. Bom festival!
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A Microsoft anunciou esta semana o fim do suporte do Windows Phone, que se encontrava na versão 8.1. O sistema operativo da gigante de Redmond foi lançado em 2010, tornando-se rapidamente no terceiro maior sistema operativo em smartphones, atrás do iOS e do Android que, até ao início deste ano, ocupavam 99.1% do mercado.
Vendas de dispositivos por Sistemas Operativos no final de 2016 (Fonte: Gartner)
Apesar desta desistência e de já não produzirem os dispositivos, a Microsoft ainda tem alguns smartphones à venda, como a sua gama Lumia, desenvolvida com a Nokia, e que vêm equipados com o Windows 10, semelhante ao que encontramos nos PCs e tablets.
Se és um dos felizardos que tem um Windows Phone, não desesperes, pois nunca se sabe se não se tornarão relíquias daqui a uns tempos.
Quanto a versões mais recentes, segundo rumores avançados pelo The Verge, o Windows 10 ainda terá algum suporte até ao final de 2018.
Na indústria dos sistemas operativos mobile, a Microsoft junta-se, assim, à Blackberry, Nokia e Palm, que deixaram de usar sistemas proprietários.
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A iniciativa começou no ano passado com 30 praias e foi um sucesso. Já este ano de 2017, a rede de hotspots vai ser ampliada. As idas à praia nunca mais vão ser as mesmas.
A “culpa” é da Buondi que vai dar Internet à borla em 34 praias de todo o país. Faro, Quarteira, Tróia, Setúbal, Foz do Arelho, Espinho e Matosinhos serão algumas cidades privilegiadas com esta iniciativa.
Cada hotspot terá um alcance de 100 metros (igual ao comprimento de um campo de futebol) e dará também a opção de recarregar dispositivos eletrónicos, como smartphones ou tablets. Isto só é possível com a energia solar, que alimenta cada hotspot.
Vê a lista de praias abaixo e prepara-te para ficares mais tempo agarrado ao telemóvel do que a apanhar banhos de Sol.
ALENTEJO E ALGARVE Praia Adão e Eva – Sombra e Água fresca Praia de Faro –Wax Quarteira – Novo Espaço Praia da Fuseta – I BAR Praia da Luz – Restaurante Paraíso
TEJO E OESTE Tróia – Bico das Lulas Praia da Figueirinha Praia Grande – Bar do Fundo Praia Grande – Angra Foz do Lizandro – Na Onda Praia de São Lourenço Praia da Física (Torres Vedras) – Noah Foz do Arelho – Cocos Bar
CENTRO Espinho – Frente Azul – Surfing Bar Espinho – Frente Azul – Bar Sereias Espinho – Marbelo Barra Ílhavo Aveiro Off Shore City Praia da Madalena – Ar d’mar Praia Fluvial dos Palheiros – Coimbra Nossa Sra.Peniche – Boca Xica Praia da Cortegaça – Miradouro Bar
NORTE Amorosa – Pé na água Praia da Apúlia – Nautilus Praia Azul – Náutico Praia Verde – Náutico Praia do Forno Sul (Vila do Conde) – Bar Pijó Café Praia Leça – Cascata Praia Matosinhos – Lais de Guia Matosinhos – Bar do Titan Valadares – Daikiri Praia do Cabedelo – Feel Viana
MADEIRA Madeira
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O desastre de Pedrogão Grande, que desolou o centro do país e causou 64 vítimas mortais e 254 feridos, mostrou que, face a uma grande tragédia, os portugueses são unidos e preocupam-se pelos bem-estar dos outros.
Entre as diversas campanhas de solidariedade para com as vítimas do grande incêndio, que ainda continuam a decorrer, surge agora um jantar solidário do K.O.B by Olivier.
Amanhã, 13 de julho, pelas 20h, no restaurante K.O.B by Olivier, localizado na Rua do Salitre, em Lisboa, irá decorrer este jantar organizado por Vera Machaz e Ana Brito e Cunha.
