Crítica – “Velvet Buzzsaw”, Uma sátira cheia de suspense e horror

É difícil explicar este filme a quem não o viu porque a primeira coisa que me apraz dizer acerca deste é: Já alguma vez viram um bando de abutres a sobrevoar um animal moribundo às portas da morte? Velvet Buzzsaw é sobre isto, pelo menos no início. Depois, o foco inverte-se e o animal moribundo decide retaliar.

Posto de outra forma, este filme é sobre vários profissionais ligados ao mundo da arte que descobrem um artista fenomenal cujo trabalho se revela sobrenatural (e quando digo “sobrenatural”, não me refiro ao sentido figurado).

Na realidade, Velvet Buzzsaw é várias coisas ao mesmo tempo. Para além de satirizar as pessoas envolvidas no mundo da arte, tece também um comentário ao próprio conceito de “arte” e à forma como este pode ser manipulado e desvirtuado em consequência da ambição desmesurada.

Tendo em consideração a componente satírica do filme, existem vários diálogos irrisórios bem como personagens deliberadamente ridículas. Uma delas é Morf Vandervalt (Jake Gyllenhaal), um crítico de arte cuja crise de identidade leva-o a desenvolver uma relação romântica com Josephina (Zawe Ashton), uma jovem interesseira que está disposta a aproveitar qualquer oportunidade, seja esta ética ou não, para subir na carreira.

Quanto ao resto das personagens, estas pouco divergem das anteriores. À exceção de Damrish (Daveed Diggs), um artista em ascensão, e Piers (John Malkovich), um pintor com um bloqueio criativo, nenhuma das outras personagens é mais do que um “abutre” ansioso por fazer dinheiro.

Neste sentido, houve uma afirmação feita por Rhodora Haze (Rene Russo), uma comerciante de arte, que poderá fazer o espetador duvidar acerca do próprio valor da arte. É possível que a determinada altura dê consigo a pensar que a arte apenas é considerada como tal porque alguém com influência suficiente disse “Gosto!” enquanto admirava uma peça. Alguém cuja opinião é tão respeitada que todas as suas perspetivas são aceites como verdades universais.

E, ainda que exista alguma legitimidade nesse facto, a ideia de que existem uma ou duas opiniões soberanas que podem fazer ou destruir carreiras parece-nos um pouco desoladora. Mas pior do que esta noção, é a forma como este meio romantiza e explora o lado fatalista da vida de alguns artistas para ludibriar o público e encarecer o preço das obras produzidas.

De facto, Velvelt Buzzsaw deixa transparecer todo o elitismo e hipocrisia escondida naquilo que é considerado arte e usa elementos de horror e thriller para fazer o que na vida real é raro: dar poder de resposta à própria arte.

Todavia, como se propõe a conjugar vários géneros (sátira, horror, thriller), nem sempre é bem-sucedido na sua consecução. Aliás, se tivéssemos que eleger o género mais bem conseguido, seria sem dúvida a sátira, dado que a vertente de horror e thriller raramente nos fez sentir imersos na comoção do filme. Apesar de tudo, o trabalho concretizado pelos atores foi bastante consistente e, por isso, Velvet Buzzsaw é uma boa opção de entretenimento, especialmente para quem quiser ver indivíduos sem escrúpulos a sofrer desgraças terríveis.

Velvet Buzzsaw está disponível na Netflix.

Como ter 50% desconto em combustível

Quem tem por hábito usar automóvel de forma constante, seja por motivos profissionais ou pessoais, depara-se com o mesmo problema: o combustível, que é caríssimo. Vários são os métodos que se experimentam para tentar poupar ao máximo – acumulação de vales, campanhas a decorrer… Mas a verdade é que, no final de tudo, nunca conseguimos um grande desconto. Até agora. Neste artigo, vamos explicar-vos como conseguirem 50% desconto em combustível graças ao site SixthContinent.

SixthContinent? O que é isso?

