Anthem recebe um novo trailer e uma Demo antecipada

Lembram-se das Demos de jogos? Elas ainda existem e Anthem prepara-se para receber uma já em janeiro.

“Roma”: A obra-prima de Alfonso Cuarón

Numa época em que a Netflix começa a bater-se de frente com estúdios e festivais de cinema, no que é uma suposta plataforma que não fornece a experiência ideal do consumo das obras do grande ecrã, vem o filme Roma, de Alfonso Cuarón, mostrar que aquele serviço de streaming pode estar muito bem a demonstrar o contrário. 

“Ghost in the Shell” vai regressar numa nova série para a Netflix

À lista de animes e suas respetivas adaptações e reinvenções da Netflix, junta-se agora Ghost in the Shell.

Eleven Sports Portugal transmite jogo da Liga dos Campeões em direto no Facebook

Está a chegar a última jornada da Liga dos Campeões e, com isso, mais uma inovação da Eleven Sports Portugal. Desta vez, a página oficial de Facebook da Eleven Sports Portugal irá transmitir de forma gratuita o jogo Valência-Manchester United para todos os portugueses.

PlayStation Classic – Um brinquedo para jogadores casuais

Se nunca tiveram uma PlayStation 1 e gostavam de jogar alguns dos seus títulos mais importantes, a PlayStation Classic pode mesmo valer a pena.

Estávamos a meio da década de 90 quando a Sony decidiu lançar a sua primeira consola, a PlayStation, em resposta à Nintendo e, na altura, à SEGA.

Agora, quase a chegarmos ao fim de 2018, no auge da quarta geração de consolas da PlayStation, recebemos a PlayStation Classic, uma recriação limitada da consola que deu origem ao império da Sony nos videojogos.

Limitada é a palavra chave. Em vez de um relançamento da consola adaptada aos tempos modernos, a Sony decidiu entrar na carruagem da Nintendo ao produzir um dispositivo que pretende ser uma espécie de Greatest Hits da marca, simulando a representação dos produtos originais.

Não há dúvida que, no aspeto, a Sony fez aqui algo de especial. A PlayStation Classic está para a PlayStation 1 como carros de coleção à escala.

Com 40% das dimensões da original, a PS Classic é mesmo pequenina e vem com todos os detalhes da original. Numa palavra, podemos dizer que é “adorável.” E para quem tem gosto pelo colecionismo, não há qualquer dúvida que a PS Classic fica mesmo bem exposta num móvel.

Mas existem algumas diferenças óbvias que são, também, funcionais. Na frente, as slots dos memory cards estão fechadas e as portas dos comandos são USB. Já na traseira, a porta de alimentação é uma micro USB e a de vídeo uma HDMI.

Os botões também estão fielmente replicados, com o de Power a ser utilizado com esse propósito, o de Reset para regressar ao menu de jogos e o de abrir a tampa de CDs para mudar de disco em jogos que o requiram.

Altamente bem recriados são também os dois comandos, sendo réplicas exatas dos originais, à exceção de funcionarem por USB. O seu formato intemporal, que ainda é a base dos atuais DualShock, tornam a sua utilização bem familiar, mesmo para quem não jogou PlayStation 1. Menos bom é o facto destes não serem DualShocks, com analógicos e vibração.

Um dos problemas iniciais com a utilização da PS Classic é reparar que esta não inclui um adaptador para o cabo USB. É um pouco estranho esta decisão quando até telemóveis baratos normalmente o fazem. Contudo, esta ausência não impede a sua utilização. Uma ficha USB existente em qualquer televisão é o suficiente para alimentar esta pequena consola, que só funciona quando a televisão está ligada.

Ao ligar a PS Classic, somos recebidos com o icónico som da PlayStation Computer Entertainment, aqui remasterizado em alta qualidade. É apenas um cartão, mas o suficiente para nos atirar para uma era em que tudo era mais simples.

Simplicidade é outra palavra chave na PS Classic. As opções e definições são quase inexistentes e não há qualquer tipo de ligação à rede, o que significa que a PS Classic é um produto final, sem capacidade de receber atualizações, melhorias ou novos jogos.