O evento vai incluir um concerto da organizadora Vera Machaz, que será acompanhada ao piano, e dará acesso a um menu completo no valor de 100€.
O valor angariado neste jantar irá reverter para os bombeiros de Pedrógão Grande, através da Associação ‘Ajuda-me a Ajudar’.
Para mais informações e reserva de lugar, podem ligar para o +351 934 000 949 ou seguir a Página e o Facebook do K.O.B by Olivier.
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Kit Harington tornou-se amplamente conhecido do grande público ao interpretar Jon Snow na série Game of Thrones, da HBO, adaptada para televisão a partir dos livros de George R. R. Martin.
Até aqui tudo bem. Mas imagina que o ator fazia de Hodor. Ou de Tyrion Lannister. Ou até de Daenerys Targaryen. Bem, não precisas de sonhar mais, basta veres o vídeo em baixo.
Claro que tudo isto não passou de uma brincadeira exibida no programa de Jimmy Kimmel. O sketch, exibido no talk-show na passada segunda-feira, dia 10 de julho, mostra os dotes de Kit Harington como outra personagem da adorada série. E até de outra personagem que não faz parte – Harry Potter.
Mais a sério, a sétima temporada de Game of Thrones vai estrear em Portugal no próximo dia 17 de julho, em exclusivo no Syfy.
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Já esperávamos voltar a ver os miúdos de Stranger Things de volta à Netflix no final do ano, sendo que só faltava mesmo saber em que dia é que nos podíamos lançar numa binge session.
Podem apontar, é dia 27 de outubro.
Provavelmente alguns dias mais cedo do que esperado, uma vez que o primeiro trailer desta nova temporada mostrava os nossos heróis petizes disfarçados de Ghostbusters em preparação para o Halloween, que decorre na noite de 31 de outubro.
Para celebrar este “pequeno” anúncio, a Netflix disponibilizou este fantástico poster onde Will e companhia olham para uma nova e estranha criatura. Mas a questão que se coloca agora é: Onde está a Eleven?
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Foram precisos cinco anos para que um outro vídeo de um músico norte-americano conseguisse destronar o recorde alcançado por PSY, autor do mega hit “Gangnam Style”.
A música do sul-coreano, que tornou a própria coreografia num marco da Internet, foi finalmente destronada pelo êxito “See You Again”, de Wiz Khalifa e Charlie Puth. Esta música, recorde-se, serve de homenagem ao malogrado Paul Walker, que protagonizou Brian O’Conner na saga milionária Fast and Furious. Na cena final do filme, toca a música enquanto Brian se despede de Dominic Toretto, interpretado pelo americano Vin Diesel.
Quanto a números, “Gangnam Style” tinha, à hora deste artigo, 2.895.107.524 visualizações. Em 2012 o vídeo bateu recorde ao tornar-se o primeiro do YouTube a chegar às mil milhões de visualizações. Quanto ao novo rei “See You Again”, contava, à hora deste artigo, com 2.897.619.778 visualizações.
Mas o sucesso de Wiz Khalifa e Charlie Puth pode ter os dias contados. É que o sucesso deste ano, “Despacito”, do porto-riquenho Luis Fonsi, já leva 2.490.847.293 visualizações.
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Queres voar para a Europa a um preço baixo entre outubro e novembro? Não precisas de procurar mais. A Ryanair, popular companhia aérea low-cost, anunciou há umas horas uma mega promoção: 250 mil bilhetes, para mais de 900 rotas, ao preço de 9,99€ cada.
Parece mentira, mas não é. A companhia irlandesa é conhecida por fazer campanhas sem anúncio prévio e verdadeiramente bombásticas.