Pois bem, este é um site italiano que está online desde outubro de 2013. Apresenta-se como uma “rede social económica”, isto é, visa redistribuir pelos membros uma pequena percentagem do valor gasto em compras feitas na SixthContinent. Na prática, e isto é o que realmente interessa, uma parte dos lucros acaba por ir para os membros, pelo que, desta forma, é possível ter não só os tais 50% desconto em combustível Cepsa, mas também adquirir vales de 25€ da Media Markt por metade do preço, entre outras possibilidades.

Ok, mas como é que consigo esse desconto de 50%?

É muito fácil. Primeiro que tudo, convém registarem-se no site. Atenção, na altura do registo, escolham o vosso país como Portugal. Caso não o façam, podem ter dificuldades em usar o site e adquirir os vales, por isso tenham isto em mente.

O giro disto é que, assim que se registam, já começam a ganhar. É isso mesmo. Todos os dias, só por estarem registados na SixthContinent, podem ganhar um valor que varia entre os 20 e tal cêntimos, podendo ir até um máximo de 50 cêntimos, por exemplo. Além disso, no momento do registo, é-vos oferecido um crédito de 5€ que devem usar nesse mesmo mês. Caso não o façam, perdem esse dinheiro. Sim, o dinheiro que acumulam todos os meses no site tem de ser gasto até ao último dia do mês. Porquê? É que, caso não o façam, perdem tudo o que acumularam e têm de começar novamente do zero no primeiro dia do mês seguinte.

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Exemplo dos ganhos diários

Além disso, no momento do registo, conseguem facilmente juntar mais de 10 mil pontos. Neste caso, os pontos podem ser acumulados com o saldo que se vai ganhando todos os dias, e, desta forma, consegue-se os tais 50% desconto em combustível. Aliás, ao fazerem login todos os dias no site ganham pontos para abater na vossa compra, pelo que não se esqueçam disto.

Adicionalmente, podem sempre convidar os vossos amigos a registarem-se através do vosso link, uma vez que, caso eles façam compras, também vocês são receber uns créditos extra.

Nota: Podem existir até cinco pessoas a utilizar o mesmo meio de pagamento. Podem inscrever na plataforma toda a gente da vossa morada, desde que sejam maiores de idade, e vão-se registando pelos links uns dos outros para conseguir ainda mais descontos.

E como se compram afinal estes vales?

Também é muito simples. Basicamente, devem clicar onde diz Shop. Depois, se definiram o país Portugal como aconselhámos em cima, terão quatro opções de escolha: Vale Combustível CEPSA, Media Markt, FlixBus.PT e FoodExplore.

Foquemo-nos neste caso pelo Vale Combustível CEPSA. Para já, ter em atenção que este código é somente para uma única compra, ou seja, válido apenas para a primeira utilização. E assim que o vale fica disponível, terá uma validade de cerca de três meses (a data exata é indicada no voucher).

Verão que, de momento, somente está disponível um vale de 25€. Depois, clicando em Proceed, terão três opções à escolha: Credits only, Points only e Points and Credits. É nesta última opção que deverão focar-se, uma vez que permite usar os créditos e pontos que foram acumulando ao longo do mês.

Clicam novamente em Proceed, onde vos fazem um resumo do que estão a gastar para conseguir o vale mais barato e, depois, têm várias opções de pagamento. Ou pagam via Amazon Pay ou por cartão de crédito/MB Way. É também possível utilizar um cartão de débito normal, mas este não ter o serviço 3D Secure ativo.

E agora, como uso o vale de combustível?

Após a compra, têm de esperar até três dias úteis para que o vale esteja disponível para download. É o tempo que a SixthContinent demora até ter o vale ativo. Após isso, basta descarregarem o cupão para o vosso telemóvel e apresentar na bomba de abastecimento, ou, se preferirem, guardar o cupão no PC e imprimir.

Como ficar a par das mais recentes novidades da SixthContinent

Existe um grupo de Facebook que foi criado para esclarecimento de dúvidas, além de algumas dicas extra que os membros vão dando e, desta forma, fazer com que tudo funcione bem com a utilização desta plataforma.

Já podes ver os primeiros 9 minutos de “Spider-Man: Into the Spider-Verse” no YouTube

Spider-Man: Into the Spider-Verse foi o grande vencedor do Óscar para Melhor Filme de Animação deste ano e está quase a chegar ao mercado doméstico através do streaming e Blu-Ray.

