Exposição de fotografias únicas de David Bowie vai chegar a Portugal

“Let’s dance”! A exposição Iconic Bowie by Terry O’Neill, Markus Klinko, Norman Parkinson, Justin de Villeneuve, Gerald Fearnly – com fotografias de David Bowie – é apresentada pela primeira vez em Portugal, de 5 de setembro a 4 de novembro, no ArrábidaShopping (Vila Nova de Gaia), numa parceria com a conceituada agência de gestão de arquivos fotográficos no mundo, Iconic Images.

Forum Summer Sound agita as noites de Verão em Sintra e no Montijo

É já esta quinta-feira, dia 26 de julho, que arrancam cinco noites de concertos incríveis. O Forum Summer Sound junta, pela primeira vez, a RFM e os centros comerciais Forum Sintra e Forum Montijo, geridos pela Multi Portugal, que prometem agitar as noites de verão aos seus visitantes. De 26 de julho a 23 de agosto, Carolina Deslandes, Carlão, Áurea, The Black Mamba e Os Azeitonas sobem ao palco, em concertos únicos, de entrada gratuita.

Netflix e Shondaland anunciam primeiro conjunto de séries

A Netflix e a Shondaland anunciaram o primeiro conjunto de séries a ser desenvolvidas por Shonda Rhimes, Betsy Beers e a sua equipa e que irão estrear em exclusivo para membros da Netflix em todo o mundo.

Sony Xperia XZ2 – Análise: uma boa adição ao catálogo Xperia

No entanto, não parece ter forças ou características suficientes para dar o salto do XZ1 para o Sony Xperia XZ2

Desde que o Sony Xperia XZ2 foi apresentado, a sequela do XZ1 que experimentámos o ano passado, que ficámos interessados em ver como é que a Sony pretende manter-se no mercado dos smartphones topo de gama.

Tal como o seu antecessor, o XZ2 pode ser um dispositivo com características atuais, mas parece não ir atrás de todas as tendências da indústria, apresentando apenas algumas características expectáveis para um dispositivo de 2018, mantendo-se estática no tempo noutras e apresentando, ainda, características novas ou diferentes da concorrência.

O Xperia XZ2 é o novo topo de gama da Sony

Dentro do XZ2 vamos encontrar o processador Octa-Core topo de gama Snapdragon 845, neste modelo acompanhado por 4GB de memória RAM (disponível também com 6GB), 64GB de memória interna, uma câmara traseira de 19 MP e um frontal de 5MP, um ecrã de 5.7 polegadas e resolução de 1080×2160 com formato 18:9 e uma bateria de 3180mAh.

Tecnicamente pode dizer-se que é um equipamento atual, mas, ao mesmo tempo, demasiado convencional.

O seu design é drasticamente diferente do equipamento do ano passado. A Sony parece ter largado o seu design monolítico característico dos seus equipamentos móveis e aposta agora num equipamento menos industrial e mais arredondado.

Com um chassis em metal, temos uma traseira brilhante e arredondada, revestida a Gorilla Glass 5, tal como no painel frontal, o que lhe confere uma excelente ergonomia de utilização e uma resistência a danos acrescida.

Contudo, embora seja um dispositivo aparentemente bonito, o que o XZ1 tinha de melhor aqui desapareceu, nomeadamente o sensor biométrico, que passou da zona lateral (onde os nossos polegares instintivamente pousavam), para quase o centro da traseira, obrigado a uma ginástica de dedos.

A câmara traseira também mudou de sítio, passando do canto superior esquerdo para o centro do equipamento, num local onde deveria ficar o sensor biométrico. Não são pormenores propriamente negativos, mas podem ser um passo atrás daquilo que já estava estabelecido.

Na lateral direita vamos encontrar todos os botões físicos, do ligar/desligar, aos de volume e, até, ao botão dedicado ao disparo da fotografia.

No fundo temos uma porta USB-C e, no topo, a slot para os cartões microSD e SIM, que se podem trocar com muita facilidade. Mas atenção, abrir esta porta é muito fácil e desliga o dispositivo automaticamente.