Ao todo, temos 20 títulos pré-instalados. Jogos lançados para a PlayStation entre 1994 e 2000, que pretendem ser os tais “Greatest Hits.” Na lista, encontramos jogos como Final Fantasy VII, Ridge Racer Type 4, Metal Gear Solid, Rayman e Tekken 3, entre muitos outros.

A qualidade da lista é, de alguma forma, objetiva, mas é fácil encontrar aqui jogos menos populares ou obscuros que nos deixam um gosto amargo pela falta de outros jogos como um Tomb Raider, Tony Hawk’s Pro Skater, Spyro ou Crash Bandicoot, ou até um Gran Turismo, exemplos de jogos que definiram a geração, e que foram, provavelmente, os únicos títulos que alguns jogadores tiveram na altura.

Como tem sido tema na Internet, o desempenho dos jogos deixa algo a desejar, especialmente para quem tem um olho mais técnico sobre o assunto e procurava uma espécie de “experiência definitiva” nesta consola.

Há muitos fatores que podem justificar a sensação de desilusão, como por exemplo o modo como os jogos simplesmente envelheceram e o charme da novidade de jogos em 3D ser já inexistente; o facto de termos jogos na sua versão mais lenta, a europeia; ou o simples facto da nostalgia nos criar memórias de experiências bem mais apelativas do que realmente foram.

Contudo, para quem não se preocupar com essas coisas, com a exceção de jogos da lista como GTA ou Tom Clancy’s Rainbow Six, a experiência de cada um dos títulos engana bastante bem, com um desempenho sólido ao criar a ilusão de estarmos perante os originais da altura.

Muitos serão aqueles que dirão, com as suas razões, que a PS Classic não corresponde às suas expectativas. É, de facto, uma consola algo limitada e que não oferece todos os jogos que gostaríamos de ter. Ainda assim, é impossível ficar indiferente à sua forma adorável e ao facto de ser a forma mais barata de jogar, legalmente, todos estes 20 jogos.

Se nunca tiveram uma PlayStation 1 e gostavam de jogar alguns dos seus títulos mais importantes ou são colecionadores deste tipo de equipamentos, a PS Classic pode mesmo valer a pena. Mas não esperem uma coleção de jogos remasterizados ou melhorados.

A PlayStation Classic está à venda nas lojas por 99,99€.

Este produto foi cedido pela PlayStation Portugal.


Zero Zero Parque das Nações – Aqui há pizzas e sobremesas saborosas

Foi em agosto deste ano que a carta das pizzerias Zero Zero – no Parque das Nações e no Príncipe Real – foi atualizada. Sabendo desta novidade, e uma vez que nunca tínhamos ido a nenhuma destas casas, tínhamos aqui a oportunidade ideal para visitar um desses espaços.

Por ser mais cómodo – quem vai ao Príncipe Real sabe o quão difícil é arranjar lugar de estacionamento – marcámos uma visita para o espaço do Parque das Nações.

Ao chegarmos ao local, bem iluminado e decorado, notámos que estava praticamente cheio, o que, normalmente, indicia que é um restaurante de sucesso e com comida de qualidade.

Já depois de nos sentarmos numa mesa maior – ajuda nas fotografias – e de analisarmos os menus, pedimos os pratos que compuseram o nosso jantar.

Começámos por uma Burrata com Prosciutto crudo di Parma 18 mesi e azeite de manjericão. Na prática, é um prato constituído por queijo burrata (queijo mozarela recheado com massa fresca de mozarela e creme de leite fermentado, sendo bastante cremoso) com presunto de Parma e azeite em quantidade acertada. Quem gosta de queijo vai adorar a burrata, com o seu sabor muito característico, além da suavidade do próprio presunto. Mesmo quem não tem por hábito comer muito queijo vai achar este um prato muito interessante. Não sobrou nada. Arrancava, assim, de forma excelente a refeição.

Sabíamos que algumas das novas opções passavam mais por pratos de arroz e massa, como o Risotto ai Gamberi e Asparagi, mas, já que estávamos numa pizzeria, nada como pedir duas pizzas. E fizemo-lo.