Fazendo uma rápida pesquisa, percebemos que, a partir de Lisboa, tens voos de ida e volta para Karlsruhe/Baden-Baden, na Alemanha; para o Luxemburgo; para Paris, em França, e para Ponta Delgada ou Terceira, nos Açores.
A partir do Porto, a oferta é MUITO maior. Barcelona, Bordéus, Carcassone, La Rochelle, Luxemburgo, Madrid, Palma de Maiorca, Paris, Estrasburgo ou Valência.
Tem em atenção que, para teres os voos de volta em muitos dos destinos a 9,99€, necessitarás de tirar uma semana de férias. Mas vê os voos disponíveis e faz contas à vida.
Apressa-te. É que a promoção termina no final do dia de amanhã, quarta-feira, dia 12 de julho.
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A muito aguardada adaptação da obra de ficção de Stephen King, The Dark Tower, está finalmente ao virar da esquina, depois de quase uma década desde que se começou a ouvir falar desta versão cinematográfica.
Após o projeto passar pelas mãos de JJ Abrams e Damon Lindelof, na altura conhecidos pela fama de LOST, Ron Howard esteve muito perto de trazer a visão de King para o grande ecrã. No entanto, o dinamarquês Nikolaj Arcel acabou por ser o responsável pela adaptação.
Com Idris Elba e Matthew McConaughey como protagonistas, The Dark Tower é um épico de ficção científica e fantasia com a típica demanda do bem contra o mal e que mistura uma estética contemporânea com o antigo velho oeste.
No segundo trailer lançado esta semana, espreitamos um pouco da trama e ficamos com uma ideia do que poderemos esperar – um filme de pipoca com muita ação.
Resta saber se irá fazer justiça aos livros, que contam com uma enorme comunidade de fãs sedentos por mais The Dark Tower.
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O primeiro dia do NOS Alive, um dos festivais mais badalados de Portugal, tinha como cabeças de cartaz o canadiano The Weeknd e os britânicos The xx. Se o primeiro veio apenas confirmar o bom momento que passa atualmente com a sua pop com laivos de R&B, os segundos mostraram que cresceram, que estão mais maduros e que dão um espetáculo cada vez mais aprimorado. Reis e senhores da noite, finalmente perceberam que tinha em Jamie xx uma espécie de mestre de cerimónias das máquinas. Mas já lá vamos.
Entrámos no recinto algo tarde dado o difícil trânsito e a demora nas filas de espera para, efetivamente, entrar no festival. Aliás, vimos até Álvaro Covões, responsável do evento, bastante furioso com os seguranças pelas filas gigantes que se iam criando.
Já dentro do NOS Alive, uma considerável moldura humana fazia companhia aos ingleses alt-J, eles que vieram apresentar o mais recente álbum Relaxer. Vencedores de um Mercury Prize em 2012, os britânicos deram um espetáculo mais competente do que em 2015, quando atuaram também no palco principal, mas pareciam algo deslocados e amorfos, como se tivessem sido engolidos pela subida de divisão. Desta vez a coisa foi diferente.
Foto: Arlindo Camacho
Começaram devagarinho e sem muito alarido com “3WW” do mais recente Relaxer, mas rapidamente recuaram aos anteriores álbuns de estúdio. Este rock-pop experimental dos rapazes de Leeds tem uma admiração considerável por cá, no entanto, são as músicas do registo de estreia An Awesome Wave que mais histeria criam em quem vê o concerto. Afinal, não há álbum como o primeiro, não é?
“Something Good”, “Tesselate”, “Dissolve Me”, “Every Other Freckle”, “Taro”, “Breezeblocks” e a tão aclamada “Matilda”, cantada a plenos pulmões, foram outros dos temas do alinhamento do concerto do trio britânico. Há algumas bandas queridas do público português e que gozam de um estatuto considerável por cá. Os alt-J são um desses casos, e, quer-nos parecer que, qualquer que seja o álbum, Portugal irá recebê-los de braços abertos.