Porta áudio 3.5mm, nem vê-la, obrigando, assim, ao uso de auriculares sem fios ou a um adaptador, uma decisão que se manteve.

Por fim temos o ecrã. O seu tamanho é impecável, mas o mesmo não se pode dizer o mesmo da moldura. É um equipamento de 2018 que parece saído de 2015.

O que também não ajuda é o seu peso e a sua finura. É um dispositivo grande e pesado, e que , apesar dos seus acabamentos premium e do uso de bons materiais de construção, não reflete aquilo que os utilizadores de hoje podem estar à procura.

O ecrã é fantástico e vem equipado com as últimas tecnologias da Sony

Mas naquilo que a Sony é mesmo boa é no que toca a tecnologias de imagem, e o ecrã não é exceção. Com a sua resolução de 1080×2160 é, efetivamente, um ecrã Full HD, e não precisa de mais do que as resoluções QHD ou 4K que já se encontram noutros equipamentos, poupando-se assim a problemas de performance e de consumo de energia.

A qualidade de imagem é impecável e o painel vem com algumas características interessantes, como a tecnologia XReality que transforma conteúdo SDR em HDR (High Dinamic Range), tornando os escuros mais escuros e os brancos mais brilhantes, resultando em imagens mais ricas em detalhe. Isto afeta as cores que se sobressaem muito mais do que num ecrã tradicional e podemos assistir a isso facilmente ao visualizar vídeos, fotografias ou jogos.

Os subscritores de serviços de streaming como a Netflix, ou quem procurar no Youtube vídeos neste formato, irão ficar bastante satisfeitos com os resultados.

A Sony continua a apostar em inovações desnecessárias

No que toca a características que pretendem melhorar ou tornar a experiência de utilização diferente, o XZ2 inclui um sistema chamado Dynamic Vibration System, que faz com que o dispositivo vibre consoante o que acontece no ecrã.

A ideia é interessante, na prática nem tanto. Ver filmes ou ouvir música com esta função ligada é problemático. O som sai distorcido, como quando colocamos os altifalantes no máximo, e tudo treme. E colocar o equipamento em cima de uma mesa com a função ligada não nos parece recomendado devido a eventuais danos causados pelo excesso de vibração. É uma função imersiva que destoa e que pode preocupa o utilizador em vez de oferecer algo de novo e agradável.

Contudo, há espaço para a sua utilização, que é com jogos. A Sony tem os seus dispositivos preparados para serem sincronizados com as consolas PlayStation 4, e o XZ2 não é exceção, sendo que podemos tornar o equipamento numa consola portátil.

Tudo funciona extremamente bem se tivermos uma boa ligação à rede. Claro, nem todos os jogos são ideais para usarem controlos táteis, mas nada que um suporte e o emparelhamento com o DualShock 4 não resolva.

Todavia, é precisamente quando jogamos que o sistema de vibração funciona melhor. Não imita o feedback de um comando, uma vez que reage de acordo com o que acontece no ecrã, mas faz algum sentido e aqui já acrescenta algo à experiência.

Mais uma vez, a Sony volta a incluir funções AR e de Scan 3D, que são extras engraçados, mas que pouco evoluíram da versão anterior. Usar o scanner é tão demorado e arcaico como era no XZ1, e o modo de realidade aumentada não é mais do que um modo para meter crianças a interagir com dinossauros e gnomos.

Rápido a tirar fotografias ótimas para guardar e partilhar

Se estão à procura de um Xperia, provavelmente esperam por um bom equipamento para a fotografia. Neste departamento há coisas boas e coisas menos boas.

Para quem não se preocupa com as melhores fotografias no segmento dos smartphones, o XZ2 é uma boa escolha.

A Sony colocou na traseira do XZ2 um novo sensor de 19MP bastante completo, que, para além da fotografia, está preparado para captura de vídeo 4K, colocando-se facilmente no patamar da concorrência.

O XZ2 não vos vai tornar no melhor fotografo de telemóvel do mundo, nem vai permitir que tirem fotografias tão fantásticas como os exemplos guardados na galeria. Ainda assim, é extremamente fácil captar boas fotografias com a aplicação padrão da Sony.