Optámos por uma 5 Formaggi (mozzarella fiordilatte, gorgonzola, fontina, asiago, parmigiano reggiano 16 meses e manjericão) e uma Diavola (tomate, mozzarella firodilatte, ventricina calabrese picante e manjericão).

Uma coisa saltou logo à vista: as pizzas são bem grandes, tanto que, pessoas que fiquem saciadas facilmente, podem perfeitamente pedir apenas uma pizza e dividir com outro colega que não tenha, também, muito apetite. Uma pizza também pode chegar para duas pessoas caso tenham consumido, cada uma, uma entrada.

Em termos de sabor, não foram das melhores pizzas que já comemos, mas também não desiludiram. Na 5 Formaggi, o sabor é bem intenso e conseguimos distinguir ali as diferentes camadas de queijo, não chegando a enjogar; já a Diavola, apesar de acharmos pouco picante (não era suposto), notava-se que tinha ingredientes de qualidade, especialmente a ventricina, que é, na verdade, salame constituído por carne de porco magra.

Quanto à massa das próprias pizzas, estava fina, como se pedia, mas pouco estaladiça.

Como somos pessoas com muito apetite, ainda arriscámos em mais duas sobremesas: Tiramisù e um guloso Millefoglie al caramello salato acompanhado por uma bola de gelado. E confessamos que acabaram por ser o ponto alto da refeição.

Bem sabemos como é difícil fazer um bom tiramisù, mas o do Zero Zero vale a pena experimentar. Claro, aqui destaca-se claramente o mil folhas de caramelo salgado, super delicioso e um dos ex-libris da casa.

No final de contas, a Zero Zero é uma pizzeria a ter em conta. Apesar de não termos ficado fascinados, come-se bem e com qualidade. E isso é o que realmente importa.

Daiya Cocktail & Sushi – No Algarve também há bom sushi

Em setembro passado, enquanto passávamos umas mini-férias no Algarve, aproveitámos para ir conhecer alguns restaurantes que circundam a zona de Monte Gordo, Tavira, Vila Nova da Cacela e Vila Real de Santo António.

Daiya-Cocktail

Na nossa busca, descobrimos um restaurante que, a nossa ver, parecia ter muito potencial: o Daiya Cocktail & Sushi, inaugurado a 1 de junho deste ano.

É um espaço muitíssimo recente na cidade. Bem, o espaço em si não é propriamente novo, uma vez que o Daiya Cocktail & Sushi foi ocupar o mesmo local de uma conhecida e extinta discoteca da zona, mas, Pedro Nascimento, juntamente com os sócios Renato Ribeiro e João Nobre, responsáveis do espaço, após experiências anteriores na área de restauração, resolveram apostar num novo conceito para conquistar os algarvios, e não só.

Portanto, após remodelar o icónico espaço de Tavira – manteve-se o teto de madeira e alguma tijoleira mas as paredes sofreram remodelações e o chão anterior também foi removido -, Pedro Nascimento, que foi quem mais falou connosco na nossa visita, levou consigo o sushiman Yoshio Imoto, que o tinha convencido com os seus pratos de sushi e sashimi quando ambos trabalharam no Well (que já fechou), um sushi bar no areal da Praia Verde.

Mas o Daiya (significa diamante em português), além de restaurante de sushi, é também uma coquetelaria com vários cocktails de autor. Afinal, se vinho é, por norma, uma bebida que casa bem com peças de sushi, porque não beber algo diferente ao mesmo tempo que aconchegamos o estômago?

Essencialmente, o Daiya tende a aproveitar o bom peixe da costa algarvia, como atum ou robalo, e dar muitas e variadas opções aos clientes, culminando numa experiência única.

Na nossa experiência, que aconteceu numa noite amena de setembro, provámos várias coisas: começámos com umas deliciosas gyozas, depois passámos para um Tataki Special, para gunkans Passion Fruit (peixe branco, topping de maracujá, Filadélfia e pétalas de flores) e, finalmente, para um combinado de 40 peças bem variadas.

Claro que existem muitas mais opções que se podem pedir, casos dos Gunkan Chef Vieira (vieira caramelizada, maionese de maracujá e maracujá bêbado), Barriga de atum ou Tôro, Uramakis, Niguiris e Hosssomakis, entre muitas outras opções. A carta é extensa e ainda vão perder algum tempo a decidir o que irão pedir.