Da pop introspetiva passámos para a eletrónica mais dançável dos franceses Phoenix, também eles com novo álbum, Ti Amo, lançado no passado mês de junho, e do qual foram apresentados no NOS Alive a faixa-título e “J-Boy”. Apesar deste mais recente Ti Amo não ser um álbum tão forte como o anterior Bankrupt!, os franceses têm uma mão cheia de músicas para abanar a anca, como “Lisztomania”, “1901” ou “If I Ever Feel Better”, com refrões sobejamente conhecidos por quem aprecia este indie-rock corridinho dos gauleses.
Foto: Arlindo Camacho
Embora não tenham sido a razão principal pela qual os festivaleiros estavam no recinto, os Phoenix deram um excelente concerto com muita intensidade e energia. Nota-se que, em palco, o vocalista Thomas Mars está como peixe na água, soltando-se livremente no decorrer do concerto. Aliás, foi mesmo ele a estrear o crowd surfing nesta edição do NOS Alive. Bom bom era um concerto em nome próprio. Fica a dica.
Fomos a correr para o palco Heineken (o que é lixado, com tanta gente a querer fazer o mesmo) e já a atuação do Sr. Ryan Adams tinha começado. E ele pode fazer o que bem lhe apetecer com os seus 16 álbuns a solo, não contando com a passagem fugaz pelos Whiskeytown. Afinal de contas, falamos de um homem que transpira rock, que vive o rock como poucos, e que vê no amor e nos respetivos desgostos a grande fonte de inspiração para as suas canções. A plateia esteve bem composta (mas com muito espaço vazio para preencher) para ver o concerto mais rock do primeiro dia. E notou-se que quem ali estava era verdadeiro apreciador do trabalho do norte-americano.
Ryan, que publicou algumas fotos de Lisboa no seu Instagram, elogiando a beleza da capital portuguesa, veio em digressão apresentar o seu mais recente disco Prisoner, editado em fevereiro passado. E que belo disco esse. Num concerto barulhento que se farta, o norte-americano elogiou a energia da plateia, e, entusiasmado, lá revelou que “as pessoas ainda acreditam no rock and roll”.
“Do You Still Love me?” (single do novo álbum) foi o tema escolhido para abrir o concerto, seguindo-se “To Be Young” (Is to Be Sad, Is to Be High) e “Gimme Something Good”, despertando, desde logo, emoções várias em quem via o espetáculo. Ele é country rock, ele é blues rock, ele é um romântico incurável. O Sr. Ryan sabe o que faz, e fá-lo bem pa caraças.
Criada a ligação com o público, o alinhamento do concerto passou por boa parte da carreira de álbuns do artista, até nos registos com os The Cardinals, mas deixou outros de fora. E não, o álbum de covers das músicas de Taylor Swift também não foi aqui apresentado.
Foto: NME
Como bom rocker que é, Ryan tenta agradar à totalidade do seu público, passando dos enormes solos de guitarra para momentos de maior calma e tranquilidade.
Toda a gente sabe que, de grandes desgostos de amor, nascem os mais incríveis discos. A discografia de Ryan Adams revela-o um mestre na arte de amar e de destruir corações. Há como não adorar?
Infelizmente não ficámos para o fim do concerto, muito por culpa do concerto dos the xx, que tocariam 40 minutos após o início do concerto do norte-americano. Os horários são tramados e, à medida que o concerto dos ingleses se ia aproximando, a plateia ia abandonando o espaço sem muito estrilho. Ryan, espero que leias isto: volta, mas em nome próprio. Por favor. Deixa-me sofrer contigo e com as tuas músicas.