O XZ2 é extremamente rápido a perceber as condições de luz e os sujeitos das fotografias. Os resultados são impecáveis, com imagens pouco tremidas e sem ruído.

Há, também, um modo manual extremamente completo, que nos continua a ajudar nas diferentes opções para conseguirmos tirar aquela fotografia perfeita se quisermos perder algum tempo a compô-la.

A câmara do XZ2 é capaz de capturar níveis de cor e detalhes incríveis, mas que, no fim do dia, só são realmente perceptíveis no próprio dispositivo ou em televisões compatíveis com 4K HDR. Apesar da captura 4K HDR ser conteúdo com uma resolução superior à do dispositivo, é possível reparar na vasta gama de cores que o dispositivo é capaz de capturar.

O Super Slow-Motion está de volta

Outra característica de peso é a possibilidade de gravar vídeo em super-slow-motion a 960fps. O XZ1 pode ter sido o primeiro, mas o XZ2 não é certamente o segundo.

A característica, ainda que não fosse perfeita, foi timidamente adotada pela concorrência e, aqui, a Sony aproveitou para aumentar a resolução de captação para 1080p. Os resultados podem ser impressionantes se as condições de luz forem ótimas. Nunca um abanar de cauda de um cão ou um pingo de café a cair na chávena foram tão dramáticos e emocionantes. A luz continua a ser um inimigo deste modo, sim, mas é bom ver a Sony a apostar nesta tecnologia.

Apesar de termos apenas uma lente, a Sony consegue aplicar efeitos de bokeh nas fotografias de duas maneiras: da maneira real através da app e da manipulação dos parâmetros da fotografia manual, como numa câmara tradicional, ou artificialmente através de uma aplicação própria que tira duas fotografias com abertura diferente e as processa numa só. Esta segunda opção não é, de todo, prática, e os resultados são algo horrível.

É claro que ter uma segunda câmara só para este efeito é desnecessário, portanto nem pode ser visto como um aspeto negativo, pois o que o XZ2 tem de mais “normal”, tudo funciona e os extras, como esta aplicação, são passíveis.

O Android do futuro

O XZ2 vem já com o Android 8 Oreo instalado, escondido por detrás da sua máscara. A Sony volta a ter um conjunto de aplicações e guias bastante úteis para introduzir os utilizadores e, depois disso, temos uma navegação bastante familiar e compatível com o ecossistema Android.

Infelizmente encontrámos algumas aplicações pré-instaladas que não podem ser desinstaladas, como as aplicações da Amazon ou o AVG Protection, ocupando não só espaço na memória do dispositivo, como um lugar nos menus da própria interface. Mas isso pouco ou nada interessa quando a experiência de utilização, foram alguns bloqueios, é rápida e familiar.

Os mais curiosos ficarão contentes em saber que este dispositivo está preparado para receber o Android P, fazendo parte da lista de equipamentos compatíveis com a versão beta.

O XZ2 tem uma bateria de 3180mAh que se comporta de forma expectável para um equipamento moderno, isto é, um dia sem carga com uso moderado a intensivo. Há segurança para sair um dia inteiro e tirar fotografias à paisagem sem ter que ir a carga, mas, pelo sim pelo não, uma powerbank noutro bolso pode ser uma mais-valia.

Considerações finais

O Sony Xperia XZ2 é um bom smartphone. É uma boa adição ao catálogo Xperia. No entanto, não parece ter forças ou características suficientes para dar o salto do XZ1 para o XZ2, parecendo mais uma alternativa no catálogo da Sony por causa do seu design, em vez de uma verdadeira sequela com as suas novidades.

Há coisas novas neste equipamento que são de louvar, mas, ainda assim, parece mais um dispositivo em fase de conceito do que propriamente um produto final, sendo também um testamento de que, apesar dos avanços, a Sony ainda se mantém muito conservadora, o que poderá ser complicado face à concorrência.

O Sony Xperia XZ2 está disponível no mercado por um preço recomendado de 799€.