Não nos podemos esquecer dos cocktails, claro. Há opções como o The Trade Secret (vodka, sumo de toranja, xarope de açúcar e água tónica), Harakiri (gin Jinzu, xarope de gengibre, sumo de limão e wasabi) ou opções mais tradicionais como mojitos e daiquiris. O difícil vai ser mesmo escolher.

No final de tudo, podemos dizer que a comida do Daiya é, sem dúvida alguma, fantástica. Tudo é preparado com cuidado e rigor, usando-se sempre ingredientes frescos e de boa qualidade, o que culmina em sushi de alta qualidade. O chef Yoshio Imoto e os seus ajudantes dão o melhor de si para proporcionar uma excelente experiência ao cliente, e conseguem-no.

É, sem sombra de dúvidas, dos melhores restaurantes de sushi que já experimentámos. Se estiverem pelo Algarve, não hesitem em passar pelo Daiya Cocktail & Sushi.

O restaurante fica localizado na Rua Almirante Cândido dos Reis, 237, em Tavira, e abre todos os dias às 19h, exceto ao domingo. As reservas devem ser feitas ligando para o 918678563.

Tecnologia desenvolvida por portugueses impede a formação de placa bacteriana

Uma equipa multidisciplinar das Faculdades de Ciências e Tecnologia (FCTUC) e de Medicina (FMUC) da Universidade de Coimbra (UC) anunciou ter desenvolvido uma nova tecnologia que impede a formação de placa bacteriana.

The 1975 e Metronomy confirmados no 25º Super Bock Super Rock

Depois de ter mudado novamente para o Meco e ter anunciado a norte-americana Lana del Rey como primeiro nome, eis que chegam mais duas confirmações para o Super Bock Super Rock: The 1975 e Metronomy.

IKEA lança novo projeto que vai ajudar a decorar a tua casa

Chama-se Escolha da Casa e visa, essencialmente, ajudar as famílias portuguesas a melhorar as suas casas através de várias soluções que combinam design, qualidade, funcionalidade e sustentabilidade. E claro, sempre com preços acessíveis.

Paulo Almeida apresenta o seu novo solo de stand up comedy

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Depois de Psicómico (2015) e de Ofensivo (2016), Paulo Almeida regressa aos palcos em 2019 com o seu terceiro solo: Ódio de Estimação. Este nome que surge numa espécie de homenagem à série que criou no seu canal de YouTube, onde banalizava e expunha o ridículo de situações relacionadas com figuras públicas.

Amorino apresenta novidades com sabor a Natal

Copo gourmet e o cone de chocolate disponível em três tamanhos. São estas as duas grandes apostas da gelataria Amorino para esta época natalícia. Até 6 de janeiro, os gelados da marca estão adornados com chapéus de natal e renas deliciosas, ambos comestíveis, claro.

A outra novidade desta gelataria artesanal é o Chai Tea Latte, chá indiano feito de chá preto, especiarias e leite, disponível também em três tamanhos.

Quanto a algo mais delicioso, a Amorino sugere o italino Panettone, também conhecido como pão doce de natal. Está à venda em exclusivo nas lojas de Santa Catarina e das Carmelitas, no Porto.

Ainda na Invicta, a Amorino tem uma edição limitada de chocolates:

  • Cubetti – Pequenos cubos de Gianduja (chocolate e creme de avelãs) com leite ou chocolate negro e creme de avelãs da cidade italiana de Langhe;
  • Cremini – Chocolate composto por três camadas diferentes: coração de avelã, amêndoa, café ou pistacho, entre duas camadas de Gianduja;
  • Giandujotti – Doce com leite ou chocolate negro feito a partir de uma mistura de cacau e do famoso creme de avelã “Tonda Gentile” de Langhe;
  • Tartufi – chocolate macio e aveludado com bolacha de pistacho de Bronte (Itália)

Super Smash Bros. Ultimate recebe mais uma personagem muito especial

Super Smash Bros. Ultimate chega hoje à Nintendo Switch e já tem novos conteúdos para descarregar.