Palco NOS ao barrote para ver um dos cabeças de cartaz deste dia, os ingleses the xx, que vieram apresentar I See You, terceiro registo de originais, lançado este ano. E há que realçar logo uma coisa: os the xx ficaram muito diferentes, muito mais expansivos, e saíram de dentro da bolha introspetiva onde se colocaram nos dois álbuns anteriores. Um dos grandes culpados é Jamie xx, mestre da eletrónica do grupo, e que trouxe os ensinamentos do seu álbum a solo para junto de Romy e Oliver, os vocalistas da banda. O som está mais cheio, chega a mais gente e isso só pode ser bom. Aliás, ao meu lado diziam que “os The xx abriram para o Jamie xx”.
Começaram com “Intro” em formato gingão, qual mais, para gáudio dos presentes, tema esse que abre o álbum que os deu a conhecer ao mundo. O trio britânico já há algum tempo que criou uma relação de amor com os portugueses, começando logo em 2010 com um concerto de estreia na Aula Magna, em Lisboa. Nesse mesmo ano, seguiram-se uma data na Casa da Música, no Porto, e outra data no palco secundário do Optimus Alive 2010. Depois, em 2012, vieram ao Optimus Primavera Sound e, em 2013, os ingleses trouxeram a Portugal o seu próprio festival, Night + Day. E desta vez, sete anos depois de terem ido ao Alive, regressaram como cabeças de cartaz no palco principal. Incrível. E a tal relação de amor? Pois, consumou-se em casamento.
Foto: Arlindo Camacho
Logo depois de “Intro” veio “Crystalised”, sendo seguida por “Say Something Loving”, do novo álbum. Aliás, foram tocadas sete faixas do mais recente trabalho discográfico, além de “Loud Places”, que saiu do álbum In Colour, de Jamie xx.
Ao longo do concerto, os britânicos foram tocando novos temas e regressando aos antigos, para gosto dos fãs que os acompanham desde o início. Com o novo disco a ser tocado quase na íntegra, percebeu-se que os The xx cresceram e amadureceram. O som introspetivo, algo sombrio e cru, evoluiu e deu lugar a algo mais ritmado, mais eletrónico, e não tão fechado. Aliás, só com esta crescente de popularidade se compreende a subida de divisão ao palco principal. Mas a sonoridade não se perdeu; está lá, mas transformada. A fragilidade dos dois álbuns anteriores está lá, mas a emoção cresceu como nunca antes visto no grupo.
Algo curioso é que, ao vivo, as músicas dos The xx estão um bocadinho mais aceleradas, mesmo as mais antigas. Apercebi-me disso neste concerto, mas claro, não fica nada mal.
Fazendo sempre jogos de vozes, Romy Madley Croft e Oliver David Sim, cada um do lado do palco, vão fazendo valer as suas qualidades enquanto músicos e cantores. Ela, mais liberta que nunca, a deslumbrar a solo com a fantástica “Performance”, e, depois, em “Brave for You”, ele, que nem uma serpente e o seu grandioso baixo, a mostrar o que vale na fabulosa “A Violent Noise” e a dedicar “Fiction” a um membro da banda que se encontrava no hospital.
Quanto a Jamie xx, ora nas máquinas, ora nas baquetas de percussão, é o mestre de ritmos e da eletrónica do grupo. É cada vez mais essencial no grupo e é um dos grandes responsáveis por um concerto dos The xx ser mais animado que nunca. Ou seja, o minimalismo e crueza da pop monocromática e melancólica do grupo mudou para algo mais franco e entusiasta, muito por culpa das influências do jovem produtor. “Shelter”, por exemplo, foi apresentada em versão de discoteca. E Infinity? Bem, incrível.
Foto: Arlindo Camacho
Eles próprios estão mais faladores. Romy pediu ajuda ao público para a acompanhar em “Performance”, Oliver Sim revelou “adorar festivais, porque podemos ser quem nós quisermos e esquecer os problemas em casa”, realçou “adorar a cidade, tanto que trouxemos cá o nosso próprio festival” e Romy reforçou que “estávamos à espera deste concerto há tanto tempo. Obrigado por todo o amor que sempre nos deram”. Vejamos: este comunicar com o público era impensável há uns anos. Eles estão mais soltos, mais alegres. Nota-se outra energia.