Gallo apresenta novo Piri-Piri Extra Forte para provar na Hamburgueria do Bairro

A Gallo desafiou a Hamburgueria do Bairro a testar os limites dos amantes de picante e, em parceria, lançam um hambúrguer especial para celebrar o lançamento do novo Gallo Piri-Piri Extra Forte.

The Vaccines fazem a primeira parte do concerto dos Imagine Dragons

Os Imagine Dragons acabam de confirmar os britânicos The Vaccines, que estiveram a semana passada no Super Bock Super Rock, para a primeira parte do concerto que terá lugar dia 4 de setembro em Lisboa. A banda de indie rock liderada por Justin Hayward-Young vai juntar-se aos norte-americanos numa noite já esgotada.

Jogo interativo ensina a reduzir o consumo de energia

A brincar também se aprende e prova disso é o novo jogo desenvolvido por um projeto internacional, integrado por uma equipa de investigação do Instituto Superior de Engenharia do Porto (ISEP). O EnergyCat é uma aplicação que ensina a diminuir o consumo de energia nas habitações através de pequenas mudanças no quotidiano.

MOTELX está quase a regressar ao Cinema São Jorge

É o mítico festival de terror que continua a conquistar fãs à medida que os anos passam. O MOTELX – Festival Internacional de Cinema de Terror de Lisboa vai regressar ao Cinema São Jorge, em Lisboa, de 4 a 9 de setembro, e promete uma edição provocadora e fervilhante de surpresas (e segredos) por desvendar.

Já aproveitaste uma Bola de Berlim nos carros da Taxify?

A iniciativa começou na primeira segunda-feira deste mês, 2 de julho, e está ainda disponível hoje, 23 de julho, assim como na última segunda-feira do mês, 30 de julho. É a forma que a Taxify arranjou de levar a praia aos seus clientes.

MIMO Festival Amarante volta a 26, 27 e 28 de julho de 2019

O MIMO Festival Amarante terminou hoje com os concertos de Hudson, o super-grupo norte-americano que junta em palco Jack DeJohnette, John Scofield, John Medeski e Scott Colley, e os sérvios Goran Bregovic Wedding and Funeral Band.

Super Bock Super Rock 2018 | Julian Casablancas + The Voidz – Provavelmente o pior concerto da história do festival

Aquando da confirmação do líder dos The Strokes, mas desta vez com o seu outro projeto para o Super Bock Super Rock, poucos foram os que ficaram verdadeiramente felizes. Primeiro porque não existem muitos fãs dos The Voidz cá em Portugal; depois porque é uma banda que não tem estatuto de cabeça de cartaz. E se alguém duvidava disto, bastava assistir a uns minutos do deplorável espetáculo que deixou esta personagem que é Julian Casablancas a cantar para uma Altice Arena vazia. É algo que não se admite, nem se tolera, num festival como o Super Bock Super Rock.

No que toca ao espetáculo, e dado o excelente concerto que Benjamin Clementine tinha presenteado os (poucos) festivaleiros que por ali andavam – este tinha mais estatuto de headliner, vejam lá – o interesse pelos The Voidz era pouco ou nulo.

O concerto, que começou atrasado, tal como aconteceu com muitos outros ao longo do três dias, mostrou logo que algo não estaria bem: “M.utally A.ssured D.estruction”, que iniciou o que seria cerca de hora e meia de espetáculo, ouviu-se com o som bem estridente, com batidas insuportáveis e riffs de guitarras que quase faziam sangrar os ouvidos. Os temas que se seguiram foram, infelizmente, o confirmar daquele que viria a ser um sofrível e temeroso concerto: “Pyramid of Bones”, “Pointlessness”, “Where No Eagles Fly”, “Father Electricity” e todas as outras sofreram do mesmo mal, manchando o que poderia ter sido um bom serão.

Quem estava lá dentro – e eram mesmo poucos – notava algo: era um constante de pessoas a entrar e a sair, pelo menos nos primeiros temas. À medida que o concerto foi decorrendo, a Altice Arena quase parecia um pavilhão que não tinha recebido música. Se estavam ali mil pessoas estou a ser muito generoso. Os que por lá passaram depressa notaram na tristeza – não no sentido lato da palavra – de concerto que ali decorria; muitos saíram a fazer má cara e com as mãos a tapar os ouvidos.