PlayStation com novas promoções de natal até dia 10

No seguimento das promoções rápidas da semana passada, a PlayStation volta a baixar o preço a alguns dos jogos mais populares do ano, incluindo o recente vencedor do The Game Awards, God of War.

Vodafone tem ofertas de Natal para ti e para os teus amigos

À semelhança do que aconteceu nos anos anteriores, a Vodafone volta a oferecer miminhos aos seus clientes nesta época natalícia.

Até 18 de dezembro, e através da App My Vodafone (selecionando a opção do menu “Ofertas de Natal”), os clientes particulares de voz móvel podem escolher uma das seguintes opções:

  • 10 GB de dados
  • 1.000 minutos de chamadas de voz, SMS ou MMS
  • 30 minutos de chamadas internacionais
  • 5 shakes para clientes Yorn

Estas ofertas podem ser usadas entre os dias 20 e 25 de dezembro, à exceção dos shakes para clientes Yorn, em que existe um prazo máximo de 72h a partir do momento em que se recebem os shakes para, efetivamente, os usar.

Mas isto não é tudo. Também até 18 de dezembro existem ofertas que podes oferecer a um familiar ou amigo, tais como:

  • 500 minutos de chamadas de voz, SMS ou MMS
  • 5 GB de dados
  • 3 shakes para clientes Yorn
  • Voucher de 25€ para usar na loja online em smartphones ou acessórios de valor igual ou superior a 80€
  • Voucher para aluguer de um filme no videoclube de valor inferior a 5€

Estas ofertas podem ser usufruídas entre os dias 26 de dezembro e 1 de janeiro.

YouTube divulga os vídeos mais populares de 2018 e lança um novo Rewind

Estamos quase no final do ano e, consequentemente, na altura de reunir o melhor (e pior) que se fez ao longo de 2018. Como é habitual, o YouTube acaba de divulgar quais os vídeos mais populares na plataforma em Portugal.

PUBG aterrou na PlayStation 4 e tem um divertido trailer para comemorar

Depois do sucesso no PC e uma passagem meio exclusiva na consola da Microsoft, o jogo Battle Royale que deu início a um novo movimento nos videojogos chega finalmente à PlayStation 4.

Media portugueses dedicaram mais de meio milhão de notícias ao futebol

Um estudo da Cision, empresa líder global em serviços e software de pesquisa, monitorização e análise de media revela que, entre 1 de janeiro e 30 de novembro do corrente ano, as rádios e televisões nacionais dedicaram ao desporto-rei 14.550 horas de emissão – o equivalente a mais de 606 dias.

Comic Con Portugal 2019 já tem datas

12, 13, 14 e 15 de setembro de 2019. São estas as datas para a realização de mais uma edição, neste caso a sexta edição, da Comic Con Portugal.

(Terminado) Passatempo – Temos 10 exemplares do livro “Engenhos Mortíferos” para oferecer

Livro engenhos mortiferos

Título Original: Mortal Engines
Autor: Philip Reeve
Nº de páginas:
264

Sinopse: “Numa época pós-apocalíptica, os seres humanos abandonaram há muito a vida à superfície da Terra para escaparem às doenças e à radioatividade. As cidades, desde as grandes metrópoles às mais pequenas, passaram a mover-se sobre engenhos de tração e, para sobreviverem, converteram-se em predadoras lutando umas contra as outras, segundo o Darwinismo Municipal.

As maiores vão consumindo as mais pequenas e os habitantes destas são escravizados ou mortos. Londres é uma das metrópoles mais poderosas e com fortes ambições hegemónicas, sempre em busca de cidades para se alimentar, e para tal tem de dizimar milhões de seres humanos sem dó nem piedade. Felizmente, nem todos se deixam submeter.

Tom Natsworthy e Hester Shaw tentarão, com todas as suas forças, impedir o genocídio. Mas será a sua coragem suficiente para travar aquele plano diabólico? Num cenário sórdido e arrepiante, os dois jovens são confrontados com a vertente mais sinistra do mundo em que vivem, mas descobrem que, apesar de tudo, a amizade e o amor continuam a ser possíveis.”