Hellboy viaja até ao inferno no seu novo trailer

O reboot do filme de Hellboy, que teve a sua primeira adaptação das bandas desenhadas graças a Guillermo del Toro, está quase aí.

Análise – Evoland: Legendary Edition

Com alguns jogos a aproveitarem a recente popularidade da nostalgia, é interessante ver como Evoland consegue pegar numa formula tão conhecida para construir a sua homenagem/paródia ao género RPG. Depois de um lançamento no PC, que apanhou os fãs de surpresa, a série chega agora às consolas na sua edição definitiva, contando com os dois títulos completos num pacote perfeito para os mais saudosistas.

Evoland é um exercício interessante na forma como recria, quase fielmente, alguns dos títulos mais populares do género RPG, juntamente com as suas mecânicas e clichés narrativos. Tal como o nome sugere, é uma série que nos leva numa viagem temporal, de evolução, através de uma campanha que mistura histórias que nos relembram clássicos como Final Fantasy VII ou Adventure of Mana.

A série jorra nostalgia e a forma como consegue emular a jogabilidade das diferentes eras dos videojogos é muito eficaz e quase idêntica aos títulos originais, criando uma experiência não só sólida como reconfortante, na medida em que reconhecemos facilmente todas as suas inspirações. Este reconhecimento é necessário para a nossa degustação dos dois jogos e é no seu equilíbrio entre homenagem e paródia que encontramos alguns dos momentos mais cómicos e desafiantes, onde o novo e o velho atingem um equilíbrio.

É no primeiro jogo que sentimos mais esta aposta na evolução e na construção de uma montra temporal. Evoland tem um ritmo muito acelerado e, em pouco tempo, coloca-nos a desbloquear várias mecânicas essenciais para o género através de baús espalhados pelo mapa.

À medida que avançamos, o jogo disponibiliza mais cenários e faz com que a ação evolua desde cenários 2D até a modelos em sprites ou cidades pré-renderizadas e, por fim, desbloqueando todo um mundo em 3D. Há uma evolução constante e muito bem construída que torna palpável todas as décadas de desenvolvimento que o género foi sofrendo entre gerações de consolas.

A série consegue, no entanto, ir mais além. Não estamos perante uma simples adaptação gráfica, mas também de mecânicas. Quando falamos em viagem temporal, estamos a ser o mais diretos e sinceros possíveis, e Evoland não perde tempo em demarcar bem a sua estrutura. Se o jogo começa por ser um clone de The Legend of Zelda, rapidamente nos leva para cenários onde teremos de lutar através de combates aleatórios e por turnos, até à exploração de masmorras ou a níveis claramente inspirados em Diablo e noutros RPG de ação. É neste ritmo de descoberta que a campanha nos agarra e se torna tão viciante, deixando-nos numa constante curiosidade sobre qual a próxima mecânica a ser apresentada.

O problema do primeiro jogo é que se torna um pouco cansativo, apesar da sua curta duração. O ritmo é frenético, sem dúvida, e a jogabilidade muito próxima dos originais, mas há algo que falha no sistema de combate de Evoland. Os golpes não têm grande impacto e o posicionamento dos inimigos é mais chato e injusto do que desafiante e divertido. O facto de só ganharmos pontos de experiência nos combates por turnos tira alguma da necessidade de lutarmos nos restantes cenários do jogo, tornando a exploração mais chata do que seria de esperar e condicionando a evolução da própria personagem (onde os níveis não têm qualquer efeito).

A falta de puzzles interessantes e visualmente apelativos, de um mapa mais extenso ou de uma maior coesão entre mecânicas e homenagens, são outros sinais claros que Evoland vive mais da sua ideia do que da própria experiência que proporciona.