Lá para o final, a inevitável “Angels”, um clássico instantâneo da banda, foi dedicada por Romy à sua noiva, que andava por ali. “Quero dedicar esta à minha noiva. Amo-te”.
Final da atuação e de um dos melhores concertos desta edição do NOS Alive. As juras de amor entre banda e público foram renovadas. Voltámos a apaixonar-nos.
Foto: Arlindo Camacho
Entretanto fomos em passo apressado para ver o duo inglês Royal Blood, acabados de entrar em palco, e desde logo a partir tudo, com a tenda a rebentar pelas costuras.
Com álbum novo lançado no mês passado, How Did We Get So Dark?, e com concerto agendado para 28 de outubro no Campo Pequeno, em Lisboa, este concerto do NOS Alive serviu para muitos verem a banda pela primeira vez ao vivo, enquanto que, para quem vai ao concerto de outubro, este serviu como aperitivo. E não nos cansamos de dizer isto: como é que dois tipos conseguem fazer tanto barulho?!?
Mike Kerr e Bem Thatcher chegaram que nem um estrondo ao mundo da música quando, em 2014, editaram o disco de estreia homónimo, que os levou a atuar pela primeira vez em Portugal no Coliseu de Lisboa. Não é qualquer banda que faz isto.
Do início ao fim, o duo de Brighton, Inglaterra, esteve infernal e a multidão em total exaltação. Arrancaram com “Where Are You Now”, do segundo e mais recente registo de originais, e, a partir daí, foi debitar e debitar riffs. Isto é rock puro e duro – há solos prolongados, há solos de bateria.
Foto: Hugo Macedo
Não soam tão sujos como outras bandas, nem tão pouco têm uma atitude punk, mas os Royal Blood estão ali para destruir os ouvidos da malta: é pancada atrás de pancada, como se a banda tivesse uns quatro ou cinco elementos. Mas não, eles são apenas dois. Uau.
Escutámos “Lights Out”, “Hook”, “Line & Sinker”, “Come on Over”, “Figure it Out”, “Ten Tonne Skeleton” e, a fechar, “Out of the Black”. Nota positiva para o público. Notava-se claramente que estavam ali para apreciar a atuação e que eram conhecedores da curta carreira do duo inglês. O entusiasmo era mútuo. E isso é tão bonito de se ver.
Terminado o concerto, virámos costas e fomos ao palco NOS ver a atuação do (outro) nome mais esperado do dia: The Weeknd. Não ouvimos temas como “Starboy” ou “Party Monster”, temas do último registo de estúdio, mas desde logo percebemos uma coisa: o canadiano veio confirmar o bom momento que atravessa, mas não causou tanto impacto como seria de esperar.
O homem disse que “quando venho a Portugal, eu quero é festa!”, mas fez ele mais a festa do que, propriamente, o público. Apesar do espaço livre para ficar em melhor sítio para vislumbrar o canadiano, a verdade é que eram os fãs das filas da frente que mais vibravam com as músicas de The Weeknd. O pessoal, cansado, conseguiu aguentar-se durante mais de uma hora.
Foto: Arlindo Camacho
Não foi uma atuação má, mas também não foi memorável. Digamos que cumpriu, apenas. Separado do resto da sua banda, The Weeknd acaba por ser como uma espécie de ídolo que comanda uma multidão de jovens. Como se fosse um dos rostos de um canal de música que já não existem. Abel Makkonen Tesfaye, nome real do canadiano, esteve há cinco anos no Primavera Sound quase como um perfeito desconhecido a atuar para algumas dezenas de pessoas num palco secundário. Aqui encabeçou o NOS Alive. Ele que começou mais R&B e que depois se virou para uma pop mais viciante e elástica para uma geração adolescente.