Não se sabe, efetivamente, de quem foi a culpa: se dos engenheiros de som, se da organização ou da própria banda, que, diga-se de passagem, com o uso exagerado de reverb, autotune e distorções nos instrumentos e voz de Casablancas, que mais parecia murmurar do que cantar, nada ajudou.

Casablancas, que não se sabe muito bem o que anda a fazer da vida neste momento, parecia que estava num mundo só seu. Tiradas como “Eu engulo ao primeiro encontro” nem soaram engraçadas, foram só estúpidas.

Já no encore, que ninguém queria saber, Casablanca ainda arriscou em “I’ll Try Anything Once”, demo de “You Only Live Once”, dos The Strokes, mas rapidamente se arrependeu, terminando com outro tema dos The Voidz muito sofrível.

No final de tudo, as queixas eram muitas. Alguém se deu ao trabalho de medir o volume de decibéis que se faziam ouvir na Altice Arena – na última fila do lado oposto do palco registava-se um valor médio de 107 decibéis. Ora, o limite de segurança para o ouvido humano situa-se nos 80 decibéis. Agora imaginem ouvir cerca de hora e meia com um valor perto dos 110db. É vergonhoso, no mínimo.

Basta também vaguear um pouco pelas redes sociais para ler as queixas e ver as fotos de uma Altice Arena vazia que só mancha a imagem de um festival que já nos ofereceu tantas coisas boas.

No final de mais uma edição, muitos são os que pedem um regresso ao Meco. Já temos datas para 2019 – 18, 19 e 20 de julho – mas, até lá, a organização do Super Bock Super Rock precisa de repensar, e muito, a sua estratégia.

Com o cartaz deste ano, os palcos foram sempre bem maiores para os concertos que eram apresentados. Apostar, também, num nome como os The xx, que já tinham passado por cá e tocado para 55 mil pessoas, e, consequentemente, sem novidades para apresentar, e em Julian Casablancas e The Voidz, que se revelou a pior decisão de sempre, foram más jogadas.

Não é assim que se enche um festival. Até o próprio espetáculo dos La Fura dels Baus deixou a desejar, não se percebendo muito bem o porquê de constarem no cartaz oficial.

De momento, apenas o hip-hop está a resultar. Considerado o novo rock, este estilo conquista cada vez mais adeptos e garante verdadeiras enchentes. Será, certamente, uma opção cada vez mais preponderante de um festival que, à beira de completar 25 anos, continua sem rumo definido.

Primeiro trailer de “Shazam!” mostra o que falta aos filmes da DC

Do negro e realista de Batman V Superman, ao radical e popular de Suicide Squad, a DC tem tido alguma dificuldade em arranjar um tom aceitável aos olhos do público e dos críticos, mas Shazam! pode mudar isso.

Dumbledore e Newt Scamander juntos no novo trailer de “Fantastic Beasts: The Crimes of Grindelwald”

A Warner Bros. revelou um novo trailer de Fantastic Beasts: The Crimes of Grindelwald, que continua as aventuras de Newt Scamander no mundo mágico conhecido pela saga de Harry Potter.

Godzilla está bem acompanhado no primeiro trailer de “Godzilla: King of the Monsters”

Entre humanos e monstros, o que não faltam são personagens no novo filme Godzilla: King of the Monsters.

O primeiro trailer de “Aquaman” é absurdo, colorido e cheio de ação

Realizado por James Wan, da fama de Saw, Insidious, The Conjuring e Furious 7, Aquaman é o filme a solo da personagem, dentro do universo cinemático da DC, onde existe o Batman, o Superman e a Wonder-Woman.

Kodaline hoje no MEO Marés Vivas. Conhece aqui o alinhamento provável

São um dos nomes mais aguardados de todo o festival. Falamos, claro, dos Kodaline, banda capaz de conquistar os corações do público feminino, e que ajudou a esgotar este segundo dia do MEO Marés Vivas.