O que salva a coleção de ser uma mera curiosidade é a sequela. A aposta na evolução continua a estar presente, mas há um maior cuidado em tecer uma história mais interessante e mais competente na organização e desenvolvimento dos clichés do género. Kuro, o nosso protagonista, é, como seria de esperar, um jovem amnésico que tem de descobrir as suas origens enquanto luta contra uma misteriosa força, algo que marcou a maioria dos RPG na década de 90. É um cliché enorme, mas que hoje é visto com alguma ternura pelos fãs, e Evoland 2 consegue pegar nestes elementos e construir um mundo mais sólido que vive para além das suas homenagens.

Os gráficos estão também mais apurados, desde os cenários em 2D até aos modelos 3D, apresentando um mundo muito mais colorido e variado, tanto no número de zonas como na presença de vários modelos de personagens e de inimigos.

É também um jogo muito mais fácil de controlar, ainda mais intuitivo e que adiciona novas mecânicas, como a presença de um parceiro com habilidades especiais, tanto na exploração como no combate e na resolução de puzzles. É um mundo mais competente em todos os sentidos e é fácil de perceber como Chrono Trigger, Dragon Quest V e até a série Professor Layton influenciaram a sua produção. Mas aqui, sem grandes problemas para destacar.

Claro que tanto Evoland como a sua sequela nunca deixam de ser pequenas homenagens, mas é interessante ver como a série evoluiu de jogo para jogo, nomeadamente na construção do mundo e no equilíbrio entre homenagens e paródias. Não sabemos até que ponto há espaço para crescer, mas com um género tão vasto como este, onde existem tantas mecânicas e histórias clássicas, talvez existe ainda uma perspetiva por explorar.

Evoland: Legendary Collection é perfeito para os fás de RPG, especialmente para aqueles que adoram e seguiram a evolução das produções japonesas. Existem inúmeras referências para descobrir e são dois jogos que jorram amor pelo género que homenageiam, algo que se torna contagiante à medida que avançamos e compreendemos o nível de cuidado em cada jogo.

Estão longe de serem perfeitos, mas com uma sequela tão sólida como Evoland II, que tanto faz para se distinguir de uma mera homenagem, torna-se difícil de não recomendar, ainda que tenhamos de sublinhar a curta duração dos dois títulos e a sua falta de imaginação em alguns momentos de ambas as campanhas.

Mas se quiserem uma valente bomba nostálgica, esta coleção irá deixar-vos mais do que satisfeitos.

Evoland está disponivel para PC, Xbox One, PlayStation 4 e Nintendo Switch.

Evoland: Legendary Edition
Nota: 7/10

Este jogo (versão PS4) foi cedido para análise pela Shiro Games.

Fortnite é o palco de apresentação do novo álbum dos Weezer

A oitava temporada de Fortnite já começou e, entre as novidades, temos agora um jogo que é, também, uma plataforma de apresentação de álbuns de música.

Rambo vai regressar ao cinema ainda este ano

Sylvester Stallone já terminou as filmagens para o filme de despedida da icónica personagem dos filmes de ação dos anos 80.

Stereossauro apresenta novo álbum no NOS Alive’19

Ainda ontem, 28 de fevereiro, Stereossauro deu um concerto num Lux Frágil esgotado para apresentar o novíssimo álbum Bairro da Ponte. Pois bem, para quem não conseguiu estar presente, o DJ e produtor acaba de ser anunciado para o Palco NOS Clubbing do NOS Alive no dia 11 de julho, ia em que atua o artista brasileiro Emicida.

Alien: Isolation recebe um tratamento especial em forma de websérie

Em 2014, os jogadores receberam um dos melhores videojogos adaptados dos filmes de Alien.

Alien: Isolation é um jogo de sobrevivência na primeira pessoa onde somos introduzidos a uma nova figura neste universo, Amanda Ripley, filha da personagem imortalizada por Sigourney Weaver.

O próximo grande jogo de Star Wars vai ser revelado em abril

Os criadores do mega popular Apex Legends não se encontram só de volta do suporte do mais recente battle royale gratuito.

“Dark Phoenix” recebe um novo trailer para o fim dos X-Men como os conhecemos

A série X-Men não vai voltar a ser a mesma. Agora que a Disney se prepara para adquirir os direitos desta série cinematográfica para criar uma nova no seu Universo Cinemático da Marvel, Dark Phoenix promete ser um adeus dos grandes.