Não faltaram temas mais dançáveis como “In The Night”, “Rockin” ou “Secrets” e mega sucessos como “Feel My Face” e “I Feel It Coming”, encerrando a atuação com “The Hills”, já no encore, e com muito fogo à volta do palco. Portanto, um alinhamento muito ajustado nos dois últimos álbuns.
Há quem adore, há quem deteste, há quem não ligue patavina. Mas apesar de não ter sido um concerto espetacular, The Weeknd conseguiu deixar a sua marca no NOS Alive.
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É uma novidade que vai agradar a quem tem um pacote de dados limitados, ou, por outro lado, algo útil para os turistas que visitam a cidade de Torres Novas.
A candidatura #TorresNovasLigaTe – rede wi-fi de acesso livre, resultante do acordo de colaboração com o Turismo de Portugal, vai criar uma rede municipal de zonas de acesso à Internet nos principais espaços públicos da cidade. Como espaços públicos compreende-se os locais com maior afluência dado o seu interesse turístico, histórico e patrimonial.
O objetivo é, portanto, disponibilizar acesso wi-fi nesses centros históricos e com maior afluência de turistas. No caso de Torres Novas, serão feitas intervenções na Praça 5 de Outubro, o Castelo, as ruínas romanas de Vila Cardílio, a Biblioteca, a Praça do Peixe, a Praça dos Claras, o Museu, o Mercado Municipal, o Palácio dos Desportos, as Piscinas e o Teatro Virgínia.
O orçamento do projeto situa-se nos 71.340€, sendo que o financiamento será de 50 mil euros.
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Star Wars é, provavelmente, a saga mais importante da história do cinema, goste-se ou não. O impacto cultural e social da saga criada nos anos 70 por George Lucas teve proporções à escala global e foi dos produtos mais inspiradores para futuras gerações de realizadores e fãs de cinema e ficção científica.
Avançando rapidamente para 2017, sabemos que, com a nova vaga de episódios Star Wars, a saga continua bem presente nas nossas vidas. E para muitos fãs é quase uma religião.
Os mais dedicados vestem-se como as personagens e, por vezes, vão até mais longe ao criar curtas e adaptações baseadas na saga, com valores de produção que fazem inveja a muitos filmes de Hollywood.
Depois temos este grupo de fãs, que abraçam o absurdo e fazem uma adaptação, cena a cena de Revenge of the Sith, com o mínimo de recursos de produção possíveis. E o resultado é, no mínimo, hilariante, não se percebendo se é terrível.. ou genial.
A ideia surgiu do neozelandês Tim Hoekstra e de um grupo de amigos bastante dedicado que, nos tempos livres, deram tudo pelo projeto mais (ou menos) ambicioso que vão ver hoje. É que estão recriadas todas as cenas existentes no filme original.
Se, tal como nós, és um adepto do NOS Primavera Sound, festival de música que se realiza anualmente no Parque da Cidade, no Porto, então tens de aproveitar a oportunidade para adquirires o passe geral para a edição do próximo ano a um preço reduzido.
Amanhã, 11 de julho, a partir das 12h00 e até à meia noite, poderás comprar o passe geral para a sétima edição do NOS Primavera Sound por 85€. Os bilhetes estarã à venda na BOL, Ticketea, Portal NOS Primavera Sound e nos locais habituais.
Mas, se fores portador do cartão de passe geral NOS Primavera Sound 2017, terás um desconto extra de 5€, o que faz com que o teu bilhete passe a custar apenas 80€. Neste caso, necessitarás de validar o código de barras do cartão.
Aconselhamos-te a que não deixes passar a oportunidade, pois logo no dia seguinte, 12 de julho, os passes gerais para o NOS Primavera Sound passam a custar 105€. Ou seja, se queres poupar 20 ou 25€, tens mesmo de aproveitar.
Como já deves saber, o festival portuense regressa ao Parque da Cidade, no Porto, de 7 a de junho de 2018.