Super Bock Super Rock 2018 | Tributo a Zé Pedro e o pop-rock de garagem dos The Vaccines

Com a morte de Zé Pedro no ano passado, alguns festivais lembraram-se de, certa forma, homenagear aquele que foi um dos guitarristas mais importantes da música nacional. No caso do Super Bock Super Rock, tinha sido anunciado um tributo, Who The Fuck is Zé Pedro, que consistia numa banda formada, em grande parte, por familiares de membros dos Xutos, bem como artistas que, de alguma forma, se relacionaram com a vida e obra de Zé Pedro. No palco, vimos por exemplo João Pedro Pais, Manel Cruz, Tomás Wallenstein, Carlão, Manuela Azevedo, Palma’s Gang, Rui Reininho, Paulo Gonzo, Tó Trips, Jorge Palma e, claro, os Ladrões do Tempo.

Num espetáculo com direção artística de Tim e Fred Ferreira, os artistas que mencionei anteriormente foram subindo a palco para, cada um, interpretar temas escritos por Zé Pedro ao longo da sua carreira ou, até mesmo, tocarem temas que o falecido guitarrista gostava.

Houve temas dos Xutos, João Pedro Pais tocou e cantou um tema que escreveu a pensar em Zé Pedro, Manel Cruz cantou o hino “Circo de Feras”, houve “London Calling” dos The Clash… Enfim, um verdadeiro tributo a Zé Pedro complementado com as várias imagens e vídeos que iam sendo exibidas por detrás do palco.

O final terminaria, claro, com os Xutos & Pontapés e todos os demais participantes em palco numa atuação única de “Não Sou o Único”. Apesar do bonito tributo, a Altice Arena estava longe de estar composta para esta iniciativa.

Depois de algum tempo sem música, lá nos dirigimos para os britânicos The Vaccines, que, tal como foi sendo habitual neste primeiro dia do Super Bock Super Rock, contaram com pouco público.

A banda de Justin Young, que parece não querer crescer, veio pela terceira vez a este festival, apresentando o mais recente álbum Combat Sports, lançado no passado mês de maio.

Há, contudo, um problema com a música dos The Vaccines e que os impede de voar mais alto: as músicas são demasiado adolescentes e sofrem do síndrome “pastilha elástica”, isto é, temas que sabem bem enquanto os ouvimos, mas, quando o efeito acaba, esquecemos por completo. Ou seja, não quer dizer que o rock de garagem misturado com pop destes britânicos, onde foram beber influências aos anos 80, não seja bom. Falta-lhes é algo mais.

Ainda assim, a mancha de público, que se foi dispersando à medida que o concerto dos The xx se aproximava, vibrou não só com o mais recente “I Can’t Quit”, mas, também, com a energia daquelas faixas que já todos conhecemos, como “Post Break-Up Sex”, “If You Wanna”, “Teenage Icon”.

Nelson Mandela Music Tribute 2019 já tem datas

Terminou ontem a primeira edição do Nelson Mandela Music Tribute que, ao longo de três dias, celebrou o 100ª aniversário do nascimento de Nelson Rolihlahla Mandela na Praia do Aterro, em Matosinhos.

The Voidz hoje no Super Bock Super Rock. Conhece aqui o alinhamento provável

Sete anos depois, Julian Casablancas está de volta a Portugal. Após ter passado pelo Super Bock Super Rock em nome próprio numa atuação para esquecer e, um ano depois, com os seus The Strokes, o artista está de volta, mas com o seu outro projeto, The Voidz, que vários fãs acham mais interessante e desafiante que os The Strokes.

Super Bock Super Rock 2018 | Parcels impressionam, Temples viajam até aos anos 60

Começámos o dia com os australianos Parcels, eles que começaram a dar que falar com o single “Overnight”. Há quem defina a sonoridade da banda como disco-funk/eletro pop, ou seja, com influências dos anos 70. De facto soam a tal; aquele tipo de música que sabe bem ouvir num final de tarde, com amigos, enquanto se aprecia o pôr-do-sol.