The Division 2 abre as portas com uma Open Beta e recebe packs exclusivos para a Xbox One

Só chega lá para o meio de março, mas vai ser possível experimentar o novo jogo da Ubisoft já nos próximos dias.

Tom Clancy’s The Division 2 vai ter uma beta aberta entre os dias 1 e 4 de março, dando a oportunidade a todos os jogadores de jogarem a solo, ou em equipa, ao longo de três missões de história, num modo PvP multijogador, e espreitar um pouco do que o jogo final tem para oferecer.

Mas as novidades para Tom Clancy’s The Division 2 não se ficam por aqui, uma vez que, conjunto com a Microsoft, serão lançados dois pacotes exclusivos da Xbox One.

O primeiro é um pacote de consola com o jogo, que inclui um Xbox One X de 1TB de armazenamento, um comando Xbox One sem fios e o jogo Tom Clancy’s The Division 2. Junta-se ainda um mês gratuito de Xbox Game Pass e outro de Xbox Live Gold, para tirar partido das funcionalidades online deste jogo da Ubisoft. Semelhante a este pacote temos outro pack, mas com a Xbox One S.

O pacote com a Xbox One X fica disponível por 499,99€ e o da Xbox One S por 299,99€. Já estão disponíveis para reserva, assim como o jogo, e serão lançados no dia 15 de março.

A beta aberta de Tom Clancy’s The Division 2 começará a 1 de março às 9h de Lisboa e terminará a 4 de março às 9h de Portugal Continental. O conteúdo do programa já pode ser descarregado a partir da Xbox Live.

Hisense revela três novos smartphones para 2019

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A Hisense passou pelo MWC 2019 não para apresentar as últimas novidades para a sua linha de televisões, mas sim uma gama completa de smartphones.

Will Smith limpa a sua “Bucket List” numa nova série para o Facebook

O Facebook agora também tem séries de “televisão”. Uma delas é a nova série de Will Smith, que já tem disponível o primeiro episódio, com novos a estrearem na plataforma todas as quartas feiras.

Festival Periferias regressa já amanhã a Sintra

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É a 8ª vez que o evento leva cultura em diversos formatos, proveniente de Portugal e outros países lusófonos, ao concelho de Sintra. O Periferias, Festival de Artes Performativas, começa já amanhã, dia 1 de março, e prolonga-se até dia 17 do mesmo mês.

(Terminado) Passatempo – Temos 10 convites duplos para a antestreia do filme “Nós” (Lisboa e Matosinhos)

FWWVuWXsnXf0IGIeu2JsvKZIJf2IDdv9LsXpvKiykEDwY4OFTxFcSjBS61PPcUFfjv9b4Título Original: Us
Género: Thriller
Elenco: Lupita Nyong’o, Winston Duke, Elisabeth Moss, Tim Heidecker, Yahya Abdul-Mateen II, Anna Diop, Evan Alex, Shahadi Wright Joseph, Madison Curry, Cali Sheldon, Noelle Sheldon
Realização e argumento: Jordan Peele
Produção: Jordan Peele, Sean McKittrick, Jason Blum, Ian Cooper
Produção executiva: Daniel Lupi, Bea Sequeira

Sinopse: “Depois de causar alvoroço na cultura contemporânea e estabelecer um novo padrão para filmes de terror provocadores e socialmente conscientes com a sua estreia em realização com “Foge”, o visionário vencedor de um Óscar Jordan Peele regressa com um novo pesadelo que escreveu, realizou e produziu.

Passado nos dias de hoje na zona costeira do norte da Califórnia, “Nós”, da Monkeypaw Productions, conta no elenco com a vencedora de um Óscar, Lupita Nyong’o, no papel de Adelaide Wilson, uma mulher que regressa à casa de praia onde passou a infância, com o marido Gabe (Winston Duke de “Black Panther”) e os dois filhos (Shahadi Wright Joseph e Evan Alex) para uma escapadela de verão idílica.

Assombrada por um trauma inexplicável e mal resolvido do passado e agravado por uma série de coincidências assustadoras, Adelaide sente a sua paranóia passar para alerta máximo à medida que acredita cada vez mais que algo terrível vai acontecer à sua família.

Depois de passar um dia tenso na praia com amigos, os Tylers (vencedora de um Emmy, Elisabeth Moss, Tim Heidecker, Cali Sheldon, Noelle Sheldon), Adelaide e a família regressam à casa de férias. Ao cair da noite, os Wilsons encontram quatro silhuetas de mãos dadas à porta de casa. “Nós” põe em confronto uma família encantadora e um inimigo aterrorizador e sinistro: os seus próprios clones.”

“Nós” tem estreia marcada para Portugal a 21 de março.

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Lime vai vender capacetes personalizados durante 24 horas

Já por diversas vezes falámos aqui da Lime, plataforma de mobilidade sustentável. Pois bem, pela primeira vez, a empresa irá abrir na 2ª feira, dia 4 de março, às 19h, uma loja online temporária onde será possível adquirir um dos 500 capacetes Closca X disponíveis.

Manic Street Preachers e Killing Joke vão ao EDP Vilar de Mouros

Na verdade são três os nomes a adicionar ao cartaz do festival: Manic Street Preachers, The Killing Joke e Nitzer Ebb estão confirmados no EDP Vilar de Mouros.

Concerto de Billie Eilish em Lisboa passa para a Altice Arena

Lembram-se do concerto de Billie Eilish? Pois é, nem tinham passado 24 horas e já estava esgotado.

Ciente deste facto, a Everything is New deu um grande presente aos fãs que não tinham tido oportunidade de comprar bilhete: passou o concerto do Coliseu dos Recreios para a Altice Arena.

Portanto, devido à elevada procura, Billie Eilish passa assim a atua na maior sala de espetáculos do país (sem contar com estádios, claro). O concerto mantém-se no dia 4 de setembro.

Os bilhetes vão estar à venda já este sábado, dia 2 de março, a partir das 10h nos locais habituais. Como é natural, quem comprou bilhetes para o Coliseu de Lisboa poderá utilizá-los na nova sala agendada, pois os mesmos serão válidos. Já para quem não gostar do novo local, pode sempre pedir a devolução do valor do bilhete, que deve ser efetuada no respetivo local de compra no prazo máximo de 30 dias (entre dia 02 e dia 31 de março). A Everything is New aconselha a compra exclusiva nos pontos de venda oficiais, que poderão ser consultados no site oficial.

Billie Eilish é uma cantora e compositora que, com apenas 17 anos de idade, já começa a trilhar o seu caminho para se tornar num dos grandes nomes do pop alternativo. O álbum de estreia, When We All Fall Asleep, Where Do We Go?, tem lançamento previsto para 29 de março.

Com o seu estilo único e enigmático, começou a dar nas vistas com o primeiro single, “ocean eyes”, que já conta com mais de 200 milhões de streamings no Spotify. Já o seu primeiro EP, dont smile at me, lançado em 2017, acumula mais de 750 milhões de transmissões e alcançou o Top 40 na Billboard 200.

Uma Nêspera no Cu: O Musical vai ter mais espetáculos no Coliseu de Lisboa

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Pois é, ainda não acabou. Depois de cinco coliseus esgotados em Lisboa, três no Porto e mais de 18 mil espectadores, Uma Nêspera no Cu: O Musical regressa com mais duas apresentações em Lisboa, nos dias 8 e 9 de maio.

Diz a sinopse: “Eles disseram que iam acabar. Juraram que não voltavam. Eles mentiram descaradamente. Perante a constatação de que não tinham nada melhor para fazer, Bruno Nogueira, Nuno Markl e Filipe Melo decidem unir esforços para ressuscitar o pior pesadelo das suas vidas. 

Depois da websérie e dos espectáculos ao vivo, eles estão de volta com… Uma Nêspera no Cu: O Musical. O que é? É Uma Nêspera no Cu. Só que musical.

Dilemas. Angústias. Azares. Amigos famosos encurralados, em situações onde nunca os imaginaram. Horror. E bonita música. Porque é um musical.”.

Quanto aos bilhetes, já estão à venda nos locais habituais, variando entre os 10 e os 22€.